segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Influência do Cristianismo

CRISTÃOS TÊM EXERCIDO INFLUÊNCIA POSITIVA SOBRE GOVERNOS AO LONGO DA HISTÓRIA

O historiador Alvin Schmidt destaca como a propagação do cristianismo e a influência cristã sobre o governo foram as principais responsáveis pela criação de leis contra o infanticídio, o abandono de crianças e o aborto no Império Romano (em 374 d.C.); contra lutas brutais até à morte nas quais milhares de gladiadores morriam (em 404 a.C.); e contra a pena cruel de marcar com ferro em brasa o rosto de criminosos (em 315 a.C.). Também tiveram influência na realização de reformas nas prisões, como a separação de prisioneiros do sexo masculino e feminino (em 361 a.C.); no fim da prática de sacrifícios humanos entre os irlandeses, prussianos e lituanos, bem como entre outras nações; na criação de leis contra a pedofilia; na criação de leis que davam direito de propriedade e conferiam outras proteções às mulheres; na proibição da poligamia(ainda praticada hoje em dia em alguns países muçulmanos); na proibição de queimar vivas mulheres viúvas na Índia (em 1829); e no fim da prática dolorosa e deformadora de enfaixar os pés de meninas na China (em 1912). Contribuíram ainda para persuadir oficiais do governo a começar um sistema de escolas públicas na Alemanha (no século 16) e para promover a ideia da escolarização obrigatória de todas as crianças em vários países europeus.

Ao longo da história da igreja, os cristãos exerceram influência decisiva na oposição à escravidão e, em muitos casos, em sua abolição do Império Romano, da Irlanda e de grande parte da Europa (embora Schmid observe com franqueza que uma minoria de mestres cristãos "equivocados" apoiou a escravidão em diversos momentos da história). Na Inglaterra, William Wilberforce, cristão devoto, liderou um movimento bem-sucedido para abolir o comércio de escravos e, posteriormente, a própria escravidão em todo o Império Britânico em 1840.

Nos Estados Unidos, embora houvesse defensores veementes da escravidão entre os cristãos do sul, seu número era excedido em muito pelos cristãos abolicionistas que se empenharam em falar, escrever e atuar constantemente contra a escravidão. Schmidt observa que dois terços dos abolicionistas norte-americanos em meados da década de 1830 eram pastores cristãos, e oferece inúmeros exemplos de forte compromisso cristão de vários dos mais influentes antiescravagistas, como Elijah Lovejoy (o primeiro mártir abolicionista), Lyman Beecher, Edward Beecher, Harriet Beecher (autora da obra A Cabana do Pai Tomás), Charles Finney, Charles T. Torrey, Theodore Weld, William Lloyd Garrison, e outros, numerosos demais para se fazer menção. O movimento norte-americano em favor dos direitos civis, que resultou em leis contra a segregação e a discriminação raciais, foi liderado pelo reverendo Martin Luther King Jr. e apoiado por diversas igrejas e grupos cristãos.

Também houve forte influência de ideias cristãs e de indivíduos cristãos na formulação da Magna Carta na Inglaterra (1215), bem como na Declaração de Independência (1776) e na Constituição (1787) dos Estados Unidos. Esses são três dos documentos mais relevantes na história dos governos na terra, e todos os três apresentam sinais de influência cristã expressiva nos conceitos fundamentais de como os governos devem funcionar. Esses alicerces dos governos britânico e norte-americano não vieram a existir como resultado da visão de que os cristãos devem se dedicar ao evangelismo, e não à política.

Schmidt argumenta, ainda, que vários elementos específicos de visões modernas de governo tiveram forte influência cristã em sua origem e impacto, como os direitos humanos do indivíduo, a liberdade individual, a igualdade de todos perante a lei, a liberdade religiosa e a separação da Igreja e Estado.

(GRUDEM, Wayne. Política Segundo a Bíblia. Vida Nova. São Paulo: 2014. Págs. 67-69).

sábado, 3 de novembro de 2018

ex-bruxa diz que há ligação entre a yoga e o ocultismo

O yoga (ioga) é uma forma espiritual de alinhamento com os deuses do hinduismo, explica Bet Eckert, uma ex-bruja convertida ao cristianismo. "Sei que existe uma grande controvérsia em torna do yoga", disse Beth, no seu blog. "Parece ser uma grande maneira de se manter saudável, alinhando seu corpo e seu espírito, mas não se deixe enganar". A ex-bruja praticou yoga durante muitos anos, inclusive depois de converter-se ao cristianismo, crendo que a prática era inofensiva.

"Demorei algum tempo para dar-me conta de que era uma prática espiritual e uma espiritualidade que não era compatível com o único Deus verdadeiro. Cresci na minha relação com Jesus Cristo e comecei a dar-me conta de que não se pode desconectar a natureza espiritual da prática do yoga", disse.

Ela menciona que as religiões orientais sempre foram populares porque são impregnadas de cores, artes e sentimentos positivos. No entanto, cada uma dessas religiões está fundada em princípios espirituais alinhados com deuses e deusas.

"As práticas como o yoga, a meditação, o kung-fu, o karaté, a acupuntura, mantras, mandalas, reiki e fen shui estão baseados nos ensinos espirituais ou princípios que encarnam os deuses e deusas.

