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segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Poligamia é natural, diz investigador

Poligamia é natural, diz investigador, que explica diferenças de género com ciência e história




A poligamia é natural no ser humano e a monogamia foi criada para a mulher, diz o investigador português Rui Diogo, que usa a ciência e a história para explicar a relação entre géneros.

"Se a monogamia fosse natural não tínhamos que fazer leis e matar pessoas por causa da poligamia. Não se fazem leis para dormir ou para beber. Mas matam-se pessoas por não serem monogâmicas", defende o especialista em biologia evolutiva e antropologia, investigador e professor na Faculdade de Medicina da Universidade de Howard, em Washington, nos Estados Unidos, autor de mais de uma centena de artigos em revistas como a Nature e autor ou coautor de mais de uma dúzia de livros.

Numa palestra em Lisboa, a primeira de uma série que está a dar em várias cidades de Portugal, Rui Diogo garantiu que "não há fundamentos biológicos para a monogamia", afirmando que na natureza nenhuma espécie é monogâmica, incluindo algumas apontadas como tal (algumas aves). As fêmeas dos chimpanzés, que se assemelham ao ser humano, relaciona-se com uma média de oito machos por mês, disse.

Nas palavras do investigador, a poligamia acontece hoje em todas as tribos da amazónia e uma das "provas" de que sempre foi assim no passado nas espécies que se estudam, afirma, é o dimorfismo (características físicas diferentes, como o homem ser mais alto do que a mulher). "Os ossos podem dizer se os animais eram monogâmicos", afirma.

Estudando em profundidade outras espécies conclui-se também que não há uma única em que 8% a 10% dos indivíduos não sejam homossexuais (há uma espécie de morcegos em que chega a 35%), a mesma percentagem que se admite para o ser humano, e que tal acontece naturalmente, em todas as espécies.

Partindo da biologia e da história o investigador explica depois que o machismo e a diferença entre géneros fazem parte do passado recente da humanidade, que há estudos que indicam que 90% da comida era providenciada pela mulher no tempo dos humanos caçadores/recoletores, e que com a agricultura e as religiões surgiu a imposição da monogamia, mas apenas para a mulher.

"Com a agricultura surge o conceito de propriedade. Os meus animais, a minha colheita. E surge a herança. Eu tenho que ter a certeza absoluta de que o filho é meu. A partir da agricultura a mulher torna-se uma propriedade".

Rui Diogo traça a partir daí um quadro negro para o sexo feminino, a mulher assexuada da era vitoriana (século XIX), as mulheres bruxas na idade média, queimadas na fogueira, as mulheres alvo de excisão genital entre a população de origem europeia até há 60 anos, a própria aliança de casamento que começou por ser um símbolo de que a mulher tinha dono.

Mas, ainda nas palavras do investigador, o homem só supera a mulher na visão tridimensional e na força física.

Segundo o investigador, "as mulheres são mais resilientes, melhores alunas, superam melhor alterações do ambiente" e, diz Rui Diogo sempre citando estudos, são também mais promiscuas, ainda que não o pareçam, porque dizem "o que a sociedade quer que digam".

"O sexo é natural mas o género é construído", afirma.

E são também mais felizes no divórcio, porque o casamento foi "uma coisa feita pelos homens e para os homens".

De resto, garante o biólogo, doutor em biologia evolutiva e pós-doutorado em antropologia, após cinco anos de casamento os estudos indicam que a oxitocina (ligada à paixão) acaba e a testosterona (hormona masculina) aumenta.

"Fisiologicamente não há relação entre amor e sexo, pode-se amar alguém e desejar outra pessoa, e isso, pelo menos isso, aplica-se ao homem e à mulher", conclui.

Lusa



COMENTÁRIO PESSOAL:

Misericórdia!!!   

quinta-feira, 3 de março de 2016

namoro e sexo


Nossos jovens... que dizer? Esta semana estava a vir de autocarro para casa e umas jovens de cerca de 22 anos estavam a comentar sobre os jovens mais novos que elas, e uma delas afirmou que estava preocupada, e que a nova geração estava perdida. Isto foi digo por uma jovem não cristã!

Os nossos jovens estão a viver de forma imoral, e até mesmo jovens cristãos estão a viver fora dos princípios bíblicos... Aqui vou deixar um excerto de uma pregação do Pr. Cláudio Duarte, e um pequeno esclarecimento a respeito da relação sexual.

A relação sexual significa pacto. Embora a pessoa não saiba o que está a acontecer, ela se torna um só com o outro, pois une-se no físico que envolve a dimensão da alma e do espírito. Todo o acto sexual é um pacto de sangue. Em Génesis 2.24 diz que quando o homem se casa com a sua esposa, tornam-se os dois numa só carne. Sexo não é "apenas sexo"! Sexo é uma aliança de sangue! A ciência já provou que todo o acto sexual tem derramamento de sangue (pois são difundidas milhares de gotículos de suor), por meio de exames microscópicos. No casamento essa aliança não pode ser tocada por satanás, pois é abençoada por Deus. Fora do casamento, o sexo é dominado por satanás.

Pregação do Pr. Cláudio Duarte: PREGAÇÃO