Mostrar mensagens com a etiqueta família. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta família. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 12 de maio de 2026

(família) não basta passar o bastao



"Trazendo à memória a fé não fingida que em ti há, a qual habitou primeiro em tua avó Lóide, e em tua mãe Eunice, e estou certo de que também habita em ti" (2 Timóteo 1:5)

De todas as modalidades do atletismo, a que mais aprecio é o revezamento 4 x 100.

No mundo do atletismo, realizado em Moscovo, em 2013, um fato chamou a atenção. Foi em relação à participação da equipa feminina do Brasil. Na prova final, valendo medalha, Vanda Gomes, atleta brasileira, deixou o bastão cair ao recebê-lo de Franciela Krasucki. Antes de passar o bastão, Evelyn dos Santos e Ana Cláudia Silva tinham deixado o Brasil em 2.º lugar.

Como no atletismo, a família deve ser uma equipa. Tal como uma competição de 4x100, como pais, devemos passar o bastão da fé para as gerações futuras.

Na família de Timóteo isto aconteceu perfeitamente. Eunice, a mãe de Timóteo, recebeu o bastão da fé das mãos de Lóide, e passou a Timóteo. Timóteo, por sua vez, passou, instruído por Paulo, a transmitir a homens fiéis (2 Timóteo 1:5; 2:3).

Um erro, como aconteceu com a equipa brasileira, poderá comprometer o legado da fé nas gerações seguintes.

A história da família de Jonathan Edwards pode ilustrar sobre a importância dos pais na transmissão do legado da fé aos seus descendentes.

Os registos históricos contam que, entre os descendentes dos Edwards, mais de 300 se tornaram pastores, missionários e professores de seminários, 120 professores universitários, 120 promotores, 60 escritores, 30 juízes, 14 reitores universitários, 3 participantes do Congresso dos EUA e um vice-presidente dos EUA.

Que Deus abençoe os avós, pais e netos nas famílias cristãs de nossos dias.

Como escreveu o autor de Hebreus (12:1), devemos deixar todo o embaraço e pecado, olhar para Jesus e correr com vontade a corrida que temos pela frente, a começar em nossa família.

PROPOSTA:


Para aceder gratuitamente ao filme registe-se aqui e 
receba o acesso automaticamente no seu e-mail!


sábado, 4 de abril de 2026

(família) problemas em nossa maratona


"Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas só um leva o prémio? Correi de tal maneira que o alcancei." (1 Coríntios 9:24)

Um dos lances mais bisonhos na história das maratonas dos jogos olímpicos ocorreu com um brasileiro. Foi nas Olimpíadas de 2004 na 28.ª edição dos Jogos da Era Moderna. O brasileiro Vanderlei Cordeiro de Lima, na época com 33 anos, estava a liderar a mais charmosa competição das Olímpiadas, a maratona.

Ele estava  liderar a corrida, tendo meio minuto de vantagem sobre o segundo colocado.

Para surpresa de todos, um torcedor fantasiado, com traje típico irlandês, invadiu a pista, agarrou Vanderlei e o tirou da pista. Embora o agressor tenha sido contido pelos seguranças, Vanderlei perdeu 20 seguros para se livrar dele, mas retornou abalado.

Ainda conseguiu manter a liderança por alguns quilómetros, mas foi superado por um italiano e um norte-americano e terminou em terceiro lugar, ganhando assim a medalha de bronze.

A Bíblia compara a vida cristã a uma corrida. Eu e tu estamos nesta corrida. Como numa maratona, a corrida é difícil de ser completada. Somente os verdadeiramente preparados competem numa olimpíada e mesmo assim apenas três sobem ao pódio.

Em nossa maratona da vida cristã temos que lutar para superar nossas próprias limitações e da própria vida. Como aconteceu com Vanderlei, muitos ao nosso redor tentam nos atrapalhar, tirar o nosso foco, a nossa concentração. Essas pessoas podem estar em nosso trabalho, em nossa família, ou até mesmo na igreja.

Olhando para o apóstolo Paulo, autor da carta aos coríntios, encontramos pessoas que tentaram impedi-lo de chegar à linha de chegada em sua maratona cristã.

Uma dessas pessoas se chamava Alexandre, o latoeiro (2Tm 4:14). Paulo afirma que este homem, que trabalhava com latão, causou-lhe muitos males. A versão King James aponta-o como alguém que prejudicou severamente o apóstolo.

Paulo nos ensina a tratar daqueles que prejudicam a nossa caminhada: deixe-os nas mãos de Deus. Não entre em disputa, usando as suas próprias armas. use a arma da oração e deixe que Deus cuide daqueles que tentam nos prejudicar.

Oração: Senhor, dá-me sabedoria para correr a maratona cristã e a suportar os obstáculos que porventura encontre no caminho.

sábado, 28 de março de 2026

(família) vitória sobre o preconceito



"Meus irmãos, como crentes em nosso glorioso Senhor Jesus Cristo, não façam diferença entre as pessoas, tratando-as como favoritismo." (Tiago 2:1)

Um dos jogos olímpicos mais emblemáticos na história foram os de Berlim, em 1936.

A Alemanha, naquela época, já estava sob o domínio de Adolf Hitler, embora a escolha da cidade tenha ocorrido em 1931. Os jogos foram abertos com toda a pompa no fenomenal Estádio Olímpico de Berlim, pelo mesmo Adolf Hitler. Na época já estava uma perseguição velada aos judeus. O comandante supremo alemão esperava que a supremacia ariana se mostrasse ao mundo.

Mas Hitler não contava com um pequeno grupo de atletas negros norte-americanos, tendo à frente Jesse Owens. Os negros norte-americanos conquistaram a maioria das medalhas do atletismo. O próprio Jesse Owens ganhou nos 100, 200, revezamento 4x100 e salto em distância, no mais emblemático episódio da história dos Jogos Olímpicos.

Esta história serve para nos ensinar duas óptimas lições importantes para as famílias.

A primeira delas é que nunca devemos cultivar ideias de que podemos ser superiores aos outros.

Hoje, por exemplo, de forma velada, existem ideias de que homens são superiores às mulheres.

Deus nos criou iguais, homem e mulher (Gn 1:26). Dotou-nos com capacidades, talentos e aptidões. Muitos não crescem não por serem inferiores, mas por falta de incentivo, oportunidades. Os filhos não devem ser ensinados que são superiores às outras crianças. Seja no que tange a superioridade económica, social, racial, etc.

A segunda lição é passar para todos os membros da família que podemos superar os desafios que são postos diante de nós. Por mais que a sociedade esteja avançada em muitos aspectos, sempre há barreiras que precisamos superar.

Jesse Owens, por exemplo, com certeza chegou a Berlin sob a pressão do preconceito, mas superou as barreiras fora e dentro do estádio e marcou a sua história nos Jogos Olímpicos.

