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sábado, 31 de janeiro de 2026

Arrependimento, doutrina do


Texto relativo à aula online n.º 7 dos Princípios da Fé Cristã

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Se ainda não começaste o curso "Princípios da Fé Cristã", gostaria de convidar-te a começares esta maratona espiritual comigo. A Bíblia incentiva-nos a crescer espiritualmente, e através dos estudos que aqui serão partilhados terás a oportunidade de conhecer melhor o que a Palavra de Deus diz sobre diversos temas.

A Bíblia afirma, “o meu povo perece por falta de conhecimento” (Oséias). Por isso, convido-te a cresceres no teu conhecimento bíblico, para que sejas bem-sucedido, como nos ensina Josué 1:8.

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O que a Bíblia ensina sobre 
ARREPENDIMENTO?

A criação do Homem foi o apogeu (clímax) de toda a criação de Deus (Génesis 1:27). Depois de tudo criado, tudo estava perfeito (Génesis 1:31 - “viu Deus tudo o que tinha feito, e que era muito bom...”

Satanás, inimigo de Deus, não estando contente, desceu para tentar o Homem (Génesis 3), conduzindo-o ao Pecado.

Existe uma fronteira entre o Homem e Deus: o nosso Pecado. 

Génesis 3:10 - “... ouvi a Tua voz no jardim e tive medo [consequência do Pecado], porque estava nu (Génesis 2:25) e escondi-me.” / Isaías 59:2 - “Mas as vossas iniquidades fazem divisão entre vós e o vosso Deus, e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça.”

A consequência do Pecado é a morte espiritual – separação de Deus. 

Romanos 3:23 - “Porque todos pecaram e destituídos [fora/separados] estão da glória [presença] de Deus.” / Romanos 3:10 - “Não há um justo, nem um sequer...” v. 12 - “... todos se extraviaram e juntamente se fizeram inúteis...” / Romanos 6:23 - “Porque o salário [recompensa/consequência] do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus [graça] é a vida eterna, em Cristo Jesus, nosso Senhor.” (confome Efésios 2:8,9).

O Pecado produziu no Homem uma MENTE DE REBELIÃO e INDEPENDÊNCIA contra Deus e a Sua Lei. Pelo que o Homem procura o seu próprio caminho – Efésios 2:3 - “Entre eles todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos.” - Princípio da independência.

JESUS VEIO PARA RECONCILIAR O HOMEM COM DEUS. O propósito de Deus para o Homem está encerrado na REDENÇÃO que Cristo realizou com a Sua morte na cruz.

            Redenção:
            “agorazo” = comprar no mercado
“exagorazo” = comprar e tirar do mercado
“lutroo” = soltar, pôr em liberdade mediante o pagamento de um preço

IMPÉRIO DAS TREVAS   ------ >  REINO DE LUZ   (submissão / dependência)
       |                         |
         |     SALVAÇÃO - arrependimento da vida sem Deus, de pecado
       | - crer em Jesus e Sua Redenção
       | - confessar Jesus Cristo, como Senhor (Rm 10:9,10)
          Princípio de independência     
          Rebelião

COMO RESPONDER AO SACRIFÍCIO DE JESUS CRISTO?

a) Crer no Sacrifício (por meio da pregação do Evangelho da Redenção) – Atos 2:38-42 

É preciso entender que Jesus é a oferta sacrificial de Deus para a salvação do Homem, prometido desde a Queda (Génesis 3:16)

Jesus é A ÚNICA solução (não é uma solução) de Salvação e Regeneração – Marcos 16:16; Ats 4:12; 16:31. 


b) Aceitar o Sacrifício

Aceitar o Sacrifício de Jesus deve levar o Homem ao ARREPENDIMENTO (Marcos 1:14,15) - Mt 9:13; Lc 13:3; At 2:37,38; 17:30

Arrependimento = “Metanoia” (gr) = mudança de mentalidade, de atitude e coração (Gn 6:6,7) VS. Remorso 

Remorso = Exemplo: assaltante que foi apanhado pela Polícia, mas logo que possível vai voltar a fazer assaltos com mais cuidado de forma a não voltar a ser apanhado! O remorso traz inquietação à alma / consciência, sentimento de culpa e tristeza. No remorso a pessoa não se sente confrontada com a vida passada, nem sente a dor pelos seus pecados.

O arrependimento de Deus não é uma alteração de propósito, mas uma mudança de atitude. O arrependimento não significa simplesmente “virar e seguir em outra direção” (uma mudança de direção). Esta é a palavra grega epistropho, frequentemente traduzida como “converter” ou “transformar” e é o resultado do arrependimento. Arrependimento (metanoia) significa ter “um novo conhecimento ou compreensão, ou seja, uma mudança de mente (mentalidade). (“Oração Intercessória”, C. Peter Wagner, p. 189)

Tem o sentido de mudança de mentalidade e de atitude em relação ao pecado e suas causas; e não apenas às suas consequências do pecado (remorso), sem abandonar sua natureza. Na realidade, não gostamos do pecado pelo facto de que entristece a Deus, e sim porque as suas consequências deixam-nos envergonhados perante as pessoas. Não queremos expor-nos.

Um homem disse que “arrependimento é mudança de ideia” sobre alguma coisa. Contudo, o significado total do grego do NT é “sentir dor e auto-censura pelos pecados cometidos contra Deus; estar contrito, entristecido, e querer mudar de direção”. “Simplesmente ficar triste não constitui arrependimento, mas remorso. Pelo contrário, a verdadeira tristeza leva ao arrependimento. Paulo declara: «Porque a tristeza segundo Deus opera arrependimento para a salvação, da qual ninguém se arrepende; mas a tristeza do mundo opera a morte» (2 Co 7:10)” (David Wilkerson). O ser humano precisa mudar a sua direcção.

O apóstolo Pedro não lhes disse apenas para "crerem e serem salvos”. Ele não lhes pediu que, simplesmente, tomassem uma decisão, que dessem um voto a Jesus. Não - ele lhes disse que primeiro se arrependessem, e que em seguida fossem batizados em obediência a Cristo! 

Qual evangelho pregou Paulo aos atenienses pagãos no Areópago? Ele disse diretamente: "...Deus...anuncia agora a todos os homens, em todo lugar, que se arrependam" (Atos 17:30) 

Os intelectuais gregos não tinham problemas para acreditar em Deus. De fato, poder-se-ia dizer que o passatempo deles era "crer". Eles acreditavam em muitos deuses - primeiro neste, depois naquele. Cada vez que alguém de forma persuasiva pregava um deus, eles acreditavam. Assim, eles criam - mas assim faziam mantendo-se em pecado. Uma simples crença não era o suficiente! 

Paulo disse a estes homens, "Não, não - Cristo não é assim! Jesus não pode, simplesmente, ser acrescentado à sua lista de deuses. Vocês podem acreditar em todos eles, mas não podem fazer meramente isto com Jesus. Ele veio para salvá-los de seus pecados; e ordena a todos seus seguidores que se arrependam e sejam purificados."

