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quinta-feira, 9 de abril de 2026

(adolescentes) o amor é algo especial



Texto base: 1 Coríntios 13:1-13 (v. 8)

O objetivo da lição é ajudá-los a vencer o rancor e a culpa.

Introdução:

Há uma frase do escritor Max Lucado, "não foram os pregos que detiveram Jesus na cruz, e sim o amor." O amor de Deus pela humanidade foi capaz de salvar o Homem. O amor realmente não falha. Com todos os nossos defeitos, Ele ainda continua a dar-nos oportunidades, a lançar no mar do esquecimento todos os nossos pecados arrependidos. Deus esquece o que passou. Devemos imitá-lO. Se já passaste por uma experiência desagradável de mágoas, fica a saber o quanto é sofredor vencer a muralha da raiva e do rancor, pedindo perdão. Aqueles que são rancorosos não podem dar um passo na sua vida espiritual, não podem nem ofertar, e até podem sofrer de males psicológicos e físicos. Vamos dar um basta isso hoje mesmo? Não deixes para amanhã. Aproveita que Deus está a falar hoje. É muito comum ver um adolescente chateado com os pais e a brigarem com os irmãos. Torna este dia especial para ti. Dá um abraço neles!

1 - O amor elimina o medo (1 João 4:18)

Estás com medo de abraçar o teu pai, beijar a tua mãe, pedir perdão ao teu irmão? Então responde-me uma coisa: Tu os amas? Então não precisas ter medo. Tenho a certeza que eles te amam. "No amor não existe medo; antes, o perfeito amor lança fora o medo. Ora o medo produz tormento; logo, aquele que teme não é aperfeiçoado no amor." Quando nós amamos e somos amados, não precisamos ter medo de nada. Porque o amor tem o tempo para ouvir, sabedoria para falar e paciência para agir. Um sentimento de amor, por menor que seja, derruba uma montanha de ódio. Não há quem resista a uma atitude de amor. Experimenta só para veres! Procura a cada dia melhorar o teu amor, aperfeiçoar esse sentimento lindo e vital para as nossas vidas.

2 - O perdão neutraliza a culpa (Romanos 8:1)

"Agora já não existe nenhuma condenação para os que estão unidos com Cristo Jesus." Somente quando nos arrependemos de verdade é que a culpa desaparece. Há pessoas que estão a sentirem-se mal, sabem que é mágoa, mas não usam a arma do perdão. Só aumenta o sofrimento. Existem pessoas que não gostam de pedir perdão porque foram magoadas e pensam que se fizerem isso estarão a beneficiar a outra pessoa. Quando pedimos perdão ou libertamos o perdão para alguém somos os primeiros a ser beneficiados. Toda aquela culpa fica neutralizada. Não te esqueças que o amanhã não nos pertence. Imagina que por algum motivo nunca mais podes pedir perdão a essa pessoa... então corre! E o melhor de tudo é que o resultado do perdão é a comunhão. Oh, como é precioso vivermos em comunhão em casa, com os amigos, na igreja, etc. Pede perdão, perdoa e elimina a culpa de uma vez por todas. Existem muitas pessoas a dizer: "Ah, mas eu não tive culpa!" A Bíblia ensina que devemos fazer as pazes mesmo quando somos inocentes. Nós devemos perseguir o perdão, não a inocência. Pára de te fazeres de vítima!

3 - Amor + perdão

O amor e o perdão juntos produzem nova vida para o cristão. Eles libertam as pessoas da garra da culpa e do ressentimento. "E assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas" (2 Coríntio 5:17). Muitos hoje não não conseguem progredir na vida secular e espiritual porque estão presos a algum ressentimento, alguma mágoa. Ama e perdoa o todo o momento.

Concluindo...

Não é bom vivermos em atritos. Nós precisamos uns dos outros sempre. Procura amar sem questionar, pois todos nós somos diferentes. Esquece os rancores, liberta perdão, neutraliza a culpa e sê uma bênção nas mãos de Deus.


.........

Gostaria de convidar-te a fazeres uma maratona espiritual comigo.

