quarta-feira, 21 de agosto de 2019

chamadas grátis e ilimitadas

Deus coloca à nossa disposição uma linha directa para falarmos com Ele. Podemos comunicar-nos com Deus a qualquer hora do dia ou da noite, sem qualquer custo, sem perder o sinal de rede e com uma bateria que nunca acaba. A tecnologia do Céu é muito mais acessível e avançada do que a nossa.

Quando não souber o que fazer, a quem pedir ajuda ou simplesmente se quiser falar com alguém: ore! Veja o que a Bíblia diz sobre este assunto: "A oração feita por um justo pode muito nos seus efeitos" (Tiago 5.16), "Porque os olhos do Senhor estão sobre os justos, e os seus ouvidos atentos às suas orações" (I Pedro 3.12), "Vivam permanentemente em oração e dêem graças a Deus por tudo pois esta é a vontade de Deus a vosso respeito, em união com Cristo Jesus" (I Tessalonicenses 5.16-18).

Deus atende à sua chamada pois Ele está permanentemente disponível para si. Contudo, tem de ser você a procurar, como diz a Palavra: "Peçam e Deus vos dará; procurem e hão-de encontrar; batam à porta e ela há-de abrir-se-vos, pois aquele que pede, recebe; aquele que procura, encontra; e a quem bate, a porta se abrirá" (Mateus 7.7,8)

Texto auxiliar: Salmo 63

relacionamento divino


Num destes dias estava a pensar sobre algumas situações, e observo a quantidade de cristãos que alimentam o seu "homem interior" (espírito) somente aos domingos (no dia da reunião principal da igreja), ou baseiam a sua vida cristã em cultos. Não são capazes de orar, adorar e ler a bíblia durante a semana, em tempos devocionais pessoais. 

E se por algum motivo não é possível ir aos cultos, como será a sua vida espiritual? Precisamos de alimentar o nosso "homem interior" diariamente, assim como alimentamos o nosso corpo diariamente.

E, se possível, não deixar de congregar. Há grande poder espiritual que é libertado do Céu quando a Igreja se reúne para adorar. Esta foi a instrução do apóstolo Paulo - que não deixássemos de nos congregar. É quando a Igreja se reúne que podemos ser edificados e edificadores uns para com os outros.

Por isso, tenha tempo devocional diário, mas também congregue!

segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Poligamia é natural, diz investigador

Poligamia é natural, diz investigador, que explica diferenças de género com ciência e história




A poligamia é natural no ser humano e a monogamia foi criada para a mulher, diz o investigador português Rui Diogo, que usa a ciência e a história para explicar a relação entre géneros.

"Se a monogamia fosse natural não tínhamos que fazer leis e matar pessoas por causa da poligamia. Não se fazem leis para dormir ou para beber. Mas matam-se pessoas por não serem monogâmicas", defende o especialista em biologia evolutiva e antropologia, investigador e professor na Faculdade de Medicina da Universidade de Howard, em Washington, nos Estados Unidos, autor de mais de uma centena de artigos em revistas como a Nature e autor ou coautor de mais de uma dúzia de livros.

Numa palestra em Lisboa, a primeira de uma série que está a dar em várias cidades de Portugal, Rui Diogo garantiu que "não há fundamentos biológicos para a monogamia", afirmando que na natureza nenhuma espécie é monogâmica, incluindo algumas apontadas como tal (algumas aves). As fêmeas dos chimpanzés, que se assemelham ao ser humano, relaciona-se com uma média de oito machos por mês, disse.

Nas palavras do investigador, a poligamia acontece hoje em todas as tribos da amazónia e uma das "provas" de que sempre foi assim no passado nas espécies que se estudam, afirma, é o dimorfismo (características físicas diferentes, como o homem ser mais alto do que a mulher). "Os ossos podem dizer se os animais eram monogâmicos", afirma.

Estudando em profundidade outras espécies conclui-se também que não há uma única em que 8% a 10% dos indivíduos não sejam homossexuais (há uma espécie de morcegos em que chega a 35%), a mesma percentagem que se admite para o ser humano, e que tal acontece naturalmente, em todas as espécies.

