Será que existem mesmo evidências da evolução? Vamos analisar algumas dessas evidências e verificar se elas são válidas.
1 – ANATOMIA COMPARADA
As semelhanças na anatomia são consideradas como uma das evidências da Evolução. Por exemplo, ao compararmos a asa de uma ave à nadadeira anterior de um golfinho e o braço de um homem, veremos que, embora elas sejam muito diferentes, possuem estrutura óssea e muscular bastante parecidas. Os evolucionistas interpretam estas semelhanças admitindo que estes seres tiveram ancestrais em comum, dos quais herdaram um plano básico de estrutura corporal.
Os criacionistas, por outro lado, interpretam as mesmas semelhanças como evidências de planeamento e desígnio criativos. Um engenheiro que planeasse diferentes tipos de máquinas não começaria de um rascunho para cada um das máquinas. Os dados indicam que um Criador Inteligente projectou o sistema de membros para os vertebrados. Ele desenvolveu um plano geral flexível que poderia adaptar a cada uma das necessidades.
O evolucionista precisa supor que todas essas características se desenvolveram por mutações casuais e selecção natural. Os criacionistas explicam-nas como estruturas que receberam do Criador funções especiais para objectivos específicos, de forma que quando objectivos semelhantes estavam em vista, estruturas semelhantes foram criadas.
2 – EMBRIOLOGIA COMPARADA
Se compararmos os embriões de determinados grupos de animais, veremos que existem semelhanças entre eles, e essas semelhanças são ainda maiores que as encontradas nas formas adultas.
Mesmo antes da época de Darwin, os evolucionistas alegavam que as semelhanças no desenvolvimento embrionário indicavam uma descendência comum. Os livros modernos ainda mostram esboços de embriões de animais como aves, répteis e mamíferos, juntamente com os do homem, mostrando importantes semelhanças entre eles e atribuindo essas semelhanças à existência de um ancestral comum.
O conhecido chavão evolucionistas “a ontologenia recapitula a filogenia” é uma definição popular da “teoria da recapitulação” ou “lei biogenética” de Haeckel. Ela afirma que cada organismo em seu desenvolvimento embrionário (ontogenia), tende a recapitular os estágios por que passavam seus antepassados (filogenia). No caso do homem, por exemplo, ensinava-se que o embrião humano começou a vida como um protozoário marinho, desenvolveu-se em um ambiente aquático até se tornar um verme com um coração tubular, depois até ser um peixe com brânquias e um coração com duas câmaras, depois até ser um anfíbio com um coração com três câmaras e um rim mesonéfrico, e depois até ser um mamífero com um coração de quatro câmaras, rim metanéfrico e uma cauda, e finalmente até ser um ser humano. Desta forma, o embrião humano reteria “vestígios” de sua evolução anterior, recapitulando as suas fases principais.
O mais famoso desses paralelos foi sem dúvida o suposto desenvolvimento de brânquias no estágio “de peixe” do crescimento do embrião humano. Esta suposta recapitulação era inteiramente superficial; o embrião humano nunca desenvolve brânquias nem nada parecido com elas, e portanto nunca é um peixe. Na verdade, tanto o homem como todos os cordados desenvolvem fendas faringeais com bolsas faringeais. Nos peixes elas mais tarde se transformam nas brânquias. No ser humano, elas se transformam nos tubos eustaquianos, servem como guias essenciais para o desenvolvimento dos vasos sanguíneos, e desta forma não são, de forma alguma, vestígios inúteis.
A crença de Haeckel de que cada estágio embrionário representa o estágio adulto de um de seus ancestrais é considerada completamente errada pelos embriologistas modernos. Actualmente os evolucionistas aceitam que os padrões de desenvolvimento embrionário em um grupo de animais próximos podem conter aspectos que reflectem o seu passado, mas muitas inovações se superpõem e frequentemente obscurecem o padrão ancestral. Assim, não existe uma recapitulação precisa. É surpreendente que alguns evolucionistas proeminentes continuem a referir-se a esta ideia como evidência da evolução. Porém, os que têm conhecimentos actualizados, tanto em embriologia quanto em paleontologia, não o fazem.
Se para os evolucionistas as semelhanças em embriologia são evidências de uma descendência comum, para os criacionistas elas eviden-ciam apenas o planeamento comum de um Criador. Dado o pressuposto da criação, como os cordados (peixes, anfíbios, répteis, aves e memíferos) tinham o desígnio de reproduzir a sua espécie pelo mesmo tipo de processo reprodutivo, seria de se esperar que o desenvolvimento fosse semelhante em todos esses animais.