A Bíblia incentiva-nos a crescer espiritualmente, e através dos estudos que aqui serão partilhados terás a oportunidade de conhecer melhor o que a Palavra de Deus diz sobre diversos temas.
A Bíblia afirma que “o meu povo perece por falta de conhecimento” (Oséias). Por isso, convido-te a cresceres no teu conhecimento bíblico, para que sejas bem-sucedido, como nos ensina Josué 1:8.

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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

amor vs paixão (adolescentes, devocional)



Textos bases: 2 Samuel 13:1-5 e 10-15

Objectivo: detectar os prejuízos da paixão.

INTRODUÇÃO:

O nosso maior objectivo é dizer que não basta estar apaixonado. A paixão é como fogo: com a mesma força que vem, vai embora. O dicionário define paixão como um entusiasmo muito grande, um vício dominador. O adolescente já é romântico por natureza e torna-se um perigo quando começa a dizer "o que eu posso fazer? Estou completamente apaixonado. Será que eu posso namorar?"

Neste estudo vamos apenas definir e separar amor de paixão. Queres ver uma coisa?  Faz um teste. Quantas vezes te apaixonaste e nem comias direito, e com quantas pessaos já sonhaste paixonadamente que nem conseguias dormir direito? Com um monte, não é mesmo? E não passou? Passou! Agora não sentes mais nada. Sendo assim, devemos temer esse tipo de sentimento.

JÁ QUE NÃO POSSO NAMORAR, VOU "CURTIR"

Esse situação de "curtir" que inventaram e que é muito comum entre adolescentes não cristãos, não deve ser uma atitude dos servos de Deus. "Curtir" por "curtir" com alguém é algo que foge completamente aos princípios de Deus e de um namoro baseado nos princípios bíblicos. É a mesma coisa que "flertar", manipular alguém com conversas e atitudes que seduzem física e emocionalmente. Expliquem-me uma coisa que eu não consigo entender: ocmo pode alguém namorar sem se envolver emocionalmente? Essa história de "curtir" tem deixado por aí muitos corações despedaçados. Isso é brincar com os sentimentos das pessoas. Vamos combinar logo uma coisa: esse comportamento não é coisa de cristão! O namoro deve ser uma coisa séria porque é uma fase de preparação para o casamento, que vai além de um contrato civil. O casamento é uma aliança sagrada entre um homem e uma mulher, uma união indissolúvel (sem divórcio), física e espiritual.

O QUE PAIXÃO?

Amor e paixão são duas palavras que às vezes se confundem, mas possuem um significado bem diferente. Muitos interpretam a paixáo como um sentimento forte e profundo; outros dizem que é um sentimento violento, interesseiro e egoísta. A Bíblia contanos uma história de paixão entre Amon e Tamar. Com essa história, verás claramente a diferença entre amor e paixão. Observa as reacçoes de Amnon:

1 - A paixáo levou-o a um sentimento de angústia (v. 2). Se estás muito angustiado, pode ser que estejas apaixonado. A angústia dele era tão grande que chegou a adoecer.

2 - A paixão tirou-lhe o sono e o apetite. Amnon emagrecia a cada dia e já não conseguia mais dormir (v. 4). Já te sentiste assim? Não conseguiste ir a um lugar com esse sentimento, apenas perder alguns quilos. Tem pessoas que ficam doentes por um amor que nem vale a pena.

3 - A paixão tornou-o egoísta. Foi tão egoísta que só pensava nos seus desejos, e não deu ouvidos a Tamar. Ela tanto que insistiu com ele, dizendo que não era possível, mas mesmo assim ele desrespeitou-a (v. 12-14). Em outras palavras, ele abusou sexualmente de Tamar.

4 - A paixão transformou-se em ódi. Amnon, que anteriormente tinha declarado que a amava, depois de se satisfazer, passou a odiá-la. Gritou com ela e mandou que ela fosse embora (v. 15). Que amor! A paixão geralmente termina em ódio.

O QUE É AMOR?

O amor produz paz e tranquilidade. O verdadeiro amor é benigno, faz bem à alma. O amor não busca os seus próprios interesses, ao contrário, ele sempre pensa na pessoa amada. O verdadeiro amor nunca acaba.

