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terça-feira, 12 de maio de 2026

Princípios da vida cristã para crianças (e adultos!)



Os princípios da vida cristã são uma preocupação constante para a maioria dos pais e professores da Escola Dominical. Mas essas dicas não são exclusivas para crianças. Continue a ler para conferir lembretes importantes sobre a fé, independentemente da idade!

Uma coisa que é sempre verdade sobre ser pai ou mãe é que repetimos instruções e princípios constantemente. Nada nunca funciona na primeira vez!

Por sermos do Sul, nossa família valoriza as boas maneiras. Ensinamos nossos filhos a dizer "Sim, senhora" e "Não, senhor" como forma de respeito aos adultos. Constantemente os lembro de falar com respeito. Digo isso com tanta frequência que, em uma reunião outro dia, instintivamente comecei a dizer a um colega: "Você quis dizer 'Sim, senhor'?"

Ao repetir essas palavras para meus filhos tantas vezes, percebi que elas também funcionam para o meu próprio coração. Em muitas situações, vi que precisava seguir os princípios da vida cristã que transmito aos meus filhos.

9 Princípios da Vida Cristã para Todas as Idades

Aqui estão alguns princípios que minha esposa e eu transmitimos aos nossos filhos. Como vocês podem ver, eles também se aplicam muito bem aos adultos.

1. Você não precisa gostar do que eu digo, mas precisa falar gentilmente.

Ah, como isso mudaria o tom de uma discussão.

“O amor é paciente e bondoso…” —Paulo, 1 Coríntios 13:4

2. Você fez a coisa certa, mas com a atitude errada.

A Bíblia fala sobre isso; “Cada um dê conforme determinou em seu coração, não com pesar ou por obrigação, pois Deus ama quem dá com alegria.” —Paulo, 2 Coríntios 9:6-7

3. Só porque você pode, não significa que você deva.

Nem todas as ideias são boas. Se alguém lhe disser isso, está mentindo. A vida adulta nos dá mais liberdade… o que nem sempre é bom. Inúmeras opções estão ao seu alcance. Mas não corra atrás de algo só porque você pode. A maturidade nos ensina a ter moderação.

“Tudo me é permitido, mas nem tudo convém. Tudo me é permitido, mas nem tudo edifica.” — Paulo, 1 Coríntios 10:23

4. Todos nós ajudamos por aqui. Mesmo quando a confusão não é nossa.

Trabalho em equipa é fundamental para o sucesso. E se quer conquistar a simpatia de alguém, ajude essa pessoa a resolver um problema que ela mesma criou.

“Que cada um cuide, não somente dos seus próprios interesses, mas também dos interesses dos outros.” — Paulo, Filipenses 2:4

5. Confie em mim porque eu te amo. Não porque você acha que o que estou dizendo é 100% verdade.

Meus colegas provavelmente acreditaram em algumas das minhas dicas sem realmente acreditarem em tudo. Mas espero que confiem no que digo porque vem de um coração cheio de amor.

6. Posso estar chateado(a) consigo, mas eu não deixei e não vou deixar de te amar.

Precisamos verbalizar isso com mais frequência. Isso cria segurança e proteção. O amor incondicional não exige que a outra pessoa atenda a certas condições para ser "digna" de amor. Em outras palavras, eu não deixo de te amar porque você errou. Meu amor por você não é condicional.

“Um novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros.” —Jesus, João 13:34

7. Reclamar não vai te levar a lugar nenhum.

As pessoas geralmente levam muito tempo para aprender isso!

“Façam tudo sem queixas nem discussões…” —Paulo, Filipenses 2:14

8. Seja gentil. Ela é sua irmã. Ela não vai embora.

Se aprendêssemos a trabalhar bem em equipa, nossas organizações seriam muito mais eficientes.

9. Se quer ter bons amigos, precisa ser um bom amigo.

“Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. Porque, se um cair, o outro levanta o seu companheiro; mas ai do que estiver só quando cair, porque não haverá outro que o levante!” — Salomão, Eclesiastes 4:9-10

Agora é a sua vez! Quais princípios da vida cristã que você ensina aos seus filhos também se aplicam aos adultos? Compartilhe alguns nos comentários abaixo!

Ben Reedhttp://www.BenReed.net/

Ben Reed é o pastor de pequenos grupos da Long Hollow, uma igreja com várias unidades na região de Nashville, Tennessee. Ele possui um mestrado em Divindade pelo Southern Baptist Theological Seminary. Ben também é um ávido apreciador de café e praticante de CrossFit, mas não ao mesmo tempo. Acompanhe Ben em BenReed.net. Em seu livro, "Starting Small: The Ultimate Small Group Blueprint" (Começando Pequeno: O Guia Definitivo para Pequenos Grupos), ele auxilia líderes no processo de estruturação de um ministério de pequenos grupos e na criação de um espaço acolhedor onde as pessoas possam se desenvolver e crescer.

domingo, 25 de maio de 2025

o poder dos pais que oram (resumo) - parte 1


Confesso que uma das coisas mais complicadas é ler um livro, sem tirar apontamentos que possam servir de ensino. A forma que encontrei para ajudar-me a ler mais, é escrever. Pelo que, aqui seguem os apontamentos que fui fazendo do livro "O poder dos pais que oram". Ao colocar online obriga-me a ser um praticante do que estou a escrever, porque que adiante ler, escrever, e colocar para outros leres, e não praticar? Espero que seja de bênção para as vossas vidas, como de certeza será na minha vida, e na vida da minha família!

As orações dos pais resultam em uma grande e maravilhosa mudança na vida dos filhos, como os pais e os filhos nunca imaginaram que possa acontecer. As orações dos pais funcionam. Não funcionam sempre, mas mesmo quando essas orações não são respondidas de imediato, o facto de orar ou ser alvo de oração faz com que o filho se sinta melhor.

"Derrama o teu coração como água perante o Senhor; levant a Ele as tuas mãos, pela vida dos teus filhinhos" (Lamentações 2:19)

É a melhor das tarefas. É também a mais difícil das tarefas. Os pais e as mães tentam fazer o melhor possível para criar os seus filhos. Os pais pisam terreno desconhecido à medida que deparam com novas faixas etárias e novas etapas com os seus desafios próprios. Às vezes encontram tempestades e ondas gigantescas. Algumas vezes sentem-se cansados que têm vontade de desistir. 

Nunca seremos pais perfeitos. Em cada estágio da vida dos nossos filhos, eles precisam e serão grandemente beneficiados por nossas orações. Dando um passo de cada vez, temos de apresentar cada detalhe da vida dos nossos filhos em oração. 

Jamais subestime o poder dos pais que oram. Sem Deus estamos destinados a repetir os erros do nosso passado e imitar o que observamos.

Não é possível vigiar os nossos filhos 24 horas por dia, mas temos alguém que pode fazer isso por nós! Podemos entregar a vida dos nossos filhos diariamente a Deus. Esta entrega não significa que iremos abdicar da nossa responsabilidade como pais, mas sim que iremos trabalhar em total parceria com Deus.

