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sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

criacionismo - videos



VÍDEO 1Biólogo Cristão: Teoria da Evolução, Origem do Homem e a Existência de Deus - Kayhê Cury

VÍDEO 2 - Doutor por OXFORD mostra as PRINCIPAIS INCOERÊNCIAS da TEORIA da EVOLUÇÃO!

VÍDEO 3 - Os problemas do evolucionismo - Prof. Dr. Rômulo Machado

VÍDEO 4 - Celacanto - A fraude do fóssil de transição.

VÍDEO 5 - A Origem dos Fósseis | Prof. Adauto Lourenço

VÍDEO 6 - Série Origens - 1. Introdução

VÍDEO 7 - Série Origens - 2. Cruzada contra a religião

VÍDEO 8Série Origens - 3 Ciência e Ideologia


ACEITAM-SE SUGESTÕES DE OUTROS VÍDEOS

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domingo, 25 de janeiro de 2026

criacionismo (parte 13) - declarações de grandes cientistas

Os grandes cientistas como Newton, Pascal, Kelvin, Kepler, Pasteur, Fleming, Simpson, Herchel, Morse, Von Braun, Faraday, Joule, Maxwell e tantos outros, deram declarações pró-criacionismo. Será que as afirmações destes grandes homens da ciência não têm valor?

Infelizmente somente têm aproveitado as descobertas destes sábios homens no campo físico e material, rejeitando todas as suas outras revelações no campo espiritual, ou a favor da Criação. Contraria-mente a muitos outros que nada contribuíram para o bem da ciência, registaram suas teorias (as quais nunca conseguiram provar) nos livros de Biologia, História e Filosofia.

Newton: “Há mais indícios da autenticidade da Bíblia do que qualquer história profana.” “A ordem maravilhosa dos sois, planetas e cometas só pode ter origem na mente de um ser infinito em sabedoria e poder."

William Herchell (que descobriu o planeta Úrano): “Todas as descobertas humanas parecem ter sido feitas com o propósito único de confirmar cada vez mais fortemente as verdades contidas nas Sagradas Escrituras.”

Pasteur: “Quanto mais estudo a natureza, tanto mais admiro as obras de Deus”.

Kepler: “Na Criação vejo a mão de Deus.”

Lord Kelvin, um dos maiores cientistas do seu tempo, afirmou que não havia nenhum facto da Ciência estabelecido que contradissesse qualquer afirmação da Bíblia.

Isso ficou bem patente numa declaração conjunta assinada por 754 cientistas, entre os quais David Brewster, de que não havia sequer um facto da verdadeira ciência que se opusesse à Bíblia.

Michael Faraday, o designado “pai da electricidade”, pregou o Evangelho de Jesus Cristo até ao fim da sua vida.

Alexander Fleming (inventor da penicilina): “A minha maior descoberta é que o sangue de Jesus nos purifica de todo o pecado.”  HISTORIA DE FLEMING

Simpson (que descobriu o clorofórmio): “O maior dos meus descobrimentos é que sou um pecador e Jesus Cristo é o meu salvador.”

Blaise Pascal:A impossibilidade em que me vejo de provar que Deus não existe, releva-me a Sua existência.” “Há um vácuo divino no coração de cada homem que não pode ser preenchido por qualquer coisa criada mas somente por Deus, o Criador, revelado através de Jesus Cristo.” “Não há nada de bom nesta vida senão a esperança de uma outra vida.”

James Orr afirmava conhecer 28 dos 30 maiores cientistas do seu tempo e que cada um deles havia aceitado a Bíblia como revelação de Deus e Jesus Cristo como seu Salvador.

Samuel Morse (inventor do código Morse): “Certamente, toda a glória pertence a Ele. Tenho bastantes provas de que sem Cristo não posso fazer coisa alguma.”

Prof. Duane Gish: “Para acreditar na teoria de Evolução é necessário possuir ainda mais fé do que para aceitar o princípio bíblico.”

Von Braun, o denominado “pai dos foguetões” e director da NASA, afirmou: “Muitos homens inteligentes e de boa fé dizem que não podem visualizar Deus. Pode, acaso, um físico ver o electrão? O electrão é materialmente inconcebível e, contudo, usamo-lo para iluminar nossas cidades.” “A ciência e a religião não são antagónicas. Ao contrário, são irmãs. Enquanto a ciência procura conhecer mais a respeito da criação, a religião procura compreender mais a respeito do Criador.”

Henry Morris: “Não há conflito algum entre o Cristianismo e a verdadeira Ciência. O cristão pode estudar e aceitar, sem nenhum escrúpulo, todos os dados da Ciência, pois a verdadeira Ciência só se ocupa dos Céus e da Terra que agora existem.”

Canchy (matemático): “Sou cristão, e quero dizer que creio na divindade de Jesus Cristo e nisso acompanho Tycho-Brahé, Descarts, Newton, Fermat, Leibnitz, Euler, Guldin Gerald e todos os grandes astrónomos, físicos e todos os grandes geómetras dos séculos passados.”

Humphrey Davy, Michael Faraday, James P. Joule, William T. Kelvin e James Clerk-Maxweel, foram reconhecidamente os cincon físicos mais notáveis do século XIX. Todos eles eram cristãos e acreditavam na Criação.

A organização “The Creation Research” é formada por mais de 350 cientistas, todos eles com o grau de mestrado ou doutoramente e que acreditam na Criação.

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terça-feira, 20 de janeiro de 2026

criacionismo (parte 12) - os malefícios da teoria da evolução

 

Se aceitares a crença de Deus como Criador, então aceitas que existem leis. As leis de Deus são o reflexo da totalidade do Seu carácter. Ele deu-nos princípios como base para construirmos os nossos próprios pensamentos em cada área.

Se por outro lado, rejeitamos Deus e O substituimos com outra crença que coloca o acaso e o processo de evolução no lugar de Deus, não há base para o correcto e o errado. As regras serão aquilo que tu quiseres que sejam. 

Se o fundamento da Criação é retirado, as instituições religiosas entram em colapso. Se os fundamentos da teoria da Evolução se mantêm firmes, as estrutura construída baseada nesse fundamento – infidelidade, homossexualidade, aborto, etc., logicamente irá crescer. Devemos compreender esta ligação. 

Um cientista não-cristão proferiu na TV: “A evolução darwinista ajuda a tornar respeitável o ateísmo.”

