Texto relativo à aula online n.º 10 dos Princípios da Fé Cristã
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Se ainda não começaste o curso "Princípios da Fé Cristã", gostaria de convidar-te a começares esta maratona espiritual comigo. A Bíblia incentiva-nos a crescer espiritualmente, e através dos estudos que aqui serão partilhados terás a oportunidade de conhecer melhor o que a Palavra de Deus diz sobre diversos temas.
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Agora que fui redimido...
O que aconteceu comigo?
Quem sou eu agora?
Ao recebermos a Jesus (a Porta, João 10:7-9) – o que chamamos de SALVAÇÃO - como nosso Senhor e Salvador, tornamo-nos filhos de Deus e começamos uma nova vida [CAMINHO – João 14:6].
Agora que estamos no Caminho, temos um destino… um alvo/propósito a ser atingido!
É extremamente importante para todo o salvo/discípulo que saibamos qual o nosso propósito. Muitos cristãos vivem desorientados sem ter uma clara definição do propósito de Deus para as suas vidas. Por vezes crêem erradamente que o alvo da sua vida cristã é só chegar ao Céu.
Qual o propósito eterno de Deus? - Filipenses 3:14 – “prossigo para o alvo” - Devemos conhecer o propósito e fazer dele o nosso alvo. Sempre que fazemos uma viagem é importante saber o destino.
O propósito de Deus está mencionado na Bíblia:
a) Efésios 1:5 – Nos predestinou para Ele, para adopção de filhos.
b) Romanos 8:28,29 – Também nos predestinou para serem conforme à imagem de Seu Filho. - “E sabemos que tudo o que nos acontece contribui para o nosso bem, nós que amamos a Deus, e fomos chamados de acordo com os seus planos. Porque desde o princípio de tudo Deus conheceu os seus e decidiu escolhê-los para se tornarem semelhantes ao seu Filho, a fim de que este fosse o primeiro entre muitos irmãos.”
c) Hebreus 2.10 – Conduzindo muitos filhos à glória. - “Porque Deus tinha planeado permitir que Jesus sofresse e por esse meio levasse muitos filhos a Deus, a quem pertence tudo, pois tudo criou...”
Ou seja, TER UMA FAMÍLIA DE FILHOS SEMELHANTES A SEU FILHO, PARA A SUA GLÓRIA.
Antes da fundação do mundo, Deus desejou ter uma família de muitos filhos semelhantes a Jesus, para que pudéssemos ser participantes da Sua glória e das inescrutáveis riquezas da Sua herança. Contudo, o pecado nos desviou do propósito eterno. Satanás não quer que o propósito de Deus se concretize nas nossas vidas. - Romanos 3.23 – “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”.
Mas Deus providenciou a REDENÇÃO, como meio de correcção do desvio (pecado). A salvação do ser humano não é o fim do propósito de Deus, é simplesmente a PORTA de retorno.
O propósito de Deus não é ser o salvador, mas sim o Pai.
DEUS - Pai de muitos filhos.
JESUS – primogénitos entre muitos irmãos
NÓS – filhos de Deus e irmãos de Jesus, segundo a Sua semelhança.
SUA NOVA SITUAÇÃO
A partir da tua FÉ, ARREPENDIMENTO e CONFISSÃO de Jesus, como teu Senhor e Salvador, te reconciliaste com Deus, e como tal:
1 – Recebeste a Salvação, como confirma João 3:36.
2 – Teus pecados foram perdoados (foi justificado), como já vimos em Efésios 1:7; 1 João 1:8-10
3 – Te tornaste membro da Família de Deus, como mostra Efésios 2:19.
4 – Não somente membro da família de Deus, mas também pelo novo nascimento (João 3:3) te tornaste FILHO DE DEUS, como vemos em João 1:12,13 (novo nascimento). Nem todos são considerados “filhos de Deus”, mas apenas os que recebem a Jesus como Senhor das suas vidas. Os demais são apenas criaturas de Deus.