Como pais, parte importante da nossa tarefa é apresentar em oração os detalhes da vida dos nossos filhos.

Deus nunca promete que nunca acontecerá algo menos bom com os nossos filhos, mas a oração liberta o poder de Deus para operar na vida deles, e, no decorrer do tempo, podemos desfrutar de mais paz nesta parceria divina.

O poder de Deus penetra na vida dos filhos quando os pais oram.

Quando oramos, reconhecemos e experimentamos a presença de Deus, e pedimos que Ele esteja presente em nossas vidas e circunstâncias. É buscar a presença de Deus e libertar o poder que Ele nos dá para superar qualquer problema.

De acordo com Mateus 18:18, Deus nos outorga autoridade na terra e, quando nos apossamos dela, Ele derrama o Seu poder sobre nós. Quando não oramos, é como se disséssemos que não precisamos de nada além de nós mesmos. Orar em Nome de Jesus é a chave para receber o poder de Deus (João 16:23). Orar em Nome de Jesus nos dá autoridade sobre o inimigo e prova que temos fé em Deus para agir de adorco com as Suas promessas.

Orar não só produz efeito em nós, mas também influencia as pessoas pelas quais oramos. Ás vezes podem demorar dias, semanas, meses, e até anos, mas as nossas orações jamais são perdidas ou sem sentido (Tiago 5:16)!

Creia no poder da oração! E saiba que os detalhes de nossa vida são importantes para Deus. Não basta orar apenas pelas preocupações do momento; precisamos orar pelo futuro e contra as influências de acontecimentos do passado. 

Peça a Deus que oriente como orar por cada filho nos próximos meses. Deus é o único que realmente sabe o que os seus filhos precisam e quais os desafios que enfrentarão no futuro. A Bíblia diz: "A intimidade do Senhor é para os que O temem" (Salmo 25.14).

A batalha pela vida dos filhos é travada em oração, e não há nada melhor do que proclamar a Palavra de Deus em nossas orações. Por isso, quando estiver a orar por seus filhos, inclua versículos apropriados da Bíbilia em suas orações. Ex.: Filipenses 4:13; Salmo 24:17.

Sempre que orar por seus filhos, faça-o como se estivesse a interceder pela vida deles. Deus tem um plano perfeito para a vida dos seus filhos, mas Satanás também tem um plano para eles: destruí-los. Mateus 12:29 - Através das nossas orações podemos também proibir que ele ataque a vida dos nossos filhos.

É claro que Satanás pode causar muito dano se não ensinarmos os caminhos e a Palavra de Deus aos nossos filhos, se não os ajudarmos a respeitar as Leis de Deus, e se não os disciplinarmos, orientarmos e ajudarmos a fazer opções santas (Provérbios 22:6).

A oração e a instrução adequada nos caminhos e na Palavra de Deus vão garantir que estas coisas não aconteçam e que o plano de Deus vença - não o de Satanás (Tiago 4:7). Se estivermos armados com as Escrituras, ele terá de contender com a Palavra de Deus.

Os filhos que optam por andar longe do "guarda-chuva" das bênçãos de Deus estão expostos a todo o tipo de mal. Os nossos filhos podem tomar decisões erradas, e iráo colher as consequências dessas más decisões. Se o seu filho fez escolhas erradas, não se culpe nem pare de orar. Mantenha aberto o canal de comunhão com ele, continue a interceder e proclame a Palavra de Deus. O seu combate não é contra o seu filho e, sim, contra Satanás (Salmo 18:37-39).

... continua ...

terça-feira, 8 de abril de 2025

desafiando o medo



Desde a criação do Homem, o medo é um sentimento que se faz presente. Depois de ter desobedecido a Deus, Adão sentiu medo (Gn 3:9,10).

As primeiras manifestações de medo aparecem logo após o nascimento. Inicialmente, ele se constitui numa defesa da própria natureza para a preservação da pessoa, mas pode chegar a ser uma terrível barreira ao desenvolvimento saudável da personalidade. É fundamental considerarmos os nossos medos e identificá-los para termos condições de vencê-los, lembrando que devemos contar com a ajuda imprescindível de Jesus nesta difícil tarefa.

Vamos direccionar esta reflexão para os medos que a partir das nossas preocupações ganham forma e interferem diretamente a nossa maneira de agir e ser. Para comprendermos melhor os fenómenos que podem nos atingir, veremos, de maneira simples, alguns termos:

Medo - É o temor específico, concreto e objectivo perante algo que, de alguma forma, aproxima-se de nós, trazendo inquietude e alarme. É a percepção de um perigo real que nos ameaça, como é o caso de uma esposa que está com muito medo porque o seu marido perdeu o emprego. "O que acontecerá agora?", pensa, em sinal de preocupação.

Ansiedade - É o estado subjectivo de temor ante algo abstrato vago, indefinido. Caracteriza-se por uma sensação de alerta, um sentimento forte com expectativa de que o pior vai acontecer. É o que acontece, por exemplo, com aquela mãe que procura fazer o melhor para os seus filhos e ainda assim fica muito ansiosa por doenças ou acidentes que poderão ocorrer a eles. Esses pensamentos são, às vezes, tão intensos que levam a mãe à angústia extrema.

Angústia - É o temor vago, abstracto, que se percebe pelo padecimento intenso, desconsolo e agonia. Trata-se de situações de iminente desgraça ou perigo.

Assim, numa interpretação quantitativa dos fenómenos, encontramos níveis de desassossego e de crescente comprometimento com esses sentimentos.

A ansiedade antecipada corresponde ao medo do medo. O medo propriamente dito não está em enfrentar as situações tão "temidas", mas em enfrentar sintomas físicos e psicológicos desagradáveis que foram vividos intensamente. O medo é de que eles voltem a se manifestar. Situações adversas, causadoras de crise de pânico, acabam por criar condicionamento, que por sua vez podem levar o estado fóbico. Para exemplificar este tipo de ansiedade podemos citar o caso de uma mulher que foi ameaçada de assalto ao parar o seu carro um semáforo de cruzamento Na ocasião, ela teve muito medo e sentiu um mal-estar com forte diarreia. Agora, sempre que precisa passar pelo cruzamento, ela sente medo do mal-estar e da diarreia.

Algumas pessoas, certas de que estão acometidas do chamado síndrome do pânico, buscam tratamento psicológico. Porém, nem sempre o que estão de facto a vivenciar é caracterizado como tal. O auto-diagnóstico é perigoso. O síndrome de pânico, bem como a ansiedade e angústia exageradas, merecem a atenção de um médico especialista para uma avaliação correcta e tratamento adequada.

Em nosso dia-a-dia nos deparamos com situações novas. E muitas vezes não sentimos segurança para agir acertadamente. Esta insegurança pode ter origem na infância. Como pais, preparamos a criança para encarar as situações novas como desafios. Nossos filhos precisam desenvolver bases sólidas espirituais, mentais, físicas e emocionais através de palavras, mas sobretudo através do que é vivenciado em casa. Dependendo de como criamos os nossos filhos, estaremos formando futuros adultos sobressaltados, inquietos e inseguros, já que a personalidade foi marcada por experiências emocionais intensas de medo, ansiedade e angústia. Para conseguirmos algo das crianças, por exemplo, utilizamos argumentos que produzem medo: "Se não comeres toda a comida, o «bicho papão» vem pegar-te!" No entanto, devemos ensiná-lasa crer em Jesus, contando a elas histórias dos heróis bíblicos, que venceram porque confiaram no poder de Deus.

