sexta-feira, 24 de maio de 2019

Lições de Filemon

1 Da parte de Paulo, prisioneiro por causa de Cristo Jesus, e ainda do irmão Timóteo, a Filémon, nosso querido colaborador, 2 à nossa irmã Ápia e a Arquipo, que nos acompanha na luta, e também à igreja que se costuma reunir em tua casa. 3 Que a graça e a paz da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo estejam convosco. 4 Nas minhas orações, lembro-me sempre de ti e dou graças ao meu Deus, 5 porque tenho ouvido falar do teu amor e da fé que tens no Senhor Jesus para benefício de todos os santos. 6 Peço que a partilha da tua fé seja eficaz, conhecendo todo o bem que temos por Cristo. 7 O teu amor, meu caro irmão, dá-me muita alegria e coragem, porque com ele tens fortalecido o coração dos santos. 8 Por isso, ainda que eu tenha plena liberdade em nome de Cristo para te mandar fazer o que for mais conveniente, 9 prefiro, no entanto, fazer-te um pedido por amor de Deus. Sou eu, Paulo, agora velho e prisioneiro por causa de Jesus Cristo, 10 quem te pede a favor de Onésimo que aqui na prisão se tornou como um filho meu. 11 Noutro tempo ele te era inútil. Agora, porém, é útil, não só para ti, mas também para mim. 12 Mandei-to então de volta e peço-te que o recebas como se ele fosse filho das minhas próprias entranhas. 13 Gostava de o conservar aqui comigo, para me ajudar como se fosses tu, enquanto estou preso por causa do evangelho. 14 Mas não quis resolver nada sem o teu conhecimento, para que o favor que te peço não seja por obrigação, mas da tua livre vontade. 15 Pode até suceder que Onésimo se tenha ausentado de ti por algum tempo para que agora o conserves para sempre. 16 Não já como escravo mas, muito mais do que isso, como um querido irmão na fé. Tenho por ele muita estima, mas tu ainda deverás ter mais, quer como ser humano, quer como irmão no Senhor. 17 Por isso, se me consideras em comunhão contigo, recebe Onésimo como se me recebesses a mim. 18 Se ele te causou algum prejuízo, ou se te deve alguma coisa, deixa isso à minha conta. 19 Eu, Paulo, aqui o deixo escrito pelo meu próprio punho: «Eu to pagarei.» Ainda que pudesse lembrar-te que me deves a tua própria vida. 20 Sim, meu irmão, faz-me esse favor, como crente no Senhor. Alivia-me deste cuidado como irmão em Cristo! 21 Escrevo-te confiado em que farás o que digo, e estou convencido que até irás fazer mais do que aquilo que te peço. 22 Ao mesmo tempo, prepara também um quarto para mim, pois espero que Deus responda às vossas orações concedendo-vos essa graça. 23 Recebe cumprimentos de Epafras, que está comigo na prisão por causa de Cristo Jesus, 24 bem como dos meus colaboradores Marcos, Aristarco, Demas e Lucas. 25 Que a graça do Senhor Jesus Cristo esteja convosco.
Copyright © 1993, 2009 Sociedade Bíblica de Portugal

Estava a fazer a minha leitura diária da Bíblia, e hoje passei por este texto, que nos dão algumas lições, para as quais - acho eu - devemos dar crédito:

1 - "prisioneiro por causa de Cristo". O apóstolo Paulo estava disposto a sofrer pela defesa do Evangelho de Cristo. Ele não estava a desfrutar do seu sossego da sua casa, no conforto do seu sofá, mas num lugar escuro, com mau cheiro, etc. O Evangelho que Paulo professava e pelo qual estava a preso não era o Evangelho do facilitismo, da bênção aos "ponta-pés", mas o Evangelho que era incompreendido, criticado, e até perseguido.

2 - Os primeiros versículos mostram-nos que ele não estava sozinho, mas menciona pessoas que estavam com ele, como colaboradores na luta do Evangelho.