Quando nasceste, recebeste a vida natural dos teus pais (código genético). Quando Jesus se tornou o teu Salvador e Senhor, e Deus tornou-se o teu Pai, recebeste a vida espiritual – nova criação!
Como cristãos e filhos de Deus, é muitíssimo importante analisarmos a paternidade divina e a nossa filiação espiritual, à luz da Palavra de Deus, a fim de podermos alicerçar as nossas convicções de que Deus é o nosso Pai.
- O pai biológico nem sempre, mercê de certas circunstâncias, age como um verdadeiro pai.
- O pai biológico deixa de exercer a sua paternidade pela morte.
- O pai biológico nem sempre está presente para nos proteger, defender, acarinhar, educar ou sustentar.
- Mas o Pai celeste está sempre connosco e nos dá tudo o que necessitamos!
- Deus é um Pai íntimo, terno, amoroso, amigo e cuidadoso, e não apenas um Deus estranho e distante.
Deus aparece como Pai de uma grande nação, o que subentende a sua preocupação e interesse especial por um povo a quem chama de "o meu povo", como o veículo da sua mensagem ao mundo:
Deuteronómio 32:6 - "... não é Ele teu Pai, que te adquiriu, te fez e te estabeleceu?"
Oséias 11:1 - "Quando Israel era menino, eu o amei, e do Egipto o chamei a meu filho"
Salmos 68:5 - "Pai de órfãos e juiz de viúvas é Deus, no seu lugar santo"
Malaquias 1:6 - "O filho honrará o pai e o servo ao seu senhor; e se eu sou Pai onde está a minha honra."
Fomos criados à imagem e à semelhança de Deus (Génesis 1:26; 5:1)
- Se Deus é Pai, se fomos criados à sua semelhança, então porque não tivemos bons pais?
- Porque é que não somos bons pais?
Erros comuns dos pais que marcam a nossa vida:
- Está sempre ausente, nunca dá atenção aos filhos;
- Não se interessa pelos problemas dos filhos;
- Inflige maus tratos sem justificação e explicação;
- Abusa sexualmente dos filhos;
- Não demonstra carinho;
- Não acompanha os filhos nas suas necessidades;
- Não satisfaz os desejos dos filhos;
- Não traz o sustento necessário à família;
- Trata mal a esposa, trai-a e cria mau ambiente no lar;
- Gasta todo o dinheiro em vícios, arruinando a segurança da família;
- Ou acha que é o melhor Pai do mundo só porque nunca faltou com nada lá em casa.
Ao contrário, também há filhos que têm expectativas erradas acerca do que deve ser um pai:
- Estão sempre a exigir dinheiro para os seus gastos;
- Nunca estão disponíveis para atender a qualquer necessidade que surja; Não cumprem horários;
- Só sujam e nunca limpam;
- Estão sempre à espera de receber e nunca dão;
- Não dão satisfações de por onde andam e o que fazem;
- Tomam-se autoritários debaixo de um tecto que não pagaram para o ter.
Estas disfuncionalidades paternais trazem-nos diversos sentimentos de que precisamos de nos libertar:
- Ódio
- Sentimento de culpa por algo de que não somos culpados.
- Sentimento de rejeição.
- Atrofiamento na tomada de decisões
- Autoritarismo.
- Sentimentos de que não prestamos para nada.
Mas há boas notícias! Deus quer restaurar a nosso conceito de paternidade (Lucas 15:11-24). Todos precisamos de um Pai assim: a) que esteja sempre à nossa espera; b) que assim que nos vê nos abrace; c) que ouça o que nós temos para dizer; d) que nos perdoe; e) que nos restaure.
O Senhor Jesus ensinou-nos que Deus é o nosso pai que nos perdoa as dívidas (Mateus 6:7-9). O povo começou a afastar-se de Deus Pai, dos princípios do Pai, das suas Leis, começando a esquecer-se de que Deus ainda quer ter uma aliança com os seus filhos numa intimidade e relação perfeita: não basta ter por pai uma figura importante como Abraão, é preciso ter uma relação perfeita com o pai.