Partindo da biologia e da história o investigador explica depois que o machismo e a diferença entre géneros fazem parte do passado recente da humanidade, que há estudos que indicam que 90% da comida era providenciada pela mulher no tempo dos humanos caçadores/recoletores, e que com a agricultura e as religiões surgiu a imposição da monogamia, mas apenas para a mulher.

"Com a agricultura surge o conceito de propriedade. Os meus animais, a minha colheita. E surge a herança. Eu tenho que ter a certeza absoluta de que o filho é meu. A partir da agricultura a mulher torna-se uma propriedade".

Rui Diogo traça a partir daí um quadro negro para o sexo feminino, a mulher assexuada da era vitoriana (século XIX), as mulheres bruxas na idade média, queimadas na fogueira, as mulheres alvo de excisão genital entre a população de origem europeia até há 60 anos, a própria aliança de casamento que começou por ser um símbolo de que a mulher tinha dono.

Mas, ainda nas palavras do investigador, o homem só supera a mulher na visão tridimensional e na força física.

Segundo o investigador, "as mulheres são mais resilientes, melhores alunas, superam melhor alterações do ambiente" e, diz Rui Diogo sempre citando estudos, são também mais promiscuas, ainda que não o pareçam, porque dizem "o que a sociedade quer que digam".

"O sexo é natural mas o género é construído", afirma.

E são também mais felizes no divórcio, porque o casamento foi "uma coisa feita pelos homens e para os homens".

De resto, garante o biólogo, doutor em biologia evolutiva e pós-doutorado em antropologia, após cinco anos de casamento os estudos indicam que a oxitocina (ligada à paixão) acaba e a testosterona (hormona masculina) aumenta.

"Fisiologicamente não há relação entre amor e sexo, pode-se amar alguém e desejar outra pessoa, e isso, pelo menos isso, aplica-se ao homem e à mulher", conclui.

Lusa



COMENTÁRIO PESSOAL:

Misericórdia!!!   

terça-feira, 6 de agosto de 2019

missão liberdade


A 15 de Julho de 2019, um punhado de CIDADÃOS, do Norte, Centro e Sul de Portugal, num verdadeiro acto de CIDADANIA, deu um claro aviso “à navegação”, a quem está especialmente indigitado para cumprir e fazer cumprir a Lei Geral (Constituição da República Portuguesa), em particular no que diz respeito ao previsto no seu Art.º  36, nº 5 e Art.º 43, n.º 2, ao entregar cartas, por mão própria, acompanhadas de algumas dezenas de assinaturas de subscritores, aos seguintes titulares dos cargos da Administração Pública:

Ministro da Educação
Doutor Tiago Brandão Rodrigues
Lisboa - CLIQUE

Presidente da República
Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa
Palácio de Belém -  CLIQUE

Presidente da Assembleia da República
Dr. Eduardo Ferro Rodrigues
Palácio de São Bento -  CLIQUE

Portugal precisa da Liberdade das famílias, dos direitos dos Pais, do bem dos nossos filhos!

MISSÃO CUMPRIDA!

Se desejar subscrever as Cartas Abertas, poderá fazê-lo reencaminhando este e-mail para os seguintes endereços:

gab.ministro@medu.gov.pt
belem@presidencia.pt
plataforma-rn@outlook.com
gabpar@ar.parlamento.pt


.................................................................

Exmo. Senhor Presidente da Assembleia da República
Dr. Eduardo Ferro Rodrigues

Assunto importante: liberdade das famílias ameaçada!

Viemos do Norte, do Centro e do Sul de Portugal.

E o que nos traz cá?

É que este ano lectivo o Estado (Ministério da Educação) com a introdução da
disciplina obrigatória de “cidadania e desenvolvimento” e da promoção de
conteúdos ideológicos inseridos em contextos diversos à revelia dos pais,
instaurou o desassossego nas escolas.

• Há pais ameaçados!
• Há pais com medo!

Tais conteúdos e disciplina espelham visões da vida e do mundo que,
legitimamente, muitos Pais não partilham.

A nossa Constituição assegura que “o Estado não pode programar a educação
e a cultura segundo quaisquer diretrizes filosóficas, estéticas, políticas,
ideológicas ou religiosas”.

Muitos Pais estão conscientes dos direitos que a Constituição lhes reconhece. E
não vão calar.

Assim solicitamos a V. Exa. que transmita aos diversos grupos parlamentares,
bem como a cada um(a) dos(as) Senhores(as) Deputados(as), que a Constituição
da República é para se cumprir.

