sábado, 30 de novembro de 2019

Quando coloco o Reino de Deus em primeiro lugar…

…fico mais tranquilo.
Coisa triste é viver preocupado, sem saber o que vai acontecer. Mas quem coloca o Reino de Deus em primeiro lugar não vive assim. Descanso nos braços de Deus, só faço isso.
…desligo-me de coisas que podem me fazer mal.
É muito óbvio, mas muita gente não entende. Se foco no Reino de Deus, automaticamente estou deixando de lado coisas que podem me fazer mal. Minha agenda se torna uma agenda espiritual de qualidade.
…tenho uma mente mais saudável.
Não é a toa que existe uma passagem bíblica que diz assim: “Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra” (Cl 3:2). Se coloco a mente no “reino terreno”, terei muitas preocupações, frustrações, decepções… Mas se coloco a mente nas coisas de cima, focando o Reino, terei paz, a paz que excede todo entendimento.
…aumento minha intimidade com Ele.
Para ter intimidade, preciso ter tempo com alguém. Se quero intimidade com o Senhor, preciso passar tempo com Ele e com as “coisas” do Seu Reino. Simples assim.
…pareço-me mais com Jesus.
Jesus deixou bem claro que a prioridade dele era fazer a vontade de Deus. Seu foco era o Reino. Quando coloco o Reino de Deus em primeiro lugar, pareço-me com Ele.
…recebo o cuidado de Deus.
Por que me preocupar? Por que me angustiar? Deus cuida de mim, me dá tudo de que preciso. Foi Jesus quem disse isso, certo? Se ele disse, eu creio. Não preciso ajudar Deus a me ajudar. Vivo para o Reino de Deus e ele cuida de mim.
Sinceramente? Vale a pena colocar o Reino de Deus em primeiro lugar.

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

O homem mais inteligente do mundo ora todas as noites

O matemático Grigori Perelman está convencido da existência de Deus.

Grigori Perelman é o maior matemático dos últimos tempos que ficou sendo conhecido mundialmente por haver resolvido a Conjectura de Poincaré (conhecida como um dos sete problemas do milénio) e especialmente por haver recusado um milhão de dólares que, por esta contribuição mundial, oferecido pelo Instituto Clay de Matemáticas em Massachusetts (EUA).

Grisha, como é chamado como diminutivo de Grigori, nasceu emn Leningrado, URSS, em 1966, no seio de uma família judia.

Desde criança Grigori, distinguiu-se por sua aptidão para as matemáticas, havendo conseguido entrar no Círculo do Palácio de Pioneiros de Leningrado, hoje São Petesburgo, Russia. Ali aprendeu a falar francês e inglês, língua esta última necessária para entrar aos 14 anos de idade no famoso Liceu 239 de Leningrado, especializado em física e matemáticas.

Posteriormente entrou na Facultade de Matemáticas da Universidade Estatal de Leningrado que não aceptava mais de dois estudantes judeus por ano. Ali concluiu seus estudos distanciado da realidade, já que sua mãe e mestres não permitiram que ele desse conta que vivia num regime comunista que recusa os judeus e que o podia ser em muitos sentidos ser um mundo injusto e cruel.

Em 1996 recusou o prémio para matemáticos menores de 32 anos que lhe outorgou a Sociedade Matemática Europeia, e deixou de ter contacto com a comunidade científica, até que em 2002 publicou um novo trabalho na internet, e depois uma segunda publicação na rede em 2003 e uma terceira em 2004.

A Conjectura de Poincaré

Tratava-se da demonstração da conjectura de Poincaré (aberta à mais de 109 anos), um dos sete problemas matemáticos sem resolução que os cientistas seleccionados pelo Instituto Clay tentavam resolver, tendo como prémio um milhão de dólares.

Perelman, o homem que o conseguiu, decidiu 

el hombre que lo consiguió, decidió rechazarlo, para no convertirse, según dijo, en un “mono de feria”. Tal rechazo estuvo precedido por insinuaciones publicadas en el New York Times de que sólo había hecho su trabajo para ganar el millón de dólares de recompensa, lo que para Grisha además de ser totalmente falso, era un insulto ya que él había empezado a trabajar en el tema antes de la selección hecha por el Instituto Clay y nunca había tenido especial interés por el dinero.

Grigori, desilusionado por considerar estas acciones deshonestas en el mundo de los matemáticos que él creía perfecto y puro, por tratar una ciencia exacta, donde algo o es verdad o es mentira y donde no hay posición intermedia entre correcto o incorrecto, regresó a San Petesburgo y en 2005 anunció su retiro.

Ya en el aislamiento, en 2006 rechazó la Medalla Fiels, que puede considerarse el Nobel en Matemáticas. A mediados de este año 2010 rechaza finalmente aceptar el premio de un millón de dólares ofrecido por el Instituto Clay.

Grisha a sus 44 años vive humildemente en Kupchino, un barrio al sur de San Petesburgo, en un pequeño departamento que comparte con su madre quien es pensionada; de vez en cuando asiste a la ópera y a conciertos de música clásica. Se gana la vida impartiendo clases particulares y lejos de ser autista o padecer algún problema mental, el matemático está convencido de que debe existir un lugar ideal donde las debilidades humanas no tengan cabida.

Según David, uno de sus mejores amigos, él es un hombre espiritual que ora cada noche y que se encuentra trabajando en otro gran desafío: la demostración matemática de la existencia de Dios de la que él está convencido.

Fonte: AQUI

É possível não servir a Deus, servindo?

“Aconteceu estar descendo pela mesma estrada um sacerdote. Quando viu o homem, passou pelo outro lado. E assim também um levita; quando chegou ao lugar e o viu, passou pelo outro lado.” (Lucas 10.31-32)

Veja esses dois homens. Um sacerdote e um levita. Ambos representantes importantes e característicos da religião judaica, do culto do templo. Perguntado sobre como viver e agradar a Deus, ou como viver para obter a vida eterna, ou sobre como viver e experimentar o Reino de Deus (os temas são coincidentes), Jesus lançou mão da imagem desses dois homens da fé. E com isso demonstrou que é possível nos desviarmos da vontade de Deus pensando estarmos justamente fazendo a vontade de Deus. Aqueles dois homens, na narrativa de Jesus, passando pelo caminho viram o homem em profunda necessidade. Ele corria risco de morte, havia sido agredido e abandonado. Estava ferido. Mas os dois religiosos, vendo-o, passaram de lado. Por quê?

Um motivo quase certo era o fato de que, segundo criam e seguindo a tradição, caso tocassem em sangue ficariam impuros e precisariam submeter-se a ritos de purificação. E até que se completassem os dias de sua purificação, não poderiam entrar no templo e participar da liturgia. Não poderiam “servir a Deus”. Não havia dúvida: entre servir àquele homem que talvez até tivesse merecido o mal que lhe sobreveio, um desconhecido, e servir a Deus, eles obviamente escolheram servir a Deus. A fé que tinham em Deus era de um tipo mais caracterizado pela relação com o invisível do que com o visível. Mais apegada a ritos que a atitudes amorosas. Mais inclinada a acreditar no sagrado como um espaço reservado do que uma experiência relacional. E surge nisso uma categoria que coloca Deus de um lado e as pessoas de outro. Para se ser fiel a Deus seria necessário deixar de lado as pessoas.