3 - Estando em prisão, a passar por momentos desconfortáveis, em não se revoltou contra Deus - como fazem alguns cristãos quando as coisas não são só bênçãos, só momentos bons - mas buscava ao Senhor em oração e fazia-o com acções de graças.

4 - "... ouvido falar do teu amor..." O amor é um mandamento e deve tornar-se visível de forma prática. Filemon era um jovem que exercia o amor a favor dos "domésticos da fé", e com certeza, por outros que estavam à sua volta (o próximo). Vemos mais a respeito do amor de Filemon no v. 7. Filemon era um exemplo de amor pelo Reino, e pelas pessoas.

5 - "... e da fé que tens no Senhor" Sua fé era conhecida. Não era uma fé escondida, envergonhada, mas uma fé que era vista, de forma que chegou aos ouvidos de Paulo a respeito da fé que ele tinha no Senhor.

6 - "Peço que a partilha da tua fé seja eficaz..." Isso mostra que a partilha da nossa fé pode ser ineficaz. Que possamos partilhar a nossa fé de forma correcta, de forma que as pessoas possam desejar ter, e não que se afastem.

7 - Apesar de Paulo ser autoridade sobre a vida de Filemon, e tenha a "liberdade... para te mandar fazer", Paulo tinha a atitude de pedir por amor de Deus.

8 - Paulo solicita que Filemon recebesse Onésimo (com quem não havia tido um bom relacionamento) como se Onésimo fosse filho natural de Paulo, mas também como se recebesse a ele mesmo (v. 17).

9 - Paulo procura não resolver tudo sozinho (v. 14), para que Filemon não fizesse algo por obrigação, mas de livre vontade.

10 - Paulo incentiva Filemon a não fazer discriminação por Onésimo ter sido escravo, mas a recebê-lo como irmão. 

11 - Paulo dispõe-se a assumir qualquer prejuízo que Onésimo tenha causado no passado a Filemon, a fim de que agora pudesse haver um bom relacionamento entre estes dois irmãos.

12 - Paulo esperava que Filemon cumprisse o que lhe era pedido, mas que fosse ainda mais além do que lhe fora pedido.

13 - Paulo tinha fé, sabia que os irmãos oravam pela sua libertação, e pediu que houvesse uma acção antecipada, para que quando houvesse uma acção divina na sua libertação daquele cativeiro, tudo já estivesse orientado para que ele tivesse um lugar de refrigério.


quarta-feira, 15 de maio de 2019

Famílias monoparentais crescem 12% em cinco anos


Em 2018, a soma das famílias sem filhos ou que vivem só com um dos pais ultrapassou a dos casais com filhos.

A família em Portugal está a mudar: o peso das categorias ditas tradicionais está a reconfigurar-se. As monoparentais (em que só um dos progenitores vive com os filhos) são as que mais crescem: 4,6% num ano (2017/2018) e 12% em cinco anos. Aumentam também as famílias sem filhos e caem, acompanhando o ritmo dos anos anteriores, as famílias com filhos. Hoje é o Dia Internacional da Família.


terça-feira, 23 de abril de 2019

Juntos a lutar pelas nossas famílias...



Aliança política entre católicos e evangélicos... Não podemos aceitar que as nossas escolas tornem-se em fábricas de destruição do património moral judaico-cristão. Por isso, católicos e evangélicos deveriam deixar de lado as suas diferenças para trabalharem juntos pelo bem comum e pelas nossas famílias, antes que seja tarde demais.

Gostaria de convidar os meus amigos a verem este vídeo... clique AQUI

Obrigado.

 

Recado às famílias por Pedro Strecht

«QUANTAS VEZES NÃO VEMOS FAMÍLIAS A JANTAR, CADA UM AGARRADO AO SEU ECRÃ?»