1 – NAZISMO E EVOLUÇÃO

O tratamento dos alemães na Segunda Guerra Mundial, através de Adolf Hitler, pode ter contribuído, pelo menos em parte, pela sua crença na evolução. 

Sir Arthur Keith, um evolucionista bem conhecido, explicou como Hitler somente estava a ser consistente naquilo que fez aos judeus – ele simplesmente estava a aplicar os princípios da evolução darwiniana.

2 – RACISMO E EVOLUÇÃO

Stephen J. Gould concluiu no seu livro “Natural History” que o termo “mongolóide” é sinónimo de pessoa com deficiência mental porque se acreditava que a raça caucasiana era muito mais desenvolvida que a raça mongolóide.

O paleontologista Henry F. Osborn, deu mais lume ao fogo com a sua crença, professando o seguinte: “o stock negróide é mais antigo que o caucasiano e mongolóide... O tipo de inteligência os adulto negro é semelhante a uma criança de 11 anos da espécie Homo Sapiens”.

Muitos dos primeiros colonos australianos consideravam os aborígenes muito menos inteligentes que o “homem branco”, porque os aborígenes não tinham evoluído tanto como os brancos na escala da evolução.

Os evolucionistas falam de diferentes raças, ou seja, de diferentes níveis de seres humanos. O ensino cristão que ensina que somente há uma raça, e não de diferentes raças, e que todas as pessoas são iguais.

Nós – criacionistas – sabemos que, quando uma mulher nasce, já tem cerca de cinco mil óculos nos seus ovários. Logo, ela pode, potencialmente, produzir cinco mil crianças diferentes. Da mesma maneira, o homem possui igual potencialidade. Se um casal produzisse triliões de pessoas, nem mesmo duas delas seriam iguais. A Bíblia nos diz que apenas seis pessoas salvaram-se do Dilúvio – então, todos nós somos descendentes daqueles três filhos e três noras de Noé. Essas seis pessoas eram misturadas do ponto de vista racial, ou seja, não eram seis pessoas brancas, nem todas negras ou amarelas. Embora não constituíssem raças, certamente tinham diferenças – algumas características predominavam em uma pessoa, enquanto outra apresentava características dominantes diversas. No episódio da Torre de Babel, Deus confundiu uma única língua falada até então em diversas outras línguas, e a população humana foi separada em grupos menores, que já não podiam conviver entre si. Isso acabou desencorajando o casamento entre pessoas de grupos linguísticos diversos. Mais tarde, cada grupo acabou por migrar para diferentes partes do mundo, tornando-se geograficamente isolados, e essa é a condição ideal para o surgimento de raças. Com os grupos separados uns dos outros, e sem os casamentos intergrupos, algumas características genéticas acabaram por ficar mais concentradas. Um evolucionista escreveu um artigo que dizia que era surpreendente que, tantos anos depois da exposição das teorias darwinianas, a evolução ainda não tinha conseguido explicar a origem das raças. 

3 – DROGAS E EVOLUÇÃO

Um jovem disse o seguinte: “Minha fé nas drogas é a fonte de conforto e criatividade...”

4 – ABORTO E EVOLUÇÃO

A teoria evolucionista foi usada para dar maior respeitabilidade ao aborto. As pessoas aceitam que o desenvolvimento da criança no ventre da sua progenitora é simples um ancestral a parir mais um descendente, assim todos os outros animais.

5 – MÉTODOS DE NEGÓCIO E EVOLUÇÃO

Na última metade do século XIX, a filosofia do “Darwinismo social” foi largamente espalhada, e dominou o pensamento de muitos industriais. Eles criam que por causa da evolução, deveriam aplicar nos negócios os seguintes métodos: a sobrevivência do mais forte, eliminação do fraco, não amar o pobre.

6 – CHAUVINISMO MASCULINO E A EVOLUÇÃO

A Bíblia ensina que o homem e a mulher são iguais, mas eles têm papéis diferentes pela maneira como Deus os criou, e por causa das suas reacções diferentes à tentação (1 Timóteo 2:12-14).

A Evolução diz que a mulher é inferior ao homem. Contudo, há aqueles que estão envolvidos no movimento feminista que usam também a evolução para tentar justificar que as mulheres são superiores.

As mulheres cristãs precisam de compreender que o movimento feminista radical é baseado na filosofia evolucionista.

7 – O HUMANISMO E A EVOLUÇÃO

Definição de Humanismo:

Se queremos ver cair os fundamentos do Humanismo, então temos que examinar as bases em que se firma o humanismo e a evolução.

Têm sido feitas lutas para mudar as leis do aborto, mas a razão da existência da lei de aborto tem sido aceite (evolução) e não tem sido atacada ou destruída, e a próxima geração a aceitará cada vez mais, ficando cada vez mais presa à evolução. Se a Igreja quiser ter sucesso na mudança das atitudes da sociedade a respeito do aborto, pornografia, homossexualidade,... terá que combater contra o fundamento. A base da evolução precisa ser destruída e a base da criação precisa ser restaurada ao seu legítimo lugar.

Fonte: "The Lie: Evolution", Ken Ham, p. 99-11

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sábado, 17 de janeiro de 2026

criacionismo (parte 11) - fundamentos vacilantes


A teoria da Evolução foi apresentada e aceite como verdade científica, e muitos cristãos aceitaram as crenças evolucionistas e as acrescentaram às suas crenças bíblicas. Mas, enquanto muitos cristãos sabem que Deus é o Criador, eles também crêem que Ele usou o processo da evolução a fim de trazer as coisas ao nível que estão.

Nos círculos cristãos e não-cristãos, qual o livro da Bíblia que é o mais atacado, controverso, ignorado, alegorizado? O livro de Génesis!

Salmo 11:3 – Se forem destruídos os fundamentos, que poderá fazer o justo?     

A sociedade depende os fundamentos de moralidade. A sociedade civilizada, traça limites à sua própria conduta.

Alguns, correctamente, citam as Escrituras e dizem que Jesus Cristo é o fundamento e Ele não pode ser destruído. Mas o conhecimento fundamental que Jesus Cristo como Criador pode ser removido do pensamento das pessoas. As sociedades actuais estão a abandonar o verdadeiro fundamento, e irão sofrer as consequências.

Se destruirmos os fundamentos de alguma coisa, a estrutura entrará em colapso. Se alguém quer destruir o Cristianismo, então há que destruir os fundamentos estabelecidos no livro de Génesis.

