quarta-feira, 21 de agosto de 2019

chamadas grátis e ilimitadas

Deus coloca à nossa disposição uma linha directa para falarmos com Ele. Podemos comunicar-nos com Deus a qualquer hora do dia ou da noite, sem qualquer custo, sem perder o sinal de rede e com uma bateria que nunca acaba. A tecnologia do Céu é muito mais acessível e avançada do que a nossa.

Quando não souber o que fazer, a quem pedir ajuda ou simplesmente se quiser falar com alguém: ore! Veja o que a Bíblia diz sobre este assunto: "A oração feita por um justo pode muito nos seus efeitos" (Tiago 5.16), "Porque os olhos do Senhor estão sobre os justos, e os seus ouvidos atentos às suas orações" (I Pedro 3.12), "Vivam permanentemente em oração e dêem graças a Deus por tudo pois esta é a vontade de Deus a vosso respeito, em união com Cristo Jesus" (I Tessalonicenses 5.16-18).

Deus atende à sua chamada pois Ele está permanentemente disponível para si. Contudo, tem de ser você a procurar, como diz a Palavra: "Peçam e Deus vos dará; procurem e hão-de encontrar; batam à porta e ela há-de abrir-se-vos, pois aquele que pede, recebe; aquele que procura, encontra; e a quem bate, a porta se abrirá" (Mateus 7.7,8)

Texto auxiliar: Salmo 63

relacionamento divino


Num destes dias estava a pensar sobre algumas situações, e observo a quantidade de cristãos que alimentam o seu "homem interior" (espírito) somente aos domingos (no dia da reunião principal da igreja), ou baseiam a sua vida cristã em cultos. Não são capazes de orar, adorar e ler a bíblia durante a semana, em tempos devocionais pessoais. 

E se por algum motivo não é possível ir aos cultos, como será a sua vida espiritual? Precisamos de alimentar o nosso "homem interior" diariamente, assim como alimentamos o nosso corpo diariamente.

E, se possível, não deixar de congregar. Há grande poder espiritual que é libertado do Céu quando a Igreja se reúne para adorar. Esta foi a instrução do apóstolo Paulo - que não deixássemos de nos congregar. É quando a Igreja se reúne que podemos ser edificados e edificadores uns para com os outros.

Por isso, tenha tempo devocional diário, mas também congregue!

segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Poligamia é natural, diz investigador

Poligamia é natural, diz investigador, que explica diferenças de género com ciência e história




A poligamia é natural no ser humano e a monogamia foi criada para a mulher, diz o investigador português Rui Diogo, que usa a ciência e a história para explicar a relação entre géneros.

"Se a monogamia fosse natural não tínhamos que fazer leis e matar pessoas por causa da poligamia. Não se fazem leis para dormir ou para beber. Mas matam-se pessoas por não serem monogâmicas", defende o especialista em biologia evolutiva e antropologia, investigador e professor na Faculdade de Medicina da Universidade de Howard, em Washington, nos Estados Unidos, autor de mais de uma centena de artigos em revistas como a Nature e autor ou coautor de mais de uma dúzia de livros.

Numa palestra em Lisboa, a primeira de uma série que está a dar em várias cidades de Portugal, Rui Diogo garantiu que "não há fundamentos biológicos para a monogamia", afirmando que na natureza nenhuma espécie é monogâmica, incluindo algumas apontadas como tal (algumas aves). As fêmeas dos chimpanzés, que se assemelham ao ser humano, relaciona-se com uma média de oito machos por mês, disse.

Nas palavras do investigador, a poligamia acontece hoje em todas as tribos da amazónia e uma das "provas" de que sempre foi assim no passado nas espécies que se estudam, afirma, é o dimorfismo (características físicas diferentes, como o homem ser mais alto do que a mulher). "Os ossos podem dizer se os animais eram monogâmicos", afirma.

Estudando em profundidade outras espécies conclui-se também que não há uma única em que 8% a 10% dos indivíduos não sejam homossexuais (há uma espécie de morcegos em que chega a 35%), a mesma percentagem que se admite para o ser humano, e que tal acontece naturalmente, em todas as espécies.

Partindo da biologia e da história o investigador explica depois que o machismo e a diferença entre géneros fazem parte do passado recente da humanidade, que há estudos que indicam que 90% da comida era providenciada pela mulher no tempo dos humanos caçadores/recoletores, e que com a agricultura e as religiões surgiu a imposição da monogamia, mas apenas para a mulher.

"Com a agricultura surge o conceito de propriedade. Os meus animais, a minha colheita. E surge a herança. Eu tenho que ter a certeza absoluta de que o filho é meu. A partir da agricultura a mulher torna-se uma propriedade".

Rui Diogo traça a partir daí um quadro negro para o sexo feminino, a mulher assexuada da era vitoriana (século XIX), as mulheres bruxas na idade média, queimadas na fogueira, as mulheres alvo de excisão genital entre a população de origem europeia até há 60 anos, a própria aliança de casamento que começou por ser um símbolo de que a mulher tinha dono.

Mas, ainda nas palavras do investigador, o homem só supera a mulher na visão tridimensional e na força física.

Segundo o investigador, "as mulheres são mais resilientes, melhores alunas, superam melhor alterações do ambiente" e, diz Rui Diogo sempre citando estudos, são também mais promiscuas, ainda que não o pareçam, porque dizem "o que a sociedade quer que digam".

"O sexo é natural mas o género é construído", afirma.

E são também mais felizes no divórcio, porque o casamento foi "uma coisa feita pelos homens e para os homens".

De resto, garante o biólogo, doutor em biologia evolutiva e pós-doutorado em antropologia, após cinco anos de casamento os estudos indicam que a oxitocina (ligada à paixão) acaba e a testosterona (hormona masculina) aumenta.

"Fisiologicamente não há relação entre amor e sexo, pode-se amar alguém e desejar outra pessoa, e isso, pelo menos isso, aplica-se ao homem e à mulher", conclui.

