3 - Os achados arqueológicos confirmam a Bíblia:
A Arqueologia tem dado grande contribuição aos amigos da Bíblia e tem fechado a boca de muitos de seus inimigos.
A Arqueologia tem confirmado a história da Bíblia e, muitas vezes, tem mostrado que as pessoas e os incidentes da Bíblia são mencionados corretamente. Um exemplo é o de Sargão, rei mencionado em Isaías 20:1. Em certo momento os críticos disseram que esse rei não existiu. Mas, depois, o palácio dele foi encontrado em Khorsabad e, nele, havia uma descrição da mesma batalha mencionada por Isaías. Outra ilustração é a morte do rei assírio Senaquerib. Sua morte está registada em Isaías 37 e também nos anais do filho de Senaquerib, Esar-Hadom, que, segundo Isaías, sucedeu Senaquerib. (“Criacionismo: verdade ou mito?”, Ken Ham, p. 337)
Segundo o primeiro livro dos Reis, no Antigo Testamento, há o relato de que o rei Salomão ordenou a construção de uma muralha em Jerusalém. Em 2010, uma parte da construção foi encontrada durante uma escavação conduzida pela Universidade Hebraica de Jerusalém. A muralha possuía 70 metros de comprimento e 6 metros de altura e, além dela, foram escavadas uma guarita de segurança e uma torre.
Em 1961, uma inscrição de pedra com o nome de Pôncio Pilatos foi encontrada em Cesareia Marítima. A inscrição menciona Pilatos como o governador da Judeia na época em que Jesus teria sido crucificado.
No Novo Testamento em João 5, João dá uma descrição bastante detalhada do tanque de Betesda, mencionado que tinha cinco pórticos (colunatas cobertas). Ele disse que era um sítio onde os enfermos se reuniam à espera de receber um milagre, porque a lenda dizia que de vez em quanto as águas do tanque eram agitadas sobrenaturalmente e a primeira pessoa que lá descia depois do movimento das águas seria curada. João diz que Jesus passou pelo tanque, começou a conversar com um homem que estava enfermo havia 38 anos e depois curou-o. O homem pôs-se de pé e andou pela primeira vez.
É muito importante que a descrição de João relativamente ao tanque esteja correcta. Pode não ser uma parte fundamental da História, mas se não for verdade, então porque haveríamos de acreditar na história sobre o milagre? Não se pode testar o milagre cientificamente mas pode-se investigar o sítio e os eventos que o circundaram historicamente. Se se mostrar que João não é digno de confiança em termos dos pormenores históricos, então não temos como confiar nele sobre coisas que não podem ser verificadas diretamente.
Durante séculos, não havia nenhuma prova da existência deste tanque em Jerusalém. Havia outros tanques mas não tinham os pórticos. No entanto, no séc XIX descobriu-se um tanque com cinco pórticos a mais ou menos 13 metros abaixo da terra. O tanque era exatamente como João descreveu, e tinha uma inscrição sobre as supostas propriedades curativas da água.
O relato de João está em Jo 5:1-15. A exatidão dessa descrição é bem fundamentada. Se fizeres uma pesquisa na Internet “tanque de Betesda arqueologia” (“Pool of Bethesda archaeology”) deverás encontrar fotografias que mostram claramente os pórticos.
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