sábado, 14 de março de 2026

Regeneração / Ser Santo



Texto relativo à aula online n.º 10 dos Princípios da Fé Cristã

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Se ainda não começaste o curso "Princípios da Fé Cristã", gostaria de convidar-te a começares esta maratona espiritual comigo. A Bíblia incentiva-nos a crescer espiritualmente, e através dos estudos que aqui serão partilhados terás a oportunidade de conhecer melhor o que a Palavra de Deus diz sobre diversos temas.

A Bíblia afirma, “o meu povo perece por falta de conhecimento” (Oséias). Por isso, convido-te a cresceres no teu conhecimento bíblico, para que sejas bem-sucedido, como nos ensina Josué 1:8.
Investe na tua eternidade! Clica AQUI

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Agora que fui redimido... 

          O que aconteceu comigo? 

                  Quem sou eu agora? 

Ao recebermos a Jesus (a Porta, João 10:7-9) – o que chamamos de SALVAÇÃO - como nosso Senhor e Salvador, tornamo-nos filhos de Deus e começamos uma nova vida [CAMINHO – João 14:6].

Agora que estamos no Caminho, temos um destino… um alvo/propósito a ser atingido!

É extremamente importante para todo o salvo/discípulo que saibamos qual o nosso propósito. Muitos cristãos vivem desorientados sem ter uma clara definição do propósito de Deus para as suas vidas. Por vezes crêem erradamente que o alvo da sua vida cristã é só chegar ao Céu.

Qual o propósito eterno de Deus? - Filipenses 3:14 – “prossigo para o alvo” - Devemos conhecer o propósito e fazer dele o nosso alvo. Sempre que fazemos uma viagem é importante saber o destino.

O propósito de Deus está mencionado na Bíblia:

a) Efésios 1:5 – Nos predestinou para Ele, para adopção de filhos.

b) Romanos 8:28,29 – Também nos predestinou para serem conforme à imagem de Seu Filho. - “E sabemos que tudo o que nos acontece contribui para o nosso bem, nós que amamos a Deus, e fomos chamados de acordo com os seus planos. Porque desde o princípio de tudo Deus conheceu os seus e decidiu escolhê-los para se tornarem semelhantes ao seu Filho, a fim de que este fosse o primeiro entre muitos irmãos.”

c) Hebreus 2.10 – Conduzindo muitos filhos à glória. - “Porque Deus tinha planeado permitir que Jesus sofresse e por esse meio levasse muitos filhos a Deus, a quem pertence tudo, pois tudo criou...”

Ou seja, TER UMA FAMÍLIA DE FILHOS SEMELHANTES A SEU FILHO, PARA A SUA GLÓRIA.

Antes da fundação do mundo, Deus desejou ter uma família de muitos filhos semelhantes a Jesus, para que pudéssemos ser participantes da Sua glória e das inescrutáveis riquezas da Sua herança. Contudo, o pecado nos desviou do propósito eterno. Satanás não quer que o propósito de Deus se concretize nas nossas vidas. - Romanos 3.23 – “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”.

Mas Deus providenciou a REDENÇÃO, como meio de correcção do desvio (pecado). A salvação do ser humano não é o fim do propósito de Deus, é simplesmente a PORTA de retorno.

O propósito de Deus não é ser o salvador, mas sim o Pai.

DEUS - Pai de muitos filhos.

JESUS – primogénitos entre muitos irmãos

NÓS – filhos de Deus e irmãos de Jesus, segundo a Sua semelhança.

SUA NOVA SITUAÇÃO

A partir da tua FÉ, ARREPENDIMENTO e CONFISSÃO de Jesus, como teu Senhor e Salvador, te reconciliaste com Deus, e como tal:

1 – Recebeste a Salvação, como confirma João 3:36.

2 – Teus pecados foram perdoados (foi justificado), como já vimos em Efésios 1:7; 1 João 1:8-10

3 – Te tornaste membro da Família de Deus, como mostra Efésios 2:19.

