quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

John Wesley e o Ministério dos Grupos Pequenos



Em 1738 John Wesley, um clérigo e teólogo da Igreja Anglicana começou a reunir-se com amigos em pequenos grupos para orar, estudar a Bíblia e encorajarem-se mutuamente. Como uma forma de criticá-los, algumas pessoas passaram a chamar estes encontros de “Clubes Santos”.

Algum tempo depois, Wesley estabeleceu pequenos grupos que mudaram a Inglaterra, que ele chamou de Classes. Para frequentar um encontro da Sociedades, cada pessoa precisava apresentar um tipo de ingresso que somente receberia se estivesse frequentando um dos pequenos grupos chamados de “Classes” (bem próximo do que seriam os grupos pequenos hoje em dia). Wesley acreditava que as conversões que não estivessem acompanhadas da frequência a um pequeno grupo não eram muito valiosas.

Nós também concordamos que as conversões que acontecem ao ouvir um bom pregador muitas vezes não duram tanto quanto aquelas que acontecem em meio a uma pequena família de crentes. A realidade é que as melhores conversões, as que realmente duram, acontecem nos pequenos grupos de Cristãos. 

Aprendemos na Bíblia, e pela história da igreja, que os pequenos grupos são a melhor maneira de fazer discípulos que fazem discípulos. 

Ao final de sua vida, John Wesley tinha formado mais de 10.000 “Classes”, com uma frequência média de 100.000 pessoas. Era a maior igreja do mundo naquele tempo. Deus é muito Bom e nos inspira através da história da igreja.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

mudança de atmosfera



Cada país, cidade, etc., tem a sua “atmosfera”. Por vezes, pode ser inexplicável, como a atmosfera em certas cidades está marcada pela impureza, perversão e forças do inferno nos ares. É uma atmosfera invisível.

De facto, a atmosfera é uma força muito poderosa nas nossas vidas, famílias, sociedade e igrejas. A atmosfera tem poder para mover as nossas emoções, penetrar nos nossos pensamentos e moldar-nos durante aquele momento. 

A palavra “atmosfera” significa: uma influência ou espírito penetrante, disposição geral ou ambiente social. A atmosfera é afectada pelo ambiente, música, arte e espíritos (Ef. 6:10-12). A atmosfera pode ser afectada por uma mente carnal, confusa, palavras, por forças demoníacas ou pelo Espírito Santo de Deus.

A atmosfera de uma igreja pode ser “bolorenta”, estagnada, maçadora, confusa, crítica, legalista e fora de contacto com as pessoas. Pode ser detectada em cada aspecto das expressões da igreja: a adoração, pregação, oferta, oração, ministérios pastorais, juventude, crianças e por aí adiante. Todas essas expressões transportarão o mesmo teor básico como a atmosfera geral da igreja.

Uma igreja que quer experimentar o fluir da vida de Deus terá de ter uma mudança na sua atmosfera. A liderança da Igreja deve ter um interesse especial em manter ou criar a atmosfera conducente ao fluir da vida de Deus. 

Então quem é responsável pela atmosfera da igreja? O Pastor e, claro, todos os outros líderes influentes dentro da congregação.

Estas pessoas, têm realmente uma influência fundamental sobre a congregação e sobre a atmosfera espiritual na igreja. Portanto, os nossos cultos, reuniões ministeriais devem ser abordadas com uma:

- Atitude de Fé: Espero que Deus manifeste hoje a Sua presença.

- Atitude de Amor: Tenho um fluir transbordante do amor de Deus para transmitir hoje.

- Atitude de Satisfação: Trago para este culto um sentimento de paz.

- Atitude de Gozo: Amo aquilo que faço, amo a Deus e gosto do ministério e da igreja.

- Atitude de Equipa: Desejo que todos os dons e ministérios funcionem. Encorajo a participação, não o controlo. 

Estas atitudes são algumas das quais os líderes são encorajados a desenvolver e a depositar na igreja ou grupos ministeriais, cada vez que se reúnem. Estas atitudes ajudarão a moldar outros líderes e as pessoas envolvidas com o culto público ou ministérios.

