sábado, 28 de setembro de 2019

'Religião e política se misturam desde sempre', afirma teólogo


Se acha que religião é uma experiência privada em que simplesmente um ser humano tem uma conexão com o divino, então não faz sentido misturar religião com política. O problema é que religião não é só isso. Religião é principalmente uma questão de identidade, muito mais do que de fé ou prática. Quando alguém diz “sou muçulmano” ou judeu ou cristão, está a formular tanto uma definição de sua fé quanto uma definição de sua identidade. Está a falar sobre quem é, como vê o mundo, como compreende o seu lugar nele. Em questão de identidade, religião é profundamente entrelaçada com todos os outros aspectos da identidade de uma pessoa: cultura, etnia, género, orientação sexual, e, claro, orientação política. Então simplesmente não faz sentido divorciar religião da política. Fazer isso não é democrático. É óbvio que podem haver problemas, especialmente uma vez que religião diz muito respeito a “mandamentos”, enquanto a política (pelo menos em teoria) supõe-se ser a respeito de compromissos. Mas, se o Estado oferecer liberdade de culto, então não se pode esperar que a religião se separe da política. De todo modo, é preciso assegurar protecções para aqueles que não compartilham da religião maioritária ou que não têm nenhuma religião.

Apenas uma visão ingénua ou excessivamente laicizada refutaria o modo entrelaçado com que religiosidade e política se misturam. Desde o século XVI, para não retroagirmos tanto, são muitos os exemplos de uma relação imbricada entre crenças e posicionamentos políticos.

A fé, mais do que fenómeno individual, é manifestada colectivamente e, portanto, está na vida pública.

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

suicídio


Anualmente, perdem-se trinta e cinco milhões de anos de vida, em todo o mundo, devido à mortalidade provocada pelo suicídio. A estimativa é do Global Burden of Disease, que calcula o impacto global das mais variadas causas de morte e é promovido pelo Institute for Health and Metrics Evaluation, uma instituição norte-americana financiada pela Fundação Bill e Melinda Gates.

Em 2016, registaram-se 7,3 óbitos por cada 100 mil habitantes (enquanto a média europeia ronda os 11). No ano seguinte, houve um ligeiro aumento, mas não foi significativo – registaram-se oito mortes por cada 100 mil habitantes (em números absolutos, traduz-se em 1 061 suicídios).

Mais detalhes em CLIQUE AQUI

Artigo sobre suicídio postado no Blog da IMW Portimão: clique AQUI

Geólogo aponta evidências de que o Dilúvio foi real: "A palavra de Deus é verdadeira"

Geólogos da Universidade de Wisconsin-Milwaukee (EUA) encontraram as árvores fossilizadas enquanto realizavam pesquisas em uma encosta coberta de gelo.


Árvores fossilizadas foram encontradas nos Montes Transantárticos da Antártica. (Foto: Copyright © 2017/ E. Gulbranson)

Diante da recente descoberta de tocos de árvores fossilizadas em uma montanha na Antártida, um geólogo cristão aponta as evidências que confirma o relato bíblico sobre o Dilúvio.

Os geólogos da Universidade de Wisconsin-Milwaukee (EUA), Erik Gulbranson e John Isbell, encontraram as árvores fossilizadas enquanto realizavam pesquisas em uma encosta coberta de gelo. No total, eles coletaram fragmentos de 13 árvores.

Escrevendo para o Instituto de Pesquisa de Criação (ICR, na sigla em inglês), Clarey afirma que esta evidência não surpreende aqueles que conhecem a Palavra de Deus.

“As árvores foram encontradas nos Montes Transantárticos da Antártica e incluem uma mistura de árvores de folhas perenes, árvores decíduas e ginkgos. Esta descoberta não deve ser nenhuma surpresa para aqueles que tomam Gênesis como uma história literal”, disse o geólogo.

Os fósseis descobertos revelam que as árvores têm mais de 260 milhões de anos de idade, revelando que esta floresta cresceu no final do período permiano, antes dos primeiros dinossauros. “Esta floresta é um vislumbre da vida antes da extinção, nos ajudando a entender o que causou o evento”, disse Gulbranson.

“O período do Permiano terminou há 251 milhões de anos na maior extinção em massa da história, já que a Terra se transformou rapidamente de uma geladeira para as condições de estufa”, explica o relatório da Universidade de Wisconsin-Milwaukee. “Mais de 90% das espécies na Terra desapareceram, incluindo as florestas polares”.