Jesus estava ensinando a um mestre da lei, que mesmo sabendo tanto da “palavra de Deus”, havia se perdido de Deus. Um homem tão certo sobre como fazer a vontade de Deus que a contrariava cegamente. Desviar-se da vontade de Deus “crente” que estava em harmonia com ela. Um tipo de erro do pior tipo, porque normalmente só nos damos conta dele depois de muito tempo. Quando nos damos! É o mesmo de pais que fazem mal aos filhos mas desejavam fazer o bem. Movidos por suas certezas, entregam um amor que é desamor. Como não errar assim em nossa espiritualidade? Precisamos nos voltar para a simplicidade do Evangelho e perceber que não podemos servir a Deus de outra forma que não o serviço às pessoas. Que não podemos amar a Deus sem amar as pessoas. Que não fomos chamados para julgar, mas para amar e servir. Se é possível não servir a Deus, pensando estar servindo? Sim, com certeza. E acontece o tempo todo. Devemos ter cuidado!  

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

celestial

"A Terra é bela, muito além de qualquer descrição. Deus deve amar-nos muito para providenciar um planeta tão perfeitamente afinado para a existência de vida, no meio do que parece ser um universo vazio. Enquanto desfruto da vista e o conforto da Sua doce presença, estou convicto de que servimos um Pai celestial incrivelmente amoroso. Mais tarde, enquanto decorria a minha experiência no espaço, fiquei convencido que Deus também é inacreditavelmente poderoso para ter criado um Universo tão vasto e magnífico" - declarações do astronauta Joe Tanner na sua missão espacial a bordo do vaivém Atlantis.

A Bíblia diz que "o céu proclama a glória de Deus, o firmamento anuncia a obra da sua criação. Cada dia transmite mensagem ao dia seguinte e cada noite dá conhecimento à outra noite. Não pronunciam discursos, nem palavras, nem fazem ouvir a sua voz. Contudo, a sua proclamação chega até ao fim do mundo e a sua mensagem é ouvida nos confins da terra" (Salmo 19.1-5).

O nosso Deus é grande e poderoso! Ainda assim, preocupa-se consigo e comigo. O seu amor é tão vasto e tão profundo quanto o Universo que criou. "Deus amou o mundo de tal modo que entregou o seu Filho único, para que todo o que nEle crer não se perca, mas tenha a vida eterna" (João 3.16). Que toda a Terra louve a este grande Deus!

o que Jesus diz de ti

Uma mulher traiu o seu marido com outro homem. "A lei de Moisés diz que esta mulher deve ser castigada pelo mal que fez. Ela deve ser apedrejada!" - diziam os fariseus. - "E tu Jesus, o que dizes?"

Há uma diferença abismal entre o que as pessoas pensam e o que Deus pensa. "Porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos" (Isaías 55.9).

Jesus sabia que a mulher tinha cometido um pecado grave mas não se juntou àqueles homens, nas acusações que lhe faziam. Ele conhecia também as más intenções no coração dos que a acusavam. Sabia que eles não estavam imunes à condenação. Cheio de sabedoria, Jesus tomou uma postura de amor, de perdão e de graça. Ele revela-nos o coração de Deus diante dos nossos erros.

Pode parecer estranho, mas saber que os nossos erros nos desqualificam a ter um relacionamento com Deus é o primeiro passo para que Ele se achegue a nós. É importante percebermos que não andamos com Deus por mérito, mas apenas pela graça e perdão de Deus. Este é o momento certo para procurares Deus! Não esperes pela perfeição porque esse dia nunca chegará! Jesus não veio para os perfeitos, mas para os imperfeitos. Ele próprio disse: "Eu não vim a chamar os justos, mas os pecadores, ao arrependimento" (Mateus 9.13).

Jesus ama-te e diz-te o mesmo que disse àquela mulher: "Eu não te condeno, por isso podes voltar para casa em paz. E daqui em diante não tornes a pecar" (Jo 8.11).

quinta-feira, 24 de outubro de 2019

o pastor não trabalha


Se um Professor estuda, se prepara e dá uma aula de 45 minutos, ele está trabalhando. Se um Pastor estuda, se prepara e prega uma mensagem de 45 minutos, ELE NÃO TRABALHA.

Se um Psicólogo atende e aconselha pessoas, ele está trabalhando. Se um Pastor atende e aconselha pessoas, ELE NÃO TRABALHA.

Se um Administrador se organiza, faz reforma, contrata mão de obra, e gerencia uma empresa, ele está trabalhado… Se um Pastor se organiza, faz reforma, contrata mão de obra e gerencia uma igreja, ELE NÃO TRABALHA.

Se um contabilista faz os cálculos, economiza, equilibra as finanças e faz investimentos, ele está trabalhando… Se um Pastor faz cálculos, economiza, equilibra as finanças e faz investimentos na igreja, ELE NÃO TRABALHA.

Se qualquer um desses tirar férias, é justo, afinal, eles trabalham… Já um pastor não pode tirar férias, não deve receber salário, e não merece respeito… Afinal, ELE NÃO TRABALHA.

VALORIZE SEU PASTOR!

VIDA DE PASTOR:
PASTOR É ALVO DAS MAIS DESENCONTRADAS OPINIÕES…

*Se o Pastor é activo... – É ambicioso
*Se é calmo... – É preguiçoso
*Se o Pastor é exigente... – É intolerante
*Se não exige... – É displicente
*Se o Pastor visita... – É incómodo
*Se não visita... – É irresponsável pelas ovelhas
*Se o Pastor fica com os jovens... – É imaturo
*Se fica com os adultos... – É antiquado e ultrapassado
*Se fica com as crianças... – É infantil
*Se procura atualizar-se... – É mundano
*Se não atualizar-se... – É mente fechada
*Se o Pastor cuida da família... – É descuidado com a Igreja.
*Se o Pastor cuida da Igreja... – É descuidado com a família
*Se prega pouco... – É que não tem mensagem
*Se prega muito... – É enfadonho
*Se não tem boa oratória... – É despreparado
*Se tem boa oratória... – É exibido
*Se procura agradar a todos... – É sem personalidade
*Se é positivo, e procura corrigir... – É parcial
*Se o Pastor se veste bem... – É vaidoso
*Se veste mal... – É relaxado
*Se não sorri... – É cara dura
*Se o Pastor ri... – É irreverente
*Se realiza programas novos... – É que só quer viver de promoções
*Se não realiza... – É que não tem ideias
*Se o Pastor é alegre... – É sem linha
*Se chora no púlpito... – É chorão
*Se o Pastor organiza trabalho... – É explorador do rebanho
*Se não organiza... – É que não dá trabalho ao rebanho
*Se o Pastor fala alto... – É irritante
*Se fala baixo... – É um coitado, não tem voz activa
*Se o Pastor prega na rua... – Está baratiando o evangelho
*Se só fica na igreja... – É acomodado nas quatro paredes
*Se o pastor está triste, já dizem que perdeu a fé.
*Se o pastor fica doente, é porque está na carne.

