terça-feira, 9 de março de 2021

a cultura da morte (1)



Não há questão mais importante do que o direito à vida.

E, no entanto, no mundo de hoje, onde tudo está invertido, os ovos de águia têm mais protecções legais do que os seres humanos no útero. As leis de aborto de alguns países do Ocidente estão entre as mais radicais do mundo - e são comparáveis às da China, Vietnam e Coreia do Norte.

Infelizmente, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), em média 73,3 milhões de abortos são realizados a cada ano: 200.821 por dia, 8.367 por hora.

Desde que começou a ler este artigo, quase 139 abortos ocorreram: 139 por minuto.139 seres humanos como nós, só que menores. Eles não são estatísticas. Eles são pessoas ... pessoas que teriam sido chamadas de Davi, Ana, Olívia, José, Guilherme, Daniel, Sofia, Isabel, Tiago...

O aborto é a morte cruel e violenta de um ser humano. Não podemos esquecer isso. Não podemos simplesmente nos acostumar com isso e não fazer nada em face do sofrimento dos outros. Esses bebés - Miguel, Fernanda, Camila - morrem antes mesmo de nascerem. Eles precisam de alguém para defendê-los. Eles precisam de nós para fazer algo.

Em 2020, usando a pandemia como desculpa, a Organização Mundial da "Saúde" promoveu o aborto doméstico por meio de pílulas químicas. E, também reafirmou sua intenção de expandir o acesso ao aborto domiciliar após a pandemia. Ao expandir o acesso às pílulas abortivas, eles provocarão milhões de mortes de crianças.

É assustador ver como essas vidas não nascidas são desprezadas.

Precisamos parar esse assassinato em massa silencioso que é o aborto. Parece uma grande tarefa, mas cada um de nós - com pequenos gestos, trabalhando juntos - pode realizá-la.

Precisamos estar presentes nas iniciativas pró-vida, dando voz aos que não têm voz; presentes para defender o direito à vida desde a concepção.

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