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sábado, 29 de outubro de 2016

celebrar halloween é pactuar com as trevas

Daniel Mastral alerta sobre cristãos celebrarem o 'Halloween': "É pactuar com as trevas"

Em entrevista exclusiva ao Portal Guiame, Daniel Mastral alertou que o paganismo está mais dentro das igrejas do que se imagina e que é preciso os cristãos terem muita maturidade diante de festas como o Halloween.

Daniel Mastral é ex-satanista, escritor e palestrante, autor de diversos livros, como o sucesso de vendas, "Filho do Fogo". (Imagem: Youtube)
Final de outubro chegando e muitas casas, escolas, creches e até mesmo igrejas ganham uma decoração não tão muito amistosa e convidativa na opinião de muitos cristãos, devido à celebração da festa conhecida como "Halloween" ou o popular "Dia das Bruxas".

Segundo o ex-satanista, missionário e escritor cristão, Daniel Mastral, este tipo de festividade vai contra os princípios bíblicos deixados por Deus ao Seu povo e que cristãos que participam de festividades deste tipo estão "pactuando com as trevas".

Daniel irá publicar um vídeo sobre o assunto em seu canal do Youtube no próximo domingo, dia 30/10, intitulado "Dia Das Bruxas" e falou com exclusividade ao Portal Guiame, destacando que o paganismo está mais dentro das igrejas do que se imagina e que é preciso que os cristãos tenham muita maturidade para se posicionar diante das pressões externas, que tentam convencer os cristãos a partiparem deste tipo de festividade.

Confira abaixo a entrevista exclusiva, na íntegra:

Portal Guiame: Apesar de parecer uma festa "inocente" para as crianças aos olhos dos pais, o Halloween se remete ao famoso "Dia das Bruxas" e é apontado por muitos como uma festa pagã. Haveria algum tipo de ritual satânico, de fato neste tipo de "celebração"?

Daniel Mastral: O tema escolhido pelo Portal Guiame é de profunda relevância. O termo “Dia das Bruxas” surgiu na idade média, durante a Inquisição. A Igreja Católica, neste período, tinha poder de estado. Podia prender, sentenciar e matar qualquer pessoa acusada de heresia. A prática do rito, cujo nome original era Samhain, tem origem no povo Celta. Era uma festividade de celebração a terceira e última colheita do ano. Mas, também era uma data sagrada para eles. Acreditavam que, na noite de 31 de outubro um portal era aberto e permitia que os mortos entrassem em nossa dimensão para possuírem os corpos dos vivos. A fim de evitar que este objetivo se cumprisse, a tradição ensinava que os habitantes deveriam colocar na porta de suas casas objetos macabros, como crânios, ossos, etc. Isso iria “afugentar” os fantasmas. Esta tradição ganhou mais destaque quando chega aos Estados Unidos e Canadá. Trazida por imigrantes irlandeses em 1.845. Lá se mesclou a culturas locais. Foi ai que o espantalho, objeto ligado às lavouras de milho, comuns em muitos estados americanos, ganhou espaço dentre os símbolos do dia das bruxas. Com o tempo, tudo que é associado à morte foi incorporado: vampiros, zumbis, múmias, fantasmas, etc.

O papa Gregório Oitavo, resolveu cristianizar a celebração pagã. Dando a ela contornos diferentes. Mudou a data do “Dia de todos os Santos”, 13 de Maio (que antes era a data do festival romano dos mortos) para dia 01 de Novembro. Assim, a celebração cristã e pagã se uniram. Mais tarde seria acrescentada outra data na sequência; o dia de finados ou dia dos mortos. No Brasil, a partir de 2005, foi instituído na mesma data o “Dia do Saci”. O curioso é que a data (31.10) corresponde a uma data importante para os cristãos: a Reforma Protestante, ocorrida em 31.10.1517. A data não é sagrada apenas para os Celtas, mas também é reverenciada por dezenas de seitas em todo o mundo, inclusive o Satanismo moderno, onde são celebrados rituais específicos em homenagem ao próprio Lúcifer.