4 – Não somente membro da família de Deus, mas também pelo novo nascimento (João 3:3) te tornaste FILHO DE DEUS, como vemos em João 1:12,13 (novo nascimento). Nem todos são considerados “filhos de Deus”, mas apenas os que recebem a Jesus como Senhor das suas vidas. Os demais são apenas criaturas de Deus.

Quando nasceste, recebeste a vida natural dos teus pais (código genético). Quando Jesus se tornou o teu Salvador e Senhor, e Deus tornou-se o teu Pai, recebeste a vida espiritual – nova criação!

Como cristãos e filhos de Deus, é muitíssimo importante analisarmos a paternidade divina e a nossa filiação espiritual, à luz da Palavra de Deus, a fim de podermos alicerçar as nossas convicções de que Deus é o nosso Pai.

- O pai biológico nem sempre, mercê de certas circunstâncias, age como um verdadeiro pai.

- O pai biológico deixa de exercer a sua paternidade pela morte.

- O pai biológico nem sempre está presente para nos proteger, defender, acarinhar, educar ou sustentar.

- Mas o Pai celeste está sempre connosco e nos dá tudo o que necessitamos!

- Deus é um Pai íntimo, terno, amoroso, amigo e cuidadoso, e não apenas um Deus estranho e distante.

Deus aparece como Pai de uma grande nação, o que subentende a sua preocupação e interesse especial por um povo a quem chama de "o meu povo", como o veículo da sua mensagem ao mundo:

Deuteronómio 32:6 - "... não é Ele teu Pai, que te adquiriu, te fez e te estabeleceu?"

Oséias 11:1 - "Quando Israel era menino, eu o amei, e do Egipto o chamei a meu filho"

Salmos 68:5 - "Pai de órfãos e juiz de viúvas é Deus, no seu lugar santo"

Malaquias 1:6 - "O filho honrará o pai e o servo ao seu senhor; e se eu sou Pai onde está a minha honra."

Fomos criados à imagem e à semelhança de Deus (Génesis 1:26; 5:1)

- Se Deus é Pai, se fomos criados à sua semelhança, então porque não tivemos bons pais?

- Porque é que não somos bons pais?

Erros comuns dos pais que marcam a nossa vida:

- Está sempre ausente, nunca dá atenção aos filhos;

- Não se interessa pelos problemas dos filhos;

- Inflige maus tratos sem justificação e explicação;

- Abusa sexualmente dos filhos;

- Não demonstra carinho;

- Não acompanha os filhos nas suas necessidades;

- Não satisfaz os desejos dos filhos;

- Não traz o sustento necessário à família;

- Trata mal a esposa, trai-a e cria mau ambiente no lar;

- Gasta todo o dinheiro em vícios, arruinando a segurança da família;

- Ou acha que é o melhor Pai do mundo só porque nunca faltou com nada lá em casa.

Ao contrário, também há filhos que têm expectativas erradas acerca do que deve ser um pai:

- Estão sempre a exigir dinheiro para os seus gastos;

- Nunca estão disponíveis para atender a qualquer necessidade que surja; Não cumprem horários;

- Só sujam e nunca limpam;

- Estão sempre à espera de receber e nunca dão;

- Não dão satisfações de por onde andam e o que fazem;

- Tomam-se autoritários debaixo de um tecto que não pagaram para o ter.

Estas disfuncionalidades paternais trazem-nos diversos sentimentos de que precisamos de nos libertar:

- Ódio

- Sentimento de culpa por algo de que não somos culpados.

- Sentimento de rejeição.

- Atrofiamento na tomada de decisões

- Autoritarismo.

- Sentimentos de que não prestamos para nada.

Mas há boas notícias! Deus quer restaurar a nosso conceito de paternidade (Lucas 15:11-24). Todos precisamos de um Pai assim: a) que esteja sempre à nossa espera; b) que assim que nos vê nos abrace; c) que ouça o que nós temos para dizer; d) que nos perdoe; e) que nos restaure.

O Senhor Jesus ensinou-nos que Deus é o nosso pai que nos perdoa as dívidas (Mateus 6:7-9). O povo começou a afastar-se de Deus Pai, dos princípios do Pai, das suas Leis, começando a esquecer-se de que Deus ainda quer ter uma aliança com os seus filhos numa intimidade e relação perfeita: não basta ter por pai uma figura importante como Abraão, é preciso ter uma relação perfeita com o pai.

