sábado, 7 de fevereiro de 2026

Explicando adoração - 1

 




Se ainda não começaste o curso "Princípios da Fé Cristã", gostaria de convidar-te a começares esta maratona espiritual comigo. A Bíblia incentiva-nos a crescer espiritualmente, e através dos estudos que aqui serão partilhados terás a oportunidade de conhecer melhor o que a Palavra de Deus diz sobre diversos temas.

A Bíblia afirma, “o meu povo perece por falta de conhecimento” (Oséias). Por isso, convido-te a cresceres no teu conhecimento bíblico, para que sejas bem-sucedido, como nos ensina Josué 1:8.
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Jesus Cristo, o Senhor - parte 1


Texto relativo à aula online n.º 8 dos Princípios da Fé Cristã

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Se ainda não começaste o curso "Princípios da Fé Cristã", gostaria de convidar-te a começares esta maratona espiritual comigo. A Bíblia incentiva-nos a crescer espiritualmente, e através dos estudos que aqui serão partilhados terás a oportunidade de conhecer melhor o que a Palavra de Deus diz sobre diversos temas.

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Jesus Cristo realmente existiu ou o Cristianismo foi criado em torno de uma lenda? Poucos estudiosos questionam a existência de Jesus, mas alguns inimigos do cristianismo estão a tentar provar o contrário. É possível que o Jesus que muitos acreditam ser real nunca tenha existido? Em "A História da Civilização", o historiador secular Will Durant colocou a seguinte questão: “Terá Cristo realmente existido? Será que a história do fundador do cristianismo é o produto da dor, imaginação e esperança humanos—um mito comparável às lendas de Krishina, Osíris, Átis, Adónis, Dionísio e Mitras?” Durant indicou como a história do cristianismo possui “muitas semelhanças suspeitas com lendas dos deuses pagãos”. Mais tarde neste artigo veremos como este grande historiador respondeu suas próprias questões sobre a existência de Jesus. Então, como podemos saber com certeza que este homem, que muitos idolatram e outros amaldiçoam, foi de facto real?

​Ele não era rico nem poderoso. Nem sequer tinha uma casa que pudesse chamar de sua. Mesmo assim, seus ensinamentos influenciaram milhões de pessoas. Jesus Cristo realmente existiu? O que dizem as autoridades modernas e antigas?

Michael Grant, historiador e especialista em civilização clássica antiga, observou: "Se aplicarmos ao Novo Testamento, como deveríamos, os mesmos critérios que aplicamos a outros escritos antigos que contêm material histórico, não podemos rejeitar a existência de Jesus, assim como não podemos rejeitar a existência de uma massa de personagens pagãos cuja realidade como figuras históricas nunca é questionada."

Rudolf Bultmann, professor de estudos do Novo Testamento, afirmou: A dúvida sobre se Jesus realmente existiu é infundada e não merece refutação. Nenhuma pessoa sã pode duvidar que Jesus seja o fundador do movimento histórico cuja primeira etapa distinta é representada pela mais antiga comunidade palestina (de cristãos).

Will Durant, historiador, escritor e filósofo, escreveu: Que alguns homens simples (os autores dos Evangelhos) tenham, em uma geração, criado uma personalidade tão poderosa e atraente, uma ética tão elevada e uma visão tão inspiradora de fraternidade humana, seria um milagre muito mais incrível do que qualquer um registrado nos Evangelhos.

Albert Einstein, um físico judeu nascido na Alemanha, afirmou: "Sou judeu, mas sou fascinado pela figura luminosa do Nazareno." Quando perguntado se considerava Jesus uma pessoa histórica, respondeu: "Sem dúvida! Ninguém consegue ler os Evangelhos sem sentir a presença real de Jesus. Sua personalidade pulsa em cada palavra. Nenhum mito é repleto de tanta vida."

PORQUE JESUS?

Todos nós gostamos de ter boas relações. A nossa vida está cheia delas pais, filhos, amigos, cônjuge, netos, etc.). No cristianismo trata-se mais de uma relação do que de regras, e que se fala mais de uma Pessoa do que de filosofia ou doutrina? O cristianismo fala da mais importante das relações: a nossa relação com Deus, nosso Criador. Jesus disse que o primeiro e o maior dos mandamentos é amar a Deus, e que o segundo consiste em amar o próximo. O cristianismo trata pois igualmente as nossas relações com os outros.

Nós fomos criados para viver em relação com Deus. Enquanto não tivermos descoberto esta relação há qualquer coisa que nos falta. É por isso que somos frequentemente conscientes de que nos falta alguma coisa.  Um cantor de rock exprimiu-o assim: “No mais fundo de mim, sinto-me vazio.”

Uma mãe de família exprimiu “um vazio muito profundo”, enquanto uma jovem disse que lhe faltava um grande pedaço à sua alma.

As pessoas inventam muitas coisas para tentar preencher esse vazio! Alguns tentam preenche-lo com dinheiro, mas é em vão. Aristóteles Onassis, um dos homens mais ricos do mundo, declarou no fim da sua vida: “os milhões não compensam o que um homem tem necessidade de encontrar na sua vida.”

Outros tentam a droga, o álcool, ou o sexo. Uma rapariga disse que estas coisas dão um prazer imediato, mas deixam logo de seguida um sentimento de vazio. Para outros ainda, é em coisas que não têm nada de mal em si como o trabalho, a música, o desporto ou o sucesso, que procuram – em vão – apaziguar a sede que sentem no seu foro íntimo.

Nada, mesmo o mais íntimo das relações humanas, por mais maravilhosas que sejam, não podem cumular este vazio interior, se não for a relação com Deus para a qual fomos criados.

Segundo o NT, este vazio provém do facto dos Homens terem voltado as costas a Deus.

Jesus disse: “Eu sou o pão da vida” (Jo 6:35). Jesus é o único que nos pode saciar, porque é graças a Ele que a nossa relação com Deus pode ser restaurada.

Jesus responde à nossa necessidade de encontrar um sentido e uma finalidade para a vida.

Num momento ou noutro, todo o Homem acaba por se colocar a si mesmo questões: “Porque é que eu estou nesta terra?”, “para que serve a vida?”, “tem ela uma finalidade?” Albert Camus disse que era impossível viver se a vida não tiver um sentido.

Só vivendo em relação com Deus é que descobriremos o verdadeiro sentido e a verdadeira finalidade da vida. Podemos encontrar satisfações passageiras em outras coisas, mas só a relação com o nosso Criador nos dará uma satisfação duradoura e permanente.

Jesus responde à nossa necessidade de viver depois da morte.

Ninguém gosta de pensar na morte. “A minha própria mote me parecia muito longínqua. Eu não sabia o que se passaria e nem desejava sabê-lo. De facto, eu recusava olhar a realidade de frente, pois que é inegável que todos morreremos.”

A Bíblia diz também que Deus “até a eternidade colocou no coração deles” (Ec 3:11). Geralmente ninguém tem vontade de morrer e todos aspiram a uma vida depois da morte. Ora, só em Jesus é que nós encontramos a vida eterna porque a relação com Deus, na qual podemos entrar desde agora, sobrevive à morte e continua na eternidade.

