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sexta-feira, 18 de abril de 2025

a morte de jesus cristo, na perspectiva de um médico cirurgião



Sou um cirurgião, e dou aulas há algum tempo. Por 13 anos vivi em companhia de cadáveres e durante minha vida estudei anatomia a fundo. Posso, portanto escrever sem presunção a respeito de uma morte como aquela. Jesus entrou em agonia em Getsemani e seu suor tornou-se sangue a escorrer pela terra. O único evangelista que relata o fato é um médico, LUCAS. E o faz com a decisão de um clinico.

O suar sangue ou "hematidrose", é um fenómeno raríssimo. É produzido em condições excepcionais. Para provocá-lo é necessário uma fraqueza física, acompanhada de um abatimento moral violento causado por uma profunda emoção, por um grande medo. O terror, o susto, a angustia terrível de sentir-se carregando todos os pecados dos homens (inclusive os seus) devem ter esmagado Jesus.

Tal tensão extrema produz o rompimento das finíssimas veias capilares que estão sob suas glândulas sudoríparas, o sangue se mistura ao suor e se concentra sobre a pele, e então escorre por todo corpo até a terra. Conhecemos a farsa do processo do Sinedrio Hebraico, o envio de Jesus a Pilatos e o desempate do procurador Romano e Herodes. Pilatos cede, e então ordena a flagelação de Jesus. Os soldados despojam Jesus e o prendem pelo pulso a uma pilastra do pátio. 

Então da-se inicio a tortura de Jesus, a flagelação se efetua com tiras de couro múltiplas sobre as quais são fixados bolinhas de chumbo e pequenos ossos. 

Os carrascos devem ter sido dois, um de cada lado, e de diferente estatura. Golpeiam com grandes chibatadas a pele, lembre-se que a pele de Jesus já estava alterada por milhões de microscópicas hemorragias do suor de sangue. Devido a este tipo de tortura a pele de Jesus se dilacera e se rompe; o sangue espirra. A cada golpe Jesus reage com um sobressalto de dor.

As forças se esvaem; um suor frio lhe impregna a fronte, a cabeça gira de vertigem de náusea, calafrios lhe correm ao longo das costas. E mais se Jesus não estivesse preso pelos pulsos cairia numa poça de sangue. Depois o escarnário da coroação. Com longos espinhos, mais duros que acácia, os torturadores entrelaçam uma espécie de capacete e o aplicam sobre a cabeça. Os espinhos penetram no couro cabeludo fazendo-o sangrar (sabendo que a cabeça é uma das partes mais sensíveis do corpo e o couro cabeludo é à parte que mais sangra no corpo).

Pilatos, depois de ter mostrado aquele homem dilacerado a multidão feroz, o entrega para ser crucificado. Colocam sobre os ombros de Jesus o grande braço horizontal da cruz; pesa uns cinqüenta quilos. A estaca vertical já está plantada sobre o calvário. Jesus caminha com os pés descalços pelas ruas de terreno irregular, cheia de pedregulhos. Os soldados o puxam com cordas. O percurso é cerca de 600mts. Jesus, fatigado, arrasta um pé após outro, frequentemente cai sobre seus joelhos. E os ombros estão cobertos de cagas que significa feridas. Quando Ele cai por terra, a viga lhe escapa, escorrega, e lhe esfola o dorso.

Sobre o calvário tem inicio a crucificação. Os carrascos despem o condenado, mas sua túnica está colada nas feridas e tira-la produz uma dor atroz. Quem já tirou uma atadura de gaze de uma grande ferida sabe muito bem do que se trata. Cada fio de tecido adere a carne viva: ao levarem a túnica, se laceram as terminações nervosas postas em descobertas pelas feridas. Os carrascos dão um puxão violento. Há um risco de toda aquela dor provocar uma sincope, mas ainda não é o fim.

O sangue começa a escorrer. Jesus é deitado de costas, as suas feridas incrustam de pedregulhos. Colocam-no no braço horizontal da cruz. Os algozes tomam as medidas.

Com uma broca, é feito um furo na madeira para facilitar a penetração dos pregos.

Os carrascos pegam um prego (um longo prego, com sua ponta quadrada), apóiam-no sobre o pulso de Jesus, com um golpe certeiro de marreta o plantam e o rebatem sobre a madeira. Jesus deve ter contraído o rosto assustadoramente. O nervo meridiano foi lesado. Pode-se imaginar aquilo que Jesus deve ter provado; uma dor lancinante, agudíssima, que se difundiu pelos dedos, e espalhou-se pelos ombros, atingindo o cérebro.