Oração: "Senhor, tira da minha vida qualquer sinal do preconceito em relação aos meus semelhantes. Que a minha família seja um lugar livre de qualquer preconceito em relação ao próximo."

sábado, 21 de março de 2026

(família) força



"Mas aqueles que esperam no Senhor renovam as suas forças. Voam bem alto como águas, correm e não ficam exaustos, andam e não se cansam." (Isaías 40:31)

Já assistiu a alguma competição desportiva que tenha durado mais de 11 horas? Pois bem, nos Jogos Olímpicos de 1912, realizados na cidade de Estocolmo, na Suécia, algo inusitado aconteceu. O fato se deu na luta greco-romana, no combate entre Martin Klein, da Rússia, e o finlandês Alfred Asikainen, válido pelas semifinais dos pesos médicos. É um recorde ainda não batido.

Klein, diz a história, venceu a luta, mas chegou à final sem a mínima condição de disputar a medalha de ouro, conquistada pelo escocês Claes Johansson.

Quantas vezes, em família, temos uma luta parecida com a de Alfred Asikainen e Martin Klein?

São as lutas de grande duração que enfrentamos na família.

Pode ser uma enfermidade crónica, um filho rebelde que demora a voltar para os caminhos aprovados de Deus. Pode ser uma luta financeira que dure anos. Um casamento que passe por provação que parece não ter fim.

Como sair vencedor nessas lutas de longa duração que vivemos em família?

Creio que o segredo, em primeiro lugar, está no que afirma Isaías 40:31. Esperar no Senhor significa confiar sempre e buscar coragem nEle para que possamos continuar a nossa jornada.

Um outro conselho que podemos encontrar nas Escrituras para as lutas de longa duração que enfrentamos em nossa vida pessoal, conjugal e familiar é exercer a paciência. Em Hebreus 12:1, a parte final do texto diz que devemos correr com paciência a carreira que nos está proposta. Paciência nas Escrituras não denota sentar e esperar as coisas acontecerem, mas ter a certeza de que Deus vai agir em nosso favor.

Quando cultivamos a paciência, a corrida, ou a luta de longa duração se torna menos extenuante.

Em terceiro lugar, devemos saber que todas as coisas, como diz a Bíblia, cooperam juntamente para o nosso bem. No final, em Cristo, sairemos vencedores (Romanos 8:28).

Por último, devemos lembrar sempre que Deus luta as nossas batalhas (Êxodo 14:14).

Tu e eu não estamos sozinhos em todas as nossas lutas, sejam as de curta como as de longa duração.

Oração: "Senhor, dá-me força para lutar até o fim as lutas de longa duração que enfrento em minha vida, e em minha família."

sábado, 14 de março de 2026

(família) tocha olímpica



"Porque o nosso Deus é um fogo consumidor" (Hebreus 12:29)

A tocha olímpica, ou fogo olímpico, é um importante símbolo das Olimpíadas. Do ponto de vista da mitologia, é uma comemoração do roubo do fogo do deus grego Zeus por Prometeus. Sua origem remonta à Grécia Antiga, onde o fogo era mantido por toda a celebração dos Jogos Olímpicos da Antiguidade.

A tocha foi reintroduzida nos jogos em 1928 e é um marco das Olimpíadas modernas.

Atualmente a tocha olímpica é acesa vários meses antes na cidade de Olimpia, na Grécia. De Olimpia, ela percorre várias partes do mundo e termina o seu roteiro no dia da abertura dos Jogos Olímpicos. A última pessoa a levar a tocha é tradicionalmente mantida em segredo até o momento final, e geralmente é uma celebridade desportiva do país anfitrião. O fogo olímpico é mantido aceso até o dia do encerramento.

Poderíamos pensar em várias possibilidades de aplicar este simbolismo da tocha olímpica em nossa vida, e família.

É um privilégio uma pessoa, por onde passa a tocha, carregá-la por um pouco. 

Com certeza, não teremos este privilégio, mas temos em nossa vida a responsabilidade de carregar a tocha do evangelho por onde passamos, transmitindo a luz de Cristo.

O lugar mais difícil de carregar esta tocha é, com certeza, o ambiente familiar. As dificuldades são enormes, mas se pedirmos sabedoria de Deus iremos fazer com que a nossa família experimente o calor, a luz de Cristo.

Fogo na Bíblia tem também a ideia de purificação. Se permitirmos que o fogo de Deus esteja presente em nossa vida pessoal e familiar, há de se ter purificação dos pecados, que muitas vezes estão presentes no nosso coração e no próprio ambiente familiar.

Deus quer que façamos parte de seus corredores que levam a tocha do evangelho às nações, a todas as etnias, aos nossos amigos e colegas de trabalho, mas acima de tudo, à nossa família.

Que Deus nos capacite para tal.

Oração: "Quero fazer parte desta equipa, e transmitir por onde passar a tocha do evangelho, especialmente em minha família."

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

(família) Atividades em Família para o Inverno Criam Memórias Calorosas



Precisa de algumas atividades em família para o inverno? Planeie uma celebração do meio do inverno para encantar as famílias com comida, jogos, artesanato e amizade. Também convide famílias da sua comunidade para se juntarem à diversão.

Não importa o clima, seu orçamento ou o tamanho da sua igreja, essas atividades divertidas para a família no inverno aliviam qualquer apatia. Além disso, são uma ótima maneira para famílias com crianças de qualquer idade se unirem.

Preparação: Atividades de Inverno para Famílias

Espalhe a Palavra

Antes, divulgue bem o evento. Para alcançar o maior público possível, utilize uma variedade de métodos de divulgação. Incentive todos a usarem roupas escuras e confortáveis que possam bagunçar.

Espaços Abertos

Você vai precisar de uma área grande e aberta para atividades. Remova qualquer móvel, como mesas e cadeiras, antes do evento. Além disso, divida o cômodo em quadrantes usando fita adesiva. Rotule cada quadrante com um dos seguintes nomes de equipe: Big, Bad Blues; Verde Grunge; Yahoo Amarelos; e Vermelhos Rugidores.

À medida que cada família entra, designe-as para um quadrante de equipe. Uma maneira simples de fazer isso: corte um número igual de quadrados de papel de construção azul, verde, amarelo e vermelho. Dê um quadrado para cada família, trocando de cor conforme cada família que chega. Mantenha os familiares unidos. 

As equipes não precisam ser exatas em número, mas devem ter aproximadamente o mesmo tamanho.

Grub antes dos jogos

A noite em família começa com um verdadeiro piquenique, então convide cada família a trazer seu próprio cobertor e jantar de piquenique. Além disso, peça para as famílias trazerem uma sobremesa ou um lanche para compartilhar com todo o grupo mais tarde à noite. Você precisará fornecer bebidas, pratos de papel, guardanapos e utensílios plásticos.

