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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

namorar para casar ou casar para namorar? (adolescentes, devocional)



Texto base: 1Ts 4:1-12 (v. 6)

Objectivo: Entender qual deve ser o objectivo do namoro cristão.

INTRODUÇÃO:

O tema sobre namoro não deveria ser um tema a ser abordado na adolescência, porque esta fase da vida não é fase de namorar, mas como não depende daquilo que posso pensar, é facto que muitos já estão a namorar e precisam aprender a discernir a vontade de Deus.

Com frequência ouvimos casais a declarar: "Estamos simplesmente a namorar. Casar?! Não temos intenção de casar!" Namorar é muito bom, mas torna-se necessário conhecer o objectivo do namoro. Como jovem cristão, precisas entender o significado do namoro na visão divina, identificando os seus princípios básicos, para não te envolveres em problemas na área sentimental e seres uma pessoa infeliz. Acima de tudo, fica a saber que Deus cuida do teu futuro se confiares inteiramente nEle. 

O NAMORO É PARA SATISFAÇÃO CARNAL E PESSOAL?

O padrão da nossa sociedade é o seguinte: cada pessoa procura suprir as suas próprias necessidades, através do relacionamento do namoro. Geralmente eles buscam a intimidade física, sem preocupação com o comprometimento emocional. E o espiritual nem se fala! Por isso namoram duas, três ao mesmo tempo. O resultado está diante dos nossos olhos: um enorme contingente de jovens grávidas que abandonam a Escola, e outro grupo a fazer abortos, matando e morrendo, um grande número de adolescentes com sida (HIV), todos sem a menor perspectiva de futuro. Como nosso padrão como cristãos sempre é diferente do mundo, o nosso princípio não é egoista, temos que valorizar as pessoas com quem nos relacionamentos.

"Nesse assunto, que ninguém prejudique o seu irmão ou sua irmã, nem desrespeite os seus direitos! Pois, como nós já lhes dissemos e avisamos, o Senhor castigará durante os que fazem essas coisas" (1Ts 4:6). Outras versões usam o termo "defraudar", "enganar". Devemos abster-nos da prostituição, estar livres da imoralidade (v. 3). Devemos usar o nosso corpo em santificação e honra (v. 4) e não em paixão sexual baixa (v. 6), porque Deus não nos chamou para a imundície, e sim para a santificaçao.

PRINCÍPIOS BÁSICOS DE UM NAMORO BASEADO NOS PRINCÍPIOS DIVINOS:

1 - Respeito Mútuo - Um dos princípios fundamentais do namoro cristão é o respeito que os namorados devem ter entre si, para, principalmente, ser desprovido de aproximações físicas exageradas.

2 - Compromisso - Um outro aspecto básico de um namoro cristão é o compromisso. Os jovens desprovidos desse princípio no namoro não agradam a Deus. Essa situação de "curtir" não temfundamento nos princípios divinos.

3 - Honestidade - Ser honesto é algo inerente ao carácter, indispensável a toda pessoa que se considera cristã. Por isso, o jovem cristão não pode enganar a outra pessoa. Quando o namoro é encarado dessa forma ganha um sentido nobre. Desenvolve uma comunicação aberta. Todas as coisas tornar-se-ã mais fáceis.

4 - Seriedade - O namoro do cristão deve ser encarado como algo sério. Por isso, antes de assumir compromisso com uma jovem, o rapaz deve procurar os pais, a família, para comunicar-lhes. Nunca namores às escondidas. Poderás correr sérios riscos.

5 - Auto-domínio - Há jovens que se entregam às carícias do namoro, enganadas pela ideia de que, se recusarem, estarão a demonstrar ao rapaz que não o amam, ou não têm confiança nele ou que sáo fingidas, não sérias e hipócritas. Há rapazes que são ignorados quando se portam de forma moderada, demonstrando respeito pela jovem. O rapaz e a jovem devem aprender a praticar o auto-controlo quando estão a namorar.

6 - Jugo igual - Uma relação em jugo igual garante que ambos os parceiros estão a caminhar para os mesmos objectivos espirituais. Quando estás alinhado na fé, isso fortalece a tua relação, dá-te encorajamento mútuo e ajuda-te a enfrentar os desafios da vida em conjunto. Sem unidade espiritual, podem surgir conflitos que levam à frustração, a mal-entendidos e até a desgostos. O conceito de estar em jugo igual vem de 2 Coríntios 6:14que afirma: "Não te ponhas em jugo com os incrédulos. Pois que têm em comum a justiça e a maldade? Ou que comunhão pode ter a luz com as trevas?"

