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sábado, 6 de julho de 2019

a oração tem o poder de curar doenças

Cientistas confirmam: a oração realmente tem o poder de curar doenças

– A oração pode curar, sim!

E quem está dizendo isso não somos nós – é a ciência.

O Dr. Andrew Newberg, professor da Universidade Thomas Jefferson, nos Estados Unidos, realizou um estudo de ressonância magnética e descobriu que a oração e a meditação são realmente poderosíssimas.

Quando iniciamos essas práticas regularmente, o nosso cérebro aumenta a atividade dos lobos frontais e da área de linguagem, da mesma forma que acontece com a comunicação.

Esse esforço deve ser entendido como um treino físico para a mente, que resulta na cura de várias doenças e até no desenvolvimento cerebral.

O bom de tudo é que não precisa de ser um monge ou uma freira para desfrutar dos benefícios que a oração e a meditação podem oferecer.

Para chegar à conclusão de que essas práticas realmente são importantes, o dr. Andrew fez o seguinte experimento:

Selecionou alguns idosos com problemas de memória para observá-los antes, durante e depois das meditações e orações.

A análise foi feita diariamente, por 12 minutos, durante 8 semanas.

O resultado foi muito positivo em relação aos benefícios que a oração e a meditação podem oferecer à nossa saúde.

O mais interessante é que o dr. Andrew afirma que nosso cérebro realmente tem estrutura para receber essas experiências especiais com facilidade, independentemente da religião.

Outro estudo, publicado na revista Câncer, da Sociedade Americana do Câncer, provou que pacientes com fortes crenças espirituais reagem melhor ao tratamento e têm menos sintomas.

A análise foi realizada com 40.000 pacientes.

Pesquisadores da Moffitt Cancer Center, na Flórida, perceberam que os que acreditavam numa força superior tinham mais saúde física e mental do que os incrédulos.

Acha pouco?

Essas pessoas também têm melhor convivência com o meio social.

O que podemos concluir com tudo isso é que a crença e a fé nos tornam pessoas melhores.

E que o ser humano apoia-se em três pilares: físico, mental e espiritual.

Isso não é maravilhoso?

* Nota: As informações e sugestões contidas neste artigo têm caráter meramente informativo. Elas não substituem o aconselhamento e acompanhamentos de médicos, nutricionistas, psicólogos, profissionais de educação física e outros especialistas.

Fonte: AQUI

sexta-feira, 21 de junho de 2019

Só há uma raça humana

Só há uma raça humana, defende investigador, que culpa cientistas por contribuir para o racismo

Os seres humanos pertencem todos à mesma raça, mas ao longo dos séculos cientistas contribuíram deliberadamente para a ideia de que há várias raças e que a branca europeia é superior, defende um especialista em biologia evolutiva e antropologia

Rui Diogo, professor e investigador português, vive nos Estados Unidos mas está em Portugal para uma série de conferências sobre evolução e racismo.

Numa conferência organizada pelo Centro de Filosofia das Ciências da Universidade de Lisboa, em conjunto com o Museu Nacional de História Natural e da Ciência, o professor associado da Faculdade de Medicina da Universidade de Howard e membro do Centro de Estudos Avançados de Paleobiologia dos Hominídeos da Universidade George Washington, Estados Unidos, salientou que "biologicamente não há nenhuma raça humana" e não há raças negras ou brancas.

No entanto, disse, o estudo de primatas e da evolução foram usados ao longo da história para reforçar o preconceito e garantir a distinção de "raças humanas", legitimando a ideia de que há raças superiores e raças inferiores.

Para o investigador, a verdade é que a ciência explica as diferenças de cor da pele como mudanças epigenéticas (mudanças das funções genéticas herdadas, mas que não alteram a sequência de ADN) relacionadas com o clima.

"A cor da pele tem a ver com os raios ultravioleta, não é raça nem é genético", garantiu o especialista, acrescentando que é a ciência que explica que peles mais escuras existem onde há mais sol e as mais claras em países com pouco sol, precisamente para assim absorverem o pouco sol que existe.

E, no entanto, um branco pode ser mais "aparentado geneticamente" com um negro do que um negro com outro negro.

Mas ao longo de muitos anos, alertou, essa ciência foi usada para colocar "o negro ao lado dos macacos" e o "branco europeu" como raça superior.

"Os preconceitos dos cientistas também influenciaram a ciência", frisou.