Mais tarde, Paulo pregou o mesmo evangelho do arrependimento ao rei Agripa: "...não fui desobediente à visão celestial. Antes anunciei primeiramente aos que estão em Damasco e em Jerusalém, e por toda a terra da Judéia, e aos gentios, que se emendassem e se convertessem a Deus, fazendo obras dignas de arrependimento" (Atos 26:19,20). 

Paulo está a dizer: "Aonde quer que tenho estado, tenho pregado o arrependimento. E o verdadeiro arrependimento se prova com ações!" (“O que Aconteceu com o Arrependimento?”, David Wilkerson)

“A fé e o arrependimento são o caminho que nos une a Deus. Arrependimento e fé não são papéis a se desempenhar, quando nos tornamos cristãos; são atitudes do coração relacionadas a mim e ao pecado. Fé não é apenas o modo de ser salvo, é a vitalidade da vida cristã.”

Precisamos nos arrepender não apenas de “todos os meus pecados”, de um modo generalizado, mas de pecados específicos de idolatria do coração. Precisamos conhecer a purificação e o refrigério do perdão de Deus, não apenas para ser salvo, mas para a vida diária.” (“Pastoreando o Coração da Criança”, Tedd Tripp, p. 88)

A pregação do arrependimento precisa ser restaurado na Igreja! Constantemente escutamos graves exageros acerca do número de pessoas que aceitam Jesus em vários ministérios. Cristãos relatam que um grande número de pessoas foram salvas enquanto pregavam em prisões, escolas. Eles dizem: "Todos entregaram o coração a Jesus. Quando terminei a pregação, todos vieram à frente para salvação." 

Não - isto é um trágico exagero! Com muita frequência, o que realmente acontece é que todos simplesmente repetem uma oração. Eles meramente oram o que lhes é dito para orarem - e poucos entendem o que estão dizendo. Depois a maioria volta aos seus ímpios caminhos! 

Tais pessoas nunca experimentam uma obra profunda do Espírito Santo. Como resultado, nunca se arrependem, nunca se entristecem com seus pecados - e nunca verdadeiramente crêem. Tragicamente, lhes oferecemos algo que Jesus nunca ofereceu - salvação sem arrependimento! 

Creio que a igreja aboliu até o sentido de condenação. Pense nisto - raramente lágrimas são vistas no rosto daqueles que estão sendo salvos. É claro, eu sei que lágrimas não salvam ninguém. Mas Deus nos fez humanos, com sentimentos muito reais. E qualquer pecador cativo do inferno que tenha sido tocado pelo Espírito Santo, naturalmente sente profunda dor pela forma como entristeceu o Senhor. 

O apóstolo Pedro sentiu este tipo de tristeza divina quando negou conhecer Jesus. De repente, ele foi invadido pela recordação do que Jesus lhe havia dito: "...E Pedro lembrou-se da palavra que Jesus lhe tinha dito: Antes que o galo cante duas vezes, três vezes me negarás tu. E retirando-se dali, chorou." (Marcos 14:72) 

Assim que Pedro recordou essas palavras, ele foi tomado pela emoção. E de repente, saiu correndo por Jerusalém, chorando "Eu traí o Senhor!" 

Amados, não podemos simplesmente criar este tipo de arrependimento, pela carne. Somente o Espírito Santo pode, como fez com Pedro, nos revelar como temos ferido nosso amado Salvador. E esta revelação deve nos encher de profunda tristeza! 

Não concordo com todas as doutrinas dos escritores Puritanos, mas fico encantado na sua ênfase na santidade. Estes pregadores divinos diziam que seus sermões eram como "arar a terra em profundidade". Acreditavam que não podiam semear verdadeiras sementes de fé, antes do solo do coração de seus ouvintes ter sido profundamente arado. 

Deste modo os Puritanos tinham certeza de que as suas pregações atingiam o profundo, rompendo o solo rochoso da alma dos ouvintes. Seus sermões produziam arrependimento genuíno nas congregações. E por sua vez, isso ao longo dos anos produzia cristãos fortes, maduros e fiéis. 

Hoje, no entanto, a maioria das pregações são semeadas sem arar. Escuto muito poucos sermões que vão além da superfície. Um arar profundo não objetiva apenas a enfermidade do pecado; ele cava até a origem da doença. Muitas das pregações que hoje escutamos focam-se no remédio, enquanto ignoram a doença. Oferecem receita sem providenciar cirurgia! 

Lamentavelmente, fazemos com que as pessoas pensem que foram curadas do pecado, quando nunca souberam que estavam enfermas. Colocamos vestimentas de justiça sobre elas, quando nunca souberam que estavam nuas. Insistimos em que confiem em Cristo, quando nem sabem que necessitam confiar. No final, estas pessoas pensam "Mal não vai fazer, acrescentar Jesus à minha vida". 

Charles H. Spurgeon, o poderoso pregador inglês, disse o seguinte sobre a necessidade de arrepender-se: "Creio que a penitência cheia de pesar ainda existe, apesar de ultimamente não haver ouvido muito dela. Nos nossos dias as pessoas parecem se precipitar rapidamente na fé... Espero que meu velho amigo arrependimento não tenha morrido. Estou desesperadamente enamorado do arrependimento; ele parece ser o irmão gémeo da fé. 

"Não entendo muito acerca da fé a olho seco; sei que fui a Cristo pelo caminho da cruz de prantos...Quando fui ao Calvário pela fé, fui com muito choro e súplicas, confessando minhas transgressões e desejando encontrar salvação em Jesus, e em Jesus somente." 

Spurgeon disse: "Livremente confesso que hoje sinto um pesar mais profundo pelo pecado do que quando aceitei o Salvador há trinta anos atrás. Odeio, hoje, o pecado mais intensamente do que quando estava sob condenação. Há certas coisas que eu não sabia que eram pecado, e agora eu sei que são. Atualmente tenho um sentido mais aguçado da vileza do meu próprio coração do que quando fui a Cristo no começo... 

"O pesar pelo pecado é uma chuva perpétua, um banho doce e agradável, que dura toda a vida de um homem verdadeiramente salvo...Ele está sempre pesaroso por haver pecado... não deixa de sentir-se pesaroso até que todo o pecado tenha se ido." (“O que Aconteceu com o Arrependimento?”, David Wilkerson)

Arrependimento implica mudança de sentimento e atitude:

A falta de compreensão do peso do Pecado sempre produz conversões superficiais. Quem não compreende quão negro e horrível é o Pecado e que é uma ofensa contra um Deus justo e santo, sentirá pouca necessidade para uma mudança de coração. Mas quando o Homem encara o seu pecado à luz da perfeita justiça e santidade de Cristo, então compreende a sua verdadeira condição. Esta compreensão do Pecado e a ausência completa de merecimento, deve fazer com que o Homem odeie o Pecado. 