Há um só Deus, e Ele é o único que criou os céus e a terra. Qualquer outro "deus" é como Satanás, que quer ser como Deus, a fim de ganhar poder e controlo sobre a humanidade", explica. Beth diz que o yoga, em particular, é muito perigoso por causa do impulso alcançado.

"Quando eu cresci em minha relação com Jesus Cristo, eu percebi que o yoga é uma prática espiritual para convidar demónios", explica ela. "Cada yoga específico destina-se a alinhar o seu espírito e alma com diferentes entidades. Ela canaliza o espírito Kundalini através de sua coluna vertebral, que afirma ser a salvação do seu corpo. O espírito Kundalini é impulsionado pelo poder da deusa Shaki, do hinduísmo. 

Para os cristãos que actualmente praticam yoga, Beth aconselha: "Tire um tempo para se dedicar à oração, pedindo a Deus para revelar a Sua vontade. Temos de levar o assunto ao Senhor Jesus Cristo, para que possamos ver as coisas do ponto de vista de Deus".

"Deus não odeia a pessoa que tenha feito ou esteja a praticar yoga", diz ela. "Ele entende os corações e mentes das pessoas e sabe porque nós escolhemos fazer as coisas que fazemos. Ele quer que nós tenhamos uma revelação ainda mais profunda com o Seu Espírito. Só através dela podemos realmente experimentar a liberdade e conhecer o coração de Deus e o Seu amor por nós. O diabo quer roubar-nos e convencer-nos de que as suas artes negras são saudáveis e boas."

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

fake news (notícias falsas) à luz da Bíblia



Qual é o conselho divino para a imprensa? 

Ex 23:1,2:
1 Não admitirás falso boato, e não porás a tua mão com o ímpio, para seres testemunha falsa.
2 Não seguirás a multidão para fazeres o mal; nem numa demanda falarás, tomando parte com a maioria para torcer o direito. 

Nos dias de hoje, a imprensa tem um papel muito importante e, ao mesmo tempo, detém muito poder. A responsabilidade de transmitir os factos e de defender o cidadão faz parte da agenda de uma imprensa séria. Todavia, nem todos que fazem parte dos media agem correctamente. 

Já nos tempos bíblicos, o conselho para os que dão notícias é muito claro: “não espalharás notícias falsas... não seguirás a multidão para fazeres o mal”. 

Quantas vezes uma notícia é apresentada, traindo a ética, para conformar-se à opinião da maioria. Quantas vezes a media traz informações preconceituosas e notícias manipuladas. Tal procedimento não ficará sem punição.


(família) a bondade de Jesus




31 de outubro... Dia da Reforma Protestante... conheça mais...







31 de Outubro, dia da Reforma Protestante de 1517. Ensino público, gratuito e universal (para homens e mulheres), separação entre religião-estado, a laicidade do estado... , foram apenas alguns dos resultados do movimento. Viva a Reforma! Semper reformanda!

Conheça mais sobre a 

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

ciência descobre que a morte não existe

Cientista afirma ter descoberto que a morte não existe, que nossa alma nunca morre, apenas retorna ao universo

Um renomado cientista, afirma que o que acreditamos ser o fim da vida, quando uma pessoa perde todos os sinais vitais e é dada como morta, é um equivoco.

Segundo ele o que ocorre que nossas células guardam “memórias de nossa alma”. Ele também usou como base de sua pesquisa e explicou sobre o transe de pessoas que chegam a ser dadas como mortas e sobrevivem que geralmente é parecido.

“Se uma pessoa não resiste ao transe e morre, é possível que a informação quântica, exista fora do corpo como uma alma, talvez indefinidamente.” esclarece o físico britânico Roger Penrose.

O cientista explicou ao jornal “Daily Express”, que após meses de pesquisas ele e sua equipe encontraram evidências de que dentre as proteínas armazenadas nas células, é armazenada uma informação chamada de “alma”.

Isso explica o que os fatos de experiência  “pós morte”, daqueles que voltam a vida, pois essa alma é expulsa quando nosso corpo morre, porém volta ao organismo caso o humano volte a vida.

Vários cientistas apoiam a ideia de que “o que acreditamos como aqui e agora, é apenas uma parte material de tudo que é compreensível para nós, enquanto a vida após a morte é uma realidade infinitamente maior”, disse Has Peter Durr, ex-presidente da Academia Alemã.

De acordo com ele o campo espiritual quântico sobrevive após a morte do corpo físico, e consideram esse fato como a imortalidade.

Já o biólogo alemão Christian Hellwig, pensamentos, emoções, e consciência, podem ser considerados espirituais porque não têm ligação direta com as forças da natureza, mas sim com os “Fenômenos do mundo quântico”.

Se todas as pesquisas se confirmarem, poderemos dizer que a alma tem uma vida que transcende ao que conhecemos por mortalidade.

As pesquisas a respeito seguem sendo aprofundadas.

FONTE


IMW Portimão - conheça a nossa comunidade

Já conhece a nossa comunidade cristã em Portimão, também presente em Albufeira e em Silves?

Viste o nosso site e conheça a nossa história, no que acreditamos, nossas ajudas, etc.

beijar os avós

Depois das declarações de um dito senhor, professor universitário ter dito o seguinte: Vejam... 