Portal Guiame: Como você percebe que crianças e adultos reagem a essas festas? Quais as principais diferenças nestes dois "públicos" e como o mais vulnerável deles pode ser afetado?

Daniel Mastral: Por mais paradoxal que seja, o público mais vulnerável não são as crianças, e sim, os adultos. Pois, as crianças não compreendem o verdadeiro significado da festividade. Para elas, é tão somente um “baile de máscaras”, uma brincadeira. Não há como explicar a uma criança de três, cinco ou sete anos, o que é realmente a celebração. Elas não vão entender. Uma vez que estão no mundo infantil, dos contos de fada. Acreditam que os bichinhos falam; que papai Noel existe; que o coelho deposita ovos de chocolate para elas na páscoa, etc. Esta inocência as coloca como os habitantes de Nínive, que Deus poupou devido à falta de discernimento e conhecimento daquele povo. (Jonas 4: 10-11).

Já os adultos, têm ciência do que estão se envolvendo. Trazer isso para igreja, por exemplo, é pactuar com as trevas. “Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas? Que harmonia, entre Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo?” (2 Coríntios 6:14-15). “E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as.” (Efésios 5:1) A Palavra é bem clara neste ponto! Escolhas irão determinar as colheitas...

Portal Guiame: Segundo relatos de uma ex-bruxa norte-americana, há o uso de crianças como "objetos sexuais de adoração" ou até mesmo o sacrifício desses pequenos em rituais de festas de Halloween. Tal informação procede? Por qual razão isto aconteceria?

Daniel Mastral: Os ritos com sacrifícios humanos são antigos. Os Astecas, por exemplo, faziam isso em escala “industrial”. Quando os colonizadores espanhóis, liderados por Cortés, chegaram ao México, deparam-se com algo dantesco. Mais de 20.000 sacrifícios humanos, realizados em quatro dias de cerimônias. A cada dois minutos uma vida era ceifada de forma cruel e impiedosa como oferenda aos “deuses”. Hoje, é notório o desdobramento disso no plano físico. No México há um culto a morte. Mais de dois milhões de fiéis depositam sua fé na “Santa Morte”. O diabo orquestra estas cerimônias no intuito de profanar a obra prima da criação de Deus.

Portal Guiame: A pressão para participar destas festas a essa época do ano vem de todos os lados: empresas, escolas e até mesmo igrejas. Como você acredita que um cristão pode reagir a estas "propostas" e se posicionar de forma madura?

Daniel Mastral: Se analisarmos de forma sábia e equilibrada, veremos que o “dia das crianças” é comemorado inclusive, por muitos evangélicos, que presenteiam seus filhos nesta data, em conformidade com o calendário. Na verdade, por trás disso há o culto a Aparecida. Na Páscoa, quando damos ovos de chocolate às nossas crianças, não há nenhuma relação disso com o cristianismo. Coelhos não botam ovos de chocolate. Aliás, são mamíferos! Logo, estamos diante de uma mentira. E mentira é do diabo! E o Natal? Não há nenhuma orientação nas escrituras para comemorar o nascimento de Jesus. Nem de qualquer outra pessoa, seja profeta, apóstolo, etc. Não era costume! O mandamento é celebrar a Ceia em memória de Seu sacrifício na Cruz. Sua morte que nos traz a vida. A data escolhida para o Natal é na verdade, a data de uma festa pagã: 'Saturnália', celebrada originalmente dia 17 de Dezembro, se estendendo até 25 de dezembro. Convém lembrar aqui que o solstício de Inverno era uma data muito importante para as economias agrícolas – e os Romanos eram um povo de agricultores. Como Saturno estava relacionado com a agricultura é fácil perceber a associação do culto ao deus “Saturno”.