Reconhecermos a nossa limitação, aceitando o cuidado do Senhor para a nossa vida é a receita ideal para vencermos o medo. A Bíblia é rica em exemplos de circunstâncias difíceis e embaraçosas, em que os homens perceberam o alto valor de depositar toda a confiança somente em Deus. Todos contemplaram a vitória sobre o medo.

"Mas, sentindo o vento forte, teve medo; e, começando a ir para o fundo, clamou, dizendo: Senhor, salva-me!" (Mt14:30). O apóstolo Pedro, sentiu grande medo, pois estava a afundar no mar. Soube, no entanto, recorrer à pessoa certa: Jesus! Bastou fixar os olhos no Mestre para que tivesse vitória. O medo, a ansiedade, e a angústia, persistem sempre que os nossos olhos estão fixos nos problemas e  situações que nos apavoram.

Vamos experimentar fixar os nossos olhos em Jesus, ou seja, confiar no seu poder ilimitado e abrangente para atuar em qualquer circunstância assustadora. "Lançando sobre Ele toda a nossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de vós" (1Pe5:7). É preciso crer, entregar tudo ao Senhor, esperar e descansar na certeza de que Ele nos ouve (Sl 37:5). A Palavra, em Fp 4:6 adverte-nos a não estarmos inquietos por coisa alguma, mas, através da oração, fazer conhecidas a Deus todas as nossas necessidades.

Artigo escrito por Sónia Pires Ramos 

Revista Seara, Setembro 1998, p. 27

quinta-feira, 30 de novembro de 2023

meninos castrados


Gostaria de destacar neste "post" alguns pensamentos extraídos do livro "Coração Selvagem" de John Eldredge, que nos deverão fazer pensar:

Deus criou o homem, e a mulher, certo? Cada um com as suas características específicas. Criados não para ser concorrentes, mas para complementarem-se.

Um filho aprende a ser homem, e o que tem a fazer, com outro homem (seu pai, avô), ou na companhia de homens. Ao longos dos milhares de anos para trás sempre foi assim... Os filhos saiam com os pais para caçar, aprender uma profissão, etc. O pai era o primeiro exemplo de homem para o menino, e também o mais importante.

A mãe tem um parte igualmente importante na vida do filho, mas ela é a representação da ternura de Deus. Se uma mãe não permitir que o seu filho tenha algumas "aventuras", se ela não permitir que o pai o leve para sair, estará a castrá-lo.

Infelizmente, as guerras, a imigração, as dificuldades financeiras que provocaram os pais trabalharem de manhã à noite, entre outros factores, fizeram com que os pais tornaram-se ausentes da vida dos seus filhos. Uns porque teve que ser, outros porque nunca tiveram bons exemplos de paternidade e nunca souberam ser pais para os seus filhos, outros por outras razões. Com isso tudo, os meninos passaram a estar constantemente rodeados de mulheres (mães, amas, professoras, etc.), constantemente debaixo da influência feminina. 

Infelizmente o sistema educacional tem sido substituído por mulheres. Não é advocado que as mulheres devem estar ausentes do sistema educacional, mas que os homens tornaram-se ausentes na educação dos meninos.

A maneira tradicional de criar filhos, que durou milhares e milhares de anos, significava pais e filhos viverem próximos, enquanto o pais ensinava o negócio ao filho. O papel do pai era e é criar oportunidades, ficar atento ao momento em que perguntas srjam e respondê-las.

Leanne Payne diz que quando o relacionamento entre pai e filho está correcto "a árvore tranquila da força masculina que está dentro do pai protege e alimenta o frágil broto da masculinidade que está dentro do seu filho".

É também mencionado no livro acima mencionado que não receber qualquer bênção do pai é uma ferida. Não ver o pai quando é pequeno, nunca estar com o pai, ter o pai distante, ausente, um pai que só pensa no trabalho, causa ferida na alma da criança. O divórcio, ou o abandono, é uma ferida que perdura porque a criança acredita que se tivesse feito melhor as coisas, o pai teria ficado em casa.

Alguns pais ferem simplesmente através do seu silêncio; eles estão fisicamente presentes, contudo comportam-se como ausentes em relação a seus filhos. No caso de pais silenciosos, passivos ou ausentes, a pergunta permanece não respondida: "Eu tenho o que é necessário? Pai, eu sou um homem?" Seu silêncio é a resposta: "Não sei... duvido... terás que descobrir por ti mesmos... provavelmente não!"

Nossa cultura virou-se contra a essência masculina (e não estamos a falar de machismo), tendo como objectivo eliminá-la desde tenra idade. A ideia, amplamente sustentada em nossa cultura, é que a natureza agressiva dos meninos é inerentemente má, e temos de transformá-los em algo mais parecido com as meninas. A primeira ferramenta para tal operação é o sistema das nossas escolas públicas. Em vez de mudarmos o modo como educamos os indivíduos do sexo masculino, estamos a tentar mudá-los.

Lionel Tiger, escreveu no seu livro "O Declínio dos Homens" que os meninos são diagnosticados de 3 a 4 vezes mais do que as meninas como portadores de Desordem de Deficiência de Atenção. Contudo, eles não estão doentes. Isso pode simplesmente significar que eles gostam de grandes movimentos musculares e ações assertivas. Os meninos como um todo parecem preferir atividades relativamente turbulentas e móveis, ao invés do comportamente sedado e fisicamente restrito que os sistemas escolare premiam, aos qais as meninas mostram-se mais inclinadas por estarem mais de acordo com a sua própria natureza.

Os meninos são essencialmente definidos como problemáticos porque os seus padrões preferidos de brincar não são considerados apropriados à estrutura da escola. O uso de drogas, como Ritalin (e outras semelhantes), de modo desproporcional entre os meninos denota a falha das autoridades escolares em compreender as diferenças entre os sexos.

Um pai precisa encorajar o filho a ser audaz, destemido, "perigoso", "selvagem", aventureiro (exemplo: Tom Sawyer).

Há algo de errado na alma maculina, e o modo como decidimos lidar com a questão é eliminar tal natureza audaciosa, aventureira... 


"Sabemos que a nossa sociedade produz um farto número de meninos, mas parece produzer menos e menos homens" (Robert Bly). Queremos meninos sociáveis, mas longe de tudo o que for ousado ou corajoso.

Muitos homens estão vivos, porém seriamente feridos na sua alma. Estamos a criar "garanhões", ou "cavalos castrados"?

A feminilidade nunca poderá trazer a masculinidade. 

Faz parte da natureza masculina, presente nos meninos, o desejo pela aventura, testar a força uns com os outros, e até com os seus próprios pais.