É por tudo isto que Rui Diogo, como explicou à Lusa, tem, com outros investigadores, vindo a pedir à Sociedade Americana de Antropologia Física e à Sociedade de Anatomia que façam um pedido formal de desculpas.

"Não é fácil, mas temos de chegar lá", disse à Lusa, acrescentando que a ciência, a antropologia e a anatomia, se portaram "muito mal".

"Seria reconhecer que os investigadores promoveram de forma ativa e baseados em agendas políticas o racismo de tipo B durante centenas de anos", disse.

Rui Diogo divide o racismo em tipo A e tipo B, sendo que o primeiro entende outra cultura como diferente, com quem não quer relações, e o segundo que considera a outra cultura inferior.

O especialista cita um artigo científico do século XX que fala da "cara nojenta do negro", diz que Charles Darwin contribuiu para o racismo, e considera que mesmo no filme "King Kong" "há uma agenda" racista, onde se compara o gorila ao negro, que destrói a civilização e rouba as mulheres.

"Muitos cientistas tinham uma agenda política clara", diz Rui Diogo.

O investigador admite que há determinadas características mais comuns em determinados grupos, mas diz que não se relacionam com a cor da pele. E dá um exemplo: no tempo da escravatura um terço dos escravos morria nos navios, os que sobreviviam tinham em comum determinadas capacidades de resistência, mas não por serem negros.

Mas, se hoje a ciência é clara, como há ainda tantas situações de racismo, que parecem estar a aumentar? Rui Diogo responde que essa ciência, esse "fator biológico" é pouco divulgado e diz que em tempos de crise aumenta o estereótipo em relação aos outros, seja por causa da competição no emprego, seja pelo acesso à saúde, seja por outros motivos.

De resto, admite, o racismo é natural e leva à especiação (processo evolutivo). Mas não o racismo de tipo B, mais recente e que considera os outros inferiores, que é mais perigoso e está na origem de genocídios.

Há estudos, acrescenta, que dizem que o racismo de tipo A é intrínseco e natural, e é consensual que existe em todos os continentes.

Autor ou primeiro autor de 14 livros científicos e a preparar um novo livro sobre racismo, Rui Diogo fala ainda de um outro fenómeno, recente, a que chama neocolonialismo científico.

Acontece quando, explica, investigadores brancos descobrem fósseis em países africanos, se fotografam ao lado deles, e os trazem para a Europa para os estudar. Rui Diogo coloca a questão ao contrário: "Imagine-se um grupo de arqueólogos de um país africano a fazer escavações na Lourinhã e a levar os ossos de dinossauro".

com Lusa

LINK 

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Cientistas descobrem evidências da explosão de meteoros que destruiu Sodoma

Os cientistas descobriram a datação por radiocarbono e minerais descobertos, que instantaneamente se cristalizaram em altas temperaturas.



Cientistas descobriram que uma "explosão superaquecida vinda dos céus" destruiu cidades perto do Mar Morto 3.700 anos atrás, o que os analistas bíblicos dizem ecoar a destruição de Sodoma.

A revista Science News informou que as novas descobertas foram reveladas na reunião anual das Escolas Americanas de Pesquisa Oriental na semana passada pelo arqueólogo Phillip Silva da Trinity Southwest University, em Albuquerque, Novo México (EUA).

Os cientistas descobriram a datação por radiocarbono e minerais descobertos, que instantaneamente se cristalizaram em altas temperaturas no que costumavam ser cidades e assentamentos agrícolas ao norte do Mar Morto, sugerindo que um enorme estouro de ar, possivelmente por um meteoro, destruiu comunidades em um raio de pouco mais de 24 Km, na ampla planície circular.

Silva disse que após o evento cataclísmico, as pessoas não retornaram à região por 600 a 700 anos.

Pesquisadores têm estudado cinco grandes sítios em Middle Ghor, na atual Jordânia, que se acredita terem estado continuamente ocupados por pelo menos 2.500 anos, até que de repente "desmoronaram" no final da Idade do Bronze.

Algumas das evidências mais fortes de uma explosão de meteoros de baixa altitude foram encontradas nos restos da cidade de Tall el-Hammam, onde a datação por radiocarbono mostra que as paredes de tijolos de quase todas as estruturas foram repentinamente apagadas 3.700 anos atrás.

Montando o quebra-cabeça

Outros achados notáveis ​​mostram que as camadas externas de cerâmica pareciam ter-se derretido em vidro, como resultado de temperaturas extremamente altas.