Lusa



COMENTÁRIO PESSOAL:

Misericórdia!!!   

terça-feira, 6 de agosto de 2019

missão liberdade


A 15 de Julho de 2019, um punhado de CIDADÃOS, do Norte, Centro e Sul de Portugal, num verdadeiro acto de CIDADANIA, deu um claro aviso “à navegação”, a quem está especialmente indigitado para cumprir e fazer cumprir a Lei Geral (Constituição da República Portuguesa), em particular no que diz respeito ao previsto no seu Art.º  36, nº 5 e Art.º 43, n.º 2, ao entregar cartas, por mão própria, acompanhadas de algumas dezenas de assinaturas de subscritores, aos seguintes titulares dos cargos da Administração Pública:

Ministro da Educação
Doutor Tiago Brandão Rodrigues
Lisboa - CLIQUE

Presidente da República
Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa
Palácio de Belém -  CLIQUE

Presidente da Assembleia da República
Dr. Eduardo Ferro Rodrigues
Palácio de São Bento -  CLIQUE

Portugal precisa da Liberdade das famílias, dos direitos dos Pais, do bem dos nossos filhos!

MISSÃO CUMPRIDA!

Se desejar subscrever as Cartas Abertas, poderá fazê-lo reencaminhando este e-mail para os seguintes endereços:

gab.ministro@medu.gov.pt
belem@presidencia.pt
plataforma-rn@outlook.com
gabpar@ar.parlamento.pt


.................................................................

Exmo. Senhor Presidente da Assembleia da República
Dr. Eduardo Ferro Rodrigues

Assunto importante: liberdade das famílias ameaçada!

Viemos do Norte, do Centro e do Sul de Portugal.

E o que nos traz cá?

É que este ano lectivo o Estado (Ministério da Educação) com a introdução da
disciplina obrigatória de “cidadania e desenvolvimento” e da promoção de
conteúdos ideológicos inseridos em contextos diversos à revelia dos pais,
instaurou o desassossego nas escolas.

• Há pais ameaçados!
• Há pais com medo!

Tais conteúdos e disciplina espelham visões da vida e do mundo que,
legitimamente, muitos Pais não partilham.

A nossa Constituição assegura que “o Estado não pode programar a educação
e a cultura segundo quaisquer diretrizes filosóficas, estéticas, políticas,
ideológicas ou religiosas”.

Muitos Pais estão conscientes dos direitos que a Constituição lhes reconhece. E
não vão calar.

Assim solicitamos a V. Exa. que transmita aos diversos grupos parlamentares,
bem como a cada um(a) dos(as) Senhores(as) Deputados(as), que a Constituição
da República é para se cumprir.

Portugal precisa da liberdade das famílias, dos direitos dos Pais, do bem dos
nossos filhos.

...........................

Sr. Ministro da Educação
Tiago Brandão Rodrigues (Doutor)

Viemos do Norte, do Centro e do Sul de Portugal para dizer:
- São os PAIS quem tem de educar os filhos, não é o Estado nem a escola.

Em matérias ideologicamente sensíveis os Pais têm de consentir.

Por isso:
• A disciplina de “cidadania e desenvolvimento” não pode ter carácter
obrigatório, os Pais têm de a poder autorizar para os seus filhos.
• A promoção de qualquer tipo de visão da vida, do mundo, do homem e da
mulher que não seja comum a todos (e hoje em dia quase tudo é
questionado) seja em contexto de aula curricular, extra-curricular ou de
enriquecimento curricular, seja em qualquer outra actividade a desenvolver
em espaço escolar, tem de ter prévio e explícito consentimento dos Pais.

Há Pais que desejam para os filhos essa disciplina e essas actividades. E há Pais
que não desejam para os filhos essa disciplina e essas actividades.

Todos eles “têm o direito e o dever de educação e manutenção dos filhos”
(Constituição da República Portuguesa - art.º 36, nº 5)

E “o Estado não pode programar a educação e a cultura segundo quaisquer
diretrizes filosóficas, estéticas, políticas, ideológicas ou religiosas” (idem -
art.º 43.º, n.º 2).

Os Pais não são uma ameaça para os filhos. Ninguém sabe olhar pelos filhos tão
bem quanto os Pais.

Por isso, há Pais que nunca esquecem os seus direitos e liberdades.

Portugal precisa da liberdade das famílias, dos direitos dos Pais, do bem dos
nossos filhos!

...................................................

Exmo. Senhor Presidente da República Portuguesa
Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa

Assunto importante: Ministério da Educação ameaça liberdade das famílias!

Viemos do Norte, do Centro e do Sul de Portugal para pedir:
- Faça cumprir a Constituição!

Este ano lectivo o Ministério da Educação:
a) impôs a disciplina obrigatória de “Cidadania e desenvolvimento”, que
inclui visões do mundo e da vida que não são partilháveis por todos
b) introduziu conteúdos igualmente ideológicos em contextos escolares
diversos sem o indispensável consentimento dos pais.

Esta imposição está a gerar desassossego, ameaças e medo!

Mas sobretudo é uma imposição que viola a Constituição que assegura:
“o Estado não pode programar a educação e a cultura segundo quaisquer
diretrizes filosóficas, estéticas, políticas, ideológicas ou religiosas”
Há muitos pais que não esquecem os seus direitos.

Portugal precisa da liberdade das famílias, dos direitos dos Pais, do bem dos
nossos filhos!  


não há família b


Karl Marx afirmou que a Família é uma estrutura social opressora, na qual o homem representa o papel de “proprietário”, quer da sua mulher, quer dos seus filhos. E que desta decorre a aceitação colectiva e acrítica de um sistema patriarcal, hierarquizado, favorecedor da transmissão da propriedade entre gerações e, portanto, da perpetuação da propriedade privada, pedra angular do capitalismo e do sistema financeiro. Foi, por isso, proposta a destruição da Família, enquanto caminho para o socialismo, tal como foi tentado na União Soviética, embora sem sucesso. A via da força mostrou-se ineficaz.

