sexta-feira, 3 de abril de 2020

Quer ajudar quem está sofrendo? Não faça estas 10 coisas!


Parte 1: Quer ajudar quem está sofrendo? Não faça estas 10 coisas!
  1. Não seja o doutor-sara-tudo!
  2. Não entre no jogo da comparação
  3. Não faça da dor a identidade daquele que sofre
Parte 2: Não prometa cura ou resposta instantânea para quem sofre
  1. Não prometa libertação agora
  2. Não os encoraje a apenas “seguir em frente”
  3. Não seja hiperespiritual
Parte 3: Não seja indiferente, genérico ou acusador com quem sofre
  1. Não entre no jogo da indiferença
  2. Não ofereça ajuda generalizada
  3. Não faça inquisição
  4. Não os condene

1. Não seja o doutor-sara-tudo!

“Sabe, eu andei pensando em você. Eu consegui uma nova pomada orgânica, totalmente natural, que certamente vai resolver o seu problema. Minha avó usava essa pomada para a dor no pé, e a dor foi embora em uma semana. Ela deve curar você também!”
A verdade é que ninguém quer outro tratamento, outra pomada, referência de acupuntura ou uma dieta com cem por cento de garantia para manter as esperanças mais elevadas do que antes.
Não dá para dizer quantas vezes recebi uma sacola cheia de cremes exóticos em alguma língua que eu não conseguia entender. Nem dá para contar o número de vezes que me deram algo que afirmam ter curado alguém com a mesma doença que eu tenho.
Quando você faz essas afirmações e garante a cura, isso pode ressaltar para quem está sofrendo que você não tem a mínima ideia sobre as questões com as quais ele está, de fato, lidando.
Faz parte de nossa natureza desejar oferecer solução para o problema. E isso é bom! Nós ansiamos por ajudar e, frequentemente, somos bem-intencionados ao querer dar soluções. A disposição de coração de quem age assim é, geralmente, maravilhosa, mas, às vezes, a melhor ajuda é ouvir os problemas que a pessoa está, de fato, enfrentando.

2. Não entre no jogo da comparação

“Olha, que coisa, você tem dor no braço! Uma vez eu tive um inchaço no meu antebraço e foi terrível. Eu fiquei sem praticar nenhum esporte por algumas semanas. Eu sei exatamente o que você está passando”.
A menos que você seja Jesus, quase nunca ajuda dizer a alguém que você sabe exatamente o que ele ou ela está passando. Se você já passou pela situação horrenda que seu amigo ou membro da família está passando, então certamente eles sabem disso. Costumamos pensar que incentivaremos os outros se dissermos que vivemos algo semelhante, quando na realidade o que eles estão atravessando pode ser muito diferente da experiência que tivemos. Certamente não foi a mesma coisa.
Outra maneira de entrar no jogo da comparação é falando de outras pessoas que estão em situação pior do que a de seu amigo. Podemos pensar que estamos ajudando quando dizemos a alguém que tem uma perna ferida: “Bem, pelo menos você ainda tem uma perna. Existem milhares de pessoas ao redor do mundo que não têm nenhuma perna e não conseguem andar. Louvado seja Deus pela perna que você tem!”. Mas como isso pode ajudar a pessoa a sentir-se melhor? Não ajuda, com certeza.
Quando você faz isso, minimiza o sofrimento da outra pessoa. Você a faz sentir como se o sofrimento dela fosse “uma coisinha à toa.” Para quem está sofrendo, seja qual for o motivo, aquilo é uma coisa séria. Se você minimizar a dor de uma pessoa, isso a agravará ainda mais. E quando a dor que está sendo experimentada por ela não é reconhecida, então não há por que direcioná-la a Cristo em busca de esperança e socorro. Por que incomodar Jesus com algo que realmente não é grande coisa?
Em vez de se esforçar para se lembrar de um parente distante que passou por algo semelhante e compartilhar essas histórias, demostre compaixão e amor pela pessoa que sofre e que está bem à sua frente. Em vez de comparar seu amigo com alguém que você conhece, você pode dizer: “Eu não entendo o que você está passando, mas eu quero tentar. Ajude-me a entender como está se sentindo.”