Portugal precisa da liberdade das famílias, dos direitos dos Pais, do bem dos
nossos filhos.

...........................

Sr. Ministro da Educação
Tiago Brandão Rodrigues (Doutor)

Viemos do Norte, do Centro e do Sul de Portugal para dizer:
- São os PAIS quem tem de educar os filhos, não é o Estado nem a escola.

Em matérias ideologicamente sensíveis os Pais têm de consentir.

Por isso:
• A disciplina de “cidadania e desenvolvimento” não pode ter carácter
obrigatório, os Pais têm de a poder autorizar para os seus filhos.
• A promoção de qualquer tipo de visão da vida, do mundo, do homem e da
mulher que não seja comum a todos (e hoje em dia quase tudo é
questionado) seja em contexto de aula curricular, extra-curricular ou de
enriquecimento curricular, seja em qualquer outra actividade a desenvolver
em espaço escolar, tem de ter prévio e explícito consentimento dos Pais.

Há Pais que desejam para os filhos essa disciplina e essas actividades. E há Pais
que não desejam para os filhos essa disciplina e essas actividades.

Todos eles “têm o direito e o dever de educação e manutenção dos filhos”
(Constituição da República Portuguesa - art.º 36, nº 5)

E “o Estado não pode programar a educação e a cultura segundo quaisquer
diretrizes filosóficas, estéticas, políticas, ideológicas ou religiosas” (idem -
art.º 43.º, n.º 2).

Os Pais não são uma ameaça para os filhos. Ninguém sabe olhar pelos filhos tão
bem quanto os Pais.

Por isso, há Pais que nunca esquecem os seus direitos e liberdades.

Portugal precisa da liberdade das famílias, dos direitos dos Pais, do bem dos
nossos filhos!

...................................................

Exmo. Senhor Presidente da República Portuguesa
Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa

Assunto importante: Ministério da Educação ameaça liberdade das famílias!

Viemos do Norte, do Centro e do Sul de Portugal para pedir:
- Faça cumprir a Constituição!

Este ano lectivo o Ministério da Educação:
a) impôs a disciplina obrigatória de “Cidadania e desenvolvimento”, que
inclui visões do mundo e da vida que não são partilháveis por todos
b) introduziu conteúdos igualmente ideológicos em contextos escolares
diversos sem o indispensável consentimento dos pais.

Esta imposição está a gerar desassossego, ameaças e medo!

Mas sobretudo é uma imposição que viola a Constituição que assegura:
“o Estado não pode programar a educação e a cultura segundo quaisquer
diretrizes filosóficas, estéticas, políticas, ideológicas ou religiosas”
Há muitos pais que não esquecem os seus direitos.

Portugal precisa da liberdade das famílias, dos direitos dos Pais, do bem dos
nossos filhos!  


não há família b


Karl Marx afirmou que a Família é uma estrutura social opressora, na qual o homem representa o papel de “proprietário”, quer da sua mulher, quer dos seus filhos. E que desta decorre a aceitação colectiva e acrítica de um sistema patriarcal, hierarquizado, favorecedor da transmissão da propriedade entre gerações e, portanto, da perpetuação da propriedade privada, pedra angular do capitalismo e do sistema financeiro. Foi, por isso, proposta a destruição da Família, enquanto caminho para o socialismo, tal como foi tentado na União Soviética, embora sem sucesso. A via da força mostrou-se ineficaz.

Havia que substituir estes vínculos por outros, como propuseram, posteriormente, os estudos desenvolvidos pela Escola de Frankfurt. A década de 1970 trouxe a revolução sexual, a “libertação” da mulher e a dissociação do significado unitivo do matrimónio. A mulher, agora emancipada do marido, passou a ser escrava do mercado de trabalho e a fugir ao apelo biológico da maternidade. Em simultâneo, surge a necessidade de retirar à criança a noção de autoridade dos pais, substituindo-a pela autodeterminação indiscriminada, numa sociedade obediente apenas à autoridade do Estado.
Nesse contexto, o conceito de “género” surge institucionalmente na Conferência de Pequim de 1995 organizada pela ONU – a IV Conferência Mundial sobre a Mulher: Acção para a Igualdade, Desenvolvimento e Paz –, que visava alcançar um conjunto de resoluções para defender os direitos da mulher e a igualdade.