A doutrina bíblica da Origem, como contida no livro de Génesis, é o fundamento para todas as outras doutrinas bíblicas. Cada doutrina na bíblica de teologia está, directa ou indirectamente, baseada no livro de Génesis.

Com que fundamento podemos decidir o que uma coisa é errada ou certa?

Os cristãos têm padrões de correcto ou errado porque eles aceitam que existe um Criador, e como Criador, Ele tem senhorio sobre a Sua criação.

Assim como um desenhador de carros providencia o manual para o uso correcto da viatura, assim também fez Deus dando à Sua criação as instruções que são necessárias para viver a vida em abundância e livre.

As regras vêm de Deus, e portanto, elas devem ser obedecidas. É impossível construir qualquer estrutura sem o fundamento.

Quando os seus filhos vão para a Escola, é-lhes dado outro fundamento: Deus não é o Criador e somos simplesmente produto da sorte.

Veja o que dizem alguns livros escolares:

Olhe cuidadosamente para as suas mãos. Você tem cinco dedos flexíveis. Animais com cinco dedos flexíveis são chamados de primatas. Macacos, gorilas e humanos são exemplos de primatas…” (Biologia – Visualizando a Vida, Holt, Rinehart & Winston, 1998, pág. 213).

Mas todos os investigadores concordam nesta base. Nós sabemos, por exemplo, que os homens evoluíram de antepassados que partilhámos com outros primatas vivos como os chimpanzés e macacos.” (Biologia, Miller e Levine, 2000, pág. 757). 

Infelizmente, muitos pais construíram uma estrutura para a próxima geração que não tem como fundamento o conhecimento que Jesus Cristo é o Criador.

Uma estrutura está a ser implantada – humanismo – sendo um fundamento falso e enganador.

Por exemplo (1): Para entendermos que o homossexualismo é errado, precisamos de ir ao livro de Génesis e vermos a base do casamento. É aqui que lemos que Deus ordenou o casamento e declarou que seria entre um homem e uma mulher, para toda a vida.

Por exemplo (2) : O aborto deve ser visto como um assassinato de um ser vivo.

As nossas opiniões, devem estar de acordo com a Palavra. Muitas vezes, as opiniões da sociedade actual, estão acima da Escritura.

A base do nosso pensar deve ser os princípios da Sua Palavra. Eles devem determinar as nossas acções. 

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sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

criacionismo (parte 10) - as leis científicas e o evolucionismo

 


O Prof. Henry M. Morris mostrou que a teoria contradiz conceitos básicos do conhecimento científico, leis que regem todo o funcionamento do Universo. 

É preciso ter mais fé para crer no Evolucionismo que no Criacionismo. Analise bem:

1 - A teoria evolucionista fere as leis da termodinâmica

Há duas Leis da Termodinâmica que comprometem a Teoria da Evolução: A Lei da Conservação da energia e a Lei da Termo II. 

A Lei da Conservação de Energia diz-nos que a energia não pode ser criada nem destruída, mas pode adquirir várias formas (transformação), inclusive a massa. 

Os evolucionistas dizem que a energia está em expansão, em evolução. No entanto, de acordo com a 1.ª Lei da Termodinâmica, não pode em hipótese alguma haver evolução porque a quantidade total de energia é sempre a mesma. Se não há produção de energia, nem evolução da energia, o postulado evolucionista contradiz a Lei.

Agora submetamos o postulado criacionista à 1.ª Lei da Termodinâmica. A Bíblia diz que Deus criou todas as coisas completas e acabadas. Perfeitas! Como Criador, Ele formou também a quantidade de energia de maneira completa, perfeita e sempre com a mesma frequência. Leia 2 Pedro 3:7 e note que a Criação está em conformidade com esta Lei.

A Lei da Termo II ou Lei de Transformação de Energia afirma que a energia se move em níveis mais organizados para níveis menos organizados, ou seja, todas as coisas abandonadas aos seus próprios destinos tendem sempre do complexo para o simples, do organizado para o desorganizado. A Termo II age ficando com menos do que antes. Ou seja, toda a natureza está em descendência.

A energia "perdida" é acumulada na forma de uma energia indisponível, a qual mede o grau de desordem de um certo sistema. Essa energia é chamada de entropia.

Ora para que a evolução seja Evolução teria de dar-se o oposto da Lei: o contínuo desenvolvimento das mais simples formas para as mais complexas. Isto contradiz a 2.ª Lei da Termodinâmica.

O que dizem os criacionistas? O que a 2.ª Lei da Termodinâmica tem a ver com este postulado? Segundo a Bíblia, Deus fez toda a criação completa, bem acabada e perfeita. A expressão: “E viu Deus que era bom” (Génesis 1:18) mostra a perfeição com que foi criada a natureza. Porém, quando o pecado entrou no mundo desorganizou o universo e toda a terra foi amaldiçoada por causa da desobediência do Homem. Por isso ele caminha de níveis organizados para desorganizados. 

Deus fez tudo completo e perfeito, mas desde que o Pecado entrou no mundo toda a natureza, o sistema de coisas animadas e inanimadas tem caminhado para um nível espiritual e material cada vez mais desorganizado. Constatamos a perfeita harmonia entre o postulado criacionista e a 2.ª Lei da Termodinâmica.

2 - A teoria evolucionista fere a Lei da Biogenese

Essa Lei, do francês Louis Pasteur afirma, de acordo com a Bíblia, que somente vida produz vida, conforme Génesis 1:26. Já a Evolução fala que matéria inanimada produz matéria animada (viva).

3 - A teoria evolucionista fere a Lei de Causa e Efeito        

A Lei da Causa e Efeito diz que "nenhum efeito é qualitativamente ou quantitativamente superior [melhor que] à causa". O efeito sempre tem que ser menor do que a causa. Portanto, uma ameba não pode produzir um homem. 

Mas o que a Evolução diz? Diz que a matéria inanimada é igual à causa. Isto quer dizer que vidas mais complexas como os seres humanos, por exemplo, teriam hierarquicamente o mesmo efeito que as matérias inanimadas e menos complexas. Isto é impossível! Os evolucionistas dizem que a partir de uma matéria inorgânica, de uma escolha humana e natural, feita por acaso através de mutações, selecção natural e transmutações de espécies, é possível chegar a formas de vidas mais complexas. 

