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sexta-feira, 12 de março de 2021

compreenda a fonte da raiva / ira (PT/EN)



"Um tolo dá vazão total à sua raiva, mas um homem sábio se mantém sob controle." - Provérbios 29:11

O local de trabalho pode ser um mundo cheio de pressão. As exigências que muitas vezes nos são feitas podem revelar coisas que nunca sabíamos que existiam. Às vezes, começamos a pensar que a fonte dessa pressão é a culpada por nossa resposta à pressão. Pode ser um evento, um cônjuge, um chefe, um cliente, um filho ou mesmo um motorista que nos corta no trânsito.

Lembro-me de responder uma vez a um amigo próximo: "Se você não tivesse feito isso, eu nunca teria respondido dessa maneira." Mais tarde, descobri que essa resposta tinha pouca verdade. Todos nós escolhemos ficar com raiva. Ninguém mais é culpado por nossa raiva.

“As circunstâncias da vida, os eventos da vida e as pessoas ao meu redor na vida, não me fazem do jeito que sou, mas revelam o jeito que sou” [Dr. Sam Peeples].

Esta simples citação teve um impacto profundo em como vejo minha raiva agora. A raiva apenas revela o que está dentro de mim. Não posso culpar ninguém além de mim por minha resposta a uma situação. Aprendi que a raiva é apenas o sintoma de outra coisa que está acontecendo dentro de mim. Esta citação agora reside na porta do meu frigorífico como um lembrete diário da verdade sobre minha resposta às situações da vida.

Já foi dito que a raiva é como o painel de advertência no painel de seu carro. É a luz que nos diz que algo está acontecendo sob o capô e precisamos descobrir qual é a origem do problema. Descobri que a fonte da raiva geralmente são as expectativas não atendidas ou os direitos pessoais. Acreditamos que temos direito a um resultado específico para uma situação. Quando isso não acontece, dispara algo em nós. No âmago disso está o medo, muitas vezes medo do fracasso ou rejeição, medo do que os outros pensam, medo do desconhecido.

Se lutas contra a raiva, pede a Deus que revele a origem dessa raiva. Pede a Ele que te cure de quaisquer medos que possam ser a raiz de tua raiva. Pede a Deus para ajudar-te a assumir a responsabilidade pela tua resposta a situações difíceis.


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Understanding the Source of Anger

"A fool gives full vent to his anger, but a wise man keeps himself under control." - Proverbs 29:11

The workplace can be a pressure-packed world. The demands that are often put on us can bring out things that we never knew were there. Sometimes we begin to think that the source of that pressure is to blame for our response to the pressure. It could be an event, a spouse, a boss, a client, a child, or even a driver who cuts us off in traffic.

I recall responding to a close friend one time, "If you had not done that, I would never have responded that way." Later I learned that this response had little truth to it. We all choose to get angry. No one else is to blame for our anger.


"The circumstances of life, the events of life, and the people around me in life, do not make me the way I am, but reveal the way I am" [Dr. Sam Peeples].


This simple quote has had a profound impact on how I view my anger now. Anger only reveals what is inside of me. I can't blame anyone but me for my response to a situation. I have learned that anger is only the symptom of something else that is going on inside of me. This quote now resides on my refrigerator door as a daily reminder of the truth about my response to life's situations.


It has been said that anger is like the warning panel on the dash of your car. It is the light that tells us something is going on under the hood and we need to find out what is the source of the problem. I discovered that the source of anger is often unmet expectations or personal rights. We believe we are entitled to a particular outcome to a situation. When this doesn't happen, it triggers something in us. At the core of this is fear, often a fear of failure or rejection, fear of what others think, fear of the unknown.


If you struggle with anger, ask God to reveal the source of that anger. Ask Him to heal you of any fears that may be the root of your anger. Ask God to help you take responsibility for your response to difficult situations.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

o cristão e o carnaval

Quando nos aproximamos da celebração (para alguns) do Carnaval, pode-se questionar, porquê os cristãos não o celebram??? Será esquisitice nossa, será porque não gostamos de nos divertir? Claro que sim, que gostamos de divertir-nos mas não com coisas que põe em causa a nossa vida espiritual.

Há dez mil anos antes de Cristo, homens, mulheres e crianças, reuniam-se no verão com os rostos mascarados e os corpos pintados para espantar os demónios da má colheita. As origens do carnaval têm sido buscadas nas mais antigas celebrações da humanidade, tais como as Festas egípcias que homenageavam a deusa Isis e ao Touro Apis. Os gregos festejavam com grandiosidade nas Festas Lupercais e Saturnais a celebração da  volta da primavera, que simbolizava o renascer da natureza. Mas num ponto todos concordavam; as grandes festas como o carnaval estão associadas a fenómenos astronómicos e a ciclos naturais. O carnaval caracterizava-se por festas, divertimentos públicos, bailes de máscaras e manifestações folclóricas.