A masculinidade dos meninos é passada de pai para filho (no sentido humano), então ela também pode ser passada do Pai celestial para os seus filhos na Terra. Adão, Abraão, Jacob, David - todos eles aprenderam quem eram a partir da sua intimidade com Deus, com o Pai.

O homem (e não estou a escrever no sentido da humanidade, mas do ser masculino) precisa de uma batalha para lutar, de um lugar que o guerreiro interior possa vir à tona a fim de ser afiado, treinado e aprimorado. O guerreiro não é o único papel que um homem deve desempenhar; há outros. 


sábado, 24 de outubro de 2020

oração no quato dos filhos

 Orando no quarto dos filhos

As casas precisam de uma "limpeza" espiritual de vez em quando, principalmente nos quartos onde nossos filhos dormem e brincam. 

A Bíblia diz que se levarmos coisas abomináveis para nossas casas, a destruição ira junto. Se seu filho anda com medo, rebelde, zangado, deprimido, alheio, estranho, indisciplinado, tendo pesadelos ou sonhos ruins, às vezes o simples fato de orar por ele pode mudar as coisas rapidamente. Cantar louvores também ajuda.

Ore por seu filho e tire do quarto tudo o que não glorifique a Deus: posters (cartazes), revistas, quadros, fotos, jogos e roupas com estampas referentes a uso de drogas, álcool, ou qualquer tipo de blasfémia. É evidente que será preciso explicar ao se filho, com amor o que a palavra de Deus diz sobre isso e se possível encorajá-lo a tirar também tais coisas. Explique que para que tenha paz e seja abençoado ele deve retirar do quarto tudo o que não seja do Senhor. Depois ore com ele.

Oração:

Eu convido o Espírito Santo a habitar nesse quarto que pertence a ____. Tu és  Senhor no céu e na terra e eu declaro que Tu és Senhor nesse quarto também. Inunda-o com a tua luz, e com a tua vida. Retira as trevas que procuram dominar este lugar e não permitas que o medo, a depressão, a ira, a dúvida, a ansiedade, a rebelião ou o ódio encontrem lugar neste quarto. Peço que não entre nada aqui que não seja trazido por ti Senhor. Se houver alguma coisa imprópria mostra-me para que seja retirada, coloca tua protecção para que o mal aqui não prevaleça. Encha esse quarto com teu amor, a tua paz, a tua alegria. Eu peço que meu filho possa dizer como David: “Atentarei sabiamente ao caminho da perfeição, oh quando virar ter comigo? Portas adentro em minha casa, terei coração sincero. Não porei cousa injusta diante dos meus olhos, aborreço o proceder dos que se desviam, nada disso me pegara.” (Salmos 101:2-3)

Peço, Senhor, que Tu faças deste quarto lugar santo para tua gloria ser manifesta. Em nome de Jesus. Amém!

Armas da nossa guerra: "Não colocaras pois coisa abominável em tua casa, para que não sejas amaldiçoado, semelhante a ela." (Deuteronómio 7:26)

filhos do quarto

 


Antes perdíamos filhos nos rios, nos matos, nos mares, hoje temos perdido eles dentro do quarto!

Quando brincavam nos quintais ouvíamos suas vozes, escutávamos suas fantasias e ao ouvi-los, mesmo a distância, sabíamos o que se passava em suas mentes.

Quando entravam em casa não existia uma TV em cada quarto, nem dispositivos electrónicos em suas mãos.

Hoje não escutamos suas vozes, não ouvimos seus pensamentos e fantasias, as crianças estão ali, dentro de seus quartos, e por isso pensamos estarem em segurança.

Quanta imaturidade a nossa!

Agora ficam com seus fones de ouvido, trancados em seus mundos, construindo seus saberes sem que saibamos o que é...

Perdem literalmente a vida, ainda vivos em corpos, mas mortos em seus relacionamentos com seus pais, fechados num mundo global de tanta informação e estímulos, de modismos passageiros, que em nada contribuem para formação de crianças seguras e fortes para tomarem decisões moralmente corretas e de acordo com seus valores familiares.

Dentro de seus quartos perdemos os filhos pois não sabem nem mais quem são ou o que pensam suas famílias, já estão mortos de sua identidade familiar...

Se tornam uma mistura de tudo aquilo pelo qual eles tem sido influenciados e pais nem sempre já sabem o que seus filhos são.

Pode ler este texto e amar, e até mandar para os seus amigos. Pode ver nele verdades e reflectir. Tudo isso será excelente. Mas como Terapeuta tenho visto tantas famílias doentes com filhos mortos dentro do quarto, então faço-lhe um convite e, por favor aceite! Convido-lhe a tirar o seu filho do quarto, do tablet, do telemóvel, do computador, do fone de ouvido, e convido-o(a) a comprar jogos de mesa, tabuleiros e ter os filhos na sala, ao seu lado por no mínimo 2 dias estabelecidos na sua semana à noite, e jogue, divirta-se com eles, escute as suas vozes, as falas, os pensamentos e tenha a grande oportunidades de tê-los vivos, "dando trabalho" e que eles aprendam a viver em família, sintam-se pertencentes no lar para que não precisem de se aventurar nessas brincadeiras malucas para se sentirem alguém ou terem um pouco de adrenalina que antes tinham com as brincadeiras no quintal!"

Texto de Cassiana Modolo Tardivo (psicopedagoga)

quinta-feira, 20 de junho de 2019

que herança vai deixar?

O apóstolo Paulo, provavelmente, não deixou dinheiro nem propriedades quando morreu, mas deixou um legado excelente. O seu legado foram os seus escritos, as pessoas que alcançou para Cristo, aqueles que orientou e a sua influência duradoura. 

Todos os dias a sua vida toca em outras vidas, de formas que não se vêem. Não tem de conhecer alguém pessoalmente para experimentar a bênção do seu legado. Assim como acontece quando entramos numa sala vazia e ainda sentimos o perfume de alguém, o seu impacto pode continuar a ser sentido muito tempo depois de ter partido. 

Normalmente associamos legado a morte, por isso não gostamos particularmente do tema, ou assumimos que, visto que o nosso legado só vai ser revelado daquilo a muito anos, não precisamos de começar a investir nele agora. Noutros casos achamos que, seja como for, temos pouco ou nenhum controlo sobre o que deixamos para trás, mas não é assim, "o homem bom deixa herança". 

Qual vai ser a sua? Mais importante ainda, o que lhe vai custar? Visto que nem sempre pode deixar as suas melhores doações através de testamento, porque não tenta deixar algo com mais significado - algo que mostre quem você era. 

Uma coisa é avaliar o sucesso pelo dinheiro que tem na conta do banco, a quantidade dos seus bens e o valor das suas acções, outra coisa complemente diferente é avaliá-lo de acordo com coisas imateriais, como ser um cônjuge fiel, educar bons filhos, construir o reino de Deus e deixar a sua luz a brilhar mesmo depois de partir.

Todos os grandes legados têm um preço. Para ultrapassar a mediocridade, tem de investir todos os dias na vida daqueles que vêm a seguir a si.

terça-feira, 23 de abril de 2019

Recado às famílias por Pedro Strecht

«QUANTAS VEZES NÃO VEMOS FAMÍLIAS A JANTAR, CADA UM AGARRADO AO SEU ECRÃ?»