Ser Pastor é um tremendo desafio!

É uma questão de chamada e de entrega.
O Pastor é uma pessoa, que tem sentimentos!
Entenda o seu Pastor!

O Pastor é um ser humano que precisa das ovelhas, tanto quanto precisamos dele. É o portador das Boas Novas.

Ame e entenda seu Pastor.

Ore e apoie o seu Pastor. Ele é carente de oração.

“E dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, os quais vos apascentarão com ciência e com inteligência.” (Jeremias 3:15)

sexta-feira, 4 de outubro de 2019

Pastor chamado ou “chamado pastor”


O ministério pastoral é um dos ofícios mais excelentes que existem na sociedade. O pastor é o médico da alma e como tal vive a disposição do seu rebanho vinte e quatro horas por dia, pois não sabe em que momento determinado pessoa irá suplicar-lhe por socorro. No exercício de seu chamado ele acaba sendo psicólogo, terapeuta, conselheiro, pai, árbitro, etc. Quando sobe no púlpito ele é um autêntico profeta; quando pede para as pessoas abrirem as suas Bíblias e aplica um texto com fidelidade, ele está dizendo “assim diz o Senhor”, ou seja, é o próprio Deus falando com a sua igreja. Por isto que o apóstolo Paulo escrevendo ao jovem pastor Timóteo, antes de falar sobre as qualificações necessárias para quem também deseja ser um, ele vai dizer o seguinte: “… se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja.” (1 Tm 3.1). Ser pastor é uma bênção divina!

Existem inúmeros pastores, homens que em algum momento de suas vidas reconheceram o seu chamado e foram consagrados ao ministério. Por mais que as igrejas sejam criteriosas no exame do obreiro utilizando como parâmetro nada mais nada menos que a própria Bíblia, é impossível autenticar o chamado de alguém. Como não aceitar um testemunho contundente acerca do chamado ao ministério pastoral de um candidato que cumpre todos os pré-requisitos para a sua consagração? Na verdade, só Deus, que conhece o homem a fundo poderá confirmar ou não este chamado. É por isto que dentre estes homens existem os “pastores chamados” e os “chamados pastores”. Como identifica-los, principalmente pelo fato de ambos serem humanos e como tais, sujeitos a todo o tipo de falhas e imperfeições?

O pastor chamado estará sempre pronto a ir onde o seu Senhor mandar, mesmo que este lugar seja uma terra seca e árida. Ele utilizará sempre a Bíblia como única regra de fé e prática para conduzir o seu rebanho e jamais a substituirá por qualquer outro pensamento ou filosofia, ainda que estejam fazendo sucesso e dando resultados positivos em outros lugares. Jamais permitirá que o seu ministério se transforme em um mero emprego; trabalhando apenas pelo salário que receberá no final do mês ou supervalorizando o que faz a fim de receber um acima da média. Este pastor, mesmo entendendo que depende totalmente do Senhor, procura estar atualizado e medita dia e noite na Palavra do Senhor a fim de poder oferecer um alimento sólido para o seu rebanho. Este líder ensina dando o exemplo, assim como fez o Mestre. Ele tem cheiro de ovelha, pois são elas que dão sentido ao seu ministério. Este verdadeiro homem de Deus é capaz de chorar junto dos que choram e se alegrar com aqueles que estão felizes. Não faz acepção de pessoas, em hipótese alguma, tratando-as de igual modo, independente de suas condições socioeconómicas. Busca incansavelmente ser um imitador de Cristo ainda que reconheça que jamais chegará à perfeição. Os pastores chamados também são aqueles que estão nas estatísticas como os que mais sofrem, mas adoecem físico e emocionalmente, pois se doam por inteiro aquele que os convocou para toda a boa obra. Quanto aos “chamados pastores”, estes também hão de receber a sua recompensa, pois estão lidando com vidas que são a menina dos olhos de Deus.

À vista disso, afirmo enfaticamente que haverá uma recompensa para todos vocês amados pastores chamados. Deus, o justo juiz, julgará a causa de cada um dos senhores. Ainda que não haja qualquer tipo de reconhecimento humano, saibam que Jesus está contemplando todo o esforço, dedicação, abnegação, empenho e amor que têm demonstrado em sua obra. Dentre tantas recompensas, assim cremos, quem sabe os seus nomes não venham a ser inseridos também naquela lista honrosa da carta aos Hebreus, capítulo onze: “… (Homens) dos quais o mundo não era digno” (Hb 11.38a). No final de tudo, ouviremos um coro em uníssono de todos vocês afirmando categoricamente que valeu a pena ter sofrido tanto por amor a Cristo. (1Co 15.58).

O Reino do Amor

“Ele respondeu: ‘Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todas as suas forças e de todo o seu entendimento’ e ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’. Disse Jesus: Você respondeu corretamente. Faça isso, e viverá.”  (Lucas 10.27-28)

O caminho do Reino, o seguimento a Jesus, se realiza assim: Amando a Deus e ao próximo. Um amor que envolve todo o ser na relação com Deus. Que perpassa todas as dimensões da vida. Um amor que não se contenta com liturgias e que torna sagrada a vida e não um templo. Um amor redefinidor de conceitos, um amor que nos faz perguntas e não se contenta com desculpas. “Onde está o teu irmão?” (Gn 4.9). A fé cristã é revolucionária pois nos chama de volta para o amor, nós que vivemos e sobrevivemos do poder. O poder de ter, de conhecer, de parecer, de pertencer… A fé cristã nos diz que forte mesmo são os fracos, capazes mesmo são os que pouco sabem. Pois o amor repensa o mundo!
Na fé cristã somos chamados para amar porque Deus nos amou. Fomos e somos amados por Ele como jamais seremos amados. A fé cristã é a fé no amor de Deus. A missão cristã é, neste mundo, ser veículo do amor de Deus, para que cada pessoa consiga perceber que não foi esquecida e não é rejeitada por Deus. A adoração cristã é viver diariamente a missão cristã. Não é dizer coisas bonitas ou mesmo corretas sobre Deus. Ele, diferente de nós que precisamos ser animados e reconhecidos, não precisa! Honrá-lo com palavras só é honrá-lo quando o honramos com nossas atitudes motivadas pelo amor. 
No amor a Deus somos inspirados a ser santos. No amor ao próximo somos chamados a ser servos. Uma santidade que se processa pelo esvaziamento do nosso ego e o enchimento de nosso ser com a comunhão, com a presença de Deus e do próximo. Um serviço que torna o outro recebedor das bondades que encontramos no amor de Deus. Há tanto para se pensar e considerar sobre essa vida de amor! Mas o que precisamos mesmo é amar. Dar o primeiro passo e diariamente seguir dando os passos de amor a Deus e ao próximo. Que orar, cantar, contribuir e tudo mais sejam movimentos de amor em nossa vida. Que nossa vida seja cristã! Que seja cheia de amor, pois o Reino para o qual fomos levados por Cristo é o Reino do amor. 
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Evangélicos estão mais preocupados com dinheiro do que com questões morais, revela pesquisa


O debate público sobre questões morais envolvendo temas como o aborto, ideologia de género, união homossexual, liberalismo teológico, educação familiar e outros, parece não ser tão importante para os evangélicos quanto a preocupação com finanças e saúde, segundo uma pesquisa publicada recentemente.

