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sexta-feira, 4 de janeiro de 2019
segunda-feira, 29 de outubro de 2018
ciência descobre que a morte não existe
Cientista afirma ter descoberto que a morte não existe, que nossa alma nunca morre, apenas retorna ao universo
Um renomado cientista, afirma que o que acreditamos ser o fim da vida, quando uma pessoa perde todos os sinais vitais e é dada como morta, é um equivoco.
Segundo ele o que ocorre que nossas células guardam “memórias de nossa alma”. Ele também usou como base de sua pesquisa e explicou sobre o transe de pessoas que chegam a ser dadas como mortas e sobrevivem que geralmente é parecido.
“Se uma pessoa não resiste ao transe e morre, é possível que a informação quântica, exista fora do corpo como uma alma, talvez indefinidamente.” esclarece o físico britânico Roger Penrose.
O cientista explicou ao jornal “Daily Express”, que após meses de pesquisas ele e sua equipe encontraram evidências de que dentre as proteínas armazenadas nas células, é armazenada uma informação chamada de “alma”.
Isso explica o que os fatos de experiência “pós morte”, daqueles que voltam a vida, pois essa alma é expulsa quando nosso corpo morre, porém volta ao organismo caso o humano volte a vida.
Vários cientistas apoiam a ideia de que “o que acreditamos como aqui e agora, é apenas uma parte material de tudo que é compreensível para nós, enquanto a vida após a morte é uma realidade infinitamente maior”, disse Has Peter Durr, ex-presidente da Academia Alemã.
De acordo com ele o campo espiritual quântico sobrevive após a morte do corpo físico, e consideram esse fato como a imortalidade.
Já o biólogo alemão Christian Hellwig, pensamentos, emoções, e consciência, podem ser considerados espirituais porque não têm ligação direta com as forças da natureza, mas sim com os “Fenômenos do mundo quântico”.
Se todas as pesquisas se confirmarem, poderemos dizer que a alma tem uma vida que transcende ao que conhecemos por mortalidade.
As pesquisas a respeito seguem sendo aprofundadas.
FONTE
Um renomado cientista, afirma que o que acreditamos ser o fim da vida, quando uma pessoa perde todos os sinais vitais e é dada como morta, é um equivoco.
Segundo ele o que ocorre que nossas células guardam “memórias de nossa alma”. Ele também usou como base de sua pesquisa e explicou sobre o transe de pessoas que chegam a ser dadas como mortas e sobrevivem que geralmente é parecido.
“Se uma pessoa não resiste ao transe e morre, é possível que a informação quântica, exista fora do corpo como uma alma, talvez indefinidamente.” esclarece o físico britânico Roger Penrose.
O cientista explicou ao jornal “Daily Express”, que após meses de pesquisas ele e sua equipe encontraram evidências de que dentre as proteínas armazenadas nas células, é armazenada uma informação chamada de “alma”.
Isso explica o que os fatos de experiência “pós morte”, daqueles que voltam a vida, pois essa alma é expulsa quando nosso corpo morre, porém volta ao organismo caso o humano volte a vida.
Vários cientistas apoiam a ideia de que “o que acreditamos como aqui e agora, é apenas uma parte material de tudo que é compreensível para nós, enquanto a vida após a morte é uma realidade infinitamente maior”, disse Has Peter Durr, ex-presidente da Academia Alemã.
De acordo com ele o campo espiritual quântico sobrevive após a morte do corpo físico, e consideram esse fato como a imortalidade.
Já o biólogo alemão Christian Hellwig, pensamentos, emoções, e consciência, podem ser considerados espirituais porque não têm ligação direta com as forças da natureza, mas sim com os “Fenômenos do mundo quântico”.
Se todas as pesquisas se confirmarem, poderemos dizer que a alma tem uma vida que transcende ao que conhecemos por mortalidade.
As pesquisas a respeito seguem sendo aprofundadas.
FONTE
sábado, 11 de junho de 2016
estudo encontra a primeira prova científica de que há vida depois da morte
Está agora não havia evidência científica, pelo que se pensa que milhões de pessoas tiveram experiências claras de consciência antes da morte, mas nunca havia sido provada por cientistas. Agora isso mudou.
Cientistas da Universidade de Southampton, em Inglaterra, encontraram evidências de que a consciência pode continuar durante alguns minutos depois da morte clínica, algo que até pouco tempo era considerado impossível.
Considerado o maior estudo médico sobre experiências fora do corpo, a investigação demorou quatro anos já que foram analisados uns 2060 casos de pessoas que sofreram paragens cardíacas em 15 hospitais dos Estados Unidos, Inglaterra e Áustria.
A evidência a respeito da consciência, depois de que o cérebro fica desconectado completamente foi possível em aproximadamente em 40% dos pacientes. Depois de serem considerados clinicamente mortos, a actividade cerebral continua durante 3 minutos depois que o coração pára por completo. Isto sempre foi um tema controverso.
Dentro dos 330 que sobreviveram, 140 aceitaram ser entrevistados e 55 deles (39%) disseram que tinham alguma percepção ou recordação do momento que estiveram "mortos". Somente dois tiveram recordações precisas desta experiência.
Alguns pacientes recordaram ter visto uma luz brilhante ou uma espécie de sol brilhante. Muitos não recordam detalhes específicos. Um em cada cinco disse que sentia uma sensação incomum de tranquilidade, cerca de um terço disse que o tempo havia desacelerado ou acelerado.
Outros reportaram sentimentos de medo, e também a serem arrastados por correntes. Cerca de 13% disseram que sentiram separados de seus corpos e um número similar disse que se sentiram agonizados. Por outro lado, 8% afirmou ter sentido algum tipo de presença mística ou uma voz identificável, e outros 3% viram "espíritos".
O caso mais intrigante é de um homem de 57 anos, que afirma ter abandonado seu corpo completamente. Ele relatou com detalhe as acções da equipa de enfermagem e descreveu os sons das máquinas.
"Sabemos que o cérebro não pode funcionar quando o coração deixa de bater", disse o Dr. Sam Parnia, um investigador que dirigiu o estudo. "Contudo neste caso, a percepção consciente parece haver continuado por cerca de 3 minutos depois que o coração parou. Normalmente, o cérebro apaga-se entre 20 a 30 segundos depois que o coração pára", disse Parnia.
Até agora não havia evidência científica, pelo que se estima que milhões de pessoas tiveram experiências claras de consciência perante a morte, mas nunca havia sido provada por cientistas. Mas isso agora mudou.
O Dr. David Wilde, psicólogo e investigador da Universidade de Nottingham Trent, está a compilar dados sobre as experiências fora do corpo, tratando de encontrar um padrão para vincular cada episódio.
Ele espera que sua investigação anima a novos estudos sobre o tema.
Fonte: The Telegraph
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