Compreende-se. A pessoa distrai-se e, vai daí, eles pespegam três e quatro beijos de cada vez

Eu também acho que devia ser proibido que as crianças sejam obrigadas a darem um beijinho aos avós. Porque os avós são um bocadinho “atrevidos” e nunca se contentam, unicamente, com um beijinho. Uma pessoa distrai-se e, vai daí, eles dão aos três e aos quatro beijos de cada vez. Abraçam uma criança com tanta força que não só a amarrotam como quase a estrafegam. E, como se isso não fosse já de si um abuso a propósito da sua auto-determinação, ainda lhe dizem - alto e em bom som - coisas embaraçosas do género: “meu amor”, “minha riqueza” ou “luz dos meus olhos”. E isso é mau. Porque às crianças deve ser dado o dever de reserva que não tenha de levar os pais a lembrarem-lhes que os avós são uma espécie de “reserva natural” da bondade humana e que tudo o que eles trazem de adocicado à sua vida - regras numa versão de “algodão doce”, mimos sem restrições dietéticas e colo na sua cotação máxima e à margem de quaisquer oscilações dos spreads - são maus hábitos e maus exemplos porque o amor se quer asséptico. Aliás, lembrar aos nossos filhos que beijar os avós é um gesto de gratidão ao que o amor humano tem de mais sagrado torna-se perigoso.

Ironia à parte, deixem que vos lembre que aqueles que acham que o beijo dos avós traz às crianças um constrangimento que, mais tarde, as convida para a violência talvez nunca tenham tido avós, como mereciam, e talvez tenham confundido, contra tudo aquilo que mais lhes era devido, reconhecimento com constrangimento. Por isso mesmo, confundir gestos de bondade com sementes de violência é insensato, imprudente e - desculpem-me! - muito pouco inteligente. Não é, pois, justo que, em nome da democracia, haja quem queira colocar em liberdade condicional tudo o que a Humanidade de mais esclarecidos e de mais sublime nos trouxe.

Portanto, se me permitem, é tempo de não confundirmos condicionamento e medo, com boa educação e com gestos de gratidão para com o amor, por favor. Beijar os avós não é boa educação. (E, já agora, beijar os avós não é beijar os avózinhos. Porque da mesma forma que as crianças não merecem ser diminuídas e tratadas como se fossem criancinhas, os avós são, também eles, demasiado preciosos para serem tratados dessa maneira). Beijar os avós não é, desculpem, educar para a violência sobre o corpo do outro. É educar para o reconhecimento que, quando se toca no corpo dos avós, nos faz sentir que, por mais que haja maus ou invejosos que nos queiram afastar da bondade humana, os avós, ao deixarem-nos, em cada beijo, chegar bem mais perto da sua alma, ajudam-nos a perceber que, enquanto houver avós que se insubordinem e que beijem os seus netos, o mundo, apesar de toda a sua insensatez, será um lugar com uma memória. E com futuro.

Eduardo Sá

sábado, 27 de outubro de 2018

como tratar as pessoas

1 - Primeira lição importante - Senhora da limpeza

Durante o meu segundo ano no ensino superior, o nosso professor deu-nos um teste. Eu era um aluno consciente e respondi rapidamente a todas as questões até ler a última: "Qual é o nome da mulher que faz a limpeza na escola?" Isto só podia ser uma brincadeira. Eu tinha visto a mulher da limpeza inúmeras vezes. Ela era alta, cabelo escuro, à volta dos 50 anos, mas como poderia eu saber o nome dela? 


Eu entreguei o meu teste, deixando em branco a última questão. Mesmo antes da aula terminar, um dos estudantes perguntou se a última questão contava para nota. "Absolutamente," respondeu o professor. "Nas vossas carreiras irão encontrar muitas pessoas. Todas são significativas. Elas merecem a vossa atenção e cuidado, mesmo que tudo o que vocês façam seja sorrir e dizer 'olá'."

Nunca esquecerei aquela lição. Também aprendi que o nome da senhora era Dorothy.

2 - Segunda lição importante - Boleia na chuva

Uma noite, pelas 23:30 h, uma mulher de origem Africana, estava apeada numa autoestrada do Alabama, a tentar aguentar uma valente chuva torrencial. O carro dela tinha avariado e ela precisava desesperadamente de uma boleia. Completamente encharcada, ela decidiu fazer stop ao carro que se aproximava. Um jovem, branco, decidiu ajudá-la, apesar de viverem dias de racismo (década de 60). O homem levou-a até um lugar seguro, ajudou-a a resolver a sua situação e arranjou-lhe um taxi.  Ela parecia estar com muita pressa, mas mesmo assim tomou nota da morada do jovem e agradeceu-lhe.

Uma semana mais tarde batiam à porta do jovem. Para sua surpresa, uma televisão de ecrã panorâmico era-lhe entregue à porta. Um cartão de agradecimento acompanhava a televisão.

Dizia: "Muito obrigado por me ajudar na autoestrada na outra noite. A chuva não só encharcou a minha roupa, como o meu espírito. Foi então que você apareceu. Por causa de si consegui chegar ao meu marido antes de ele falecer. Que Deus o abençoe por me ter ajudado e ter servido outros de maneira tão altruísta. Com sinceridade, Mrs. Nat King Cole."

3 - Terceira lição importante - Lembra-te sempre daqueles que servem

Nos dias em que um gelado custava muito menos do que hoje, um rapazinho de 10 anos entrou no café de um hotel e sentou-se a uma mesa. Uma empregada de mesa trouxe-lhe um copo de água.