1Co 13

CONCLUSÃO:

A palavra usada durante toda a antiguidade para explicar o amor era "eros", que degenerou, do alto e nobre ponto de vista que Platão definiu amor como sensualidade e luxúria. O "eros" é amor atraído pelo que é belo; sua causa é o desejo. Mas quando Jesus veio a este mundo foi necessário definir novamente a palavra amor, que ficou assim conhecida como "agape". Esssa palavra aparece 330 vezes no Novo Testamento. "Agape" significa um amor sacrificial, aquele que ama mesmo quando não é retribuído, estende-se tanto ao que merece quanto ao que não merece.

Pensa: O verdadeiro amor não é interesseiro.

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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

(adolescentes) sinais de maturidade



Texto base: João 15:1-4, Gálatas 5:16-26

Objectivo: os adolescentes vivem em constante maturidade. Não podem esquecer da maturidade espiritual.

INTRODUÇÃO:

Já que estamos a abordar sobre vida espiritual (lição anterior: "O adolescente e a sua vida espiritual"), vamos fazer um teste se temos sinais de maturidade. Nós fomos chamados para produzir. O que estamos a produzir? o Espírito Santo é quem produz em nós o carácter de Cristo.

Observa se existem na tua vida estas 9 virtudes, que estão divididas em três grupos.

AMOR, ALEGRIA E PAZ

Estes se referem ao nosso relacionamento com Deus,

1 - O amor - característica do cristão (Jo 3:35). Esse é o mais sublime de todos os dons. Sem o amor, somos apenas um ruído religioso. É o cumprimento de toda a Lei. É uma ativdade real (1Jo 3:18).

2 - A alegria - é a nossa fonte divina de força (Ne 8:10; 2Co 8:2). É a satisfação daquele que é salvo (Sl 51:12; Fl 4:4). É o prazer da presença de Deus (Sl 16.11).

3 - A paz - É o resultado da justificação (Rm 5.1). É descanso e segurança em Jesus (Jo 14:22). É o resultado daquele que tem o seu coração firme na vontade de Deus (Is 26:3).

LONGANIMIDADE, BENIGNIDADE E BONDADE

Estas virtudes dão ideia do tipo de cristão que nós somos e o nosso relacionamento com os nossos irmãos.

1 - A longanimidade - é a paciência nas provações (Rm 12:12). É suportar as fraquezas do outro (2Ts 5:4; Ef 4:2). É ter forças para resistir às pressões e conflitos da vida sem desanimar (Jo 16:33; Pv 15:18).

2 - A benignidade - Ela significa gentileza no trato (Tg 3:17; Tt 3:2). É não contender (2Tm 2:24).

3 - A bondade - É a disposição em ajudar as pessoas (Cl 3:12; Sl 68:10; Rm 12:17; 15:14).

FIDELIDADE, MANSIDÃO E DOMÍNIO PRÓPRIO

Este terceito grupo está relacionado connosco mesmos, com o nosso interior.

1 - A fidelidade - Firmeza num testemunho exemplar (Tt 2:10; 2Jo 12). Devemos cumprir as nossas responsabilidades (2Tm 4:7,8; Mt 25:23). Devemos ser fiéis nas mínimas coisas. Não mentir, não copiar na escola, ser dizimista, etc.

2 - A mansidão - É total submissão ao controlo de Deus (Nm 12:3; Mt 11:29). É não buscar reconhecimento para si (Jo 3:30). É pensar de si mesmo com moderação (Rm 12:3). "Bem-aventurados os mansos". É mais fácil encontrar os bravos, os violentos, mas os mansos parece-me que são uma "espécie" em extinção. Ainda bem que existes tu! Assim podemos ensinar outros e multiplicar a "raça"!

3 - O domínio próprio - É estar sujeito ao espírito para a prática do bem e a rejeição do mal (Pv 16:32; 25:28). É auto-controlo e auto-disciplina para alcançar o alvo desejado (1Co 9:25-27). Aqueles que são descontrolados conseguem muito pouco e estão sempre a arrependerem-se de alguma coisa que fizeram.