Em média, uma mãe ou um pai passam 37 minutos por dia com o seu filho. Os miúdos estão cerca de 8 horas na escola, menos do que o tempo que os seus pais passam a trabalhar. Escola e trabalho que muitas vezes, demasiadas vezes, são levados para casa. Já para não falar no tempo que é despendido a olhar para um ecrã, de telemóvel, de tablet, de computador, mesmo quando estão todos juntos, fisicamente. O que andamos a fazer com o nosso tempo? É esta a questão de fundo que perpassa o mais recente livro do pedopsiquiatra Pedro Strecht Pais Sem Pressa – O tempo na relação entre pais e filhos, lançado em outubro de 2018. Talvez seja tempo de parar para pensar.

37 minutos por dia é, em média, o tempo que passamos com os nossos filhos. Teremos consciência disso? São os resultados de um estudo do ISCTE de há uns anos e dizem respeito ao tempo que passamos em contacto direto e exclusivo. É preocupante porque às vezes as pessoas estão fisicamente próximas, mas o contacto direto, espontâneo, de interação, diminui. Quantas vezes não vamos a um restaurante e vemos famílias a jantar, cada um agarrado ao seu ecrã, sem conversarem ou interagirem uns com os outros? É aflitivo.

O que se passa para que casais ou pais e filhos não tenham vontade ou necessidade de interagirem uns com os outros? Há um certo vazio de comunicação real. Cada um está sintonizado no seu mundo. Estando próximos fisicamente, cada um está focado na sua própria realidade intrapsíquica, sem grande partilha com os outros e isso é assustador. Sobretudo porque, paradoxalmente, o que vemos, eu vejo isso muito aqui no consultório, é que as pessoas têm imensa necessidade de falar e de serem ouvidas. Tanto adultos como miúdos.

É preciso desligar, diz no seu livro. Não deverão ser os pais a dar o exemplo? Acho que há cada vez mais pais à procura disso, mas não sei se têm essa consciência e a capacidade de agir em conformidade. Há uma perspetiva de que falo no livro, que é a do homo laborans – o homem trabalhador – que hoje é dominante e também passa para os miúdos. Parece que estamos moldados para trabalhar, produzir, no sentido de dar uma mais-valia económica e e há toda uma linguagem economicista que predomina na nossa sociedade. Há pais que me dizem: ele está numa escola particular e eu não tenho retorno. Retorno de quê? Esta visão determina o padrão prioritário das relações. E o que eu digo é que não é preciso fazer grandes ruturas, não é preciso deixar tudo e mudar de vida, mas podem fazer-se pausas conscientes e perceber o peso que o tempo mal administrado acaba por ter nas nossas rotinas.

E as consequências que isso tem. Sim, porque «estar sempre ligado» é nocivo. Há profissões em que mesmo no que devia ser o tempo de descanso, as pessoas continuam a ser bombardeadas sem hipótese de arrumarem gavetas e estabelecerem limites. E isso é a causa daquilo a que alguns especialistas chamam de «excesso de positividade» – a pessoa está sempre ligada -, o que leva, nos adultos muitíssimo, mas também já nos adolescentes, a todas aquelas situações de burn out. No fundo as pessoas explodem por falta de uma energia física e psíquica que está completamente absorvida por tudo aquilo que lhes é continuamente pedido.