Quando as famílias chegam, eles espalham os cobertores no chão para o piquenique. Reserve 45 minutos para que as famílias se encontrem, cumprimentem e comam. Depois que a comida e os cobertores forem limpos, peça para as famílias irem ao quadrante de equipe codificado por cores para que os jogos possam começar.

Hora do Jogo

Você vai precisar de vários árbitros voluntários com apitos para começar e encerrar muitos desses jogos.

Também crie uma hashtag (ou coloque várias câmeras descartáveis pelo cômodo) para capturar instantâneos da ação. Depois, compile as fotos ou revele o filme. Depois, crie uma montagem fotográfica divertida das festividades da noite para exibir na igreja.

Comece a noite das atividades familiares para o inverno com uma oração e devoção. Então que comecem os jogos e o alcance social!

14 Atividades em Família para o Inverno

1. Deixe Nevar

Faixa etária: 3 até adulto
Tempo da Atividade: 5 minutos

Materiais:
- 4 sacos de algodão
- um árbitro
- acesso à música "Let It Snow"

Essa guerra de bolas de neve que faz rir é perfeita para famílias com crianças pequenas. Espalhe um saco de algodão em cada quadrante.
- Diz: Vamos fazer uma guerra de bolas de neve! Quando o árbitro apitar, comece a lançar suas "bolas de neve" nos outros times. Mas você deve permanecer dentro do quadrante do seu time — sem sair dos limites. O objetivo é tirar o máximo possível de bolas de neve do quadrante do seu time e entrar nos quadrantes dos outros times. Quando o apito soa no final da música, todos congelam. Depois, cada equipe contará as bolas de neve em seu quadrante.
- Quando o árbitro apitar, toque a música "Let It Snow." Quando a música termina, peça para o árbitro apitar novamente e gritar: "Freeze!" Depois, instrua cada equipe a contar as bolas de neve em seu quadrante.

2. Cavar a neve

Faixa etária: 3 até adulto
Tempo da Atividade: 5 minutos

Materiais:
- Copos de papel

Depois da guerra de bolas de neve, aproveite este divertido jogo de limpeza. Você vai precisar de uma "pá de papel" para cada adulto em cada quadrante. Peça para adultos se unirem com uma ou duas crianças em seus quadrantes para "limpar a neve". Equipes de limpeza de neve dão as mãos ou se cruzam enquanto trabalham juntas para coletar neve em seus pás de papel. Recolha os copos de papel quando as equipes terminarem de cavar.

3. Grande Neve

Faixa etária: 10 a adulto
Tempo da Atividade: 10 minutos

Materiais:
- meias
- Talco para bebê
- um saco plástico de lixo
- Árbitros

Em seguida, tente essa versão da guerra de bolas de neve, para famílias com crianças mais velhas. Três semanas antes do piquenique de inverno, coloque uma caixa de coleta de "meias extras" na sua igreja. Peça para as famílias doarem meias limpas que não tenham parceiro ou que tenham buracos. Depois que todas as meias estiverem coletadas, role cada uma em uma bola. Você pode querer recrutar ajuda para essa tarefa.

Pouco antes do piquenique, cubra as meias com talco de bebê. Uma maneira fácil de fazer isso é colocar várias meias de cada vez em um saco plástico de lixo e polvilhar pó sobre elas. Depois, segure bem a bolsa fechada e sacuda para cobrir bem as meias. Para o jogo, peça para crianças e adultos formarem duplas ou trios e se segurem de mãos dadas ou entrelaçam cotovelos. Dê a cada equipe duas bolas de neve de meia.

Diga: No "go", seu trabalho é eliminar outros times acertando-os com suas bolas de neve cobertas de pó. Se seu colega de equipe for atingido, toda a equipe deve sentar. Você vai saber se foi atingido porque as bolas de neve vão deixar uma marca em você. Escolha com cuidado antes de jogar, já que você só tem duas bolas de neve. Você também pode usar bolas de neve que encontrar no chão. Boa sorte!

Faça um árbitro apitar. Você vai precisar de vários árbitros para monitorar a luta de bolas de neve. As equipes tentam se acertar com as bolas de neve cobertas de pó. Jogue até que só reste um time de pé.

4. Alimente as focas

Faixa etária: Criança pequena e adulta
Tempo da Atividade: 10 minutos

Materiais:
- Biscoitos de peixinho dourado
- pequenos copos de papel Dixie

Este jogo vai encantar os participantes mais jovens. Crianças de até 3 anos gostam especialmente de "alimentar as focas". Formem trios com uma criança e dois adultos.

Faça com que um adulto de cada trio pose como foca. Essas pessoas bem-humoradas precisam estar de joelhos, e vão bater as mãos para cima e para baixo na frente enquanto latem como focas sempre que são alimentadas. Faça todas as focas se alinharem a 25 pés do outro adulto do trio. Dê ao outro adulto — não à foca — um pequeno copinho de biscoitos Goldfish.

O trabalho da criança é correr de um lado para o outro entre os dois adultos, pegando um biscoito de peixe dourado por vez para alimentar a foca até que o copo fique vazio.

5. Pinguins Nidificando

Faixa etária: 3 a 6 anos e adultos
Tempo da Atividade: 10 minutos

Materiais:
- 2 círculos vermelhos, 2 amarelos, 2 verdes e 2 azuis
- Oito balões inflados
- 96 ovos de plástico
- um árbitro

Aqui está outro jogo especialmente para crianças pequenas. Você vai precisar de dois "pinguins" voluntários de cada quadrante. Dê a cada pinguim um "ninho" — um círculo de cartaz que representa a cor da equipe — e 12 ovos plásticos. Dê a cada pinguim um balão inflado.

Peça para cada pinguim colocar seu ninho no centro do quadrante e coloque todos os 12 ovos sobre o ninho. Os pinguins devem então ficar a 3 metros de distância dos ninhos e colocar os balões inflados entre os joelhos. No "go", os pinguins caminham cambaleando em direção aos ninhos.

Enquanto os pinguins caminham cambaleando em direção aos seus ninhos, o trabalho das crianças é roubar ovos dos ninhos dos outros times e colocar os ovos no ninho do time. As crianças podem roubar ovos repetidamente, mas só podem pegar um por vez.

Quando os pinguins finalmente caminham cambaleando até o ninho, eles podem ajudar a proteger os ovos — mas apenas usando os pés.

Após oito minutos, o árbitro apita. A equipe com mais ovos no ninho vence.