Assim, a par da bandeira do combate à discriminação, sob pretexto de uma maior elegância da linguagem, a palavra “sexo” passou a ser progressivamente substituída por “género”. Ao estilo da novilíngua orwelliana, sexo deixou de significar a distinção biológica entre masculino e feminino, sendo substituído por dezenas de géneros à la carte, que vão desde o não-binário a genderfluid (género variável). Assim se iniciou a implementação da agenda da ideologia de género, advogando que a identidade sexual do indivíduo resulta da cultura e não da biologia e que, no fundo, todos os seres humanos nascem iguais, podendo cada um ser o que pretender.

Enquanto ideologia, esta não é mais do que um erro a propalar, que derruba os princípios naturais e instituídos, longe de toda e qualquer fundamentação científica. Mas, tratando-se de um erro que vai contra os princípios, como pode vingar uma ideologia? Antes de mais, é necessário alguém interessado no erro; segue-se a necessidade da sua propagação e a existência de um público-alvo treinado para não pensar e o aceitar.

Definido o erro, identificam-se os interessados. São eles as instituições nacionais e internacionais que procuram conquistar a hegemonia cultural e política. Baseando-se no princípio marxista da concentração de poder absoluto dos direitos dos cidadãos, com suposto benefício colectivo (incluindo a manutenção da Paz mundial), estas aprofundam o controlo da liberdade religiosa, de pensamento e de comunicação. Prevalece a socialização secundária, focada na interacção do indivíduo com a sociedade (incluindo escola, grupo de amigos, trabalho), e onde assume diferentes papéis para corresponder às expectativas dos outros. Neste processo, as pessoas são descartáveis e substituíveis, em contraste com a socialização primária, característica da Família, no seio da qual se aprendem os valores, a moral e os modelos comportamentais, onde as relações são baseadas no amor e nos vínculos, onde o indivíduo é insubstituível. Naturalmente que há um grande interessado na secundarização da sociedade e na destruição da Família: o sistema financeiro.

Apresentada deste modo, essa imposição seria, desde logo, rejeitada pela sociedade ocidental, fundada na ética judaico-cristã, na filosofia grega e no direito romano. Mas não se assiste a essa resistência por dois motivos. Primeiro, porque, numa perspectiva gramsciana, o erro é implementado paulatinamente e propagado pelo sistema educacional e meios de comunicação social. Depois, sentindo (aparentemente) garantidas a sua segurança e comodidade, os cidadãos não vêem a ditadura de pensamento como uma ameaça.

Em acréscimo, é imperativo que o erro seja transmitido desde tenra idade, antes da formação da concepção do certo e do errado. Logo no ensino pré-escolar é implementada a ideia de que a moralidade surge do próprio para o próprio, segundo as suas regras pessoais, distanciando-o dos valores cristãos, que estabeleceriam os limites na conduta, nas leis e na política. Dessa forma, o indivíduo ficará facilmente permeável a novas ideias, incluindo aquelas propulsoras dessa hegemonia, que anulam o próprio e a sua individualidade. Em suma, a ideologia de género é isso: uma forma de anular o certo e o errado, fugindo às leis naturais e transmitindo a ideia de que tudo surge do pensamento, da vontade e do sentir. E haverá melhor forma de instalar essa ambiguidade do que a destruição da identidade do indivíduo, levando-o a aceitar os juízos dos que o rodeiam e instruíram, incluindo as escolas?

É por isso que, actualmente, cada vez menos se valorizam os conteúdos a difundir nas instituições de ensino, que passaram a ser um espaço de doutrinação, pela disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, onde subliminarmente estão a ser incluídos os princípios da Ideologia de Género, com vista à “educação das massas”. E os pais, mais focados nas preocupações económicas, não se apercebem destas movimentações ou simplesmente se demitem da responsabilidade de educar os filhos, delegando na escola esse papel.

Nesse percurso, algo mais grave acontece: os filhos passam a ser da responsabilidade do Estado e não dos pais. Embora muito pouco noticiado, já não faltam episódios a denunciarem-no: pais condenados a prisão na Alemanha, por impedirem os filhos de assistir às aulas de educação sexual nas escolas (2009); na Noruega, os filhos foram retirados aos pais por serem “muito cristãos” (2016); mais recentemente, um pai cristão russo e residente na Suécia pediu asilo para sua família à Polónia, após o Estado sueco entregar as suas filhas a uma família muçulmana libanesa (2019); uma mãe espanhola foi condenada a trabalho comunitário por esbofetear o filho que não queria tomar duche (2019); e tantos outros exemplos.