Há um risco permanente de não termos uma relação familiar perfeita (Lucas 3:89).
Quantas vezes não nos teremos revoltado contra Deus por ter nascido; mas uma coisa é certa: Deus mantém planos perfeitos para a nossa vida (Salmo 2:7,8). Onde é que eu entro neste processo? Entramos naquilo que a Bíblia nos ensina:
- Criação - Deus, o Pai, pela sua Palavra trouxe-nos à existência criando-nos à sua imagem
- Queda - a condição humana foi desfigurada pelo pecado - perdemos a nossa filiação.
- Redenção - O Pai enviou-nos o seu único Filho para nos reconciliar consigo mesmo.
- Perdão - O Pai perdoa-nos porque o seu amor é incondicional
- Restauração - Ele restitui-nos o que nos foi tirado. Agora somos amados de novo.
Todos precisamos de um Pai que nos perdoe e nos restaure. O filho pródigo é um exemplo de perdão e restauração (Lucas 15:22).
Jefté, um exemplo da Paternidade de Deus (Juízes 11:1-11). A condição de Jefté: a) Jefté, era um valente, um líder, um primogénito mas foi abandonado pela sua família, pelos seus irmãos; b) muitas pessoas fogem porque não têm ambiente, um ombro para chorar, sentem-se a mais no seu próprio espaço; c) As histórias familiares prejudicam a nosso direito de estar na vida e limitam-nos; d) por causa de outros, pela ausência de uma paternidade amorosa e firme, somos deparados com uma realidade assustadora - solidão; e) Jefté foi ferido no ponto onde ele era mais fraco: filho da prostituta.
O trauma de Jefté: a) Jefté teve pai, mas ele não o assumiu - ou ficou sem pai (não sabemos ao certo); b) porém Deus tinha um propósito para Jefté: fazer dele um libertador do Seu povo; c) Jefté foi abandonado pela sua família que amava: os seus irmãos; d) foi-se embora e chegaram-se a ele homens levianos, certamente também estes carentes de paternidade; e) Jefté viu-se confrontado com a necessidade de "dar" sem donde poder receber.
A restauração de Jefté: a) então, quando Gileade, a cidade do seu pai foi atacada, viu-se que aqueles que o desprezaram não tinham coragem para se defenderem; b) eram medrosos, não eram guerreiros e tiveram que quebrar o seu orgulho e tiveram que chamar Jefté o seu líder (Jeremias 29:11)
Por isso: Volta-te para Deus. Ele é PAI! Deus é o nosso Pai. Este facto apresenta-nos o maior de todos os conceitos - o qual, sem dúvida, é a mais profunda demonstração de que o indivíduo regenerado não permanecerá no pecado, na mediocridade, mas antes, irá ter uma vida vitoriosa.
Nós somos de facto filhos de Deus (Gálatas 4:5,6 - “Deus enviou o seu Filho... para comprar a liberdade para nós que estávamos sob as imposições dessa lei, a fim de poder adoptar-nos como filhos. E visto que agora somos seus filhos, Deus enviou aos nossos corações o Espírito de seu Filho, pelo qual temos o direito de nos dirigirmos a Deus e de lhe falar como a um Pai que amamos”). Quando Deus criou o Homem a primeira imagem que teve foi a de Deus Pai Criador. Deus colocou o Homem na terra para o amar e ser amado por ele.
O amor é o mais importante de tudo. Com o amor vem todas as coisas por acréscimo. Quantos não precisaram já de um pai e não o tiveram por perto?
Restauração: Jesus quer restaurar o conceito de Pai. Ele sabia que tinha de ministrar paternidade a um povo que andava distante do Pai.
A aliança que Deus fez com Israel permanece: "vós sois filhos dos profetas", "na tua descendência serão abençoadas todas as nações da terra".
- Jesus foi o próprio a afirmar que, até então, ninguém conhecia o Pai, e só seria conhecido se Ele mesmo o revelasse (Mateus 11:27-30). Jesus ensinou que é preciso um Pai para nos ajudar a levar o nosso jugo.