CONCLUSÃO:

Essas virtudes em nós são o resultado da acção do Espírito Santo em nossa vida. O fruto do Espírito náo é como os dons que são distribuídos. Ele deve ser buscado e aperfeiçoado. Temso que lutar para conseguir um. Quando falhamos em exercitar essas qualidades de amadurecimento, não devemos desistir. Devemos clamar a Deus para que Ele nos mostre onde estamos a errar e a buscar acertar. Só Deus nos capacita para vivermos o tipo de vida que Ele deseja. 

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sexta-feira, 4 de outubro de 2019

O Reino do Amor

“Ele respondeu: ‘Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todas as suas forças e de todo o seu entendimento’ e ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’. Disse Jesus: Você respondeu corretamente. Faça isso, e viverá.”  (Lucas 10.27-28)

O caminho do Reino, o seguimento a Jesus, se realiza assim: Amando a Deus e ao próximo. Um amor que envolve todo o ser na relação com Deus. Que perpassa todas as dimensões da vida. Um amor que não se contenta com liturgias e que torna sagrada a vida e não um templo. Um amor redefinidor de conceitos, um amor que nos faz perguntas e não se contenta com desculpas. “Onde está o teu irmão?” (Gn 4.9). A fé cristã é revolucionária pois nos chama de volta para o amor, nós que vivemos e sobrevivemos do poder. O poder de ter, de conhecer, de parecer, de pertencer… A fé cristã nos diz que forte mesmo são os fracos, capazes mesmo são os que pouco sabem. Pois o amor repensa o mundo!
Na fé cristã somos chamados para amar porque Deus nos amou. Fomos e somos amados por Ele como jamais seremos amados. A fé cristã é a fé no amor de Deus. A missão cristã é, neste mundo, ser veículo do amor de Deus, para que cada pessoa consiga perceber que não foi esquecida e não é rejeitada por Deus. A adoração cristã é viver diariamente a missão cristã. Não é dizer coisas bonitas ou mesmo corretas sobre Deus. Ele, diferente de nós que precisamos ser animados e reconhecidos, não precisa! Honrá-lo com palavras só é honrá-lo quando o honramos com nossas atitudes motivadas pelo amor. 
No amor a Deus somos inspirados a ser santos. No amor ao próximo somos chamados a ser servos. Uma santidade que se processa pelo esvaziamento do nosso ego e o enchimento de nosso ser com a comunhão, com a presença de Deus e do próximo. Um serviço que torna o outro recebedor das bondades que encontramos no amor de Deus. Há tanto para se pensar e considerar sobre essa vida de amor! Mas o que precisamos mesmo é amar. Dar o primeiro passo e diariamente seguir dando os passos de amor a Deus e ao próximo. Que orar, cantar, contribuir e tudo mais sejam movimentos de amor em nossa vida. Que nossa vida seja cristã! Que seja cheia de amor, pois o Reino para o qual fomos levados por Cristo é o Reino do amor. 
leitura recomendada...

segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Poligamia é natural, diz investigador

Poligamia é natural, diz investigador, que explica diferenças de género com ciência e história




A poligamia é natural no ser humano e a monogamia foi criada para a mulher, diz o investigador português Rui Diogo, que usa a ciência e a história para explicar a relação entre géneros.

"Se a monogamia fosse natural não tínhamos que fazer leis e matar pessoas por causa da poligamia. Não se fazem leis para dormir ou para beber. Mas matam-se pessoas por não serem monogâmicas", defende o especialista em biologia evolutiva e antropologia, investigador e professor na Faculdade de Medicina da Universidade de Howard, em Washington, nos Estados Unidos, autor de mais de uma centena de artigos em revistas como a Nature e autor ou coautor de mais de uma dúzia de livros.

Numa palestra em Lisboa, a primeira de uma série que está a dar em várias cidades de Portugal, Rui Diogo garantiu que "não há fundamentos biológicos para a monogamia", afirmando que na natureza nenhuma espécie é monogâmica, incluindo algumas apontadas como tal (algumas aves). As fêmeas dos chimpanzés, que se assemelham ao ser humano, relaciona-se com uma média de oito machos por mês, disse.