Há um risco permanente de não termos uma relação familiar perfeita (Lucas 3:89).

Quantas vezes não nos teremos revoltado contra Deus por ter nascido; mas uma coisa é certa: Deus mantém planos perfeitos para a nossa vida (Salmo 2:7,8). Onde é que eu entro neste processo? Entramos naquilo que a Bíblia nos ensina:

- Criação - Deus, o Pai, pela sua Palavra trouxe-nos à existência criando-nos à sua imagem

- Queda - a condição humana foi desfigurada pelo pecado - perdemos a nossa filiação.

- Redenção - O Pai enviou-nos o seu único Filho para nos reconciliar consigo mesmo.

- Perdão - O Pai perdoa-nos porque o seu amor é incondicional

- Restauração - Ele restitui-nos o que nos foi tirado. Agora somos amados de novo.

Todos precisamos de um Pai que nos perdoe e nos restaure. O filho pródigo é um exemplo de perdão e restauração (Lucas 15:22).

Jefté, um exemplo da Paternidade de Deus (Juízes 11:1-11). A condição de Jefté: a) Jefté, era um valente, um líder, um primogénito mas foi abandonado pela sua família, pelos seus irmãos; b) muitas pessoas fogem porque não têm ambiente, um ombro para chorar, sentem-se a mais no seu próprio espaço; c) As histórias familiares prejudicam a nosso direito de estar na vida e limitam-nos; d) por causa de outros, pela ausência de uma paternidade amorosa e firme, somos deparados com uma realidade assustadora - solidão; e) Jefté foi ferido no ponto onde ele era mais fraco: filho da prostituta.

O trauma de Jefté: a) Jefté teve pai, mas ele não o assumiu - ou ficou sem pai (não sabemos ao certo); b) porém Deus tinha um propósito para Jefté: fazer dele um libertador do Seu povo; c) Jefté foi abandonado pela sua família que amava: os seus irmãos; d) foi-se embora e chegaram-se a ele homens levianos, certamente também estes carentes de paternidade; e) Jefté viu-se confrontado com a necessidade de "dar" sem donde poder receber.

A restauração de Jefté: a) então, quando Gileade, a cidade do seu pai foi atacada, viu-se que aqueles que o desprezaram não tinham coragem para se defenderem; b) eram medrosos, não eram guerreiros e tiveram que quebrar o seu orgulho e tiveram que chamar Jefté o seu líder (Jeremias 29:11)

Por isso: Volta-te para Deus. Ele é PAI! Deus é o nosso Pai. Este facto apresenta-nos o maior de todos os conceitos - o qual, sem dúvida, é a mais profunda demonstração de que o indivíduo regenerado não permanecerá no pecado, na mediocridade, mas antes, irá ter uma vida vitoriosa.

Nós somos de facto filhos de Deus (Gálatas 4:5,6 - “Deus enviou o seu Filho... para comprar a liberdade para nós que estávamos sob as imposições dessa lei, a fim de poder adoptar-nos como filhos. E visto que agora somos seus filhos, Deus enviou aos nossos corações o Espírito de seu Filho, pelo qual temos o direito de nos dirigirmos a Deus e de lhe falar como a um Pai que amamos”). Quando Deus criou o Homem a primeira imagem que teve foi a de Deus Pai Criador. Deus colocou o Homem na terra para o amar e ser amado por ele.

O amor é o mais importante de tudo. Com o amor vem todas as coisas por acréscimo. Quantos não precisaram já de um pai e não o tiveram por perto?

Restauração: Jesus quer restaurar o conceito de Pai. Ele sabia que tinha de ministrar paternidade a um povo que andava distante do Pai.

A aliança que Deus fez com Israel permanece: "vós sois filhos dos profetas", "na tua descendência serão abençoadas todas as nações da terra".

- Jesus foi o próprio a afirmar que, até então, ninguém conhecia o Pai, e só seria conhecido se Ele mesmo o revelasse (Mateus 11:27-30). Jesus ensinou que é preciso um Pai para nos ajudar a levar o nosso jugo.