O Fariseu e o Publicano (Lucas 18:9-14; 19:1-10), mostraram duas reações / atitudes diferentes acerca do Pecado. O pecado do fariseu estava tão bem escondido atrás da sua própria justiça que não o via; mas o pecado do publicano, patente a si mesmo e a Deus, parecia tão negro e grande que ele batia no peito, indicando tristeza de coração por ter pecado contra um Deus Santo (Lucas 18:13). 

Quem verdadeiramente contempla o seu pecado face-a-face, há-de sentir tristeza de coração e este sentimento é bíblico: 2 Coríntios 7:10, “Porque a tristeza segundo Deus opera arrependimento para Salvação, da qual ninguém se arrepende; mas a tristeza do mundo opera a morte.” 

A sentimento da “tristeza segundo Deus” o levará a uma mudança de pensamento e a um desvio do pecado. Porém, nem toda a tristeza pelo pecado é tristeza segundo Deus. Exemplo: Um homem, surpreendido enquanto rouba uma loja, mata o proprietário para conseguir escapar. Depois é preso, processado e sentenciado à morte. Ao encarar a morte, diz que está arrependido. Das duas, uma: ou realmente está arrependido, confrontado pelo pecado; ou o que ele sente é tristeza (remorsos) por ter sido capturado e condenado. Este último sentimento não é arrependimento! Exemplo: Certa jovem vivia no pecado com muitos homens por causa da sua sensualidade (desejos maus da carne). Quando a consequência do pecado a apanha (ex.: doença sexualmente transmissível) e está quase a morrer, ela diz que está arrependida e desejaria começar a sua vida de novo; mas na realidade, ela só está triste por ter de colher aquilo que semeou. 

Mas, o certo é que, se ela tivesse oportunidade, venderia de novo o seu corpo para satisfazer os seus sentimentos sensuais porque é adúltera de coração “Porque a tristeza segundo Deus opera arrependimento para a salvação ... mas a tristeza do mundo opera a morte” (2 Coríntios 7:10). 

“Tristeza segundo Deus” é compreender que quando pecamos, quebramos os mandamentos de Deus e pecamos contra Ele. Por exemplo, David quebrou o mandamento de Deus (2 Samuel 11), mas arrependeu-se em lágrimas, de coração bem triste (leia o Salmo 51). Neste salmo David expressou sua profunda dor por haver ofendido Deus com o seu pecado – adultério e homicídio. Então, David CONFESSOU os seus pecados, RENUNCIOU-OS e, esperando a misericórdia de Deus, IMPLOROU que o Senhor o restaurasse. No salmo 32, David expressa a alegria da restauração.

Saul, teve uma atitude bem diferente em relação à sua transgressão (1 Samuel 15:24). Considerou o seu pecado de ânimo leve, de pequena consequência e quis escondê-lo do povo para poder continuar como rei, como se nada tivesse acontecido. 

A missão de João o batista era converter o coração do povo de Israel a Deus. Sua mensagem era: “Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus”. Mateus 3:2 – “Arrependei-vos” é mudança de coração. O povo vivia apenas a forma da religião, e seu coração estava longe de Deus.

Portanto, o arrependimento genuíno consiste em nos sentirmos tão tristes por causa do pecado que resolvemos abandoná-lo e virar-mo-nos para Deus, que nos ajuda a vivermos para Ele e como Ele quer. 

Independência (faço o que eu quero) →  dependência (sujeição a Cristo)
“Sou dono da minha vida!” amar o que Deus ama
odiar o que Deus odeia

A mudança de atitude envolve: 
(1) confissão do pecado a Deus e ao nosso discipulador (Tiago 5:16 - “Portanto, confessem os seus pecados uns aos outros e orem uns pelos outros, a fim que possam ser curados. A oração fervorosa de um homem justo tem grande poder e resultados maravilhosos.” - Versão Nova Bíblia Viva), 
(2) abandono do pecado e 
(3) conversão a Deus. 

Apenas uma ou duas destas coisas não chega. É necessário acontecerem as três. 

O filho pródigo disse: “Levantar-me-ei ... e levantando-se, foi...” (Lucas 15:18,20). Assim, arrependimento, não é apenas ter um coração contristado por causa do pecado cometido, mas também um coração resolvido a deixar o pecado. 

Quando há mudança de atitude, nossos actos mudam. 

Todas as nossas acções são decorrentes da nossa maneira de pensar. O objetivo de Deus é atingir a raiz do problema: que mudemos de atitude.

                   INDEPENDÊNCIA         vs. DEPENDÊNCIA
REBELIÃO SUBMISSÃO
          (faço o que me dá na cabeça) (sujeito a Cristo)
                       |                                 |
Obras da Carne Fruto do Espírito
              Gálatas 5:16-21             Gálatas 5:22-25

Negar a si mesmo – Marcos 8:34-36 “... se alguém quer vir após Mim, a si mesmo negue, tome a sua cruz e siga-me...” / “Não vivo mais eu, mas Cristo vive em mim” (Paulo)

Deixo de fazer a minha vontade para realizar a vontade de Deus. Deixo de ser o centro da minha vontade, e Cristo passa a governar a minha vida.

Faço de Jesus o Senhor da minha vida – Romanos 10:9,10 - “(9) Pois, se confessar com os seus próprios lábios que Jesus Cristo é o seu Senhor, crendo-o do fundo do coração que Deus o levantou dentre os mortos, será salvo. (10) Porque é crendo de coração que um homem se torna reto para com Deus; e com a boca é que se confessa a sua salvação.” (Nova Bíblia Viva)

Muitos “cristãos” (frequentadores de igrejas) ainda não deram este passo. Simpatizam com a mensagem e com os benefícios, mas ainda não fizeram de Jesus o dono das suas vidas. Muitos querem Jesus como médico, bombeiro, etc., mas não como senhor. 

Reconhecer Jesus como Senhor significa reconhecer que somos Seus servos / “escravos”.

Mateus 10:37-39: “(37) Quem amar a seu pai ou a sua mãe mais do que a mim, não é digno de mim; e se ama o seu filho ou a sua filha mais do que a mim, não é digno de mim. (38) Se se recusa a tomar a sua cruz e seguir-me, não é digno de mim. (3) Se tentar salvar a sua vida, a perderá; mas se perder a sua vida por minha causa, a salvará.” (Nova Bíblia Viva)

A Salvação é submissão ao Governo de Jesus – Mateus 6:10a: “venha o teu reino” - Se queremos ser discípulos de Jesus, Ele tem que governar, ser dono de tudo; temos que morrer para nós mesmos.

Como servos, agora o nosso desejo é obedecer todos os Seus ensinos.

Como filhos de Deus, cristãos, discípulois, temos um Rei/Senhor a quem devemos obediência e fidelidade.

Arrependimento implica mudança de pensamento:

O significado da palavra “arrependimento” é mudança/transformação de pensamento (Romanos 12:1,2). 

Uma pessoa que passe por um arrependimento genuíno passa por duas situações: desagrada-se do que está a fazer (ou pensar) e não o volta a fazer (ou pensar). É como alguém que caminha numa determinada direção e, de repente, tomando consciência (revelação) de que vai no sentido errado, retrocede e envereda pelo caminho certo, o do arrependimento. 