Já o site 'Times of Israel' apontou para outras pesquisas arqueológicas, como um artigo de 2013 da Biblical Archaeology Review do co-diretor do TeHEP, Dr. Steven Collins, revelando que a área de Tall el-Hammam oferece evidências de que poderia ter sido a cidade bíblica de Sodoma.

A ardente destruição de Sodoma e Gomorra é notoriamente retratada na passagem bíblica de Gênesis 19, que diz que "Deus destruiu as cidades da planície", com "fumaça densa subindo da terra, como fumaça de uma fornalha".

O relato bíblico também mencionou que Deus derrubou "todos os que vivem nas cidades" junto com "a vegetação da terra".

Collins disse em seu artigo naquela época que ele testemunhou destruição similar em primeira mão.

"A conflagração violenta que terminou a ocupação em Tall el-Hammam produziu cerâmica derretida, pedras de fundação queimadas e vários metros de cinzas e detritos de destruição transformados em uma matriz cinza escuro como se estivesse em um Cuisinart", afirmou na época.

Além disso, Silva e Collins escreveram o artigo “O evento de civilização - terminando com o evento 3.7KYrBP: dados arqueológicos, análises de amostras e implicações bíblicas” em 2015, que argumenta que "as evidências físicas de Tall el-Hammam e locais vizinhos exibem sinais de um evento térmico e concussivo altamente destrutivo que se poderia esperar do que está descrito em Gênesis 19".

"A destruição não apenas do Alto el-Hammam (Sodoma), mas também de seus vizinhos (Gomorra e outras cidades da planície) foi provavelmente causada por um evento de explosão de ar meteorítico", acrescentaram os autores.

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Os miúdos estão “mais altos, mais gordos e mais dependentes”

Projecto Geração 21 acompanha mais de oito mil crianças desde o dia em que nasceram. Hoje, os miúdos têm entre 12 e 13 anos. A adolescência está a bater-lhes à porta e eles enfrentam uma nova fase de avaliações, medições e perguntas dos investigadores. Todos beneficiamos com as respostas.

É um dos maiores estudos longitudinais da Europa e o único deste tipo alguma vez realizado em Portugal. Tudo começou em 2005 com 8600 recém-nascidos nas maternidades públicas da área metropolitana do Porto. Os bebés cresceram, acompanhados por uma equipa de curiosos especialistas que os foi medindo, avaliando e questionando. Agora, chegou a adolescência. O projecto de investigação Geração 21 entrou na sétima fase de avaliações que vai decorrer até Janeiro de 2020. Alexandra, Diogo e Carlos são apenas três exemplos de um imenso grupo de miúdos que produz conhecimento indispensável para conhecer o presente e projectar o futuro da saúde em Portugal.

Este projecto de investigação é uma espécie de poço sem fundo, que se enche de conhecimento que se vai acumulando ano após ano. A Geração 21 já inspirou mais de uma centena de publicações em revistas científicas e “uma dúzia” de teses de doutoramento. A lista de novo saber é longa. Com este trabalho já ficámos a saber que, aos quatro anos, mais de 90% das crianças já consome sal a mais, que a probabilidade de uma cesariana também depende do hospital escolhido, que as mulheres engordam nos quatro anos após o parto, que são as mães que mais castigam os filhos, que as crianças começam a consumir doces logo a partir dos 12 meses, que os filhos de mães fumadoras têm risco de tensão arterial alta logo aos quatro anos… e muito mais. A nova etapa deste projecto começou a 13 de Agosto deste ano com a sétima avaliação dos participantes que acabaram de chegar à interessante fase da adolescência. No início eram mais de oito mil (4430 rapazes e 4217 raparigas) e agora, com algumas desistências pelo caminho, o grupo terá cerca de 7500 crianças.

É cedo para conclusões sobre esta fase quando a análise ainda vai no início. Mas, Henrique Barros, que coordena este projecto dos investigadores do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto, vai abrindo a caixa de surpresas. Por esta altura, já se pode dizer que “as crianças portuguesas estão mais altas, mais gordas, mais informadas, mas também mais dependentes”. Dependentes de quê? Dos pais. Não será uma grande novidade, apenas uma confirmação do que vemos à nossa volta. Henrique Barros reforça a última informação com alguns exemplos. Muitos destes miúdos, agora com 12 ou 13 anos, ainda não vão sequer sozinhos de casa para a escola. O caminho faz-se de carro com os pais, mesmo quando a distância é curta. “E às vezes os pais andam a correr de um lado para o outro para os levar de carro para uma actividade desportiva”, acrescenta o investigador acreditando que muitos nem sequer percebem a ironia desta situação.