Isso acontece também com os miúdos, que têm metas curriculares estabelecidas desde o pré-escolar, além de todas as atividades extra que lhes ocupam quase todo o tempo em que estão acordados. Há uma sobrecarga muito grande dos miúdos no que respeita a este tipo de estímulos: muitas horas na escola, sobrecarga de trabalhos de casa, atividades extracurriculares… uma sucessão de ocupações que leva a que não tenham tempo para parar e digerir a experiência. É como se eu estivesse a alimentar uma criança sem parar, ela às tantas não aguenta mais, enche tanto que vomita. Por isso é que os miúdos acabam por dar respostas extremas: ou aderem e estudam, estudam, estudam e podem desenvolver sintomas de burn out ou depressão e ansiedade nessas ou simplesmente, desistem, encostam e pensam «se crescer é isto então mais vale não crescer». Daí que hoje exista muito maior imaturidade nos adolescentes e jovens adultos. A questão do tempo futuro que hoje é projetado para o tempo presente, o aqui e agora dos miúdos, é demolidor. Faz-me muita confusão que, por exemplo, se diga a miúdos de 14/15 anos que têm que estudar muito porque a média conta e se não estudar não vai ter um emprego bom, não vai ganhar o suficiente, a vida vai ser uma porcaria… É uma antecipação da construção do tempo para o aqui e agora que acho que é completamente angustiante. Penso que os miúdos têm muito pouco tempo para gerir o seu tempo.

Talvez fosse importante dizer aos pais que isso não é «produtivo». Sim. Antes pelo contrário. É como a entrada para a escola, que muitas vezes é prematura. É um erro os miúdos entrarem antes dos seis anos. Há todo um tempo de crescimento e de maturidade que hoje acaba por ser muito compactado, dando pouca disponibilidade para os miúdos fazerem a integração e a digestão das próprias experiências.

Se os filhos viessem com manual de instruções, quais seriam as mais básicas? Antes de mais, a indicação de «Frágil», no sentido de que as crianças e adolescentes modelam-se e tudo aquilo que venham a ser um dia, independentemente de todo o potencial que tenham, vai depender do que é estimulado ou não em forma e tempo adequado. E também «Este lado para cima» [a cabeça], dando-lhes a possibilidade de olharem o presente e o futuro a seu tempo e com maior tranquilidade e bem-estar.

As regras e a disciplina são fundamentais, toda a gente sabe, mas nem sempre os pais conseguem impô-las. Porquê? Olhe, muitas vezes por falta de tempo. Como os pais sentem que estão pouco tempo com os filhos, quando estão não querem comprar guerras e acabam por facilitar muito. Mas ser pai implica a parte chata, de dizer não, de contrariar, de frustrar. E é preciso ter consciência disso.

Ser o melhor amigo dos filhos, muito em voga nas novas gerações, não é a melhor forma de «exercer» a parentalidade? Não. Há coisas do tempo adulto e coisas do tempo infantil e adolescente: Há coisas em comum, que se pode partilhar, mas há outras que não. Pais e filhos não são a mesma coisa e não devem ser.

Nas suas consultas, o que sente que há de mais errado na relação entre pais e filhos? O que os traz mais à sua consulta? Sobretudo a falta de tempo para verdadeiramente comunicar. Há pouco falávamos da necessidade que todos têm de ser ouvidos e isso está muito em falta. E depois um constante funcionamento de alta expetativa e de resposta imediata e de pouca gestão dos conflitos… parece que todos querem muito aqui e agora tudo, tornando o ceder e a capacidade empática mútua mais difíceis. É preciso cultivar a capacidade de esperar, de ouvir e de dar tempo ao outro.

No meio de tudo isto, ainda podemos falar de amor incondicional? Pois. Devíamos. Até pela impossibilidade de devolução do material. Ter um filho é um compromisso para a vida e a pessoa tem que o assumir e estar disponível para ele.

Mas também é fundamental a ideia de que não temos que ser pais perfeitos, não é? Claro. É aquele conceito do Winnicot dos «pais suficientemente bons». Mesmo com manual de instruções, também falhamos, podemos demorar mais tempo, não temos que ser perfeitos.

Versão completa desta entrevista na edição em papel da DN Life, com o Diário de Notícias, no dia 21 de outubro de 2018.

Fonte: AQUI

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sábado, 20 de abril de 2019

Ateu decide ler a Bíblia para confrontar os cristãos e se converte: "Deus se revela a nós"

O Dr. Greg Lehman era ateu e orgulhava-se disso, mas um dia decidiu ler a Bíblia para confrontar seus vizinhos cristãos e isso fez sua vida mudar completamente.