Desta forma, começa a instalar-se o receio dos pais educarem os filhos segundo os preceitos e os costumes familiares da sociedade ocidental. Não será esta uma forma de marxismo implementado pelo medo, que muitos teimam em rejeitar ou relativizar?

Não é por acaso que há quem se sinta fortemente ameaçado por conteúdos leccionados nas escolas, activismos infiltrados nas instituições públicas, marcas de roupa e séries televisivas com mensagens subliminares e tantas outras formas de propaganda. Para os mais distraídos, menos informados e mesmo já manipulados, tal não é mais do que “teoria da conspiração”, fundamentalismo e intolerância. Infelizmente não é.

Outros, mais alerta, apercebem-se desta realidade e surgem grupos* cada vez mais organizados e políticos que ousam fazer-se ouvir, fugindo do medo e do politicamente correcto. O travão a este caminho ideológico só é possível com a participação cívica de todos os pais que procuram uma sociedade melhor para os seus filhos e que acreditam no valor inestimável das raízes judaico-cristãos do mundo ocidental.

O combate em Portugal está só a começar. Todos estamos convocados.

Joana Bento Rodrigues (médica), 2/8/2019


sábado, 3 de agosto de 2019

Ilusionismo

Ao ver a época 13 do programa "Britain Got Talent" (2019), observei a quantidade de ilusionistas que se apresentaram, inclusive a destreza de um adolescente de 15 anos de idade. O criador do programa, Simon Conwell mencionou que uma grande quantidade de jovens estão a ser atraídos pelas artes mágicas, ilusionismo, etc. Destaco neste mesmo programa um casal com poderes psíquicos que deixaram todos de boca aberta.

O que a Bíblia tem a dizer a respeito?

“Ora, havia certo homem chamado Simão, que praticava a arte mágica, iludindo o povo de Samaria, insinuando ser ele grande vulto; ao qual todos davam ouvidos, dizendo: Este homem é o poder de Deus; aderiam a ele porque há muito os iludira com mágicas” (Atos 8.9-11)

David Copperfield, Criss Angel, Houdini, etc. O que há em comum entre estas pessoas? São todos eles mestres na arte do ilusionismo: o que você vê não é o que você vê, e palavras e gestos apontam para aquilo que não é. O propósito deles não é mostrar a verdade, mas divertir e sobretudo causar espanto.

Diante de um ilusionista não se pergunta se aquilo é real. Aos espectadores há a alegria de suspenderem momentaneamente o enfado de suas vidas embarcando naquele teatro do entretenimento. Estes homens podem até enriquecer com suas artes mágicas, mas em momento algum chamam o que fazem de “verdade”, ao contrário, vendem ilusão para o público que paga ingresso para ser iludido.

A Bíblia diz-nos que em Samaria havia um homem chamado Simão que iludia o povo com suas artes mágicas, que chamava as mágicas que ele praticava de “poder de Deus”.

Nos encontros promovidos pelos ilusionistas ocorre uma espécie de hipnose coletiva, e não há nenhum interesse do espectador em sair daquele estado, por isso barram qualquer pensamento crítico.

A ação preferida de Satanás é autenticar como sendo de origem divina todo e qualquer ato prodigioso. A ação destes homens cria ilusão, promove ajuntamento, mas não comunhão, agrada aos olhos, mas não transforma o coração.

Satanás é o Grande Ilusionista. Nele tudo é exagerado, carregado nas cores, nas certezas. Ele promove espetáculos porque lhe falta conteúdo, entretanto domina magistralmente as técnicas de manipulação de massas e de mentes.

Se os ilusionistas sofrerão severo julgamento, os que se deixam iludir também passarão por ele, pois não acolheram “o amor da verdade para serem salvos” (2Ts 2.9), e é por este motivo que Deus lhes manda “a operação do erro para darem crédito à mentira, a fim de serem julgados todos quantos não deram crédito à verdade” (2Ts 2.10-12).

(adolescentes) uma vida de integridade