Outros cultos existiam também, como é o caso do deus Apolo. Considerado como "Sol invicto", ou ainda o culto a Mitra, adorado como deus Sol. (No antigo Egito ele recebia o nome de Rá). Este último, muito popular no exército romano, era celebrado nos dias 24 e 25 de Dezembro data que, segundo a lenda, correspondia ao nascimento da divindade. Em 273 d.C. o Imperador Aureliano estabeleceu o dia do nascimento do Sol em 25 de Dezembro: Natalis Solis Invicti (nascimento do Sol invencível). É somente durante o século IV que o nascimento de Cristo começa a ser celebrado pelos cristãos. Até então, a sua principal festa era a Páscoa.

Vale pontuar que, o ritual celebrado pelo Satanismo Moderno nesta data é algo muito singular. Não há uma forma branda de descrever o que é feito nesta noite. Por uma direção muito específica de Deus, eu apresentei um escopo desta e outras cerimônias na trilogia de Kilaim, Nephilim e Ikarim (livros meus, publicados pela “Editora Novo Século”), claro que dentro de um contexto emoldurado pela trama da narrativa. No entanto, alheios aos fatos obscuros que regem a data “natalina”, nós celebramos o natal. Mesmo com “influências” do papai Noel, duendes, Rena, trenó... Agora tem até a mamãe Noel, que mais parece a “Dona Benta”. Por outro lado, nesta época do ano, procuramos nos reunir com nossos familiares e amigos. Muitos passam na Igreja para paricipar de cultos especiais com ceia. Jesus morreu para que fossemos unidos com Ele. Se nossa motivação é Cristo, estamos honrando a Cristo. Pois Deus vê a intenção de nossos corações. Enfeitamos nossas casas, presenteamos nossos filhos, familiares e amigos. Celebramos o amor de Jesus por nós.

Já na festa de Halloween, não temos este cenário de “amor” ao fundo... Portanto adultos cientes dos fatos como eles são, não devem participar. Nem pastores devem trazer isso para dentro de suas igrejas. Seria um ato de profanação. Mas as crianças não entendem o que os cerca. Se proibirmos nossos filhos de cinco, sete, ou dez anos de idade em ir fantasiado de “vampiro”, “bruxa”, “fantasma” na escola que abarca este calendário, eles sentirão que não fazem parte do grupo. E isso, nesta idade é muito importante. Esta ação pode desencadear sentimentos de rejeição que podem perseguir a criança até a fase adulta a trazer sérios problemas emocionais. Ou será que nós, pais, devíamos dizer aos nossos filhos pequenos que os amiguinhos deles, os professores, coordenadores que forem à festa na escola vão todos “arder no inferno”? Crianças não compreendem isso. Para elas, é só um “baile de máscaras”, como já descrevi acima, onde haverá músicas, pipoca, doces, confete e amiguinhos fantasiados. Elas não associam isso ao mal e Deus vê esta pureza no coração delas. Afinal, é delas o reino dos céus. E quem não for puro como elas não entrará nos céus.

Meu filho participou por três anos seguidos destas festividades na escola. Dos três aos seis anos. Ele foi fantasiado de “fantasminha”. Isso não mudou em nada seu desenvolvimento, sua fé, sua conduta ou contaminou seus valores. Deixei-o ser criança, viver os sonhos, acreditar no coelho da páscoa, que os bichos falam, que todos são bon, que no mundo não há maldade. Permiti que ele tivesse a compreensão do mal aos poucos. Lembro que ele via uma série na Discovery Kids de uma cidade fictícia, chamada 'LaztTown', na qual o personagem central, Sportacus combatia o “mal”, representado pelo Robbie Rotten, que era o “vilão”. Esta forma gradual e sem extremismos ajuda o desenvolvimento mental e emocional de nossas crianças, permitindo que elas desfrutem cada etapa de sua evolução. Falar de anjos, demônios, maldições, para elas só irá promover dúvidas e despertar o medo, já que ainda não possuem capacidade intelectual de compreender as esferas da vida adulta.