Jesus responde à nossa necessidade de perdão.

Se formos sinceros, somos obrigados a reconhecer que nos acontece a todos fazer conscientemente o que não é o bem. Por vezes temos vergonha daquilo que fazemos. O que é mais grave é o egocentrismo que estraga tudo. Jesus disse que é o que sai do Homem que o torna impuro (Marcos 7:21-23).

A nossa maior necessidade, é o de ver as nossas faltas perdoadas. Assim como aquele que tem um cancro tem necessidade de ver um médico, esteja disso consciente ou não, assim nós temos necessidade de perdão, mesmo se ainda não temos consciência disso. Assim como no caso do cancro, será muito melhor para aquele que reconhece a sua doença e a necessidade de se tratar do que aquele que se deixa levar por um falso sentimento de segurança.

Pela Sua morte na cruz, Jesus tornou possível ao mesmo tempo o nosso perdão e o nosso regresso a Deus. Ele trouxe assim a resposta às nossas necessidades mais profundas.

QUEM É JESUS?

É o homem mais notável que alguma vez existiu, aquele que está no centro da nossa civilização. Não datamos nós a história dos Homens a partir da data do seu nascimento, antes e depois de Cristo?

Jesus era e é o Filho de Deus. Alguns só vêem nele um “bom mestre religioso”, mas os factos desmentem a sua proposição.

Mesmo entre aqueles que não professam a fé cristã, muito vêem em Jesus o modelo por excelência de uma vida destituída de qualquer egoísmo.

Dostoievski, que se dizia cristão, disse: “Eu penso que ninguém pode ser tão gentil, tão profundo, tão compassivo e tão perfeito quanto Jesus. Com um amor ciumento, digo a mim mesmo que não só ninguém se assemelha a ele, mas jamais ninguém poderá ser como ele.”

Quanto ao seu ensino, ele é considerado por muitos como o mais velo e o mais puro que alguma vez saiu da boca de um homem.

Demos de novo a palavra a C.S. Lewis: “Segundo todas as evidências, ele não era nem tolo, nem diabólico. E então por mais estranho, terrível, ou ainda improvável que isso possa parecer, sou obrigado a aceitar o facto que ele era e é Deus. Deus apareceu em forma humana neste mundo em plena ocupação inimiga.”

A SUA VITÓRIA SOBRE A MORTE

As provas da sua ressurreição física são reais e evidentes. Quando os discípulos foram ao túmulo, descobriram que os lençóis estavam por terra e que o corpo de Jesus já lá não estava.

Durante as seis semanas que se seguiram, mais de 550 pessoas viram Jesus em 11 ocasiões diferentes. Uma mudança radical se produziu na vida dos discípulos, a igreja cristã nasceu e conheceu um crescimento fenomenal.

Lord Darling, antigo presidente do supremo tribunal de Justiça, de Inglaterra: “Que a ressurreição seja uma verdade viva é um facto cujas provas são tão fortes, quer sejam positivas ou negativas, que se apoiem sobre factos ou circunstâncias, que nenhum júri sensato do mundo poderia dar outro veredito, que não fosse afirmar que a história da ressurreição é verdadeira.

A única explicação compreensível destes factos é que Jesus ressuscitou verdadeiramente dos mortos, confirmando assim que era e é o Filho de Deus.  

POR QUE É QUE JESUS VEIO AO MUNDO?

Jesus é o único homem que escolheu nascer um dos raros que escolheu morrer. Ele disse que veio a este mundo para morrer por nós, “para dar a sua vida em resgate de muitos” (Mc 10:45).

A crucificação era, segundo o que sabemos, de uma extrema crueldade. Cícero fala dela como sendo “a tortura mais cruel e mais odiosa”. Jesus deve ter sido flagelado com um instrumento feito de tiras de couro nas pontas das quais eram fixados pedaços de metal e de fragmentos de ossos.

No séc III, o historiador Eusébio escreveu: “As veias dos torturados eram postas a nu, os seus músculos, os seus tendões e as suas entranhas eram postas a descoberto.”

Depois os soldados forçaram Jesus a carregar um madeiro de 2 mts de comprimento até que ele caísse de esgotamento. Para O pregar na cruz, eles pregaram pregos de 15 cm a golpes de martelo nas suas mãos e nos seus pés. Durante várias horas, Jesus ficou pendurado num sofrimento atroz.

No entanto, o NT mostra claramente que, mesmo se a dor física e emocional foi terrível, Jesus sofreu ainda muito mais de angústia espiritual quando, para carregar os nossos pecados, ele foi separado de Deus.

POR QUE É QUE ELE MORREU?

Jesus disse que ia morrer “por nós”, quer dizer, “em nosso lugar”. Foi por causa do Seu amor por nós que ele não queria que nós tivéssemos que pagar o preço por tudo o que fizemos de mal. De facto, pela cruz, ele mostrou que carregava tudo sobre os Seus ombros.

Foi por nós que Ele morreu. Mesmo se tivesse havido uma única pessoa no mundo, ele teria dado a sua vida. O apóstolo Paulo disse “que me amou e a si mesmo se entregou” (Gálatas 2:20). Foi por amor a nós que Ele deu a sua vida em resgate.

O termo “resgate”, vem do mercado de escravos. Podia acontecer que um homem generoso comprasse um escravo e depois o libertasse. Para isso, ele deveria pagar um resgate. Pelo seu sangue sobre a cruz, Jesus pagou o resgate da nossa liberdade.

DE QUE É QUE ELE NOS LIBERTA?

Liberta-nos da culpabilidade.

Nós todos somos culpados diante de Deus, mesmo se não sentimos a nossa culpabilidade, porque muitas vezes transgredimos as suas leis em pensamento, palavras e obras.

Como aquele que deve purgar uma pena por ter cometido um delito, nós incorremos numa pena por ter transgredido a lei de Deus (Rm 6:23). A morte espiritual, quer dizer ser separado eternamente de Deus, é a consequência do que fazemos de mal. Todos nós merecemos o castigo. Sobre a cruz, Jesus sofreu em nosso lugar afim de que possamos ser completamente perdoados e que a nossa culpabilidade nos seja tirada.

Liberta-nos da dependência.

O que fazemos de mal torna-se uma dependência, uma escravidão (Jo 8:34). Jesus morreu para nos libertar dessa escravidão. Sobre a cruz, o poder desta dependência foi quebrado. Mesmo se às vezes caímos novamente, o pecado não tem mais poder sobre nós, depois que Jesus nos libertou.

Foi por isso que Jesus disse: “Se o Filho vos libertar, sereis realmente livres” (Jo 8:36).

Liberta-nos do medo.

Jesus veio “a fim de destruir, pela sua morte, aquele que tinha o poder da morte, isto é, o diabo, e libertar aqueles que, pelo medo da morte, passavam toda a sua vida dominados pela escravidão” (Hb 2:14b).

Nós já não temos necessidade de ter medo da morte.