A mudança de atmosfera é absolutamente necessária no mover da igreja em direcção à manifestação de Deus.

A graça de Deus deve tornar-se uma atmosfera prevalecente, dominante no líder e nos outros crentes porque um clima de graça é convidativo tanto para os crentes como para os não salvos. A graça sara as feridas, mas não condena as pessoas por estarem feridas. A graça abençoa sem requisitos; o legalismo tem tantos requisitos que as pessoas não podem ser abençoadas. A motivação para obedecer às leis de Cristo debaixo da graça é a gratidão, mais porque fomos abençoados do que para sermos abençoados. Na Nova Aliança nós trabalhamos a partir de uma posição de bênção para uma posição de obediência por causa da bênção na qual já fomos estabelecidos.

O clima da igreja deve estar saturado de uma dose bíblica da graça do Novo Testamento. Através do Novo Testamento, o pensamento predominante é a graça de Deus em Cristo que nos redime, governa e nos dá uma consolação eterna e boa esperança.

Sete elementos essenciais para uma atmosfera saudável:

- As conversações que se têm. Nas reuniões, nos grupos, nos aconselhamentos, no discipulado, nas conversas de corredor, nas “reuniões de oração” e outras. 

- Um espírito penetrante de amor. O pastor, toda a liderança, cooperadores e membros da igreja expressarem abertamente o seu amor pelo Senhor, uns pelo outros e pelos perdidos. Existencia de um nível profundo de cuidado na igreja. 

- Um espírito de expectativa e entusiasmo a saturar a igreja. Os membros da igreja virem para os cultos esperando que o Espírito de Deus dê uma colheita regular de almas. Sentir-se o entusiasmo quando se entra nas instalações da igreja. 

- Um sentido de urgência motiva as pessoas. O sentido de urgência vem de uma compreensão clara do “momentum” das coisas. 

- Ensino relevante. É essencial para a motivação. 

- Operação sobrenatural de Deus. Muitas igrejas estão paralizadas pela sua incapacidade de crer que Deus pode mudar vidas sobrenaturalmente. Qualquer vida submetida a Deus está a submeter-se a uma oportunidade para um milagre. 

- Um espírito de equipa e uma visão partilhada. O pastor não é visto como um atirador fortuito ou sonhador, mas vê-se o mesmo tipo de atitude e motivação em toda a liderança. Os crentes compreendem que são também responsáveis por cumprir a Grande Comissão.

Esta atmosfera que produz vida, dá amor, emite graça é aquilo que a igreja precisa actualmente para avivar aqueles que estão estéreis e para produzir o fruto da colheita que desejamos. 


terça-feira, 29 de dezembro de 2020

diga "não!" ao "eu"



"Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo..."

Muitas vezes nos justificamos, em coisas ou em pessoas, para não fazermos o que o Senhor nos manda, mas o grande problema está em nós, pois não queremos renunciar ou negar a nossa vontade. "Na verdade, na verdade vos digo que, se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muitos frutos" (João 12:24). Precisamos temer mais o nosso "eu" do que o Diabo.

O Senhor Jesus, não nos pediu para carregar a cruz dEle, mas a nossa cruz dia a dia.

O que Cristo fez na Cruz? Ele morreu, e a nossa cruz é morrer todo o tempo, matando toda a vontade do "eu". Assim como Ele ressuscitou, a vida dEle  ressurge em nossa vida rendida, submissa, assim seremos edificados dia a dia.

Como viver essa realidade, como viver esse caminho da Cruz, qual o trabalho da Cruz em nós, o que isso significa? Precisamos entender isso!

Primeiro Ele usará a acção da Sua Palavra em todo tempo. 

Segundo Ele nos dará a Suas providências.

Isso é para entendermos o propósito de Deus para nossas vidas, que sejamos a imagem do Seu Filho. 

Pare e pense: estamos a caminhar com as nossas atitudes para sermos parecidos com Cristo? Isso precisa ser claro em nossa vida. Romanos 8:29 fala de sermos conforme a imagem do Seu Filho. Hebreus 2:10 diz para nos conduzir para Sua glória.