Havia que substituir estes vínculos por outros, como propuseram, posteriormente, os estudos desenvolvidos pela Escola de Frankfurt. A década de 1970 trouxe a revolução sexual, a “libertação” da mulher e a dissociação do significado unitivo do matrimónio. A mulher, agora emancipada do marido, passou a ser escrava do mercado de trabalho e a fugir ao apelo biológico da maternidade. Em simultâneo, surge a necessidade de retirar à criança a noção de autoridade dos pais, substituindo-a pela autodeterminação indiscriminada, numa sociedade obediente apenas à autoridade do Estado.
Nesse contexto, o conceito de “género” surge institucionalmente na Conferência de Pequim de 1995 organizada pela ONU – a IV Conferência Mundial sobre a Mulher: Acção para a Igualdade, Desenvolvimento e Paz –, que visava alcançar um conjunto de resoluções para defender os direitos da mulher e a igualdade.

Assim, a par da bandeira do combate à discriminação, sob pretexto de uma maior elegância da linguagem, a palavra “sexo” passou a ser progressivamente substituída por “género”. Ao estilo da novilíngua orwelliana, sexo deixou de significar a distinção biológica entre masculino e feminino, sendo substituído por dezenas de géneros à la carte, que vão desde o não-binário a genderfluid (género variável). Assim se iniciou a implementação da agenda da ideologia de género, advogando que a identidade sexual do indivíduo resulta da cultura e não da biologia e que, no fundo, todos os seres humanos nascem iguais, podendo cada um ser o que pretender.

Enquanto ideologia, esta não é mais do que um erro a propalar, que derruba os princípios naturais e instituídos, longe de toda e qualquer fundamentação científica. Mas, tratando-se de um erro que vai contra os princípios, como pode vingar uma ideologia? Antes de mais, é necessário alguém interessado no erro; segue-se a necessidade da sua propagação e a existência de um público-alvo treinado para não pensar e o aceitar.

Definido o erro, identificam-se os interessados. São eles as instituições nacionais e internacionais que procuram conquistar a hegemonia cultural e política. Baseando-se no princípio marxista da concentração de poder absoluto dos direitos dos cidadãos, com suposto benefício colectivo (incluindo a manutenção da Paz mundial), estas aprofundam o controlo da liberdade religiosa, de pensamento e de comunicação. Prevalece a socialização secundária, focada na interacção do indivíduo com a sociedade (incluindo escola, grupo de amigos, trabalho), e onde assume diferentes papéis para corresponder às expectativas dos outros. Neste processo, as pessoas são descartáveis e substituíveis, em contraste com a socialização primária, característica da Família, no seio da qual se aprendem os valores, a moral e os modelos comportamentais, onde as relações são baseadas no amor e nos vínculos, onde o indivíduo é insubstituível. Naturalmente que há um grande interessado na secundarização da sociedade e na destruição da Família: o sistema financeiro.

Apresentada deste modo, essa imposição seria, desde logo, rejeitada pela sociedade ocidental, fundada na ética judaico-cristã, na filosofia grega e no direito romano. Mas não se assiste a essa resistência por dois motivos. Primeiro, porque, numa perspectiva gramsciana, o erro é implementado paulatinamente e propagado pelo sistema educacional e meios de comunicação social. Depois, sentindo (aparentemente) garantidas a sua segurança e comodidade, os cidadãos não vêem a ditadura de pensamento como uma ameaça.

Em acréscimo, é imperativo que o erro seja transmitido desde tenra idade, antes da formação da concepção do certo e do errado. Logo no ensino pré-escolar é implementada a ideia de que a moralidade surge do próprio para o próprio, segundo as suas regras pessoais, distanciando-o dos valores cristãos, que estabeleceriam os limites na conduta, nas leis e na política. Dessa forma, o indivíduo ficará facilmente permeável a novas ideias, incluindo aquelas propulsoras dessa hegemonia, que anulam o próprio e a sua individualidade. Em suma, a ideologia de género é isso: uma forma de anular o certo e o errado, fugindo às leis naturais e transmitindo a ideia de que tudo surge do pensamento, da vontade e do sentir. E haverá melhor forma de instalar essa ambiguidade do que a destruição da identidade do indivíduo, levando-o a aceitar os juízos dos que o rodeiam e instruíram, incluindo as escolas?

É por isso que, actualmente, cada vez menos se valorizam os conteúdos a difundir nas instituições de ensino, que passaram a ser um espaço de doutrinação, pela disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, onde subliminarmente estão a ser incluídos os princípios da Ideologia de Género, com vista à “educação das massas”. E os pais, mais focados nas preocupações económicas, não se apercebem destas movimentações ou simplesmente se demitem da responsabilidade de educar os filhos, delegando na escola esse papel.

Nesse percurso, algo mais grave acontece: os filhos passam a ser da responsabilidade do Estado e não dos pais. Embora muito pouco noticiado, já não faltam episódios a denunciarem-no: pais condenados a prisão na Alemanha, por impedirem os filhos de assistir às aulas de educação sexual nas escolas (2009); na Noruega, os filhos foram retirados aos pais por serem “muito cristãos” (2016); mais recentemente, um pai cristão russo e residente na Suécia pediu asilo para sua família à Polónia, após o Estado sueco entregar as suas filhas a uma família muçulmana libanesa (2019); uma mãe espanhola foi condenada a trabalho comunitário por esbofetear o filho que não queria tomar duche (2019); e tantos outros exemplos.

Desta forma, começa a instalar-se o receio dos pais educarem os filhos segundo os preceitos e os costumes familiares da sociedade ocidental. Não será esta uma forma de marxismo implementado pelo medo, que muitos teimam em rejeitar ou relativizar?

Não é por acaso que há quem se sinta fortemente ameaçado por conteúdos leccionados nas escolas, activismos infiltrados nas instituições públicas, marcas de roupa e séries televisivas com mensagens subliminares e tantas outras formas de propaganda. Para os mais distraídos, menos informados e mesmo já manipulados, tal não é mais do que “teoria da conspiração”, fundamentalismo e intolerância. Infelizmente não é.