Para aqueles que Jesus libertou, a morte não é o fim, mas a entrada no Céu. Aí seremos livres de tudo, inclusive da presença do pecado.

Quando Jesus nos liberta do medo da morte, liberta-nos igualmente de todos os outros medos.

ELE LIBERTA-NOS EM VISTA DE QUÊ?

Apesar de Jesus já não estar fisicamente presente sobre a terra, ele não nos deixou sós pois que nos enviou o seu Espírito Santo para estar connosco.

Quando o seu Espírito vem sobre nós, dá-nos uma nova liberdade.

Liberta-nos para que conheçamos Deus.

As nossas más acções colocam uma barreira entre nós e Deus (Isaías 59:2). Pela sua morte na cruz, Jesus desmoronou a barreira que nos separava de Deus. Agora é-nos possível entrar em relação com o nosso Criador e tornar-nos Seus filhos. O Espírito testifica que estamos nesta relação e que Ele nos ajuda a ter um melhor conhecimento de Deus. Ele ajuda-nos também a orar e a compreender a Palavra de Deus.

Ele liberta-nos a fim de que possamos amar (1 João 4:19).

Na cruz, compreendemos o amor que Deus nos tem e quando o Espírito vem viver em nós, nós temos a experiência desse amor.

Recebemos então um amor novo por Deus e pelos outros. Somos libertos a fim de que não vivermos mais centramos em nós mesmos, mas centrados no amor de Jesus e no serviço aos outros.

Liberta-nos para que possamos mudar.

“Cada um é como é. Não podemos mudar-nos.” A boa notícia, é que com a ajuda do Espírito Santo, nós podemos mudar. O Espírito Santo liberta-nos para que possamos viver o género de vida ao qual aspiramos no mais fundo do nosso coração – Gálatas 5:22. Quando pedimos ao Espírito Santo para descer sobre nós, estes maravilhosos frutos começam a desenvolver-se em nós.

PODEMOS DIZER "NÃO"?

Em Cristo, Deus oferece-nos o perdão, a liberdade e o seu Espírito que vem viver em nós. Tudo isso é um presente que Deus nos dá. Como para qualquer presente, nós temos a possibilidade de o receber, de o abrir, e de beneficiarmos dele, ou também de o recusar dizendo “não, obrigado”. É triste constatarmos que muitos encontram desculpas.

Eis aqui algumas:

“Não tenho necessidade de Deus”. Em princípio, os que respondem assim querem dizer que são bem felizes sem Deus. De facto, não compreenderam que a nossa maior necessidade não é de “sermos felizes” mas de sermos “perdoados”. É preciso muito orgulho para dizer que não temos necessidade de perdão.

Todos nós temos necessidade de sermos perdoados. Sem o perdão, nós ficamos numa posição perigosa, porque se o nosso Deus é um pai cheio de amor, ele é também o justo juiz. Ou aceitarmos o que Jesus fez por nós sobre a cruz, ou teremos que sofrer um dia o justo castigo por aquilo que fizemos de mal.

“Eu deveria renunciar a demasiadas coisas”. Acontece que Deus põe o dedo sobre algumas coisas na nossa vida que sabemos bem não estarem em regras. Se queremos estar em relação com Deus por Jesus, nós sabemos que será necessário renunciar a isso.

Neste caso, será bom recordar certos factos:

- Deus ama-nos. Quando ele nos manda renunciar a qualquer coisa, é porque essa coisa nos faz mal. Por exemplo, se visses os teus filhos a brincar com uma faca, dir-lhe-ias logo para parar, não para o impedir de se divertir, mas para evitar que se fira.

- Aquilo a que renunciamos não se pode comparar àquilo que recebemos que é infinitamente maior. Fica muito mais custoso recusar tornar-se cristão, que aceitar sê-lo.

- Aquilo que abandonamos não é nada em comparação com o que Jesus abandonou por nós quando morreu na cruz.

“Deve haver um engano.” Alguns têm muita dificuldade em crer que se possa encontrar qualquer coisa gratuita nesta vida. Dizem que parece demasiado fácil e que deve haver algures uma ratoeira, um engano. O que eles não veem, é que, se a salvação é gratuita para nós, foi no entanto muito preciosa, no sentido de custosa para Jesus que a pagou com o seu próprio sangue. Se é fácil para nós, não o foi para ele.

“Não sou bom”. Ninguém dentre nós é bom diante de Deus, nem nunca se poderá tornar bom pelas suas próprias forças. Foi para isso que Jesus veio. Graças a ele, Deus pode aceitar-nos tais como somos, com tudo o que fizemos, mesmo se nós estragamos completamente a nossa vida.

“Não conseguirei manter-me firme”. Tens razão em pensar que não conseguirás se contas contigo mesmo. Mas o Espírito Santo vem viver em nós. Ele dá-nos o poder e a força de viver uma vida cristã dia após dia.

“Pensarei nisso mais tarde”. É sem dúvida a desculpa que ouvimos mais vezes. “Eu sei que é verdade, mas ainda não estou preparado.” Remetemos para mais tarde. Quanto mais retardarmos a decisão, mais ela se torna difícil a tomar e mais nos privamos das bênçãos de Deus. Por outro lado, não sabemos se a ocasião se apresentará de novo.

QUE DEVEMOS FAZER?

O NT diz-nos claramente que precisamos fazer alguma coisa para aceitar o dom que Deus nos oferece. Isso chama-se um acto de fé – João 3:16. Crer é um acto de fé que se apoia sobre tudo o que sabemos sobre Jesus. Não é um salto no desconhecido, mas é colocar a nossa confiança numa Pessoa. É um pouco como o passo de fé que fazem os noivos quando pronunciam o “sim” no dia do casamento.

Há muitas maneiras de fazer este passo na fé, mas vou explicar-vos um que vos permite fazê-lo agora. Resume-se em três expressões:

“Perdoa-me.” - Pede a Deus para perdoar tudo o que fizeste de mal. Renuncia a tudo o que saber ser mau na tua vida. É o que a Bíblia chama de ARREPENDIMENTO.

“Agradeço-te” - Crê que Jesus morreu sobre a cruz por ti. Agradece-lhe o facto de ter morrido por ti e de te oferecer gratuitamente o seu perdão, a liberdade e o seu Espírito.

“Por favor” - Deus não entra nunca na nossa vida pela força. Compete-nos aceitar o seu presente e convidá-lo a vir viver em nós pelo Seu Espírito.

Se desejas entrar nesta relação com Deus, e se estás disposto a dizer as três expressões acima mencionadas, eis aqui uma oração muito simples que podes fazer:

“Senhor Jesus, peço-te perdão por tudo aquilo que fiz de mal na minha vida. (Tira uns minutos para dizer as coisas de que estás consciente neste instante). Perdoa-me, eu Te peço. Renuncio agora a tudo o que sei ser mal.

“Agradeço-te pela tua morte na cruz por mim a fim de que eu seja perdoado e liberto. Obrigado por me ofereceres o teu perdão e por me dares o teu Espírito. Creio que tu mo comunicas neste instante.

