2 - A História confirma a Bíblia
“Historicidade: Para advogados e historiadores, a Bíblia apresenta detalhes precisos de tempo e lugar, mas sua natureza como texto religioso significa que não é um relato histórico puro, sendo vista por alguns como contendo verdades morais e espirituais em vez de precisão científica ou histórica.” (Quão verdadeira é a Bíblia?”, Revista Times, 30.12.1974)
A Bíblia contém uma quantidade vasta de informações e pano de fundo histórico. Se a Bíblia é aquilo que alega ser, espera-se que a informação esteja correta. No entanto, durante muitos anos alguns peritos disseram que os escritores da Bíblia inventaram muitos dos pormenores e que, portanto, a Bíblia não continha informação correta.
Os reis estrangeiros, os povos, as guerras e outros acontecimentos narrados na Bíblia, são confirmados integralmente pelos escritos de outros povos. A própria História universal apanha emprestado da Bíblia registos e factos para a sua complementação.
Uma das histórias mais antigas da Bíblia, por exemplo, é aquela das cidades de Sodoma e Gomorra que Deus destruiu. Durante anos esta história foi considerada mito porque não existiam provas de que essas cidades tinham existido. No entanto, em meados dos anos 70 (Sec. XX) uma equipa de arqueólogos italianos que trabalhava na Universidade de Roma descobriu uma biblioteca com 15.000 tábuas de barro que datavam de 2.500 a.C. e que continham referências acerca das duas cidades. As Tábuas de Ebla foram descobertas no norte da Síria pelos Drs. Paolo Matthiae e Giovanni Petinato. Estas tábuas mencionam não só Sodoma e Gomorra mas três outras “cidades da planície” mencionadas em Génesios 14:8 cuja autenticidade tinha sido questionada. Também mostram que a região era próspera e tinha uma cultura patriarcal como descrito em Génesis.
O Antigo Testamento menciona um povo chamado de Hititas mais de 50 vezes. No entanto, durante anos as pessoas não acreditavam que este povo realmente tinha existido porque não havia provas para além da Bíblia. Isto era importante porque se este povo realmente não existiu, isso significa que se teria que questionar a veracidade e exatidão da Bíblia toda. No entanto, durante os séc. XIX e XX, arqueólogos encontraram muitas provas que evidenciaram as alegações bíblicas. Até descobriram a capital dos hititas, Hattusa, no Norte da Turquia, e um tratado entre o Faraó Ramsés II e os hititas. Agora, ninguém duvida o que a Bíblia diz acerca deles.
Se os autores da Bíblia são comprovados como sendo corretos, nos seus pormenores históricos, como então podemos ser seletivos e dizer que não estava a ser sinceros quando reportaram acontecimentos fora do vulgar, tais como cura de pessoas, apenas porque pensamentos que “não pode ter acontecido”? Isso mostraria que temos a mente fechada, não é?
O fato é que até agora os descobrimentos arqueológicos não fizeram nada se não evidenciar a exatidão histórica apresentada na Bíblia. Não há um caso sequer em que tenha sido demonstrado o contrário.
A Sociedade Bíblia é uma boa fonte para obter factos, números e outras informações sobre a Bíblia.
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