"Quanto custa um gelado de taça?" perguntou o rapazinho.
"Cinquenta cêntimos," respondeu a empregada.

O rapazinho tirou do bolso uma mão cheia de moedas e contou-as.
"Bem, quanto custa um gelado simples?" perguntou ele.

A esta altura já mais pessoas estavam à espera de uma mesa e a empregada começava a ficar impaciente.

"Trinta e cinco cêntimos," respondeu ela com brusquidão.

O rapazinho contou novamente as suas moedas.

"Vou querer o gelado simples." Respondeu ele.

A empregada trouxe o gelado, colocou a conta encima da mesa, recebeu o dinheiro do rapazinho e afastou-se. O rapazinho terminou o seu gelado e foi-se embora. Quando a empregada foi levantar a mesa começou a chorar. Encima da mesa, colocado delicadamente ao lado da conta, estavam 3 moedas de cinco cêntimos...

Não sei se está a ver, ele não podia comer o gelado cremoso porque queria ter dinheiro suficiente para deixar uma gorjeta à empregada.

4 - Quarta lição importante - O obstáculo no nosso caminho

Em tempos antigos, um rei mandou colocar um enorme pedregulho num caminho. Depois escondeu-se e ficou a ver se alguém retirava a enorme pedra. Alguns dos comerciantes mais ricos do Rei passaram e simplesmente se afastaram da pedra, contornando-a. Alguns culpavam em alta voz o Rei por não manter os caminhos limpos. Mas nenhum fez nada para afastar a pedra do caminho.

Apareceu então um camponês, carregando um molho de vegetais. Ao aproximar-se do pedregulho, o camponês colocou o seu fardo no solo e tentou deslocar a pedra para a berma do caminho. Depois de muito empurrar, finalmente conseguiu. O camponês voltou a colocar os vegetais ás costas e só depois reparou num porta-moedas no sitio onde antes estivera a enorme pedra.

O porta-moedas continha muitas moedas de ouro e uma nota a explicar que o ouro era para aquele que retirasse a pedra do caminho. O camponês aprendeu aquilo que muitos de nós nunca compreendem!

Cada obstáculo apresenta uma oportunidade para melhorar a nossa situação.

5 - Quinta lição importante - Dar quando conta

Muitos anos atrás, quando eu trabalhava como voluntário num hospital, conheci uma pequena menina chamada Liz, que sofria de uma doença rara e muito grave. A sua única hipótese de salvamento parecia ser uma transfusão de sangue do irmão mais novo, de cinco anos, que já tinha tido o mesmo problema e sobrevivido milagrosamente, desenvolvendo anticorpos necessários para a combater. O médico explicou-lhe a situação da irmã e peguntou-lhe se ele estaria disponível para dar o seu sangue à sua irmã.

Eu vi-o a hesitar por uns instantes, antes de respirar fundo e dizer "sim, eu faço-o se isso a salvar."

À medida que a transfusão ía correndo, ele mantinha-se deitado ao lado da sua irmã, sorrindo. Todos nós sorríamos, vendo a cor a regressar à face da menina. Foi então que o menino começou a ficar pálido e o seu sorriso a desaparecer.

Ele olhou para o médico e perguntou-lhe, com a voz a tremer, "Será que eu começo a morrer já?".

Sendo muito jovem, o menino não compreendeu o médico; ele pensou que teria que dar todo o seu sangue à irmã para a poder salvar.

(família) o bom exemplo






quinta-feira, 25 de outubro de 2018

(família) a luz do mundo



Acenda a Luz (música)

Como pode alguém conseguir uma boa colocação profissional?


Ex 18:21-26 

"Como pode alguém conseguir uma boa colocação profissional?" Essa é uma pergunta que interessa a muitas pessoas. Especialmente em dias difíceis, quem não precisa de uma boa profissão? 

Durante os árduos dias no deserto do Sinai (Arábia), apareceu uma grande oportunidade para muitas pessoas. Moisés precisava de pessoas que o auxiliassem na tarefa de julgar o povo. 

Quem será recrutado? Quem contemplará tal oportunidade? 

No texto bíblico, vemos as qualidades exigidas: homens capazes, tementes a Deus, homens de verdade (dignos de confiança), que aborreçam a avareza (honestos). 

O resumo do ensino bíblico é que pessoas bem preparadas e confiáveis têm mais possibilidades de conseguir uma boa colocação profissional.

Encontrado o mais antigo registo sobre Jerusalém



A pedra com inscrição hebraica de 2 mil anos (“Hananias, filho de Dodalos de Jerusalém”)

Especialistas da Autoridade de Arqueologia de Israel (AAI) encontraram uma pedra com uma inscrição de dois mil anos de idade na qual se lê “Jerusalém” em hebraico.

Encontrada numa escavação subterrânea por baixo do Centro de Convenções de Jerusalém, durante uma manutenção de uma estrada, a pedra será exibida ao público no Museu de Israel, em Jerusalém, e foi apresentada esta terça-feira à imprensa.

O texto, no qual se lê “Hananiah, filho de Dódalos de Jerusalém”, é o mais antigo em hebraico com o nome da cidade santa de forma completa e como se pronuncia hoje.