- Jesus quer fazer-nos regressar ao Pai (João 14:1-3).

- Jesus traz-nos a revelação de um Pai que ama de verdade. Um Pai que nos ama de uma forma tão intensa que não nos deixa faltar nada (Oseias 11:4; João 1:12; 2 Coríntios 6:18)

Recebemos a natureza divina:

Efésios 2:3 - “nós éramos filhos da ira” - pecado. Mas devido ao amor de Deus (João 3:16), houve solução: Jesus! A morte da velha natureza e aquisição da nova natureza é resultado da Graça divina (Romanos 5.20; 6.1-3; 2 Pedro 1.4). O pecado foi removido pela Graça.

O pecado foi substituído pela Graça. A Graça reina através da Justiça.

2 Coríntios 5:17 - “pelo que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram, eis que tudo se fez novo”.

Efésios 5:8 - “Pois outrora éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor, andai como filhos da luz”

Será possível sermos criação velha e criação nova? Luz e escuridão?

UM SANTO? UM PECADOR?

UM PECADOR SALVO PELA GRAÇA?

Romanos 5:8 – No NT, os descrentes são identificados como “pecadores” mais de 300 vezes. Os crentes, por outro lado, são identificados como “santos”, ou “justos” mais de 200 vezes.

“Aos santos” - At 9:13,32,41; 26:10; Rm 1:7; 16:2; 1Co 6:2; Ef 3:8; 5:3; Fp 4:21; 1Ts 3:13; 2Ts 1:10; Hb 3:1; 1Pe 3:5; 2Pe 1:21; Jd 3,14; Ap 16:2; 17:6; 18:24; 20:9; 22:11.

Ao recebermos Jesus, não somos um pecador perdoado, mas um santo redimido.

Sim, tu és um SANTO! - “alguém que é justo”

(Colossenses 1:21-23; Ezequiel 36:25-27 - “escolhido entre os excelentes”) - separador por Deus e para Deus

A tua natureza foi transformada – NOVA CRIAÇÃO! (João 1:12,13; 1 João 3:1,2; Romanos 8:15)

Não olhe para si com os olhos do mundo, mas como Deus te vê.

Somos santos devido à nossa nova identidade e posição “em Cristo”. Em Efésios, com apenas 6 capítulos, encontramos a expressão “em Cristo” cerca de 40 vezes.

Antes éramos “filhos da ira” (Efésios 2:3), mas agora temos a natureza de Deus (2 Pedro 1:4 - “... pelas quais nos têm sido dadas as suas preciosas e mui grandes promessas, para que por elas vos torneis co-participantes da natureza divina...”)

“Santo” descreve a nossa nova identidade e posição em Cristo, mas não necessariamente a nossa maturidade como cristãos. É importante que nos possamos ver como santos, e não como “pecador perdoado”.

                                 SANTIDADE

   DO PONTO DE VISTA DIVINO    DO PONTO DE VISTA HUMANO

Posicional                              Experimental

Instantânea                     Progressiva

Ideal                                Prática

Completa                                Parcial


O cristão é chamado santo, separado para Deus, e encontra-se num processo de santificação progressiva, fazendo escolhas diárias que agradam a Deus e são compatíveis com aquilo que Deus diz que Ele é.

Assim, a NOVA POSIÇÃO – santos – IMPLICA ACÇÃO (Romanos 6:11-14). O aspecto prático da nossa santificação depende de nossa vontade de descansar no que Deus nos providenciou.

Romanos 6:11-14 - “Por isso, considerem a vossa velha natureza como que morta, sem reacção perante o Pecado, mas em contrapartida viva para Deus, por meio de Jesus Cristo nosso Senhor. Portanto não deixem que o pecado tenha domínio sobre o vosso corpo corruptível; não cedam aos desejos que sejam fruto do pecado. Que nenhuma parte do vosso corpo seja usado como instrumento da injustiça para servir o pecado. Deem-se antes a Deus como alguém que vive de novo, saído da morte, a fim de que o vosso ser se torne um instrumento da justiça de Deus. O pecado não terá mais domínio sobre vós, porque já não estão debaixo da Lei que vos prende ao pecado. Em vez disso, estão sujeitos à Graça de Deus.”