“Convido-te a vires à minha vida pela ação do teu Espírito Santo e que Ele esteja comigo sempre.

“Obrigado, Senhor Jesus. Amén.”


COMO ENTRAMOS NO REINO DE JESUS CRISTO?

Romanos 10:9,10 - “(9) Pois, se confessar com os seus próprios lábios que Jesus Cristo é o seu Senhor, crendo-o do fundo do coração que Deus o levantou dentre os mortos, será salvo. (10) Porque é crendo de coração que um homem se torna reto para com Deus; e com a boca é que se confessa a sua salvação.” (Nova Bíblia Viva)

A Bíblia mostra-nos também que para passar de um reino para o outro, é necessário ARREPENDIMENTO – arrependimento da insubmissão a Deus, do pecado, etc. - e isso pela fé!

T.S. Elliot poeta: “Ó, minha alma, esteja preparada para encontrar aquele que sabe fazer as perguntas” - Todo homem e toda mulher que já respiraram serão avaliados, pesados e medidos unicamente em termos do seu relacionamento com o Carpinteiro de Nazaré.

O carpinteiro de Nazaré não refinou simplesmente a ética, não reordenou meramente a espiritualidade do Antigo Testamento; não apenas renovou a velha criação. Ele deu início a uma revolução. Devemos renunciar a tudo o que possuímos, não apenas a maior parte. Lucas 14.33. Devemos abandonar o velho estilo de vida, não apenas corrigir algumas de suas aberrações, Efésios 4.22. Devemos ser uma criação inteiramente nova, não uma versão recauchutada da anterior, Gálatas 6.15. Devemos ser transformados de uma glória para outra, até a própria imagem do transparente Senhor, 2 Coríntios 3:18. Nossa mente deve ser renovada por uma revolução espiritual, Efésios 4.23.

Logo após a Bíblia nos ensina um outro princípio que deverá ser praticado: o baptismo nas águas (este tema será abordado mais adiante). O baptismo nas águas simboliza a nossa morte para o reino das trevas e nosso nascimento par o reino de Deus! Para entrar no Reino de Deus é necessário nascer de novo! E isso é simbolizado pelo baptismo nas águas (João 3:3). Ex.: Alguém que quiser ser cidadão português em que a única hipótese para ser português é nascer em Portugal!

Devido ao conhecimento desta verdade, a prática da igreja primitiva era que, quando alguém aceitava Jesus Cristo como seu Senhor, era baptizada logo de imediato.

Actos 16:30-34... baptismo de noite, e logo após a conversão.

Actos 8.26-38 – Filipe e o eunuco.


Vamos para a parte 2?

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Jesus Cristo, o Senhor - parte 2



Texto relativo à aula online n.º 8 dos Princípios da Fé Cristã

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JESUS, O SENHOR  (Romanos 10:9,10)

a) A palavra “senhor” perdeu grande significado no nosso mundo actual, pois o tempo dos “senhores” não existe. Inicialmente a palavra “senhor” (em minúscula) era usada pelos escravos ao se dirigirem aos seus amos. A mesma palavra, com inicial maiúscula, era aplicada apenas ao imperador romano.

Jesus Cristo, revelou-se como Senhor! Como Senhor espera que Lhe obedeçamos (Lucas 6:46).

Muitos querem que Jesus seja unicamente Salvador e Médico, mas não Senhor. Muitos “cristãos” ainda não deram este passo. Simpatizam com a mensagem e com os benefícios, mas...

Reconhecer Jesus como Senhor, significa estar debaixo do Seu GOVERNO e reconhecer que somos Seus servos. Sendo escravos, não temos nada senão o que o nosso Senhor permite que tenhamos (tema que será abordado mais adiante). - ver Mateus 10:37-39 - “Quem ama o pai ou a mãe mais do que a mim não é digno de mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a mim não é digno de mim. E quem não toma a sua cruz, e não segue após mim, não é digno de mim. Quem achar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a sua vida por amor de Mim, achá-la-á.”

Somos apenas mordomos! Tudo é dEle! Ele é o Senhor!

O EVANGELHO DO SENHOR JESUS (Mateus 11:28,29). 

A Salvação não significa apenas libertação dos nossos fardos e dificuldades. É verdade que ficamos livres do jugo de satanás, mas é verdade também que recebemos um outro para substituir – o jugo de Cristo! A grande Boa Nova do Evangelho de Jesus Cristo é a Salvação – reconciliação do Homem e Deus. O único requisito é que o Homem se arrependa genuinamente da sua vida de insubmissão a Deus.

Por isso...

SALVAÇÃO É SUBMISSÃO

Salvação significa colocar-se sob o senhorio/domínio de Cristo, sujeito às Suas ordens. Então, poderemos dizer: “seja feita a Tua vontade, assim na Terra como no Céu”. (Mateus 6:10)

Lucas 6:46 - “Porque me chamais “Senhor! Senhor!” e não fazeis o que eu vos mando?”

Se nos consideramos Seus discípulos, Ele tem que governar, ser dono de tudo.

- Reconhecer que tudo o que possuo não é meu, mas de Deus – Lucas 14:26-33

Tudo o que temos é de Cristo (v. 33)

- Temos um Rei/Senhor a quem devemos obediência e fidelidade.

Como servo submisso (salvo), agora o meu desejo é obedecer TODOS os Seus mandamentos. Por vezes somente queremos cumprir aqueles que nos agradam, que nos dão jeito obedecer.

- Baptismo – Marcos 16:16; Actos 2:38  (tema a ser abordado mais adiante)

- Dízimos e ofertas – Malaquias 3:10  (tema a ser abordado mais adiante)

- Etc.

SALVAÇÃO (também) É MORTE

- Morrer para nós mesmos – entregar o trono / comando da vida, deixar de ser independente. - Apóstolo Paulo: "não vivo mais eu, mas Cristo vive em mim."

- Negar a si mesmo – Marcos 8:34-36: “... se alguém quer vir após Mim, a si mesmo negue, tome a sua cruz e siga-me...”

  Deixo de fazer a minha vontade para realizar a vontade de Deus. Deixo de ser o centro da minha vontade, e Cristo passa a governar a minha vida.

       Tudo o que temos e recebemos de Deus é pela Sua Graça!

Quando buscamos o Seu Reino/governo... Ele derrama sobre nós as Suas bênçãos 

Mateus 6:33 - “Coloquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, ele dará-vos-á todas essas coisas.” – coisas essenciais para a vida (vida sem preocupações)

Deuteronómio 28:1,2 - “(1) Se obedecerem fielmente à voz do Senhor, o seu Deus, e a todas as leis que hoje vos dou, então o Senhor, o seu Deus, exaltará a nação de Israel acima de todas as nações da terra. (2) E as bênçãos virão sobre vós e os acompanharão, resultantes da obediência ao Senhor, o seu Deus.”

Josué 1:8 - “Não se canse de lembrar ao povo as leis deste Livro, e tu mesmo trata de meditar nelas todos os dias e todas as noites, para ter certeza de que estás a ser obediente em tudo o que nele está escrito. Só assim prosperarás e terás sucesso.” (Nova Bíblia Viva)

Nossa prioridade não deve ser termos comida, roupa, etc. O motivo pelo qual vivemos, é para fazer o Reino de Deus crescer! Jesus é o Comandante do Seu exército. Temos que conquistar a terra para Deus!