Criança tem que ser criança. Meu filho, naturalmente acabou me fazendo as perguntas certas, no tempo certo. E aprendeu a verdade no momento que estava pronto a compreendê-la, pois há tempo para todas as coisas abaixo do Sol (Ec 3:1). Deus nos não nos deu espírito de timidez ou covardia, mas de amor, poder e moderação (2 Tm 1:7). Deste equilíbrio deriva a vida em abundância. Tudo que for extremista será prejudicial. Esta é a diferença entre o remédio e o veneno: a dose! Se alguém é por demais religioso sua religiosidade será extremista e este extremo nos afasta de Deus. Os Fariseus eram “muito religiosos”. E estes não reconheceram o Amor [Deus] que habitou entre eles. Eu, particularmente, não vejo nenhum mal em permitir que elas participem de suas atividades escolares que tenham como tema o dia das bruxas. Para elas é algo lúdico e desprovido de maldade. O mesmo não se aplica aos adultos, claro!

Espero ter colaborado para trazer esclarecimentos aos meus irmãos na fé. Trazendo equilíbrio, moderação e serenidade. Se alguém discordar do que apresentei, faça segundo sua consciência lhe dirige, pois o problema não é, nem nunca foi a presença do Diabo, mas sim a ausência de Deus! Que o Senhor dos Exércitos os abençoem de forma especial, guiando seus passos e iluminando seu caminho. Que possamos desfrutar, nem que seja uma centelha, da Igreja Primitiva. Que somava as forças e dividia os fardos.

Na Unidade da Cruz.

Fonte: http://guiame.com.br/gospel/entrevistas/daniel-mastral-alerta-sobre-cristaos-celebrarem-o-halloween-e-pactuar-com-trevas.html

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

halloween // 31 de outubro


Uma festa sem maldade? Parece ser um dia interessante, pois as crianças vestem-se com fantasias para pedirem doces de casa em casa. Mas por trás desta diversão infantil, está um estratagema bem montado de adoração a Lúcifer (Satanás). Um dia uma bruxa declarou que estava muito feliz, pois até os evangélicos estavam a celebrar o feriado dos bruxos, o Halloween. A Bíblia diz-nos: "Não participem das coisas sem valor que os outros fazem, coisas que pertencem a escuridao. Pelo contrario tragam todas essas coisas para a luz" Efésios 5:11. Outro texto dia: "Estejam alertas e fiquem vigiando porque o inimigo de voces, o diabo, anda por aí como um leão que ruge, procurando alguém para devorar." I Pedro 5:8.

Onde este feriado "começou"?    

Tudo começou no século V a.C., com um povo chamado Celta que habitavam nos países da Irlanda, Inglaterra e França; mas a maior concentração dos Celta se encontrava na Irlanda. Na época, o verão terminava oficialmente no dia 31 de Outubro. Da noite do dia 31 para o dia 1 de Novembro era celebrado o ano novo dos Celta, o qual era também chamado o feriado de Samhain (sow-en), que significa senhor da morte. (Quem é o "senhor da morte"?... ah pois!!! Satanás).

Os Celtas consideravam o dia 1 de Novembro o dia da morte porque as folhas das árvores já estavam caindo, a noite chegava mais rápido e a temperatura caía; ou seja, para eles essa época é outono. Eles acreditavam que o Muck Olla, o deus sol, estava a perder as suas forças por causa do Samhain, senhor da morte. Além disso, eles criam que no dia 31 de Outubro, Samhain ajuntava os espíritos de todas as pessoas que haviam morrido no ano anterior, pois eles (os espíritos) tinham sido confinados a ficar vagueando entre a terra e a lua por causa dos seus actos maus, sem hipótese de ir para o paraíso. Na noite do banquete de Samhain (dia 31), esses espíritos teriam a permissão de voltar para as suas casas e para tentar tomar posse dos corpos das pessoas que ainda viviam, porque, segundo eles, essa seria a única esperança para os espíritos depois da morte.