É ponto assente entre os maiores biólogos que as transmutações não existem. Todas as mutações do gene são o resultado de alterações do ADN que existe nas células. Nada de novo se acrescenta, e a maior parte das mutações é nociva à saúde. Se a esmagadora maioria das mutações são prejudiciais não haverá evolução, caso contrário seria o triunfo dos deficientes.

Walter Lammerts, afirmou: “Sob o ponto de vista biológico, todas as mutações são defeituosas” (Journal of American Acientific Affiliation, Março 1961, pág. 6).

Ernest A. Hooton, famoso antropologista da Universidade de Harvard declarou: “Receio bem que muitos antropologistas tenham pecado contra a ciência genética, apoiando-se numa cana quebrada ao defender as mutações.” (“Apes, Men and Morons”, George Allen Unwin, Londres, 1937, pág. 118).

O Dr. Monty White afirmou: “Não foi demonstrado que as mutações e a selecção natural sejam a causa da mudança de uma espécie noutra. Tudo o que as experiências de criação selectiva demonstraram, é que se podem obter, por exemplo, cavalos negros, cavalos brancos, cavalos negros e brancos e cavalos grandes, pequenos e de todos os tamanos intermédios. Mas não se podem obter cavalos com asas! Todas as experiências feitas com a mosca da fruta não conseguiram fazê-la mudar noutro tipo de mosca, o que se enquandra perfeitamente no modelo criacionista.” 

Portanto, depois de tudo que foi apresentado, se a Lei da Causa e Efeito diz que o efeito não pode ser superior ou igual à causa, o postulado evolucionista novamente bate de frente com o método científico.

O que diz o postulado criacionista? Diz a Bíblia que Deus, que é um ser grande, tremendo, omnipotente, omnisciente e eterno criou o Homem, que é um ser limitado, imperfeito e frágil. Entendemos pela Bíblia que Deus é a causa, e o Homem é o efeito. Portanto, o postulado criacionista está de acordo com a Lei que estudámos.

Leia Isaías 55:8 e Jeremias 32.17.

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quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

criacionismo (parte 9) - a raiz do problema


A tua ideia de origem (fé, crença) irá afectar toda a tua maneira de ver o mundo (cosmovisão), o significado da vida, etc.

Se não houver um Ser Superior que estabeleça regras, então todos podem fazer o que quiserem e esperar sair impunes independentemente das suas acções.

Um número crescente de cientistas está a tomar consciência de que quando tiramos a Bíblia como base e contruímos o nosso próprio modelo de ciência e história, todas as evidências dos animais vivos e plantas, fósseis, e cultura caiem. Isto confirma que a Bíblia realmente é a Palavra de Deus e nela podemos confiar.

Muitas escolas públicas tornaram-se instituições que ensinam gerações de estudantes na religião do HUMANISMO. Ao entrarmos nos museus podemos olhar as supostas evidências da Evolução, mas na realidade estaremos a observar a "história da evolução", mas nunca a evidência de Evolução.

Romanos 1:20 - "Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis."

2 Pedro 3:5 – "Eles voluntariamente ignoram isto, que pela palavra de Deus já desde a antiguidade existiram os céus, e a terra, que foi tirada da água e no meio da água subsiste. – Nos últimos dias o homem se iria esquecer do Criador do mundo."

Porque os humanistas, os evolucionistas, não conseguem ver que todas as evidências mostram a inerrância da Bíblia? É porque eles não querem ver. Eles recusam que as evidências sejam correctamente interpretadas à luz dos ensinos bíblicos.

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segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

criacionismo (parte 8) - a inconsistência do evolucionismo


O registo dos fósseis apresenta inúmeros problemas:

1. Há uma variedade de espécies que tem permanecido absolutamente fixa durante todos os milhões e milhões de anos do tempo geológico.

2. Muitas das espécies modernas são degenerações de espécies anteriores muito melhores adaptadas, e não formas superiores daquelas que se encontram nos fósseis.

3. Todas as grandes filogenias e muitas famílias, ordens e classes, e um grande gênero e espécie, aparecem no registro fóssil sem nenhuma forma intermediária ou pelo menos preliminar.

O ARREPENDIMENTO DE DARWIN

A Biografia escrita por Orlando Boyer, intitulada "Ancora da Alma", narra o encontro de Lady Hope com Darwin. Ao visitá-lo, encontrou-o com a Bíblia em mãos, a ler a carta de Hebreus. Ao falar da Evolução, Darwin, parecendo perturbado, declarou: 

"Eu era moço com idéias não bem formadas. Fizeram sugestões admiradas com as coisas e ficava surpreendido de ver tudo começar a arder como fogo. O povo fez destas ideias uma religião".

Então, ficou calado e depois de mencionar a santidade de Deus e a grandeza da Bíblia que segura na mão, disse de repente:

"Lady Hope, tenho uma casa no jardim, na qual podem se ajuntar trinta pessoas. É aquela lá - indicando pela janela aberta. Quero que fale lá amanhã à tarde para os criados e para os vizinhos... fale sobre Cristo Jesus e a sua salvação. Há alguma coisa melhor? Quero também que cante com eles. Pode marcar a reunião para as três horas, a janela aqui ficará aberta e pode saber que estou acompanhando os hinos..."

A existência não é casual. "A criação como Deus a fez originalmente ajusta-se ao seu caráter, com absolutos morais", com propósito. "Os homens, criados a Sua imagem, deveriam viver por livre escolha de acordo como Deus é." Darwin aceitou isto, faça o mesmo e viva.

Charles Darwin admitiu que: “Visto que, segundo esta teoria, inumeráveis formas transitórias devem ter existido, porque não as encontramos em números incontáveis na crosta terrestre? O número de elos intermediários entre espécies existentes e extintas deve ter sido inconce-bivelmente grande.”

O Prof. George Gaylord Simpson, da Universidade de Harvard, disse: “Lacunas entre conhecidas ordens, classes e famílias são sistemáticas e quase sempre grandes.”

O Prof. E. J. H. Corner, da Universidade de Cambridge, afirmou: “Eu ainda penso que, para os sem preconceitos, o registo de fósseis de plantas é a favor de uma criação especial.”

Não há uma única evidência de uma espécie mudar para outra. Como o Prof. Goldschmidt, da Universidade da Califórnia, observou: “Devemos lembrar-nos que jamais alguém teve sucesso em produzir uma nova espécie pela acumulação de micromutações.”