O carnaval na idade média era uma festa que combinava desfiles, enfeites, festas folclóricas e muita comida que é comumente mantido nos países católicos durante a semana que precede a Quaresma. Carnaval, provavelmente vem da palavra latina «carnelevarium» (eliminação da carne).

Isso era apenas um pretexto para que os romanos e gregos continuassem com suas comemorações pagãs, apenas com outro nome, já que a igreja Católica era quem ditava as ordens na época e não era nada ortodoxo manter-se uma comemoração pagã em meio a um mundo que se dizia cristão.

Os carnavais alcançaram o pico de distúrbio, desordem, excesso, orgia e desperdício, junto a Bacchanalia Romana e a Saturnalia. Durante a Idade Média a Igreja tentou controlar as comemorações. Papas algumas vezes serviam de patronos, então os piores excessos eram gradualmente eliminados e o carnaval era assimilado como o último festival antes da ascensão da Quaresma.

A enciclopédia Glolier exemplifica muito bem o que é, na verdade, o carnaval. Uma festa pagã que os católicos tentaram mascarar para parecer com uma festa cristã, assim como fizeram com o Natal. Os romanos adoravam comemorar orgias, bebedices e glutonaria. A Bacchalia era a festa em homenagem a Baco, deus do vinho e da orgia; na Grécia, havia um deus muitíssimo semelhante a Baco, seu nome era Dionísio, da Mitologia grega, este era o deus do vinho e das orgias.

A enciclopédia Grolier diz: «O bacanal ou bacchanalia era o festival romano que celebrava três dias de cada ano em honra a Baco, deus do vinho. Bebedices e orgias sexuais e outros excessos caracterizavam essa comemoração, o que ocasionou a sua proibição em 186 d.C.

Todas as mudanças no Carnaval ocorreram apenas em seus aspectos exteriores. A embalagem é cada vez mais bonita, mas o conteúdo continua o mesmo. A aparência do Carnaval é interessante, envolvendo diversão, alegria, beleza e arte. São qualidades reais e não vamos negar isso. Existem coisas bonitas e atraentes no Carnaval, mas isso não significa que vamos participar dele. Dinheiro roubado também tem valor, mas nem por isso vamos aceitá-lo, caso nos seja oferecido.  Apesar da embalagem maravilhosa, o conteúdo do Carnaval é podre e pecaminoso.

Então, devemos nós cristãos, comemorar este tipo de festa? O que a Bíblia diz sobre isto?

Qualquer que se considera cristão deve concordar de que não devemos de modo algum estar ligado a este tipo de comemoração, porque... é uma comemoração de origem pagã, em homenagem a um falso deus, patrono da orgia, da  bebedice e dos excessos, na verdade um demónio; e essa festa alimenta as inclinações carnais do ser humana, contrárias à Palavra de Deus: “Porque o pendor da carne dá para a morte, mas o do Espírito, para a vida e paz; por isso o pendor da carne é inimizade contra Deus...Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus...Porque se viverdes segundo a carne, caminhais para morte; mas, se, pelo Espírito, mortificardes os feitos do corpo, certamente, vivereis” Romanos 8.6, 7,8,13.

Não podemos nos esquecer que, por trás da realidade natural, está a realidade espiritual. Os demónios actuam de forma intensa no Carnaval, conforme pode ser conferido até mesmo em depoimentos de pessoas envolvidas com os cultos pagãos..

"Ai dos que se levantam pela manhã e seguem a bebedice e continuam até alta noite, até que o vinho os esquente! E harpas e alaúdes, tamboris e gaitas, e vinho há nos seus banquetes; e não olham para a obra do Senhor, nem consideram as obras das suas mãos. Portanto, o meu povo será levado cativo, por falta de entendimento; os seus nobres terão fome, e a sua multidão se secará de sede. Portanto, o inferno grandemente se alargou, e se abriu a sua boca desmesuradamente; e para lá descerão o seu esplendor, e a sua multidão, e a sua pompa, e os que entre eles se alegram. Então, o plebeu se abaterá, e o nobre se humilhará; e os olhos dos altivos se humilharão” (Isaías 5.11-15).