Se apenas soubéssemos a verdade que Jesus morreu para “curar” o nosso problema do pecado, acreditaríamos que éramos pecadores perdoados. Mas é crucial sabermos a verdade que também recebemos de volta a vida que Adão perdeu, e nos tornamos santos se queremos viver uma vida que honra a Deus.

Agora, apesar de sermos uma nova pessoa em Cristo (2 Coríntios 5:17), com uma natureza nova e de sermos livres para viver de acordo com o Espírito Santo (Romanos 8:9), obedecê-lO não é automático.

O que não aconteceu:

- O nosso corpo não mudou.

- A nossa “carne” não foi eliminada.  (“carne”, grego “sarx” = natureza pecaminosa)

Depois da Salvação, a natureza pecaminosa (carne) mantém-se. O cristão tem agora de escolher viver de acordo com a carne ou de acordo com o Espírito.

Quando somos salvos, alguns dos nossos maus hábitos não desaparecem, de facto, a nossa luta contra o pecado parece que intensifica.

A não ser que tomemos passos activos de andar pelo Espírito, vamos manter hábitos e pensamentos de acordo com a velha natureza.

Romanos 12.2 – renovação da mente

substituir mentiras      |

hábitos carnais      |     verdade divina

pensamentos carnais |

- O pecado ainda não morreu.

O pecado ainda é muito atractivo e tenta-nos todos os dias para satisfazer as suas necessidades.

Antes o pecado era o nosso “mestre”, mas agora ele já não tem poder sobre nós. Romanos 6:11.

O que acontece quando falhamos (pecamos)?

Todos falhamos! E isso leva-nos a pensar que por pecarmos, faz de nós pecadores. É incorrecto! Se eu por vezes mentir (não por hábito), não faz de mim um mentiroso.

Ser santo significa que temos a capacidade de escolher não pecar.

1 João 2:1 - “estas coisas vos escrevo, para que não pequeis”

Romanos 6:2 – nós morremos para o pecado. Um verdadeiro cristão – discípulo – não vive em pecado, pois o pecado já não tem domínio sobre ele. A natureza pecaminosa foi sepultada com Jesus quando Ele morreu. Quando o cristão peca, a sua nova natureza divina acusa-o porque é algo contrário à nova natureza.

Ser santo não significa que estamos a viver num estado de perfeição, sem pecado.

1 João 1:8 - “Se dissermos que não temos pecado nenhum, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós.”

Somos santos (natureza), que por vezes erramos / pecamos (comportamento)

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espírito                          alma / corpo


Quando erramos --» PERDÃO (arrependimento / confissão)

Se já és filho de Deus, és santo! Tens a natureza de Deus!

Duas naturezas (luta constante entre as duas naturezas)

1 – espírito = santo = vontade de Deus Romanos 7:14-25

2 – carne / corpo = natureza pecaminosa

5 – Herdeiro de Deus – Romanos 8:17a - “E uma vez que somos seus filhos, somos herdeiros, isto é, herdeiros de Deus e também herdeiros em conjunto com Cristo...” 

- eternidade (vida eterna) – João 6:47-61

6 – Corpo de Cristo (1Co 12:27; Cl 1:24-27; Ef 5:23-27)

- membros uns dos outros

- interdependência

7 – Reis

- Antes éramos escravos

- Temos autoridade

Ap 1:5 - “reis da terra”

Lc 9:1 – Jesus reuniu os apóstolos e deu-lhes poder e autoridade

8 – Sacerdotes – Ap 1:6

9 – Temos um novo “coração” e um novo Espírito a habitar em nós

    um novo “coração” desejoso de agradar a Deus vs. Ego/pecado

10 – Novo mestre – Cl 1:13 – nova autoridade espiritual: Deus.