Nesse período, entretanto, à medida que se torna necessário que caracteres especializados correspondentes à espécie progenitora comecem a se formar, essas semelhanças superficiais dão lugar às características embrionárias distintas e apropriadas. Na verdade, essas importantes diferenças se mostram em estágio bem inicial do desenvolvimento embrionário.
Existem também, mesmo nos estágios iniciais, diferenças entre os embriões que são tão importantes como as semelhanças. O ADN de uma ave é bastante diferente do ADN de um réptil. O material genético distinto, programado para cada espécie de animal, assegura que apenas aquela espécie se desenvolva a partir daquele embrião.
3 – BIOQUÍMICA COMPARADA
Os recentes avanços da Biologia Molecular têm permitido com directamente a estrutura genética de diferentes espécies, através da comparação da sequência de nucleotídeos da molécula de ADN. Outros compostos químicos existentes em organismos vivos também têm sido comparados, especialmente as proteínas, como a gamaglobulina, a insulina, o citocromo C, a hemoglobina, e outras. Em geral (embora com muitas excepções) as semelhanças respectivas destes sistemas bioquímicos se alinham quase da mesma maneira como o fazem as semelhanças tradicionalmente baseadas em características anatómicas e outras caracte-rísticas morfológicas. Ou seja, animais que tenham muitas semelhanças anatómicas geralmente também têm ADNs e proteínas muito parecidos. Isso seria um facto esperado, sabendo-se que o ADN é o responsável pela produção de proteínas de um determinado organismo e estas, em última instância, serão as responsáveis pelas características fenotípicas destes.
Isto, sem dúvida, é exactamente o que seria de se esperar tendo-se como base o modelo criacionista; a bioquímica comparada pode tanto ser usada como evidência da evolução como evidenciar apenas o planeamento comum de um Criador.
4 – ÓRGÃOS VESTIGIAIS
Os órgãos vestigiais são órgãos existentes no homem, bem como em outros animais, e que são considerados como vestígios inúteis de estruturas que foram úteis em um estágio evolutivo anterior. Na virada do século foi feita uma longa lista de órgãos vestigiais em mamíferos. Esta lista foi considerada uma evidência convincente da megaevolução. Mais de 80 órgãos estavam nesta lista, que incluía a tiróide, o timo, as glândulas pituitárias, o lobo olfactivo do cérebro, o ouvido médio, as amígdalas e o apêndice. Hoje já se sabe que todos estes órgãos têm funções úteis e, não raro, essenciais. Mas na época em que foram feitos estudos pelos fisiologistas, esta lista foi encolhendo.
Actualmente já se mostrou que a maioria dos órgãos chamados vestigiais, especialmente no homem, têm uso definido e não são, de forma alguma, atrofiados. O progresso das ciências médicas veio a demonstrar que todos os órgãos aparentemente vestigiais têm afinal uma função bem definida. Os últimos órgãos a abandonarem o seu estatuto vestigial foram o apêndice e o cóccix. Aí está mais um resultado plenamente consistente com o Criacionismo, mas que a Teoria da Evolução tem tido dificuldade em compreender.
A lógica usada para se determinar se um órgão é vestigial deve ser analisada cuidadosamente. Se não conhecemos a função de algo, ele se torna um candidato a órgão vestigial. A fraqueza desse argumento é que, quanto mais conhecemos, maior é a hipótese de que iremos aprender as funções para estes órgãos supostamente vestigiais.
O apêndice humano era rotineiramente removido em cirurgias pelos médicos, porque ele parecia não ter utilidade e frequentemente causava problemas. Agora já se sabe que ele faz parte do sistema imunológico. Realmente acontecem casos de doença no apêndice e, quando ele se infecciona, precisa ser removido. Entretanto, uma pessoa estará melhor se ficar com o seu apêndice.
Será que as vértebras caudais fusionadas (cóccix) do homem são inúteis? Actualmente, esta pequena estrutura tem uma função muito importante como ponto de ligação para os músculos que permitem que fiquemos de pé (e que também fornecem amortecimento quando nos sentamos). De modo algum elas podem ser consideradas vestigiais. A via embriológica que produz uma cauda em outros mamíferos produz em nós uma estrutura muito importante. Será que isso ocorreu pela evolução, ou foi projectado por um Criador?