A pedra de 80 centímetros estava numa coluna de um edifício romano, onde aparece a inscrição em aramaico, escrita em letras hebraicas.

De características da época do Segundo Templo (século I d.C.) os especialistas afirmam que data da época do reinado de Herodes, o Grande.

“Como residente em Jerusalém, sinto-me emocionado por poder ler esta inscrição, feita há dois mil anos, especialmente quando penso que será legível por qualquer criança que consiga ler porque usa o mesmo alfabeto usado há dois milénios”, afirmou em comunicado o professor Ido Bruno, diretor do Museu de Israel, em referência à recuperação do idioma hebraico após o nascimento do Estado de Israel.

O arqueólogo Yuval Baruch, da AAI, e Ronny Reich, professor da Universidade de Haifa explicaram ainda que as inscrições da época do Primeiro e Segundo Templo que mencionem Jerusalém “são escassas” e, mais raro ainda, é que esteja escrito da forma como fazemos hoje, já que, normalmente – o nome da cidade -, aparece abreviado”.

“Esta é a única inscrição em pedra do período do Segundo Templo onde aparece soletrada totalmente. Só foi encontrada (a palavra completa) noutro lugar, numa moeda que remonta à Grande Revolta contra os romanos (66-77 d.C.)”, acrescentou.

Além da inscrição, o Museu de Israel também colocará em exposição um mosaico grego do século VI d.C., localizado nos arredores da Cidade Velha de Jerusalém que lembra a construção de um edifício público bizantino por parte do imperador Justiniano, e a cobertura de um sarcófago do século XI d.C., com uma inscrição “Filho do Grande Sacerdote” em hebraico.
Fonte: https://zap.aeiou.pt/mais-antigo-registo-jerusalem-222113

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

a rota do êxodo (arqueologia)

Durante os últimos meses tenho me dedicado de forma mais profunda ao estudo da Bíblia, e reanalisar muitas questões, para não haver erro naquilo que está escrito, e o que ensinado. Faz alguns dias atrás estava numa reunião da Igreja e alguém mencionou que Elias havia sido elevado aos céus numa carruagem de fogo. Algo que está biblicamente errado, pois a Bíblia ensina que ele foi levado aos céus num redemoinho (2Rs 2:11).

Comecei a reler a Bíblia por Génesis, de onde retirei anotações extraordinárias, e agora estou a estudar o livro de Êxodo. De momento parei na passagem pelo Mar Vermelho, e sabendo que existem duas versões a respeito do assunto, parei para pesquisar um pouco sobre qual das duas versões terá mais bases arqueológicas, pois a arqueologia e a Bíblia complementam-se. E este foi o resultado da minha pesquisa:


No último século arqueólogos redescobriram evidências sobre a escravidão dos hebreus, as pragas e a fuga do Egipto. A pintura abaixo encontrada num túmulo mostra em suas inscrições que os hebreus (com barbas e arcos e flechas, armas de caça e guerra) durante um período foram submissos aos egípcios (mulatos).



Há sinais das pragas nas ruínas da antiga cidade de Avaris e no chamado "papiro de Ipuwer" encontrado no Egito no início do século passado, levado para o Museu de Leiden na Holanda sendo decifrado por A Gardiner em 1909. O papiro completo está no Livro das Advertências de um egípcio chamado Ipuwer. Este descreve motins violentos no Egipto, fome, seca, fuga de escravos com as riquezas dos egípcios. Pela descrição ele foi testemunha das pragas como as do Êxodo. A tabela abaixo compara os relatos de Ipuwer e Moisés:



Outra evidência da passagem dos hebreus pelo Egito foi uma descoberta do Vale das Inscrições (Wadi Mukattab) na Península do Sinai.



Uma das inscrições feitas por hebreus descreve com detalhes a fuga pelo Mar Vermelho. As inscrições foram feitas em hebraico antigo em pedras e arqueólogos e os pesquisadores ainda não sabem dizem quem são os seus autores. Há também hieroglifos egípcios a respeito das minas de turqueza da região de Serabit El Khadim, inscrições de mineiros cananitas e nabateanos, em grego, latim e árabe ao longo do vale.

O explorador Charles Forster publicou estes achados em seu livro "Sinai Photographed" in 1862. Ele concluiu que as inscrições eram uma combinação de alfabetos hebreus e egípcios que descrevem o êxodo. Uma foto abaixo foi tirada em 1857 por Francis Frith.


A mais recente descoberta sobre a passagem dos hebreus no Egito foi exibida em 2003 quando dois arqueólogos israelitas concluíram estudos dos anos 30 na parte ocidental do Nilo onde a Universidade do Instituto Oriental de Chicago estava fazendo escavações em Medinet Habu, área do sul da necrópole de Tebas. Arqueólogos descobriram evidências de algumas cabanas semelhantes às casas de 4 quartos predominantes na Palestina durante toda a Idade do Ferro (1200-586 AC).

Historiadores antigos e famosos também relataram uma passagem do hebreus no Egito:  

Flávio Josefo, historiador judeu do século 1 d.C., em sua obra Josefo Contra Apion - I, 26, 27, 32, menciona dois sacerdotes egípcios: Maneto e Queremon quem em suas histórias sobre o Egipto nomearam José e Moisés, como líder dos hebreus. Também confirmou que migraram para uma "Síria sulista", nome egípcio da Palestina.