Apesar de ter uma situação financeira invejável, que incluía viagens por todo o mundo, carros de luxo e mansões, o Dr. Greg Lehman não se sentia feliz e satisfeito com sua vida. Segundo o médico norte-americano, que compartilhou seu testemunho ao Ministério OTG, ele se recusava a acreditar em Deus e sentia-se sempre frustrado e raivoso.

“Eu estava indo de uma coisa para a outra: comprava um carro novo, mas aquilo não me satisfazia. Então eu saía e comprava roupas novas ou fazia uma viagem”, disse Lehman em seu depoimento. “Eu tinha muitos passatempos. Eu fiz triatlo e também bebia vinhos como um hobby”.

Lehman era ateu e orgulhava-se disso. Ele concluiu a faculdade de medicina, tinha um trabalho que lhe rendia um gordo salário, tinha uma esposa e dois filhos. Mas apesar de tudo isso, ele continuava se vendo como uma pessoa frustrada.

“Foi uma combinação de ‘você está triste’, ‘você está vazio’ com ‘você está com raiva’. Eu estava frustrado e me perguntava: ‘Por quê? O que há de errado comigo? Por que não me sinto realizado? Por que não sinto que consegui o que eu trabalhei toda a minha vida para alcançar?”, contou.

Dr. Lehman tentou mascarar o que ele estava sentindo por dentro, mas algo o alertava em seu coração: “Você está envergonhado, mas não vai contar para ninguém, vai manter isso dentro de você”.

“Então o que você acaba fazendo nessa situação é descontar esse sentimento em outras pessoas”, contou

Lehman acabou agindo dessa forma com as pessoas mais próxima a ele: sua esposa e seus filhos.

“Ele era um bom homem, mas tinha um pavio curto”, disse sua esposa, Ruth. “Ele era arrogante. Ele sentia que sempre estava certo”.

Se ele já ficava irritado com sua família, este sentimento era ainda mais forte contra seus vizinhos cristãos, porque ele achava que seu estilo de vida não se alinhava com a Bíblia.

Buscando se preparar para expor a hipocrisia do seu vizinho, Lehman começou a ler a Bíblia para conhecer mais sobre o cristianismo. Seu plano era confrontar as incoerências de seu vizinho com base nas próprias Escrituras Sagradas.

Mudança de planos

Mas parece que seu plano não atingiu o objectivo inicial, pois Lehman acabou sendo confrontado pelo poder da Palavra. Ele ficou atónito com a afirmação dos Evangelhos, de que Jesus foi o próprio Deus que se fez carne.

“Isso rapidamente chamou minha atenção porque eu percebi que se isso realmente aconteceu, foi o evento mais importante da história”, disse ele. “Eu me esqueci dos meus vizinhos e decidi investigar se isso [a vida de Jesus] realmente aconteceu”.

Depois de semanas de pesquisa, ele percebeu que tudo sobre o cristianismo se relacionava com a ressurreição de Jesus Cristo.

Como médico, ele tentou ponderar hipóteses que poderiam “desmentir” ressurreição: “Os apóstolos roubaram o corpo. Foi uma alucinação”, imaginava o médico.

Depois de examinar cuidadosamente as teorias que se opunham à ressurreição, ele chegou a uma conclusão surpreendente: “Nenhuma delas tinha credibilidade. A única coisa que poderia fazer sentido com os fatos históricos do modo como foi montada com os guardas romanos, era que o túmulo estava vazio e Ele [Jesus] realmente se levantou dali”.

Ele ficou impressionado com a história do personagem bíblico Lucas, que era médico e também foi autor de um dos evangelhos. Dr. Greg sempre esteve acostumado a ver que os médicos foram treinados para não acreditar em “milagres supersticiosos” e sempre identificar causas científicas para todas as coisas. Mas Lehman encontrou em Lucas, um médico que validava os milagres de Jesus.