- Jesus quer fazer-nos regressar ao Pai (João 14:1-3).
- Jesus traz-nos a revelação de um Pai que ama de verdade. Um Pai que nos ama de uma forma tão intensa que não nos deixa faltar nada (Oseias 11:4; João 1:12; 2 Coríntios 6:18)
Recebemos a natureza divina:
Efésios 2:3 - “nós éramos filhos da ira” - pecado. Mas devido ao amor de Deus (João 3:16), houve solução: Jesus! A morte da velha natureza e aquisição da nova natureza é resultado da Graça divina (Romanos 5.20; 6.1-3; 2 Pedro 1.4). O pecado foi removido pela Graça.
O pecado foi substituído pela Graça. A Graça reina através da Justiça.
2 Coríntios 5:17 - “pelo que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram, eis que tudo se fez novo”.
Efésios 5:8 - “Pois outrora éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor, andai como filhos da luz”
Será possível sermos criação velha e criação nova? Luz e escuridão?
UM SANTO? UM PECADOR?
UM PECADOR SALVO PELA GRAÇA?
Romanos 5:8 – No NT, os descrentes são identificados como “pecadores” mais de 300 vezes. Os crentes, por outro lado, são identificados como “santos”, ou “justos” mais de 200 vezes.
“Aos santos” - At 9:13,32,41; 26:10; Rm 1:7; 16:2; 1Co 6:2; Ef 3:8; 5:3; Fp 4:21; 1Ts 3:13; 2Ts 1:10; Hb 3:1; 1Pe 3:5; 2Pe 1:21; Jd 3,14; Ap 16:2; 17:6; 18:24; 20:9; 22:11.
Ao recebermos Jesus, não somos um pecador perdoado, mas um santo redimido.
Sim, tu és um SANTO! - “alguém que é justo”
(Colossenses 1:21-23; Ezequiel 36:25-27 - “escolhido entre os excelentes”) - separador por Deus e para Deus
A tua natureza foi transformada – NOVA CRIAÇÃO! (João 1:12,13; 1 João 3:1,2; Romanos 8:15)
Não olhe para si com os olhos do mundo, mas como Deus te vê.
Somos santos devido à nossa nova identidade e posição “em Cristo”. Em Efésios, com apenas 6 capítulos, encontramos a expressão “em Cristo” cerca de 40 vezes.
Antes éramos “filhos da ira” (Efésios 2:3), mas agora temos a natureza de Deus (2 Pedro 1:4 - “... pelas quais nos têm sido dadas as suas preciosas e mui grandes promessas, para que por elas vos torneis co-participantes da natureza divina...”)
“Santo” descreve a nossa nova identidade e posição em Cristo, mas não necessariamente a nossa maturidade como cristãos. É importante que nos possamos ver como santos, e não como “pecador perdoado”.
SANTIDADE
DO PONTO DE VISTA DIVINO DO PONTO DE VISTA HUMANO
Posicional Experimental
Instantânea Progressiva
Ideal Prática
Completa Parcial
O cristão é chamado santo, separado para Deus, e encontra-se num processo de santificação progressiva, fazendo escolhas diárias que agradam a Deus e são compatíveis com aquilo que Deus diz que Ele é.
Assim, a NOVA POSIÇÃO – santos – IMPLICA ACÇÃO (Romanos 6:11-14). O aspecto prático da nossa santificação depende de nossa vontade de descansar no que Deus nos providenciou.
Romanos 6:11-14 - “Por isso, considerem a vossa velha natureza como que morta, sem reacção perante o Pecado, mas em contrapartida viva para Deus, por meio de Jesus Cristo nosso Senhor. Portanto não deixem que o pecado tenha domínio sobre o vosso corpo corruptível; não cedam aos desejos que sejam fruto do pecado. Que nenhuma parte do vosso corpo seja usado como instrumento da injustiça para servir o pecado. Deem-se antes a Deus como alguém que vive de novo, saído da morte, a fim de que o vosso ser se torne um instrumento da justiça de Deus. O pecado não terá mais domínio sobre vós, porque já não estão debaixo da Lei que vos prende ao pecado. Em vez disso, estão sujeitos à Graça de Deus.”