O que Deus Espera de Ti

1 - Agora que foi abençoado por Deus, Ele quer que retribua a Seu amor, demonstrando um firme desejo de crescer espiritualmente e de servi-lO. Para atender a este seu desejo, Deus coloca à sua disposição duas armas forte: a Sua Palavra (Bíblia) e o seu Poder (Oração, Autoridade). Isto se torna evidente pela repreensão de Jesus a algumas pessoas, em Mt 22:29.

        Bebé espiritual --»  Maduro (semelhante a Cristo)   

Efésios 4:14 - “Então não seremos mais como crianças instáveis, variando com facilidade de ideias e de sentimentos, influenciados pelos ventos de doutrinas várias que nos empurram ora para um lado ora para o outro, ao sabor de pessoas sem escrúpulos que astuciosamente procuram arrastar as almas para o erro.”

Conselhos:

- Tira tempo para orar 

- Tira tempo para meditar na Palavra de Deus

- Frequenta assiduamente os cultos da igreja. Isto vai permitir o crescimento da tua fé, como revela Rm 10:17.  

-  Faz parte de um grupo familiar, que é uma pequena reunião semanal, onde terás comunhão com pessoas, que a teu exemplo, também creram em Jesus e também são da Família de Deus, portanto, teus irmãos em Cristo. Lá aprenderás mais sobre a Palavra de Deus e ouvirás testemunhos de como Deus tem transformado as suas vidas. Também terás a oportunidade de falar sobre a tua experiência, se desejares. O teu crescimento espiritual dependerá também da comunhão que tens com os outros filhos de Deus. Nós fazemos parte de uma família e nela devemos conviver, tanto no grupo de comunhão, como na igreja.

- Pede para seres acompanhado por um desses irmãos mais experientes na vida cristã, que te ajudará em teu crescimento espiritual. 

2 – Mudança de vida – santificação – 1Pe 1:15,16

Para crescermos, precisamos enfrentar a verdade sobre nós mesmos, e isso muitas vezes é um processo difícil.

- O problema – Muitas vezes é algo sobre o qual não queremos ouvir falar.

- A tentação – queremos ignorá-la, racionalizá-la, adiá-la ou guardá-la.

- A decisão – para crescermos devemos enfrentar a verdade, e fazer mudanças pessoais.

- O desafio – a mudança não é fácil; a nossa decisão de mudar será testada.

- A resposta – outros dificilmente a reconhecerão; vão esperar para ver se o nosso comportamento muda.

- O respeito – O respeito é sempre conquistado em situações difíceis, e vem dos outros só quando o nosso comportamento corresponde ao que dizemos.

A maioria das pessoas resiste à mudança. Elas desejam melhorar, mas resistem à ideia de mudar. “Não podemos vir a ser o que precisamos de ser quando continuamos a ser o que somos” (Max Depree). É preciso fazer mais do que simplesmente estar aberto à mudança. Precisa ir atrás da mudança.

Eis o que deve procurar e como focar as suas forças para conseguir os tipos de mudança que irão transformá-lo para melhor:

a) Não mudes as tuas circunstâncias para melhorar a tua vida – muda-te a ti mesmo para melhorar as tuas circunstâncias.

b) Não mudes apenas o suficiente para fugir aos teus problemas – muda o suficiente para resolvê-los.

c) Não faças as mesmas velhas coisas e esperes obter resultados diferentes – obtem resultados diferentes fazendo algo de novo.

d) Não esperes ver a luz para mudar – começa a mudar assim que sentir a pressão.

e) Não vejas a mudança como algo prejudicial que deve ser feito – vê ela como algo útil que pode ser feito.

f) Não evites pagar o preço imediato da mudança – senão, pagarás o preço alto de nunca melhorar.   

A vida das pessoas mudam quando elas mudam alguma coisa que fazem todos os dias. Pode ter a coragem de ser positivo ao levantar-se de manhã para enfrentar o dia. Pode ter a coragem de ser bondoso na derrota. Pode ter a coragem de pedir desculpas quando fere alguém ou comete um erro. Pode ter a coragem de tentar algo novo – qualquer coisa pequena. 

3 – Amor pelos irmãos – 1Jo 3:14

4 – Testemunha de Jesus – At 4:20


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