OUTRAS DECLARAÇÕES:

Os próprios evolucionistas admitem que a teria da evolução das espécies não tem consistência. 

Em Janeiro de 1958, o cientista James E. Crow escreveu no Bulletin of the Atomic Scientist (Boletim de Ciência Atómica): “Mutações e padrões de mutação têm sido estudados em grande diversidade de plantas, animais e em seres humanos, e a conclusão é que quase todas elas são prejudiciais.”

Um paleontológico, ao falar sobre a teoria da evolução a um jornal da Universidade de Chicago, declarou: “Se a evolução fosse verdadeira, o próprio sistema de classificação das espécies evoluiria através das eras. Todavia, o facto é que as espécies têm sido as mesmas desde o princípio”.

Fred Hoyle disse: “Essa teoria é plausível? Não! A enorme riqueza de plantas e animais que existem na Terra não poderá ter sido criada por uma banilidade tão óbvia” (“O Universo Inteligente”, Ed. Presença, Lisboa, 1986, pág. 12).

Um dos grandes pensadores modernos, chamado Nicholas Berdyaev, escreveu: “O conceito naturalista do homem como produto da evolução no mundo animal é a mais fraca de todas as teorias antropológicas… a única teoria que é eterna e inultrapassável é o conceito judaico-cristão do homem como um ser criado por Deus à Sua própria semelhança”.

O Dr. Arthur I. Brown escreveu: “A evolução não é uma ideia necessária que se tire de factos conhecidos; é um credo sustentado, apesar dos factos. Tem beneficiado duma propaganda astuta, presistente e generalizada em livros, revistas e jornais” (The Destiny of Man, pág. 63-65).

Henry Morris também afirmou: “A única razão porque a maior parte das pessoas parece acreditar na evolução é por quererem acreditar nela, ou por terem sido intimidados a aceitá-la com receio de serem apelidados de ignorantes, de reaccionários ou qualquer outro nome desagradável” (Twilight of Evolution, Presb. And Reformed Nutley, N.J., 1963, pág. 27). Também afirmou o seguinte: “O relato bíblico da Criação do homem não foi desacreditado de modo nenhum. Foi simplesmente rejeitado. A evolução não foi comprovada. Foi simplesmente aceite. A ciência legítima só pode lidar com os processos actuais e, assim, nada pode dizer acerca das origens.”

“A Evolução não está provada, nem se pode provar” (Arthur Keith).

“É incrível! Uma centena de milhares de anos de evolução e não existem formas fossilizadas transitórias” (Dr. Duane T. Gish).

“A Evolução não tem base, e é totalmente incrível” (Sir Ambrose Fleming).

Darwin, o pai da teoria da Evolução das espécies, admitiu não haver evidências de que a sua teoria é correcta. Ele disse: “A terrível dúvida sempre presente é se as convicções da mente do homem, que se desenvolveram a partir da mente dos animais inferiores, são de algum valor e dignas de confiança. Poder-se-ia confiar nas convicções da mente de um macaco, se é que existem quaisquer convicções numa tal mente?” Afirmou também: “Nem uma só mudança duma espécie para outra se encontra registada… Não podemos provar que uma única espécie se tenha transformado noutra” (“My Life and Letters”, vol. 1, pág. 210).

O que podemos concluir dessas afirmações é que nem mesmo os evolucionistas acreditam que estão com a razão. 

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quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

criacionismo (parte 7) - evidências da evolução


Será que existem mesmo evidências da evolução? Vamos analisar algumas dessas evidências e verificar se elas são válidas.

1 – ANATOMIA COMPARADA

As semelhanças na anatomia são consideradas como uma das evidências da Evolução. Por exemplo, ao compararmos a asa de uma ave à nadadeira anterior de um golfinho e o braço de um homem, veremos que, embora elas sejam muito diferentes, possuem estrutura óssea e muscular bastante parecidas. Os evolucionistas interpretam estas semelhanças admitindo que estes seres tiveram ancestrais em comum, dos quais herdaram um plano básico de estrutura corporal. 

Os criacionistas, por outro lado, interpretam as mesmas semelhanças como evidências de planeamento e desígnio criativos. Um engenheiro que planeasse diferentes tipos de máquinas não começaria de um rascunho para cada um das máquinas. Os dados indicam que um Criador Inteligente projectou o sistema de membros para os vertebrados. Ele desenvolveu um plano geral flexível que poderia adaptar a cada uma das necessidades.

O evolucionista precisa supor que todas essas características se desenvolveram por mutações casuais e selecção natural. Os criacionistas explicam-nas como estruturas que receberam do Criador funções especiais para objectivos específicos, de forma que quando objectivos semelhantes estavam em vista, estruturas semelhantes foram criadas.

2 – EMBRIOLOGIA COMPARADA

Se compararmos os embriões de determinados grupos de animais, veremos que existem semelhanças entre eles, e essas semelhanças são ainda maiores que as encontradas nas formas adultas.

Mesmo antes da época de Darwin, os evolucionistas alegavam que as semelhanças no desenvolvimento embrionário indicavam uma descendência comum. Os livros modernos ainda mostram esboços de embriões de animais como aves, répteis e mamíferos, juntamente com os do homem, mostrando importantes semelhanças entre eles e atribuindo essas semelhanças à existência de um ancestral comum.

O conhecido chavão evolucionistas “a ontologenia recapitula a filogenia” é uma definição popular da “teoria da recapitulação” ou “lei biogenética” de Haeckel. Ela afirma que cada organismo em seu desenvolvimento embrionário (ontogenia), tende a recapitular os estágios por que passavam seus antepassados (filogenia). No caso do homem, por exemplo, ensinava-se que o embrião humano começou a vida como um protozoário marinho, desenvolveu-se em um ambiente aquático até se tornar um verme com um coração tubular, depois até ser um peixe com brânquias e um coração com duas câmaras, depois até ser um anfíbio com um coração com três câmaras e um rim mesonéfrico, e depois até ser um mamífero com um coração de quatro câmaras, rim metanéfrico e uma cauda, e finalmente até ser um ser humano. Desta forma, o embrião humano reteria “vestígios” de sua evolução anterior, recapitulando as suas fases principais. 