20 Aspectos-chave para estar em jugo igual numa relação cristã

- Partilha a fé em Jesus Cristo - Ambos os parceiros devem ter uma relação genuína e crescente com Cristo.

- Compromisso com os princípios bíblicos - Uma base comum nas Escrituras fornece orientação para a tomada de decisões e a resolução de conflitos.

- Crescimento espiritual mútuo - É essencial encorajarmo-nos uns aos outros a crescer espiritualmente através da oração, do culto e do estudo da Bíblia.

- Alinhamento da vida de oração - Um casal que ora em conjunto constrói uma base sólida para a sua relação.

- Valores morais e éticos - O alinhamento em questões como a honestidade, a integridade e a pureza reforça a confiança.

- Envolvimento na Igreja - O envolvimento ativo na comunidade da igreja promove a responsabilidade e o crescimento espiritual.

- Objetivo e Compatibilidade de chamadas - Compreender e apoiar o objetivo dado por Deus a cada um evita conflitos a longo prazo.

- Pontos de vista sobre a gestão financeira - Partilha as crenças sobre o dízimo, a poupança e as despesas de acordo com a mordomia bíblica.

- Valores e expectativas da família - O acordo sobre a parentalidade, a dinâmica familiar e as tradições ajuda no planeamento a longo prazo.

- Estilos de comunicação - A comunicação que honra a Deus constrói intimidade e confiança.

- Lida com os conflitos de forma bíblica - Resolver os desacordos com graça e amor reflecte uma relação centrada em Cristo.

- Servir os outros juntos - O serviço partilhado no ministério fortalece a unidade e glorifica Deus.

- Santidade pessoal e limites - Manter a pureza e honrar a Deus com limites físicos e emocionais é fundamental.

- Disposição para perdoar - Demonstrar um perdão semelhante ao de Cristo fortalece a relação.

- Alinhamento com as convicções doutrinárias - Embora as pequenas diferenças sejam aceitáveis, as principais crenças teológicas devem estar alinhadas.

- Incentivar os dons espirituais - Apoiar e cultivar os dons dados por Deus a cada um traz satisfação.

- Amor pela evangelização - Partilhar a paixão por espalhar o evangelho aprofunda a ligação espiritual.

- Respeito pela liderança da Igreja - Submeter-se e respeitar a liderança da igreja promove a humildade e o crescimento.

- Encorajamento mútuo em tempos difíceis - Uma relação centrada em Cristo ajuda ambos os parceiros a apoiarem-se em Deus durante as provações.

- Responsabilidade perante Deus e os outros - Manter a responsabilidade mútua na fé fortalece a integridade espiritual.

Estar em jugo desigual pode levar a lutas emocionais e espirituais, incluindo:

Prioridades em conflito: As diferenças de fé podem criar divisões em áreas como as finanças, a parentalidade e as escolhas de estilo de vida.

- Compromisso espiritual: Podes sentir-te pressionado a comprometer as tuas convicções para manter a relação.

- Falta de apoio: Enfrentar provações sem um encorajamento espiritual partilhado pode parecer isolante.

CONCLUSÃO:

Muitas pessoas querem justificar-se porque os tempos mudaram, ou porque tal pessoa é assim, a outra fez assado, etc. Deus transcende os tempos. Ele nunca fica desatualizado. A Sua Palavra permanecerá para sempre porque é eficaz. Somente estando nos princípios de Deus seremos realmente felizes. Para e pensa: porque estás a namorar? Cuidado! "Aquele pos, que pensa estar de pé, cuide-se para que não caia" (1Co 10:12).

Pensa: Nunca ponhas um ponto de interrogação onde Deus já pôs um ponto final.

..........

Gostaria de convidar-te a fazeres uma maratona espiritual comigo.

A Bíblia incentiva-nos a crescer espiritualmente, e através dos estudos que aqui serão partilhados terás a oportunidade de conhecer melhor o que a Palavra de Deus diz sobre diversos temas.
A Bíblia afirma que “o meu povo perece por falta de conhecimento” (Oséias). Por isso, convido-te a cresceres no teu conhecimento bíblico, para que sejas bem-sucedido, como nos ensina Josué 1:8.

Investe na tua eternidade! ✨📖

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domingo, 13 de agosto de 2023

Relações sexuais seguras...?


De acordo com o artigo publicado recentemente, "os preservativos não são 100% seguros, pois podem rasgar e também não protegem contra algumas ISTs transmissíveis pelo contacto de pele com pele." 