3. Não faça da dor a identidade daquele que sofre

“Oi, que bom te ver. Como estão suas costas? Está se sentindo melhor? Você já descansou? Você está com muita dor agora? Como está, em comparação com a semana passada? Você não parece estar muito bem agora, acho melhor se assentar”.
Outro comportamento que não se deve fazer aos seus amigos que sofrem é não falar tanto de sua dor a ponto de ela se tornar a identidade deles. Se você falar sobre isso o tempo todo, você corre o risco de defini-los pela luta e dor que enfrentam, como se nisso se resumisse a vida deles. Precisamos ter cuidado para não mencionar constantemente o sofrimento.
Porém, ao mesmo tempo, queremos mostrar que nos importamos, por isso este é um equilíbrio difícil de se manter. Ao dispensar cuidados ao seu amigo é importante se lembrar de que se ele tem uma deficiência, isso não quer dizer que ele seja fundamentalmente deficiente. Se ele é um cristão, então ele é um cristão portador de uma deficiência. Se ele perdeu o emprego, ele não é fundamentalmente uma pessoa desempregada; se ele é cristão, então é um cristão que está sem um trabalho. Como cristão, sua identidade primária é a de um filho do Deus vivo. Ele é um ser humano que tem uma alma imortal, resgatada do reino das trevas.
Quando Deus, o Pai, olha para nós, ele vê Jesus. Quando ele olha para um cristão que tem uma deficiência, ele não vê primeiramente a deficiência; acima de tudo, ele vê o seu Filho. Quando ele olha para um cristão que está fraco ou doente, ele não vê a doença, mas o nosso Salvador.
Ao interagirmos com crentes que estão sofrendo, reconheçamos que sua identidade é a de estar em Cristo Jesus. Quando você falar com eles, ajude-os a voltar os olhos para Cristo, para que possam ver as coisas por uma perspectiva eterna, e não os deixe se esquecerem de que a identidade deles não está nas circunstâncias, mas em seu Salvador.
Continua em breve...
Dave Furman

sábado, 28 de dezembro de 2019

3 coisas importantes para levares em tua mala



Nos próximos dias estaremos a começar uma nova viagem... entraremos em 2020... e há três coisas essenciais que precisamos de levar connosco, as quais encontramos ao lermos o Salmo 133:

A primeira coisa que precisamos levar é o poder da união. "Oh quão bom e quão suave é que os irmão vivam em união…aí ordena o Senhor a sua bênção…” David diz que a união é como o óleo, e uma das características do óleo é a ajudar para evitar as fricções.

No vers. 16 de Tiago 3 lemos: “porque onde há INVEJAS, e ESPÍRITO FACCIOSO, aí há PERTURBAÇÃO e toda a OBRA PERVERSA.” Em Efésios 4:13 somos exortados à unidade. Recomendo leitura de João 11:51,52.

A segunda coisa que precisamos levar é o poder da mobilização. Mobilização é o nosso maior desafio. Mobilização é o poder de estarmos todos juntos, num só propósito, numa mesma ocasião, para demonstrarmos força, unidade, causas e destinos comuns. Nem que para isso tenhamos que abdicar de nossos interesses particulares, embora genuínos. Abdicar do pequeno em relação ao grande, do finito em relação ao infinito, do material em prol do espiritual, do temporal em benefício do eterno.

O diabo, as circunstâncias da vida, os nosso pequenos mundos, etc, tudo vai querer desmobilizar-nos. Mas como filhos de Deus temos que perceber que desmobilização traz fraqueza, divisão de esforços, desmotivação, traz individualismo e caminhos solitários.

O propósito da unidade é trazer (mobilização) força. Unidade é precedida de disponibilidade da nossa parte de abdicarmos de nós próprios a favor de estarmos presentes e fazer coisas grandes ou maiores acontecerem…a uma só voz…

«Quem viaja sozinho vai mais depressa; mas quem viaja acompanhado vai mais longe».

A questão não é ir depressa, mas ir longe. Ir longe é chegar à meta, de preferência de mãos cheias… A história da vida cristã, está cheia de tantos que foram sozinhos e acabaram por ficar pelo caminho.

