sábado, 10 de janeiro de 2026

16 razões porque podemos confiar na Bíblia (parte 1)


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Texto relativo à aula online n.º 4 dos Princípios da Fé Cristã

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Se ainda não começaste o curso "Princípios da Fé Cristã", gostaria de convidar-te a começares esta maratona espiritual comigo. A Bíblia incentiva-nos a crescer espiritualmente, e através dos estudos que aqui serão partilhados terás a oportunidade de conhecer melhor o que a Palavra de Deus diz sobre diversos temas.

A Bíblia afirma, “o meu povo perece por falta de conhecimento” (Oséias). Por isso, convido-te a cresceres no teu conhecimento bíblico, para que sejas bem-sucedido, como nos ensina Josué 1:8.
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Iremos ver alguns argumentos a favor da autoridade das Escrituras, mas em última análise aceitamos a autoridade que se baseia na fé. É a própria Bíblia que frequentemente se alude ao facto de se tratar de uma mensagem diretamente outorgada de Deus. Note-se como perentoriamente Jesus respondeu ao tentador com a tríplice “está escrito”. No monte da Transfiguração, faz ver aos discípulos que “está escrito” do Filho do homem ter de sofrer muito até ser reduzido ao nada. Logo após a ressurreição e em sessão magnífica com os discípulos, alude a todos os passos das Escrituras que a Ele faziam referência, “na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos” instruindo no cumprimento das profecias. O Espírito Santo nos faz reconhecer que na Bíblia todos os livros são reconhecidos como ‘A Palavra de Deus’.

Teorias contrárias à autoridade da Bíblia:

_ Quanto à autoridade da Bíblia, os teólogos modernos católicos defendem a mesma ideia defendida no Concílio de Trento (1545-1563). Aparentemente a Igreja Católica aceita a Bíblia de uma maneira parecida com a Ortodoxa, porém três questões se levantam em que se evidencia o seu erro: a) A Igreja Católica afirma que na Sagrada Escritura devem ser incluídos os chamados livros “Apócrifos”, que esses livros têm o mesmo valor ou a mesma autoridade dos demais; b) Supõe que o texto da Escritura é demasiado obscuro e de difícil interpretação. Nesse caso, há necessidade de uma outra autoridade que decida em caso de dúvida; c) Os católicos não consideram a Bíblia como única regra de fé e admitem uma tradição (no que se refere a doutrina e costumes) derivada ‘diretamente’ dos apóstolos e em pé de igualdade com a Bíblia.

_ O protestantismo liberal é um movimento moderno em todo o sentido, de grande projeção no mundo Protestante, não só por parte dos teólogos, mas também dos ministros que dão diferentes aspectos do assunto. O liberalismo ataca de frente ao negar em absoluto a divina natureza da Sua autoridade, concedendo às vezes uma autoridade limitada, relativa e de carácter meramente humano. Entre as teorias do liberalismo. podemos citar cinco que representam outras tantas semelhantes: a) O Racionalismo - Reduz o Cristianismo revelando ao nível de uma religião racional, ou então, como Voltaire, supõe a religião de Cristo contrária à razão. b) O Empirismo ou Historicismo - Estuda o Cristianismo e todos os seus fenómenos apenas à luz da observação histórica. c) O Poetismo - Vê a Bíblia apenas como um livro de poesia primitiva em que as verdades religiosas, em parte racionais, em parte emocionais, são apresentadas de uma forma estética. d) O Pietismo sentimental - Admite que a Bíblia, como todas as doutrinas do Cristianismo, possam ser interpretadas à luz da experiência sentimental do indivíduo e não à luz da razão, da história ou da poesia. e) O Idealismo filosófico - representação por Hegel, admite a interpretação baseada na filosofia do ‘eu’ presente. Neste caso, o indivíduo é capaz de colher para si, aquilo que acha lógico, racional ou necessário e desprezar o que julgar vão ou desnecessário na Bíblia, no Cristianismo ou em qualquer outra fonte de ensinamentos.

_A teologia de Charles Barth, e dos seus seguidores, se preocupa em frisar que a Bíblia é um livro humano como outro qualquer quanto à sua forma ou aparência. Aceita que a Bíblia contém a Palavra de Deus, porém, aqueles que a escreveram fizeram uma obra imperfeita, desproporcionada e arbitrária.