Mateus 21:18-22: “Mas, que vos parece? Um homem tinha dois filhos, e, dirigindo-se ao primeiro, disse: Filho vai trabalhar hoje na minha vinha. Ele, porém, respondendo, disse: Não quero. Mas depois, arrependendo-se, foi.” 

Antes de ser salvo, eu achava que tinha uma vida boa e que eu era uma boa pessoa, mas quando comecei a ler a Bíblia vi que “todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo de imundícia” (Isaías 64:6a) e que “todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Romanos 3:23). Da Bíblia Viva “Todos nós somos podres e imundos, por causa do Pecado. As nossas Boas Ações que pensamos ser um lindo manto de justiça, não passam de trapos imundos aos olhos de Deus”. 

“Todos” inclui-me também. Vi, então, que era 'pecador', e fui obrigado a mudar a opinião a respeito de mim mesmo. Agora, reconheço que eu não era bom, como pensava. Passei a olhar para mim mesmo como Deus me via - pecador, condenado -, e só merecia a condenação no inferno. Mudei o pensamento acerca da minha pessoa e do meu pecado. 

Antes pensava que Deus era um Deus de ira, mas agora penso nEle como um Deus de Justiça e Amor, que fez todo o possível para salvar o Homem do inferno. “Vivo eu, diz o Senhor Jeová, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas em que ímpio se converta do seu caminho e viva. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos pois por que morrereis” (Ezequiel 33:11). 

Ezequiel 33 - Da Bíblia Viva 
V. 8 “Quando Eu disser ao perverso: 'pecador, você está condenado'. Se você não lhe der o meu aviso, ele morrerá com a culpa de seus pecados, mas Eu pedirei contas a você pelo preço da vida desse homem pecador. (v. 9) Mas, se você avisar o pecador e lhe disser para se arrepender de seus pecados, e ele não der importância, ele morrerá com a culpa dos seus pecados, mas você não será responsável por isso. (v. 10) Por isso, Ezequiel, diga o seguinte ao povo de Israel! 'Vocês andam dizendo: Nossos pecados pesam como chumbo sobre nós! Assim, não podemos viver! (v. 11) Mas, Deus lhes diz: Vocês podem ter absoluta certeza de que Eu não fico contente quando o pecador morre com a culpa de seus pecados. Minha maior alegria é ver o pecador se arrepender, deixar o seu mau caminho e viver. Por isso, israelitas, arrependam-se! Arrependam-se! Abandonem seus maus caminhos! Para que morrer sem razão, israelitas? (v. 12) Diga aos israelitas: As boas obras que uma pessoa fez no passado não podem impedir que ela seja castigada por seus pecados. Por outro lado, o pecador que se arrepende de seus caminhos não será castigado pelos antigos pecados.” 

No dia de Pentecostes, o apóstolo Pedro, chamou as pessoas ao arrependimento, isto é, convidou-os a mudar seus pensamentos em relação a Cristo (Atos 2:14-40). O povo pensava que Jesus era apenas um homem, mas Pedro falando-lhes da Sua ressurreição dos mortos e da Sua ascenção evidenciou que Ele era o Filho de Deus e o Salvador do mundo, como o próprio Jesus afirmara. 

Consequentemente, eles deviam mudar seus pensamentos a respeito d'Ele e aceitá-Lo como o esperado Messias e Salvador.

Através da Bíblia nossos pensamentos, fruto de anos de vida, da sociedade, ambiente em que vivemos, estudos, etc., são confrontados pela Palavra de Deus! 

Ou submetemos os nossos pensamentos em obediência a Deus, ou mantemos os nossos pensamentos em rebeldia a Deus!

2 Coríntios 10:5: “Destruímos argumentos e toda pretensão que se levanta contra o conhecimento de Deus e levamos cativo todo pensamento, para torná-lo obediente a Cristo.”

QUANDO HÁ GENUÍNO ARREPENDIMENTO, 
DEUS APAGA COMPLETAMENTE OS PECADOS DO HOMEM – Hebreus 8:12

Então, como devemos responder ao Sacrifício de Jesus?
1.º Crer no Sacrifício (por meio da pregação do Evangelho da Redenção)
2.º Aceitar o Sacrifício
3.º ... 

c) Viver o Sacrifício – colocar em prática o que Jesus conquistou na cruz (fé sem obras é morta)
Tudo o que Jesus conquistou na cruz...
  - Vida em abundância (reinar em vida)
  - Exercer a autoridade divina
  - Viver os princípios bíblicos (mandamentos, ensinos) … Senhorio de Jesus!
       Inclui o BAPTISMO NAS ÁGUAS – Marcos 16:16; Atos 2:38 [tema a ser abordado posteriormente]

Notas extras:
- Apocalipse 2:4 – como cristãos, devemos arrepender-nos de uma vida de mornidão. Devemos viver em paixão por Deus, com "fome e sede" por Ele, profundo relacionamento.
- Também não podemos viver no Reino de Deus e concordar com o pecado (até mesmo o aprovado pelas leis dos Homens). Erro é erro! Pecado é pecado! E o pecado fere a santidade de Deus. O cristão vive em santificação para ser mais semelhante a Jesus Cristo!
- Também, como cristãos, devemos estar comprometidos com Deus (vs envolvidos).

FRUTOS DO ARREPENDIMENTO: (Atos 26:20; Mateus 3:8)

Se houver um genuíno arrependimento interior (raiz), haverá evidências exteriores (fruto).

1. Tristeza, segundo Deus, pelo pecado (ódio pelo pecado) – 2 Coríntios 7:8-11; Ezequiel 36:31-33 (ver “Arrependimento implica mudança de sentimento”) 

2. Confissão de pecado – Salmo 32:1-5; 1 João 1:9 - “A confissão e o arrependimento são dois princípios... porque o pecado não confessado ergue uma muralha entre eles e Deus.” 

Assuma as suas responsabilidades. Confesse humildemente os seus pecados ao Senhor. E faça-o de modo específico: chame o pecado pelo nome! Exponha as impurezas do seu coração, a fim de que Ele tenha a oportunidade de lavá-lo. Arrependa-se, e aposse-se do perdão (Romanos 8:1). (“Cura Pela Palavra”, Marcelo Aguiar, p. 63) 

A tendência de muitas pessoas é esconder os seus erros, querendo assim, apresentar-se aos outros uma coisa que não são na realidade. Outros reconhecem que erraram mas vêm com evasivas diante de Deus: “Oh Deus, eu pequei, mas sabes a culpa não é minha...” Assim, Deus não lhe perdoará coisa alguma. Não adianta esconder nada dos outros ou mesmo de Deus. Quem não desenvolve é precisamente aquele que esconde o seu pecado. A Bíblia ensina que Deus vê e sabe todas as coisas. 