Se apenas soubéssemos a verdade que Jesus morreu para “curar” o nosso problema do pecado, acreditaríamos que éramos pecadores perdoados. Mas é crucial sabermos a verdade que também recebemos de volta a vida que Adão perdeu, e nos tornamos santos se queremos viver uma vida que honra a Deus.
Agora, apesar de sermos uma nova pessoa em Cristo (2 Coríntios 5:17), com uma natureza nova e de sermos livres para viver de acordo com o Espírito Santo (Romanos 8:9), obedecê-lO não é automático.
O que não aconteceu:
- O nosso corpo não mudou.
- A nossa “carne” não foi eliminada. (“carne”, grego “sarx” = natureza pecaminosa)
Depois da Salvação, a natureza pecaminosa (carne) mantém-se. O cristão tem agora de escolher viver de acordo com a carne ou de acordo com o Espírito.
Quando somos salvos, alguns dos nossos maus hábitos não desaparecem, de facto, a nossa luta contra o pecado parece que intensifica.
A não ser que tomemos passos activos de andar pelo Espírito, vamos manter hábitos e pensamentos de acordo com a velha natureza.
Romanos 12.2 – renovação da mente
substituir mentiras |
hábitos carnais | verdade divina
pensamentos carnais |
- O pecado ainda não morreu.
O pecado ainda é muito atractivo e tenta-nos todos os dias para satisfazer as suas necessidades.
Antes o pecado era o nosso “mestre”, mas agora ele já não tem poder sobre nós. Romanos 6:11.
O que acontece quando falhamos (pecamos)?
Todos falhamos! E isso leva-nos a pensar que por pecarmos, faz de nós pecadores. É incorrecto! Se eu por vezes mentir (não por hábito), não faz de mim um mentiroso.
Ser santo significa que temos a capacidade de escolher não pecar.
1 João 2:1 - “estas coisas vos escrevo, para que não pequeis”
Romanos 6:2 – nós morremos para o pecado. Um verdadeiro cristão – discípulo – não vive em pecado, pois o pecado já não tem domínio sobre ele. A natureza pecaminosa foi sepultada com Jesus quando Ele morreu. Quando o cristão peca, a sua nova natureza divina acusa-o porque é algo contrário à nova natureza.
Ser santo não significa que estamos a viver num estado de perfeição, sem pecado.
1 João 1:8 - “Se dissermos que não temos pecado nenhum, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós.”
Somos santos (natureza), que por vezes erramos / pecamos (comportamento)
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espírito alma / corpo
Quando erramos --» PERDÃO (arrependimento / confissão)
Se já és filho de Deus, és santo! Tens a natureza de Deus!
Duas naturezas (luta constante entre as duas naturezas)
1 – espírito = santo = vontade de Deus Romanos 7:14-25
2 – carne / corpo = natureza pecaminosa
5 – Herdeiro de Deus – Romanos 8:17a - “E uma vez que somos seus filhos, somos herdeiros, isto é, herdeiros de Deus e também herdeiros em conjunto com Cristo...”
- eternidade (vida eterna) – João 6:47-61
6 – Corpo de Cristo (1Co 12:27; Cl 1:24-27; Ef 5:23-27)
- membros uns dos outros
- interdependência
7 – Reis
- Antes éramos escravos
- Temos autoridade
Ap 1:5 - “reis da terra”
Lc 9:1 – Jesus reuniu os apóstolos e deu-lhes poder e autoridade
8 – Sacerdotes – Ap 1:6
9 – Temos um novo “coração” e um novo Espírito a habitar em nós
um novo “coração” desejoso de agradar a Deus vs. Ego/pecado
10 – Novo mestre – Cl 1:13 – nova autoridade espiritual: Deus.