Os músculos segmentares no abdómen são importantes para curvarem o nosso corpo e para manter o tônus da parede abdominal. Que estes músculos tenham vindo de um ancestral é pura conjuctura, e não evidência prós ou contra a evolução ou a criação.
Por que existem músculos ligados às nossas orelhas? Alguns desejam chamá-los de vestígios genuínos, enquanto que outros dizem que eles dão forma à nossa cabeça ou sustentam nossas orelhas. São necessárias mais informações para que se possa decidir.
Os membros posteriores das baleias são ossos isolados que estão imensos no tecido. Eles são considerados pelos evolucionistas como vestígios de órgãos posteriores verdadeiros que existiam nos ancestrais terrestres da baleia. Porém, eles têm uma função definida: são o ponto de ligação de músculos do sistema reprodutor. Os criacionistas podem argumentar que Deus modificou as instruções genéticas de membros posteriores para produzir estas estruturas que servem para uma função única.
5 – FÓSSEIS
Os fósseis são restos ou vestígios de seres que viveram no passado. Um fóssil se forma quando os restos mortais de um organismo ficam a salvo tanto da acção dos agentes decompositores como das intempéries naturais (vento, sol directo, chuvas, etc.). As condições mais favoráveis à fossilização ocorrem quando o corpo de um animal ou de uma planta é sepultado no fundo de um lago e rapidamente coberto por sedimentos.
Dependendo da acidez e dos minerais presentes no sedimento, podem ocorrer diferentes processos de fossilização. A permineralização, por exemplo, é o preenchimento dos poros microscópicos do corpo de um ser por minerais. Já a substituição consiste na lenta troca de substâncias orgânicas do cadáver por minerais, transformando-o em pedra.
Os fósseis são submetidos a um processo de pesquisa científica chamado método do radiocarbono ou método de datação. Através deste método, os cientistas podem descobrir em que ano, aproximadamente, morreu um animal, uma planta ou um homem. O elemento químico a essas pesquisas chama-se Carbono 14, que faz parte de toda a vida humana, animal e vegetal. Misturado ao oxigénio, o Carbono 14 é lançado no ar em pequenas moléculas de gás carbínico, e absorvido pelas plantas através da fotossíntise (processo biológico em que é libertado o oxigénio e absorvido o dióxido de carbono). À medida que os animais e o homem comem essas plantas também absorvem este elemento químico radioactivo.
Após a morte, o organismo dissolve o Carbono 14, que gradualmente vai se tornando em nitrogénio. É accionado então o “relógio nuclear”, que conta a percentagem decrescente desse carbono dissolvido pelo organismo morto. Para saber quando o ser vivo morreiu, os cientistas medem a quantidade de Carbono 14 que ainda resta no corpo ou em parte dele.
A data da morte é calculada com a ajuda de um aparelho chamado Geiger-Müller, que permite detectar as radiações produzidas pelo Carbono 14. Este aparelho fornece um número correspondente à contagem de matrículas radioactivas dissolvidas pelo fóssil.
Contudo, este método somente fornece elementos até 40 mil anos. Não é muito querido pelos evolucionistas porque eles precisam de muito mais: milhões e centenas de milhões de anos! Por exemplo, o carvão, anteriormente datado de 200 a 300 milhóes de anos, foi submetido ao método C-14 que lhe atribuiu somente 1680 anos. Alguns ossos onde o Dr. Leakey encontrou o crânio ao qual atribuiu 600 mil anos, foram avaliados pelo C-14 em 10 mil anos.
Os fósseis são considerados evidências da evolução porque mostram que o nosso mundo já foi habitado por seres diferentes dos actuais e que teriam sido ancestrais das formas de vidas modernas. Porém, existem alguns problemas muito graves com os fósseis no campo da teoria da evolução.
É interessante que a mesma abundância de semelhanças e diferenças entre organismos seja encontrada, tanto entre os seres vivos como entre os fósseis. Os mesmos tipos de lacunas entre espécies existem no registo fóssil, bem como entre as plantas e animais actuais. Se o modelo evolucionista fosse válido, era de se esperar encontrar uma série contínua e horizontal de organismos e não características definidas.