Outros, mais alerta, apercebem-se desta realidade e surgem grupos* cada vez mais organizados e políticos que ousam fazer-se ouvir, fugindo do medo e do politicamente correcto. O travão a este caminho ideológico só é possível com a participação cívica de todos os pais que procuram uma sociedade melhor para os seus filhos e que acreditam no valor inestimável das raízes judaico-cristãos do mundo ocidental.

O combate em Portugal está só a começar. Todos estamos convocados.

Joana Bento Rodrigues (médica), 2/8/2019


sábado, 3 de agosto de 2019

Ilusionismo

Ao ver a época 13 do programa "Britain Got Talent" (2019), observei a quantidade de ilusionistas que se apresentaram, inclusive a destreza de um adolescente de 15 anos de idade. O criador do programa, Simon Conwell mencionou que uma grande quantidade de jovens estão a ser atraídos pelas artes mágicas, ilusionismo, etc. Destaco neste mesmo programa um casal com poderes psíquicos que deixaram todos de boca aberta.

O que a Bíblia tem a dizer a respeito?

“Ora, havia certo homem chamado Simão, que praticava a arte mágica, iludindo o povo de Samaria, insinuando ser ele grande vulto; ao qual todos davam ouvidos, dizendo: Este homem é o poder de Deus; aderiam a ele porque há muito os iludira com mágicas” (Atos 8.9-11)

David Copperfield, Criss Angel, Houdini, etc. O que há em comum entre estas pessoas? São todos eles mestres na arte do ilusionismo: o que você vê não é o que você vê, e palavras e gestos apontam para aquilo que não é. O propósito deles não é mostrar a verdade, mas divertir e sobretudo causar espanto.

Diante de um ilusionista não se pergunta se aquilo é real. Aos espectadores há a alegria de suspenderem momentaneamente o enfado de suas vidas embarcando naquele teatro do entretenimento. Estes homens podem até enriquecer com suas artes mágicas, mas em momento algum chamam o que fazem de “verdade”, ao contrário, vendem ilusão para o público que paga ingresso para ser iludido.

A Bíblia diz-nos que em Samaria havia um homem chamado Simão que iludia o povo com suas artes mágicas, que chamava as mágicas que ele praticava de “poder de Deus”.

Nos encontros promovidos pelos ilusionistas ocorre uma espécie de hipnose coletiva, e não há nenhum interesse do espectador em sair daquele estado, por isso barram qualquer pensamento crítico.

A ação preferida de Satanás é autenticar como sendo de origem divina todo e qualquer ato prodigioso. A ação destes homens cria ilusão, promove ajuntamento, mas não comunhão, agrada aos olhos, mas não transforma o coração.

Satanás é o Grande Ilusionista. Nele tudo é exagerado, carregado nas cores, nas certezas. Ele promove espetáculos porque lhe falta conteúdo, entretanto domina magistralmente as técnicas de manipulação de massas e de mentes.

Se os ilusionistas sofrerão severo julgamento, os que se deixam iludir também passarão por ele, pois não acolheram “o amor da verdade para serem salvos” (2Ts 2.9), e é por este motivo que Deus lhes manda “a operação do erro para darem crédito à mentira, a fim de serem julgados todos quantos não deram crédito à verdade” (2Ts 2.10-12).

(adolescentes) uma vida de integridade








(criança) nasce a igreja








igualdade de género não existe

Igualdade de género? 

Na realidade há muitas mulheres que fazem serviços iguais aos homens, mas conforme já publiquei aqui, há muitas diferenças... Impossível igualar o que é não é igual. Agora quanto ao respeito e honra, isso sim, deve ser dada igualmente a ambos...

Aqui vai um exemplo de que não existe a igualdade de género... Vejam se descobrem.


sábado, 20 de julho de 2019

igreja perfeita

À PROCURA DE UMA IGREJA PERFEITA

Estava à procura uma igreja perfeita para mim e para a minha família, e resolvi conversar com o Apóstolo Paulo.

- Oi! É o Apostolo Paulo?
- Sim é ele!
- A paz do Senhor Jesus! 
- Amém, irmão!
Desculpe o incómodo, apóstolo, mas estou a precisar da sua ajuda. É que estou decepcionado com muita coisa na igreja à qual assisto e estou à procura de uma Igreja perfeita. Estou a pensar em congregar em Corinto. Ela é uma igreja ideal? 
- Olha, a Igreja de Corinto tem grupinhos (1Co 1:12), tem inveja, contendas (1Co 3:3), brigas que vão parar nos tribunais de justiça comum (1Co 6.1-11), e tem até alguns fornicadores (1Co 5:1).
E a Igreja de Éfeso?
- É uma Igreja alicerçada na Palavra (At 20:27), mas, ultimamente, tem muitas pessoas sem amor por lá (Ap 2:4).
Então, penso em ir congregar em Tessalónica.
- Lá tem alguns que andam desordenadamente e não gostam de trabalhar (2Ts 3:11).
- Hum! Tá difícil, heim, apóstolo?! E se eu for para a igreja de Filipos?
- Filipos até que é uma igreja boa, mas tem lá duas irmãs que se chamam Evódia e Síntique que se desentenderam e estão sem conversar uma com a outra (Fp 4.2).
- Então, acho que vou mudar para Colossos para começar a congregar lá.
- Olha, em Colossos tem uns hereges que estão a tumultuar o ambiente. Tem um grupo lá que está até a cultuar a anjos (Cl 2.18).
- Que coisa! E se eu for para para a igreja dos Gálatas?
- Bem, lá tem alguns crentes a "morderem-se" e a "devorarem-se" uns aos outros (Gl 5.15).
-  Não sabia que era tão difícil achar uma igreja perfeita! Entrei em contato com o Apóstolo João para saber se a igreja de Tiatira seria ideal, mas ele disse-me que os irmãos de lá tem estado a tolerar uma mulher que se diz profetisa e que tem fomentado a prostituição e a idolatria (Ap 2.20).
Pensei, então, na possibilidade de ir para Laodiceia, mas João disse-me que seus membros estão muito longe da perfeição, pois são orgulhosos, materialistas e mornos espiritualmente (Ap 3.16). Perguntei sobre Pérgamo, e João me disse que lá tem alguns que seguem as doutrinas dos nicolaítas e de Balaão (Ap 2.14-15). Sabe, irmão Paulo, já pensei em ir para a Igreja Central em Jerusalém, mas ouvi dizer que tem muita gente preconceituosa lá (Gl 2.12,13), além de murmuradores (At 6.1) e alguns mentem ao ministério buscando destaque na comunidade (At 5.1-11). E agora, como faço, Paulo?
- Você precisa entender que não existe igreja perfeita, ela é composta por seres humanos. Meu conselho é que desista de procurar uma Igreja perfeita, e sejas tu mesmo a igreja perfeita; não deixes de congregar (Hb 10.25) e coloque-se à disposição de Deus. Quando for à igreja, não vá a pensar que o culto vai agradar-te, mas vá à igreja oferecer UM CULTO AGRADÁVEL AO SENHOR JESUS! Ah antes que eu esqueça, leia as referências bíblicas que eu coloquei em cada resposta minha. Acho que se você lesse mais a Palavra de Deus não estaria tão confuso assim... Falo isso com amor!