Nas palavras do investigador, a poligamia acontece hoje em todas as tribos da amazónia e uma das "provas" de que sempre foi assim no passado nas espécies que se estudam, afirma, é o dimorfismo (características físicas diferentes, como o homem ser mais alto do que a mulher). "Os ossos podem dizer se os animais eram monogâmicos", afirma.

Estudando em profundidade outras espécies conclui-se também que não há uma única em que 8% a 10% dos indivíduos não sejam homossexuais (há uma espécie de morcegos em que chega a 35%), a mesma percentagem que se admite para o ser humano, e que tal acontece naturalmente, em todas as espécies.

Partindo da biologia e da história o investigador explica depois que o machismo e a diferença entre géneros fazem parte do passado recente da humanidade, que há estudos que indicam que 90% da comida era providenciada pela mulher no tempo dos humanos caçadores/recoletores, e que com a agricultura e as religiões surgiu a imposição da monogamia, mas apenas para a mulher.

"Com a agricultura surge o conceito de propriedade. Os meus animais, a minha colheita. E surge a herança. Eu tenho que ter a certeza absoluta de que o filho é meu. A partir da agricultura a mulher torna-se uma propriedade".

Rui Diogo traça a partir daí um quadro negro para o sexo feminino, a mulher assexuada da era vitoriana (século XIX), as mulheres bruxas na idade média, queimadas na fogueira, as mulheres alvo de excisão genital entre a população de origem europeia até há 60 anos, a própria aliança de casamento que começou por ser um símbolo de que a mulher tinha dono.

Mas, ainda nas palavras do investigador, o homem só supera a mulher na visão tridimensional e na força física.

Segundo o investigador, "as mulheres são mais resilientes, melhores alunas, superam melhor alterações do ambiente" e, diz Rui Diogo sempre citando estudos, são também mais promiscuas, ainda que não o pareçam, porque dizem "o que a sociedade quer que digam".

"O sexo é natural mas o género é construído", afirma.

E são também mais felizes no divórcio, porque o casamento foi "uma coisa feita pelos homens e para os homens".

De resto, garante o biólogo, doutor em biologia evolutiva e pós-doutorado em antropologia, após cinco anos de casamento os estudos indicam que a oxitocina (ligada à paixão) acaba e a testosterona (hormona masculina) aumenta.

"Fisiologicamente não há relação entre amor e sexo, pode-se amar alguém e desejar outra pessoa, e isso, pelo menos isso, aplica-se ao homem e à mulher", conclui.

Lusa



COMENTÁRIO PESSOAL:

Misericórdia!!!   

domingo, 17 de março de 2019

século xxi

Bem vindo ao século XXI.

Aqui o sexo é livre e o amor se tornou um bolso cheio de notas.

Onde perder o celular é pior do que perder os teus valores. Onde a moda é fumar e beber, e se não fizer isso, você está obsoleto.

Onde a casa de banho tornou-se em estúdio para fotos e a igreja, o lugar perfeito para check in.

Século XXI, onde homens e mulheres temem uma gravidez muito mais que HIV/Sida.

Onde o serviço de entrega de pizza chega mais rápido do que a ambulância.

Onde as pessoas morrem de medo de terroristas e criminosos muito mais do que temem a Deus.

Onde as roupas decidem o valor de uma pessoa e ter dinheiro é mais importante do que ter amigos ou até mesmo família.

Século XXI, onde as crianças são capazes de desistir dos seus pais pelo seu amor virtual.

Onde os pais esquecem de reunir a família à mesa para um jantar harmonioso, conversando sobre o dia a dia pois estão entretidos no seu trabalho ou celular.

Onde homens e mulheres muitas vezes, só querem relacionamentos sem obrigações e seu único "compromisso" se torna posar para fotos e postar nas redes sociais jurando amor eterno.

Onde o amor se tornou público ou uma peça de teatro.

Onde o mais popular ou o mais seguido com mais curtidas em fotos é aquele que aparenta esbanjar felicidade; aquele que posta fotos em lugares legais e badalados rodeados por "amizades vazias" com "amores incertos" e "famílias desunidas".

Onde as pessoas se esqueceram de cuidar do espírito, da alma vazia e resolveram cuidar e cultuar os seus corpos.