Charles Darwin previu que seriam encontradas muitas formas de transição no registo fóssil, mas os vestígios descobertos até hoje não lograram comprovar estas formas de transição. É muito comum ouvir-se falar dos elos perdidos, mas o problema é que até hoje eles continuam perdidos. Há uma grande variedade de criaturas invertebradas complexas cujos restos aparecem subitamente no registo fóssil, aí incluídos moluscos, caracóis, esponjas, águas-vivas, trilobitas e muitos outros invertebrados. Muitos milhões de fósseis destas criaturas têm sido encontrados, mas nunca ninguém encontrou um único exemplo do ancestral fossilizado de qualquer um desses seres. Os evolucionistas crêem que um destes invertebrados evoluiu para os peixes, ou que teria ocorrido ao longo de 100 milhões de anos.
Se isso é verdade, nós teríamos de ter uma multidão de formas de transição (elos de ligação) mostrando que uma dessas criaturas invertebradas de facto evoluiu para os peixes. Nenhuma jamais foi encontrada. Cada um dos tipos principais de peixes aparece no registo fóssil completamente formado, sem a evidência de formas de transição conectando os diferentes tipos. Nós, acreditamos que essa evidência, por si só, já é suficiente para nos mostrar que a evolução nunca ocorreu.
Nunca apareceu nenhum elo de ligação entre os organismos unicelulares e os invertebrados. Também não apareceu qualquer forma intermédia entre os invertebrados e os peixes ou entre estes e os anfíbios. Nunca foi encontrado qualquer elo entre os anfíbios e os répteis, nem entre estes e as aves ou entre as aves e os mamíferos. Nem tão pouco entre os mamíferos, e os primatas ou entre o maçado e o homem!
Para que haja evolução das espécies, como querem os evolucionistas, teria de haver formas transicionais entre os animais metazoários (animais multicelulares, como por exemplo os mamíferos, os anfíbios, etc.), protozoários (organismos unicelulares microscópicos, cujo tamanho varia entre 5 a 500 mm) e metazoários investebrados (animais constituídos por mais de uma célula e que não têm ossos). Porém, a teoria da evolução das espécies não apresenta forma de transição (elos de transição) entre essas espécies. Entre peixes e anfíbios, anfíbios e répteis, répteis e mamíferos.
Cientistas encontraram um fóssil de um peixe que deram o nome de “peixe de pulmão” ou CELACANTO. E comemoraram durante anos dizendo que esta espécie era somente conhecida no registo fóssil e que tinha semelhanças com animais terrestres. Como os fósseis somente apresentam o esqueleto do animal, eles tomaram a liberdade de dizer que este animal tinha tido pulmões primitivos, diferentes dos peixes de hoje. Todas essas afirmações evolucionistas sobre o Celacanto foram apresentadas como facto científico. O fóssil ficou exposto durante cerca de 30 anos num museu e foram feitos até desenhos imaginários do animal rastejando para a terra, exactamente como os filmes de dinossauros que vemos hoje. E esses desenhos começaram até a aparecer em livros didácticos. Muitos cientistas dizem que este fóssil é um elo perdido que liga os peixes aos répteis. Contudo este peixe não é um elo entre os peixes e os mamíferos. No mar sempre houve mamíferos, como a baleia e o golfinho. Sempre lá andaram sem terem nada a ver com os peixes.
Em 1938, cientistas ao mergulharem sobre águas profundas no Oceano Índico, encontraram um peixe de espécie diferente. Capturaram alguns espécimens vivos e ao estudarem-nos descobriram que o peixe que pescaram era na verdade um exemplar do Celacanto. Ou seja, o fóssil não era nada mais que um exemplar igual aos Celacantos que hoje vivem e nadam hoje no Oceano Índico. Então descobriram que ele não tinha pernas, nem pulmões primitivos como nos desenhos. E o pior ainda foi quando descobriram que ao invés de ser um peixe que saiu da água para a terra, o Celacanto é uma espécie de peixe que vive somente em águas profundas do Oceano Índico.
O arqueopterix era uma ave com dentes e garras nas asas. O seu fóssil chegou a ser apresentado como uma transição entre os répteis e as aves. Porém, os próprios evolucionistas encontraram aves que, segundo os tais métodos de datação, mencionados anteriormente, seriam mais velhos 60 milhões de anos do que o arqueopterix. Levantando-se, então a questão: Se os pássaros são mais antigos que o arqueopterix, como é que este poderia constituir a transição entre os répteis e as aves? Os evolucionistas afirmavam, diante do fósseil, que o este animal tinha evoluído para ave ao perder as garras nas asas e os dentes… Mas perder as garras e os dentes é evoluir?
A evolução representa o triunfo dos velhos e decrépitos, assim como a selecção das espécies evidencia a supremacia dos doentes!