“Os olhos do Senhor estão em todo o lugar, contemplando os maus e os bons” (Provérbios 15:3). Por vezes, transgredimos a lei de Deus, pecamos contra Deus, ofendendo nossos irmãos. Nesse caso, devemos confessar os nossos pecados, isto é, admitir nossos erros, perante as pessoas que ofendemos (Mateus 5:23,24).

3. Renúncia do pecado (voltar as costas ao pecado) – Provérbios 28:13 – Por vezes, há pessoas que parecem ter prazer em confessar os seus pecados repetidas vezes, e de tal modo que chegam a reviver a experiência do pecado cometido. Mas, pela Palavra de Deus, aprendemos que o pecado, uma vez confessado com sinceridade, foi enterrado com Cristo e deve ser esquecido (Isaías 55:7). Devemos colocar longe da nossa memória aquilo que o próprio Deus já afastou da Sua lembrança. 

Abandonar o pecado significa deixá-lo para nunca mais voltar. Se conseguíssemos ver o pecado como uma serpente astuta que é, não hesitaríamos em abandoná-lo de uma vez para sermos purificados pelo sangue de Jesus “que nos purifica de todo o pecado” (1 João 1:7).

Não adianta nada deixar o pecado se não nos voltarmos para Deus. Na carta de Paulo aos tessalonicenses, lemos que ele lembrou-lhes que se haviam convertido “dos ídolos ... para servir o Deus vivo e verdadeiro” (1 Tessalonicenses 1:9). 

Também em Atos 26:18, lemos o que Paulo falou ao rei Agripa, aquilo que Jesus lhe houvera falado em visão no caminho para Damasco: “... das trevas os converteres à luz, e do poder de satanás a Deus, a fim de que recebam a remissão dos pecados”.

4. Alegria no Céu – Lucas 15:7,10

5. Traz refrigério ao interior da pessoa – perdão dos pecados. - Atos 3:19; Isaías 55:7

6. Presença do Espírito Santo – Atos 2:38 – Quando alguém obstinadamente se recusa a arrepender, impede a entrada do Espírito Santo no seu coração, na plenitude do Seu poder.

Deixe também que diga que.... o arrependimento envolve restituição, quando for possível – Levíticos 6:1-7; Lucas 19:8 – Ex.: perdão.

ARREPENDIMENTO DE OBRAS MORTAS 

O que são obras mortas? Em Hebreus 6:1,2 vemos as doutrinas básicas de Jesus Cristo: “Pelo que, deixando os rudimentos da doutrina de Cristo, prossigamos até à perfeição, não lançando de novo o fundamento do arrependimento de obras mortas...” 

Obras mortas são as que produzem MORTE. Quais são, pois, as obras de que temos de nos arrepender, isto é, mudar, deixar de praticá-las? Gálatas 5:19 “Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: Prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais declaro, como já antes, vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus”. 

- IDOLATRIA - Imagens, estátuas, amuletos (Êxodo 20:1,4). 
- FEITIÇARIA - espiritismo, consultas aos mortos, horóscopos, médiuns, sinas (Deuteronómio 18:9-12). 
- SER INFIEL A DEUS - Apocalipse 21:6 
- DISCUSSÕES, CRÍTICAS, APONTAR DEDOS (Se algum dia criticou, discutiu... já pecou e por isso está condenado. O facto de fazer boas obras não o faz ganhar o céu) 
- VIDAS ILÍCITAS – Adultérios, Fornicação, Roubos, Esquemas, Mentiras, Desvios (Gálatas 5:19-20). 
- NÃO PERDOAR, RANCOR, RESSENTIMENTOS 
- HÁBITOS QUE PREJUDICAM O CORPO – Bebedices, Glutonarias, etc.

Como se arrepender das obras mortas?
- Tome uma decisão. Arrependa-se de toda e qualquer obra que, à luz da Palavra de Deus, já viu que está errada e não lhe proporciona uma vida próspera, a vida que Deus planeou para si. A Bíblia ensina-nos que Deus não tem parte com o pecado. Por isso, não entrará no Seu Reino aquele que praticar a maldade, for assassino, roubador, adúltero, etc...

Apocalipse 21:7,8: “Todo aquele que vencer herdará todas estas bênçãos, e eu serei o seu Deus e ele será meu filho. Mas os covardes que deixam de me seguir e voltam atrás, e aqueles que me são infiéis, e os corruptos, e os assassinos, e os imorais, e aqueles que convivem com os demónios, e os adoradores de ídolos e todos os mentirosos - o destino deles é no Lago que queima com fogo e enxofre. Esta é a Segunda Morte». 

- Confesse-Lhe agora mesmo os seus pecados e Ele o perdoará, transformará e lhe dará tempos de refrigério (Atos 3:19 - “arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham assim os tempos de refrigério, pela presença de Deus”)

Mais:

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Gostaria de convidar-te a fazeres uma maratona espiritual comigo.
A Bíblia incentiva-nos a crescer espiritualmente, e através dos estudos que aqui serão partilhados terás a oportunidade de conhecer melhor o que a Palavra de Deus diz sobre diversos temas.
A Bíblia afirma que “o meu povo perece por falta de conhecimento” (Oséias). Por isso, convido-te a cresceres no teu conhecimento bíblico, para que sejas bem-sucedido, como nos ensina Josué 1:8.
Investe na tua eternidade! ✨📖

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quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Pecado - parte 1



Texto relativo à aula online n.º 5 dos Princípios da Fé Cristã

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Se ainda não começaste o curso "Princípios da Fé Cristã", gostaria de convidar-te a começares esta maratona espiritual comigo. A Bíblia incentiva-nos a crescer espiritualmente, e através dos estudos que aqui serão partilhados terás a oportunidade de conhecer melhor o que a Palavra de Deus diz sobre diversos temas.

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Deus, ao criar o Universo, o fez debaixo de princípios espirituais eternos regidos por Ele mesmo. Estes princípios são invioláveis, pois Ele é justo e bondoso. Deus colocou limites entre o céu e a terra, estrelas e estrelas, sol e lua, planetas e planetas, continentes e países, departamentos e estados (Génesis 1).

Existem princípios que governam o mundo físico e que nos conduzem ao conhecimento de Deus. Assim como existem leis físicas que governam o Universo, existem Leis Espirituais que governam o relacionamento do Homem com Deus.

A nossa existência no mundo físico teve o aval do mundo espiritual. Tudo no reino físico tem sua base no espiritual; tudo no reino natural (as plantas e animais, pela voz de Deus; o homem, pela mão de Deus e sopro de vida, o Seu espírito) tem a sua origem no sobrenatural (Hebreus 11:3). Todo o Homem precisa saber disso.

A flora e a fauna, a terra, os mares (Génesis 1) vieram a existir pela “voz de Deus”. Quanto ao Homem, ele foi formado do pó da terra (barro – Génesis 2:7 - “pó da terra” = adamah') mais o sopro de vida (Espírito de Deus). 

QUEM É O HOMEM?