O estudo foi publicado pela Comissão de Ética e Liberdade Religiosa da Convenção Batista do Sul, nos Estados Unidos, mas a sua realização foi do Instituto LifeWay Research. Os resultados chamaram atenção até mesmo de quem acompanha o debate público no meio religioso.

“Nossos entrevistados nos surpreenderam com o quão pouco pareciam se importar com causas tipicamente evangélicas“, escreveu Paul Miller, professor da Universidade de Georgetown, em um relatório onde analisou os dados da pesquisa.

Entre os entrevistados estiveram pessoas com crenças evangélicas (933), mas que não se apresentavam como evangélicos, e os que se identificam como cristãos evangélicos (1.001) abertamente. Todos tiveram que responder “quais são as três maiores preocupações em políticas públicas”.

Os dois grupos responderam que a “assistência médica” é a maior preocupação, representando 51% do total, enquanto que 49% dos que se identificaram como evangélicos e 46% com crenças evangélicas a maior preocupação foi com a “economia”.

Apenas 33% de ambos os grupos elegeram a  “liberdade religiosa” como uma questão de importância para eles. O índice cai para 28% quando o assunto é “aborto”.

“Os evangélicos brancos têm muito mais probabilidade de listar o aborto, a liberdade religiosa, a segurança nacional ou a imigração como uma preocupação principal do que os evangélicos afro-americanos ou protestantes negros”, disse Miller em seu relatório.

“Os afro-americanos são mais propensos a listar a ajuda aos necessitados, assistência médica e injustiça racial. Os evangélicos que frequentam a igreja com mais frequência têm menos probabilidade de dizer que ajudar os necessitados é uma das principais preocupações. Em 11% deles, os evangélicos brancos são os menos propensos a dizer que a injustiça racial é uma das principais preocupações”, conclui.

Com Informações do Instituto LifeWay Research/Gospel Mais

Que tipo de pastor eu sou?


Ser pastor é transitar por uma vocação e não por uma vacação. O pastor é um  homem chamado por Deus para a excelente obra do ministério. Então, pastorado não é profissão, mas vocação com implicações físicas, emocionais, éticas e espirituais. O fato de ser pastor passa pelo crivo de Deus. Deus não convoca ocioso, mas ocupado. Deus não quer trabalhar com mascote, mas com um homem segundo o Seu coração que apascente o Seu povo com ciência e inteligência (Jeremias 3.15). O pastor é um homem que se dispõe a servir com o amor de Jesus Cristo, o nosso Supremo Pastor. Sabemos que ministério pastoral não é aventura. Não é uma moda e nem um status. O pastor autêntico é aquele que se regozija com a honra de Cristo Jesus. A honra do ministério é do Senhor que nos comprou com o Seu precioso sangue e nos chamou com uma santa vocação (1 Pedro 1.18).

Que tipo de pastor eu sou? Acomodado, descansado, preguiçoso, inseguro, fraco na liderança, medroso para tomar decisões, tímido, acanhado, orgulhoso, vaidoso, frio, rancoroso, de visão estreita, invejoso, aproveitador? Que tipo de pastor o Senhor quer que eu seja? Certamente amoroso, manso, humilde, que tenha auto-domínio, equilibrado, estudioso da Palavra, relacional, misericordioso, firme na doutrina, que faz a obra de um evangelista, curioso para aprender, firme na fé, obediente, santo, justo, visionário, proativo, íntegro, encorajador, motivador, amante dos livros, que tenha paixão pelas pessoas, missionário, paciente e  piedoso.

Como pastor, preciso submeter-me ao senhorio de Cristo, ter o discernimento do Espírito, evitar brincar no púlpito, ser respeitoso, homem de oração, homem da intimidade com o Senhor. O autêntico obreiro de Deus é um homem comprometido  com a mensagem da cruz, com o evangelho genuíno às raias da morte. Também, é um treinador de pessoas formando-as para exercerem o ministério da igreja local, pois não há sucesso sem sucessor. O obreiro de Deus é assíduo e pontual. Cumpre seus compromissos com muita seriedade. É um exemplo dos fiéis na palavra, no trato, no amor, no espírito, na fé, na pureza (1 Timóteo 4.12). Seus relacionamentos são pautados pelo respeito e consideração. Uma das marcas indeléveis do pastor é a autenticidade. Não é um homem de coração dobre, mas de um coração inteiro.

Exige-se do pastor genuíno que ele seja um excelente esposo, pai, filho, irmão e cidadão. Que ele cumpra todos os seus compromissos. Que a ninguém deva nada a não ser o amor fraterno com que deve amar o próximo (Romanos 13.8). O ministro é um homem íntegro, puro, sério e generoso. O homem de Deus é um ser que está disposto a morrer pelo Evangelho. Está pronto a dar o melhor de si pela causa de Cristo Jesus (Atos 20.24). Ele pode dizer como Paulo: “Para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro” (Filipenses 1.21). É um homem crucificado com Cristo Jesus (Gálatas 2.20). Que vive o fruto do Espírito Santo (Gálatas 5.22,23).

O homem chamado por Deus para a obra gloriosa do ministério não está preocupado com dinheiro. Ele sabe que ao cuidar muito bem do rebanho de Deus, o mesmo Deus cuidará muito bem dele. Ele foge da vaidade da mocidade. Não fica ansioso. Não é inseguro em relação às situações de carência financeira. Ele tem convicção de que Deus suprirá todas as suas necessidades em Cristo Jesus (Filipenses 4.19,20). Ele é um homem que tem a sua satisfação em Deus e descansa na Sua fidelidade. Não teme o futuro porque o Senhor já está lá. O homem de Deus é o homem da Palavra e de palavra. Ele ama a Palavra de Deus como o salmista expressa: “Oh, quanto eu amo a Tua Lei. Ele é a minha meditação todo o dia” (119.97).

 O tipo de pastor que o Pai exige é o de Cristo Jesus. Ele deu a Sua vida por nós na cruz. Ele é o princípio e o fim do ministério. O pastor não depende de homens, mas de Deus. Não faz negociata para ficar em determinada igreja. Ele tem a corda no pescoço e não na barriga.Ele está absolutamente comprometido com o Deus Provedor e Protetor. Com Aquele que é toda a sua suficiência. Ele também pode dizer como Paulo: “Posso todas as coisas naquele que me fortalece” (Filipenses 4.13). Ele não busca cargos, mas cargas.

Que tipo de pastor eu sou? Conformado com o Senhor Jesus na Sua vida e na Sua morte? Tomando a cruz e seguindo-O? (Mateus 16.24-27). Deixando todo o embaraço e o pecado que tenazmente o assedia, ele corre com perseverança a carreira que lhe está proposta, olhando para Jesus, o Autor e Consumador da fé (Hebreus 12.1,2). A maior aspiração do verdadeiro pastor é parecer-se com o Senhor Jesus. O que o pastor genuíno deseja, acima de tudo, é glorificar Aquele que lhe deu a vida física, a salvação, vocação, família, igreja e as demais coisas. Como pastor que eu seja o tipo de Cristo Jesus!