Além do perfil geral que se pode arriscar fazer, Henrique Barros destaca outras conclusões deste estudo que abrange crianças que vivem nos concelhos do Porto, Vila Nova de Gaia, Matosinhos, Maia, Valongo e Gondomar. Fala, por exemplo, no mapa da obesidade, que elege Valongo como o concelho mais gordo e o Porto como o mais magro. “Sabemos agora que há concelhos mais magros e outros mais gordos e que, se fizermos uma análise mais cuidada ao nível das freguesias, é possível encontrar uma relação entre os chamados hotspots de obesidade e a proximidade de um McDonalds”, diz ao PÚBLICO.

Fonte: PÚBLICO

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

ciência descobre que a morte não existe

Cientista afirma ter descoberto que a morte não existe, que nossa alma nunca morre, apenas retorna ao universo

Um renomado cientista, afirma que o que acreditamos ser o fim da vida, quando uma pessoa perde todos os sinais vitais e é dada como morta, é um equivoco.

Segundo ele o que ocorre que nossas células guardam “memórias de nossa alma”. Ele também usou como base de sua pesquisa e explicou sobre o transe de pessoas que chegam a ser dadas como mortas e sobrevivem que geralmente é parecido.

“Se uma pessoa não resiste ao transe e morre, é possível que a informação quântica, exista fora do corpo como uma alma, talvez indefinidamente.” esclarece o físico britânico Roger Penrose.

O cientista explicou ao jornal “Daily Express”, que após meses de pesquisas ele e sua equipe encontraram evidências de que dentre as proteínas armazenadas nas células, é armazenada uma informação chamada de “alma”.

Isso explica o que os fatos de experiência  “pós morte”, daqueles que voltam a vida, pois essa alma é expulsa quando nosso corpo morre, porém volta ao organismo caso o humano volte a vida.

Vários cientistas apoiam a ideia de que “o que acreditamos como aqui e agora, é apenas uma parte material de tudo que é compreensível para nós, enquanto a vida após a morte é uma realidade infinitamente maior”, disse Has Peter Durr, ex-presidente da Academia Alemã.

De acordo com ele o campo espiritual quântico sobrevive após a morte do corpo físico, e consideram esse fato como a imortalidade.

Já o biólogo alemão Christian Hellwig, pensamentos, emoções, e consciência, podem ser considerados espirituais porque não têm ligação direta com as forças da natureza, mas sim com os “Fenômenos do mundo quântico”.

Se todas as pesquisas se confirmarem, poderemos dizer que a alma tem uma vida que transcende ao que conhecemos por mortalidade.

As pesquisas a respeito seguem sendo aprofundadas.

FONTE


segunda-feira, 10 de julho de 2017

os desafios de ser um físico cristão

Os Desafios de ser um Físico Cristão
Por Evandro Vidor de Mello


Desde pequeno me interessei pelas histórias das grandes descobertas, dos esforços dos cientistas na tentativa de entender e resolver algum problema. Por ter aptidão com a matemática vim a ser Físico. Pude sentir ao longo dos meus estudos a presença de Deus me orientando, dando sabedoria e mostrando o caminho; “Clama a mim, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e ocultas, que não sabes” (Jr.33:3). 

Porém o mundo dos intelectuais é dominado por mentes arrogantes que pensam que sabem muito e que Deus é algo para as mentes ignorantes e loucas. Por um lado eles têm razão! Paulo já alertou que a Fé em Cristo é loucura para os que tentam se guiar pela razão apenas (ver I Co 1:18-31). No fundo, não tem lógica que o Filho de Deus todo poderoso veio à terra e foi humilhado e crucificado jovem ainda em vez de matar a todos que não acreditaram nEle! Isso porque a lógica de Deus é bem superior a lógica humana como já afirmou o profeta Isaías a 2700 anos atrás (ver Is 55:8-9). 