Em média, uma mãe ou um pai passam 37 minutos por dia com o seu filho. Os miúdos estão cerca de 8 horas na escola, menos do que o tempo que os seus pais passam a trabalhar. Escola e trabalho que muitas vezes, demasiadas vezes, são levados para casa. Já para não falar no tempo que é despendido a olhar para um ecrã, de telemóvel, de tablet, de computador, mesmo quando estão todos juntos, fisicamente. O que andamos a fazer com o nosso tempo? É esta a questão de fundo que perpassa o mais recente livro do pedopsiquiatra Pedro Strecht Pais Sem Pressa – O tempo na relação entre pais e filhos, lançado em outubro de 2018. Talvez seja tempo de parar para pensar.

37 minutos por dia é, em média, o tempo que passamos com os nossos filhos. Teremos consciência disso? São os resultados de um estudo do ISCTE de há uns anos e dizem respeito ao tempo que passamos em contacto direto e exclusivo. É preocupante porque às vezes as pessoas estão fisicamente próximas, mas o contacto direto, espontâneo, de interação, diminui. Quantas vezes não vamos a um restaurante e vemos famílias a jantar, cada um agarrado ao seu ecrã, sem conversarem ou interagirem uns com os outros? É aflitivo.

O que se passa para que casais ou pais e filhos não tenham vontade ou necessidade de interagirem uns com os outros? Há um certo vazio de comunicação real. Cada um está sintonizado no seu mundo. Estando próximos fisicamente, cada um está focado na sua própria realidade intrapsíquica, sem grande partilha com os outros e isso é assustador. Sobretudo porque, paradoxalmente, o que vemos, eu vejo isso muito aqui no consultório, é que as pessoas têm imensa necessidade de falar e de serem ouvidas. Tanto adultos como miúdos.

É preciso desligar, diz no seu livro. Não deverão ser os pais a dar o exemplo? Acho que há cada vez mais pais à procura disso, mas não sei se têm essa consciência e a capacidade de agir em conformidade. Há uma perspetiva de que falo no livro, que é a do homo laborans – o homem trabalhador – que hoje é dominante e também passa para os miúdos. Parece que estamos moldados para trabalhar, produzir, no sentido de dar uma mais-valia económica e e há toda uma linguagem economicista que predomina na nossa sociedade. Há pais que me dizem: ele está numa escola particular e eu não tenho retorno. Retorno de quê? Esta visão determina o padrão prioritário das relações. E o que eu digo é que não é preciso fazer grandes ruturas, não é preciso deixar tudo e mudar de vida, mas podem fazer-se pausas conscientes e perceber o peso que o tempo mal administrado acaba por ter nas nossas rotinas.

E as consequências que isso tem. Sim, porque «estar sempre ligado» é nocivo. Há profissões em que mesmo no que devia ser o tempo de descanso, as pessoas continuam a ser bombardeadas sem hipótese de arrumarem gavetas e estabelecerem limites. E isso é a causa daquilo a que alguns especialistas chamam de «excesso de positividade» – a pessoa está sempre ligada -, o que leva, nos adultos muitíssimo, mas também já nos adolescentes, a todas aquelas situações de burn out. No fundo as pessoas explodem por falta de uma energia física e psíquica que está completamente absorvida por tudo aquilo que lhes é continuamente pedido.

Isso acontece também com os miúdos, que têm metas curriculares estabelecidas desde o pré-escolar, além de todas as atividades extra que lhes ocupam quase todo o tempo em que estão acordados. Há uma sobrecarga muito grande dos miúdos no que respeita a este tipo de estímulos: muitas horas na escola, sobrecarga de trabalhos de casa, atividades extracurriculares… uma sucessão de ocupações que leva a que não tenham tempo para parar e digerir a experiência. É como se eu estivesse a alimentar uma criança sem parar, ela às tantas não aguenta mais, enche tanto que vomita. Por isso é que os miúdos acabam por dar respostas extremas: ou aderem e estudam, estudam, estudam e podem desenvolver sintomas de burn out ou depressão e ansiedade nessas ou simplesmente, desistem, encostam e pensam «se crescer é isto então mais vale não crescer». Daí que hoje exista muito maior imaturidade nos adolescentes e jovens adultos. A questão do tempo futuro que hoje é projetado para o tempo presente, o aqui e agora dos miúdos, é demolidor. Faz-me muita confusão que, por exemplo, se diga a miúdos de 14/15 anos que têm que estudar muito porque a média conta e se não estudar não vai ter um emprego bom, não vai ganhar o suficiente, a vida vai ser uma porcaria… É uma antecipação da construção do tempo para o aqui e agora que acho que é completamente angustiante. Penso que os miúdos têm muito pouco tempo para gerir o seu tempo.

Talvez fosse importante dizer aos pais que isso não é «produtivo». Sim. Antes pelo contrário. É como a entrada para a escola, que muitas vezes é prematura. É um erro os miúdos entrarem antes dos seis anos. Há todo um tempo de crescimento e de maturidade que hoje acaba por ser muito compactado, dando pouca disponibilidade para os miúdos fazerem a integração e a digestão das próprias experiências.

Se os filhos viessem com manual de instruções, quais seriam as mais básicas? Antes de mais, a indicação de «Frágil», no sentido de que as crianças e adolescentes modelam-se e tudo aquilo que venham a ser um dia, independentemente de todo o potencial que tenham, vai depender do que é estimulado ou não em forma e tempo adequado. E também «Este lado para cima» [a cabeça], dando-lhes a possibilidade de olharem o presente e o futuro a seu tempo e com maior tranquilidade e bem-estar.

As regras e a disciplina são fundamentais, toda a gente sabe, mas nem sempre os pais conseguem impô-las. Porquê? Olhe, muitas vezes por falta de tempo. Como os pais sentem que estão pouco tempo com os filhos, quando estão não querem comprar guerras e acabam por facilitar muito. Mas ser pai implica a parte chata, de dizer não, de contrariar, de frustrar. E é preciso ter consciência disso.

Ser o melhor amigo dos filhos, muito em voga nas novas gerações, não é a melhor forma de «exercer» a parentalidade? Não. Há coisas do tempo adulto e coisas do tempo infantil e adolescente: Há coisas em comum, que se pode partilhar, mas há outras que não. Pais e filhos não são a mesma coisa e não devem ser.

Nas suas consultas, o que sente que há de mais errado na relação entre pais e filhos? O que os traz mais à sua consulta? Sobretudo a falta de tempo para verdadeiramente comunicar. Há pouco falávamos da necessidade que todos têm de ser ouvidos e isso está muito em falta. E depois um constante funcionamento de alta expetativa e de resposta imediata e de pouca gestão dos conflitos… parece que todos querem muito aqui e agora tudo, tornando o ceder e a capacidade empática mútua mais difíceis. É preciso cultivar a capacidade de esperar, de ouvir e de dar tempo ao outro.