Uma das mais importantes lacunas fósseis é a existente entre os microrganismos, como algas azuis e bactérias, que são encontrados em estratos do Pré-Cambriano, e a abundante e complexa vida marinha invertebrada do período Cambriano. No Cambriano encontramos uma grande variedade de invertebrados muito complexos, como trilobitas, ouriços-do-mar, esponjas, medusas, crustáceos, braquiópodes, moluscos e vermes. Se a evolução tivesse realmente acontecido, deveríamos encontrar no Pré-Cambriano os antepassados evolutivos de todos estes animais. Entretanto, nas rochas pré-cambrianas encontramos apenas fósseis de microrganismos. Se encontramos fósseis de bactérias, certamente deveríamos encontrar fósseis dos antepassados dos animais do Cambriano. Se os primeiros evoluíram chegando a ser os segundos, parece impossível que nenhuma forma transitória entre qualquer deles jamais tenha sido encontrada. Por mais de 150 anos se tem procurado intensamente, mas nenhum destes ancestrais foi encontrado.
Este fenómeno tem sido chamado por Gould de “explosão cambriana”. Recentemente, o tempo estimado em que ocorreu a explosão foi revisado para baixo, de cinquenta milhões para dez milhões de anos – o que equivale a um piscar de olhos em termos geológicos. Essa estimativa mais curta obrigou escritores sensacionalistas a procurar novos superlativos, sendo um dos favoritos o “Big Bang biológico”. Gould argumenta que a rápida taxa de aparecimento de novas formas de vida exige outro mecanismo para explicá-las que não a selecção natural.
Ironicamente, voltamos ao ponto de partida desde os dias de Darwin. Quando ele propôs sua teoria, uma das grandes dificuldades era a idade estimada da Terra. Os físicos do século XIX pensavam que a Terra tinha apenas cem milhões de anos, ainda que Darwin pensasse que a selecção natural precisaria de muito mais tempo para gerar vida. Actualmente os evolucionistas afirmam que a terra é muito mais velha: em torno de 5 mil milhões de anos. Com a descoberta do Big Bang biológico, contudo, o espaço de tempo necessário para que a vida passasse de simples a complexa encurtou para muito menos do que a estimativa da idade da terra no século XIX.
Outro grave problema do registo fóssil que os evolucionistas não conseguem explicar é que a maioria dos grupos de plantas e animais aparecem abruptamente no registo fóssil. Não há evidências de que houve formas transitórias entre esses grupos.
Neeville George, um conhecido evolucionista, declarou: “Não há necessidade de pedir mais desculpas pela pobreza do registo fóssil. Em alguns casos ela se tornou quase incontrolavelmente rica, e as descobertas estão ultrapassando a integração... o registo fóssil, não obstante, continua a ser composto principalmente de lacunas.”
O paleontólogo Niles Eldredge descreve assim o problema: “Não é de se espantar que os paleontólogos tenham ignorado a evolução por tanto tempo. Aparentemente, ela jamais ocorre. A colecta cuidadosa de material na face de penhascos mostra oscilações em ziguezague, pequenas, e uma acumulação muito rara de leves mudanças – no decorrer de milhões de anos, a uma taxa lenta demais para explicar toda a mudança prodigiosa que ocorreu na história evolutiva. Quando vemos o aparecimento de novidades evolutivas, isso ocorre em geral com um estrondo, e, não raro, sem nenhuma prova sólida de que os fósseis não evoluíram também em outros lugares! A evolução não pode estar ocorrendo sempre em outros lugares. Ainda assim, foi dessa maneira que o registo fóssil apareceu a muitos desesperados paleontólogos, que queriam aprender alguma coisa sobre a evolução.”
Austin Hobart Clark, um zoologista, afirmou: “Não existe a menor evidência de que qualquer dos grupos maiores de animais tenha surgido um do outro. Cada um deles é um animal especial complexo… aparecendo, portanto, como uma criação especial e distinta” (The New Evolution: Zoogenesis, pág. 189-196).
Podemos observar que as chamadas “evidências” da evolução não são tão convincentes quando analisadas sob outro prisma. As semelhanças entre seres vivos podem ser bem explicadas pelo modelo criacionista, admitindo-se que o Criador tenha utilizado planos básicos semelhantes. E os fósseis, ao contrário do que desejam os defensores da teoria da evolução, mostram que nunca existiram formas intermediárias entre os grupos distintos de seres vivos. Esta ausência de lacunas entre os diversos tipos de seres vivos também está presente no mundo actual.
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