- Como? Fazendo discípulos de Cristo! Fazendo de cada Homem um “escravo”/”servo” de Jesus Cristo – Mateus 28.19,20.

SERVOS DO SENHOR JESUS (Lucas 17:7-10). Como cristãos, somos “servos” do nosso Senhor Jesus.

Para nós que vivemos no séc. XXI, definiríamos “servo” como empregado. Como empregado, teríamos uma recompensa no final do mês (vencimento), contrato de trabalho, etc. Mas no séc. I, quando Jesus escreveu, a palavra “servo” significava “escravo” - uma pessoa que fora destituída de tudo que possuía neste mundo: sem liberdade, sem autonomia, sem vontade própria, e até o nome, sem receber qualquer valor (dinheiro) pelos seus serviços (v. 10).

SOMOS ESCRAVOS DE JESUS CRISTO! (Romanos 14:7-9; 2 Coríntios 5:15) – Jesus Cristo morreu por nós, para que “uma vez libertos do pecado, fostes feitos servos da justiça” (Romanos 6:18).

Antes de sermos filhos de Deus éramos escravos das trevas, das inclinações carnais, etc. Estávamos debaixo do domínio de Satanás!

Após a aceitação da Redenção de Jesus Cristo – o preço pago – deixámos de estar debaixo do domínio de Satanás, para viver debaixo do domínio de Jesus Cristo, nosso Senhor (Colossenses 1.13)!

Neste novo reino, temos um Rei ao qual devemos obediência e fidelidade!

(crianças) fundamentos da fé em Cristo - lição 1

 











sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

3200 pessoas mudaram de género em Portugal



Entre 2018 e 2025, o Registo Civil em Portugal alterou legalmente o gênero e o nome de 3300 pessoas.

Por Bruno G. Santos, em Notícias · 27 Jan 2026 

Entre as estatísticas divulgadas, 323 jovens de 16 e 17 anos foram ao Registo Civil para mudar seus nomes e gêneros.

Dados do Ministério da Justiça, citados pelo jornal Público, mostram que em 2025 houve uma leve redução no número de pedidos em comparação com anos anteriores. No ano passado, foram realizados 541 processos, abaixo dos 606 pedidos feitos em 2024.

O aumento no número demonstra os efeitos da legislação em Portugal, que permite que adultos solicitem mudanças de gênero e nome no Registo Civil sem a necessidade de boletim médico. Para jovens com 16 anos ou mais, ainda é necessário um relatório médico e psicológico, junto com o consentimento dos pais, para mudar seu nome e género no Cartão de Cidadão.

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A Bíblia ensina que é natural e correto se identificar com o género correspondente ao seu sexo biológico. Homens e mulheres têm diferenças físicas, mas têm o mesmo valor diante de Deus. Tentar se identificar com um gênero que não corresponde ao seu corpo físico não é sensato nem saudável.

A Bíblia ensina claramente que Deus criou o homem e a mulher (Génesis 1:27). Não existe nenhuma referência a outro tipo de género na Bíblia. Mas a Bíblia não define rigidamente os papéis sociais do homem e da mulher. Na verdade, ela mostra várias culturas diferentes, ao longo do tempo, onde esses papéis são muito variados.

Em Deuteronómio 22:5, Deus proibiu os israelitas de se vestirem como pessoas do sexo oposto. A razão dada era que Deus tem aversão a isso. Deus não muda, logo Deus continua a não gostar quando as pessoas se vestem como o sexo oposto. Essa regra não se refere a fantasias ou disfarces, quando as pessoas sabem que não são mesmo desse género. Está falando sobre tentar ser algo que fisicamente não é.

Algumas pessoas sofrem muito porque sentem que estão no corpo errado. Mas a Bíblia diz que Deus criou cada pessoa com muito cuidado e atenção (Salmos 139:13-14). Quando rejeitamos nosso corpo físico, rejeitamos quem somos, nossa identidade. Precisamos aprender a aceitar quem somos. Mas isso não significa que temos de agir exatamente de acordo com os padrões de nossa sociedade. Nosso gênero é definido por nosso sexo físico, não pelos estereótipos da sociedade.

Mesmo assim, é importante deixar nosso género claro, para não causar confusão. Isso pode ser feito através de pequenos detalhes, como a roupa que usamos. Precisamos encontrar o equilíbrio, aceitando nosso verdadeiro género, expressando nossa personalidade e procurando não causar escândalo (Romanos 14:16).

Não me identifico com meu sexo, o que devo fazer? Primeiro, precisa saber que Jesus te ama! Não importa o estado em que está, pode vir para Jesus. Ele oferece a salvação de graça. Basta crer.

Se ama Jesus, procure ouvir o que ele quer lhe dizer. Jesus vai lhe mostrar o caminho certo. Pode levar tempo, mas vai ver a diferença. A verdade lhe libertará (João 8:31-32). Deixe Cristo definir sua identidade.


(família) Atividades em Família para o Inverno Criam Memórias Calorosas



Precisa de algumas atividades em família para o inverno? Planeie uma celebração do meio do inverno para encantar as famílias com comida, jogos, artesanato e amizade. Também convide famílias da sua comunidade para se juntarem à diversão.

Não importa o clima, seu orçamento ou o tamanho da sua igreja, essas atividades divertidas para a família no inverno aliviam qualquer apatia. Além disso, são uma ótima maneira para famílias com crianças de qualquer idade se unirem.

Preparação: Atividades de Inverno para Famílias

Espalhe a Palavra

Antes, divulgue bem o evento. Para alcançar o maior público possível, utilize uma variedade de métodos de divulgação. Incentive todos a usarem roupas escuras e confortáveis que possam bagunçar.

Espaços Abertos

Você vai precisar de uma área grande e aberta para atividades. Remova qualquer móvel, como mesas e cadeiras, antes do evento. Além disso, divida o cômodo em quadrantes usando fita adesiva. Rotule cada quadrante com um dos seguintes nomes de equipe: Big, Bad Blues; Verde Grunge; Yahoo Amarelos; e Vermelhos Rugidores.

À medida que cada família entra, designe-as para um quadrante de equipe. Uma maneira simples de fazer isso: corte um número igual de quadrados de papel de construção azul, verde, amarelo e vermelho. Dê um quadrado para cada família, trocando de cor conforme cada família que chega. Mantenha os familiares unidos. 

As equipes não precisam ser exatas em número, mas devem ter aproximadamente o mesmo tamanho.

Grub antes dos jogos

A noite em família começa com um verdadeiro piquenique, então convide cada família a trazer seu próprio cobertor e jantar de piquenique. Além disso, peça para as famílias trazerem uma sobremesa ou um lanche para compartilhar com todo o grupo mais tarde à noite. Você precisará fornecer bebidas, pratos de papel, guardanapos e utensílios plásticos.