"Porque tudo o que há no mundo, o desejo mau da carne, o desejo mau dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo." (I João 2.16)

sábado, 4 de fevereiro de 2017

vontade de Deus - 2

"Seguir o Espírito leva à vida e à paz" (Romanos 8.6 OL)

O segundo princípio bíblico prático para reconhecer e caminhar na vontade de Deus é: escolher uma mentalidade espiritual e não carnal. A carnalidade está no centro da nossa natureza obstinada, e continua a viver em nós mesmos depois de nos tornarmos cristãos. A sua atracção gravitacional está sempre longe de Deus e vai sempre em direcção a uma vida egocêntrica. 

A Bíblia diz: "... a mentalidade da carne é inimiga de Deus porque não se submete à lei de Deus, nem pode fazê-lo" (vers. 7 NVI). A mente carnal faz-nos ser desconfiados, cépticos, promover-nos a nós mesmos e ser espiritualmente cegos para a vontade de Deus.

Ter uma mentalidade espiritual significa centrar as suas escolhas na Palavra de Deus e nos sussurros do Espírito. E a boa notícia é que "vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele" (vers. 9). Ceder à carne não é inevitável. Você é que decide se é a carne ou o Espírito a guiá-lo! Pedro, com uma mentalidade espiritual, recebeu uma revelação da divindade de Jesus: "Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. E Jesus, respondendo, disse-lhe: Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque to não revelou a carne e o sangue, mas meu Pai..." (Mateus 16.16,17). Pouco tempo depois, Jesus confidenciou aos Seus discípulos a forma terrível como aconteceria a Sua morte. E num momento de bem-intencionada, mas inapropriada, carnalidade, Pedro recusou-se a aceitá-la: "Senhor, tem compaixão de ti; de modo nenhum te acontecerá isso" (vers. 22). Uma mentalidade carnal é o convite a Satanás. Então Jesus disse a Pedro: "Para trás de mim, Satanás, que me serves de escândalo; porque não compreendes as coisas que são de Deus, mas só as que são dos homens (vers. 23).

Então, mantenha a sua mente espiritualmente focada e pronta para fazer a vontade de Deus.

Príncípios 3, 4 e 5 em breve...

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

a ninguém conhecemos segundo a carne


II Coríntios 5.7,16

Quando "nascemos de novo", dali em diante não devemos conhecer ninguém "segundo a carne". Que isso quer dizer? Significa que precisamos de deixar de ver as pessoas pela óptica natural (que nos deixa deprimidos), mas pela óptima espiritual, de acordo com as realidades espirituais (nova criatura, mais que vencedor, cheios do amor de Deus, mortos para o pecado, etc.). Pela fé, as realidades espirituais serão reais em nossas vidas!

1 - Não devo conhecer-me a mim próprio segundo a carne. Quando sabemos qual é a nossa nova identidade, devemos viver como tal. A Palavra de Deus revela a nossa nova identidade: justiça de Deus, filhos de Deus, amados, santos, a perfeição de Deus, etc.

Os demónios podem tentar fazer-nos ver de outra forma: feios, derrotados, infelizes, etc., mas Deus algo diferente para dizer-nos! O segredo para ser transformado é contemplar a glória do Senhor! Quando olhamos no espelho olhamos a nossa própria imagem. Mas desde o dia em que nascemos de novo, ao olhar para si mesmo, olhe para o próprio Deus, pois Ele habita em si.

I João 4.17 - "... segundo Ele é, também nós somos..." Quando nascemos de novo, fomos feitos cópia de Jesus.

2 - Não devo conhecer os meus irmãos em Cristo segundo a carne. Muitos olham para os seus irmãos em Cristo segundo a carne. Iremos ficar deprimidos, pois veremos as falhas, os defeitos, etc. Ficaremos críticos também. Mesmo que não tenha defeito, passamos a ver defeitos. Mas devemos olhar os nossos irmãos segundo a óptima espiritual. Mesmo na correcção aos irmãos, quando olhamos com a óptima espiritual, será feita com amor e brandura.

3 - Não devo conhecer aqueles que ainda não se converteram segundo a carne. Ninguém é mesmo ninguém.

O versículo 19 de II Coríntios 5 diz-nos: "Pois Deus estava em Cristo, reconciliando o mundo (as pessoas) para si, não levando mais em conta os pecados dos homens contra eles, e sim apagando-os. Esta mensagem de reconciliação ele nos deu para transmitir aos outros." Jesus pagou na cruz pelos pecados de toda a humanidade. Todos os pecados foram cravados na cruz. Ninguém será atirado no Inferno pelos seus pecados, porque seria injusto castigar o mesmo pecado duas vezes. Muitos serão atirados no Inferno porque não receberam Jesus, fazendo dEle o seu Senhor! Deus já deu o perdão, a salvação, a cura, mas muitos não o receberam...

Estudo extraído da pregação do Pr. Abe Huber