A dor mais insuportável que um homem pode provar, ou seja, aquela produzida pela lesão dos grandes troncos nervosos: provoca uma sincope e faz perder a consciência.

Em Jesus não. O nervo é destruído só em parte: a lesão do tronco nervoso permanece em contato com o prego: quando o corpo for suspenso na cruz, o nervo se esticará fortemente como uma corda de violino esticada sobre a cravelha. A cada solavanco, cada movimento, vibrará despertando dores dilacerantes. Um suplicio que durará três horas. O carrasco e seu ajudante empunham a extremidade da trava; elevam Jesus, colocando-o primeiro sentado depois em pé; conseqüentemente fazendo tombar para trás, o encostam na estaca vertical. Depois rapidamente encaixam o braço horizontal da cruz sobre a estaca vertical.

Os ombros da vitima dolorosamente sobre a madeira áspera.

As pontas cortantes da coroa de espinhos penetram o crânio. A cabeça de Jesus inclina-se para frente, uma vez que o diâmetro da coroa impede dele apoiar-se na madeira.

Cada vez que o mártir levanta a cabeça, recomeçam as pontadas agudas de dor.

Pregam-lhe os pés. Ao meio dia Jesus tem sede. Não bebeu nada desde a tarde anterior.

Seu corpo é uma mascará de sangue. Sua boca está semi-aberta e o lábio inferior começa a pender. A garganta, seca, lhe queima, mas ele não pode engolir. Tem sede. Um soldado lhe estende sobre a ponta de uma vara, uma esponja embebida em bebida acida, em uso entre militares.

Tudo aquilo é uma tortura atroz. Um estranho fenômeno se produz no corpo de Jesus. Os músculos dos braços se enrijecem em uma contração que vai se acentuando: os deltóides, os bíceps esticados e levantados, os dedos se curvam. É como acontece a alguém ferido de tétano. A isto que os médicos chamam de tetânica, quando os sintomas se generalizam: os músculos do abdômen se enrijecem em ondas imóveis, em seguida aqueles entre as costelas, os do pescoço, e os respiratórios. A respiração se faz, pouco a pouco mais curta. O ar entra como um sibilo, mas não consegue mais sair. Jesus não respira com o ápice dos pulmões. Tem sede de ar: como um asmático em plena crise, seu rosto pálido pouco a pouco se torna vermelho, depois se transforma num violeta purpúreo e enfim cianótico.

Jesus é envolvido pela asfixia. Os pulmões cheios de ar não podem se se esvaziar.

A fronte é impregnada de suor, os olhos saem fora de órbita. Mas o que acontece?

Lentamente com um esforço sobre humano, Jesus toma ponto de apoio sobre o prego dos pés. Esforça-se a pequenos golpes, se eleva aliviando a tensão dos braços. Os músculos do tórax se distendem. A respiração torna-se mais ampla e profunda, os pulmões se esvaziam e o rosto recupera a palidez inicial. Por que este esforço? Porque Jesus quer falar: "Pai perdoa-lhes porque não sabem o que fazem".

Logo em seguida o corpo começa afrouxar-se de novo, e a asfixia recomeça.

Foram transmitidas sete frases pronunciadas por ele na cruz: cada vez que quer falar, deverá elevar-se tendo como apoio o prego dos pés. Será que você consegue imaginar algo parecido?

Atraídas pelo sangue que ainda escorre e pelo coagulado, enxames de moscas zunem ao redor do seu corpo, mas ele não pode enxota-las. Pouco depois o céu escurece, o céu escurece, o sol se esconde: de repente a temperatura diminui. Logo serão três, depois de uma tortura que duras três horas. Todas as suas dores, a sede, as câimbras, a asfixia, o latejar dos nervos medianos, lhe arrancam um lamento: "Meu Deus, meu Deus, porque me abandonaste?"

Jesus grita: "tudo está consumado". E em seguida num grande brado diz: "Pai nas tuas mãos entrego meu Espírito". E morre em seu lugar e no meu também

Pierre Barbet (1884-1961)

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

ciência descobre que a morte não existe

Cientista afirma ter descoberto que a morte não existe, que nossa alma nunca morre, apenas retorna ao universo

Um renomado cientista, afirma que o que acreditamos ser o fim da vida, quando uma pessoa perde todos os sinais vitais e é dada como morta, é um equivoco.