A força de uma igreja, vê-se na sua capacidade de se mobilizar; na atitude responsiva com que os seus membros abdicam de si mesmos e respondem ao som da trombeta da convocação para a concretização de uma visão, por causa de uma causa…

A terceira coisa que precisamos levar é o poder da oração. O poder predominante de Deus é libertado através da oração. 

“Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto, e,  fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará”
(Mateus 6.6). “Tendo-se levantado alta madrugada, saiu, foi para um lugar deserto, e ali orava” (Marcos 1.35).

A oração de Ignácio de Loyola, lembra-nos como nos devemos posicionar diante de Deus: “Ensina-nos, bom Senhor, a servir-te como tu mereces, a dar sem contar o custo, a lutar e não ver as feridas, a trabalhar sem buscar descanso, a esforçar-nos e não querer prémio a não  ser o de fazermos tua vontade”.






sábado, 30 de novembro de 2019

Quando coloco o Reino de Deus em primeiro lugar…

…fico mais tranquilo.
Coisa triste é viver preocupado, sem saber o que vai acontecer. Mas quem coloca o Reino de Deus em primeiro lugar não vive assim. Descanso nos braços de Deus, só faço isso.
…desligo-me de coisas que podem me fazer mal.
É muito óbvio, mas muita gente não entende. Se foco no Reino de Deus, automaticamente estou deixando de lado coisas que podem me fazer mal. Minha agenda se torna uma agenda espiritual de qualidade.
…tenho uma mente mais saudável.
Não é a toa que existe uma passagem bíblica que diz assim: “Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra” (Cl 3:2). Se coloco a mente no “reino terreno”, terei muitas preocupações, frustrações, decepções… Mas se coloco a mente nas coisas de cima, focando o Reino, terei paz, a paz que excede todo entendimento.
…aumento minha intimidade com Ele.
Para ter intimidade, preciso ter tempo com alguém. Se quero intimidade com o Senhor, preciso passar tempo com Ele e com as “coisas” do Seu Reino. Simples assim.
…pareço-me mais com Jesus.
Jesus deixou bem claro que a prioridade dele era fazer a vontade de Deus. Seu foco era o Reino. Quando coloco o Reino de Deus em primeiro lugar, pareço-me com Ele.
…recebo o cuidado de Deus.
Por que me preocupar? Por que me angustiar? Deus cuida de mim, me dá tudo de que preciso. Foi Jesus quem disse isso, certo? Se ele disse, eu creio. Não preciso ajudar Deus a me ajudar. Vivo para o Reino de Deus e ele cuida de mim.
Sinceramente? Vale a pena colocar o Reino de Deus em primeiro lugar.

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

O homem mais inteligente do mundo ora todas as noites

O matemático Grigori Perelman está convencido da existência de Deus.

Grigori Perelman é o maior matemático dos últimos tempos que ficou sendo conhecido mundialmente por haver resolvido a Conjectura de Poincaré (conhecida como um dos sete problemas do milénio) e especialmente por haver recusado um milhão de dólares que, por esta contribuição mundial, oferecido pelo Instituto Clay de Matemáticas em Massachusetts (EUA).

Grisha, como é chamado como diminutivo de Grigori, nasceu emn Leningrado, URSS, em 1966, no seio de uma família judia.

Desde criança Grigori, distinguiu-se por sua aptidão para as matemáticas, havendo conseguido entrar no Círculo do Palácio de Pioneiros de Leningrado, hoje São Petesburgo, Russia. Ali aprendeu a falar francês e inglês, língua esta última necessária para entrar aos 14 anos de idade no famoso Liceu 239 de Leningrado, especializado em física e matemáticas.

Posteriormente entrou na Facultade de Matemáticas da Universidade Estatal de Leningrado que não aceptava mais de dois estudantes judeus por ano. Ali concluiu seus estudos distanciado da realidade, já que sua mãe e mestres não permitiram que ele desse conta que vivia num regime comunista que recusa os judeus e que o podia ser em muitos sentidos ser um mundo injusto e cruel.