O Homem é constituído por três partes: espírito, alma e corpo – 1 Tessalonicenses 5:23.

1 – Criado à imagem e à semelhança de Deus (Génesis 1:26,27)

a) Deus é espírito – João 4:24

b) O que é nascido do Espírito (Deus) é espírito – João 3:6b

Portanto, o Homem é um ser espiritual, espírito.

2 – Somos carne – João 3:6a - “o que é nascido da carne é carne...” - para nos relacionamentos com o mundo físico, mundo natural, através dos sentidos.

Somos todos descendentes de Adão e Eva – De acordo com a análise do ADN mitocondrial os cientistas concluíram que todos os seres humanos descendem de uma só mulher; e de acordo com a análise dos cromossomas Y, concluíram que todos os seres humanos descendem de um só homem. Ver

      Portanto, somos um espírito com um corpo – 2 Coríntios 5:8

3 – Temos uma alma – sede dos sentimentos ou emoções, a mente e a vontade.

Algumas considerações a respeito dos sentimentos/emoções:

A emoção não é inteligente, não produz pensamento, é inconsciente, não pode ser auto-gerida. (…) A emoção nunca terá autocontrolo, que será sempre um bebé a nível mental. (…) A gestão da emoção é fundamental para equipar o seu “eu” a fim de proteger a mente, caso contrário, ela poderá ficar abandonada, desprotegida e, produzir imenso lixo mental e desperdício emocional. (…) Sem gestão da emoção, a mais complexa propriedade, a mente humana, o território da emoção, torna-se terra sem qualquer proteção, passível de invasões contínuas. (…) A emoção fica abandonada se o “eu” não a protege, se ele não treina uma ferramenta de gestão da emoção fundamental: a minha paz vale ouro, o resto é lixo. Com o “resto” refiro-me não às pessoas, mas aos estímulos estressantes.” (“Intoxicação digital”, Augusto Cury, p. 51-53).

É comum os colegas falarem sobre a falta de sentido da vida, as crises ansiosas que os atingem, o sentimento de auto-destruição e coisas do género. Vivemos num mundo que ensina milhões de dados sobre o mundo de fora, mas nada sobre o completo planeta das emoções. (…) Entre os jovens a resiliência é baixa, como a capacidade de suportar desilusões é diminuta, essas experiências aprisionam-nos, podendo levá-los a perder o encanto pela vida. Muitos adolescentes mutilam-se, pois sentem-se (emoção) diminuídos, rejeitados, infelizes, stressados, alguns encorajados por informações nas redes sociais, acabam por se magoar. (“Intoxicação digital”, Augusto Cury, p. 55,56)  

Algumas considerações a respeito da mente:

Cada ser humano é único, que tem características de personalidade, preferências, gostos, visão da vida, relacionamentos... diferentes, por causa da sua identidade. E esta é formada por milhões de janelas ou arquivos que estruturam inúmeras características de personalidade. (“Intoxicação Digital”, Augusto Cury, p. 25)

A memória é uma grande colcha de retalhes, contém milhões, talvez milhares de milhões de janelas ou arquivos que são vivenciados, experimentados e registados no cortéx cerebral desde pelo menos a aurora da vida fetal, quando o cérebro está em formação. (“Intoxicação Digital”, Augusto Cury, p. 31).

Padres, pastores, rabinos, budistas não entendem o mais complexo planeta, o planeta mente. Não compreendem que não se apagam os traumas, apenas se reedita a memória. (…) Cada pessoa tem 24 horas para tomar banho, mas tem no máximo 5 segundos para confrontar e reciclar um pensamento doentio, ou seja, para fazer a higiene mental. A mente humana é como uma casa que produz muito lixo e grande quantidade de desperdícios, e que é muito mal cuidada e preservadas. O ser humano é irresponsável a cuidar da mente, ainda mais nesta sociedade digital artificial e com este sistema educacional superficial. (“Intoxicação digital”, Augusto Cury, p. 32,33).

Raramente alguém faz a higiene mental. Nesse caso, o biógrafio do cérebro, de forma implacável, arquiva e polui o córtex cerebral. (“Intoxicação Digital”, Augusto Cury, p. 90)

A mente é um biógrafo (chamado “fenómeno RAM”) não autorizado no nosso cérebro que regista tudo sem autorização do nosso “eu”. 

O registo é automático. Ao registar-se um pensamento perturbador, uma emoção fóbica, uma ofensa ou uma crítica injusta, temos no máximo 5 segundos para duvidar do seu controlo, criticá-lo e reeditá-lo e neutralizá-lo. Mas o nosso “eu” não é treinado para gerir a mente.

O registo é involuntário. Milhares de pensamentos, emoções e experiências sociais são registados diariamente e involuntariamente. Nos computadores o proprietário decide o que registar; na sua memória, nunca terá esse poder de decisão.

Tudo o que tem mais peso emocional, seja alegria ou dor, irá gerar janelas poderosas: traumáticas (quando houver qualquer tipo de sofrimento) e saudáveis (quando houver experiências prazerosas).

Devido aos processos complexos e multifocais de registo-leitura das informações e sua utilização na construção de cadeias de pensamentos e de experiências emocionais, a nossa mente é uma caixa de paradoxos. Existem pessoas pessimistas que não tiveram um passado muito traumático e pessoas optimistas com um passado traumático. Existem jovens egocêntricos que tiveram uma educação altruísta e jovens generosos que tiveram uma educação individualista. Há pessoas tímidas em lares sociáveis e pessoas seguras criadas em famílias frágeis e tímidas. (“Intoxicação Digital”, Augusto Cury”, p. 61-64)

As prisões mentais constroem-se quando o “eu” não recicla o lixo dos pensamentos e das emoções tensas, ruminando-os. Um ser humano que adoece rumina perdas, mágoas, frustrações, fracassos, bullying e devolve-os à sua memória, expandindo o seu trauma. A retroalimentação do trauma é tão grave como o próprio trauma original. (“Intoxicação Digital”, Augusto Cury, p. 72)

A mente “mente”. Ninguém será tão agressivo contigo como a tua própria mente, se não aprenderes a gerir os pensamentos e as emoções. A mente irá mentir, fazendo-te sofrer por antecipação e sentires-te angustiado com os problemas do futuro. Há pais que estão com os seus bebés ao colo e já sofrem por antecipação, ao pensarem que eles serão dependentes de drogas ou que poderão sofrer acidentes ou até ser vítimas de doenças. A mente mentir-te-á contando-te que coisas horríveis poderão acontecer no teu trabalho, com as tuas finanças, com o governo do teu país, e que não terás capacidade de resolver. A mente mentirá ao fazer-te acreditar que deves remoer o teu passado, ruminar mágoas, frustrações e raiva. A mente vende preocupações e cobra um alto valor: um “eu” que não é gestor da sua mente poderá ser vítima de inumeráveis inquietações, gastar mais energia... A mente “mente” que a vida não faz sentido, que tudo é entediante, que não há razões para viver, embora haja milhões de motivos, e o maior deles é estar vivo.