O mais famoso desses paralelos foi sem dúvida o suposto desenvolvimento de brânquias no estágio “de peixe” do crescimento do embrião humano. Esta suposta recapitulação era inteiramente superficial; o embrião humano nunca desenvolve brânquias nem nada parecido com elas, e portanto nunca é um peixe. Na verdade, tanto o homem como todos os cordados desenvolvem fendas faringeais com bolsas faringeais. Nos peixes elas mais tarde se transformam nas brânquias. No ser humano, elas se transformam nos tubos eustaquianos, servem como guias essenciais para o desenvolvimento dos vasos sanguíneos, e desta forma não são, de forma alguma, vestígios inúteis.

A crença de Haeckel de que cada estágio embrionário representa o estágio adulto de um de seus ancestrais é considerada completamente errada pelos embriologistas modernos. Actualmente os evolucionistas aceitam que os padrões de desenvolvimento embrionário em um grupo de animais próximos podem conter aspectos que reflectem o seu passado, mas muitas inovações se superpõem e frequentemente obscurecem o padrão ancestral. Assim, não existe uma recapitulação precisa. É surpreendente que alguns evolucionistas proeminentes continuem a referir-se a esta ideia como evidência da evolução. Porém, os que têm conhecimentos actualizados, tanto em embriologia quanto em paleontologia, não o fazem. 

Se para os evolucionistas as semelhanças em embriologia são evidências de uma descendência comum, para os criacionistas elas eviden-ciam apenas o planeamento comum de um Criador. Dado o pressuposto da criação, como os cordados (peixes, anfíbios, répteis, aves e memíferos) tinham o desígnio de reproduzir a sua espécie pelo mesmo tipo de processo reprodutivo, seria de se esperar que o desenvolvimento fosse semelhante em todos esses animais.

Nesse período, entretanto, à medida que se torna necessário que caracteres especializados correspondentes à espécie progenitora comecem a se formar, essas semelhanças superficiais dão lugar às características embrionárias distintas e apropriadas. Na verdade, essas importantes diferenças se mostram em estágio bem inicial do desenvolvimento embrionário.

Existem também, mesmo nos estágios iniciais, diferenças entre os embriões que são tão importantes como as semelhanças. O ADN de uma ave é bastante diferente do ADN de um réptil. O material genético distinto, programado para cada espécie de animal, assegura que apenas aquela espécie se desenvolva a partir daquele embrião.  

3 – BIOQUÍMICA COMPARADA

Os recentes avanços da Biologia Molecular têm permitido com directamente a estrutura genética de diferentes espécies, através da comparação da sequência de nucleotídeos da molécula de ADN. Outros compostos químicos existentes em organismos vivos também têm sido comparados, especialmente as proteínas, como a gamaglobulina, a insulina, o citocromo C, a hemoglobina, e outras. Em geral (embora com muitas excepções) as semelhanças respectivas destes sistemas bioquímicos se alinham quase da mesma maneira como o fazem as semelhanças tradicionalmente baseadas em características anatómicas e outras caracte-rísticas morfológicas. Ou seja, animais que tenham muitas semelhanças anatómicas geralmente também têm ADNs e proteínas muito parecidos. Isso seria um facto esperado, sabendo-se que o ADN é o responsável pela produção de proteínas de um determinado organismo e estas, em última instância, serão as responsáveis pelas características fenotípicas destes.

Isto, sem dúvida, é exactamente o que seria de se esperar tendo-se como base o modelo criacionista; a bioquímica comparada pode tanto ser usada como evidência da evolução como evidenciar apenas o planeamento comum de um Criador.

4 – ÓRGÃOS VESTIGIAIS

Os órgãos vestigiais são órgãos existentes no homem, bem como em outros animais, e que são considerados como vestígios inúteis de estruturas que foram úteis em um estágio evolutivo anterior. Na virada do século foi feita uma longa lista de órgãos vestigiais em mamíferos. Esta lista foi considerada uma evidência convincente da megaevolução. Mais de 80 órgãos estavam nesta lista, que incluía a tiróide, o timo, as glândulas pituitárias, o lobo olfactivo do cérebro, o ouvido médio, as amígdalas e o apêndice. Hoje já se sabe que todos estes órgãos têm funções úteis e, não raro, essenciais. Mas na época em que foram feitos estudos pelos fisiologistas, esta lista foi encolhendo. 

Actualmente já se mostrou que a maioria dos órgãos chamados vestigiais, especialmente no homem, têm uso definido e não são, de forma alguma, atrofiados. O progresso das ciências médicas veio a demonstrar que todos os órgãos aparentemente vestigiais têm afinal uma função bem definida. Os últimos órgãos a abandonarem o seu estatuto vestigial foram o apêndice e o cóccix. Aí está mais um resultado plenamente consistente com o Criacionismo, mas que a Teoria da Evolução tem tido dificuldade em compreender.

A lógica usada para se determinar se um órgão é vestigial deve ser analisada cuidadosamente. Se não conhecemos a função de algo, ele se torna um candidato a órgão vestigial. A fraqueza desse argumento é que, quanto mais conhecemos, maior é a hipótese de que iremos aprender as funções para estes órgãos supostamente vestigiais.

O apêndice humano era rotineiramente removido em cirurgias pelos médicos, porque ele parecia não ter utilidade e frequentemente causava problemas. Agora já se sabe que ele faz parte do sistema imunológico. Realmente acontecem casos de doença no apêndice e, quando ele se infecciona, precisa ser removido. Entretanto, uma pessoa estará melhor se ficar com o seu apêndice.

Será que as vértebras caudais fusionadas (cóccix) do homem são inúteis? Actualmente, esta pequena estrutura tem uma função muito importante como ponto de ligação para os músculos que permitem que fiquemos de pé (e que também fornecem amortecimento quando nos sentamos). De modo algum elas podem ser consideradas vestigiais. A via embriológica que produz uma cauda em outros mamíferos produz em nós uma estrutura muito importante. Será que isso ocorreu pela evolução, ou foi projectado por um Criador?

Os músculos segmentares no abdómen são importantes para curvarem o nosso corpo e para manter o tônus da parede abdominal. Que estes músculos tenham vindo de um ancestral é pura conjuctura, e não evidência prós ou contra a evolução ou a criação.

Por que existem músculos ligados às nossas orelhas? Alguns desejam chamá-los de vestígios genuínos, enquanto que outros dizem que eles dão forma à nossa cabeça ou sustentam nossas orelhas. São necessárias mais informações para que se possa decidir.