Onde vale mais uma lipo-aspiração para ter o corpo desejado do "mundo artístico" do que um diploma universitário.

Onde uma foto na academia tem muito mais curtidas do que uma foto estudando ou praticando boas acções.

Século XXI, aqui você só sobrevive se jogar com a "razão", e você é destruído se agir com o teu coração!

Consulte o meu site. Clique AQUI

terça-feira, 27 de setembro de 2016

o que Jesus diz de ti

Uma mulher traiu o seu marido com outro homem. "A lei de Moisés diz que esta mulher deve ser castigada pelo mal que fez. Ela deve ser apedrejada!" - diziam os fariseus. - "E tu Jesus, o que dizes?"

Há uma diferença abismal entre o que as pessoas pensam e o que Deus pensa. "Porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos" (Isaías 55.9).

Jesus sabia que a mulher tinha cometido um pecado grave mas não se juntou àqueles homens, nas acusações que lhe faziam. Ele conhecia também as más intenções no coração dos que a acusavam. Sabia que eles não estavam imunes à condenação. Cheio de sabedoria, Jesus tomou uma postura de amor, de perdão e de graça. Ele revela-nos o coração de Deus diante dos nossos erros.

Pode parecer estranho, mas saber que os nossos erros nos desqualificam a ter um relacionamento com Deus é o primeiro passo para que Ele se achegue a nós. É importante percebermos que não andamos com Deus por mérito, mas apenas pela graça e perdão de Deus. Este é o momento certo para procurares Deus! Não esperes pela perfeição porque esse dia nunca chegará! Jesus não veio para os perfeitos, mas para os imperfeitos. Ele próprio disse: "Eu não vim a chamar os justos, mas os pecadores, ao arrependimento" (Mateus 9.13).

Jesus ama-te e diz-te o mesmo que disse àquela mulher: "Eu não te condeno, por isso podes voltar para casa em paz. E daqui em diante não tornes a pecar" (Jo 8.11).

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

dia dos namorados


Dia 14 de fevereiro já passou, mas depois que esse dia passou fui meditar e pesquisar a respeito desse dia. Por vezes somos levados a comemorar determinadas datas sem questionarmo-nos a respeito delas. 

O dia 14 de fevereiro é o dia da comemoração do dia dos namorados, do amor, mas também conhecido como "Dia de São Valentim". Neste dia comemora-se a união amorosa entre os casais e namorados, e em alguns lugares é o dia de demonstrar afeição entre amigos. Nesse dia é comum a troca de cartões e presentes com símbolo de coração, tais como as tradicionais caixas de bombons. Nesse dia há uma grande "incentivo" à sensualidade (mostrar os "atributos" físicos).

A história de vida de Valentim, padre (bispo) em Roma, é uma história muito interessante, o qual lutou contra as ordem do imperador Cláudio II, que havia proibido o casamento durante as guerras acreditando que os solteiros seriam melhores combatentes. Apesar da proibição o Pde. Valentim continuou celebrando casamentos, apesar da proibição do imperador. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens lhe enviavam flores e bilhetes dizendo que ainda acreditavam no amor. Enquanto aguardava na prisão o cumprimento da sua sentença, ele se apaixonou pela filha cega de um carcereiro e, milagrosamente, devolveu-lhe a visão. Antes da execução, Valentim escreveu uma mensagem de adeus para ela, na qual assinava como “Seu Namorado” ou “De seu Valentim”.

Valentim foi decapitado no dia 14 de fevereiro de 270, e mais tarde foi considerado mártir pela Igreja Católica, passando a ser o padroeiro do amor, namoro, noivado e casamento. Foi reconhecido como "santo" também pelas Igrejas Orientais. Desde 1969 a data deixou de ser celebrada oficialmente pela Igreja Católica em função da precariedade de comprovações históricas que levam em questão até mesmo a sua existência.

Coincidência ou não, o dia 14 de fevereiro é cabalisticamente festejado treze dias após a festa de Imbolg, feriado satânico (1 de fevereiro), dia de festejar o fogo (imbolc), uma festa de purificação. Nessa noite havia sacrifícios humanos.