Diodoro Siculo, historiador Grego da Sicília (aproximadamente 80 a 15 a.C.) escreveu que "antigamente ocorreu uma grande pestilência no Egito, e muitos designaram a causa disto a Deus que estava ofendido com eles porque havia muitos estranhos na terra, por quem foram empregados ritos estrangeiros e cerimónias de adoração ao seu Deus. Os egípcios concluíram então, que a menos que todos os estranhos se retirassem do país, nunca se livrariam das misérias ".

Herodoto, historiador grego entitulado o Pai da História, escreveu o livro "Polymnia". Na seção c.89 escreve: "Essas pessoas (hebreus), por conta própria, habitaram as costas do Mar Vermelho, mas migraram para as partes marítimas da Síria, tudo que é distrito, até onde o Egito, é denominado Palestina". São localizadas as costas do Mar Vermelho, em parte, hoje o Egito, enquanto são localizadas as partes marítimas de Síria antiga, em parte, o atual Estado de Israel.

A Rota

O caminho para a terra dos filisteus (faixa de Gaza) era o mais curto mas para não haver confrontos a ordem foi seguir pelo caminho do deserto próximo do Mar Vermelho (Êxodo 13.17). Mesmo assim, até hoje a verdadeira rota do Êxodo é discutida e as 3 principais teorias são:


Teoria Tradicional - normalmente aceita por católicos, judeus e evangélicos. Com algumas variações com relação ao lugar exato da travessia do Mar Vermelho, defende que os hebreus teriam contornado a península do Sinai, sem sair do Egito.

Localizado no Egito por indicação do Imperador Justiniano, o tradicional Monte Sinai vem sendo usado como ponto turístico. As Bíblias atuais mostram mapas indicando lugares por onde poderia ter passado o povo Hebreu mas sem nenhuma comprovação ou evidência arqueológica. A sua localização é longe de Midiã, hoje região noroeste da Arábia Saudita.

Teoria de Ronald Wyatt - já aceita por muitos atualmente pela sua quantidade de evidências. Acredita que até o Mar Vermelho os hebreus caminharam pelo tradicional "Caminho dos Reis" atravessando o Golfo de Ácaba.

Anestesista, arqueólogo amador americano e adventista. Foi o pesquisador mais contestado, criticado e até perseguido principalmente por não ser formado em arqueologia. Contudo, o único que realmente conseguiu reunir o maior número de evidências. Em 1984 fotografou (cerca de 400 fotos) e filmou (12 horas de gravação) a região árabe mas teve o material apreendido pelas autoridades locais (suspeitavam ser um espião judeu) pois não queriam que suas descobertas fossem divulgadas. Após 8 anos de oração conseguiu reaver todo o material enviado pelos próprios árabes! Naquele momento estava hospedado num hotel na praia de Nuweiba, Egito. Morreu em Agosto de 1999.

Teoria de Emanuel Anaty - a mais recente, a mais rejeitada e a menos conhecida. Acredita que os hebreus teriam seguido o caminho para a Palestina.

Arqueólogo italiano que descobriu no deserto do Neguebe o Monte Carcom, que em hebraico significa "Monte de Deus". Sua localização é longe de Midiã. Pode ter sido um dos acampamentos hebraicos durante os 40 anos de peregrinação mas sem provas suficientes para afirmar. Situa-se entre Edom e o Egito, caminho para o Delta do Nilo utilizado por muitos quando havia fome na atual região Jordaniana.

A Travessia do Mar Vermelho

Durante muito tempo dizia-se que a travessia teria sido num lago ao norte do Mar Vermelho chamado de Mar de Juncos ou Lagos Amargos onde hoje foi aberto o Canal de Suez. Mas acredita-se que se dava este nome ao Golfo de Ácabe, um dos braços do Mar Vermelho.

Em 1988 o explorador americano Bob Cornuke defendeu a teoria de que a travessia teria sido no Estreito de Tiran, na entrada do Golfo de Ácaba, onde existe uma "ponte de terra" ("landbridge" em inglês) no nível do mar entre o Egito e a Arábia Saudita. Para ele a maré baixou e mais tarde subindo afogou os egípcios, ou seja, um evento natural. Porém, não foram encontradas evidências para comprovar sua teoria e o local é relativamente raso não sendo suficiente para afogar um exército de mais de 600 homens! A foto abaixo mostra o local.
Moisés foi claro em relatar o que viu: um vento oriental penetrou no mar formando "muros de água". É bem diferente de uma "ponte de terra"! Um evento sobrenatural provado pela arqueologia!

Mas o local onde se obteve mais indícios da travessia foi a praia de Nuweiba no Golfo de Ácaba, no Egito. É a única praia no Mar Vermelho com área suficientemente grande para suportar a quantidade de hebreus acampados (mais de 2 milhões além dos animais e objetos).

Até este ponto calcula-se que o povo hebreu teria caminhado mais de 300km durante 6 dias praticamente sem parar! Havia alimento para apenas 7 dias (Êxodo 13.6-8).

A imagem abaixo mostra uma vista aérea da praia onde está a pequena cidade de Nuweiba, onde o aluguel de equipamentos de mergulho para passeios submarinos é uma das principais atividades turísticas


Foto de satélite ampliada da região. Os caminhos brancos são estradas entre os montes. Os hebreus e os egípcios vieram do norte (Êxodo 14.2).