Os membros posteriores das baleias são ossos isolados que estão imensos no tecido. Eles são considerados pelos evolucionistas como vestígios de órgãos posteriores verdadeiros que existiam nos ancestrais terrestres da baleia. Porém, eles têm uma função definida: são o ponto de ligação de músculos do sistema reprodutor. Os criacionistas podem argumentar que Deus modificou as instruções genéticas de membros posteriores para produzir estas estruturas que servem para uma função única.

5 – FÓSSEIS

Os fósseis são restos ou vestígios de seres que viveram no passado. Um fóssil se forma quando os restos mortais de um organismo ficam a salvo tanto da acção dos agentes decompositores como das intempéries naturais (vento, sol directo, chuvas, etc.). As condições mais favoráveis à fossilização ocorrem quando o corpo de um animal ou de uma planta é sepultado no fundo de um lago e rapidamente coberto por sedimentos.

Dependendo da acidez e dos minerais presentes no sedimento, podem ocorrer diferentes processos de fossilização. A permineralização, por exemplo, é o preenchimento dos poros microscópicos do corpo de um ser por minerais. Já a substituição consiste na lenta troca de substâncias orgânicas do cadáver por minerais, transformando-o em pedra.

Os fósseis são submetidos a um processo de pesquisa científica chamado método do radiocarbono ou método de datação. Através deste método, os cientistas podem descobrir em que ano, aproximadamente, morreu um animal, uma planta ou um homem. O elemento químico a essas pesquisas chama-se Carbono 14, que faz parte de toda a vida humana, animal e vegetal. Misturado ao oxigénio, o Carbono 14 é lançado no ar em pequenas moléculas de gás carbínico, e absorvido pelas plantas através da fotossíntise (processo biológico em que é libertado o oxigénio e absorvido o dióxido de carbono). À medida que os animais e o homem comem essas plantas também absorvem este elemento químico radioactivo.

Após a morte, o organismo dissolve o Carbono 14, que gradualmente vai se tornando em nitrogénio. É accionado então o “relógio nuclear”, que conta a percentagem decrescente desse carbono dissolvido pelo organismo morto. Para saber quando o ser vivo morreiu, os cientistas medem a quantidade de Carbono 14 que ainda resta no corpo ou em parte dele.

A data da morte é calculada com a ajuda de um aparelho chamado Geiger-Müller, que permite detectar as radiações produzidas pelo Carbono 14. Este aparelho fornece um número correspondente à contagem de matrículas radioactivas dissolvidas pelo fóssil.

Contudo, este método somente fornece elementos até 40 mil anos. Não é muito querido pelos evolucionistas porque eles precisam de muito mais: milhões e centenas de milhões de anos! Por exemplo, o carvão, anteriormente datado de 200 a 300 milhóes de anos, foi submetido ao método C-14 que lhe atribuiu somente 1680 anos. Alguns ossos onde o Dr. Leakey encontrou o crânio ao qual atribuiu 600 mil anos, foram avaliados pelo C-14 em 10 mil anos.

Os fósseis são considerados evidências da evolução porque mostram que o nosso mundo já foi habitado por seres diferentes dos actuais e que teriam sido ancestrais das formas de vidas modernas. Porém, existem alguns problemas muito graves com os fósseis no campo da teoria da evolução. 

É interessante que a mesma abundância de semelhanças e diferenças entre organismos seja encontrada, tanto entre os seres vivos como entre os fósseis. Os mesmos tipos de lacunas entre espécies existem no registo fóssil, bem como entre as plantas e animais actuais. Se o modelo evolucionista fosse válido, era de se esperar encontrar uma série contínua e horizontal de organismos e não características definidas.

Charles Darwin previu que seriam encontradas muitas formas de transição no registo fóssil, mas os vestígios descobertos até hoje não lograram comprovar estas formas de transição. É muito comum ouvir-se falar dos elos perdidos, mas o problema é que até hoje eles continuam perdidos. Há uma grande variedade de criaturas invertebradas complexas cujos restos aparecem subitamente no registo fóssil, aí incluídos moluscos, caracóis, esponjas, águas-vivas, trilobitas e muitos outros invertebrados. Muitos milhões de fósseis destas criaturas têm sido encontrados, mas nunca ninguém encontrou um único exemplo do ancestral fossilizado de qualquer um desses seres. Os evolucionistas crêem que um destes invertebrados evoluiu para os peixes, ou que teria ocorrido ao longo de 100 milhões de anos. 

Se isso é verdade, nós teríamos de ter uma multidão de formas de transição (elos de ligação) mostrando que uma dessas criaturas invertebradas de facto evoluiu para os peixes. Nenhuma jamais foi encontrada. Cada um dos tipos principais de peixes aparece no registo fóssil completamente formado, sem a evidência de formas de transição conectando os diferentes tipos. Nós, acreditamos que essa evidência, por si só, já é suficiente para nos mostrar que a evolução nunca ocorreu.

Nunca apareceu nenhum elo de ligação entre os organismos unicelulares e os invertebrados. Também não apareceu qualquer forma intermédia entre os invertebrados e os peixes ou entre estes e os anfíbios. Nunca foi encontrado qualquer elo entre os anfíbios e os répteis, nem entre estes e as aves ou entre as aves e os mamíferos. Nem tão pouco entre os mamíferos, e os primatas ou entre o maçado e o homem!

Para que haja evolução das espécies, como querem os evolucionistas, teria de haver formas transicionais entre os animais metazoários (animais multicelulares, como por exemplo os mamíferos, os anfíbios, etc.), protozoários (organismos unicelulares microscópicos, cujo tamanho varia entre 5 a 500 mm) e metazoários investebrados (animais constituídos por mais de uma célula e que não têm ossos). Porém, a teoria da evolução das espécies não apresenta forma de transição (elos de transição) entre essas espécies. Entre peixes e anfíbios, anfíbios e répteis, répteis e mamíferos.

Cientistas encontraram um fóssil de um peixe que deram o nome de “peixe de pulmão” ou CELACANTO. E comemoraram durante anos dizendo que esta espécie era somente conhecida no registo fóssil e que tinha semelhanças com animais terrestres. Como os fósseis somente apresentam o esqueleto do animal, eles tomaram a liberdade de dizer que este animal tinha tido pulmões primitivos, diferentes dos peixes de hoje. Todas essas afirmações evolucionistas sobre o Celacanto foram apresentadas como facto científico. O fóssil ficou exposto durante cerca de 30 anos num museu e foram feitos até desenhos imaginários do animal rastejando para a terra, exactamente como os filmes de dinossauros que vemos hoje. E esses desenhos começaram até a aparecer em livros didácticos. Muitos cientistas dizem que este fóssil é um elo perdido que liga os peixes aos répteis. Contudo este peixe não é um elo entre os peixes e os mamíferos. No mar sempre houve mamíferos, como a baleia e o golfinho. Sempre lá andaram sem terem nada a ver com os peixes. 