Como as pessoas não queriam ser possuídas por espíritos maus, eles tomavam as devidas precauções para se protegerem. Aqui estão três versões diferentes encontradas a respeito das coisas que os Celtas faziam para afastar os epíritos maus:
  • A primeira versão seria que os Padres Druídas teriam convencido muitas pessoas a fazerem rituais macabros com sacrifícios humanos e com animais como oferenda para que Samhain se acalma-se e não deixasse que os espíritos machucassem ou possuíssem ninguém.
  • A segunda versão seria que as pessoas apagavam o fogo de suas casas para torná-las frias e indesejáveis. Depois eles se vestiam com fantasias macabras fazendo muita bagunça e sendo o mais destrutível possível na vizinhança para assustar os espíritos que estavam vagando atrás de pessoas para possuir.
  • A terceira versao inclui a primeira e ainda acrescenta que além dos sacrifícios, as pessoas tinham que oferecer comida e abrigo para esses espíritos, eles amaldicoariam a casa e tomariam posse dos corpos.

Algumas estórias contam que os Celtas queimavam pessoas na estaca, acreditando que elas ja estavam possuídas pelo espíritos maus. Isso serviria como uma "lição" para eles não voltarem mais para aquele lugar.

Segundo o pesquisador de feriados George Douglas, "muitas das tradiçºoes do Halloween foram derivadas do antigo festival para o deus Baal. Outras tradições foram originadas dos sinais de luta e de dor das vítimas do fogo dos sacrifícios dos druídas." No livro de Alexander Hislop, The Two Babylons (As duas Babilônias), encontramos os seguinte: "o deus o qual os druídas adoravam era o deus Baal, como os intensos rituais de fogo mostravam."


Eles ofereciam sacrifícios humanos para seus deuses sangrentos. Eles fizeram suas crianças passarem por fogo para Moloque, e isso faz com que seja grande a probabilidade deles terem oferecido essas crianças como sacrifício. Comparando Jeremias 32:35 com Jeremias 19:5, descobrimos que apesar dos sacrificios serem para deuses diferentes, ainda e considerado o mesmo sistema." É importante ressaltarmos outra parte do livro: "os padres de Nimrod ou Baal eram requeridos deles que eles comessem do sacrifício humano oferecido, daí a palavra Canibal ou Cahna-Bal (Cahna é a palavra enfática para Chan que quer dizer padra), que dizer o "padre de Baal", no qual hoje em dia é uma palavra usada para descrever o devorador de carne humana." (Retirado do livro: The Two Babylons, Hislop. Ver página 232).

 Mesmo que o nome dos deuses tenham sido trocados em Jeremias (uma vez fala que os sacrifícios era para Baal e a outra diz que era para Moloque), Hislop acredita que as práticas Druídas tinham como base a adoração a Baal, a qual é condenada na Bíblia.

Hoje em dia esse feriado é tão famoso em todo o mundo, que só perde para o Natal em questão de entretenimento. O que acabou dando margem a uma economia crescente todos os anos com cartões, fantasias, filmes, programas de televisao, comercias, tickets para casas assombradas, etc."

"O Espírito de Deus diz claramente que, nos últimos tempos, alguns abandonarão a fé. Eles darão atenção a espíritos enganadores e a ensinamentos que vem de demônios" 1 Timóteo 4:1

A origem da palavra Halloween:

A palavra Halloween originou-se da Igreja Católica. A palavra Hallow em inglês quer dizer ''santo''. Halloween surgiu da junção das palavras "Hallows Eve" (Noite dos santos) que veio do nome All Hallows Eve (Noite de todos os santos). "All Hallows Day" ou "All Saints Day" (o que significa a mesma coisa), é um feriado Católico comemorado para todos os santos no dia 1 de Novembro.