12 - A afirmação bíblica que Jesus ressuscitou dos mortos é credível.
A afirmação definidora do Novo Testamento é que Jesus Cristo ressuscitou dos mortos. Isto é uma afirmação espantosa que muitos simplesmente põem de lado sem sequer olhar para os fatos. Mas aqueles que genuinamente têm uma mente aberta irão querer verificar a evidência.
A evidência médica parece mostrar que ele estava morto antes de ser posto no túmulo pois ele tinha sido examinado pelos soldados romanos profissionais que sabiam destas coisas. Da evidência também parece bastante claro que três dias depois de morrer o seu túmulo estava de fato vazio. Até as autoridades admitiram isso e disseram que os discípulos deviam ter roubado o corpo de Jesus.
Jesus apareceu aos seus discípulos alguns dias depois de ser sujeito ao método mais brutal de executar pessoas daquele tempo. E ele pareceria estar perfeitamente bem, não como alguém que tinha quase morrido, mas tinha conseguido recuperar. De fato Ele apareceu a mais de 500 pessoas na mesma altura (2 Pedro 1:16). Muitas dessas testemunhas morreram devido à sua crença de que Jesus ressuscitou dos mortos. O próprio Pedro morreu. Orígenes, um pupilo cristão no início da fé cristão disse que Pedro foi crucificado de pernas para o ar no sítio onde S. Pedro, no Vaticano, foi posteriormente construído.
Não se morre por alguma coisas em que não se acredita com a certeza absoluta!
13 - A Igreja nunca parou de crescer.
Finalmente, pode-se olhar para as pessoas que seguem a Bíblia. Se é a Palavra de Deus então espera-se que o que diz aconteça de forma prática nas vidas das pessoas, o que faria com que mais e mais pessoas se quisessem juntar a elas. Isso está a acontecer? A igreja está a crescer?
Por volta do início do milénio, um grupo denominado Lausanne Statistical Task Force (Grupo de Pessoas que fazem estatísticas) estudaram as provas históricas disponíveis para que pudessem descobrir exactamente quantos cristãos verdadeiros existiram no mundo durante a história da Igreja. Não lhes interessava dizer “aquele é um país cristão” e depois contar a população do país. Em vez disso, contaram o número de pessoas que tomaram decisões pessoais de seguir Jesus.
No início do Séc XIX quando a população mundial atingiu 1 mil milhões pela primeira vez, teria havido cerca de 20 milhões de cristãos. Agora com a população mundial perto dos 7 mil milhões obtemos esse número de cristãos em apenas alguns meses. Cerca de um milhão de pessoas por semana estão a tornar-se cristãs. De fato, provavelmente existem mais cristãos agora do que todos os cristãos que viveram e morreram no decorrer da história. Esta investigaão importante pela Lousanne Statistical Taskforce não é fácil de encontrar. Está citada no livro “Be A Hero – Battle For Mercy and Social Justice”, por W. Campbell e S. Court (Destiny Image 2004, pág. 156).
A Igreja é a organização mais dinâmica que o mundo alguma vez viu. Nunca parou de crescer e hoje está a crescer mais rapidamente do que em qualquer outra altura.
14 - Sua Influência cultural, artística, literária e política
- Política: leis, direitos humanos, justiça social
- Educação: universidades, ciência, acessibilidade
- Religião: nova visão, ética e moral
- Cultura e Arte
Ao longo dos séculos, a Bíblia tem sido a maior fonte de música, arte e arquitetura. Se retirarmos a Bíblia da cultura, destruímos a maior parte da música, arte e arquitetura durante cerca de 2000 anos. A Bíblia é a maior fonte da nossa cultura.
A Revista Time (“Quão verdadeira é a Bíblia?”, 30-12-1974) reconheceu a Bíblia como um dos livros mais influentes da História, moldando a cultura ocidental, a literatura, a arte, a lei e a ética, independentemente da crença.
Em 2007, a revista Time afirmou que a Bíblia "contribuiu mais para moldar a literatura, a história, o entretenimento e a cultura do que qualquer outro livro já escrito". O escritor do artigo reconheceu que o seu impacto é inegável.
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