Os cientistas seculares não estão seguros do que desencadeou o evento de extinção no final do Período Permiano, mas Clarey acredita que a calamidade que enterrou as árvores na Antártida foi o Grande Dilúvio descrito em Gênesis.

“A Bíblia descreve claramente uma inundação global que afetou todas as massas terrestres — por que a Antártica deveria ser uma exceção?”, questiona.

Como as árvores não conseguem sobreviver ao atual clima frio da Antártica, a descoberta dos fósseis indica que as condições climáticas do continente eram mais quentes e úmidas no passado. Esta evidência se alinha com a visão de que o clima da Terra era mais quente e mais ameno antes da Grande Inundação.

A condição das árvores fossilizadas — preservadas com traços de proteínas e aminoácidos ainda intactos — continua fazendo sentido se as árvores foram atingidas pelo Dilúvio alguns milhares de anos atrás, defende Clarey.

“Como as proteínas e os aminoácidos originais poderiam sobreviver por milhões de anos?”, questiona o geólogo. “A comunidade de ciência secular não tem respostas viáveis ​​para explicar achados notáveis ​​como estes”.

Embora Gulbranson e Isbell acreditem que as árvores recém-descobertas tenham milhões de anos, Clarey diz que os fósseis “contam uma história diferente e muito mais recente, que se encaixa no relato bíblico de uma inundação global há apenas milhares de anos”.

“Essas árvores foram enterradas rapidamente durante o Dilúvio global descrito em Gênesis”, o geólogo cristão argumenta. “Os animais e plantas tropicais foram apanhados e rapidamente enterrados nas cinzas, lamas e areia que os soterraram neste evento cataclísmico. Esses fósseis nos lembram que a Palavra de Deus é verdadeira”.

FONTE: https://guiame.com.br/gospel/noticias/geologo-aponta-evidencias-de-que-o-diluvio-foi-real-palavra-de-deus-e-verdadeira.html?fbclid=IwAR1kZ3sxHpIe95jqrMeBlh5vKVnPkvRLkEGbFCy_J7I2Gm0EV-Phz0WFl4Q

quarta-feira, 21 de agosto de 2019

chamadas grátis e ilimitadas

Deus coloca à nossa disposição uma linha directa para falarmos com Ele. Podemos comunicar-nos com Deus a qualquer hora do dia ou da noite, sem qualquer custo, sem perder o sinal de rede e com uma bateria que nunca acaba. A tecnologia do Céu é muito mais acessível e avançada do que a nossa.

Quando não souber o que fazer, a quem pedir ajuda ou simplesmente se quiser falar com alguém: ore! Veja o que a Bíblia diz sobre este assunto: "A oração feita por um justo pode muito nos seus efeitos" (Tiago 5.16), "Porque os olhos do Senhor estão sobre os justos, e os seus ouvidos atentos às suas orações" (I Pedro 3.12), "Vivam permanentemente em oração e dêem graças a Deus por tudo pois esta é a vontade de Deus a vosso respeito, em união com Cristo Jesus" (I Tessalonicenses 5.16-18).

Deus atende à sua chamada pois Ele está permanentemente disponível para si. Contudo, tem de ser você a procurar, como diz a Palavra: "Peçam e Deus vos dará; procurem e hão-de encontrar; batam à porta e ela há-de abrir-se-vos, pois aquele que pede, recebe; aquele que procura, encontra; e a quem bate, a porta se abrirá" (Mateus 7.7,8)

Texto auxiliar: Salmo 63

relacionamento divino


Num destes dias estava a pensar sobre algumas situações, e observo a quantidade de cristãos que alimentam o seu "homem interior" (espírito) somente aos domingos (no dia da reunião principal da igreja), ou baseiam a sua vida cristã em cultos. Não são capazes de orar, adorar e ler a bíblia durante a semana, em tempos devocionais pessoais. 

E se por algum motivo não é possível ir aos cultos, como será a sua vida espiritual? Precisamos de alimentar o nosso "homem interior" diariamente, assim como alimentamos o nosso corpo diariamente.

E, se possível, não deixar de congregar. Há grande poder espiritual que é libertado do Céu quando a Igreja se reúne para adorar. Esta foi a instrução do apóstolo Paulo - que não deixássemos de nos congregar. É quando a Igreja se reúne que podemos ser edificados e edificadores uns para com os outros.