Em 1996 recusou o prémio para matemáticos menores de 32 anos que lhe outorgou a Sociedade Matemática Europeia, e deixou de ter contacto com a comunidade científica, até que em 2002 publicou um novo trabalho na internet, e depois uma segunda publicação na rede em 2003 e uma terceira em 2004.

A Conjectura de Poincaré

Tratava-se da demonstração da conjectura de Poincaré (aberta à mais de 109 anos), um dos sete problemas matemáticos sem resolução que os cientistas seleccionados pelo Instituto Clay tentavam resolver, tendo como prémio um milhão de dólares.

Perelman, o homem que o conseguiu, decidiu 

el hombre que lo consiguió, decidió rechazarlo, para no convertirse, según dijo, en un “mono de feria”. Tal rechazo estuvo precedido por insinuaciones publicadas en el New York Times de que sólo había hecho su trabajo para ganar el millón de dólares de recompensa, lo que para Grisha además de ser totalmente falso, era un insulto ya que él había empezado a trabajar en el tema antes de la selección hecha por el Instituto Clay y nunca había tenido especial interés por el dinero.

Grigori, desilusionado por considerar estas acciones deshonestas en el mundo de los matemáticos que él creía perfecto y puro, por tratar una ciencia exacta, donde algo o es verdad o es mentira y donde no hay posición intermedia entre correcto o incorrecto, regresó a San Petesburgo y en 2005 anunció su retiro.

Ya en el aislamiento, en 2006 rechazó la Medalla Fiels, que puede considerarse el Nobel en Matemáticas. A mediados de este año 2010 rechaza finalmente aceptar el premio de un millón de dólares ofrecido por el Instituto Clay.

Grisha a sus 44 años vive humildemente en Kupchino, un barrio al sur de San Petesburgo, en un pequeño departamento que comparte con su madre quien es pensionada; de vez en cuando asiste a la ópera y a conciertos de música clásica. Se gana la vida impartiendo clases particulares y lejos de ser autista o padecer algún problema mental, el matemático está convencido de que debe existir un lugar ideal donde las debilidades humanas no tengan cabida.

Según David, uno de sus mejores amigos, él es un hombre espiritual que ora cada noche y que se encuentra trabajando en otro gran desafío: la demostración matemática de la existencia de Dios de la que él está convencido.

Fonte: AQUI

É possível não servir a Deus, servindo?

“Aconteceu estar descendo pela mesma estrada um sacerdote. Quando viu o homem, passou pelo outro lado. E assim também um levita; quando chegou ao lugar e o viu, passou pelo outro lado.” (Lucas 10.31-32)

Veja esses dois homens. Um sacerdote e um levita. Ambos representantes importantes e característicos da religião judaica, do culto do templo. Perguntado sobre como viver e agradar a Deus, ou como viver para obter a vida eterna, ou sobre como viver e experimentar o Reino de Deus (os temas são coincidentes), Jesus lançou mão da imagem desses dois homens da fé. E com isso demonstrou que é possível nos desviarmos da vontade de Deus pensando estarmos justamente fazendo a vontade de Deus. Aqueles dois homens, na narrativa de Jesus, passando pelo caminho viram o homem em profunda necessidade. Ele corria risco de morte, havia sido agredido e abandonado. Estava ferido. Mas os dois religiosos, vendo-o, passaram de lado. Por quê?

Um motivo quase certo era o fato de que, segundo criam e seguindo a tradição, caso tocassem em sangue ficariam impuros e precisariam submeter-se a ritos de purificação. E até que se completassem os dias de sua purificação, não poderiam entrar no templo e participar da liturgia. Não poderiam “servir a Deus”. Não havia dúvida: entre servir àquele homem que talvez até tivesse merecido o mal que lhe sobreveio, um desconhecido, e servir a Deus, eles obviamente escolheram servir a Deus. A fé que tinham em Deus era de um tipo mais caracterizado pela relação com o invisível do que com o visível. Mais apegada a ritos que a atitudes amorosas. Mais inclinada a acreditar no sagrado como um espaço reservado do que uma experiência relacional. E surge nisso uma categoria que coloca Deus de um lado e as pessoas de outro. Para se ser fiel a Deus seria necessário deixar de lado as pessoas.