O argumento decisivo para convencer Lehman foi o do apóstolo Paulo, que começou como um perseguidor judeu da Igreja Primitiva, mas acabou sendo o maior divulgador da mensagem de Cristo.

“Ele estava matando cristãos. Ele não tinha nada a ganhar. O que no mundo poderia fazer com que esse cara [Paulo] se tornasse o maior evangelista da história?”, questionou Lehman. “Apenas uma explicação poderia justificar isso: ele viu o Senhor Jesus Cristo, após a ressurreição. Quando eu olhei para as provas e vi esses caras e suas vidas mudadas, eu disse: ‘Eu tenho que acreditar nisso”.

O apelo final

Um dia, ele terminou uma consulta médica com sua habitual frase ao paciente: “Você tem alguma pergunta?”. O paciente que estava de pé olhou para ele e perguntou: “Você já reconheceu o Senhor Jesus Cristo como seu salvador pessoal?”.

Dr. Greg ficou surpresso. “Eu desmaiei”, disse ele. “Por que ele estava me perguntando aquilo? Quem era aquele cara? Quando acordei, saí correndo da sala, porque eu não sabia o que fazer”.

Lehman contou que passou dois dias refletindo sobre aquele momento um tanto inusitado que tinha vivenciado em seu consultório.

“Havia coisas na minha vida que eu queria mudar, como a raiva e a frustração. Mas eu não tinha o poder de mudar tudo aquilo”, disse ele. “Isso tudo fez com que eu me quebrantasse e chorasse, pedindo a Deus para me perdoar. Eu me arrependi dos meus pecados e pedi que Ele me mudasse”.

Greg orou sozinho em sua casa, declarando que reconhecia Jesus como seu Senhor e salvador. Na manhã seguinte, sentiu uma inexplicável paz.

“Eu estava completamente tranquilo”, disse ele. “Algo estava realmente diferente em mim. Eu senti que tinha sido transformado”.

O milagre

No início, ele não tinha certeza do que estava acontecendo e até mesmo verificou se seus remédios haviam sido alterados, para alguma outra marca que fazia efeitos de tranquilizantes, mas não. Os remédios ainda eram os mesmos.

Diante desses acontecimentos, Dr. Greg Lehman finalmente passou a acreditar em milagres.

“Desde o dia em que fui salvo, nunca mais me senti sozinho. Nunca mais me senti vazio. Eu nunca mais senti aquele descontentamento e coisas do tipo”.

Uma vez escarnecedor do Evangelho, Lehman agora se tornou um cristão dedicado e consciente do que Deus pode fazer nas vidas das pessoas.


“Em qualquer outra religião é o homem que procura seu deus. Mas no Cristianismo é Deus quem procura o homem. O verdadeiro teste do Cristianismo é quando você clama por Deus. Ele não só vai perdoar nossos pecados, mas também se revela a nós, para que saibamos que Ele é real. Essa é a grande diferença”, afirmou Lehman.

Fonte: AQUI

Pesquisadores dizem ter encontrado rota usada por Moisés no Êxodo

Rota passaria pela Arábia Saudita, confirmando uma antiga teoria

Especialistas da Fundação de Pesquisa Doubting Thomas (Tomé, o Incrédulo em tradução livre), há anos fazem estudos históricos investigando as evidência dos relatos bíblicos. Eles acreditam que finalmente descobriram evidências do caminho percorrido durante o Êxodo dos judeus do Egipto para a Terra Prometida.

Liderados por Ryan Mauro, eles viajaram para a Arábia Saudita três vezes, a recolher dados e a fazer registos num local que tem acesso restrito, mas que tem sido apontado há décadas como a verdadeira localização do Monte Sinai.