Segundo ele o que ocorre que nossas células guardam “memórias de nossa alma”. Ele também usou como base de sua pesquisa e explicou sobre o transe de pessoas que chegam a ser dadas como mortas e sobrevivem que geralmente é parecido.

“Se uma pessoa não resiste ao transe e morre, é possível que a informação quântica, exista fora do corpo como uma alma, talvez indefinidamente.” esclarece o físico britânico Roger Penrose.

O cientista explicou ao jornal “Daily Express”, que após meses de pesquisas ele e sua equipe encontraram evidências de que dentre as proteínas armazenadas nas células, é armazenada uma informação chamada de “alma”.

Isso explica o que os fatos de experiência  “pós morte”, daqueles que voltam a vida, pois essa alma é expulsa quando nosso corpo morre, porém volta ao organismo caso o humano volte a vida.

Vários cientistas apoiam a ideia de que “o que acreditamos como aqui e agora, é apenas uma parte material de tudo que é compreensível para nós, enquanto a vida após a morte é uma realidade infinitamente maior”, disse Has Peter Durr, ex-presidente da Academia Alemã.

De acordo com ele o campo espiritual quântico sobrevive após a morte do corpo físico, e consideram esse fato como a imortalidade.

Já o biólogo alemão Christian Hellwig, pensamentos, emoções, e consciência, podem ser considerados espirituais porque não têm ligação direta com as forças da natureza, mas sim com os “Fenômenos do mundo quântico”.

Se todas as pesquisas se confirmarem, poderemos dizer que a alma tem uma vida que transcende ao que conhecemos por mortalidade.

As pesquisas a respeito seguem sendo aprofundadas.

FONTE


sábado, 11 de junho de 2016

estudo encontra a primeira prova científica de que há vida depois da morte


Está agora não havia evidência científica, pelo que se pensa que milhões de pessoas tiveram experiências claras de consciência antes da morte, mas nunca havia sido provada por cientistas. Agora isso mudou.

Cientistas da Universidade de Southampton, em Inglaterra, encontraram evidências de que a consciência pode continuar durante alguns minutos depois da morte clínica, algo que até pouco tempo era considerado impossível.

Considerado o maior estudo médico sobre experiências fora do corpo, a investigação demorou quatro anos já que foram analisados uns 2060 casos de pessoas que sofreram paragens cardíacas em 15 hospitais dos Estados Unidos, Inglaterra e Áustria.

A evidência a respeito da consciência, depois de que o cérebro fica desconectado completamente foi possível em aproximadamente em 40% dos pacientes. Depois de serem considerados clinicamente mortos, a actividade cerebral continua durante 3 minutos depois que o coração pára por completo. Isto sempre foi um tema controverso.

Dentro dos 330 que sobreviveram, 140 aceitaram ser entrevistados e 55 deles (39%) disseram que tinham alguma percepção ou recordação do momento que estiveram "mortos". Somente dois tiveram recordações precisas desta experiência.

Alguns pacientes recordaram ter visto uma luz brilhante ou uma espécie de sol brilhante. Muitos não recordam detalhes específicos. Um em cada cinco disse que sentia uma sensação incomum de tranquilidade, cerca de um terço disse que o tempo havia desacelerado ou acelerado.

Outros reportaram sentimentos de medo, e também a serem arrastados por correntes. Cerca de 13% disseram que sentiram separados de seus corpos e um número similar disse que se sentiram agonizados. Por outro lado, 8% afirmou ter sentido algum tipo de presença mística ou uma voz identificável, e outros 3% viram "espíritos".

O caso mais intrigante é de um homem de 57 anos, que afirma ter abandonado seu corpo completamente. Ele relatou com detalhe as acções da equipa de enfermagem e descreveu os sons das máquinas.

"Sabemos que o cérebro não pode funcionar quando o coração deixa de bater", disse o Dr. Sam Parnia, um investigador que dirigiu o estudo. "Contudo neste caso, a percepção consciente parece haver continuado por cerca de 3 minutos depois que o coração parou. Normalmente, o cérebro apaga-se entre 20 a 30 segundos depois que o coração pára", disse Parnia.

Até agora não havia evidência científica, pelo que se estima que milhões de pessoas tiveram experiências claras de consciência perante a morte, mas nunca havia sido provada por cientistas. Mas isso agora mudou.

O Dr. David Wilde, psicólogo e investigador da Universidade de Nottingham Trent, está a compilar dados sobre as experiências fora do corpo, tratando de encontrar um padrão para vincular cada episódio.

Ele espera que sua investigação anima a novos estudos sobre o tema.

Fonte: The Telegraph