Após leitura do artigo em questão fico cada vez mais convencido que o ensino bíblico para a humanidade é a opção mais segura, num mundo cada vez mais inseguro.


quinta-feira, 26 de julho de 2018

Bebés Precisam-se!


A população portuguesa está a ENVELHECER PERIGOSAMENTE. Cada vez menos jovens - é este o cenário que levanta problemas de sustentabilidade ao país e impactos na demografia.

Num estudo a "Focus" foi perceber como a renovação das gerações está em perigo no nosso país. Nos últimos anos em Portugal, à semelhança dos restantes países europeus, a tendência tem sido clara. A baixa da taxa de natalidade e fecundidade moderna, que se debate com o envelhecimento da população e a dificuldade na renovação de gerações. Por seu lado, a imigração em Portugal tem sido um factor que impede a ainda maior baixa desses números. 


O ENVELHECIMENTO DA POPULAÇÃO TRAZ PROBLEMAS DE SUBSISTÊNCIA AO PAÍS


A fecundidade no nosso país diminuiu nas últimas décadas, em particular desde os anos 80. 


FECUNDIDADE EM QUEDA CRESCENTE EM PORTUGAL


1960 - 3,1 filhos

1981 - 2,1 filhos                       O número de filhos em média que cada mulher deixa
2001 - 1,5 filhos                       na população está a diminuir.
2007 - 1,3 filhos
                                                                               Fonte: Associação Portuguesa de Demografia

A diminuição de natalidade e o aumento da esperança média de vida em Portugal agravam o envelhecimento da população, originando uma diferença cada vez menor entre o início e o fim da pirâmide etária. Se em 1987, tinham os filhos antes dos 30 anos, anos depois, é no grupo dos 30 aos 34, ou até mais tarde, é que se verificam a maioria dos nascimentos. Com este cenário, as consequências esperadas apontam para menos criação de emprego, maior pressão sobre as pensões, mais gastos com a saúde dos mais velhos, maior pressão para a subida de impostos e descontos para a Segurança Social. A realidade traduz-se em cada vez menos crianças, o que está a acentuar a desertificação do Interior do país.

De acordo com Maria Madalena Mendes, ex-presidente da Associação Portuguesa de Demografia, "os portugueses decidiram ter não só menos filhos, como também adiaram o momento de ter esses filhos". O que conjugado teve como resultado a "observação do nível de fecundidade mais baixo alguma vez verificado". Entre as razões apontadas para o fenómeno, a estudiosa acredita que possamos encontrar "o aumento da participação da mulher no mercado de trabalho, o prolongamento da educação e o duplo fardo que representa para as mulheres trabalhar no mercado de trabalho e em casa, associados a um aumento de precariedade, quer laborar, quer a nível dos próprios relacionamentos.

A juntar a essas conclusões, Maria Filomena acrescentou "a existência de novas incertezas e riscos para os jovens e para as mulheres em particular, as aspirações de mobilidade social intra e intergeracional, as carreiras profissionais, o desejo de bem estar social, e o de ter um filho único bem sucedido".

Neste sentido, a solução poderá encontrar-se, na sua opinião, "não em de convencer os jovens a ter filhos, ou mais filhos, mas sim de estruturar a sociedade de maneira a que lhes permita ter esses filhos".

Desde os anos 80 que a fecundidade em Portugal, já não permite repor as gerações, o que significa que a dimensão das gerações vem sendo cada vez menor. Uma situação deste tipo, mantida durante muito tempo, como se tem verificado em Portugal, traz implicações irreversíveis para a estrutura por idades da população portuguesa, observáveis não só no momento actual, mas principalmente em termos futuros. 

O aumento inevitável do envelhecimento da população em geral, das famílias e da população em idade activa condicionará necessariamente a sociedade portuguesa no futuro. 

OUTRAS CAUSAS DE INFERTILIDADE - https://ivi.pt/causas-da-infertilidade/

Associação Portuguesa de Demografia - http://www.apdemografia.pt/


terça-feira, 22 de março de 2016

petição - documentos em análise nas nações unidas



Segundo a Family Watch International, encontra-se em análise nas Nações Unidas dois documentos controversos sobre direitos sexuais e sobre educação sexual. 

Peço que vejam o vídeo, e possam ler a petição a ser envida à ONU.

Inportante compreensão de inglês.

Vídeo: http://www.comprehensivesexualityeducation.org/videos/the-war-on-children-the-comprehensive-sexuality-education-agenda/

Petição: http://www.comprehensivesexualityeducation.org/act-now-2/stop-cse-petition/