6. Trenó puxado por cães

Faixa etária: 3 a 5 anos e adultos
Tempo da Atividade: 15 minutos

Materiais:
- 4 grandes caixas plásticas
- um exercício
- quatro pedaços de corda de nylon de 10 pés
- Cones laranja
- um árbitro

Antes do evento, fure dois furos na frente de cada banheira plástica. Passe um pedaço de corda de nylon pelos buracos e amarre as pontas da corda para criar um trenó e um arreio. Crie uma pista de corrida colocando cones laranja ao redor da sua área.

Incentive os adultos a terem cuidado com essa atividade. Combine um adulto com cada criança de 3 a 5 anos. Faça com que esses parceiros formem duas filas na linha de largada.

Faça as crianças sentarem dentro da banheira e segurarem firme. Seus parceiros adultos entram no arnês de corda de nylon como os "cães de trenó". No "go", duas equipes fazem uma volta pela pista. Tenha as próximas equipes carregadas em suas caixas e prontas para partir assim que as duas primeiras equipes chegarem à linha de chegada.

Continue essa rotação até que todas as crianças tenham tido a chance de montar. Alguns adultos podem precisar correr mais de uma vez.

7. Hóquei no Gelo

Faixa etária: 10 até adulto
Tempo da atividade: 15 minutos

Materiais:
- 20 balões
- 4 Argolas plásticas Hula Hoop
- 4 sacos de lixo grandes
- fita de máscara
- 4 vassouras

Pais e crianças mais velhas adoram jogar essa versão do hóquei no gelo. Peça para cada equipe inflar e amarrar cinco balões. Depois, as equipes colocam seus balões no centro da área de atividades, onde todos os quatro quadrantes se encontram.

Cada equipe criará um objetivo colando um grande saco de lixo em um aro plástico Hula Hoop para formar uma rede improvisada. Peça para cada equipe escolher um portador de gols para segurar a rede de Hula Hoop em uma extremidade da "quadra" do quadrante. Os portadores do gol devem permanecer imóveis durante todo o jogo.

Depois, cada equipe deve escolher um "varredor" — alguém que tenta impedir que qualquer balão entre na rede Hula Hoop. Cada varredor recebe uma vassoura.

Em seguida, peça aos membros de cada equipe formando duplas e segurando as mãos com seus parceiros. No "go", os parceiros podem usar qualquer parte do corpo, exceto as mãos, para tentar colocar os balões nas redes de Hula Hoop das outras três equipes. Jogue até que todos os balões tenham sido depositados nas redes.

8. Pesca no Gelo

Faixa etária: 3 até adulto
Tempo da Atividade: 10 minutos

Materiais:
- Bandejas plásticas para cubos de gelo
- Água
- 200 clipes de papel grandes
- Espetos de kebab de madeira de 12 polegadas
- quatro cavilhas de madeira de 4 pés de altura
- 4 ímãs fortes
- Pistola de cola quente
- Bastões de cola quente
- 1 piscina plástica

Antes do piquenique de inverno, congele 200 "peixes de gelo" — cubos de gelo com um clipe de papel para fora — usando estas instruções:

Encha as bandejas de cubos de gelo com água. Insira um espeto de espetador de madeira de 12 polegadas pelo centro de vários clipes de papel em um dos lados da bandeja. Coloque um clipe de papel em cada cubo e coloque os espetos de kebab em cima da bandeja. Repita para o outro lado da bandeja e depois congele os cubos.

Faça varas de pescar fixando um ímã forte com cola quente na ponta de cada vara de madeira de 1,2 metros. Pouco antes do jogo começar, coloque todos os peixes de gelo na piscina virados para cima. Coloque a piscina no centro dos quatro quadrantes.

Faça com que as quatro equipes se alinhem dentro de seus respectivos quadrantes, de frente para o grupo. Dê a vara de pescar para a primeira pessoa da fila. No "go", a pesca começa. Os membros da equipe pescam até conseguirem pegar um peixe e colocá-lo em seu quadrante. Brinque até que todos os peixes estejam pegos.

Certifique-se de testar as varas de pesca magnetizadas antes de iniciar a atividade. Certifique-se de que seus ímãs sejam fortes o suficiente para levantar os cubos de gelo.

9. Gelados de mármore

Faixa etária: 4 até adulto
Tempo da Atividade: 10 minutos

Materiais:
- Piscina de plástico
- Folhas plásticas
- toalhas
- várias centenas de bolinhas de gude
- Um saco de gelo de 5 libras
- um árbitro
- 4 recipientes plásticos
- Água fria

As famílias podem exercitar a coordenação dos dedos dos pés com esse jogo gelado. Coloque a piscina no centro dos quatro quadrantes, sobre uma lona plástica. Encha até a metade com água fria. Adicione o gelo e as bolinhas de gude. Coloque toalhas e um recipiente plástico em cada quadrante.

Faça todos os jogadores de cada time se alinharem em seus quadrantes e tirar um sapato e uma meia. Quando o árbitro apita, cada jogador coloca o pé na água e tenta pegar uma bolinha usando apenas os dedos dos pés. Quando os jogadores conseguem pegar uma bolinha, eles a colocam no recipiente plástico do time e o próximo jogador da fila sai.

10. Vila do Gelo

Faixa etária: 10 a adulto
Tempo da atividade: 20 minutos ou mais

Materiais:
- Água
- Corante alimentício
- Vários tamanhos de recipientes plásticos
- Um supervisor adulto

As crianças mais velhas vão adorar criar uma vila de gelo neste projeto ao ar livre. Antes do evento, congele água colorida nos recipientes plásticos.
Peça aos participantes para trabalharem juntos do lado de fora para criar uma vila de gelo usando blocos de gelo coloridos. Crie a vila em uma área em frente à sua igreja onde as pessoas possam vê-la. Se seu clima estiver frio, a vila de gelo vai durar muito tempo. Se você mora em um clima mais quente, a vila certamente será um tema de interesse!

11. Expresso Floco de Neve

Faixa etária: 5 a adulto
Tempo da atividade: 10 minutos ou mais

Materiais:
- quadrados de feltro brancos
- Tesoura
- glitter
- Lantejoulas
- cola

As crianças podem fazer esses flocos de neve de lembrança com apenas alguns materiais. Forneça quadrados de feltro branco, tesoura, glitter, lantejoulas e cola. Peça para as crianças cortar um floco de neve do feltro primeiro dobrando-o ao meio, depois novamente ao meio ao longo da dobra. Dobre o feltro novamente em forma triangular no ponto onde as duas dobras anteriores se encontram.

Peça para as crianças desenharem seus flocos de neve cortando formas no feltro dobrado. Depois, eles podem decorar seus flocos de neve com glitter e lantejoulas.