Pr. Oswaldo Luiz Gomes Jacob

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Plena confiança

“Porque os olhos do Senhor estão sobre os justos e os seus ouvidos estão atentos à sua oração, mas o rosto do Senhor volta-se contra os que praticam o mal. Quem há de maltratá-los, se vocês forem zelosos na prática do bem? Todavia, mesmo que venham a sofrer porque praticam a justiça, vocês serão felizes. Não temam aquilo que eles temem, não fiquem amedrontados.” (1 Pedro 3.12-14)

É importante entendermos no que estamos a crer. Pois talvez alguém acredite que Pedro está a afirmar que “tá tudo dominado”! Como costumamos dizer, de forma genérica e sem claramente considerarmos o significado, “Deus está no controlo”. E, sendo assim, tudo dará certo para os justos e os injustos vão se dar mal. O justo vai orar e Deus vai atender, ao contrário dos que praticam o mal que enfrentarão o desprezo de Deus. E, comprometidos em fazer o bem, nenhum mal vai nos alcançar. Não creio que fossem essas as convicções do apóstolo ao escrever essa carta. Ele mesmo sofreu prisões e enfrentou injustiças. O que ele então estaria afirmando com o que disse e como devemos compreender sua mensagem? O que devemos esperar de Deus no curso de nossa vida e que certezas podemos ter?
À luz do Evangelho, diante do que Jesus nos ensina e considerando o significado das Escrituras como fonte de revelação para nós, creio que o apóstolo está a incentivar-nos a olhar para a vida com esperança, seguros quanto ao cuidado de Deus, mesmo quando formos atingidos por sofrimentos. Sua mensagem não é triunfalista e muito menos ufanista. Podemos ter certeza de que Deus vê, sabe e não confunde pessoas comprometidas com o que é justo com pessoas que acostumaram-se a praticar o mal. Não nos ocultamos de Deus com nossas palavras e o facto de ninguém saber não significa que Deus não saiba. Todavia, como Deus reage diante da vida? Ele tem um jeito muito próprio. Nosso padrão de justiça não atende Seus critérios. Não concordaremos com Ele muitas vezes e pode ser que Seu silêncio ou omissão a respeito de algo nos pareça inaceitável. Mas somos desafiados a confiar em Deus. Mesmo praticando o bem, podemos nos dar mal nesse mundo de injustiças. Mas isso não deve abalar nossa certeza de que Deus sabe bem o que está a fazer.
Esse é um lado difícil de nossa fé: não podemos controlar Deus e fazê-lo corresponder aos nossos anseios. Jesus disse que teríamos aflições neste mundo (Jo 13.33). Nosso chamado é para confiar e manter o ânimo. Não nos desesperarmos. É certo que há muitas bênçãos em nossa vida, há muitos milagres presentes no quotidiano, muitos mesmo, que nem vemos. Deus é sempre muito gracioso e está por perto. Mas as dores e frustrações fazem muito barulho aos nossos ouvidos. Somos orientados pelo apóstolo a lidar bem com a vida porque nossa fé se manifesta por meio do nosso modo de viver e conviver. Pela maneira como lidamos com a vida, que pode nos surpreender. Mesmo não tendo certezas ou garantias quanto a esta vida, podemos ter certeza de que estamos sob o olhar atento do nosso Pai Celeste. Ele sabe o que faz e nos ama. Podemos sofrer pressões, mas não precisamos desanimar. Podemos ficar perplexos com o mal, mas não precisamos nos desesperar. Jamais seremos abandonados. Poderemos ser abatidos, mas não seremos destruídos. (2 Co 4.8-9)

sábado, 28 de setembro de 2019

'Religião e política se misturam desde sempre', afirma teólogo


Se acha que religião é uma experiência privada em que simplesmente um ser humano tem uma conexão com o divino, então não faz sentido misturar religião com política. O problema é que religião não é só isso. Religião é principalmente uma questão de identidade, muito mais do que de fé ou prática. Quando alguém diz “sou muçulmano” ou judeu ou cristão, está a formular tanto uma definição de sua fé quanto uma definição de sua identidade. Está a falar sobre quem é, como vê o mundo, como compreende o seu lugar nele. Em questão de identidade, religião é profundamente entrelaçada com todos os outros aspectos da identidade de uma pessoa: cultura, etnia, género, orientação sexual, e, claro, orientação política. Então simplesmente não faz sentido divorciar religião da política. Fazer isso não é democrático. É óbvio que podem haver problemas, especialmente uma vez que religião diz muito respeito a “mandamentos”, enquanto a política (pelo menos em teoria) supõe-se ser a respeito de compromissos. Mas, se o Estado oferecer liberdade de culto, então não se pode esperar que a religião se separe da política. De todo modo, é preciso assegurar protecções para aqueles que não compartilham da religião maioritária ou que não têm nenhuma religião.

Apenas uma visão ingénua ou excessivamente laicizada refutaria o modo entrelaçado com que religiosidade e política se misturam. Desde o século XVI, para não retroagirmos tanto, são muitos os exemplos de uma relação imbricada entre crenças e posicionamentos políticos.

A fé, mais do que fenómeno individual, é manifestada colectivamente e, portanto, está na vida pública.

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

suicídio


Anualmente, perdem-se trinta e cinco milhões de anos de vida, em todo o mundo, devido à mortalidade provocada pelo suicídio. A estimativa é do Global Burden of Disease, que calcula o impacto global das mais variadas causas de morte e é promovido pelo Institute for Health and Metrics Evaluation, uma instituição norte-americana financiada pela Fundação Bill e Melinda Gates.

Em 2016, registaram-se 7,3 óbitos por cada 100 mil habitantes (enquanto a média europeia ronda os 11). No ano seguinte, houve um ligeiro aumento, mas não foi significativo – registaram-se oito mortes por cada 100 mil habitantes (em números absolutos, traduz-se em 1 061 suicídios).

Mais detalhes em CLIQUE AQUI

Artigo sobre suicídio postado no Blog da IMW Portimão: clique AQUI

Geólogo aponta evidências de que o Dilúvio foi real: "A palavra de Deus é verdadeira"

Geólogos da Universidade de Wisconsin-Milwaukee (EUA) encontraram as árvores fossilizadas enquanto realizavam pesquisas em uma encosta coberta de gelo.


Árvores fossilizadas foram encontradas nos Montes Transantárticos da Antártica. (Foto: Copyright © 2017/ E. Gulbranson)

Diante da recente descoberta de tocos de árvores fossilizadas em uma montanha na Antártida, um geólogo cristão aponta as evidências que confirma o relato bíblico sobre o Dilúvio.

Os geólogos da Universidade de Wisconsin-Milwaukee (EUA), Erik Gulbranson e John Isbell, encontraram as árvores fossilizadas enquanto realizavam pesquisas em uma encosta coberta de gelo. No total, eles coletaram fragmentos de 13 árvores.

Escrevendo para o Instituto de Pesquisa de Criação (ICR, na sigla em inglês), Clarey afirma que esta evidência não surpreende aqueles que conhecem a Palavra de Deus.