No meio de tudo isto, ainda podemos falar de amor incondicional? Pois. Devíamos. Até pela impossibilidade de devolução do material. Ter um filho é um compromisso para a vida e a pessoa tem que o assumir e estar disponível para ele.

Mas também é fundamental a ideia de que não temos que ser pais perfeitos, não é? Claro. É aquele conceito do Winnicot dos «pais suficientemente bons». Mesmo com manual de instruções, também falhamos, podemos demorar mais tempo, não temos que ser perfeitos.

Versão completa desta entrevista na edição em papel da DN Life, com o Diário de Notícias, no dia 21 de outubro de 2018.

Fonte: AQUI

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quinta-feira, 27 de setembro de 2018

PSICÓLOGOS ALERTAM “NÃO DEIXEM SEUS FILHOS ASSISTIR PEPPA PIG”

Uma pesquisa realizada por especialistas em comportamento infantil, concluiu que o desenho da Peppa Pig não trás boas influências para as crianças
A porquinha Peppa Pig, desenho animado muito famosos no mundo inteiro, é uma das grandes febres entre crianças de todas as classes sociais.
Entretanto, um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Harward nos Estados Unidos, apontou que assistir o desenho com frequência, interferia na formação do caráter das crianças.
A personagem é voluntariosa e mal educada, e desobediente com os pais, ela provoca enfrentamentos constantemente, e demonstra que consegue manipular a família.
Esses comportamentos destorcidos, vistos diariamente, acabam introduzindo ideias erradas nas crianças de que isso é aceitável, e que seria normal agir desta forma.
Em um dos episódios do desenho, Peppa e o irmão George, se recusam a arrumar o quarto, então os pais acabam “subornando” os dois. Depois eles não tocam mais no assunto.
Assim que conseguem o que querem, os dois bagunçam todo ambiente novamente, achando muita graça da situação.
Segundo os especialistas, esses atos, assistidos exaustivamente, fazem com que os pequenos se espelhem no personagem e formem seu caráter a partir disso.
De acordo com os estudiosos, os principais traços de personalidade da personagem Peppa são:
-Síndrome da superioridade
-Comportamento inapropriado
-Imposição da sua vontade, ignorando a opinião do outro
-Grosseria
-Competitividade doentia
-Intolerância
-Falta de respeito
-Inveja
-Arrogância
-Orgulho
Nenhuma dessas características é desejável na formação de um indivíduo. O cérebro humano vai ser formando até os 3 anos de idade, e nesta faixa etária, as experiências podem criar marcas profundas.
Existem na internet, sites que tentam desmentir esse estudo.
Porém, muitos pais relatam como experiência própria, perceberem a mudança negativa de comportamento dos filhos depois que começaram a assistir o desenho regularmente. E quando não mais permitiram que eles vissem, foram voltando ao comportamento normal que tinham antes.
Fonte: https://maetips.com/psicologos-alertam-nao-deixem-seus-filhos-assistir-peppa-pig-entenda/

quinta-feira, 8 de março de 2018

Invizimals, o animais invisíveis

Esta tarde ao consultar a minha agenda tinha um apontamento para procurar informações a respeito de uns desenhos animados que estavam a dar na TV há já algum tempo atrás. Ao consultar hoje encontrei a seguinte informação:

"Os Invizimals estão de volta! Embarca nesta aventura que atravessa o planeta e fica a conhecer os mistérios das criaturas mais poderosas da Terra numa coleção incrível!
Estas criaturas, invisíveis a olho humano, convivem connosco há seculos sem que ninguém as tenha descoberto… 

Mas tu, podes descobrir tudo sobre estas criaturas lendárias ao longo das 64 páginas da mais completa de todas as coleções, que reúne todos os Invizimals espelhados ao longo dos 336 cromos que completam a coleção.Vais poder encontrar os Invizimals de Fogo, com temperamento ardente; os de Gelo, com resistência a baixas temperaturas, os de Deserto que fizeram dos desertos do planeta a sua casa, os de Selva, onde caçar estes seres é uma aventura devido ao calor e à vegetação emaranhada, os de Oceano, que segundo se conta complicaram durante séculos a vida dos marinheiros, os de Rocha, duros como a rocha, os de Metal, com placas, armaduras, punhos e garras que inspiram o terror por onde passam e, por último, os de Ar, a voar ou a planar, escondidos entre as nuvens, difíceis de localizar a não ser que desafies os ventos...Por isso, tem cuidado com estes seres que andam à solta na tua caderneta, a cada virar de página, uma surpresa; revelam segredos, decifram mistérios, mas também trazem muita diversão... " Fonte: X



A Bíblia diz-nos muito a respeito deste assunto... animais invisíveis. Precisamos cada vez mais ficar atentos ao que os nossos filhos vêem na TV (ou jogos), aos poucos parece que estão a ser preparados para um dia visualizarem os "animais" que até agora têm estado invisíveis, com enormes poderes, mas que poderão vir a ser vistos.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

pais, acordem!

Num destes meses, a caminho de casa cruzei-me com um jovem, filho de um casal de irmãos (cristãos) que por alguns motivos deixaram de congregar. Fiquei preocupado com o futuro espiritual daquele jovem! Infelizmente alguns cristãos deixam de congregar. [Se fosse abordar este assunto, daria para muitas linhas, mas não é esse o propósito deste artigo.] Infelizmente também nunca foi ensinado aos pais cristãos que a responsabilidade principal da educação espiritual dos filhos é dos pais, e não de líderes da igreja. 

Seus filhos continuam a ser vestidos, alimentados, a ter um tecto para morar, mas falta-lhes o alimento espiritual, porque os pais não os alimentam espiritualmente. O que será do futuro espiritual dessas crianças, jovens, etc.? Se eles não receberem o "alimento" espiritual, eles se alimentarão do "alimento" errado e se desviarão do Caminho, e a sua eternidade será... longe de Deus, em lugar de sofrimento sem fim! É isso que queremos para os nossos filhos? Pais, acordem!!! 


A Bíblia nos ensina que não devemos deixar de nos congregar! Por isso, pais, procurem uma comunidade cristã e nunca se esqueçam que a responsabilidade principal de alimentar espiritualmente os seus filhos é sua!


Pais, temos a missão de conduzir os nossos filhos a Cristo! Este é o nosso primeiro ministério! 


Já se perguntou onde os seus filhos irão passar a eternidade? No céu ou no inferno? Que tem feito para que seus filhos sejam salvos? É tão triste ver amigos que não têm essa preocupação, e que seus filhos andam nos caminhos das trevas, e por conseguinte, se não se voltarem para Jesus, irão passar a eternidade do inferno. Pais, conduzam vossos filhos a Cristo! Não "permitamos" (salvação é individual!) que nossos filhos (nossa semente) caminhe para o inferno!