O "grão" terá que morrer.

Se alguém quer vir após mim "negue-se" a si mesmo... Abandonar o "ego" o "eu")

Amados, precisamos compreender a nossa vida, que ela não existe sem ter a vida de Cristo, e ter a vida de Cristo significa Ele ser absoluto, os problemas, os sonhos, os planos, desejos, nossa maneira de viver, coisas que possuímos, diferenças pessoais, essas coisas não nos trará dificuldade ou ocupará nossa mente (Romanos 8:29) isso para atingirmos o Seu objetivo inicial - sermos feito Sua imagem e Semelhança.

É importante tomarmos a Palavra de Deus como fala em Hebreus 4:12.

Irmãos, essa palavra tem que ser real em nós. A Palavra de Deus é viva e eficaz, mais cortante do que espada de dois gumes: um gume para morte e um gume opera a ressurreição. Efésios 4:22 complementa essa palavra dizendo, "despojando do velho homem que se corrompe pelos maus desejos do engano". Despojar do egoísmo, da cobiça, das paixões, das ambições, dos falsos motivos, soberba, vaidade da carne e todo lixo que está em nós. 

A Palavra quer tirar tudo isso como espada revelando o trabalho da cruz, se não morrermos ficaremos só.

Precisamos de Efésios 4:23 nos renovar no espírito do nosso entendimento, ou na nossa mente. Que quer dizer "espírito da mente"; o que vem a ser isso? O princípio da maneira que governa nossa maneira de pensar, porque nascemos de novo, mas ainda com a mente velha, emoções velhas, pensamentos velhos, nos alegramos com coisas que não exaltam a Deus, desejamos o que Deus não deseja, pensamos o que Deus não pensa. Assim, a Palavra de Deus entra para nos libertar dia após dia. 

os grupos pequenos e o sacerdócio dos cristãos



Quando passei a morar na cidade de Nova York, estava a responder ao chamado de Deus para pastorear a Primeira Igreja Batista Hispânica de Manhatan. Quando comecei a servir aqui, encontrei vários desafios. Quando olhei para os mais de 30 imponentes edifícios em frente ao templo, pensei comigo mesmo: “Como vamos penetrar nessas torres enormes?” Considerando também a distância entre a moradia dos membros e seus locais de trabalho, me perguntei: “Como vou servir aos meus irmãos e irmãs em tão diferentes circunstâncias?”

Deus deu a resposta às minhas preocupações por meio da plantação de pequenos grupos. Os membros estavam aptos a testemunhar à sua vizinhança nos grandes prédios, bem como edificar espiritualmente um ao outro por meio da participação dos pequenos grupos. Essa foi uma das maiores bênçãos que recebemos.

Durante a semana, os participantes eram ministrados em suas casas ou sua vizinhança. Nova York é uma cidade grande, e nosso povo vive a uma distância considerável do templo, por isso é muito difícil eles virem à ao culto na igreja durante a semana. No entanto, se há um pequeno grupo perto de suas casas, eles podem se encontrar com outros cristãos, orar, ler a Bíblia e estar em comunhão uns com os outros.

Além disso, por meio dos pequenos grupos, os cristãos tornam-se conscientes das necessidades que poderiam facilmente passar despercebidas em outras situações. Eles podem ministrar uns aos outros. Por exemplo, recentemente, um dos nossos anfitriões precisava ir a uma consulta médica, mas não tinha uma boleia. O líder, sabendo de sua situação, acertou em levá-la, esperar por ela e, em seguida, levá-la de volta para casa. Este é apenas um exemplo, mas há muitos mais. Muitas vezes, casais com problemas conjugais são ajudados por conselhos de um outro casal que aprendeu sobre essa necessidade em uma célula. Novos convertidos são orientados por meio da ajuda dos mais maduros.

Agora, a tarefa do cuidado espiritual da igreja não está mais nas mãos de um homem, mas uma abordagem cooperativa que facilita a missão. Afinal, não é este o modelo do Novo Testamento?