“As árvores foram encontradas nos Montes Transantárticos da Antártica e incluem uma mistura de árvores de folhas perenes, árvores decíduas e ginkgos. Esta descoberta não deve ser nenhuma surpresa para aqueles que tomam Gênesis como uma história literal”, disse o geólogo.

Os fósseis descobertos revelam que as árvores têm mais de 260 milhões de anos de idade, revelando que esta floresta cresceu no final do período permiano, antes dos primeiros dinossauros. “Esta floresta é um vislumbre da vida antes da extinção, nos ajudando a entender o que causou o evento”, disse Gulbranson.

“O período do Permiano terminou há 251 milhões de anos na maior extinção em massa da história, já que a Terra se transformou rapidamente de uma geladeira para as condições de estufa”, explica o relatório da Universidade de Wisconsin-Milwaukee. “Mais de 90% das espécies na Terra desapareceram, incluindo as florestas polares”.

Os cientistas seculares não estão seguros do que desencadeou o evento de extinção no final do Período Permiano, mas Clarey acredita que a calamidade que enterrou as árvores na Antártida foi o Grande Dilúvio descrito em Gênesis.

“A Bíblia descreve claramente uma inundação global que afetou todas as massas terrestres — por que a Antártica deveria ser uma exceção?”, questiona.

Como as árvores não conseguem sobreviver ao atual clima frio da Antártica, a descoberta dos fósseis indica que as condições climáticas do continente eram mais quentes e úmidas no passado. Esta evidência se alinha com a visão de que o clima da Terra era mais quente e mais ameno antes da Grande Inundação.

A condição das árvores fossilizadas — preservadas com traços de proteínas e aminoácidos ainda intactos — continua fazendo sentido se as árvores foram atingidas pelo Dilúvio alguns milhares de anos atrás, defende Clarey.

“Como as proteínas e os aminoácidos originais poderiam sobreviver por milhões de anos?”, questiona o geólogo. “A comunidade de ciência secular não tem respostas viáveis ​​para explicar achados notáveis ​​como estes”.

Embora Gulbranson e Isbell acreditem que as árvores recém-descobertas tenham milhões de anos, Clarey diz que os fósseis “contam uma história diferente e muito mais recente, que se encaixa no relato bíblico de uma inundação global há apenas milhares de anos”.

“Essas árvores foram enterradas rapidamente durante o Dilúvio global descrito em Gênesis”, o geólogo cristão argumenta. “Os animais e plantas tropicais foram apanhados e rapidamente enterrados nas cinzas, lamas e areia que os soterraram neste evento cataclísmico. Esses fósseis nos lembram que a Palavra de Deus é verdadeira”.

FONTE: https://guiame.com.br/gospel/noticias/geologo-aponta-evidencias-de-que-o-diluvio-foi-real-palavra-de-deus-e-verdadeira.html?fbclid=IwAR1kZ3sxHpIe95jqrMeBlh5vKVnPkvRLkEGbFCy_J7I2Gm0EV-Phz0WFl4Q

quarta-feira, 21 de agosto de 2019

chamadas grátis e ilimitadas

Deus coloca à nossa disposição uma linha directa para falarmos com Ele. Podemos comunicar-nos com Deus a qualquer hora do dia ou da noite, sem qualquer custo, sem perder o sinal de rede e com uma bateria que nunca acaba. A tecnologia do Céu é muito mais acessível e avançada do que a nossa.

Quando não souber o que fazer, a quem pedir ajuda ou simplesmente se quiser falar com alguém: ore! Veja o que a Bíblia diz sobre este assunto: "A oração feita por um justo pode muito nos seus efeitos" (Tiago 5.16), "Porque os olhos do Senhor estão sobre os justos, e os seus ouvidos atentos às suas orações" (I Pedro 3.12), "Vivam permanentemente em oração e dêem graças a Deus por tudo pois esta é a vontade de Deus a vosso respeito, em união com Cristo Jesus" (I Tessalonicenses 5.16-18).

Deus atende à sua chamada pois Ele está permanentemente disponível para si. Contudo, tem de ser você a procurar, como diz a Palavra: "Peçam e Deus vos dará; procurem e hão-de encontrar; batam à porta e ela há-de abrir-se-vos, pois aquele que pede, recebe; aquele que procura, encontra; e a quem bate, a porta se abrirá" (Mateus 7.7,8)

Texto auxiliar: Salmo 63

relacionamento divino


Num destes dias estava a pensar sobre algumas situações, e observo a quantidade de cristãos que alimentam o seu "homem interior" (espírito) somente aos domingos (no dia da reunião principal da igreja), ou baseiam a sua vida cristã em cultos. Não são capazes de orar, adorar e ler a bíblia durante a semana, em tempos devocionais pessoais. 

E se por algum motivo não é possível ir aos cultos, como será a sua vida espiritual? Precisamos de alimentar o nosso "homem interior" diariamente, assim como alimentamos o nosso corpo diariamente.

E, se possível, não deixar de congregar. Há grande poder espiritual que é libertado do Céu quando a Igreja se reúne para adorar. Esta foi a instrução do apóstolo Paulo - que não deixássemos de nos congregar. É quando a Igreja se reúne que podemos ser edificados e edificadores uns para com os outros.

Por isso, tenha tempo devocional diário, mas também congregue!

segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Poligamia é natural, diz investigador

Poligamia é natural, diz investigador, que explica diferenças de género com ciência e história




A poligamia é natural no ser humano e a monogamia foi criada para a mulher, diz o investigador português Rui Diogo, que usa a ciência e a história para explicar a relação entre géneros.

"Se a monogamia fosse natural não tínhamos que fazer leis e matar pessoas por causa da poligamia. Não se fazem leis para dormir ou para beber. Mas matam-se pessoas por não serem monogâmicas", defende o especialista em biologia evolutiva e antropologia, investigador e professor na Faculdade de Medicina da Universidade de Howard, em Washington, nos Estados Unidos, autor de mais de uma centena de artigos em revistas como a Nature e autor ou coautor de mais de uma dúzia de livros.

Numa palestra em Lisboa, a primeira de uma série que está a dar em várias cidades de Portugal, Rui Diogo garantiu que "não há fundamentos biológicos para a monogamia", afirmando que na natureza nenhuma espécie é monogâmica, incluindo algumas apontadas como tal (algumas aves). As fêmeas dos chimpanzés, que se assemelham ao ser humano, relaciona-se com uma média de oito machos por mês, disse.

Nas palavras do investigador, a poligamia acontece hoje em todas as tribos da amazónia e uma das "provas" de que sempre foi assim no passado nas espécies que se estudam, afirma, é o dimorfismo (características físicas diferentes, como o homem ser mais alto do que a mulher). "Os ossos podem dizer se os animais eram monogâmicos", afirma.

Estudando em profundidade outras espécies conclui-se também que não há uma única em que 8% a 10% dos indivíduos não sejam homossexuais (há uma espécie de morcegos em que chega a 35%), a mesma percentagem que se admite para o ser humano, e que tal acontece naturalmente, em todas as espécies.