O dia está intimimamente conectado com os seguintes deuses romanos: Cupido (filho de Vénus); a Vénus (filha de Júpiter), e ao próprio Júpiter, que é a deidade principal, um deus-sol. Na cultura assirio-babilónica, os mesmos deuses tinham outros nomes: Tammuz (filho de Semíramis), Semíramis, e a Ninrode, o marido de Semíramos. No império romano, o dia 14 de fevereiro era a véspera das Lupercais, festa anual celebrada no império romano em honra à deusa Juno (deusa da mulher e do casamento), e ao deus Pan (deus da natureza). Um desses rituais era o passeio da fertilidade, em que os sacerdotes caminhavam pela cidade a bater em todas as mulheres com correntes de couro de cabra para assegurar a fertilidade. Nesse dia havia grande incentivo ao fluir das paixões sensuais. Para quem conhece um pouco de História acerca dos hábitos do romanos, sabe que esses dias era repletos de orgias e sensualidade, uma continuação do "carnaval".

Um historiador ao fazer as suas pesquisas a respeito desta temática chegou à seguinte conclusão: o nome Fevereiro é em honra à deusa romana Februa, e de 'febris' (a febre do amor). Februa é a padroeira da paixão, do amor. A comemoração do seu dia era a 14 de fevereiro e estava marcada por orgias. 

Em 494 o papa Gelásio I proibiu e condenou oficialmente essa festa pagã. Numa tentativa de cristanizá-la (à semelhança de outras cristianizações de festas pagãs), substituiu-a pelo 14 de fevereiro, dia dedicado a S. Valentim (hoje conhecido como o Dia dos Namorados).

No tempo do Antigo Testamento os judeus já dedicavam um dia dos namorados, ou feriado romântico. O décimo-quinto dia do mês hebreus de Av (quinto de doze meses) tornou-se o dia do amor e do afecto, um feriado judeu reconhecido durante os dias do Segundo Templo. Em tempos bíblicos, o feriado do amor era celebrado com tochas e fogueiras. Em Israel, este dia tornou-se o feriado das flores, porque neste dia é costume dar flores de presente a quem se ama. 

Sendo a Bíblia a nossa ÚNICA regra de vida e PRÁTICA, devemos analisar essa (e outras) prática à luz da Bíblia, que é a Palavra de Deus. Desabafo: Infelizmente, como cristãos, temos vindo a adoptar práticas não biblicas e pagãs, sem pestanejar. E isso reflecte-se no tipo de cristianismo que temos hoje no mundo - ínsípido, sem qualquer saber. Cristãos completamente doentes e contaminados com o "mundo". Cristãos que sua vida se confunde com os não-cristãos. Não há diferença! 

À luz do ensino bíblico que hoje já podemos ter, a manifestação de amor entre os cônjuges, principalmente os cristãos, deve ser diária. Não devo, nem posso esperar uma data fixa e específica para honrar a minha esposa, nem devo moldar o meu amor à minha esposa por causa de uma data de calendário, mas devo fazer isso todos os dias! E assim, a mulher, ao considerar-se sábia e virtuosa, tem de honra seu marido no Senhor, todos os dias!

Conselho: Não manifeste o seu amor, ou leve o seu cônjuge a jantar fora, ou oferecer flores, etc., somente no dia 14 de fevereiro (porque é dia dos namorados, dia de S. Valentim, etc.)... faça isso sempre que possa! E diga que o/a ama todos o dias! Manifeste esse amor de forma prática todos os dias!

Porque noutro tempo éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor; andai como filhos da luz
(Porque o fruto do Espírito está em toda a bondade, e justiça e verdade);
Aprovando o que é agradável ao Senhor.
E não comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas, mas antes condenai-as
.
Efésios 5:8-11

Leitura recomendada:
http://blogmiguelsilvapr.blogspot.com/2015/11/livro-onde-esta-o-amor.html 

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Livro ONDE ESTÁ O AMOR?

"Onde está o amor?"   NOVO PREÇO!