O que Deus Espera de Ti
1 - Agora que foi abençoado por Deus, Ele quer que retribua a Seu amor, demonstrando um firme desejo de crescer espiritualmente e de servi-lO. Para atender a este seu desejo, Deus coloca à sua disposição duas armas forte: a Sua Palavra (Bíblia) e o seu Poder (Oração, Autoridade). Isto se torna evidente pela repreensão de Jesus a algumas pessoas, em Mt 22:29.
Bebé espiritual --» Maduro (semelhante a Cristo)
Efésios 4:14 - “Então não seremos mais como crianças instáveis, variando com facilidade de ideias e de sentimentos, influenciados pelos ventos de doutrinas várias que nos empurram ora para um lado ora para o outro, ao sabor de pessoas sem escrúpulos que astuciosamente procuram arrastar as almas para o erro.”
Conselhos:
- Tira tempo para orar
- Tira tempo para meditar na Palavra de Deus
- Frequenta assiduamente os cultos da igreja. Isto vai permitir o crescimento da tua fé, como revela Rm 10:17.
- Faz parte de um grupo familiar, que é uma pequena reunião semanal, onde terás comunhão com pessoas, que a teu exemplo, também creram em Jesus e também são da Família de Deus, portanto, teus irmãos em Cristo. Lá aprenderás mais sobre a Palavra de Deus e ouvirás testemunhos de como Deus tem transformado as suas vidas. Também terás a oportunidade de falar sobre a tua experiência, se desejares. O teu crescimento espiritual dependerá também da comunhão que tens com os outros filhos de Deus. Nós fazemos parte de uma família e nela devemos conviver, tanto no grupo de comunhão, como na igreja.
- Pede para seres acompanhado por um desses irmãos mais experientes na vida cristã, que te ajudará em teu crescimento espiritual.
2 – Mudança de vida – santificação – 1Pe 1:15,16
Para crescermos, precisamos enfrentar a verdade sobre nós mesmos, e isso muitas vezes é um processo difícil.
- O problema – Muitas vezes é algo sobre o qual não queremos ouvir falar.
- A tentação – queremos ignorá-la, racionalizá-la, adiá-la ou guardá-la.
- A decisão – para crescermos devemos enfrentar a verdade, e fazer mudanças pessoais.
- O desafio – a mudança não é fácil; a nossa decisão de mudar será testada.
- A resposta – outros dificilmente a reconhecerão; vão esperar para ver se o nosso comportamento muda.
- O respeito – O respeito é sempre conquistado em situações difíceis, e vem dos outros só quando o nosso comportamento corresponde ao que dizemos.
A maioria das pessoas resiste à mudança. Elas desejam melhorar, mas resistem à ideia de mudar. “Não podemos vir a ser o que precisamos de ser quando continuamos a ser o que somos” (Max Depree). É preciso fazer mais do que simplesmente estar aberto à mudança. Precisa ir atrás da mudança.
Eis o que deve procurar e como focar as suas forças para conseguir os tipos de mudança que irão transformá-lo para melhor:
a) Não mudes as tuas circunstâncias para melhorar a tua vida – muda-te a ti mesmo para melhorar as tuas circunstâncias.
b) Não mudes apenas o suficiente para fugir aos teus problemas – muda o suficiente para resolvê-los.
c) Não faças as mesmas velhas coisas e esperes obter resultados diferentes – obtem resultados diferentes fazendo algo de novo.
d) Não esperes ver a luz para mudar – começa a mudar assim que sentir a pressão.
e) Não vejas a mudança como algo prejudicial que deve ser feito – vê ela como algo útil que pode ser feito.
f) Não evites pagar o preço imediato da mudança – senão, pagarás o preço alto de nunca melhorar.
A vida das pessoas mudam quando elas mudam alguma coisa que fazem todos os dias. Pode ter a coragem de ser positivo ao levantar-se de manhã para enfrentar o dia. Pode ter a coragem de ser bondoso na derrota. Pode ter a coragem de pedir desculpas quando fere alguém ou comete um erro. Pode ter a coragem de tentar algo novo – qualquer coisa pequena.
3 – Amor pelos irmãos – 1Jo 3:14
4 – Testemunha de Jesus – At 4:20

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