Autor desconhecido!

sexta-feira, 12 de julho de 2019

Mundo em mudanças... (evangelismo)

O mundo em que vivemos está em constante mudança. Digo mais, numa mudança alucinante, louca. A tecnologia que temos hoje, daqui a poucos anos estará obsoleta. A forma de comunicação entre as pessoas muda ao minuto. Somos rodeados de uma tonelada de informação. As ferramentas tecnológicas são aos milhares.

Satanás sabe onde estão as pessoas... e a Igreja, se as quiser alcançar, tem que estar lá. Isto inclui as tecnologias, os media, etc.

Hoje somos desafiados a usar métodos e estratégias diferentes das que era usadas em séculos anteriores. Jamais deveremos idolatrar métodos e estratégias, mas devemos buscar de Deus os métodos e estratégias mais atuais, sem jamais comprometer a mensagem (Evangelho).

Como cristãos temos que nos ajustar para fazer chegar a Mensagem (Evangelho) ao incrédulo. E este ajuste, implica mudança de nossas "vacas sagradas", implica estarmos dispostos a mudar algumas liturgias, coisas que nos foram colocadas na mente, mas que nada têm a ver com o Evangelho genuíno. O Evangelho é só um, mas a forma de o comunicar dever ser múltipla.

O mundo do espectáculo investe milhões para apresentar a sua mensagem, muitas vezes enganosa. Nós, Igreja, temos a Mensagem de Salvação, que revoluciona a vida de qualquer pessoa, mas a nossa comunicação dessa Mensagem tem sido pobre e fraca, sem qualquer excelência.

Precisamos de ser cristãos contagiantes: cheios de Deus (alegria) e próximos das pessoas (amizade, relacionamento). Veja imagem lateral... uma pesquisa feita pelo Instituto Haggai Internacional perguntou como as pessoas se converteram ao Evangelho de Cristo. O resultado é 29,9% através de amigos! 49,7% através de parentes (familiares). O segredo está no relacionamento... estar perto!

O cristão precisa ter compaixão. Todas as pessoas têm valor. Todos são potenciais filhos de Deus! 

O trabalho do cristão é ser facilitar o caminho para a intimidade com o Pai, ser um reconciliador.

Se for pastor e quiser promover em sua igreja local o curso de evangelismo que abordará questões como alcançar o não cristão, o que o incrédulo deseja encontrar na igreja, ideias de evangelismo, etc... fale comigo (clique AQUI).


Portugal... a triste realidade

A ANEDOTA em que se transformou o nosso País:

-Uma adolescente de 16 anos pode fazer livremente um aborto , ou até mesmo mudar de sexo (ideologia de género), mas não pode pôr um piercing. 

- Um jovem de 18 anos recebe 200€ do Estado para não trabalhar; um idoso recebe de reforma 236 € depois de toda uma vida do trabalho.

- O marido oferece um anel à sua mulher e tem de declarar a doação ao fisco.

- O mesmo fisco penhora indevidamente o salário de um trabalhador e demora 3 anos a corrigir o erro.

- Nas zonas mais problemáticas das áreas urbanas existe 1 polícia para cada 2000 habitantes; o Governo diz que não precisa de mais polícias.

- Um professor é agredido por um aluno e o Governo diz que a culpa é das causas sociais (O professor defende-se e é agressão ao aluno...)

- Nas prisões são distribuídas seringas gratuitamente por causa do HIV, mas é proibido consumir droga nas prisões!

- Um jovem de 14 anos mata um adulto, não tem idade para ir a tribunal. Um jovem de 15 anos leva um chapada do pai, por ter roubado dinheiro para droga, é violência doméstica!

- Militares que combateram em África a mando do governo da época na defesa de território nacional não lhes é reconhecido nenhuma causa nem direito de guerra, mas o primeiro-ministro elogia as tropas que estão em defesa da pátria no KOSOVO, AFEGANISTÃO E IRAQUE.

- Começas a descontar em Janeiro o IRS e só vais receber o excesso em Agosto do ano que vem, não pagas às finanças a tempo e horas e passado um dia já estás a pagar juros.

- Fechas a tua varanda e estás a fazer uma obra ilegal, constrói-se um bairro de lata e ninguém vê.

- Se o teu filho não tem cabeça para a escola e com 14 anos o pões a
trabalhar contigo num ofício respeitável, é exploração do trabalho infantil,
se és artista e o teu filho com 7 anos participa em gravações de telenovelas 8 horas por dia ou mais, a criança tem muito talento, sai ao pai ou à mãe!

- Numa farmácia pagas 0.50€ por uma seringa que se usa para dar um medicamento a uma criança. Se fosse drogado, não pagava nada!



Oremos pelo nosso país!!!

quinta-feira, 11 de julho de 2019

(adolescentes) - uma vida de integridade





(crianças) - línguas de fogo









discipulado é relacionamento

COMPARTILHO AQUI UM ARTIGO DE UM GRANDE AMIGO - ANDERSON SANTOS - E ESPERO QUE SEJA DE BÊNÇÃO NA VOSSA VIDA COMO TEM SIDO NA MINHA VIDA.