Talvez tenha entrado na igreja com uma ideia poética, bonita e ingénua. Com o tempo essa ideia foi sendo desvanecida e sendo substituída por uma outra realidade, cruel e inacreditável, que permanece oculta e obscura aos que se sentam nos bancos das igrejas, mas tão evidente aos que passam pelos bastidores da “Noiva” de Cristo. Tendo plena consciência que uma das maiores “feridas”, e a mais urgente a ser tratada, é o amor, é que me propus a escrever este livro. Escrito essencialmente a pensar naqueles que são cristãos, que frequentam há pouco ou há muito tempo a Igreja. Através da leitura deste livro o leitor será levado a fazer uma análise pessoal, desejando levá-lo ao arrependimento (caso necessário), e acerto de sua vida com a Palavra de Deus, pois nele irei abordar algumas verdades, as quais algumas delas um pouco duras de “ouvir”.

Livro em formato físico: €5,00 + portes de envio (caso não seja possível entrega em mãos).
Livro em formato e-book: €2,50 (envio para o seu correio electrónico após recepção do comprovativo de transferência).

No Brasil? Possibilidade de envio do livro em formato e-book, por apenas 5 reais! Para mais informações: migsil45@hotmail.com 

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

amor, base da vida cristã

Ao longo da minha vida cristã (já lá vão cerca de 33 anos), tenho constatado imensas coisas que talvez já pudesse escrever um ou mais livros em que pudesse relatar sobre as "feridas" da Igreja, que precisam ser tratadas, para que a Igreja seja realmente aquela noiva imaculada e sem ruga que Jesus (o noivo) deseja. 

No passado dia de ontem tive a oportunidade de compartilhar na nossa comunidade, sobre o amor e o relacionamento entre os irmãos. Ao iniciar esta série de artigos, ainda não sei se vai ser longa ou não, mas mesmo que venha a ficar, gostaria de motivá-lo(a) a ler sem desanimar, pois gostaria que no final pudesse analisar a sua vida, e não só... Convém também dizer que escrevo esta série de artigos principalmente para aqueles que se consideram cristãos.

Aqui vou falar de algumas verdades, mesmo que sejam um pouco duras de "ouvir". A Bíblia nos ensina que quando recebemos Jesus Cristo na nossa vida, e fizémos dEle o nosso único Salvador e Senhor, fomos unidos a Deus (I Coríntios 6.17). Através dessa decisão, passámos a aceitar Deus como nosso Pai, e Jesus Cristo como nosso irmão mais velho, pois Ele é o filho primogénito de Deus. Nisso, todos aqueles que tomaram a decisão de fazer de Jesus o seu Senhor, passam a ser irmãos (espirituais) uns dos outros (I Coríntios 12.2; Efésios 5.30).

A Bíblia compara a cada cristão como uma célula no Seu Corpo. Não é possível participar da vida de Jesus, sem participar, portanto, uns dos outros. Nossa união com Cristo envolve nossa união com todos aqueles que estão unidos a Cristo. Atrevo-me até a dizer que, nossa ligação com nossos irmãos na fé cristã é mais importante que nossa ligação com nossos familiares carnais. Enquanto nosso relacionamento com nossos familiares carnais é temporal, o nosso relanciomento com nossos irmãos na fé cristão é intemporal. Estarmos unidos uns aos outros (unidade) é tão importante, que o próprio Jesus orou ao Pai por isso em João 17.20-23. 

Resumindo até ao momento, somos membros do Corpo de Cristo, somos um com Ele, mas também fomos feitos membros uns dos outros, e um com os nossos irmãos. Contrariamente ao que já ouvi por parte de alguns líderes espirituais, nem todos os Homens (homem e mulher) são nossos irmãos, pois nem todos são filhos de Deus. Podem vir a sê-lo, se decidirem aceitar a Jesus como seu Senhor, e a Deus como seu Pai. É duro, mas Jesus mostrou que a outra alternativa é serem filhos do diabo (Lúcifer). Não dá outra solução.

Só há dois caminhos, duas possibilidades, duas alternativas: ou filhos de Deus (pelo arrependimento e confissão de fé), ou filhos de Lúcifer (mesmo não tendo consciência disso, ou mesmo que não queira). É dura esta verdade, mas é a que a Bíblia nos mostra.  

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