segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Influência do Cristianismo

CRISTÃOS TÊM EXERCIDO INFLUÊNCIA POSITIVA SOBRE GOVERNOS AO LONGO DA HISTÓRIA

O historiador Alvin Schmidt destaca como a propagação do cristianismo e a influência cristã sobre o governo foram as principais responsáveis pela criação de leis contra o infanticídio, o abandono de crianças e o aborto no Império Romano (em 374 d.C.); contra lutas brutais até à morte nas quais milhares de gladiadores morriam (em 404 a.C.); e contra a pena cruel de marcar com ferro em brasa o rosto de criminosos (em 315 a.C.). Também tiveram influência na realização de reformas nas prisões, como a separação de prisioneiros do sexo masculino e feminino (em 361 a.C.); no fim da prática de sacrifícios humanos entre os irlandeses, prussianos e lituanos, bem como entre outras nações; na criação de leis contra a pedofilia; na criação de leis que davam direito de propriedade e conferiam outras proteções às mulheres; na proibição da poligamia(ainda praticada hoje em dia em alguns países muçulmanos); na proibição de queimar vivas mulheres viúvas na Índia (em 1829); e no fim da prática dolorosa e deformadora de enfaixar os pés de meninas na China (em 1912). Contribuíram ainda para persuadir oficiais do governo a começar um sistema de escolas públicas na Alemanha (no século 16) e para promover a ideia da escolarização obrigatória de todas as crianças em vários países europeus.

Ao longo da história da igreja, os cristãos exerceram influência decisiva na oposição à escravidão e, em muitos casos, em sua abolição do Império Romano, da Irlanda e de grande parte da Europa (embora Schmid observe com franqueza que uma minoria de mestres cristãos "equivocados" apoiou a escravidão em diversos momentos da história). Na Inglaterra, William Wilberforce, cristão devoto, liderou um movimento bem-sucedido para abolir o comércio de escravos e, posteriormente, a própria escravidão em todo o Império Britânico em 1840.

Nos Estados Unidos, embora houvesse defensores veementes da escravidão entre os cristãos do sul, seu número era excedido em muito pelos cristãos abolicionistas que se empenharam em falar, escrever e atuar constantemente contra a escravidão. Schmidt observa que dois terços dos abolicionistas norte-americanos em meados da década de 1830 eram pastores cristãos, e oferece inúmeros exemplos de forte compromisso cristão de vários dos mais influentes antiescravagistas, como Elijah Lovejoy (o primeiro mártir abolicionista), Lyman Beecher, Edward Beecher, Harriet Beecher (autora da obra A Cabana do Pai Tomás), Charles Finney, Charles T. Torrey, Theodore Weld, William Lloyd Garrison, e outros, numerosos demais para se fazer menção. O movimento norte-americano em favor dos direitos civis, que resultou em leis contra a segregação e a discriminação raciais, foi liderado pelo reverendo Martin Luther King Jr. e apoiado por diversas igrejas e grupos cristãos.

Também houve forte influência de ideias cristãs e de indivíduos cristãos na formulação da Magna Carta na Inglaterra (1215), bem como na Declaração de Independência (1776) e na Constituição (1787) dos Estados Unidos. Esses são três dos documentos mais relevantes na história dos governos na terra, e todos os três apresentam sinais de influência cristã expressiva nos conceitos fundamentais de como os governos devem funcionar. Esses alicerces dos governos britânico e norte-americano não vieram a existir como resultado da visão de que os cristãos devem se dedicar ao evangelismo, e não à política.

Schmidt argumenta, ainda, que vários elementos específicos de visões modernas de governo tiveram forte influência cristã em sua origem e impacto, como os direitos humanos do indivíduo, a liberdade individual, a igualdade de todos perante a lei, a liberdade religiosa e a separação da Igreja e Estado.

(GRUDEM, Wayne. Política Segundo a Bíblia. Vida Nova. São Paulo: 2014. Págs. 67-69).

sábado, 3 de novembro de 2018

ex-bruxa diz que há ligação entre a yoga e o ocultismo

O yoga (ioga) é uma forma espiritual de alinhamento com os deuses do hinduismo, explica Bet Eckert, uma ex-bruja convertida ao cristianismo. "Sei que existe uma grande controvérsia em torna do yoga", disse Beth, no seu blog. "Parece ser uma grande maneira de se manter saudável, alinhando seu corpo e seu espírito, mas não se deixe enganar". A ex-bruja praticou yoga durante muitos anos, inclusive depois de converter-se ao cristianismo, crendo que a prática era inofensiva.

"Demorei algum tempo para dar-me conta de que era uma prática espiritual e uma espiritualidade que não era compatível com o único Deus verdadeiro. Cresci na minha relação com Jesus Cristo e comecei a dar-me conta de que não se pode desconectar a natureza espiritual da prática do yoga", disse.

Ela menciona que as religiões orientais sempre foram populares porque são impregnadas de cores, artes e sentimentos positivos. No entanto, cada uma dessas religiões está fundada em princípios espirituais alinhados com deuses e deusas.

"As práticas como o yoga, a meditação, o kung-fu, o karaté, a acupuntura, mantras, mandalas, reiki e fen shui estão baseados nos ensinos espirituais ou princípios que encarnam os deuses e deusas.

Há um só Deus, e Ele é o único que criou os céus e a terra. Qualquer outro "deus" é como Satanás, que quer ser como Deus, a fim de ganhar poder e controlo sobre a humanidade", explica. Beth diz que o yoga, em particular, é muito perigoso por causa do impulso alcançado.

"Quando eu cresci em minha relação com Jesus Cristo, eu percebi que o yoga é uma prática espiritual para convidar demónios", explica ela. "Cada yoga específico destina-se a alinhar o seu espírito e alma com diferentes entidades. Ela canaliza o espírito Kundalini através de sua coluna vertebral, que afirma ser a salvação do seu corpo. O espírito Kundalini é impulsionado pelo poder da deusa Shaki, do hinduísmo. 

Para os cristãos que actualmente praticam yoga, Beth aconselha: "Tire um tempo para se dedicar à oração, pedindo a Deus para revelar a Sua vontade. Temos de levar o assunto ao Senhor Jesus Cristo, para que possamos ver as coisas do ponto de vista de Deus".

"Deus não odeia a pessoa que tenha feito ou esteja a praticar yoga", diz ela. "Ele entende os corações e mentes das pessoas e sabe porque nós escolhemos fazer as coisas que fazemos. Ele quer que nós tenhamos uma revelação ainda mais profunda com o Seu Espírito. Só através dela podemos realmente experimentar a liberdade e conhecer o coração de Deus e o Seu amor por nós. O diabo quer roubar-nos e convencer-nos de que as suas artes negras são saudáveis e boas."