Outra evidência é a planície do fundo do mar nesta área. As imagens abaixo foram montadas por mapeamento topográfico, e mostram que o mar é profundo ao sul (1700 m) e ao norte (900 m) da praia formando uma espécie de ponte submersa (cerca de 110 m de profundidade)! No fundo foram encontradas rochas agrupadas em linha reta na beira desta planície fazendo-a parecer uma estrada.

A distância entre a costa egípcia e a árabe é de cerca de 18 Km e calcula-se que a largura do caminho feito pelo afastamento das águas tenha aproximadamente 900 metros. Levando-se em consideração o forte vento nas laterais e que uma pessoa leve 3 horas e meia para percorrer essa distância, estima-se que a travessia de quase 3 milhões de pessoas possa ter levado umas 6 horas.


Neste mapa a distância está em metros. A parte mais profunda da travessia assinalada é de 109m. Notar que ao norte tem 948 metros e ao sul 1720 metros, formando assim uma "ponte submersa".


Possivelmente teria sido aqui ou um pouco mais para o lado esquerdo, a festa dos hebreus (Êx 15.1-21) pois foi neste local onde foi encontrada uma coluna comemorativa erguida por Salomão. Ao fundo está a praia onde estavam acampados antes da travessia.


Esta outra mostra o local onde Faraó teria avistado o acampamento dos hebreus na praia antes da travessia (Êxodo 14.9-10). É o único caminho para a praia.


Foram encontradas duas colunas em estilo fenício sendo uma na praia do lado egípcio (Nuweiba) e outra do lado árabe. A primeira encontrada foi no lado egípcio em 1978 onde havia uma inscrição em hebraico destruída pela erosão (a parte inferior estava no mar) praticamente ilegível. A segunda, em 1984, no lado árabe e idêntica, tem a mesma inscrição em hebraico e legível com as palavras: Egito; Salomão; Edom; morte; faraó; Moisés; e Jeová significando que foi erguida por Salomão, em honra a Jeová, e dedicada ao milagre da travessia do Mar Vermelho por Moisés e a destruição do exército egípcio. Semanas depois a coluna foi retirada e colocada um marcador-bandeira em seu lugar. Os árabes não apreciam estrangeiros pesquisando em sua terra, principalmente judeus e americanos. 

Durante o reinado de Salomão, Israel foi uma potência no Oriente Médio onde obteve o controle marítimo da região (1 Reis 9.26 e II Crônicas 8.17). Há uma referência em Isaías 19.19 que acredita-se ser a coluna do lado egípcio.

No Egito.

Na Arábia antes...

O local da praia onde se iniciou a travessia: A base da coluna estava sob a água e foi removida por soldados israelitas para atrás da estrada que beira a praia. Israel ocupou a região da península do Sinai entre 1967 e 1982.

O vento com força sobrenatural veio do lado árabe (das montanhas ao fundo), na direção do povo, mas se dividiu em duas correntes de ar separando as águas sob a forma de muros que, afastados criaram um caminho sem água (Êxodo 14.22). Dependendo da altura da maré no dia, esses muros de água chegavam a cerca de 100m na parte mais profunda, no meio da travessia. Quando o vento parou, a pressão do retorno das águas foi suficiente para matar e afogar os egípcios! Notar no mar a pouca profundidade no início da travessia pela sua tonalidade mais clara e a parte mais escura onde é mais profundo.

Periodicamente pesquisadores mergulham no local da travessia buscando materiais como ossos, cascos, rodas, restos dos carros egípcios entre outros objetos. É normal o mergulho de turistas em busca das belas paisagens submarinas e alguns até encontram esses materiais.

Abaixo estão alguns dos achados no fundo do mar em profundidades de até 60m a partir de 1978:

Fêmur humano.

Agrupamento de costelas humanas

Rodas e seus eixos encrostados de corais. Foram encontradas rodas de 4, 6 e 8 raios. As rodas de 8 raios só foram fabricadas na 18a dinastia dos faraós. O rei do Egito usou toda a sua frota de carros (Êxodo 14.6-7) com todos os tipos de rodas existentes.

Passagem por Mara, Elim e Refidim

Depois de 3 dias chegaram a um local chamado Mara onde as águas eram amargas (Êxodo 15.23). Em 1988 o explorador Bob Cornuke e seu amigo Larry Williams encontraram uma fonte de águas amargas próximo ao Mar Vermelho. 

os montes deste local arqueólogos Sauditas escavaram cavernas como a da foto abaixo. Informaram ao explorador Bob Cornuke que encontraram escrituras sobre a passagem de Moisés pelo local bem como as tumbas de Jetro e Zípora. Porém esta informação não foi confirmada.


A rocha em Horebe (Massá e Meribá), em Refidim, e uma vista da fenda por onde saía a água (Êxodo 17.6). Nota-se a erosão e o alisamento provocados pela nascente. Sua localização é próxima ao Monte Sinai (Êxodo 3.1), a menos de 24h a pé (Êxodo 19.1-2).


Ficaram alguns dias em Refidim. Foi aqui que Zípora, mulher de Moisés e seus 2 filhos (Gérson e Eliézer nascidos em Midiã) voltaram para casa contando a seu pai Jetro, como foi a fuga do povo. Em seguida, com seu pai e seus filhos, retornou para Moisés (Êxodo 18.1-4).