Portanto é muito difícil conviver com quem se apoia somente no seu poder de raciocinar e nossa sociedade está cada vez mais cheia desse tipo de gente. No nosso meio e em países mais avançados culturalmente, há cada vez mais gente que não acredita em Deus. Há duas razões para isso: 1. O testemunho dos cristãos que agem de uma forma igual ou pior que os não crentes. Nada pior para o reino de Deus que um crente hipócrita ou morno. 2. O Diabo está utilizando os intelectuais para propagar a tese que Deus não existe. Por exemplo, antigamente creditava-se um raio ou uma doença ao humor de Deus. Com o tempo o raio e algumas doenças adquiriram uma explicação científica. Seguindo esse raciocínio tem aparecido vários livros promulgando uma tese ou teoria que a vida e o mundo apareceram ao acaso por mecanismo que ninguém conhece bem mas que se especula bastante. (Criação Imperfeita (Marcelo Gleiser), O Gene Inteligente (Richard Dawkis), além das ideias de Stephen Hawking). 

Os avanços tecnológicos indicam que estamos cada vez mais sábios. O que ninguém diz é que a medida que a Ciência evolui temos muito mais dúvidas sobre a Natureza e o que somos que na época da Grécia antiga. Eu digo que o Conhecimento é como uma mancha de óleo no oceano: quanto maior é ela, maior é o seu limite. A fronteira do desconhecido só aumenta com o conhecimento o que demonstra a nossa limitação diante de um mundo infinito. Várias mentes brilhantes perceberam isto, como o grande Isaac Newton, Johanes Kepler, Blaise Pascal, Emanuel Kant,... Porém admitir isto requer sabedoria e humildade e essa combinação de virtudes está cada vez mais rara na nossa sociedade! 

Cabe a nós, cientistas cristãos, denunciar essa mentira que Satanás está espalhando no mundo. A ciência não pode provar a existência ou a ausência de Deus! Isso porque o papel dela é estudar os fenómenos naturais e Deus é espírito, um ser transcendente à Natureza e portanto transcendente à Ciência!! 

Precisamos ser sentinelas de Deus, refletir a sua Luz no poder do Espírito Santo para lutar contra as artimanhas do adversário que está levando milhões de pessoas para o inferno, para uma vida medíocre, pra uma vida superficial que produz insatisfação e depressão. Deus nos chama, cada um de nós a realizar um trabalho porque “o campo é imenso, mas há poucos trabalhadores”(Lc 10:2). 

Todos, seja a dona de casa (como a mãe de John Wesley), profissional, comerciantes,...todos temos um ministério individual importantíssimo aos olhos de Deus. 

Que Deus nos fortifique, nos dê sabedoria e flexibilidade para fazer a Sua vontade nas nossas vidas a fim de sermos seus servos úteis.


Fonte: Correio electrónico recebido de amigo.
Fonte: http://prazerdapalavra.com.br/recursos/ensaios/5473-os-desafios-de-ser-um-fisico-cristao-evandro-vidor-de-mello.html

segunda-feira, 18 de julho de 2016

famoso cientista admite que o universo foi criado por Deus

Michio Kaku é um cientista físico teórico de renome mundial. Ele publicou mais de 70 artigos em revistas de física sobre temas como a supersimetria, teoria das supercordas, supergravidade e física hadrónica. Mas a sua mais recente afirmação pode chocar o mundo da ciência e da comunidade ateia.
"Cheguei à conclusão de que estamos em um mundo feito por regras criadas por uma inteligência", Kaku diz em um vídeo produzido pela Big Think. "Para mim é claro que nós existimos em um planeta que é regido por regras que foram criadas, moldadas por uma inteligência universal e não por acaso". A conclusão de Kaku é clara. "A solução final pode ser que Deus é um matemático", disse Kaku. "Acredito que a mente de Deus é música cósmica. A música de cordas de ressonância através do hiperespaço de 11 dimensões", disse.
Quanto mais os cientistas estudam o universo, mais perto eles parecem estar de Deus. Kaku acredita que ele tem evidências encontradas sobre Deus em seu trabalho e diz que o universo não é um acidente. Ele ajudou na construção da Teoria de Cordas, pioneira do universo sobre a ideia de que o universo é formado por muitas dimensões diferentes de espaço e tempo.
Teoria das Cordas é muito complexa e requer um fundo significativo na física para explicar, mas é favorecida por muitos cientistas, porque sucintamente responde a muitas das perguntas que eles têm sobre o universo. Ainda assim, essa teoria não fornece uma equação completa e satisfatória sobre o universo.
O problema da física são as leis que explicam por que o universo funciona, como faz no nível macro, mas não se aplicam ao nível micro. Einstein da física e da física quântica, tem uma lacuna entre suas explicações sobre o que os cientistas ainda não podem explicar. Por exemplo, porque é que minúsculas partículas quânticas podem se elevar dentro e fora da existência do nada? A teoria das cordas tenta fornecer uma resposta a esta pergunta.
A Criação
Enquanto trabalhava na Teoria das Cordas, Kaku, descobriu o que ele vê como evidência de que o universo é criado por uma inteligência, ao invés de meramente formada por forças aleatórias. Ele sugere sua explicação por meio do que ele chama de "primitivas tachyons semi-raio". Não existe ainda uma explicação sucinta desta ideia de Kaku e nem do que ele está se referindo a “tachyons”, que são partículas teóricas que se desvinculam de uma outra partícula.
Kaku conclui que vivemos em um universo de estilo Matrix, criado por uma inteligência. "Cheguei à conclusão de que estamos em um mundo feito por regras criadas por uma inteligência", disse ele. "Acredite em mim, tudo o que chamamos de ‘chance’ hoje não faz mais sentido. Para mim, é bastante claro a existência de um plano que é regido por regras que foram criadas, moldadas por uma inteligência universal e não por acaso", confessa.
Então, isso significa que Kaku agora acredita em Deus? Sim e não. Ele não chega a se referir a uma divindade religiosa, mas para a comunidade cristã é reconfortante ver que cientistas que pesquisam os mistérios do universo estão a encontrar Deus.
Active as legendas em português.
Fonte: http://www.cpadnews.com.br/universo-cristao/34335/famoso-cientista-admite-que-o-universo-foi-criado-por-deus.html?utm_source=twitterfeed&utm_medium=facebook