Em 1938, cientistas ao mergulharem sobre águas profundas no Oceano Índico, encontraram um peixe de espécie diferente. Capturaram alguns espécimens vivos e ao estudarem-nos descobriram que o peixe que pescaram era na verdade um exemplar do Celacanto. Ou seja, o fóssil não era nada mais que um exemplar igual aos Celacantos que hoje vivem e nadam hoje no Oceano Índico. Então descobriram que ele não tinha pernas, nem pulmões primitivos como nos desenhos. E o pior ainda foi quando descobriram que ao invés de ser um peixe que saiu da água para a terra, o Celacanto é uma espécie de peixe que vive somente em águas profundas do Oceano Índico.

O arqueopterix era uma ave com dentes e garras nas asas. O seu fóssil chegou a ser apresentado como uma transição entre os répteis e as aves. Porém, os próprios evolucionistas encontraram aves que, segundo os tais métodos de datação, mencionados anteriormente, seriam mais velhos 60 milhões de anos do que o arqueopterix. Levantando-se, então a questão: Se os pássaros são mais antigos que o arqueopterix, como é que este poderia constituir a transição entre os répteis e as aves? Os evolucionistas afirmavam, diante do fósseil, que o este animal tinha evoluído para ave ao perder as garras nas asas e os dentes… Mas perder as garras e os dentes é evoluir? 

A evolução representa o triunfo dos velhos e decrépitos, assim como a selecção das espécies evidencia a supremacia dos doentes!

Uma das mais importantes lacunas fósseis é a existente entre os microrganismos, como algas azuis e bactérias, que são encontrados em estratos do Pré-Cambriano, e a abundante e complexa vida marinha invertebrada do período Cambriano. No Cambriano encontramos uma grande variedade de invertebrados muito complexos, como trilobitas, ouriços-do-mar, esponjas, medusas, crustáceos, braquiópodes, moluscos e vermes. Se a evolução tivesse realmente acontecido, deveríamos encontrar no Pré-Cambriano os antepassados evolutivos de todos estes animais. Entretanto, nas rochas pré-cambrianas encontramos apenas fósseis de microrganismos. Se encontramos fósseis de bactérias, certamente deveríamos encontrar fósseis dos antepassados dos animais do Cambriano. Se os primeiros evoluíram chegando a ser os segundos, parece impossível que nenhuma forma transitória entre qualquer deles jamais tenha sido encontrada. Por mais de 150 anos se tem procurado intensamente, mas nenhum destes ancestrais foi encontrado.

Este fenómeno tem sido chamado por Gould de “explosão cambriana”. Recentemente, o tempo estimado em que ocorreu a explosão foi revisado para baixo, de cinquenta milhões para dez milhões de anos – o que equivale a um piscar de olhos em termos geológicos. Essa estimativa mais curta obrigou escritores sensacionalistas a procurar novos superlativos, sendo um dos favoritos o “Big Bang biológico”. Gould argumenta que a rápida taxa de aparecimento de novas formas de vida exige outro mecanismo para explicá-las que não a selecção natural. 

Ironicamente, voltamos ao ponto de partida desde os dias de Darwin. Quando ele propôs sua teoria, uma das grandes dificuldades era a idade estimada da Terra. Os físicos do século XIX pensavam que a Terra tinha apenas cem milhões de anos, ainda que Darwin pensasse que a selecção natural precisaria de muito mais tempo para gerar vida. Actualmente os evolucionistas afirmam que a terra é muito mais velha: em torno de 5 mil milhões de anos. Com a descoberta do Big Bang biológico, contudo, o espaço de tempo necessário para que a vida passasse de simples a complexa encurtou para muito menos do que a estimativa da idade da terra no século XIX.

Outro grave problema do registo fóssil que os evolucionistas não conseguem explicar é que a maioria dos grupos de plantas e animais aparecem abruptamente no registo fóssil. Não há evidências de que houve formas transitórias entre esses grupos. 

Neeville George, um conhecido evolucionista, declarou: “Não há necessidade de pedir mais desculpas pela pobreza do registo fóssil. Em alguns casos ela se tornou quase incontrolavelmente rica, e as descobertas estão ultrapassando a integração... o registo fóssil, não obstante, continua a ser composto principalmente de lacunas.” 

O paleontólogo Niles Eldredge descreve assim o problema: “Não é de se espantar que os paleontólogos tenham ignorado a evolução por tanto tempo. Aparentemente, ela jamais ocorre. A colecta cuidadosa de material na face de penhascos mostra oscilações em ziguezague, pequenas, e uma acumulação muito rara de leves mudanças – no decorrer de milhões de anos, a uma taxa lenta demais para explicar toda a mudança prodigiosa que ocorreu na história evolutiva. Quando vemos o aparecimento de novidades evolutivas, isso ocorre em geral com um estrondo, e, não raro, sem nenhuma prova sólida de que os fósseis não evoluíram também em outros lugares! A evolução não pode estar ocorrendo sempre em outros lugares. Ainda assim, foi dessa maneira que o registo fóssil apareceu a muitos desesperados paleontólogos, que queriam aprender alguma coisa sobre a evolução.”

Austin Hobart Clark, um zoologista, afirmou: “Não existe a menor evidência de que qualquer dos grupos maiores de animais tenha surgido um do outro. Cada um deles é um animal especial complexo… aparecendo, portanto, como uma criação especial e distinta” (The New Evolution: Zoogenesis, pág. 189-196). 

Podemos observar que as chamadas “evidências” da evolução não são tão convincentes quando analisadas sob outro prisma. As semelhanças entre seres vivos podem ser bem explicadas pelo modelo criacionista, admitindo-se que o Criador tenha utilizado planos básicos semelhantes. E os fósseis, ao contrário do que desejam os defensores da teoria da evolução, mostram que nunca existiram formas intermediárias entre os grupos distintos de seres vivos. Esta ausência de lacunas entre os diversos tipos de seres vivos também está presente no mundo actual.

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