A Bíblia diz em Efésios 4.15-16: “Antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo, do qual todo o corpo, bem ajustado, e ligado pelo auxílio de todas as juntas, segundo a justa operação de cada parte, faz o aumento do corpo, para sua edificação em amor.” Na igreja em pequenos grupos, isso é possível.

Por Freedy Noble

confie e mantenha-se perto



Confiar em outras pessoas com responsabilidade é uma questão-chave para ministérios com estrutura de pequenos grupos. A estratégia da igreja em pequenos grupos enfatiza o investimento de novos líderes. O medo de lançar pessoas no ministério é um bloqueio para a igreja. E a verdade é que não podemos evitar problemas no ministério. Dificuldades de relacionamento simplesmente fazem parte do ministério. Aqueles que foram feridos por um amigo de confiança ou um colega de ministério experimentam as mesmas emoções que Jesus, o rei David, Moisés e Paulo enfrentaram. Aqui vai a lamentação de David: “Até o meu melhor amigo, em quem eu confiava e que partilhava do meu pão, voltou-se contra mim” (Salmos 41.9).

Quem compartilha a liderança corre o risco de se ferir e fracassar. No entanto, podemos minimizar essas dificuldades orando para que o Espírito Santo faça a obra na vida do novo líder, nos certificando de que o novo líder foi treinado adequadamente, e provendo supervisão. A pesquisa de Jim Egli indicou que a supervisão é o elemento mais importante para que uma igreja em pequenos grupos seja eficiente. À medida que proporcionamos prestação de contas e supervisão amorosa de forma contínua, estaremos aptos a detectar os problemas cedo, e proteger e encorajar o novo líder.

Não podemos evitar riscos no ministério, mas podemos minimiza-los.

Por Jeff Tunnell

crianças de férias???? ideias



Crianças em casa cheias de energia para gastar. Nem sempre o descanso dos pais coincide com o período das férias escolares. O que fazer em casa para garantir a diversão dos filhos?

Os dias de férias são dias perfeitos para aproveitarem parque infantil, o campo de desportos, a piscina, além de sessões de cinema. Além dessas ideias, aqui vão algumas dicas para os pais prepararem uma programação especial os seus filhos seja dentro ou fora do apartamento.

- Festa do pijama

Chame alguns amigos da escola, familiares ou vizinhos e promova uma grande festa do pijama. Mesmo bom é quando tem sessão de cinema com pipoca e pequeno-almoço especial no dia seguinte. Eles vão amar a confusão!

- Brincadeiras clássicas

Pular corda e elástico, brincar de esconde-esconde e pega-pega. Clássicos que agradam a todas as crianças, nunca saem de moda!

- Piquenique

Junte os amigos da escola, do bairro ou do prédio (ou só você e o seu filho mesmo) e organize um piquenique. As crianças podem ajudar a preparar os comer e bebes e os convidados também podem colaborar levando os alimentos e bebidas que mais gostam para compartilhar com os colegas.

- Brincando de teatro

Pode ser com fantoches feitos com meias velhas ou com papel, por exemplo. Se as crianças quiserem virar os personagens, crie fantasias especiais ou monte-as com roupas de toda a família. Dá até para improvisar um palco na varanda. Que tal?

- Bowling

Pode guardar garrafas pet e enchê-las com areia. Alinhe-as como no Bowling. Pegue uma bola de ténis e pronto, seu bowling está pronto.

- Arte com argila

As brincadeiras com argila podem durar o dia inteiro. Separe um cantinho onde  possam se sujar bastante. A modelagem é uma delícia, a argila é fresquinha e combina com os dias quentes. Depois que a argila secar, é só pintar os objetos montados com tinta guache.

Algumas atividades são mais trabalhosas e demandam tempo, mas pode ter certeza que as crianças vão se divertir muito. Dê muitos abraços! Por mais agitado que seja ficar com elas dentro de casa o mês todo, o tempo voa e daqui a pouco elas crescem e você vai sentir falta dessa época, e os seus filhos também!

segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

uma perspectiva sobre o aborto (3)



 ... continuação...

