Consegues pensar em alguma razão que faça com que uma pessoa se afaste de Deus? O rei Salomão teve mil razões! Em I Reis 11.1-4 lemos acerca de como o seu amor por suas mil esposas pagãs e seus deuses roubaram o seu amor por Deus. Isto saiu-lhe caro, e o seu povo pagou um alto preço por seus erros.
Mas Salomão não foi o único com mil razões para se afastar de Deus. A maioria da humanidade nomeia mil razões. Mesmo quando Jesus esteve na terra, fazendo milagres e maravilhas, somente um pequeno punhado de seguidores verdadeiramente mudaram as suas vidas.
Quais são as nossas razões para fazermos o que sabemos ou suspeitamos que não é correcto ou bom? "Deus entende"? "Ninguém irá saber"? "Eu faço isso mais tarde"? "Eu tenho mais coisas para fazer agora"? Nós podemos dar estas e outras desculpas - não somente na nossa interacção com Deus, mas também com o nosso cônjuge, filhos e amigos.
Porque Salomão passou tempo demais ignorando os mandamentos de Deus em relação ao casamento e paganismo, Deus decidiu arrancar-lhe o reino de Israel de suas mãos .
Quanto tempo irá passar até que mudemos os nossos caminhos e nos viremos de volta para Deus? Hoje aceite o convite de Deus! Arrependa-se de caminhar longe dEle e volte para Deus!
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sexta-feira, 17 de junho de 2016
sábado, 11 de junho de 2016
virtudes
"O que furtava não furte mais; antes trabalhe, fazendo algo de útil com as mãos, para que tenha o que repartir com quem estiver em necessidade" (Efésios 4.28).
Durante muito tempo os cristãos foram identificados como pessoas que não podiam fazer nada. Por exemplo, o cristão era uma pessoa que não dançava, não bebia, não fumava, etc. Sua marca era não praticar algumas coisas consideradas más ou pecaminosas. De certa forma era uma maneira de reforçar o distanciamento entre quem era cristão e quem não era. Inclusive um cristão deveria evitar lugares típicos de não cristãos. Muitos cristãos nem mesmo frequentavam a casa de amigos não cristãos, porque lá se faziam coisas que eles não faziam. Muitos cristãos sem sequem tinham amigos não cristãos!
Não se trata aqui de simplesmente fazer uma crítica ou desmerecer o cuidado e a intenção daqueles tempos. Quero apenas chamar a atenção para um equívoco daquela abordagem: uma postura negativa diante da vida, e não uma postura positiva. A fé cristã envolve o não fazer algumas coisas, mas, sobretudo, envolve o fazer algumas outras coisas. Envolve fazer o que é certo e não apenas deixar de fazer o que possa ser considerado errado. É mais que evitar um vício, é cultivar uma atitude que não dê lugar ao vício. Nas palavras de Paulo: em lugar de roubar, trabalhar e ser generoso! A fé cristã ressalta a atitude positiva diante da vida e não a atitude negativa.
Devemos ser reconhecidos como aqueles que amam, que cuidam, que são misericordiosos. Que compreendem, que acolhem, que respeitam. Devemos encher o mundo com atitudes e com actos de amor e bondade. Que as pessoas vejam as nossas boas obras e glorifiquem ao nosso Pai que está nos céus (Mateus 5.16). Pois em Cristo Jesus, somos chamados para realizar boas obras, fazendo as coisas boas que Deus, nosso Criador, planeou que fizéssemos, mas que o pecado nos desviou delas. Em Cristo Jesus, somos regenerados para sermos filhos de Deus activos e não para sermos pecadores omissos. Pois o que nos santifica não é propriamente o mal que não praticamos, mas o bem que praticamos, em amor e para glória de Deus.
Durante muito tempo os cristãos foram identificados como pessoas que não podiam fazer nada. Por exemplo, o cristão era uma pessoa que não dançava, não bebia, não fumava, etc. Sua marca era não praticar algumas coisas consideradas más ou pecaminosas. De certa forma era uma maneira de reforçar o distanciamento entre quem era cristão e quem não era. Inclusive um cristão deveria evitar lugares típicos de não cristãos. Muitos cristãos nem mesmo frequentavam a casa de amigos não cristãos, porque lá se faziam coisas que eles não faziam. Muitos cristãos sem sequem tinham amigos não cristãos!
Não se trata aqui de simplesmente fazer uma crítica ou desmerecer o cuidado e a intenção daqueles tempos. Quero apenas chamar a atenção para um equívoco daquela abordagem: uma postura negativa diante da vida, e não uma postura positiva. A fé cristã envolve o não fazer algumas coisas, mas, sobretudo, envolve o fazer algumas outras coisas. Envolve fazer o que é certo e não apenas deixar de fazer o que possa ser considerado errado. É mais que evitar um vício, é cultivar uma atitude que não dê lugar ao vício. Nas palavras de Paulo: em lugar de roubar, trabalhar e ser generoso! A fé cristã ressalta a atitude positiva diante da vida e não a atitude negativa.
Devemos ser reconhecidos como aqueles que amam, que cuidam, que são misericordiosos. Que compreendem, que acolhem, que respeitam. Devemos encher o mundo com atitudes e com actos de amor e bondade. Que as pessoas vejam as nossas boas obras e glorifiquem ao nosso Pai que está nos céus (Mateus 5.16). Pois em Cristo Jesus, somos chamados para realizar boas obras, fazendo as coisas boas que Deus, nosso Criador, planeou que fizéssemos, mas que o pecado nos desviou delas. Em Cristo Jesus, somos regenerados para sermos filhos de Deus activos e não para sermos pecadores omissos. Pois o que nos santifica não é propriamente o mal que não praticamos, mas o bem que praticamos, em amor e para glória de Deus.
quarta-feira, 30 de março de 2016
O Reino de Deus - parte 3
(continuação)
A Igreja Cristã está em crise? Sem dúvida que sim!