12. Coberturando o Boneco de Neve

Faixa etária: 3 até adulto
Tempo da Atividade: 10 minutos

Materiais:
- 4 rolos de papel higiênico
- feltro laranja e preto
- Tesouras de segurança
- fita
- uma variedade de chapéus, lenços, vassouras, bolsas e outros itens de fantasia
uma forma de tocar a música "Frosty, o Boneco de Neve"

As crianças adoram fazer esse boneco de neve — independentemente da disponibilidade do material branco!

Peça para cada equipe escolher um adulto e uma criança para serem os bonecos de neve. Dê a cada quadrante um rolo de papel higiênico e coloque o restante dos itens no centro da sala.

Diga: Sua equipe vai trabalhar junta para construir um boneco-de-neve e uma criança-de-neve usando os itens da caixa e o papel higiênico que te dei. Você tem 10 minutos para criar seus maravilhosos bonecos de neve. Você deve terminar no tempo que eu te deu, e tem que dar nomes aos seus bonecos de neve para apresentá-los a todos nós. Boa sorte!

Jogue "Frosty, o Boneco de Neve" enquanto as equipes trabalham. Quando o tempo acabar, peça para cada equipe apresentar seus nevos para todos.

13. Família 'Fitti

Faixa etária: de criança pequena a adulto
Tempo da atividade: 10 minutos ou mais

Materiais:
- 2 grandes folhas de papel de açougue
- fita de máscara
- Tinta têmpera
- esponjas
- Água
- Pincéis

Antes do evento, cole-se uma folha de papel de açougue em uma parede onde as famílias, incluindo as pequenas, possam alcançar. Coloque a outra folha de papel de talho no chão para proteger o chão dos pingos de tinta.

Ao longo da noite, incentive as famílias a deixarem suas marcas no papel do talho. Seja escrevendo seus nomes ou desenhando retratos dos eventos ou uns dos outros, essa grande folha de grafite familiar pode ser um lembrete da diversão do piquenique do meio do inverno.

14. Formigas Vermelhas

Faixa etária: 5 a adulto
Tempo da atividade: 10 minutos ou mais

Materiais:
- Marshmallows grandes
- Pretzels de palitos
- gotas de chocolate
- Cobertura tubular
- Pratos de papel
- spray vermelho para decoração de bolo

Termine com um presente especial. O que é um piquenique sem aquelas incômodas formigas vermelhas?

Para cada formiga, você vai precisar de três marshmallows grandes, oito pretzels em varas e duas gotas de chocolate. Peça para as crianças conectar dois dos marshmallows com um pretzel para criar o corpo da formiga. Use outro pretzel para conectar o corpo da formiga à cabeça. Conecte seis "pernas" de pretzel ao corpo. Prenda dois pretzels de palitos na cabeça apontando para cima para as antenas.

As crianças podem borrifar suas formigas usando o spray vermelho para decoração de bolo. Peça para as crianças colocarem um ponto de cobertura tubular na parte de trás de cada gota de chocolate. Aplique os olhos abaixo das antenas.

Este artigo de Sue Acton foi originalmente publicado na ChildrensMinistry.com, © Group Publishing, uma divisão de David C Cook.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

(Crianças) Conduza as Crianças em uma Oração: 10 Momentos Importantes para Conversar com Deus



Saber como conduzir as crianças em uma oração é incrivelmente importante. Ora com os seus filhos ou apenas por eles? Sim, é vital orar pelas crianças quando estão doentes, enfrentando uma situação difícil e sendo tentadas. Mas pais e professores também deveriam orar regularmente com as crianças.

Seja numa sala de aula de EBD ou em casa, pode compartilhar com as crianças as diversas situações que merecem oração. Se é um trabalhador do ministério infantil, compartilhe esses insights com os pais também!

10 Momentos Importantes para Liderar as Crianças em uma Oração

Considere todas essas oportunidades para modelar o poder da oração para as crianças.

1. Faça uma oração de compromisso de fé.

Antes de tudo, os pais devem conduzir as crianças em uma oração de salvação. Pode estabelecer um processo para ajudar nisso. Em vez de orar uma oração de salvação na sala de aula, quando os pais não estiverem presentes, organize uma sessão de aula que pais e crianças participem juntos. Compartilhe uma apresentação clara do Evangelho. Depois, dê aos pais a oportunidade de conduzir as crianças em uma oração de salvação.

2. Ore ao se preparar para viajar.

Lembro que meu pai sempre parava para orar conosco antes de sairmos da garagem. Ele pediu a Deus que nos abençoasse e nos mantivesse seguros de qualquer perigo. Agora faço a mesma coisa com minha família.

3. Ore na hora da refeição.

Em vez de correr para comer porque todo mundo está faminto, pare para abaixar a cabeça. Depois, agradeça ao Senhor pela comida e pelas provisões. Orar com seu filho antes das refeições é algo que ele pode passar para as futuras gerações.

4. Conduza as crianças numa oração na hora de dormir.

Orações antes de dormir são especiais. Elas podem impactar fortemente a vida do seu filho. Ajude as crianças a manter uma lista de pedidos de oração. Alegre-se com as crianças quando Deus responde às orações.

5. Ore juntos ao enfrentar um grande desafio.

Talvez seja um grande teste na escola. Mudando e mudando de escola. Superando um grande medo. Enfrentando um valentão no parquinho. Mostre às crianças que a oração é o primeiro passo ao enfrentar qualquer grande desafio.

6. Falem juntos com Deus quando a tragédia acontecer.

Talvez um avô ou uma pessoa especial faleça. Ou um desastre natural está ameaçando. Ajude a acalmar os medos das crianças orando com elas.

7. Ore ao começar o dia.

Ore com seu filho enquanto ele começa o dia. Peça a Deus para estar com eles e ajudá-los a fazer escolhas sábias. Peça a Deus que guie seus passos e os ajude a se levantar por Ele.

8. Ore por outras pessoas que precisam da ajuda de Deus.

Em seguida, use o poder da oração para abençoar os outros. Pode ser um amigo no hospital. Um missionário no exterior. Pessoas em outros países que enfrentam o desespero. Uma tia na faculdade de medicina que vai fazer uma prova importante. Essa lista é interminável.

9. Ore com seu filho pela provisão de Deus.

Talvez sua família precise de um veículo novo ou de dinheiro para reparos. Talvez seu filho precise de dinheiro para um uniforme de futebol, mas o orçamento da família é muito apertado. Ore para que Deus entre em cena e traga provisão.

10. Orar em família sobre grandes decisões.

Por fim, inclua crianças com certas escolhas familiares. Talvez um dos pais esteja fazendo uma grande mudança de emprego. Ou você está procurando casa ou cuidando dos avós.

Filhos que oram vêm de pais que oram. Orar nos momentos mencionados aqui ajuda as crianças a se tornarem pessoas de oração e compromisso com Cristo. Nada é mais importante do que conduzir as crianças em uma oração e orar com elas.