“O que encontrei lá foi simplesmente incrível. Eu não podia acreditar que havia todas essas evidências do Êxodo e quase ninguém fora dessa região estava ciente disso”, explicou Mauro, que é cineasta.

O Livro de Êxodo fala sobre a saída dos judeus da escravidão no Egipto, o cruzamento do Mar Vermelho e sua jornada pelo deserto. Um dos locais mais significativos na narrativa é o Monte Sinai, onde Moisés recebeu os Dez Mandamentos.

Historicamente, a localização deste monte é associada com a península do Sinai, no Egipto. Anualmente, milhares de peregrinos o escalam para visitar o que se acreditam ser o local onde Deus se revelou pela primeira vez a Moisés.

Contudo, existem vários estudiosos que apontavam para Jabal al Iawz, conhecido como “outro monte Sinai”, localizado a mais de 160 kms a leste do golfo de Aqaba, que separa a península do Sinai da Arábia Saudita.




“Depois de três viagens à Arábia Saudita, estou plenamente convencido de que os judeus entraram na antiga terra de Midian quando fugiram da escravidão no Egipto”, destaca Mauro, informando que existem provas de que Moisés conduziu o povo através do golfo de Aqaba, a leste da península do Sinai. Naquele local, a travessia teria cerca de 12 kms de largura, com uma profundidade superficial de apenas 33 metros.

“Levará algum tempo para trazer essa teoria alternativa para a historiografia tradicional, mas acredito que nosso trabalho vai mudar seriamente o cenário sobre esse assunto”, defende o estudioso.

Ele está relançando um documentário intitulado “Encontrando a Montanha de Moisés”, onde mostraria “evidências arqueológicas inegáveis” de sua localização na Arábia Saudita.


Finding the Mountain of Moses: The Real Mount Sinai in Saudi Arabia

FONTE: aqui

sexta-feira, 19 de abril de 2019

Sacerdote iraquiano diz que em 20 anos a Europa será muçulmana

O sacerdote iraquiano, da Diocese sírio-católica de Mossul (Iraque), Behnam Benoka advertiu recentemente o povo europeu sobre a possibilidade de se tornar um continente islâmico nos próximos 20 anos, por isso, exortou a cuidar “bem da sua casa, da sua cidade e cultura”.

“Pensemos nas centenas de milhares de pessoas que chegam à Europa, que atualmente estão dentro da Europa, milhões e milhões de pessoas que não trazem a cultura europeia. Então, o que será daqui a dez, quinze ou vinte anos da cultura europeia? Será uma cultura europeia?”, questionou o sacerdote em entrevista para Fundação EUK Mamie – HM Televisão.

“No Iraque a maioria era cristã, como na Espanha há algum tempo, como na Itália e na Alemanha. Agora, somos uma minoria”.

“Nós também recebemos outros em nossa cidade e em nossas casas. Hoje em dia, somos uma pequena minoria, considerada quase nada. Fomos jogados para fora. Nem mesmo na Constituição nos consideram”, lamentou.

“Imaginemos a Constituição europeia, se um dia a Europa tiver uma maioria islâmica, será como hoje? Não, será igual a nossa Constituição! Por isso, com o passar do tempo deverão viver e obedecer uma Constituição que não faz parte da cultura europeia”.

O que é o ISIS? Muitos ocidentais consideram o ISIS como jihadistas. Não! Eles são pessoas comuns, que simplesmente querem impor a lei de viver segundo a lei islâmica tal como ela é; seguem Maomé como exemplo de vida. E só! Isto é o ISIS! O ISIS como tal são pessoas comuns, são muçulmanos normais. Não vieram de fora da terra. Quando falam ou quando fazem algo, o fazem baseados no Corão”.

“Rezo pelos cristãos da Europa, para que possam defender sua cultura e sua identidade cristã”, expressou.

Unamo-nos em oração ao padre Benoka por toda a Europa e Oriente!
Trechos extraídos da ACI Digital.