Génesis 6.6; 1 Samuel 15:33
Falar de Deus como capaz de
arrependimento e de experimentar tristeza é, admitidamente, o uso de
linguagem antropomórfica, mas tal linguagem, a despeito disso, em
realidade fala de uma real experiência da parte de Deus. A discussão
sobre a passividade de Deus tende a ser um tanto abstracta; porém, o
Deus revelado nas Escrituras é capaz de sentir tristeza e de ser
entristecido. Ele tem reações reais para com a conduta humana. Não
obstante, é impossível conceber o Deus omnisciente a lamentar-se
por algum falso movimento por ele feito. O arrependimento de Deus não
é uma alteração quanto aos propósitos, e, sim, uma mudança de
atitude. Tal mudança, quando ocorrida no Homem, usualmente implica
numa mudança operada na mente, pelo que também a palavra
arrependimento, na linguagem humana, representa tal mudança. Deus,
entretanto, nunca muda de mente: Sua mente é constante, tanto no que
diz respeito ao amor como no que tange à santidade. Quando o Homem
muda em seu comportamento, então Deus muda em Sua atitude para com
ele. A expressão “arrependeu-se Deus” é simplesmente uma
indicação, em linguagem humana, de que a atitude de Deus para com o
Homem a pecar é necessariamente diferente da atitude de Deus para
com o Homem a obedecer. Em acomodação ao nosso modo de
falar, é dito que Deus se arrepende quando Ele efectua alguma
mudança em Suas ações, o que na esfera humana teria sido produzido
pelo arrependimento.
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Gostaria de convidar-te a fazeres uma maratona espiritual comigo.
A Bíblia afirma que “o meu povo perece por falta de conhecimento” (Oséias). Por isso, convido-te a cresceres no teu conhecimento bíblico, para que sejas bem-sucedido, como nos ensina Josué 1:8.

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