Este artigo foi publicado originalmente aqui.

terça-feira, 2 de janeiro de 2024

Estabeleça metas

Durante anos, durante o mês de dezembro, estabeleci metas para o próximo ano novo. Estabelecer metas nesta próxima semana me dará tempo para orar e me preparar para atingir essas metas. Talvez essas perguntas ajudem a estabelecer metas para o novo ano:

1. Qual será o meu plano de leitura da Bíblia?  

2. Que passo específico vou dar no novo ano para amar melhor a minha família? Se eu não fizer planos intencionais, vou deixar meus relacionamentos caírem na mediocridade.

3. Em qual(is) não(s) crente(s) vou concentrar minhas orações e esforços evangelísticos? Durante anos, meu primeiro foco foi minha mãe e minha irmã. Eles permanecerão no topo da minha lista no próximo ano, a menos que Deus os salve nas próximas semanas. Não perco a esperança.

4. Em quem investirei minha vida de discipulado? Eu sempre quero ter pelo menos duas a três possibilidades específicas de mentorados em mente quando eu começar um novo ano.

5. Qual pecado vou lutar mais para superar no novo ano? Não sou perfeito, mas não posso permitir que essa admissão diminua meu compromisso de viver em obediência. Todo ano deve começar com arrependimento e terminar com meu ser mais semelhante a Cristo.

6. Quais serão as minhas metas de doação e poupança para este novo ano? Eu costumo gastar espontaneamente, então preciso de compromissos claros para o próximo ano. Estabelecer metas de doação e salvamento me força a considerar o quão egoísta posso ser.

7. Quando vou jejuar regularmente no próximo ano? Obviamente, creio que Cristo espera que Seus seguidores jejuem. Por isso, quero começar o ano com um plano de obediência.

8. Que viagem(ões) de missão farei? Nem sempre sei oportunidades e locais exatos neste momento, mas ainda posso me comprometer a fazer um certo número de viagens. Meu objetivo é estar em campo pelo menos duas vezes por ano.

9. Que livros vou finalmente ler no próximo ano? Eles estão na pilha há muito tempo. Agora é a hora de colocá-los na agenda.

10. Estou comprometido a seguir a Deus – independentemente do sacrifício ou custo? É fácil responder a essa pergunta, desde que o preço que pago seja mínimo. Reconsidero a questão a cada ano, porém, porque só Deus sabe o que o próximo ano trará.

- http://www.chucklawless.com/ - Chuck Lawless atualmente atua como Professor de Evangelismo e Missões e Diretor de Estudos de Pós-Graduação no Seminário do Sudeste. Você pode se conectar com o Dr. Lawless no Twitter @Clawlessjr e em facebook.com/CLawless.

sábado, 30 de janeiro de 2021

carta ao filho ecologista



“Meu querido filho, na sexta-feira, faltaste às aulas para participar na manifestação pela defesa do ambiente. Então, eu e o teu pai decidimos aderir à tua causa e reduzir a pegada de carbono da nossa família.

A partir de hoje suprimiremos smartphones, consolas de jogos, internet e televisão. Segundo parece, tudo isso é causador de detritos electrónicos que envenenam os rios do sudoeste asiático.

Não iremos mais de férias de avião ao estrangeiro, nem praticar ski, nem fazer camping-car no sul de França, e até já decidimos vender a roulotte.

No próximo Verão eu e o pai já programámos caminhadas e passeios de bicicleta pelos passadiços da ria de Aveiro.

Tu farás exercício físico indo a pé para o colégio, visto que a bateria da tua trotinete não é reciclável.

Quanto ao vestuário, acabaram-se as grandes marcas fabricadas pela mão de obra escrava infantil, comprar-te-emos apenas roupa fabricada com tecidos eco responsáveis, tais como, linho, lã crua, bombazina, etc.

Passaremos a consumir unicamente alimentos biológicos, banindo assim toda a comida industrial.

À noite, dedicar-nos-emos à leitura de livros impressos em papel reciclado, evidentemente, e jogaremos xadrez, damas e jogos educativos, fabricados em madeira, evidentemente.

Claro que teremos que passar a ir para a cama mais cedo para economizar energia.

Estamos seguros que tu aderirás a este programa fantástico com todo o entusiasmo.

A tua Mãe, com todo o amor."

domingo, 27 de dezembro de 2020

Conhece os benefícios da oração


A oração em família é uma prática que muitos realizam e que traz grandes benefícios como: a união, a cumplicidade, o respeito entre os membros e a paz na casa. 

Há um ditado muito conhecido que diz: "A família que ora junta, permanece junta". Isto tem a ver com a prática de orarem juntos, em família, por permite o ambiente de partilha, de união e de confiança entre os integrantes do lar.

São incontáveis os benefícios de orar com os nossos parentes; explicamos alguns benefícios:

1 - Constrói a união familiar

Talvez este seja um dos principais benefícios de orarmos juntos. Quando estamos unidos Deus está connosco, nesse sentido, podemos sentir a Sua presença, esse sentimento agradável multiplica-nos e faz-nos comprometer com seus valores de amor para com os outros.

Quando oramos juntos e compartilhamos os nossos altos e baixos, nos tornamos seres mais emocionais e isso leva-nos a uma atitude de amor para com os outros.

2 - A oração reduz o stress

Existem relatos sobre os benefícios da oração. Um deles indica que a oração promove um sentimento de paz, reduz o stress e torna-nos mais bondosos.

Reduzir o stress familiar é um importante benefício de fortalecimento para todos, que por sua vez traz aceitação e amor.

3 - Fé torna-se prioridade

Tendo desenvolvido o compromisso com a oração familiar, dedicamos aquele momento para criar uma conexão com o Senhor, o que é, sem dúvida, bom.

Quando a fé se torna uma prioridade, significa que vemos o Senhor como uma parte importante das nossas vidas e que nos permite viver a vida com maior optimismo, o que é benéfico de inúmeras maneiras.

4 - Nossas diferenças são postas de lado

A família que ora junta pode ver como seus sentimentos menos bons e dificuldades são deixados para trás quando Deus vem ao de cima.

A oração também permite-nos entender que não devemos julgar, mas aceitar-nos em amor.

Da mesma forma, quando oramos em família, temos a certeza da paz que o Senhor traz para casa e nos ajudará a reconciliar-nos.