Partindo da biologia e da história o investigador explica depois que o machismo e a diferença entre géneros fazem parte do passado recente da humanidade, que há estudos que indicam que 90% da comida era providenciada pela mulher no tempo dos humanos caçadores/recoletores, e que com a agricultura e as religiões surgiu a imposição da monogamia, mas apenas para a mulher.

"Com a agricultura surge o conceito de propriedade. Os meus animais, a minha colheita. E surge a herança. Eu tenho que ter a certeza absoluta de que o filho é meu. A partir da agricultura a mulher torna-se uma propriedade".

Rui Diogo traça a partir daí um quadro negro para o sexo feminino, a mulher assexuada da era vitoriana (século XIX), as mulheres bruxas na idade média, queimadas na fogueira, as mulheres alvo de excisão genital entre a população de origem europeia até há 60 anos, a própria aliança de casamento que começou por ser um símbolo de que a mulher tinha dono.

Mas, ainda nas palavras do investigador, o homem só supera a mulher na visão tridimensional e na força física.

Segundo o investigador, "as mulheres são mais resilientes, melhores alunas, superam melhor alterações do ambiente" e, diz Rui Diogo sempre citando estudos, são também mais promiscuas, ainda que não o pareçam, porque dizem "o que a sociedade quer que digam".

"O sexo é natural mas o género é construído", afirma.

E são também mais felizes no divórcio, porque o casamento foi "uma coisa feita pelos homens e para os homens".

De resto, garante o biólogo, doutor em biologia evolutiva e pós-doutorado em antropologia, após cinco anos de casamento os estudos indicam que a oxitocina (ligada à paixão) acaba e a testosterona (hormona masculina) aumenta.

"Fisiologicamente não há relação entre amor e sexo, pode-se amar alguém e desejar outra pessoa, e isso, pelo menos isso, aplica-se ao homem e à mulher", conclui.

Lusa



COMENTÁRIO PESSOAL:

Misericórdia!!!   

terça-feira, 6 de agosto de 2019

missão liberdade


A 15 de Julho de 2019, um punhado de CIDADÃOS, do Norte, Centro e Sul de Portugal, num verdadeiro acto de CIDADANIA, deu um claro aviso “à navegação”, a quem está especialmente indigitado para cumprir e fazer cumprir a Lei Geral (Constituição da República Portuguesa), em particular no que diz respeito ao previsto no seu Art.º  36, nº 5 e Art.º 43, n.º 2, ao entregar cartas, por mão própria, acompanhadas de algumas dezenas de assinaturas de subscritores, aos seguintes titulares dos cargos da Administração Pública:

Ministro da Educação
Doutor Tiago Brandão Rodrigues
Lisboa - CLIQUE

Presidente da República
Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa
Palácio de Belém -  CLIQUE

Presidente da Assembleia da República
Dr. Eduardo Ferro Rodrigues
Palácio de São Bento -  CLIQUE

Portugal precisa da Liberdade das famílias, dos direitos dos Pais, do bem dos nossos filhos!

MISSÃO CUMPRIDA!

Se desejar subscrever as Cartas Abertas, poderá fazê-lo reencaminhando este e-mail para os seguintes endereços:

gab.ministro@medu.gov.pt
belem@presidencia.pt
plataforma-rn@outlook.com
gabpar@ar.parlamento.pt


.................................................................

Exmo. Senhor Presidente da Assembleia da República
Dr. Eduardo Ferro Rodrigues

Assunto importante: liberdade das famílias ameaçada!

Viemos do Norte, do Centro e do Sul de Portugal.

E o que nos traz cá?

É que este ano lectivo o Estado (Ministério da Educação) com a introdução da
disciplina obrigatória de “cidadania e desenvolvimento” e da promoção de
conteúdos ideológicos inseridos em contextos diversos à revelia dos pais,
instaurou o desassossego nas escolas.

• Há pais ameaçados!
• Há pais com medo!

Tais conteúdos e disciplina espelham visões da vida e do mundo que,
legitimamente, muitos Pais não partilham.

A nossa Constituição assegura que “o Estado não pode programar a educação
e a cultura segundo quaisquer diretrizes filosóficas, estéticas, políticas,
ideológicas ou religiosas”.

Muitos Pais estão conscientes dos direitos que a Constituição lhes reconhece. E
não vão calar.

Assim solicitamos a V. Exa. que transmita aos diversos grupos parlamentares,
bem como a cada um(a) dos(as) Senhores(as) Deputados(as), que a Constituição
da República é para se cumprir.

Portugal precisa da liberdade das famílias, dos direitos dos Pais, do bem dos
nossos filhos.

...........................

Sr. Ministro da Educação
Tiago Brandão Rodrigues (Doutor)

Viemos do Norte, do Centro e do Sul de Portugal para dizer:
- São os PAIS quem tem de educar os filhos, não é o Estado nem a escola.

Em matérias ideologicamente sensíveis os Pais têm de consentir.

Por isso:
• A disciplina de “cidadania e desenvolvimento” não pode ter carácter
obrigatório, os Pais têm de a poder autorizar para os seus filhos.
• A promoção de qualquer tipo de visão da vida, do mundo, do homem e da
mulher que não seja comum a todos (e hoje em dia quase tudo é
questionado) seja em contexto de aula curricular, extra-curricular ou de
enriquecimento curricular, seja em qualquer outra actividade a desenvolver
em espaço escolar, tem de ter prévio e explícito consentimento dos Pais.

Há Pais que desejam para os filhos essa disciplina e essas actividades. E há Pais
que não desejam para os filhos essa disciplina e essas actividades.

Todos eles “têm o direito e o dever de educação e manutenção dos filhos”
(Constituição da República Portuguesa - art.º 36, nº 5)

E “o Estado não pode programar a educação e a cultura segundo quaisquer
diretrizes filosóficas, estéticas, políticas, ideológicas ou religiosas” (idem -
art.º 43.º, n.º 2).

Os Pais não são uma ameaça para os filhos. Ninguém sabe olhar pelos filhos tão
bem quanto os Pais.

Por isso, há Pais que nunca esquecem os seus direitos e liberdades.

Portugal precisa da liberdade das famílias, dos direitos dos Pais, do bem dos
nossos filhos!

...................................................

Exmo. Senhor Presidente da República Portuguesa
Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa

Assunto importante: Ministério da Educação ameaça liberdade das famílias!

Viemos do Norte, do Centro e do Sul de Portugal para pedir:
- Faça cumprir a Constituição!

Este ano lectivo o Ministério da Educação:
a) impôs a disciplina obrigatória de “Cidadania e desenvolvimento”, que
inclui visões do mundo e da vida que não são partilháveis por todos
b) introduziu conteúdos igualmente ideológicos em contextos escolares
diversos sem o indispensável consentimento dos pais.

Esta imposição está a gerar desassossego, ameaças e medo!

Mas sobretudo é uma imposição que viola a Constituição que assegura:
“o Estado não pode programar a educação e a cultura segundo quaisquer
diretrizes filosóficas, estéticas, políticas, ideológicas ou religiosas”
Há muitos pais que não esquecem os seus direitos.