Quando as famílias chegam, eles espalham os cobertores no chão para o piquenique. Reserve 45 minutos para que as famílias se encontrem, cumprimentem e comam. Depois que a comida e os cobertores forem limpos, peça para as famílias irem ao quadrante de equipe codificado por cores para que os jogos possam começar.

Hora do Jogo

Você vai precisar de vários árbitros voluntários com apitos para começar e encerrar muitos desses jogos.

Também crie uma hashtag (ou coloque várias câmeras descartáveis pelo cômodo) para capturar instantâneos da ação. Depois, compile as fotos ou revele o filme. Depois, crie uma montagem fotográfica divertida das festividades da noite para exibir na igreja.

Comece a noite das atividades familiares para o inverno com uma oração e devoção. Então que comecem os jogos e o alcance social!

14 Atividades em Família para o Inverno

1. Deixe Nevar

Faixa etária: 3 até adulto
Tempo da Atividade: 5 minutos

Materiais:
- 4 sacos de algodão
- um árbitro
- acesso à música "Let It Snow"

Essa guerra de bolas de neve que faz rir é perfeita para famílias com crianças pequenas. Espalhe um saco de algodão em cada quadrante.
- Diz: Vamos fazer uma guerra de bolas de neve! Quando o árbitro apitar, comece a lançar suas "bolas de neve" nos outros times. Mas você deve permanecer dentro do quadrante do seu time — sem sair dos limites. O objetivo é tirar o máximo possível de bolas de neve do quadrante do seu time e entrar nos quadrantes dos outros times. Quando o apito soa no final da música, todos congelam. Depois, cada equipe contará as bolas de neve em seu quadrante.
- Quando o árbitro apitar, toque a música "Let It Snow." Quando a música termina, peça para o árbitro apitar novamente e gritar: "Freeze!" Depois, instrua cada equipe a contar as bolas de neve em seu quadrante.

2. Cavar a neve

Faixa etária: 3 até adulto
Tempo da Atividade: 5 minutos

Materiais:
- Copos de papel

Depois da guerra de bolas de neve, aproveite este divertido jogo de limpeza. Você vai precisar de uma "pá de papel" para cada adulto em cada quadrante. Peça para adultos se unirem com uma ou duas crianças em seus quadrantes para "limpar a neve". Equipes de limpeza de neve dão as mãos ou se cruzam enquanto trabalham juntas para coletar neve em seus pás de papel. Recolha os copos de papel quando as equipes terminarem de cavar.

3. Grande Neve

Faixa etária: 10 a adulto
Tempo da Atividade: 10 minutos

Materiais:
- meias
- Talco para bebê
- um saco plástico de lixo
- Árbitros

Em seguida, tente essa versão da guerra de bolas de neve, para famílias com crianças mais velhas. Três semanas antes do piquenique de inverno, coloque uma caixa de coleta de "meias extras" na sua igreja. Peça para as famílias doarem meias limpas que não tenham parceiro ou que tenham buracos. Depois que todas as meias estiverem coletadas, role cada uma em uma bola. Você pode querer recrutar ajuda para essa tarefa.

Pouco antes do piquenique, cubra as meias com talco de bebê. Uma maneira fácil de fazer isso é colocar várias meias de cada vez em um saco plástico de lixo e polvilhar pó sobre elas. Depois, segure bem a bolsa fechada e sacuda para cobrir bem as meias. Para o jogo, peça para crianças e adultos formarem duplas ou trios e se segurem de mãos dadas ou entrelaçam cotovelos. Dê a cada equipe duas bolas de neve de meia.

Diga: No "go", seu trabalho é eliminar outros times acertando-os com suas bolas de neve cobertas de pó. Se seu colega de equipe for atingido, toda a equipe deve sentar. Você vai saber se foi atingido porque as bolas de neve vão deixar uma marca em você. Escolha com cuidado antes de jogar, já que você só tem duas bolas de neve. Você também pode usar bolas de neve que encontrar no chão. Boa sorte!

Faça um árbitro apitar. Você vai precisar de vários árbitros para monitorar a luta de bolas de neve. As equipes tentam se acertar com as bolas de neve cobertas de pó. Jogue até que só reste um time de pé.

4. Alimente as focas

Faixa etária: Criança pequena e adulta
Tempo da Atividade: 10 minutos

Materiais:
- Biscoitos de peixinho dourado
- pequenos copos de papel Dixie

Este jogo vai encantar os participantes mais jovens. Crianças de até 3 anos gostam especialmente de "alimentar as focas". Formem trios com uma criança e dois adultos.

Faça com que um adulto de cada trio pose como foca. Essas pessoas bem-humoradas precisam estar de joelhos, e vão bater as mãos para cima e para baixo na frente enquanto latem como focas sempre que são alimentadas. Faça todas as focas se alinharem a 25 pés do outro adulto do trio. Dê ao outro adulto — não à foca — um pequeno copinho de biscoitos Goldfish.

O trabalho da criança é correr de um lado para o outro entre os dois adultos, pegando um biscoito de peixe dourado por vez para alimentar a foca até que o copo fique vazio.

5. Pinguins Nidificando

Faixa etária: 3 a 6 anos e adultos
Tempo da Atividade: 10 minutos

Materiais:
- 2 círculos vermelhos, 2 amarelos, 2 verdes e 2 azuis
- Oito balões inflados
- 96 ovos de plástico
- um árbitro

Aqui está outro jogo especialmente para crianças pequenas. Você vai precisar de dois "pinguins" voluntários de cada quadrante. Dê a cada pinguim um "ninho" — um círculo de cartaz que representa a cor da equipe — e 12 ovos plásticos. Dê a cada pinguim um balão inflado.

Peça para cada pinguim colocar seu ninho no centro do quadrante e coloque todos os 12 ovos sobre o ninho. Os pinguins devem então ficar a 3 metros de distância dos ninhos e colocar os balões inflados entre os joelhos. No "go", os pinguins caminham cambaleando em direção aos ninhos.

Enquanto os pinguins caminham cambaleando em direção aos seus ninhos, o trabalho das crianças é roubar ovos dos ninhos dos outros times e colocar os ovos no ninho do time. As crianças podem roubar ovos repetidamente, mas só podem pegar um por vez.

Quando os pinguins finalmente caminham cambaleando até o ninho, eles podem ajudar a proteger os ovos — mas apenas usando os pés.

Após oito minutos, o árbitro apita. A equipe com mais ovos no ninho vence.

6. Trenó puxado por cães

Faixa etária: 3 a 5 anos e adultos
Tempo da Atividade: 15 minutos

Materiais:
- 4 grandes caixas plásticas
- um exercício
- quatro pedaços de corda de nylon de 10 pés
- Cones laranja
- um árbitro

Antes do evento, fure dois furos na frente de cada banheira plástica. Passe um pedaço de corda de nylon pelos buracos e amarre as pontas da corda para criar um trenó e um arreio. Crie uma pista de corrida colocando cones laranja ao redor da sua área.

Incentive os adultos a terem cuidado com essa atividade. Combine um adulto com cada criança de 3 a 5 anos. Faça com que esses parceiros formem duas filas na linha de largada.