Quero em pouca palavras escrever sobre um verdadeiro discipulado.

Tenho lido algumas coisas sobre este tema, e vejo muita confusão. Às vezes alguns querem fazer algo com boas intenções, mas não sabem o que estão fazendo. Usei a palavra "discipulado" para chamar a atenção, mas, na verdade, na Bíblia não existe esta palavra. 

Quero levá-lo a entender que precisamos trocar esta palavra por “relacionamento”. Quero mostrar-lhe que este "modo de viver" é inspirado em Jesus Cristo.

Ao pensarmos na forma como Jesus vivia com os Seus discípulos, entendemos como é importante o relacionamento. Jesus vivia uma vida intensa com os Seus discípulos, e esta vida intensa promovia relacionamento profundo e duradouro.

Vou mostrar alguns versículos, mas quero que você pense comigo no destaque do texto, pois o alvo é o relacionamento que Jesus tinha com os discípulos.

A Igreja neste contexto tem importante papel. Ela é formada por discípulos comprometidos com o Reino do Senhor. 

A possibilidade de sermos edificados uns pelos outros traz-nos um sentimento sincero que fortalece a fé. Na IGREJA ENCONTRAMOS TUDO: pessoas que são transparentes, pessoas que são superficiais, pessoas cheias de Deus, pessoas sem sensibilidade, pessoas simpáticas, pessoas antipáticas, pessoas que amam demais, pessoas que amam pouco, e podemos citar muitas outras qualidades e defeitos, e nestas coisas o mais importante é o sentimento de edificar ou outros para que atinjam a maioridade no Senhor, ao ponto de comer alimentos sólidos, aprendendo a suportar a fraqueza dos fracos e a força dos fortes, aprendemos a andar em unidade entendendo a diferença de cada um. Então vivemos em discipulado, onde ali as coisas ficam escuras por pouco tempo. Deus traz a vida uns dos outros, pois somos expostos no nosso carácter e conduta. Que experiência fantástica! Louvado seja Deus !!!

A Igreja não é uma administração, não é um conjunto de normas e preceitos, não é liturgia, não é congregar no sábado, domingo, etc... Igreja são pessoas que representam o corpo de Cristo e vivem em comunhão repartindo a vida de Cristo uns com os outros e com os de fora. 

Para entender é ler o livro de Actos dos Apóstolos e vai perceber que é muito mais do que vemos por aí, eu tenho lutado por isso, ainda que demore, mas em Deus eu creio num corpo de pessoas que vivam comunhão e relacionamentos, vivendo Cristo e dando Cristo, uma vida de testemunho como Cristo viveu. 

Num dos momentos para mim - você que está lendo com muita paciência - é o RETIRO de verão aqui em Portugal, com esta parte da Igreja, onde buscamos viver um pouco desta VIVA REALIDADE, onde seu ponto forte é na reunião do sábado a noite que é um resumo de tudo o que se passa, e eu vi algo tremendo que me fez chorar, ver pessoas indo na frente confessando pecados, de livre e espontânea vontade, proferindo palavras, testemunhos, abençoando, orando uns com os outros, enfim, um pouco do Céu na terra. Um irmão ao final da reunião falou-me: "Anderson, eu vi aqui o ATOS 2", no sentido de que ele viu a continuação do que aconteceu no livro de ATOS. 

“E aconteceu que, no segundo sábado após o primeiro, passou pelas searas, e os seus discípulos iam arrancando espigas e, esfregando-as com as mãos, as comiam.” (Lucas 6:1) - Iam, arrancando, comiam... dão sentido de andar juntos. Jesus estava com os discípulos quase sempre. Jesus tinha uma vida com seus discípulos de relacionamento. No momento em que Jesus estava junto com eles, Jesus comia, compartilhava , ensinava e exortava juntos. 

Jesus não vivia com eles nos templos, pregava e depois ia para casa, mas, andava e comia com eles. Estavam sempre juntos. Uma relação de pastor e ovelha. 

“E Jesus subiu ao monte, e assentou-se ali com os seus discípulos.” João 6:3

“Ora, um de seus discípulos, aquele a quem Jesus amava, estava reclinado no seio de Jesus.” João 13:23

“E, saindo, foi, como costumava, para o Monte das Oliveiras; e também os seus discípulos o seguiram.” Lucas 22:39

“E Judas, que o traía, também conhecia aquele lugar, porque Jesus muitas vezes se ajuntava ali com os seus discípulos.” João 18:2

Jesus tinha um relacionamento profundo e duradouro com seus discípulos. Em seu ministério Jesus pregava para multidões, muitos O seguiam, mas Jesus separou 12 homens para relacionar e, seu relacionamento foi tão intenso que produziu frutos tremendos. Eles estavam sempre juntos, dia após dia. Por causa deste modelo é que hoje estamos em Cristo,  por causa da mensagem pregada por estes homens, e que estas mensagens chegaram até nós porque eles foram bem instruídos. 

E dentro desta pequena reflexão, quero dizer que discipulado/relacionamento não é um estudo bíblico; não é um "cultinho" em casa, não é somente exortar, mas, relacionamento é conviver, andar junto, abrir o coração motivado por um relacionamento de confiança e amizade. E neste relacionamento acontece de tudo: falar a Palavra, comer junto, ensinar, exortar, rir, brincar, chorar, sofrer, mas tudo junto, amigos.

Jesus era amigo de seus discípulos. 

O  relacionamento promove uma amizade. Através desta amizade, nós vamos construir algo duradouro e vamos produzir discípulos que vão dar muitos frutos. 

Com o relacionamento, não vamos precisar nos preocupar se vamos perder alguém da congregação, ou não, pois construímos alicerces baseados na amizade.

Estava conversando com um irmão da congregação aqui em Portugal e ele lembrou que a Palavra fala de amigos mais chegados... “Cuidado! As muitas amizades podem levar à ruína, mas existe amigo mais chegado que um irmão.” Prov 18:24

João 15:15 - “Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz seu senhor; mas Eu vos tenho chamado amigos, pois tudo o que ouvi de meu Pai Eu compartilhei convosco.”

