segunda-feira, 13 de junho de 2016

ideologia de espécie

"Ideologia de espécie" faz 20 mil ingleses viverem como cães.

Um documentário que foi para o ar na TV inglesa na quarta-feira, dia 25 de maio, está a gerar um amplo debate sobre o limite da ideologia e da insanidade. "Pup play", como é chamado em inglês, revela-se como uma tendência no mínimo bizarra. Homens adultos que se vestem e se comportam como cães. Produzido pelo Channel 4, "A Vida Secreta dos Cães Humanos" é o nome do programa que mostra cerca de 10.000 ingleses adeptos deste fenómeno da "ideologia de espécie".

Segundo Kye, 28 anos de idade, um dos entrevistados, “vestir-se de cão não é um fetiche sexual, é uma forma de escapismo”. Ele explica que as mulheres geralmente se identificam com gatinhas, enquanto os homens adoptam uma identidade canina. Para alguns é um role play, como um papel teatral que se desempenha por um tempo. Entretanto, muitos acreditam realmente que nasceram na espécie errada. A tendência não é exclusividade dos ingleses. Recentemente, uma norueguesa chamada Nano, de 20 anos, ficou famosa por afirmar na TV que é “uma gata presa em um corpo humano”. Ano passado, um francês transgénero conhecido como Karen, 50 anos, decidiu “assumir” sua opção sexual, pagou um tratamento e modificou o corpo, passando a se dizer mulher. Logo em seguida, “descobriu” ser um cavalo e quer viver como um.
Em todos esses casos, as modificações são feitas em nome da “construção” da sua identidade, ou seja, o exterior reflectir como a pessoa “se sente” no íntimo. Seria uma forma extremada da identidade de género, não importa como você nasceu, apenas como se vê.
A questão é levada a sério na Europa e já existe inclusive competições formais para julgar quem mais se parece com o animal de sua escolha. Algumas dessas pessoas possuem ligações fortes com a comunidade LGBT de seus países.
O programa do Channel 4 conta histórias como a de Tom, 32 anos, que trabalhava no teatro da cidade de Tring. Obcecado em se tornar um dálmata, ele trocou seu nome para Spot [mancha]. Terminou o noivado com Rachel e passou a se vestir e comportar-se como um cão. Embora diga que essa descoberta “foi algo mágico”, acaba confessando diante das câmaras: “Um pouquinho de mim lamenta ser um filhote de cão, pois perdi o que tinha antes”. Tom gastou mais de £ 4,000 em sua roupa de dálmata, feita sob medida, que inclui até um rabo que se mexe sozinho. Para se adaptar ao novo “estilo de vida” ele trocou sua cama para uma caixa forrada com almofadas, como as utilizadas por cães de grande porte.
Pelo seu empenho em encarnar Spot, ele conquistou o primeiro lugar na competição de “Mister Pup”, do Reino Unido em 2015. Com isso, ganhou o direito de representar seu país na competição que envolve toda a Europa, realizada na Bélgica.
Link: http://www.dailymail.co.uk/news/article-3602177/Puppy-play-definitely-not-sex-TV-documentary-sheds-light-barking-mad-men-enjoy-dressing-dogs.html
CONCLUINDO... mas agora andam todos loucos? Já não bastava a luta que têm tido pela aceitação, direitos, casamento, reconhecimento, e a questão da ideologia de género, agora também vieram com a ideia diabólica da ideologia de espécie? Preocupa os caminhos que o mundo está a trilhar!!! Há que pensar... não estaremos a caminhar para o fim?

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