quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

liderança egocêntrica


Liderar é a arte de dividir tarefas, descentralizar, acompanhar, aperfeiçoar e colher os frutos. Não combina com a centralização e nem com o despotismo. Não pode ser fundamentada na vida do líder. Não é personalismo, mas pessoalidade. Liderar é fazê-lo por princípios e não por opiniões viciadas, voltadas para vantagens pessoais. Liderança significa pensar no bem comum, no sucesso como fruto de compartilhamento na organização. É buscar a excelência no trato com as pessoas. É contribuir para a unidade na instituição. É promover “ a participação de todos no esforço de cada um”. Contudo, o tempo que vivemos é estigmatizado pelo hedonismo, pragmatismo e narcisismo. São três anomalias que adoecem qualquer liderança.
A liderança egocêntrica é marcada pelo personalismo dos que estão compactuados com vantagens e glória meramente pessoais. Pensar de si e para si é uma característica bem definida da liderança marcada pelo egoísmo. Esta busca freneticamente o reconhecimento dos liderados. Gosta do pódio. Exerce uma filosofia maquiavélica, isto é, se utiliza de meios convenientes para gerar resultados. Na cabeça da liderança egocêntrica está a megalomania ou mania de grandeza. Esta turma gosta de colocar fotos na parede. É muito triste ver em nossas comunidades, em nossas organizações filantrópicas, elementos comprometidos com a adulação, bajulação e reconhecimentos visando o fortalecimento do cargo que exerce. Os conchavos são a sua especialidade. A liderança egocêntrica não aprecia cargas, mas cargos. Não gosta de servir, mas de ser servida. Não facilita, mas problematiza. Essa liderança não tem coração. Ela é platônica, ou seja, vive no mundo das ideias. Pensa nas vantagens pessoais a partir do seu umbigo.
A liderança egocêntrica se vale do cargo para se promover. Geralmente é uma liderança insensível em relação às necessidades dos seus lideradosproduzindo medo. Não está afeita ao companheirismo e nem a liberdade para críticas construtivas visando o bem da organização. Essa liderança é despida de misericórdia em relação aos que sofrem. Ela beneficia os apadrinhados, os companheiros que rezam na mesma cartilha. Exclui ou despreza os que têm boas ideias, os que podem contribuir para melhorar o serviço da instituição. Geralmente numa liderança exercida por líderes egoístas as pessoas que pensam não são benvindas. Esses líderes têm medo dos que podem revolucionar. A liderança egocêntrica é apequenada, medíocre e sofrível. Tenho pena das pessoas que são lideradas por elementos assim.
Liderar de forma egocêntrica é um grande prejuízo para a organização ou instituição. É uma liderança dominadora ou ditadora, maldosa e doentia. Ela é impessoal, pois está mais focada em coisas do que em pessoas. Valoriza ações e não pessoas. Só sabe cobrar resultados, mas não investe sabiamente nos seus liderados. Não tem amizade com a sua equipe. A sua liderança é fria, formal e interesseira. Elimina os que pensam de forma diferente. Não há diálogo, interatividade e companheirismo. A liderança egocêntrica beneficia familiares e amigos (muitas vezes incompetentes) em detrimento dos que não são familiares e não são amigos, mas são competentes.
A liderança egocêntrica está na contramão do bom senso e de todo o ensino de Jesus Cristo, o nosso modelo de liderança amorosa, altruísta, saudável, sinérgica e revolucionária. A única maneira de combatermos a liderança egoísta é substituí-la pela liderança comprometida com os valores cristãos. Esta sim, está voltada para as pessoas, o seu bem-estar, premia o trabalho criativo, encoraja, forma caráter, distribui tarefas e colhe resultados. Está atenta às críticas e sugestões que venham melhorar substancialmente o trabalho da liderança e consequentemente da organização em sua função diacônica ou em seu serviço. Só é possível libertar o homem ou a mulher de suamaneira egocêntrica de liderar aplicando os princípios do Mestre no Sermão do Monte, tão excelentemente expostos em Mateus, capítulos 5, 6 e 7. Aqui está o código de ética do Reino de Deus que deve ser aplicado ipsis litteris na vida da liderança para que haja mudanças profundas e saudáveis na organização.
Exercer a liderança altruísta é valorizar pessoas e não coisas. Sabemos que quando valorizamos as pessoas, estas cuidam muito bem das coisas e de suas tarefas. A verdadeira liderança tem interesse em servir, comungar e acompanhar com interesse. Ela não é exercida infringindo medo, mas despertando coragem para participar do processo de gestão responsável e produtiva. Que Deus nos livre de uma liderança egocêntrica, interesseira, fria, calculista e descomprometida com valores éticos, morais do Reino. Que Deus seja glorificado em nossa liderança amorosa, servidora, catalizadora e empreendedora. Que os nossos alvos sejam: Glorificar a Deus e tornar os que lideramos em pessoas altruístas e servidoras, sempre fazendo o bem à semelhança de Jesus em sua caminhada.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