Este bolo foi realizado para festejar o aniversário de um netinho de uma irmã. Sua filha conheceu o Evangelho, mas agora encontra-se ausente do Evangelho. Qual será o futuro espiritual desta família? 





sexta-feira, 23 de setembro de 2016

9 dicas para os pais

Para ouvir: Todd Smith - Calling All Fathers

Todd Smith, lançou um novo single "Chamando todos os Pais" e oferece conselhos práticos de como os homens podem intensificar o papel da paternidade. Smith disse que a canção foi em grande parte inspirado por sua própria jornada como um marido e pai para quatro filhas.
"Quando eu escrevi essa música eu escrevi-a de um lugar de confissão. Eu a escrevi para me desafiar, não apenas para desafiar outros homens", disse Smith.
Em "Chamando todos os Pais" há uma linha que diz: "Há uma emergência maior do que qualquer outra." Smith afirmou que as pessoas podem argumentar que o tráfico de seres humanos é a situação de emergência que ele está a referir-se ou alguma outra crise social, mas ele acredita que esses problemas são incitados pela ausência de um líder masculino em casa.
"Há uma tal ausência de liderança e quando você não tem liderança, seja no governo, em casa,... e isso começa com as nossas famílias. Se não houver liderança lá, então não há nenhuma estabilidade e, em seguida, afecta sua comunidade, afecta sua igreja, afecta todas as áreas de sua vida e afecta o país. Então eu acho que o maior problema é a ausência do pai", explicou.
O cantor destacou que as estatísticas mostram que um grande número de pessoas não acreditam que existem absolutos no mundo e isso é o que ele acredita que é a questão provocada pela falta de liderança.
"Eu acho que há uma enorme decadência moral na nossa sociedade. Eu acho que nós vivemos em uma época onde não há absolutos. Então você começa a geração de Noé, uma geração onde cada um fazia o que era direito aos seus próprios olhos", Smith afirmou. "Então, o que parece ser de mente aberta e amorosa e livre, é o caos realmente absoluto, porque não há verdade e não há certo e errado. Quando você tem isso você tem confusão e quando você tem a confusão tem a instabilidade, e quando você tem instabilidade você tem um monte de pessoas que são inseguras, que não sabem como agir, que não sabem como falar, que não pode ser honestas, tanto quanto ao que realmente sentem e ao que elas realmente acreditam. Então você está de repente em uma prisão. O que parece ser a liberdade é realmente prisão porque não há nenhum padrão do jogo."
Você não pode colocar seus filhos em uma bolha. Eles vão ser expostos, e você precisa de estar presente e conversar com eles. Precisamos de dar aos nossos filhos mais ferramentas do que temos feito, porque com a internet, com as ipads , iphones ... eles têm acesso a tudo.
Abaixo estão algumas qualidades que Smith apontou e as suas explicações sobre como ele acredita que Deus chamou os homens para assumir as suas responsabilidades.
Seja um homem de palavra
"Se nós somos homens de palavra, nossas mulheres e crianças confiarão em nós."
Fale vida
Uma pessoa poderia ser crítico, apontar as falhas, etc. Mas é importante que o homem, como um líder de sua casa, fale a vida em cada um dos membros de sua família.
Esteja no Momento
"Eu sou muito distraído e gosto de estar no meu canto a fazer as minhas próprias coisas". Smith disse que passava muito tempo ao telefone, e que suas filhas tentava chamar a sua atenção. "Há um monte de vezes quando eu tenho que dizer a mim mesmo, estar no momento. Olhar nos olhos, parar o que estava a fazer a fazer", disse ele.
Conheça a sua família
Smith admitiu que sua esposa disse muitas vezes que ela se sentia como se ele não prestasse atenção a ela e, portanto, não a conhecia. "Quer se tratasse de uma necessidade que ela tinha ou como ela se sentia sobre as coisas", ele honestamente confessou.
"Eu tenho quatro meninas, o que significa quatro personalidades diferentes, o que significa quatro maneiras diferentes de criá-las em certo sentido," Smith compartilhado. "Realmente ser capaz de se conectar a seus corações e realmente compreender quem são e como eles reagem a coisas... Saber com o que elas estão apaixonadas, quais são os seus sonhos, quais são seus interesses...."
Smith ofereceu conselhos para os pais que se sentem que já não sabem como se comunicar com seus filhos. Smith compartilhou que ele começou a sentir uma grande distância de uma de suas filhas, que está entrando na adolescência.
"Uma coisa que realmente ajudou: apenas estar a prestar atenção ao que ela está apaixonada. Ela adora maquilhagem e ela é realmente uma boa artista de maquilhagem! Eu não me interesso por maquilhagem ou qualquer dessas coisas, mas às vezes sento e vamos assistir vídeos dessas senhoras que mostram como elas fazem. Só de estar interessado no momento, porque ela está interessada e acho isso é realmente uma óptima maneira de se conectar com eles."
Proteja-os
Smith assegurou que ele daria sua vida pela sua família, mas disse que há outras maneiras que uma família anseia para se sentir protegida e é o trabalho de um homem se certificar de que eles estão protegidos.
Acrescentando: "Se eles se sentem seguros eles podem prosperar. Eu nem sempre fiz isso. Nem sempre olhava para todos."
Sorria mais
Peça perdão
Os pais, assim como todos os seres humanos, cometem erros e é tão importante como é a disciplina de uma criança. É importante admitir que está errado quando faz algo que está errado.
Havia uma tendência que se você mostrasse que você estava errado, então, era fraco e que estava dando licença à criança para corrigi-lo. Mas eu acho que simplesmente dizer a seus filhos: 'Eu peço perdão." Eu acho que isso mostra a nossa humanidade e mostra que somos pecadores, que precisamos de Jesus. E espero que se eu pedir perdão em seguida, que os ensina a pedir perdão de outras pessoas. "
Mantenha suas promessas
Smith descreveu muitas vezes sendo ocupado com sua carreira, às vezes fez promessas que às vezes são irrealistas. Ele ilustrou um momento em que uma de suas filhas pediu-lhe para saltar no trampolim com ela e ele distraidamente respondeu "sim" sem pensar que tinha um dia agitado. Ele advertiu fazendo isso e sublinhou a importância de manter a sua palavra e os compromissos para a sua família.
Peça feedback
Smith disse que muitas vezes pede a sua família o feedback sobre o que eles pensam dele. Ele prefacia esse tempo, dizendo-lhes que eles estão em um lugar seguro para compartilhar honestamente com ele enquanto ele procura uma avaliação do que sua família pensa de sua atitude geral.
"Eles sabem que precisam de ser respeitosos comigo e sua mãe, mas eu obtenho a sua opinião. Então eu vou ser receptivo ao negativo, em vez de ficar na defensiva e dando desculpas", afirmou Smith.
Humilhar
"Deus é tão atraído por humildade, e o orgulho é o que nos separa. É por isso que Satanás caiu, é por isso que Adão e Eva caíram", disse Smith. "Eu acho que um monte de vezes que eu sou conduzido pelo medo, medo do fracasso, não estar à altura. Eu me sinto como, "se as pessoas realmente soubesse quem eu era, então eles não iriam comprar um CD Selah ou o meu CD solo. Mas eu acho que, tomando um passo para trás, Deus nos transforma quando nos humilhamos. "
"Deus é tão atraído por um coração humilde. Se você admitir o que fez de errado, isso não vai curar tudo, mas há tanto poder quando seus filhos ouvem isso de si" concluiu.
Fonte: http://www.christianpost.com/news/selahs-todd-smith-offers-9-practical-tips-for-dads-calling-all-fathers-165366/#11QQGXf4QZTbkAed.99

sexta-feira, 1 de julho de 2016

pais, acordem! (2)