Jesus estava ensinando a um mestre da lei, que mesmo sabendo tanto da “palavra de Deus”, havia se perdido de Deus. Um homem tão certo sobre como fazer a vontade de Deus que a contrariava cegamente. Desviar-se da vontade de Deus “crente” que estava em harmonia com ela. Um tipo de erro do pior tipo, porque normalmente só nos damos conta dele depois de muito tempo. Quando nos damos! É o mesmo de pais que fazem mal aos filhos mas desejavam fazer o bem. Movidos por suas certezas, entregam um amor que é desamor. Como não errar assim em nossa espiritualidade? Precisamos nos voltar para a simplicidade do Evangelho e perceber que não podemos servir a Deus de outra forma que não o serviço às pessoas. Que não podemos amar a Deus sem amar as pessoas. Que não fomos chamados para julgar, mas para amar e servir. Se é possível não servir a Deus, pensando estar servindo? Sim, com certeza. E acontece o tempo todo. Devemos ter cuidado!  

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

celestial

"A Terra é bela, muito além de qualquer descrição. Deus deve amar-nos muito para providenciar um planeta tão perfeitamente afinado para a existência de vida, no meio do que parece ser um universo vazio. Enquanto desfruto da vista e o conforto da Sua doce presença, estou convicto de que servimos um Pai celestial incrivelmente amoroso. Mais tarde, enquanto decorria a minha experiência no espaço, fiquei convencido que Deus também é inacreditavelmente poderoso para ter criado um Universo tão vasto e magnífico" - declarações do astronauta Joe Tanner na sua missão espacial a bordo do vaivém Atlantis.

A Bíblia diz que "o céu proclama a glória de Deus, o firmamento anuncia a obra da sua criação. Cada dia transmite mensagem ao dia seguinte e cada noite dá conhecimento à outra noite. Não pronunciam discursos, nem palavras, nem fazem ouvir a sua voz. Contudo, a sua proclamação chega até ao fim do mundo e a sua mensagem é ouvida nos confins da terra" (Salmo 19.1-5).

O nosso Deus é grande e poderoso! Ainda assim, preocupa-se consigo e comigo. O seu amor é tão vasto e tão profundo quanto o Universo que criou. "Deus amou o mundo de tal modo que entregou o seu Filho único, para que todo o que nEle crer não se perca, mas tenha a vida eterna" (João 3.16). Que toda a Terra louve a este grande Deus!

o que Jesus diz de ti

Uma mulher traiu o seu marido com outro homem. "A lei de Moisés diz que esta mulher deve ser castigada pelo mal que fez. Ela deve ser apedrejada!" - diziam os fariseus. - "E tu Jesus, o que dizes?"

Há uma diferença abismal entre o que as pessoas pensam e o que Deus pensa. "Porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos" (Isaías 55.9).

Jesus sabia que a mulher tinha cometido um pecado grave mas não se juntou àqueles homens, nas acusações que lhe faziam. Ele conhecia também as más intenções no coração dos que a acusavam. Sabia que eles não estavam imunes à condenação. Cheio de sabedoria, Jesus tomou uma postura de amor, de perdão e de graça. Ele revela-nos o coração de Deus diante dos nossos erros.

Pode parecer estranho, mas saber que os nossos erros nos desqualificam a ter um relacionamento com Deus é o primeiro passo para que Ele se achegue a nós. É importante percebermos que não andamos com Deus por mérito, mas apenas pela graça e perdão de Deus. Este é o momento certo para procurares Deus! Não esperes pela perfeição porque esse dia nunca chegará! Jesus não veio para os perfeitos, mas para os imperfeitos. Ele próprio disse: "Eu não vim a chamar os justos, mas os pecadores, ao arrependimento" (Mateus 9.13).

Jesus ama-te e diz-te o mesmo que disse àquela mulher: "Eu não te condeno, por isso podes voltar para casa em paz. E daqui em diante não tornes a pecar" (Jo 8.11).