Também neste local ocorreu a guerra contra os amalequitas (Êxodo 17.8-13).

Na foto, o altar de Moisés "Jeová-Níssi" (O Senhor é Minha Bandeira) localizado cerca de 200m da rocha (Êxodo 17.15).


O Monte Sinai

A nomeação do tradicional Monte Sinai no Egito surgiu quando o Imperador Justiniano edificou o Monastério de Santa Catarina no ano de 527, dois séculos depois de Helena, mãe do Imperador Constantino, ter construído uma pequena igreja no mesmo vale, na península do Sinai, embora não tenha indícios arqueológicos nem relatos bíblicos do local. Mas em Êxodo 3.12 deixa claro que o monte verdadeiro fica fora do Egito e que Moisés esteve lá pastoreando quando vivia com seu sogro em Midiã.

A foto abaixo mostra o tradicional Monte Sinai que é visitado durante séculos por turistas e religiosos. O vale é pequeno e não tem espaço para acomodar mais de 2 milhões de hebreus (600 mil eram de homens que foram a pé) com seus animais e objetos.


O mapa abaixo mostra a sua posição geográfica e o trajeto (em vermelho) defendido por pesquisadores durante anos, mesmo sem achados que o comprovem. Mapas semelhantes estão nas Bíblias atuais.


A foto de satélite e o mapa mostram o trajeto defendido e em grande parte comprovado por Ronald Wyatt. O local chamado Etham (ou Etã) é próximo da cidade hoje conhecida como El Thamad.


O mapa abaixo mostra o trajeto pós-travessia. Notar que os hebreus voltaram a acampar em outro local do Mar Vermelho (Golfo de Ácaba) após terem saído de Elim (Números 33.10).


Em Êxodo 3.12 confirma que o Monte Sinai localiza-se fora do Egito e que Moisés esteve no local quando apascentava as ovelhas de Jetro, seu sogro e sacerdote de Midiã, região noroeste da Arábia (Êxodo 3.1). Portanto o Monte Sinai não poderia ser tão distante do local onde Moisés vivia, como vem sendo informado durante séculos.

Depois de realizadas buscas nas áreas da rota do Êxodo a partir de 1761, foi então encontrado na Arábia Saudita o que se chama hoje de o verdadeiro Monte Sinai. Neste lugar bastante amplo existem evidências mostradas nos livros de Moisés como pode-se ver nas fotos abaixo tiradas em 1984. Em Gálatas 4.25 confirma que o Monte Sinai fica na Arábia! Em árabe a região montanhosa se chama "Jebel El Lawz" e os árabes beduínos da região a chamam de "Jebel Musa" (Montanha de Moisés).



O local é até hoje conhecido como Horebe (Wadi Hurab)! Na verdade uma cadeia de montes que formam um "C" semelhante a um anfiteatro conforme mostra o mapa abaixo.


Mapa da região - Horebe em cor de laranja.


O pico do monte está "queimado" (carbonizado) conforme descrito em Êxodo 19.18-20, 24.17 e Deuteronômio 4.11. Exploradores quebraram algumas rochas e comprovaram que são de granito e escuras apenas por fora! É o local mais alto da região (mais de 60 metros de altura). Fica ao centro e na parte traseira da montanha.

A foto de satélite abaixo mostra a diferença geográfica entre o tradicional Monte Sinai em AZUL (na península do Sinai), e o encontrado com evidências em AMARELO (na Arábia Saudita). Em VERDE a praia onde acamparam os hebreus e a travessia do Mar Vermelho (no Golfo de Ácaba).


A Primeira Terra Santa dos Hebreus (Êxodo 3.5)

Outras evidências encontradas no local onde os hebreus teriam permanecido por cerca de 2 anos recebendo as leis e os estatutos. A foto mostra a vista para a área sagrada e para o arraial.

A: Casa da Guarda Árabe. Ao tomarem conhecimento das descobertas os árabes reconheceram a importância do local, declarando-o um sítio arqueológico.

B: Altar do Bezerro de Ouro (Êxodo 32.5,19). Situado ao pé de um monte pertencente a Horebe em frente ao Sinai a cerca de 1500 metros deste.

C: As doze colunas (Êxodo 24.4).

D: Altar de terra ao pé do monte (Êxodo 20.24 e 24.4).

E: Barreira de poços feita por Moisés para delimitar a área sagrada (Êxodo 19.23). O arraial dos hebreus situava-se atrás, da esquerda para a direita cobrindo toda a área entre os montes.

É evidente o contorno (em azul) da marca deixada pelo ribeiro que descia do monte até o arraial (Deuteronômio 9.21).


A água descia e acumulava nos poços dando condições ao povo de viver no local. Foram encontrados diversos vestígios desses poços.

No monte em frente ao pico existem pedras em forma de tábuas (Êxodo 23.12). Notar que há uma árvore crescendo entre as pedras. Logo abaixo destas existe uma caverna (parte escura um pouco abaixo do centro da imagem). Acredita-se ser a mesma na qual Elias se refugiou quando temeu a Jezabel (1 Reis 19.8-9), esposa do rei israelita Jeroboão.










Vídeos: https://www.youtube.com/watch?v=uHFOXNrwqX0 (Arqueologia Bíblica - A Travessia do Mar Vermelho e o Êxodo.)