boas novas do reino de Deus - parte 2

parte 2

As boas novas são que Deus vai mesmo governar-nos. Se não estivermos preparados para sermos governados, não temos o direito a receber as boas novas. Não podemos dissociar o governo de Deus das boas novas.

Quando Jesus veio à Terra, Ele afirmou que o Reino havia chegado, e que o requisito inicial para os que queriam beneficiar da mensagem é resumido numa só palavra: arrependimento. É necessário arrependimento de andarmos nos nossos próprios caminhos (Isaías 53.6). Nem todos cometemos assassínio, ou adultério, ou roubo, ou ficámos bêbedos, ou fomos imorais, mas há uma coisa que todos nós fizémos: todos nós tomámos os nossos próprios caminhos.

Mas graças a Deus, a mensagem é que Deus colocou sobre Jesus, na cruz, a rebelião de toda a humanidade e todas as consequências malignas desta rebelião. Esta é a essência de tudo o que foi realizado na cruz. Deus depositou sobre Jesus a rebelião e as suas consequências malignas, para que em troca o bem devido à obediência sem pecado de Jesus, pudesse ser disponibilizado a todos os que se arrependem e creem. É esta a essência de tudo o que foi realizado na cruz. Foi uma troca ordenada divinamente.

Então, porque temos todos de nos arrepender? Porque todos fomos rebeldes, é claro! Não há maneira de entrar no reino de Deus sem ser pelo arrependimento. Há muitas pessoas que acreditam estarem salvas, mas na realidade não estão, porque nunca se arrependeram, e nunca se submeteram ao governo (autoridade) de Deus.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

boas novas do reino de Deus - parte 1


II Coríntios 5.19 diz-nos: "Pois Deus estava em Cristo, reconciliando o mundo para si, não levando mais em conta os pecados dos homens contra eles, e sim apagando-os. Esta mensagem maravilhosa da reconciliação ele nos deu para transmitir aos outros" (versão "Bíblia Viva").

Esta maravilhosa boa nova de reconciliação proveniente de Deus precisa ser divulgada a todos. Esta é a mensagem do Evangelho do Reino. Jamais alcançaremos a mensagem na sua essência se deixarmos de lado a palavra "reino".

Eu nasci debaixo da democracia como forma de governo. Por isso torna-se difícil compreender o significado real da palavra "reino". Essa dificuldade é real para mim, como para a maioria dos cristãos, e isso torna difícil compreendermos alguns princípios bíblicos.

Quando falo acerca das boas novas do reino de Deus, estou a falar das boas novas da governação de Deus, num sentido muito prático. Ou seja, que passamos a ser governados por Deus. Este ensino tem sido esquecido pela igreja desde há muitos séculos. Muitos quando falam acerca do Evangelho, as suas mentes tendem a pensar em serem salvos, terem os pecados perdoados, receberem a vida eterna e em saberem que vão para o Céu quando morrerem. Agora isso, na verdade, está incluído no Evangelho e é de extrema importância. Mas não é o cerne da mensagem do Evangelho tal como é apresentado no Novo Testamento. O cerne da mensagem do Evangelho é o desejo de Deus assumir o governo do Homem. Se alguma vez falarmos do Evangelho sem reflectir algures, acerca de estar sob o governo de Deus, é porque perdemos a essência do tema.

Em Isaías 9.6,7 encontramos a seguinte expressão: "Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu... e o governo estará sobre os seus ombros." Ele assumirá o governo da humanidade.