3 - A Bíblia reconhece que Deus tem planos para a criança por nascer. Só Ele sabe o potencial dessa nova vida.

Quando Deus chamou Jeremias para o seu ministério profético, Ele indicou que a sua consagração era pré-natal, ao dizer: "Antes que te formasse no ventre te conheci, e antes que saísses da madre te santifiquei: às nações te dei por profeta" (Jeremias 1:5).

Quando Zacarias, o sacerdote, estava ministrando no altar do incenso, um anjo anunciou que a sua esposa, Isabel, daria à luz um filho que seria chamado João. Ele iria ser um mensageiro de Jesus (Lucas 1:11-17).

Destruir a vida de uma criança por nascer, é menosprezar flagrantemente os planos que Deus tem para essa vida. Rouba à pessoa que está para nascer privilégio de escolher ser um instrumento dos desígnios de Deus.

4 - A Bíblia reconhece que Deus é soberano em todas as coisas, incluindo a qualidade de vida da pessoa por nascer.

Quando as pessoas rejeitam a Deus, eventualmente tornam a vida humana relativa. Alguns são considerados dignos de viver, outros são considerados dispensáveis.

Um estudo feito pelo Dr. Leo Alexander da Universidade de Harvard, psiquiatra nos julgamentos dos criminosos da guerra nazi, mostrou que os princípios do holocausto foram encontrados na criança de que certas vidas humanas não mereciam existir.

Como resultado dessa crença, mataram os indesejados, os aleijados, os mutilados, os retardados, e finalmente os veteranos inválidos que serviram na Alemanha na 1.ª Guerra Mundial. Daí até ao holocausto foi apenas um pequeno passo.

Quando as pessoas se levantam como se fossem Deus para determinar se alguém merece viver - quer antes ou depois do nascimento - estão a rejeitar a soberania do Criador de todas as coisas.

Existem coisas que os humanos finitos não podem perceber. Os caminhos de Deus estão acima dos caminhos do Homem. Enquanto hoje a tecnologia médica faz com que seja possível saber que, por vezes, existem condições menos desejáveis numa criança por nascer, é importante lembrar que ainda assim, são criação de Deus.

Quando Moisés se queixou da sua falta de eloquência, Deus disse: "Quem fez a boca do homem? ou quem fez o mudo, ou o surdo, ou o que vê, ou o cego? Não sou eu, o Senhor?" (Êxodo 4:11).

Quando o Homem estabelece o critério daqueles que são ou não dignos de viver, ele erra invariavelmente, porque falha em reconhecer o plano e o propósito de Deus. Quem, senão Deus, pode saber se alguém destruído no holocausto poderia ter descoberto a cura para o cancro? Quem, senão Deus, pode saber a bênção que milhões de crianças mortas antes do nascimento, poderiam trazer para melhorar a qualidade da vida?

Durante uma palestra impressionante perante a Câmara dos Representantes, foi incluída a seguinte citação de uma pessoa que nasceu em resultado de uma violação: "Algumas pessoas renegam o seu habitat natural. Eu cito sempre a minha origem. Não é para mim um obstáculo, como não o é a minha cor. Nasci na pobreza. O meu pai violou a minha mãe quando ela tinha 12 anos. Agora deram o meu nome a um parque em Chester, Pennsylvania."

A citação era de Ethel Waters, que ministrou a milhões, por meio do evangelho cantado. Se nessa altura o aborto fosse legal, é bem possível que alguém o tivesse sugerido. Se isso tivesse acontecido, o mundo teria ficado muito mais pobre. O trabalho do evangelismo teria sido privado de uma grande cantora evangélica.

... continua...

"Uma perspectiva Bíblica sobre o Aborto" - Este texto traduz a posição oficial das Assembleias de Deus dos Estados Unidos da América e foi elaborado por uma Comissão Doutrinária em 6 de agosto de 1985

Traduzido e publicado em Portugal pelo Departamento do Desenvolvimento de Literatura do Instituto Bíblico Monte Esperança, Fanhões