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terça-feira, 20 de janeiro de 2026

criacionismo (parte 12) - os malefícios da teoria da evolução

 

Se aceitares a crença de Deus como Criador, então aceitas que existem leis. As leis de Deus são o reflexo da totalidade do Seu carácter. Ele deu-nos princípios como base para construirmos os nossos próprios pensamentos em cada área.

Se por outro lado, rejeitamos Deus e O substituimos com outra crença que coloca o acaso e o processo de evolução no lugar de Deus, não há base para o correcto e o errado. As regras serão aquilo que tu quiseres que sejam. 

Se o fundamento da Criação é retirado, as instituições religiosas entram em colapso. Se os fundamentos da teoria da Evolução se mantêm firmes, as estrutura construída baseada nesse fundamento – infidelidade, homossexualidade, aborto, etc., logicamente irá crescer. Devemos compreender esta ligação. 

Um cientista não-cristão proferiu na TV: “A evolução darwinista ajuda a tornar respeitável o ateísmo.”

1 – NAZISMO E EVOLUÇÃO

O tratamento dos alemães na Segunda Guerra Mundial, através de Adolf Hitler, pode ter contribuído, pelo menos em parte, pela sua crença na evolução. 

Sir Arthur Keith, um evolucionista bem conhecido, explicou como Hitler somente estava a ser consistente naquilo que fez aos judeus – ele simplesmente estava a aplicar os princípios da evolução darwiniana.

2 – RACISMO E EVOLUÇÃO

Stephen J. Gould concluiu no seu livro “Natural History” que o termo “mongolóide” é sinónimo de pessoa com deficiência mental porque se acreditava que a raça caucasiana era muito mais desenvolvida que a raça mongolóide.

O paleontologista Henry F. Osborn, deu mais lume ao fogo com a sua crença, professando o seguinte: “o stock negróide é mais antigo que o caucasiano e mongolóide... O tipo de inteligência os adulto negro é semelhante a uma criança de 11 anos da espécie Homo Sapiens”.

Muitos dos primeiros colonos australianos consideravam os aborígenes muito menos inteligentes que o “homem branco”, porque os aborígenes não tinham evoluído tanto como os brancos na escala da evolução.

Os evolucionistas falam de diferentes raças, ou seja, de diferentes níveis de seres humanos. O ensino cristão que ensina que somente há uma raça, e não de diferentes raças, e que todas as pessoas são iguais.

Nós – criacionistas – sabemos que, quando uma mulher nasce, já tem cerca de cinco mil óculos nos seus ovários. Logo, ela pode, potencialmente, produzir cinco mil crianças diferentes. Da mesma maneira, o homem possui igual potencialidade. Se um casal produzisse triliões de pessoas, nem mesmo duas delas seriam iguais. A Bíblia nos diz que apenas seis pessoas salvaram-se do Dilúvio – então, todos nós somos descendentes daqueles três filhos e três noras de Noé. Essas seis pessoas eram misturadas do ponto de vista racial, ou seja, não eram seis pessoas brancas, nem todas negras ou amarelas. Embora não constituíssem raças, certamente tinham diferenças – algumas características predominavam em uma pessoa, enquanto outra apresentava características dominantes diversas. No episódio da Torre de Babel, Deus confundiu uma única língua falada até então em diversas outras línguas, e a população humana foi separada em grupos menores, que já não podiam conviver entre si. Isso acabou desencorajando o casamento entre pessoas de grupos linguísticos diversos. Mais tarde, cada grupo acabou por migrar para diferentes partes do mundo, tornando-se geograficamente isolados, e essa é a condição ideal para o surgimento de raças. Com os grupos separados uns dos outros, e sem os casamentos intergrupos, algumas características genéticas acabaram por ficar mais concentradas. Um evolucionista escreveu um artigo que dizia que era surpreendente que, tantos anos depois da exposição das teorias darwinianas, a evolução ainda não tinha conseguido explicar a origem das raças. 

3 – DROGAS E EVOLUÇÃO

Um jovem disse o seguinte: “Minha fé nas drogas é a fonte de conforto e criatividade...”

4 – ABORTO E EVOLUÇÃO

A teoria evolucionista foi usada para dar maior respeitabilidade ao aborto. As pessoas aceitam que o desenvolvimento da criança no ventre da sua progenitora é simples um ancestral a parir mais um descendente, assim todos os outros animais.

5 – MÉTODOS DE NEGÓCIO E EVOLUÇÃO

Na última metade do século XIX, a filosofia do “Darwinismo social” foi largamente espalhada, e dominou o pensamento de muitos industriais. Eles criam que por causa da evolução, deveriam aplicar nos negócios os seguintes métodos: a sobrevivência do mais forte, eliminação do fraco, não amar o pobre.

6 – CHAUVINISMO MASCULINO E A EVOLUÇÃO

A Bíblia ensina que o homem e a mulher são iguais, mas eles têm papéis diferentes pela maneira como Deus os criou, e por causa das suas reacções diferentes à tentação (1 Timóteo 2:12-14).

A Evolução diz que a mulher é inferior ao homem. Contudo, há aqueles que estão envolvidos no movimento feminista que usam também a evolução para tentar justificar que as mulheres são superiores.

As mulheres cristãs precisam de compreender que o movimento feminista radical é baseado na filosofia evolucionista.