No Novo Testamento Jesus era bem mais conhecido como Senhor do que Salvador. Enquanto que hoje, Ele é bem mais conhecido como Salvador, do que Senhor!
Ele é chamado de "Senhor" 664 vezes no N.T., e de "Salvador", apenas 24 vezes. Qual a ênfase no Novo Testamento? Um foco no primeiro reflecte o senhorio de Cristo, o Reino dEle e a nossa entrega; o segundo foco reflecte o que nós recebemos, os nossos benefícios. Dá para perceber a nossa crise?
Qual é o Evangelho que tem sido pregado? Tem sido pregado o Evangelho do Reino? Será que o crente morno e fraco, que vemos tanto nas igrejas, tem a ver com o tipo de semente que tem sido plantada semanalmente dos púlpitos das igrejas?
Deixe-me oferecer uma definição do Reino de Deus: o Reino de Deus é a esfera / domínio crescente e vivificante, na qual o governo de Cristo é reconhecido, obedecido, procurado e desfrutado.
O Reino é de Deus, não é para eu criar um reino próprio, meu. Faz alguns anos estive com um determinado pastor que criou uma igreja para deixar de herança para os filhos! Outros governam a Igreja mas Deus não tem autorização para intervir. Serão esses lugares portais do Reino de Deus?
O Reino de Deus cresce de forma irresistível, como uma semente de mostarda ou como o fermento que enche a massa toda. Ministra vida abundante a todos os que entram nele e chegam perto. É um governo absoluto, uma teocracia (não democracia, etc.). Ao mesmo tempo, o Rei não impõe a Sua vontade, mas aguarda que Sua autoridade seja reconhecida. Mas não é suficiente reconhecer de forma intelectual a Sua autoridade. Os próprios demónios fazem isso! É preciso obedecer e submeter a Deus, ser verdadeiros discípulos (seguidores), aqueles que vivem a realidade de Seu senhorio em todas as dimensões / áreas da vida.
Mas ser obedientes também não é suficiente! Os anjos são obedientes, mas Deus quer mais de nós (de mim e de si). Quer que O procuremos e a Seu Reino, desejando-o, ansiando por ele, tendo fome e sede dele. Afinal de contas, Ele não quer que sejamos apenas servos ou pessoas sob Seu domínio, e sim filhos do Rei que realmente desfrutam de Seu reino. Este é o propósito de Deus para o Homem.
Uma família de muitos filhos semelhantes a Cristo Jesus, que O conhecem e desfrutam dEle para a eternidade!
Quantas igrejas não pregam um verdadeiro evangelho do Reino! Quantos crentes não vivem como verdadeiros discípulos do Reino! Será que haverá um monte de pessoas "crentes" que ouvirão de Jesus no fim dos tempos: "Afaste-se de Mim! Eu nunca o conheci!"
Estamos em crise?
(continua)
quinta-feira, 14 de janeiro de 2016
a ninguém conhecemos segundo a carne
II Coríntios 5.7,16
Quando "nascemos de novo", dali em diante não devemos conhecer ninguém "segundo a carne". Que isso quer dizer? Significa que precisamos de deixar de ver as pessoas pela óptica natural (que nos deixa deprimidos), mas pela óptima espiritual, de acordo com as realidades espirituais (nova criatura, mais que vencedor, cheios do amor de Deus, mortos para o pecado, etc.). Pela fé, as realidades espirituais serão reais em nossas vidas!
1 - Não devo conhecer-me a mim próprio segundo a carne. Quando sabemos qual é a nossa nova identidade, devemos viver como tal. A Palavra de Deus revela a nossa nova identidade: justiça de Deus, filhos de Deus, amados, santos, a perfeição de Deus, etc.
Os demónios podem tentar fazer-nos ver de outra forma: feios, derrotados, infelizes, etc., mas Deus algo diferente para dizer-nos! O segredo para ser transformado é contemplar a glória do Senhor! Quando olhamos no espelho olhamos a nossa própria imagem. Mas desde o dia em que nascemos de novo, ao olhar para si mesmo, olhe para o próprio Deus, pois Ele habita em si.
I João 4.17 - "... segundo Ele é, também nós somos..." Quando nascemos de novo, fomos feitos cópia de Jesus.
2 - Não devo conhecer os meus irmãos em Cristo segundo a carne. Muitos olham para os seus irmãos em Cristo segundo a carne. Iremos ficar deprimidos, pois veremos as falhas, os defeitos, etc. Ficaremos críticos também. Mesmo que não tenha defeito, passamos a ver defeitos. Mas devemos olhar os nossos irmãos segundo a óptima espiritual. Mesmo na correcção aos irmãos, quando olhamos com a óptima espiritual, será feita com amor e brandura.
3 - Não devo conhecer aqueles que ainda não se converteram segundo a carne. Ninguém é mesmo ninguém.
O versículo 19 de II Coríntios 5 diz-nos: "Pois Deus estava em Cristo, reconciliando o mundo (as pessoas) para si, não levando mais em conta os pecados dos homens contra eles, e sim apagando-os. Esta mensagem de reconciliação ele nos deu para transmitir aos outros." Jesus pagou na cruz pelos pecados de toda a humanidade. Todos os pecados foram cravados na cruz. Ninguém será atirado no Inferno pelos seus pecados, porque seria injusto castigar o mesmo pecado duas vezes. Muitos serão atirados no Inferno porque não receberam Jesus, fazendo dEle o seu Senhor! Deus já deu o perdão, a salvação, a cura, mas muitos não o receberam...
Estudo extraído da pregação do Pr. Abe Huber
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