sábado, 11 de junho de 2016

estudo encontra a primeira prova científica de que há vida depois da morte


Está agora não havia evidência científica, pelo que se pensa que milhões de pessoas tiveram experiências claras de consciência antes da morte, mas nunca havia sido provada por cientistas. Agora isso mudou.

Cientistas da Universidade de Southampton, em Inglaterra, encontraram evidências de que a consciência pode continuar durante alguns minutos depois da morte clínica, algo que até pouco tempo era considerado impossível.

Considerado o maior estudo médico sobre experiências fora do corpo, a investigação demorou quatro anos já que foram analisados uns 2060 casos de pessoas que sofreram paragens cardíacas em 15 hospitais dos Estados Unidos, Inglaterra e Áustria.

A evidência a respeito da consciência, depois de que o cérebro fica desconectado completamente foi possível em aproximadamente em 40% dos pacientes. Depois de serem considerados clinicamente mortos, a actividade cerebral continua durante 3 minutos depois que o coração pára por completo. Isto sempre foi um tema controverso.

Dentro dos 330 que sobreviveram, 140 aceitaram ser entrevistados e 55 deles (39%) disseram que tinham alguma percepção ou recordação do momento que estiveram "mortos". Somente dois tiveram recordações precisas desta experiência.

Alguns pacientes recordaram ter visto uma luz brilhante ou uma espécie de sol brilhante. Muitos não recordam detalhes específicos. Um em cada cinco disse que sentia uma sensação incomum de tranquilidade, cerca de um terço disse que o tempo havia desacelerado ou acelerado.

Outros reportaram sentimentos de medo, e também a serem arrastados por correntes. Cerca de 13% disseram que sentiram separados de seus corpos e um número similar disse que se sentiram agonizados. Por outro lado, 8% afirmou ter sentido algum tipo de presença mística ou uma voz identificável, e outros 3% viram "espíritos".

O caso mais intrigante é de um homem de 57 anos, que afirma ter abandonado seu corpo completamente. Ele relatou com detalhe as acções da equipa de enfermagem e descreveu os sons das máquinas.

"Sabemos que o cérebro não pode funcionar quando o coração deixa de bater", disse o Dr. Sam Parnia, um investigador que dirigiu o estudo. "Contudo neste caso, a percepção consciente parece haver continuado por cerca de 3 minutos depois que o coração parou. Normalmente, o cérebro apaga-se entre 20 a 30 segundos depois que o coração pára", disse Parnia.

Até agora não havia evidência científica, pelo que se estima que milhões de pessoas tiveram experiências claras de consciência perante a morte, mas nunca havia sido provada por cientistas. Mas isso agora mudou.

O Dr. David Wilde, psicólogo e investigador da Universidade de Nottingham Trent, está a compilar dados sobre as experiências fora do corpo, tratando de encontrar um padrão para vincular cada episódio.

Ele espera que sua investigação anima a novos estudos sobre o tema.

Fonte: The Telegraph