5 - A oração familiar permite que nos conheçamos

Outro factor importante na oração familiar é que ela permite-nos confessar nossas maiores vitórias e piores aflições. Isso traz conhecimento e compreensão para o que o outro vive. Da mesma forma, quando as bênçãos são compartilhadas e apreciadas, isso acarreta um efeito de cumplicidade que causa bem-estar entre os membros do lar.

terça-feira, 6 de agosto de 2019

missão liberdade


A 15 de Julho de 2019, um punhado de CIDADÃOS, do Norte, Centro e Sul de Portugal, num verdadeiro acto de CIDADANIA, deu um claro aviso “à navegação”, a quem está especialmente indigitado para cumprir e fazer cumprir a Lei Geral (Constituição da República Portuguesa), em particular no que diz respeito ao previsto no seu Art.º  36, nº 5 e Art.º 43, n.º 2, ao entregar cartas, por mão própria, acompanhadas de algumas dezenas de assinaturas de subscritores, aos seguintes titulares dos cargos da Administração Pública:

Ministro da Educação
Doutor Tiago Brandão Rodrigues
Lisboa - CLIQUE

Presidente da República
Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa
Palácio de Belém -  CLIQUE

Presidente da Assembleia da República
Dr. Eduardo Ferro Rodrigues
Palácio de São Bento -  CLIQUE

Portugal precisa da Liberdade das famílias, dos direitos dos Pais, do bem dos nossos filhos!

MISSÃO CUMPRIDA!

Se desejar subscrever as Cartas Abertas, poderá fazê-lo reencaminhando este e-mail para os seguintes endereços:

gab.ministro@medu.gov.pt
belem@presidencia.pt
plataforma-rn@outlook.com
gabpar@ar.parlamento.pt


.................................................................

Exmo. Senhor Presidente da Assembleia da República
Dr. Eduardo Ferro Rodrigues

Assunto importante: liberdade das famílias ameaçada!

Viemos do Norte, do Centro e do Sul de Portugal.

E o que nos traz cá?

É que este ano lectivo o Estado (Ministério da Educação) com a introdução da
disciplina obrigatória de “cidadania e desenvolvimento” e da promoção de
conteúdos ideológicos inseridos em contextos diversos à revelia dos pais,
instaurou o desassossego nas escolas.

• Há pais ameaçados!
• Há pais com medo!

Tais conteúdos e disciplina espelham visões da vida e do mundo que,
legitimamente, muitos Pais não partilham.

A nossa Constituição assegura que “o Estado não pode programar a educação
e a cultura segundo quaisquer diretrizes filosóficas, estéticas, políticas,
ideológicas ou religiosas”.

Muitos Pais estão conscientes dos direitos que a Constituição lhes reconhece. E
não vão calar.

Assim solicitamos a V. Exa. que transmita aos diversos grupos parlamentares,
bem como a cada um(a) dos(as) Senhores(as) Deputados(as), que a Constituição
da República é para se cumprir.

Portugal precisa da liberdade das famílias, dos direitos dos Pais, do bem dos
nossos filhos.

...........................

Sr. Ministro da Educação
Tiago Brandão Rodrigues (Doutor)

Viemos do Norte, do Centro e do Sul de Portugal para dizer:
- São os PAIS quem tem de educar os filhos, não é o Estado nem a escola.

Em matérias ideologicamente sensíveis os Pais têm de consentir.

Por isso:
• A disciplina de “cidadania e desenvolvimento” não pode ter carácter
obrigatório, os Pais têm de a poder autorizar para os seus filhos.
• A promoção de qualquer tipo de visão da vida, do mundo, do homem e da
mulher que não seja comum a todos (e hoje em dia quase tudo é
questionado) seja em contexto de aula curricular, extra-curricular ou de
enriquecimento curricular, seja em qualquer outra actividade a desenvolver
em espaço escolar, tem de ter prévio e explícito consentimento dos Pais.

Há Pais que desejam para os filhos essa disciplina e essas actividades. E há Pais
que não desejam para os filhos essa disciplina e essas actividades.

Todos eles “têm o direito e o dever de educação e manutenção dos filhos”
(Constituição da República Portuguesa - art.º 36, nº 5)

E “o Estado não pode programar a educação e a cultura segundo quaisquer
diretrizes filosóficas, estéticas, políticas, ideológicas ou religiosas” (idem -
art.º 43.º, n.º 2).

Os Pais não são uma ameaça para os filhos. Ninguém sabe olhar pelos filhos tão
bem quanto os Pais.

Por isso, há Pais que nunca esquecem os seus direitos e liberdades.

Portugal precisa da liberdade das famílias, dos direitos dos Pais, do bem dos
nossos filhos!

...................................................

Exmo. Senhor Presidente da República Portuguesa
Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa

Assunto importante: Ministério da Educação ameaça liberdade das famílias!

Viemos do Norte, do Centro e do Sul de Portugal para pedir:
- Faça cumprir a Constituição!

Este ano lectivo o Ministério da Educação:
a) impôs a disciplina obrigatória de “Cidadania e desenvolvimento”, que
inclui visões do mundo e da vida que não são partilháveis por todos
b) introduziu conteúdos igualmente ideológicos em contextos escolares
diversos sem o indispensável consentimento dos pais.

Esta imposição está a gerar desassossego, ameaças e medo!

Mas sobretudo é uma imposição que viola a Constituição que assegura:
“o Estado não pode programar a educação e a cultura segundo quaisquer
diretrizes filosóficas, estéticas, políticas, ideológicas ou religiosas”
Há muitos pais que não esquecem os seus direitos.

Portugal precisa da liberdade das famílias, dos direitos dos Pais, do bem dos
nossos filhos!  


não há família b


Karl Marx afirmou que a Família é uma estrutura social opressora, na qual o homem representa o papel de “proprietário”, quer da sua mulher, quer dos seus filhos. E que desta decorre a aceitação colectiva e acrítica de um sistema patriarcal, hierarquizado, favorecedor da transmissão da propriedade entre gerações e, portanto, da perpetuação da propriedade privada, pedra angular do capitalismo e do sistema financeiro. Foi, por isso, proposta a destruição da Família, enquanto caminho para o socialismo, tal como foi tentado na União Soviética, embora sem sucesso. A via da força mostrou-se ineficaz.

Havia que substituir estes vínculos por outros, como propuseram, posteriormente, os estudos desenvolvidos pela Escola de Frankfurt. A década de 1970 trouxe a revolução sexual, a “libertação” da mulher e a dissociação do significado unitivo do matrimónio. A mulher, agora emancipada do marido, passou a ser escrava do mercado de trabalho e a fugir ao apelo biológico da maternidade. Em simultâneo, surge a necessidade de retirar à criança a noção de autoridade dos pais, substituindo-a pela autodeterminação indiscriminada, numa sociedade obediente apenas à autoridade do Estado.
Nesse contexto, o conceito de “género” surge institucionalmente na Conferência de Pequim de 1995 organizada pela ONU – a IV Conferência Mundial sobre a Mulher: Acção para a Igualdade, Desenvolvimento e Paz –, que visava alcançar um conjunto de resoluções para defender os direitos da mulher e a igualdade.