O Homem rebelou-se contra Deus e recusou o Seu governo. Isto é a origem exclusiva a que pode ser atribuída todos os males, os sofrimentos e os problemas da humanidade desde aquele dia até agora. Todos eles têm uma causa única. E o Evangelho ou as boas novas são tão lógicos que fornecem o remédio para anular os problemas que tiveram origem nessa causa. E esse remédio é: voltar sob o governo de Deus.

Falar em receber o Evangelho, em ser salvo ou tornar-se cristão, ou o que quer que se diga, sem estar o sob o governo de Deus é enganar-se a si próprio. Neste caso, o pensamento e propósito principais não são alcançados. Não se pode dissociar a salvação do governo de Deus.

continua

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

a missão do povo de Deus no século xxi


Para que possamos entender a missão do povo de Deus no século presente, precisamos entender o mundo em que vivemos, porque é dele que emanam as perguntas para as quais precisamos dar resposta.

Estamos a viver num mundo em que reina o pluralismo em que a horizontalidade de ideias está em contrariedade com a singulariedade de Jesus. A globalização cada vez mais vai crescendo, a revolução digital também. Cada vez mais o materialismo, secularismo, individualismo, hedonismo, etc., está em aceleração. Temos observado o aumento das crises políticas e étnicas, crise ambiental, crise económica, crise ética e moral. Vivemos num mundo ferido e dividido; um mundo que não escutou o Evangelho.

Este é um mundo que precisa conhecer a mensagem de reconciliação: reconciliação com Deus, consigo mesmo, com o próximo e com a natureza.

Colossenses 1:28 - "E assim, aonde quer que vamos, falamos de Cristo a todos quantos ouvirem, admoestando-os e ensinando-os com toda a sabedoria. Queremos ser capazes de apresentar a Deus cada um deles, aperfeiçoado por causa daquilo que Cristo fez em favor de cada um deles" (versão "Bíblia Viva").

O que Cristo "fez em favor de cada um deles"? II Coríntios 5.19 explica-nos: "Pois Deus estava em Cristo, reconciliando o mundo para si, não levando mais em conta os pecados dos homens contra eles, e sim apagando-os. Esta mensagem maravilhosa da reconciliação ele nos deu para transmitir aos outros" (versão "Bíblia Viva").

Precisamos entender que a missão é primeiramente de Deus, e Ele nos convida a fazermos parte dela. Precisamos entender qual a missão dEle, ou seja, o que Deus quer e está a fazer no mundo. De capa a capa da Bíblia poderemos observar Deus em missão.

O Homem perdeu a imagem divina através do pecado, e assim distanciou-se da comunhão com Deus. Em II Coríntios 5.17-20 vemos a proclamação da reconciliação total.

Charles Finney disse: "A tarefa da Igreja é só uma: mudar o mundo." Como? Obedecer a Deus e reflectir o Seu carácter (Levíticos 19:1,2).

Como cristãos, somente precisamos de ser testemunhas de Jesus e dos Seus ensinos, em todas as nações, em todas as esferas da sociedade e no mundo das ideias.


quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

a ninguém conhecemos segundo a carne


II Coríntios 5.7,16

Quando "nascemos de novo", dali em diante não devemos conhecer ninguém "segundo a carne". Que isso quer dizer? Significa que precisamos de deixar de ver as pessoas pela óptica natural (que nos deixa deprimidos), mas pela óptima espiritual, de acordo com as realidades espirituais (nova criatura, mais que vencedor, cheios do amor de Deus, mortos para o pecado, etc.). Pela fé, as realidades espirituais serão reais em nossas vidas!

1 - Não devo conhecer-me a mim próprio segundo a carne. Quando sabemos qual é a nossa nova identidade, devemos viver como tal. A Palavra de Deus revela a nossa nova identidade: justiça de Deus, filhos de Deus, amados, santos, a perfeição de Deus, etc.

Os demónios podem tentar fazer-nos ver de outra forma: feios, derrotados, infelizes, etc., mas Deus algo diferente para dizer-nos! O segredo para ser transformado é contemplar a glória do Senhor! Quando olhamos no espelho olhamos a nossa própria imagem. Mas desde o dia em que nascemos de novo, ao olhar para si mesmo, olhe para o próprio Deus, pois Ele habita em si.