Essas e outras teorias não resistem a uma discussão aprofundada na qual se ressaltem a moral, a lógica, a religião ou o carácter daqueles que escreveram a Bíblia, tomados em conjunto. Pegam esse ou aquele ponto que lhes interessa para formarem suas teorias.

Por ser livro espiritual e uma revelação sobrenatural de Deus aos Homens, coisas que se entende pela fé, não se quer dizer que nela não há lógica, razão, etc.

A lógica dos Homens nem sempre se coaduna com a de Deus., o mesmo acontecendo com tudo aquilo que o Homem usa para julgar. Do mau julgamento do Homem, surgem as heresias e o afastamento de Deus.

Portanto... algumas pessoas acreditam que a Bíblia é um coleção de mitos e lendas, outros dizem que é um bom livro religioso com alguns ditados sábios. Outros não têm ideia porque nunca pensaram sobre o assunto.

Quaisquer que forem as estatísticas quando se estuda diferentes livros, a Bíblia constantemente distingue-se dos restantes, e muito. É o livro mais influenciador (e perseguido) que alguma vez existiu. 

E, apesar de perseguida, rejeitada e vilipendiada por homens como Antíoco Epifânio (198 d.C) ou Voltaire (1694 d.C.), a Bíblia é o livro mais amado, mais lido, e mais divulgado do mundo! Lidera sempre as listas de best-seller – tanto é que as listas nem a colocam lá. Milhares de milhões de cópias foram impressas (6,1 mil milhões de pessoas tiveram acesso à Bíblia completa, e 1,5 mil milhões tiveram acesso parcial - dados de 2024/25). Isso talvez é devido ao facto de começar a ser impresso muitos anos atrás pois foi o primeiro livro a ser impresso. [O primeiro livro impresso no mundo com tipos móveis foi a Bíblia de Gutenberg, produzida por Johannes Gutenberg em Mainz, Alemanha, por volta de 1455, marcando o início da era da impressão em massa no Ocidente e revolucionando o acesso ao conhecimento. Antes disso, livros eram copiados à mão ou impressos com blocos de madeira, mas Gutenberg inovou com tipos móveis de metal, criando a primeira obra impressa em grande escala.]

A Bíblia é o livro mais traduzido para outras línguas. A Bíblia já foi total ou parcialmente traduzida para cerca de 3872 línguas (de aproximadamente 7.398 línguas no mundo, cerca de 3.526 ainda não têm qualquer texto bíblico traduzido). 

Apesar de ter sido escrita por mais de 40 pessoas diferentes (de reis a pescadores) que viveram ao longo de um período de 1500 anos (16 séculos) e em 3 continentes, a grande alegação da Bíblia é que no seu conjunto ela é a mensagem do próprio Deus para as pessoas que Ele criou. 

Apesar de ter sido escrita por homens, quando estes escreveram Deus inspirou-os (2 Timóteo 3:16) sobre o que escrever. Eles escreveram na sua própria língua, no seu próprio estilo mas o que escreveram foi divinamente inspirado e foi escrito para nós, para que soubéssemos o que Deus mesmo quer nos dizer. Se isso for verdade, realmente significa que a Bíblia é a única entre todos os outros livros que existem.

Razões porque acreditar que a Bíblia realmente é a mensagem de Deus para nós e não é “fé cega”, mas é antes uma crença perfeitamente razoável e credível baseada em provas concretas:

1- Pela fé defendemos que a Bíblia é a Palavra de Deus devido à acção divina nela.

2 - A História confirma a Bíblia

3 - Os achados arqueológicos confirmam a Bíblia

4 - A Ciência testemunha em defesa da Bíblia

5 - Os escritos ancestrais testemunham a favor da Bíblia

6 - Nela encontramos harmonia e unidade

7 - Sua imparcialidade

8 - Sua inesgotabilidade

9 - Sua veracidade

10 - Sua espiritualidade

11 - O que a Bíblia diz que iria acontecer, realmente aconteceu!

12 - A afirmação bíblica que Jesus ressuscitou dos mortos é credível

13 - A Igreja nunca parou de crescer

14 - Sua Influência cultural, artística, literária e política

15 - Sobreviveu a todos os ataques

16 - As verdades na Bíblia têm efeito único nas vidas daqueles que a colocam em prática


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