Faça as crianças sentarem dentro da banheira e segurarem firme. Seus parceiros adultos entram no arnês de corda de nylon como os "cães de trenó". No "go", duas equipes fazem uma volta pela pista. Tenha as próximas equipes carregadas em suas caixas e prontas para partir assim que as duas primeiras equipes chegarem à linha de chegada.

Continue essa rotação até que todas as crianças tenham tido a chance de montar. Alguns adultos podem precisar correr mais de uma vez.

7. Hóquei no Gelo

Faixa etária: 10 até adulto
Tempo da atividade: 15 minutos

Materiais:
- 20 balões
- 4 Argolas plásticas Hula Hoop
- 4 sacos de lixo grandes
- fita de máscara
- 4 vassouras

Pais e crianças mais velhas adoram jogar essa versão do hóquei no gelo. Peça para cada equipe inflar e amarrar cinco balões. Depois, as equipes colocam seus balões no centro da área de atividades, onde todos os quatro quadrantes se encontram.

Cada equipe criará um objetivo colando um grande saco de lixo em um aro plástico Hula Hoop para formar uma rede improvisada. Peça para cada equipe escolher um portador de gols para segurar a rede de Hula Hoop em uma extremidade da "quadra" do quadrante. Os portadores do gol devem permanecer imóveis durante todo o jogo.

Depois, cada equipe deve escolher um "varredor" — alguém que tenta impedir que qualquer balão entre na rede Hula Hoop. Cada varredor recebe uma vassoura.

Em seguida, peça aos membros de cada equipe formando duplas e segurando as mãos com seus parceiros. No "go", os parceiros podem usar qualquer parte do corpo, exceto as mãos, para tentar colocar os balões nas redes de Hula Hoop das outras três equipes. Jogue até que todos os balões tenham sido depositados nas redes.

8. Pesca no Gelo

Faixa etária: 3 até adulto
Tempo da Atividade: 10 minutos

Materiais:
- Bandejas plásticas para cubos de gelo
- Água
- 200 clipes de papel grandes
- Espetos de kebab de madeira de 12 polegadas
- quatro cavilhas de madeira de 4 pés de altura
- 4 ímãs fortes
- Pistola de cola quente
- Bastões de cola quente
- 1 piscina plástica

Antes do piquenique de inverno, congele 200 "peixes de gelo" — cubos de gelo com um clipe de papel para fora — usando estas instruções:

Encha as bandejas de cubos de gelo com água. Insira um espeto de espetador de madeira de 12 polegadas pelo centro de vários clipes de papel em um dos lados da bandeja. Coloque um clipe de papel em cada cubo e coloque os espetos de kebab em cima da bandeja. Repita para o outro lado da bandeja e depois congele os cubos.

Faça varas de pescar fixando um ímã forte com cola quente na ponta de cada vara de madeira de 1,2 metros. Pouco antes do jogo começar, coloque todos os peixes de gelo na piscina virados para cima. Coloque a piscina no centro dos quatro quadrantes.

Faça com que as quatro equipes se alinhem dentro de seus respectivos quadrantes, de frente para o grupo. Dê a vara de pescar para a primeira pessoa da fila. No "go", a pesca começa. Os membros da equipe pescam até conseguirem pegar um peixe e colocá-lo em seu quadrante. Brinque até que todos os peixes estejam pegos.

Certifique-se de testar as varas de pesca magnetizadas antes de iniciar a atividade. Certifique-se de que seus ímãs sejam fortes o suficiente para levantar os cubos de gelo.

9. Gelados de mármore

Faixa etária: 4 até adulto
Tempo da Atividade: 10 minutos

Materiais:
- Piscina de plástico
- Folhas plásticas
- toalhas
- várias centenas de bolinhas de gude
- Um saco de gelo de 5 libras
- um árbitro
- 4 recipientes plásticos
- Água fria

As famílias podem exercitar a coordenação dos dedos dos pés com esse jogo gelado. Coloque a piscina no centro dos quatro quadrantes, sobre uma lona plástica. Encha até a metade com água fria. Adicione o gelo e as bolinhas de gude. Coloque toalhas e um recipiente plástico em cada quadrante.

Faça todos os jogadores de cada time se alinharem em seus quadrantes e tirar um sapato e uma meia. Quando o árbitro apita, cada jogador coloca o pé na água e tenta pegar uma bolinha usando apenas os dedos dos pés. Quando os jogadores conseguem pegar uma bolinha, eles a colocam no recipiente plástico do time e o próximo jogador da fila sai.

10. Vila do Gelo

Faixa etária: 10 a adulto
Tempo da atividade: 20 minutos ou mais

Materiais:
- Água
- Corante alimentício
- Vários tamanhos de recipientes plásticos
- Um supervisor adulto

As crianças mais velhas vão adorar criar uma vila de gelo neste projeto ao ar livre. Antes do evento, congele água colorida nos recipientes plásticos.
Peça aos participantes para trabalharem juntos do lado de fora para criar uma vila de gelo usando blocos de gelo coloridos. Crie a vila em uma área em frente à sua igreja onde as pessoas possam vê-la. Se seu clima estiver frio, a vila de gelo vai durar muito tempo. Se você mora em um clima mais quente, a vila certamente será um tema de interesse!

11. Expresso Floco de Neve

Faixa etária: 5 a adulto
Tempo da atividade: 10 minutos ou mais

Materiais:
- quadrados de feltro brancos
- Tesoura
- glitter
- Lantejoulas
- cola

As crianças podem fazer esses flocos de neve de lembrança com apenas alguns materiais. Forneça quadrados de feltro branco, tesoura, glitter, lantejoulas e cola. Peça para as crianças cortar um floco de neve do feltro primeiro dobrando-o ao meio, depois novamente ao meio ao longo da dobra. Dobre o feltro novamente em forma triangular no ponto onde as duas dobras anteriores se encontram.

Peça para as crianças desenharem seus flocos de neve cortando formas no feltro dobrado. Depois, eles podem decorar seus flocos de neve com glitter e lantejoulas.

12. Coberturando o Boneco de Neve

Faixa etária: 3 até adulto
Tempo da Atividade: 10 minutos

Materiais:
- 4 rolos de papel higiênico
- feltro laranja e preto
- Tesouras de segurança
- fita
- uma variedade de chapéus, lenços, vassouras, bolsas e outros itens de fantasia
uma forma de tocar a música "Frosty, o Boneco de Neve"

As crianças adoram fazer esse boneco de neve — independentemente da disponibilidade do material branco!

Peça para cada equipe escolher um adulto e uma criança para serem os bonecos de neve. Dê a cada quadrante um rolo de papel higiênico e coloque o restante dos itens no centro da sala.

Diga: Sua equipe vai trabalhar junta para construir um boneco-de-neve e uma criança-de-neve usando os itens da caixa e o papel higiênico que te dei. Você tem 10 minutos para criar seus maravilhosos bonecos de neve. Você deve terminar no tempo que eu te deu, e tem que dar nomes aos seus bonecos de neve para apresentá-los a todos nós. Boa sorte!