I João 4.17 - "... segundo Ele é, também nós somos..." Quando nascemos de novo, fomos feitos cópia de Jesus.

2 - Não devo conhecer os meus irmãos em Cristo segundo a carne. Muitos olham para os seus irmãos em Cristo segundo a carne. Iremos ficar deprimidos, pois veremos as falhas, os defeitos, etc. Ficaremos críticos também. Mesmo que não tenha defeito, passamos a ver defeitos. Mas devemos olhar os nossos irmãos segundo a óptima espiritual. Mesmo na correcção aos irmãos, quando olhamos com a óptima espiritual, será feita com amor e brandura.

3 - Não devo conhecer aqueles que ainda não se converteram segundo a carne. Ninguém é mesmo ninguém.

O versículo 19 de II Coríntios 5 diz-nos: "Pois Deus estava em Cristo, reconciliando o mundo (as pessoas) para si, não levando mais em conta os pecados dos homens contra eles, e sim apagando-os. Esta mensagem de reconciliação ele nos deu para transmitir aos outros." Jesus pagou na cruz pelos pecados de toda a humanidade. Todos os pecados foram cravados na cruz. Ninguém será atirado no Inferno pelos seus pecados, porque seria injusto castigar o mesmo pecado duas vezes. Muitos serão atirados no Inferno porque não receberam Jesus, fazendo dEle o seu Senhor! Deus já deu o perdão, a salvação, a cura, mas muitos não o receberam...

Estudo extraído da pregação do Pr. Abe Huber

domingo, 6 de dezembro de 2015

um novo tempo para ser vivido


Baseado no texto de Josué 1:2,3,11 e Josué 3.1 a 4.

O povo de Israel estava a passar o deserto, tendo como seu líder a Moisés. Chegaram num momento da vida deste povo em que Moisés havia deixado de ser o líder, e Josué fora escolhido por Deus para ser o seu sucessor. Eles estavam perante o rio Jordão, às beiras de entrar na terra prometida por Deus.

O deserto é caracterizado por ser um lugar ÁRIDO (pouca vegetação, muita areia), SECO (sem água), noite é muito frio, e durante o dia é muito quente; lugar inconfortável e muito desagradável. Contudo, o tempo em que passaram pelo deserto foi um período de preparação, de provação na fé (suas atitudes e "coração"). O deserto também se revelou ser um lugar de consagração e também de murmuração. Ali o povo foi "espremido" e como eles se expressaram revelou o que estava dentro deles.

O deserto também foi um lugar de purificação e de santificação de todas as "impurezas" que receberam durante os mais de 400 anos que estiveram no Egipto. Israel estava "deformado" pelo pecado. No meio de situações "difíceis" e complicadas, queriam voltar atrás, à vida do passado.

O deserto também se revelou ser um lugar de humilhação. Ali estavam sem recursos, o bom nome de nada lhes servia, etc. Ali estavam completamente dependentes de Deus, de Sua Graça e misericórdia.

O lugar para onde eles estavam a caminhar, era o lugar de desfrutar das boas coisas que Deus lhes havia prometido; seria um lugar de descanso, recompensa e refrigério.

O que foi necessários eles fazerem para poderem entrar na terra prometida, e que também precisamos de fazer para desfrutar de um novo tempo que Deus deseja que vivamos em nossa vida, nossa família, e nossa congregação?

1 - Nossa visão deve estar em Deus (Josué 3.3). A arca representava a presença de Deus. Devemos ter os nossos olhos colocados em Deus, na Sua soberania (Ele é o Senhor!), no Seu poder (omnipotente), na Sua autoridade.

2 - Precisamos de santificarmo-nos (vers. 5) de todas as impurezas que o "mundo" nos tem contaminado. Todo o pecado deve ser extraído da nossa vida, mesmo que nos custe. Mesmo aquele pecadinho que parece tão gostoso, ou que ninguém vai saber. Temos um Deus que é omnisciente e sabe todas as coisas. Não há hipótese de escondermo-nos dEle. Ele é Santo, e espera que o Seu povo viva de forma santa! Sem santidade ninguém verá o Senhor! Vivendo nós num mundo que "jaz no maligno" é muito fácil deixarmo-nos contaminar pelo pecado, mas temos que marcar a diferença.