Provérbios 17:17 - “O amigo dedica sincero amor em todos os momentos e é um irmão querido na hora da adversidade.”

Provérbios 27:9 - “Perfume e incenso promovem alegria no coração; o conselho sincero de um amigo dá encorajamento para viver.”

Você tem amigos ? Quem é seu amigo hoje?

Precisamos aprender que o homem não vive só. O homem precisa de amigos. Pessoas que andam connosco. Pessoas que nos exortam, nos amam, falam a verdade. Pessoas que de tanto conviver connosco nos conhecem. 

O relacionamento tem que ser um modelo de vida, uma prática nas igreja de hoje. As pessoas precisam entender que este modelo atual onde, se assistem um culto dominical, ou reunião de oração e depois não se relacionam, e só se encontram no próximo final de semana, não promove amizade. 

Então, concluo que:
1- Se você está num discipulado baseado em somente estudar a Bíblia, isto não é discipulado
2- Se você está num "discipulado" baseado em culto solene, isto não é discipulado
3- Se você está num "discipulado" que não há espaço para você abrir o coração, isto não é discipulado
4- Se você está num "discipulado" que não pode chorar e ser consolado, isto não é discipulado
5- Se você está num "discipulado" que não se pode rir e se divertir, então você não está num discipulado"
6- Se você não tem liberdade de expor sua opinião, então você não está num "discipulado"

Lembre-se que relacionamento vai produzir estas atitudes acima no aspecto positivo. Ou seja, meu relacionamento vai produzir:
1- Estudo da Palavra
2- Informalidade
3- Abertura de coração
4- Choro
5- Diversão
6- Liberdade de se expressar
... e muito mais. 

Relacionamento produz discípulos sadios, produz filhos e não crentes. Produz amigos. Produz discípulos.

Reflita!

Anderson Tânia Santos

Fonte: AQUI

sábado, 6 de julho de 2019

Pais processam escola após filha de 6 anos se assustar com ideologia de género

A criança confessou aos pais que estava angustiada pela possibilidade de não ser uma garota. O caso ocorreu em Ontário, Canadá.


Um casal registou uma queixa no tribunal provincial de Direitos Humanos contra o sistema escolar de Ontário, no Canadá, depois que sua filha de apenas seis anos aprendeu sobre a "fluidez de género" em sala de aula e começou a sentir-se angustiada com a possibilidade de "não ser uma mulher".

Durante uma aula da turma da 1ª série, da escola pública Devonshire Community em janeiro de 2018, uma professora apresentou um vídeo do YouTube que promove a ideologia de género, chamado "He, She and They?!? - Gender: Queer Kid Stuff # 2" ("Ele, Ela e Eles?!? Género: Coisas de Queer para crianças # 2") que fazia parte do plano de aula daquele dia, segundo a colunista canadense Barbara Kay, que entrevistou a mãe da menina, Pamela Buffone.

"Eu acho que você tem que confrontar isso de alguma forma", disse a mãe na terça-feira, em uma entrevista ao The Christian Post, quando questionada o que ela diria aos pais que, como ela, acreditam que a ideologia causa danos às crianças pequenas .

"Tenha conhecimento sobre o transativismo e leia as políticas da sua escola. Pergunte como eles vão ensinar às crianças conceitos como 'fluidez de género' e não exponha muito da sua própria posição primeiro. Você entenderá muito sobre como eles escolhem as respostas para suas perguntas", acrescentou.

Entre as declarações apresentadas como fato no vídeo estavam as de que "algumas pessoas não são meninos ou meninas" e "alguns não se sentem como se fossem 'ele' ou 'ela' e por causa disso podem não ter um género".

A menina de apenas seis anos, que estava completamente confusa, contou à mãe que a professora, que continuou ensinando esse tipo de teoria de género durante o semestre, posteriormente disse aos alunos que "não existem meninas e meninos" e que a diferenciação entre meninos e meninas "não é real".

Em março, seus pais "puderam ver que as lições estavam causando impacto em sua filha, quando ela começou a perguntar espontaneamente, 'por que a identidade dela como menina não era real". Ela perguntou se poderia "ir a um médico" para verificar o fato de ser uma menina. Ela disse que "não tinha certeza se queria ser uma mãe", explicou Kay.

Seus pais ficaram preocupados com o bem-estar psicológico da filha, especialmente porque ela nunca havia mostrado sinais de confusão sobre sua identidade antes da introdução desses materiais em sala de aula. Eles finalmente se encontraram com a professora que estava determinado a continuar ensinando fluidez de género às crianças; a professora disse-lhes que "uma mudança na sociedade" havia ocorrido, necessitando, portanto, das lições e que esse material integra uma política oficial do Conselho Escolar. A professora também confirmou a Buffone que o tema da mudança de sexo havia sido discutido.

Quando o casal foi ao diretor, foi-lhes dito que as lições haviam sido postas em prática para acomodar uma criança da turma que manifestara interesse em se expressar como o sexo oposto. A escola supostamente tem um "especialista em género" com o qual eles consultam. Os Buffones finalmente retiraram sua filha da escola e a matricularam em uma escola diferente, onde sua filha fica feliz em não ter um professor que está instruindo-a que "as meninas não são reais".

O processo

Frustrada que as autoridades da escola nunca responderam adequadamente às suas objeções, ela levou o assunto ao Tribunal de Direitos Humanos, argumentando que as lições confusas da escola geraram angústia em sua filha e eram uma violação de seus direitos humanos.

Os Buffone apresentaram a queixa em março, receberam uma resposta do Conselho de Escolas e depois escreveram a resposta. Eles estão atualmente aguardando para ouvir os próximos passos do Tribunal de Direitos Humanos.

Embora tenha sido advertida de que o Tribunal de Direitos Humanos do Ontário foi tomado pela esquerda radical, Pamela Buffone disse ao Christian Post que está determinada a permanecer confiante de que o Tribunal analisará seu caso com objetividade.

