O sacerdote iraquiano, da Diocese sírio-católica de Mossul (Iraque), Behnam Benoka advertiu recentemente o povo europeu sobre a possibilidade de se tornar um continente islâmico nos próximos 20 anos, por isso, exortou a cuidar “bem da sua casa, da sua cidade e cultura”.
“Pensemos nas centenas de milhares de pessoas que chegam à Europa, que atualmente estão dentro da Europa, milhões e milhões de pessoas que não trazem a cultura europeia. Então, o que será daqui a dez, quinze ou vinte anos da cultura europeia? Será uma cultura europeia?”, questionou o sacerdote em entrevista para Fundação EUK Mamie – HM Televisão.
“No Iraque a maioria era cristã, como na Espanha há algum tempo, como na Itália e na Alemanha. Agora, somos uma minoria”.
“Nós também recebemos outros em nossa cidade e em nossas casas. Hoje em dia, somos uma pequena minoria, considerada quase nada. Fomos jogados para fora. Nem mesmo na Constituição nos consideram”, lamentou.
“Imaginemos a Constituição europeia, se um dia a Europa tiver uma maioria islâmica, será como hoje? Não, será igual a nossa Constituição! Por isso, com o passar do tempo deverão viver e obedecer uma Constituição que não faz parte da cultura europeia”.
O que é o ISIS? Muitos ocidentais consideram o ISIS como jihadistas. Não! Eles são pessoas comuns, que simplesmente querem impor a lei de viver segundo a lei islâmica tal como ela é; seguem Maomé como exemplo de vida. E só! Isto é o ISIS! O ISIS como tal são pessoas comuns, são muçulmanos normais. Não vieram de fora da terra. Quando falam ou quando fazem algo, o fazem baseados no Corão”.
“Rezo pelos cristãos da Europa, para que possam defender sua cultura e sua identidade cristã”, expressou.
Unamo-nos em oração ao padre Benoka por toda a Europa e Oriente!
Trechos extraídos da ACI Digital.
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sexta-feira, 19 de abril de 2019
Mundo muçulmano está a invadir Europa em "câmara lenta"
O filósofo e escritor Lou Marinoff considera que a Europa tem de "enfrentar a realidade" sobre a crise migratória, aceitando que esta não é uma questão humanitária, mas sim "uma invasão" em "câmara lenta" por parte do Mundo muçulmano.
"A primeira coisa que a Europa tem de fazer quanto às migrações é enfrentar a realidade. E os vossos políticos não vão enfrentar a realidade da situação", disse o filósofo em entrevista à Agência Lusa, à margem das Conferências do Estoril, a decorrer até quarta-feira.
Nascido em Montreal (Canadá), Lou Marinoff fundou o movimento de aconselhamento filosófico e a American Phillosophical Practicioners Association (APPA). Aconselhou líderes políticos, escreveu obras como "Mais Platão, Menos Prozac" ou "O Caminho do Meio" e descreve-se como "um conservador".
Não deixa dúvidas quanto a isso ao ser questionado sobre a crise migratória que afeta a Europa, cujas fronteiras terrestres e marítimas (sobretudo Itália e Grécia) têm sido inundadas com milhares de refugiados e migrantes provenientes do Médio Oriente (em fuga da guerra na Síria) e da África sub-saariana.
"O que está a ser realçado é o aspeto humanitário da crise das migrações. Eu sou um humanista e acredito fortemente em oportunidades e liberdade e esperança. Mas também acredito que o multiculturalismo é completamente ridículo", afirma Lou Marinoff, pouco depois de ter interrompido a entrevista para cumprimentar Nigel Farage, o antigo líder do partido pró-Brexit no Reino Unido, o UKIP.
"Estou muito próximo da visão dele", diz o professor, enquanto um colega orador nas conferências lhe mostra uma foto de telemóvel em que aparece a trocar umas palavras com Farage, retomando depois o seu raciocínio, contrário ao multiculturalismo.
"As culturas não são todas iguais, se fossem não teríamos dois ou três milhões de migrantes. Se as culturas fossem todas iguais ninguém sairia dos seus países. Algumas culturas conseguiram produzir resultados por causa dos princípios sobre os quais foram fundadas", realça o professor, numa referência às sociedades ocidentais.
"Sejamos francos: o mundo muçulmano é um desastre economicamente, porque ainda não separou o estado da mesquita. E até que tenham uma sociedade civil forte, não terão uma política económica forte", completa.
Marinoff nota uma diferença essencial entre as gerações de migrantes muçulmanos: a do século XX e a atual.
O professor recordou que os Estados Unidos absorveram, só no século XX, "mais de 42 milhões de imigrantes".