3 - Confissão da Palavra de Deus (vers. 9 a 13). A Palavra de Deus precisa de estar a fluir nos nossos lábios, nos nossos corações, nas nossas vidas no dia-a-dia. Para além de mencionarmos a Palavra de Deus, precisamos de vivê-la. Assim os nossos amigos, vizinhos, familiares, etc., que ainda não conhecem Cristo, "lerão" a Palavra de Deus através das nossas vidas, da forma como vivemos de acordo com os princípios contidos na Palavra, que é vida e luz.

4 - Possuir o que Deus nos tem dado (vers. 15 e 16). Deus tem abençoado o Seu povo que imensas bênçãos. Como filhos de Deus precisamos de saber o que Deus nos tem dado e desfrutar delas. Como saber o que Deus já nos deu? Medite na Palavra e veja o que Deus colocou à nossa "mesa" para que possamos desfrutar, saborear, viver, praticar, etc.

5 - Interceder (vers. 17). Precisamos de clamar que vida uns dos outros, pelos nossos amigos, vizinhos e familiares - pelo nosso próximo. Colocar os nossos joelhos no chão e nossa cara no pó, e clamar por eles, e também por nós. II Crónicas 7.14 dá-nos a receita para que a nossa terra seja sarada, e coisas novas aconteçam em nossas vidas, nas nossas cidades, nas nossas congregações.

... e ninguém na terra prometida os conseguia travar!

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terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Razões para evitar o divórcio

Com uma frequência cada vez maior vemos casamentos desfeitos. Os casais desistem de construírem uma vida juntos muitas vezes por motivos banais, acreditando que a vida fora do casamento pode ser mais interessante e divertida.
Acabam jogando fora todos os planos de uma vida feliz juntos, de uma família bonita e de um crescimento constante.
O casamento precisa ser cuidado, dia após dia, ele não pode ser visto como o fim de um período de namoro, ele é justamente o início de um namoro que pode ser eterno. As dificuldades aparecerão a todos, mas desistir de enfrentá-las não é o caminho que levará à felicidade. O mundo, fora do casamento, não é melhor ou mais divertido, essa é a imagem falsa.
Enfrentar os desafios juntos é o que leva à união e consequentemente à felicidade no casamento. Desistir não deve fazer parte das intenções de um casal que se ama.
  1. O casamento foi ordenado pelo Senhor e precisa ser visto desta forma. O Senhor espera que seus filhos e filhas se deem em casamento e construam uma vida feliz aqui na terra. O casamento precisa ser cultivado.
  2. Ninguém é feliz por muito tempo sozinho. Compartilhar a vida com alguém com os mesmos propósitos que o seu, torna a vida mais feliz. Se você já encontrou esta pessoa pode estar cometendo um erro em deixá-la para buscar desejos passageiros.
  3. Não há uma família perfeita. Todas são formadas por pessoas imperfeitas com manias e defeitos. Você e seu cônjuge podem, juntos, melhorar e tornarem-se mais e mais felizes por estarem buscando isso juntos. Permitam-se tentar.
  4. Os filhos de pais divorciados sofrem com a ausência de um de seus pais. Por mais elevado que seja o número de crianças que crescem com apenas um de seus pais devido ao divórcio, isto não é e nunca será bom para eles.
  5. Se você acha que seus sentimentos pelo seu cônjuge diminuíram com o passar do tempo, reverta você mesmo essa situação. Passe a notá-lo mais, admirar as coisas pelas quais você gosta nele, faça isso com frequência, todos os dias e passe a cuidar dessa chama sempre. O amor verdadeiro não surge repentinamente, mas pode diminuir caso não seja cuidado.
  6. Não desista. Desistir não é o caminho mais fácil, nem mais corajoso a se tomar. Permita-se a chance de tentar quantas vezes forem necessárias para que a família que um dia você sonhou construir ao lado de seu cônjuge possa surgir.
Consulte o Senhor em oração para que Ele possa iluminar sua mente e coração a fim de lutar pelo seu casamento sempre. Não deixe que outras pessoas lhe digam o que fazer, quando o assunto é o seu casamento apenas você, seu cônjuge e o Senhor devem decidir.