7 – O HUMANISMO E A EVOLUÇÃO

Definição de Humanismo:

Se queremos ver cair os fundamentos do Humanismo, então temos que examinar as bases em que se firma o humanismo e a evolução.

Têm sido feitas lutas para mudar as leis do aborto, mas a razão da existência da lei de aborto tem sido aceite (evolução) e não tem sido atacada ou destruída, e a próxima geração a aceitará cada vez mais, ficando cada vez mais presa à evolução. Se a Igreja quiser ter sucesso na mudança das atitudes da sociedade a respeito do aborto, pornografia, homossexualidade,... terá que combater contra o fundamento. A base da evolução precisa ser destruída e a base da criação precisa ser restaurada ao seu legítimo lugar.

Fonte: "The Lie: Evolution", Ken Ham, p. 99-11

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sexta-feira, 21 de junho de 2019

Só há uma raça humana

Só há uma raça humana, defende investigador, que culpa cientistas por contribuir para o racismo

Os seres humanos pertencem todos à mesma raça, mas ao longo dos séculos cientistas contribuíram deliberadamente para a ideia de que há várias raças e que a branca europeia é superior, defende um especialista em biologia evolutiva e antropologia

Rui Diogo, professor e investigador português, vive nos Estados Unidos mas está em Portugal para uma série de conferências sobre evolução e racismo.

Numa conferência organizada pelo Centro de Filosofia das Ciências da Universidade de Lisboa, em conjunto com o Museu Nacional de História Natural e da Ciência, o professor associado da Faculdade de Medicina da Universidade de Howard e membro do Centro de Estudos Avançados de Paleobiologia dos Hominídeos da Universidade George Washington, Estados Unidos, salientou que "biologicamente não há nenhuma raça humana" e não há raças negras ou brancas.

No entanto, disse, o estudo de primatas e da evolução foram usados ao longo da história para reforçar o preconceito e garantir a distinção de "raças humanas", legitimando a ideia de que há raças superiores e raças inferiores.

Para o investigador, a verdade é que a ciência explica as diferenças de cor da pele como mudanças epigenéticas (mudanças das funções genéticas herdadas, mas que não alteram a sequência de ADN) relacionadas com o clima.

"A cor da pele tem a ver com os raios ultravioleta, não é raça nem é genético", garantiu o especialista, acrescentando que é a ciência que explica que peles mais escuras existem onde há mais sol e as mais claras em países com pouco sol, precisamente para assim absorverem o pouco sol que existe.

E, no entanto, um branco pode ser mais "aparentado geneticamente" com um negro do que um negro com outro negro.

Mas ao longo de muitos anos, alertou, essa ciência foi usada para colocar "o negro ao lado dos macacos" e o "branco europeu" como raça superior.

"Os preconceitos dos cientistas também influenciaram a ciência", frisou.

É por tudo isto que Rui Diogo, como explicou à Lusa, tem, com outros investigadores, vindo a pedir à Sociedade Americana de Antropologia Física e à Sociedade de Anatomia que façam um pedido formal de desculpas.

"Não é fácil, mas temos de chegar lá", disse à Lusa, acrescentando que a ciência, a antropologia e a anatomia, se portaram "muito mal".

"Seria reconhecer que os investigadores promoveram de forma ativa e baseados em agendas políticas o racismo de tipo B durante centenas de anos", disse.

Rui Diogo divide o racismo em tipo A e tipo B, sendo que o primeiro entende outra cultura como diferente, com quem não quer relações, e o segundo que considera a outra cultura inferior.

O especialista cita um artigo científico do século XX que fala da "cara nojenta do negro", diz que Charles Darwin contribuiu para o racismo, e considera que mesmo no filme "King Kong" "há uma agenda" racista, onde se compara o gorila ao negro, que destrói a civilização e rouba as mulheres.

"Muitos cientistas tinham uma agenda política clara", diz Rui Diogo.

O investigador admite que há determinadas características mais comuns em determinados grupos, mas diz que não se relacionam com a cor da pele. E dá um exemplo: no tempo da escravatura um terço dos escravos morria nos navios, os que sobreviviam tinham em comum determinadas capacidades de resistência, mas não por serem negros.

Mas, se hoje a ciência é clara, como há ainda tantas situações de racismo, que parecem estar a aumentar? Rui Diogo responde que essa ciência, esse "fator biológico" é pouco divulgado e diz que em tempos de crise aumenta o estereótipo em relação aos outros, seja por causa da competição no emprego, seja pelo acesso à saúde, seja por outros motivos.

De resto, admite, o racismo é natural e leva à especiação (processo evolutivo). Mas não o racismo de tipo B, mais recente e que considera os outros inferiores, que é mais perigoso e está na origem de genocídios.

Há estudos, acrescenta, que dizem que o racismo de tipo A é intrínseco e natural, e é consensual que existe em todos os continentes.

Autor ou primeiro autor de 14 livros científicos e a preparar um novo livro sobre racismo, Rui Diogo fala ainda de um outro fenómeno, recente, a que chama neocolonialismo científico.

Acontece quando, explica, investigadores brancos descobrem fósseis em países africanos, se fotografam ao lado deles, e os trazem para a Europa para os estudar. Rui Diogo coloca a questão ao contrário: "Imagine-se um grupo de arqueólogos de um país africano a fazer escavações na Lourinhã e a levar os ossos de dinossauro".

com Lusa

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