"Há certamente implicações de ter a ideologia de género entrincheirada na lei que ainda não foi pensada", disse ela.

Ela acrescentou que espera que a ação legal que está atualmente usando "faça as pessoas perceberem que precisa haver alguns limites em torno desse tipo de ativismo, que está entrando em nossas escolas e sendo ensinado como uma verdade universal".

Contexto

Até agora, poucas ou nenhumas fronteiras sobre a noção de identidade de género na lei e nas políticas públicas parecem existir na província canadense. Em 2016, o parlamento canadense aprovou o controverso projeto de lei conhecido como C-16, que acrescentou a expressão de género e identidade de género como terreno protegido na Lei Canadense de Direitos Humanos e em suas disposições do Código Penal.

"Nosso governo parece ter dado carta branca aos professores em termos de como eles ensinam esse conceito [de identidade de género]", disse Pâmela Buffone ao jornal 'Post Millennial'.

"Se este é um exemplo de como isso pode ser ensinado, eu acho que é do interesse público que a Tribunal de Direitos Humanos de Ontário o analise. Os professores estão prestando um serviço público e têm o dever de cuidar de todos os seus alunos, assim como o Tribunal tem uma responsabilidade para com todos os ontarienses. Eu acho que este caso é um bom exemplo do motivo pela qual precisamos deixar a ideologia de lado ao lidar com os direitos humanos", destacou ela.

A angústia que as crianças pequenas estão experimentando em suas escolas, quando expostas à possibilidade de transição para um género diferente surgiu nos últimos anos, em meio à rápida disseminação do ativismo transgénero.

Em 2017, houve polémica em Rocklin, Califórnia, quando professores de uma escola local leram o livro infantil "I am Jazz" e supostamente realizaram uma cerimónia de transição de género para crianças de 5 anos, durante a aula, traumatizando os pequenos estudantes. A escola publicou posteriormente uma declaração, contestando que isso tenha acontecido.

Críticos da Bíblia silenciados

Críticos da Bíblia silenciados mais uma vez: Descobertas arqueológicas provam que o Antigo Testamento é exato.

Por muitos anos, os críticos do Antigo Testamento argumentaram que Moisés inventou as histórias encontradas no Gênesis. Os críticos alegaram que as pessoas antiquadas dos tempos do Antigo Testamento eram muito primitivas para registrar documentos com detalhes precisos.

Ao fazê-lo, esses críticos basicamente alegaram que não havia verificação de que as pessoas e cidades mencionadas nos mais antigos relatos bíblicos realmente existiram.

A descoberta do arquivo da Ebla no norte da Síria na década de 1970 confirmou que os registros bíblicos relativos aos Patriarcas estão localizados. Foi durante as escavações no norte da Síria que a escavação encontrou uma grande biblioteca dentro de uma sala de arquivo real. Esta biblioteca tinha tabletes datados de 2400 a 2300 a.C.

A equipe de escavação descobriu quase 15.000 comprimidos e fragmentos antigos que, quando reunidos, representavam cerca de 2.500 tabletes. Surpreendentemente, esses tabletes confirmaram que os títulos pessoais e de localização nos relatos dos patriarcas bíblicos são autênticos. Estes tabletes são conhecidos como o Tablete Ebla.

Por um longo período de tempo, os críticos do Antigo Testamento costumavam argumentar que o nome ‘Canaã’ era usado erroneamente nos primeiros capítulos da Bíblia. Eles reivindicaram o nome de Canaã como nunca usado naquele momento específico da história. Eles ainda acusaram que o nome foi inserido no Antigo Testamento depois, enquanto os primeiros livros da Bíblia Sagrada não foram escritos nos tempos que são descritos.

No entanto, com a descoberta dos tabletes do norte da Síria, a palavra “Canaã” aparece, contrariando as afirmações dos críticos. Os tabletes provaram que o termo foi realmente utilizado na antiga Síria durante o tempo em que o Antigo Testamento foi escrito. Além disso, as cidades de Sodoma e Gomorra também foram pensadas como pura ficção por críticos da Bíblia. Estas cidades também são identificadas nos tabletes Ebla, além da cidade de Harã. Harã é descrito em Gênesis como a cidade do pai de Abraão, Terá. Antes dessa descoberta, “estudiosos” suspeitavam da presença real da cidade antiga.

Além disso, inúmeros outros achados arqueológicos confirmam que os registros bíblicos são reais e precisos. Algumas dessas descobertas estão listadas abaixo:

- A campanha contra Israel pelo faraó Sisaque (1 Reis 14:25-26) é registrada nos muros do templo de Amom, em Tebas, no Egito.
- A revolta de Moabe contra Israel (2 Reis 1:1; 3:4-27) é registrada na Inscrição Mesha.
- A queda de Samaria (2 Reis 17:3-6, 24; 18:9-11) para Sargom II, rei da Assíria, é gravada nas paredes do palácio.
- A derrota de Asdode por Sargom II (Isaías 20:1) é registrada nas paredes do palácio.
- A campanha do rei assírio Senaqueribe contra Judá (2 Reis 18:13-16) é registrada no prisma de Taylor.
- O cerco de Láquis por Senaqueribe (2 Reis 18:14,17) é registrado nos relevos de Láquis.
- O assassinato de Senaqueribe por seus próprios filhos (2 Reis 19:37) é registrado nos anais de seu filho Esarhaddon.
- A queda de Nínive, conforme previsto pelos profetas Naum e Sofonias (2 Reis 2:13-15) é registrada no Tablet de Nabopolasar.
- A queda de Jerusalém para Nabucodonosor, rei da Babilônia (2 Reis 24:10-14) é registrada nas Crônicas da Babilônia.
- O cativeiro de Joaquim, rei de Judá, na Babilônia (2 Reis 24:15-16) é gravado nos registros da Ração da Babilônia.
- A queda da Babilônia para os medos e os persas (Daniel 5:30-31) é registrada no Cyrus Cylinder.

- A libertação de cativos na Babilônia por Ciro o Grande (Esdras 1:1-4; 6:3-4) é registrada no Ciyrus Cylinder.

Fonte: AQUI