Portugal precisa da liberdade das famílias, dos direitos dos Pais, do bem dos
nossos filhos!  


não há família b


Karl Marx afirmou que a Família é uma estrutura social opressora, na qual o homem representa o papel de “proprietário”, quer da sua mulher, quer dos seus filhos. E que desta decorre a aceitação colectiva e acrítica de um sistema patriarcal, hierarquizado, favorecedor da transmissão da propriedade entre gerações e, portanto, da perpetuação da propriedade privada, pedra angular do capitalismo e do sistema financeiro. Foi, por isso, proposta a destruição da Família, enquanto caminho para o socialismo, tal como foi tentado na União Soviética, embora sem sucesso. A via da força mostrou-se ineficaz.

Havia que substituir estes vínculos por outros, como propuseram, posteriormente, os estudos desenvolvidos pela Escola de Frankfurt. A década de 1970 trouxe a revolução sexual, a “libertação” da mulher e a dissociação do significado unitivo do matrimónio. A mulher, agora emancipada do marido, passou a ser escrava do mercado de trabalho e a fugir ao apelo biológico da maternidade. Em simultâneo, surge a necessidade de retirar à criança a noção de autoridade dos pais, substituindo-a pela autodeterminação indiscriminada, numa sociedade obediente apenas à autoridade do Estado.
Nesse contexto, o conceito de “género” surge institucionalmente na Conferência de Pequim de 1995 organizada pela ONU – a IV Conferência Mundial sobre a Mulher: Acção para a Igualdade, Desenvolvimento e Paz –, que visava alcançar um conjunto de resoluções para defender os direitos da mulher e a igualdade.

Assim, a par da bandeira do combate à discriminação, sob pretexto de uma maior elegância da linguagem, a palavra “sexo” passou a ser progressivamente substituída por “género”. Ao estilo da novilíngua orwelliana, sexo deixou de significar a distinção biológica entre masculino e feminino, sendo substituído por dezenas de géneros à la carte, que vão desde o não-binário a genderfluid (género variável). Assim se iniciou a implementação da agenda da ideologia de género, advogando que a identidade sexual do indivíduo resulta da cultura e não da biologia e que, no fundo, todos os seres humanos nascem iguais, podendo cada um ser o que pretender.

Enquanto ideologia, esta não é mais do que um erro a propalar, que derruba os princípios naturais e instituídos, longe de toda e qualquer fundamentação científica. Mas, tratando-se de um erro que vai contra os princípios, como pode vingar uma ideologia? Antes de mais, é necessário alguém interessado no erro; segue-se a necessidade da sua propagação e a existência de um público-alvo treinado para não pensar e o aceitar.

Definido o erro, identificam-se os interessados. São eles as instituições nacionais e internacionais que procuram conquistar a hegemonia cultural e política. Baseando-se no princípio marxista da concentração de poder absoluto dos direitos dos cidadãos, com suposto benefício colectivo (incluindo a manutenção da Paz mundial), estas aprofundam o controlo da liberdade religiosa, de pensamento e de comunicação. Prevalece a socialização secundária, focada na interacção do indivíduo com a sociedade (incluindo escola, grupo de amigos, trabalho), e onde assume diferentes papéis para corresponder às expectativas dos outros. Neste processo, as pessoas são descartáveis e substituíveis, em contraste com a socialização primária, característica da Família, no seio da qual se aprendem os valores, a moral e os modelos comportamentais, onde as relações são baseadas no amor e nos vínculos, onde o indivíduo é insubstituível. Naturalmente que há um grande interessado na secundarização da sociedade e na destruição da Família: o sistema financeiro.

Apresentada deste modo, essa imposição seria, desde logo, rejeitada pela sociedade ocidental, fundada na ética judaico-cristã, na filosofia grega e no direito romano. Mas não se assiste a essa resistência por dois motivos. Primeiro, porque, numa perspectiva gramsciana, o erro é implementado paulatinamente e propagado pelo sistema educacional e meios de comunicação social. Depois, sentindo (aparentemente) garantidas a sua segurança e comodidade, os cidadãos não vêem a ditadura de pensamento como uma ameaça.

Em acréscimo, é imperativo que o erro seja transmitido desde tenra idade, antes da formação da concepção do certo e do errado. Logo no ensino pré-escolar é implementada a ideia de que a moralidade surge do próprio para o próprio, segundo as suas regras pessoais, distanciando-o dos valores cristãos, que estabeleceriam os limites na conduta, nas leis e na política. Dessa forma, o indivíduo ficará facilmente permeável a novas ideias, incluindo aquelas propulsoras dessa hegemonia, que anulam o próprio e a sua individualidade. Em suma, a ideologia de género é isso: uma forma de anular o certo e o errado, fugindo às leis naturais e transmitindo a ideia de que tudo surge do pensamento, da vontade e do sentir. E haverá melhor forma de instalar essa ambiguidade do que a destruição da identidade do indivíduo, levando-o a aceitar os juízos dos que o rodeiam e instruíram, incluindo as escolas?

É por isso que, actualmente, cada vez menos se valorizam os conteúdos a difundir nas instituições de ensino, que passaram a ser um espaço de doutrinação, pela disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, onde subliminarmente estão a ser incluídos os princípios da Ideologia de Género, com vista à “educação das massas”. E os pais, mais focados nas preocupações económicas, não se apercebem destas movimentações ou simplesmente se demitem da responsabilidade de educar os filhos, delegando na escola esse papel.

Nesse percurso, algo mais grave acontece: os filhos passam a ser da responsabilidade do Estado e não dos pais. Embora muito pouco noticiado, já não faltam episódios a denunciarem-no: pais condenados a prisão na Alemanha, por impedirem os filhos de assistir às aulas de educação sexual nas escolas (2009); na Noruega, os filhos foram retirados aos pais por serem “muito cristãos” (2016); mais recentemente, um pai cristão russo e residente na Suécia pediu asilo para sua família à Polónia, após o Estado sueco entregar as suas filhas a uma família muçulmana libanesa (2019); uma mãe espanhola foi condenada a trabalho comunitário por esbofetear o filho que não queria tomar duche (2019); e tantos outros exemplos.

Desta forma, começa a instalar-se o receio dos pais educarem os filhos segundo os preceitos e os costumes familiares da sociedade ocidental. Não será esta uma forma de marxismo implementado pelo medo, que muitos teimam em rejeitar ou relativizar?

Não é por acaso que há quem se sinta fortemente ameaçado por conteúdos leccionados nas escolas, activismos infiltrados nas instituições públicas, marcas de roupa e séries televisivas com mensagens subliminares e tantas outras formas de propaganda. Para os mais distraídos, menos informados e mesmo já manipulados, tal não é mais do que “teoria da conspiração”, fundamentalismo e intolerância. Infelizmente não é.

Outros, mais alerta, apercebem-se desta realidade e surgem grupos* cada vez mais organizados e políticos que ousam fazer-se ouvir, fugindo do medo e do politicamente correcto. O travão a este caminho ideológico só é possível com a participação cívica de todos os pais que procuram uma sociedade melhor para os seus filhos e que acreditam no valor inestimável das raízes judaico-cristãos do mundo ocidental.

O combate em Portugal está só a começar. Todos estamos convocados.

Joana Bento Rodrigues (médica), 2/8/2019