Assim, a par da bandeira do combate à discriminação, sob pretexto de uma maior elegância da linguagem, a palavra “sexo” passou a ser progressivamente substituída por “género”. Ao estilo da novilíngua orwelliana, sexo deixou de significar a distinção biológica entre masculino e feminino, sendo substituído por dezenas de géneros à la carte, que vão desde o não-binário a genderfluid (género variável). Assim se iniciou a implementação da agenda da ideologia de género, advogando que a identidade sexual do indivíduo resulta da cultura e não da biologia e que, no fundo, todos os seres humanos nascem iguais, podendo cada um ser o que pretender.

Enquanto ideologia, esta não é mais do que um erro a propalar, que derruba os princípios naturais e instituídos, longe de toda e qualquer fundamentação científica. Mas, tratando-se de um erro que vai contra os princípios, como pode vingar uma ideologia? Antes de mais, é necessário alguém interessado no erro; segue-se a necessidade da sua propagação e a existência de um público-alvo treinado para não pensar e o aceitar.

Definido o erro, identificam-se os interessados. São eles as instituições nacionais e internacionais que procuram conquistar a hegemonia cultural e política. Baseando-se no princípio marxista da concentração de poder absoluto dos direitos dos cidadãos, com suposto benefício colectivo (incluindo a manutenção da Paz mundial), estas aprofundam o controlo da liberdade religiosa, de pensamento e de comunicação. Prevalece a socialização secundária, focada na interacção do indivíduo com a sociedade (incluindo escola, grupo de amigos, trabalho), e onde assume diferentes papéis para corresponder às expectativas dos outros. Neste processo, as pessoas são descartáveis e substituíveis, em contraste com a socialização primária, característica da Família, no seio da qual se aprendem os valores, a moral e os modelos comportamentais, onde as relações são baseadas no amor e nos vínculos, onde o indivíduo é insubstituível. Naturalmente que há um grande interessado na secundarização da sociedade e na destruição da Família: o sistema financeiro.

Apresentada deste modo, essa imposição seria, desde logo, rejeitada pela sociedade ocidental, fundada na ética judaico-cristã, na filosofia grega e no direito romano. Mas não se assiste a essa resistência por dois motivos. Primeiro, porque, numa perspectiva gramsciana, o erro é implementado paulatinamente e propagado pelo sistema educacional e meios de comunicação social. Depois, sentindo (aparentemente) garantidas a sua segurança e comodidade, os cidadãos não vêem a ditadura de pensamento como uma ameaça.

Em acréscimo, é imperativo que o erro seja transmitido desde tenra idade, antes da formação da concepção do certo e do errado. Logo no ensino pré-escolar é implementada a ideia de que a moralidade surge do próprio para o próprio, segundo as suas regras pessoais, distanciando-o dos valores cristãos, que estabeleceriam os limites na conduta, nas leis e na política. Dessa forma, o indivíduo ficará facilmente permeável a novas ideias, incluindo aquelas propulsoras dessa hegemonia, que anulam o próprio e a sua individualidade. Em suma, a ideologia de género é isso: uma forma de anular o certo e o errado, fugindo às leis naturais e transmitindo a ideia de que tudo surge do pensamento, da vontade e do sentir. E haverá melhor forma de instalar essa ambiguidade do que a destruição da identidade do indivíduo, levando-o a aceitar os juízos dos que o rodeiam e instruíram, incluindo as escolas?

É por isso que, actualmente, cada vez menos se valorizam os conteúdos a difundir nas instituições de ensino, que passaram a ser um espaço de doutrinação, pela disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, onde subliminarmente estão a ser incluídos os princípios da Ideologia de Género, com vista à “educação das massas”. E os pais, mais focados nas preocupações económicas, não se apercebem destas movimentações ou simplesmente se demitem da responsabilidade de educar os filhos, delegando na escola esse papel.

Nesse percurso, algo mais grave acontece: os filhos passam a ser da responsabilidade do Estado e não dos pais. Embora muito pouco noticiado, já não faltam episódios a denunciarem-no: pais condenados a prisão na Alemanha, por impedirem os filhos de assistir às aulas de educação sexual nas escolas (2009); na Noruega, os filhos foram retirados aos pais por serem “muito cristãos” (2016); mais recentemente, um pai cristão russo e residente na Suécia pediu asilo para sua família à Polónia, após o Estado sueco entregar as suas filhas a uma família muçulmana libanesa (2019); uma mãe espanhola foi condenada a trabalho comunitário por esbofetear o filho que não queria tomar duche (2019); e tantos outros exemplos.

Desta forma, começa a instalar-se o receio dos pais educarem os filhos segundo os preceitos e os costumes familiares da sociedade ocidental. Não será esta uma forma de marxismo implementado pelo medo, que muitos teimam em rejeitar ou relativizar?

Não é por acaso que há quem se sinta fortemente ameaçado por conteúdos leccionados nas escolas, activismos infiltrados nas instituições públicas, marcas de roupa e séries televisivas com mensagens subliminares e tantas outras formas de propaganda. Para os mais distraídos, menos informados e mesmo já manipulados, tal não é mais do que “teoria da conspiração”, fundamentalismo e intolerância. Infelizmente não é.

Outros, mais alerta, apercebem-se desta realidade e surgem grupos* cada vez mais organizados e políticos que ousam fazer-se ouvir, fugindo do medo e do politicamente correcto. O travão a este caminho ideológico só é possível com a participação cívica de todos os pais que procuram uma sociedade melhor para os seus filhos e que acreditam no valor inestimável das raízes judaico-cristãos do mundo ocidental.

O combate em Portugal está só a começar. Todos estamos convocados.

Joana Bento Rodrigues (médica), 2/8/2019


quarta-feira, 15 de maio de 2019

Famílias monoparentais crescem 12% em cinco anos


Em 2018, a soma das famílias sem filhos ou que vivem só com um dos pais ultrapassou a dos casais com filhos.

A família em Portugal está a mudar: o peso das categorias ditas tradicionais está a reconfigurar-se. As monoparentais (em que só um dos progenitores vive com os filhos) são as que mais crescem: 4,6% num ano (2017/2018) e 12% em cinco anos. Aumentam também as famílias sem filhos e caem, acompanhando o ritmo dos anos anteriores, as famílias com filhos. Hoje é o Dia Internacional da Família.


terça-feira, 23 de abril de 2019

Juntos a lutar pelas nossas famílias...



Aliança política entre católicos e evangélicos... Não podemos aceitar que as nossas escolas tornem-se em fábricas de destruição do património moral judaico-cristão. Por isso, católicos e evangélicos deveriam deixar de lado as suas diferenças para trabalharem juntos pelo bem comum e pelas nossas famílias, antes que seja tarde demais.

Gostaria de convidar os meus amigos a verem este vídeo... clique AQUI

Obrigado.