Jogue "Frosty, o Boneco de Neve" enquanto as equipes trabalham. Quando o tempo acabar, peça para cada equipe apresentar seus nevos para todos.

13. Família 'Fitti

Faixa etária: de criança pequena a adulto
Tempo da atividade: 10 minutos ou mais

Materiais:
- 2 grandes folhas de papel de açougue
- fita de máscara
- Tinta têmpera
- esponjas
- Água
- Pincéis

Antes do evento, cole-se uma folha de papel de açougue em uma parede onde as famílias, incluindo as pequenas, possam alcançar. Coloque a outra folha de papel de talho no chão para proteger o chão dos pingos de tinta.

Ao longo da noite, incentive as famílias a deixarem suas marcas no papel do talho. Seja escrevendo seus nomes ou desenhando retratos dos eventos ou uns dos outros, essa grande folha de grafite familiar pode ser um lembrete da diversão do piquenique do meio do inverno.

14. Formigas Vermelhas

Faixa etária: 5 a adulto
Tempo da atividade: 10 minutos ou mais

Materiais:
- Marshmallows grandes
- Pretzels de palitos
- gotas de chocolate
- Cobertura tubular
- Pratos de papel
- spray vermelho para decoração de bolo

Termine com um presente especial. O que é um piquenique sem aquelas incômodas formigas vermelhas?

Para cada formiga, você vai precisar de três marshmallows grandes, oito pretzels em varas e duas gotas de chocolate. Peça para as crianças conectar dois dos marshmallows com um pretzel para criar o corpo da formiga. Use outro pretzel para conectar o corpo da formiga à cabeça. Conecte seis "pernas" de pretzel ao corpo. Prenda dois pretzels de palitos na cabeça apontando para cima para as antenas.

As crianças podem borrifar suas formigas usando o spray vermelho para decoração de bolo. Peça para as crianças colocarem um ponto de cobertura tubular na parte de trás de cada gota de chocolate. Aplique os olhos abaixo das antenas.

Este artigo de Sue Acton foi originalmente publicado na ChildrensMinistry.com, © Group Publishing, uma divisão de David C Cook.

amor vs paixão (adolescentes, devocional)



Textos bases: 2 Samuel 13:1-5 e 10-15

Objectivo: detectar os prejuízos da paixão.

INTRODUÇÃO:

O nosso maior objectivo é dizer que não basta estar apaixonado. A paixão é como fogo: com a mesma força que vem, vai embora. O dicionário define paixão como um entusiasmo muito grande, um vício dominador. O adolescente já é romântico por natureza e torna-se um perigo quando começa a dizer "o que eu posso fazer? Estou completamente apaixonado. Será que eu posso namorar?"

Neste estudo vamos apenas definir e separar amor de paixão. Queres ver uma coisa?  Faz um teste. Quantas vezes te apaixonaste e nem comias direito, e com quantas pessaos já sonhaste paixonadamente que nem conseguias dormir direito? Com um monte, não é mesmo? E não passou? Passou! Agora não sentes mais nada. Sendo assim, devemos temer esse tipo de sentimento.

JÁ QUE NÃO POSSO NAMORAR, VOU "CURTIR"

Esse situação de "curtir" que inventaram e que é muito comum entre adolescentes não cristãos, não deve ser uma atitude dos servos de Deus. "Curtir" por "curtir" com alguém é algo que foge completamente aos princípios de Deus e de um namoro baseado nos princípios bíblicos. É a mesma coisa que "flertar", manipular alguém com conversas e atitudes que seduzem física e emocionalmente. Expliquem-me uma coisa que eu não consigo entender: ocmo pode alguém namorar sem se envolver emocionalmente? Essa história de "curtir" tem deixado por aí muitos corações despedaçados. Isso é brincar com os sentimentos das pessoas. Vamos combinar logo uma coisa: esse comportamento não é coisa de cristão! O namoro deve ser uma coisa séria porque é uma fase de preparação para o casamento, que vai além de um contrato civil. O casamento é uma aliança sagrada entre um homem e uma mulher, uma união indissolúvel (sem divórcio), física e espiritual.

O QUE PAIXÃO?

Amor e paixão são duas palavras que às vezes se confundem, mas possuem um significado bem diferente. Muitos interpretam a paixáo como um sentimento forte e profundo; outros dizem que é um sentimento violento, interesseiro e egoísta. A Bíblia contanos uma história de paixão entre Amon e Tamar. Com essa história, verás claramente a diferença entre amor e paixão. Observa as reacçoes de Amnon:

1 - A paixáo levou-o a um sentimento de angústia (v. 2). Se estás muito angustiado, pode ser que estejas apaixonado. A angústia dele era tão grande que chegou a adoecer.

2 - A paixão tirou-lhe o sono e o apetite. Amnon emagrecia a cada dia e já não conseguia mais dormir (v. 4). Já te sentiste assim? Não conseguiste ir a um lugar com esse sentimento, apenas perder alguns quilos. Tem pessoas que ficam doentes por um amor que nem vale a pena.

3 - A paixão tornou-o egoísta. Foi tão egoísta que só pensava nos seus desejos, e não deu ouvidos a Tamar. Ela tanto que insistiu com ele, dizendo que não era possível, mas mesmo assim ele desrespeitou-a (v. 12-14). Em outras palavras, ele abusou sexualmente de Tamar.

4 - A paixão transformou-se em ódi. Amnon, que anteriormente tinha declarado que a amava, depois de se satisfazer, passou a odiá-la. Gritou com ela e mandou que ela fosse embora (v. 15). Que amor! A paixão geralmente termina em ódio.

O QUE É AMOR?

O amor produz paz e tranquilidade. O verdadeiro amor é benigno, faz bem à alma. O amor não busca os seus próprios interesses, ao contrário, ele sempre pensa na pessoa amada. O verdadeiro amor nunca acaba.

1Co 13

CONCLUSÃO:

A palavra usada durante toda a antiguidade para explicar o amor era "eros", que degenerou, do alto e nobre ponto de vista que Platão definiu amor como sensualidade e luxúria. O "eros" é amor atraído pelo que é belo; sua causa é o desejo. Mas quando Jesus veio a este mundo foi necessário definir novamente a palavra amor, que ficou assim conhecida como "agape". Esssa palavra aparece 330 vezes no Novo Testamento. "Agape" significa um amor sacrificial, aquele que ama mesmo quando não é retribuído, estende-se tanto ao que merece quanto ao que não merece.

Pensa: O verdadeiro amor não é interesseiro.

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Gostaria de convidar-te a fazeres uma maratona espiritual comigo.

A Bíblia incentiva-nos a crescer espiritualmente, e através dos estudos que aqui serão partilhados terás a oportunidade de conhecer melhor o que a Palavra de Deus diz sobre diversos temas.
A Bíblia afirma que “o meu povo perece por falta de conhecimento” (Oséias). Por isso, convido-te a cresceres no teu conhecimento bíblico, para que sejas bem-sucedido, como nos ensina Josué 1:8.

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