E, quanto maior for o consumo emocional irresponsável das mentiras da mente, mais hipóteses há do ser humano adoecer. (“Intoxicação Digital”, Augusto Cury, p. 77,78).

Uma mente saturada de informações gera emoções agitadas. O resultado é a síndrome do pensamento acelerado (SPA). (…) Pensar é uma inevitabilidade. Se o “eu”, que é o líder da mente humana, o agente da autonomia e do livre-arbítrio, não ler a memória conscientemente e produzir numa direção lógica, produzirão pensamentos e emoções sem a sua autorização consciente. (…) A mente nunca é equilibrada. A nossa mente vive num processo inevitável de construção e desconstrução e reconstrução. O que não é saudável é uma pessoa excessivamente descontrolada, hiper-reativa, instável. (“Intoxicação Digital”, Augusto Cury, p. 85-87)

CONCLUSÃO:

Somos um espírito, temos uma alma e habitamos num corpo. - Mesmo que morramos, ficaremos “ausentes do corpo, mas presentes com o Senhor” (2 Coríntios 5:8). ... Isto refere-se aos salvos!!!

Infelizmente o Homem, no plano espiritual o Homem pecou... 

COMO O HOMEM FICOU AFASTADO DO RELACIONAMENTO DIRETO COM DEUS? Assunto para o próximo post... clique AQUI


Pecado - parte 2



Texto relativo à aula online n.º 5 dos Princípios da Fé Cristã

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Se ainda não começaste o curso "Princípios da Fé Cristã", gostaria de convidar-te a começares esta maratona espiritual comigo. A Bíblia incentiva-nos a crescer espiritualmente, e através dos estudos que aqui serão partilhados terás a oportunidade de conhecer melhor o que a Palavra de Deus diz sobre diversos temas.

A Bíblia afirma, “o meu povo perece por falta de conhecimento” (Oséias). Por isso, convido-te a cresceres no teu conhecimento bíblico, para que sejas bem-sucedido, como nos ensina Josué 1:8.
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Texto base: Génesis 2:24,25

1 - Infelizmente, no início da sua existência, o Homem pecou, e isso criou uma separação entre o Homem e Deus (Isaías 59:2).

Antes do pecado, o espírito do Homem estava ligado a Deus. Mas, enganados por Satanás (Génesis 3), desobedeceram... pecado de rebelião e independência... Pelo que morreram espiritualmente (Efésios 2:1), ou seja, ficaram separados do relacionamento direto com Deus (Romanos 5:12; 1 Coríntios 15:21,22; Romanos 3:23; 3:10,12).  

O pecado é uma barreira que só é removida pela obra da cruz (Gálatas 3:13). Ao criar o Homem Deus buscou nele um amigo, um filho, um herdeiro de tudo aquilo que Ele mesmo possui, mas este Homem deveria ter poder de decisão para interagir com o Senhor do Universo em toda a dimensão. Este Homem pecou e distanciou-se de Deus, a partir daí uma série de situações novas passaram a ocorrer, que afectou diretamente os rumos da humanidade.

Passo a passo entenderemos os propósitos eternos de Deus e o Seu desejo de que este Homem tenha um ENCONTRO com Ele (1 Timóteo 2:4).

Todo o pecador precisa de se arrepender (Atos 3:19). Este é o propósito de Deus (Romanos 3:23). Não há excepções: todos pecaram e o salário (recompensa) do pecado é a morte (Romanos 6:23) - MORTE ESPIRITUAL

Como visto anteriormente, tudo no mundo natural tem origem no mundo espiritual. Como entrou o pecado no mundo? 

Antes do pecado, o espírito de Adão estava ligado a Deus. Adão e Eva, enganados por Satanás, desobedeceram a Deus - através da quebra dos princípios divinos, da renúncia ao governo de Deus - PECADO. Isto abriu a brecha para que o pecado reinasse e desse fruto. Agora estamos distantes da glória de Deus (Romanos 3:23). Este pecado se chama rebelião, insubmissão.

       Independência / rebelião   vs.  vontade / reinado de Deus

É uma herança maligna de Satanás, que se insurgiu contra Deus, que usou um agente no plano físico (Adão) para quebrar um princípio espiritual.

Assim sendo, a recompensa do pecado é a morte espiritual, separação total de Deus - MORRERAM ESPIRITUALMENTE (Efésios 2:1 – nascemos “mortos em delitos e pecados”).

- Mortos espiritualmente = separados de Deus – Romanos 5:12, 1 Coríntios 15:21,22; Efésios 2:1

- A morte física, também consequência do pecado, apareceu eventualmente, mas só 930 anos depois.

2 - Existem legalidades para a entrada do pecado.

O pecado entrou por um homem: Adão. Ele deveria dar cobertura para Eva, mas foi negligente.

[Quando se fala em Adão deve-se generalizar para homens e mulheres. Esta palavra também está relacionada a casal, pois são uma só carne (Génesis 2:24).]

- Pelo primeiro Adão entrou o pecado no mundo. Pelo último Adão (Jesus), vem a Redenção.

- Pela rebelião foi estabelecido o pecado (Romanos 5:14).

3 - Definição de "pecado":

Do latim peccatum, e em hebraico, cheit (errar o alvo) ou avera (transgressão). Também pode ser entendido como falta, erro, vício, ou uma violação de normas e deveres éticos/morais. Costumo definir pecado como: "fazer o oposto do que é certo".

4 - Exemplos de pecados:

- Na área espiritual: idolatria e feitiçaria. (1Jo 3:8b)

- Idolatria: adorador de si próprio ou de falsos deuses. Ex: grupos de música, jogadores de futebol, actores, etc... colocar algo ou alguém acima de Deus, ou mais importante que Deus.

- Feitiçaria: bruxaria, encanto, sedução. Ex: jogo do copo, pactos satânicos através de música ou com amigos, práticas do livro S. Cipriano.

- Na área de relacionamento: inimizades, inveja, ciúmes, iras, discórdias, divisões, vícios, abusos na comida. (Filipenses 2:15)

- Inimizade: querer mal, ódio, lutas, hostilidade (inimizade dentro da cidade e para como os estrangeiros). Ex.: lutas entre etnias e países.

- Ciúmes e invejas: rivalidade, não gosta de ficar atrás de ninguém, inveja, querer ter o que outros têm.

- Iras: cólera, raiva, fúria, explosões, mau feitio, estupidez. Ex.: "A mim ninguém pisa!"

- Discórdias: discussões, mentira, falar mal de, confusão por tudo. Ex.: "mentir para defender a tua opinião”.

- Divisões: criar problemas entre os irmãos, dividir para reinar. Ex.: "Dividir pais para conseguir algo de um deles."

- Vícios e abusos na comida e bebida: drogas, álcool, incapacidade de se abster, comer apenas por vício, viver para comer.

- Na área sexual: prostituição, impureza, conversas maldosas, libertinagem, lascivía. (I João 3-8) 

- Prostituição: devassidão (depravação, libertinagem, corrupção do corpo); fornicação (relações sexuais fora do casamento).