Shane Idleman é o fundador e pastor principal da Westside Christian Fellowship, em Lancaster, Califórnia, ao norte de Los Angeles.
No ano passado eu recebi uma correio electrónico de uma mãe e esposa em estado desesperado: "Eu não vou mais permitir que os meus filhos sejam abusados fisicamente, não quero mais ouvir as minhas meninas serem chamadas por nomes vulgares e vis; eu não quero ver coisas esmagadas ou quebradas lá em casa. Eu não vou mais entrar no carro e ouvi-lo a gritar com raiva. Não há mais o 'passar o tempo juntos'. Ele passa seu tempo sentado à frente ao computador, a dois passos de mim, observando pornografia! Eu me recuso a ficar em casa e não ir à igreja porque me sinto culpada por deixá-lo sozinho. Não quero adorar em silêncio ou em segredo... Eu nunca acreditei em divórcio, por isso tenho continuado a tentar. Eu já não posso suportar isto. Eu não estou morrendo por dentro, eu já morri."
Estamos desesperados por homens quebrantados e humildes; homens que não têm medo de admitir que eles precisam de Deus; homens que estão mais preocupados com a oração do que sobre o status e reconhecimento; homens que buscam a Deus, em vez de fazerem a sua própria vontade.
O estado da família hoje é desanimador. Os homens têm, em grande parte abandonado seu papel dado por Deus como líderes espirituais em suas casas ... e isso, ninguém pode negar.
Por exemplo:
1. A leitura da Bíblia e oração são chamados de fanáticos, enquanto trabalhar doze horas por dia é chamado sucesso.
2. Nós construímos nossa carreira e negligenciamos o nosso casamento.
3. Os executivos são elogiados e os homens da família desaprovados.
4. Nós aumentamos a nossa riqueza, mas diminuímos os nossos valores.
5. Nós procuramos respostas ao olhar para o céu em vez de nos virarmos para Aquele que criou os céus.
6. O orgulho é considerado um activo, e a humildade um passivo.
7. Sabemos mais sobre os nossos atletas favoritos do que a respeito de nossas mulheres e nossas crianças.
8. Nós preferimos ser vistos a sair de um bar do que ser vistos a sair da igreja.
9. Louvamos a nossa equipa favorita com toda a nossa força mas na hora do louvor na igreja estamos a dormir.
Homens, vocês não foram chamados para ser um parceiro fraco, indeciso e passivo. Você foi chamado para prover, liderar e proteger a sua família. Você deve tomar a iniciativa na oração, defender a sua esposa, pastorear os seus filhos, e fazer de sua casa um santuário sagrado, e não um terreno fértil para Satanás. Você é chamado para lutar contra o inimigo, não fugir dele.
Estou cansado de ver homens fracos e passivos que nunca lutam, suportam ou lutam por qualquer coisa que valha a pena morrer. Nossa nação está em busca de carácter, as nossas mulheres estão à procura de líderes, e nossos filhos estão olhando para os pais.
Homens, parem com os jogos de vídeo bobos, saia do Facebook, mate o seu hábito pornográfico, e mostre aos seus amigos ímpios o caminho certo. Você é chamado para liderar, amar e morrer - se necessário - pela sua família.
Nós somos a razão porque o país está se deteriorando. Nós somos a razão pela qual a família está a quebrar. Temos de parar de atirar culpas desde Deus ao Governo. Nossas acções têm cheirado mal nas narinas de um Deus santo, justo e puro. Pais... acordem! A vida é um campo de batalha, não um parque infantil!
Eu posso ouvi-lo agora, "Está sendo muito duro com os homens! Recue um pouco!"
A sério?
Entre no meu mundo por um momento. Lembra-se do trecho do correio electrónico que coloquei no início deste artigo? Infelizmente, esta não é uma situação isolada; acontece o tempo todo. Depois de relê-los, diga-me se esta mensagem é muito forte.
Os homens que estão a fazer suas famílias sofrerem não precisam ser encorajados e mimados; eles precisam ser confrontados e desafiados. Em seguida, o incentivo pode ter lugar. A mudança será difícil, se nós sempre incentivamos, e raramente desafiamos mas não confrontamos.
O homem que se refere o correio electrónico foi cuidadosamente confrontado; o arrependimento ocorreu, e seu casamento agora é mais forte do que nunca.
Será que muitas das nossas esposas poderiam dizer coisas semelhantes?
Muitos anos atrás, eu li o início do diário de minha esposa, e o que eu li quebrou meu coração, mas primeiro eu senti-me traído e com raiva.
Ela escreveu: "Eu casei com um homem que não se preocupa com meus sonhos e objectivos na vida. Eu aprendi a viver com isso desde que a separação não é uma opção, mas eu não vou permitir que ele faça isso com os nossos filhos."
Fiquei muito irritado porque a verdade dói. Mas eu comecei a perceber que ela estava absolutamente correcta. Eu era um homem controlador sem se importar com os sonhos, ambições e metas da minha família. Eu não estava a ter em atenção os seus sonhos. Eu estou envergonhado pela maneira como pensei na altura: "Isso é estúpido, imaturo, e ridículo; porque ela gostaria de fazer isso?" Eu me senti terrível e pediu perdão. Eu percebi que eu estava quebrando o espírito da minha família; controlava e manipulava por causa do orgulho, e me importava sobre como os outros iriam pensar acerca de mim.
Essa experiência foi um ponto de viragem - eu agora encorajo a minha família. Eu estou escrevendo isto, não para comparar situações, mas para ilustrar o facto de que Deus muitas vezes usa confronto e exposição para nos quebrar.
Enquanto os pais buscam posição, construir reputações, perseguem carreiras, e assim por diante, frequentemente são mães que oram, nutrem, cuidam, e lideram. Sem dúvida, há homens que, não por culpa própria, falham para com a sua casa, mas na grande maioria, há uma necessidade crítica de liderança espiritual. O arrependimento é o primeiro passo.
Conhecimento é saber que precisamos nos arrepender, mas a sabedoria está no agir. O poder da Palavra de Deus é encontrada na acção. Tiago 1:22 nos lembra que podemos enganar-mo-nos se "sabe" o que fazer, mas não conseguem fazê-lo. Você está vivendo no engano ... sabendo, mas não está fazendo?
Homens, nossas famílias preferem "ver" um sermão do que "ouvir" um.
"Os sermões que você dá podem ser verdadeiros e sábios, mas eu prefiro aprender a lição observando o que você faz. Eu posso entender mal o conselho que você dá, mas não há nenhum mal-entendido quando observo como você age e como você vive" (Edgar A. Guest, "Eu Prefiro Ver um Sermão")

Fonte: http://www.christianpost.com/news/fathers-wake-up-were-the-reason-the-nation-is-deteriorating-family-is-breaking-down-opinion-165292/#b2mB8AZ3cFCjzPcd.99