"Cada um deles sentiu-se feliz e agradecido por poder dizer que era americano. [A Europa] teve gerações de muçulmanos, que vieram da Indonésia para a Holanda, a tornarem-se muçulmanos laicos, parceiros na sociedade civil. Turcos na Alemanha a fazerem parte da sociedade. Um Islão laico, como há um Cristianismo laico, um Judaísmo e um Budismo laicos", sublinha.
Já a nova geração muçulmana, afirma, "está radicalizada", "interpreta literalmente a `jihad`" e veio para a Europa "para impor a `sharia`" [a lei islâmica].
"E assim que tiverem os números do seu lado - já o estamos a ver no Londristão, na Suécia, na Alemanha - será um completo desastre", disse o professor.
Questionado sobre o caso de Portugal, em que as comunidades muçulmanas convivem tranquilamente com os cidadãos de outras religiões, Marinoff reitera que se trata de uma questão de tempo e de números.
"Portugal, por enquanto, tem sido poupado. Os muçulmanos não vieram [para o Ocidente] para assimilar. Vieram para conquistar, em câmara lenta. Eles estão a lembrar-se de 1492 [ano em que Castela conseguiu expulsar os mouros da Península Ibérica]. Por enquanto são pacíficos. Mas já podemos ver o que estão a fazer em França, em Inglaterra, na Alemanha e na Áustria", exemplifica, numa visão extremista da relação entre as duas culturas.
"Quando conseguirem massa crítica, acima dos 4% - uma percentagem baseada em dados empíricos - significa que já têm enclaves, onde a polícia já não entra, onde você já não é bem-vindo, onde as mulheres terão de usar véu ou serão violadas, agredidas ou molestadas. Recusam-se a obedecer à lei e querem impor a `sharia uber alles`", sentenciou.
O terrorismo, afirma, "é apenas uma tática".
"Para que fiquemos amedrontados e tentemos acalmá-los, dando-lhes ainda mais poder. É um desastre", disse.
Fonte: AQUI
sexta-feira, 24 de junho de 2016
a sociedade europeia aos olhos de Kuing Yamang
OPINIÃO DE UM PROFESSOR CHINÊS DE ECONOMIA, SOBRE A EUROPA.
O Prof. Kuing Yamang, viveu em França:
1. A sociedade europeia está em vias de se auto-destruir. O seu modelo social é muito exigente em meios financeiros. Mas , ao mesmo tempo, os europeus não querem trabalhar. Só três coisas lhes
interessam: lazer/entretenimento, ecologia e futebol na TV! Vivem, portanto, bem acima dos seus meios, porque é preciso pagar estes sonhos ... O Prof. Kuing Yamang, viveu em França:
1. A sociedade europeia está em vias de se auto-destruir. O seu modelo social é muito exigente em meios financeiros. Mas , ao mesmo tempo, os europeus não querem trabalhar. Só três coisas lhes
2. Os seus industriais deslocalizam-se porque não estão disponíveis para suportar o custo de trabalho na Europa, os seus impostos e taxas para financiar a sua assistência generalizada.
3. Portanto endividam-se, vivem a crédito. Mas os seus filhos não poderão pagar 'a conta'.
4. Os europeus destruíram, assim, a sua qualidade de vida empobrecendo. Votam orçamentos sempre deficitários. Estão asfixiados pela dívida e não poderão honrá-la.
5. Mas, para além de se endividar, têm outro vício: os seus governos 'sangram' os contribuintes. A Europa detém o recorde mundial da pressão fiscal. É um verdadeiro 'inferno fiscal' para aqueles que criam riqueza.
6. Não compreenderam que não se produz riqueza dividindo e partilhando, mas sim trabalhando. Porque quanto mais se reparte esta riqueza limitada menos há para cada um. Aqueles que produzem e criam empregos são punidos por impostos e taxas e aqueles que não trabalham são encorajados por ajudas. É uma inversão de valores.
7. Portanto o seu sistema é perverso e vai implodir por esgotamento e sufocação. A deslocalização da sua capacidade produtiva provoca o abaixamento do seu nível de vida e o aumento do... da China!
8. Dentro de uma ou duas gerações, 'nós' (chineses) iremos ultrapassá-los. Eles tornar-se-ão os nossos pobres. Dar-lhes-emos sacos de arroz...
9. Existe um outro cancro na Europa: existem funcionários a mais, um emprego em cada cinco. Estes funcionários são sedentos de dinheiro público, são de uma grande ineficácia, querem trabalhar o menos possível e apesar das inúmeras vantagens e direitos sociais, estão muitas vezes em greve. Mas os decisores acham que vale mais um funcionário ineficaz do que um desempregado...
10. (Os europeus) vão directos a um muro e a alta velocidade...
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