- Impureza: sordidez (algo repugnante, de baixo nivel), imoralidade (exemplo: pornografia, filmes eróticos, masturbação, adultério, etc.) 

- Libertinagem (lascivía): acções indecentes, sensualidade devassa, ter um amor tão forte ao pecado e ao que está errado, que não importa o que Deus ou o próximo pensam.

Se não resistirmos ao pecado, damos espaço para que o diabo entre (Tiago 4:7; Lucas 11:24-26)

Há um caminho de volta, esse caminho é o ARREPENDIMENTO, Conversão... JESUS!

Precisamos de estar atentos para que o diabo não encontre brecha para agir em nós. (1 Pedro 2:1,2).

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Pecado - parte 3



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5 - CONSEQUÊNCIAS DO PECADO:

5.1. Perderam o conhecimento de Deus – Efésios 4:18; 1 Coríntios 2:14 – O conhecimento de Deus é fruto da intimidade/comunhão com Deus (Isaías 59:2; Romanos 3:23). 

Podemos conhecer coisas sobre Deus (ex.: Saulo, antes da Conversão, poderia ganhar o prémio de “Teólogo do Ano”), mas não termos relacionamento com Ele (Filipenses 3:8). 

Perde a sensibilidade espiritual, pelo que o Homem sem Deus não consegue entender as coisas espirituais

Por causa do "coração endurecido e obscurecido" pela falta de relacionamento com Deus, a sua sensibilidade do certo e errado (Bem e Mal) fica enfraquecida (não lhe dá a devida importância) (Efésios 4:18,19; 1 Timóteo 4:2)

5.2. Medo (Génesis 3:10). 

Na Bíblia aparece a expressão “não temas” 365 vezes.

5.3. Ansiedade (Filipenses 4:6; Mateus 6:25 ss)   

- Preocupados

- Falta de confiança no cuidado e provisão de Deus

- A ansiedade causa problemas de saúde mental

5.4. Culpa e vergonha/remorso – O pecado produz uma consciência acusadora e peso interior (Salmos 32:3,4; Romanos 2:15)

- Medo das pessoas descobrirem como verdadeiramente somos (falsidade vs. transparência) – Deus nos ama e nos aceita como somos e estamos... mas deseja que mudemos (a abordar mais à frente no curso "Princípios da Fé Cristã).

- crises de identidade - “não sou importante”

- auto-estima

5.5. Rejeição

- perda do sentido de pertença 

- necessidade de sermos aceites / encaixar

5.6. Fracos e incapazes

Antes do Pecado – sobredotados – capacidade de governo, cuidar, dar nomes, etc.

Depois do Pecado – dependentes da sua força e dos seus recursos

- incapazes - “não consigo”, “não posso”

- sentimento de solidão

- insegurança

- Somos fracos mas tentamos parecer fortes, exercendo controlo das nossas próprias vidas / destino.

- Tentamos controlar os outros

5.7. Deprimidos e zangados - “dureza de coração”

- A depressão é a 2.ª doença mental mais frequente (ver 1 Reis 19:1-18)

- infelicidade – procura da felicidade (perdida no Pecado)

- tristeza

- negativismo – Satanás gosta de sobressair os defeitos / falhas 

5.8. Todo o Homem em pecado está condenado (Romanos 6:23 a) e comete toda a sorte de impurezas.

- O pecado produz a corrupção de valores e da conduta humana (Romanos 1:21,22,28; 2 Timóteo 3:1-5)

5.9. Sofrimento e morte

- O pecado trouxe dor, enfermidade e morte para toda a criação (Romanos 5:12; 6:23; Génesis 3:16-19)

5.10. Outras perdas:

- O pecado atrasa, destrói e rouba o propósito da vida. Gastar tempo com coisas sem valor (entretenimento excessivo, preguiça) é desviar-se do chamado de Deus para amar e servir, sendo um perda de tempo e um pecado contra mandamentos com o Primeiro (amar a Deus) e o Quarto Mandamento (família/trabalho). 

- O pecado traz perda de qualidade de vida, paz e realização, desviando a pessoa do plano divino, do amor a Deus e ao próximo, e das suas responsabilidades

- O pecado também causa a perda de anos/tempo:

- Pecados como vícios (redes sociais, jogos, etc.) podem consumir anos, desviando a pessoa do seu propósito de vida, impedindo o crescimento pessoal e espiritual, e destruindo relacionamentos oportunidades.

- Exemplo 1: pessoas com determinados comportamentos têm altas taxas de violência, abuso de substâncias e maior exposição a situações de risco (prostituição e drogas), doenças mentais (depressão e ansiedade), solidão e suicídio.

Segundo estudo publicado pela ACI Digital a 11-04-2007, menciona que “estudos demonstram que o hábito de fumar reduz a esperança de vida de uma pessoa entre 1 a 7 anos; enquanto que a conduta homossexual na Noruega e Dinamarca a diminui... em até 24 anos. Assim afirmaram os doutores Paul e Kirk Cameron na convenção anual da Eastern Psychological Association (EPA) no dia 23 de março (2007).” Fonte 

- Exemplo 2: pessoas que consomem drogas... degradação, perda de qualidade de vida, doenças --» morte precoce / suicídio

Segundo Revista “Exame” online no artigo “Overdoses e suicídios levam à diminuição da expectativa de vida nos EUA”, publicado 29-11-2018, menciona que “a expectativa de vida voltou a cair nos EUA em 2017 em comparação com 2014, uma redução histórica, motivada principalmente pela crise de overdoses de drogas, mas também pelo aumento de suicídios. (…) O aumento de suicídios também continuou a aumentar paralelamente em 2017 nos EUA, atingindo 47 mil. Desde 1999, a taxa de suicídio aumentou 33%.”

- Exemplo 3: pessoas que exageram no consumo de álcool. Um relatório da OCDE aponta para uma perda de anos de vida devido ao consumo excessivo de álcool. Quanto maior o consumo de álcool, maior a diminuição potencial na expectativa de vida, sendo a moderação ou abstinência a melhor estratégia para uma vida mais longa e saudável.

De acordo com artigo publicado no “Público” online a 19-05-2021,  Portugueses são dos que consomem mais álcool. Os portugueses consomem anualmente, em média, 12 litros de álcool, um dos registos mais elevados dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE). Segundo o estudo divulgado, o consumo excessivo de álcool vai ter impacto na saúde e na esperança média de vida. Nos próximos 30 anos, estima-se que os portugueses vejam a esperança média de vida reduzida em um ano, “devido a doenças e lesões provocadas pelo consumo diário” de mais de uma bebida por dia, no caso das mulheres, e mais de uma bebida e meia por dia, no caso dos homens, alertou o mesmo relatório.

… Lembra-te que um pecado traz outro pecado. Um abismo chama outro abismo (Salmos 42:7).

Deus quer que sejamos Homens (homens e mulheres) santos (1 Pedro 1:14-16).

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