Por isso, tenha tempo devocional diário, mas também congregue!

segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Poligamia é natural, diz investigador

Poligamia é natural, diz investigador, que explica diferenças de género com ciência e história




A poligamia é natural no ser humano e a monogamia foi criada para a mulher, diz o investigador português Rui Diogo, que usa a ciência e a história para explicar a relação entre géneros.

"Se a monogamia fosse natural não tínhamos que fazer leis e matar pessoas por causa da poligamia. Não se fazem leis para dormir ou para beber. Mas matam-se pessoas por não serem monogâmicas", defende o especialista em biologia evolutiva e antropologia, investigador e professor na Faculdade de Medicina da Universidade de Howard, em Washington, nos Estados Unidos, autor de mais de uma centena de artigos em revistas como a Nature e autor ou coautor de mais de uma dúzia de livros.

Numa palestra em Lisboa, a primeira de uma série que está a dar em várias cidades de Portugal, Rui Diogo garantiu que "não há fundamentos biológicos para a monogamia", afirmando que na natureza nenhuma espécie é monogâmica, incluindo algumas apontadas como tal (algumas aves). As fêmeas dos chimpanzés, que se assemelham ao ser humano, relaciona-se com uma média de oito machos por mês, disse.

Nas palavras do investigador, a poligamia acontece hoje em todas as tribos da amazónia e uma das "provas" de que sempre foi assim no passado nas espécies que se estudam, afirma, é o dimorfismo (características físicas diferentes, como o homem ser mais alto do que a mulher). "Os ossos podem dizer se os animais eram monogâmicos", afirma.

Estudando em profundidade outras espécies conclui-se também que não há uma única em que 8% a 10% dos indivíduos não sejam homossexuais (há uma espécie de morcegos em que chega a 35%), a mesma percentagem que se admite para o ser humano, e que tal acontece naturalmente, em todas as espécies.

Partindo da biologia e da história o investigador explica depois que o machismo e a diferença entre géneros fazem parte do passado recente da humanidade, que há estudos que indicam que 90% da comida era providenciada pela mulher no tempo dos humanos caçadores/recoletores, e que com a agricultura e as religiões surgiu a imposição da monogamia, mas apenas para a mulher.

"Com a agricultura surge o conceito de propriedade. Os meus animais, a minha colheita. E surge a herança. Eu tenho que ter a certeza absoluta de que o filho é meu. A partir da agricultura a mulher torna-se uma propriedade".

Rui Diogo traça a partir daí um quadro negro para o sexo feminino, a mulher assexuada da era vitoriana (século XIX), as mulheres bruxas na idade média, queimadas na fogueira, as mulheres alvo de excisão genital entre a população de origem europeia até há 60 anos, a própria aliança de casamento que começou por ser um símbolo de que a mulher tinha dono.

Mas, ainda nas palavras do investigador, o homem só supera a mulher na visão tridimensional e na força física.

Segundo o investigador, "as mulheres são mais resilientes, melhores alunas, superam melhor alterações do ambiente" e, diz Rui Diogo sempre citando estudos, são também mais promiscuas, ainda que não o pareçam, porque dizem "o que a sociedade quer que digam".

"O sexo é natural mas o género é construído", afirma.

E são também mais felizes no divórcio, porque o casamento foi "uma coisa feita pelos homens e para os homens".

De resto, garante o biólogo, doutor em biologia evolutiva e pós-doutorado em antropologia, após cinco anos de casamento os estudos indicam que a oxitocina (ligada à paixão) acaba e a testosterona (hormona masculina) aumenta.

"Fisiologicamente não há relação entre amor e sexo, pode-se amar alguém e desejar outra pessoa, e isso, pelo menos isso, aplica-se ao homem e à mulher", conclui.

Lusa



COMENTÁRIO PESSOAL:

Misericórdia!!!   

terça-feira, 6 de agosto de 2019

missão liberdade


A 15 de Julho de 2019, um punhado de CIDADÃOS, do Norte, Centro e Sul de Portugal, num verdadeiro acto de CIDADANIA, deu um claro aviso “à navegação”, a quem está especialmente indigitado para cumprir e fazer cumprir a Lei Geral (Constituição da República Portuguesa), em particular no que diz respeito ao previsto no seu Art.º  36, nº 5 e Art.º 43, n.º 2, ao entregar cartas, por mão própria, acompanhadas de algumas dezenas de assinaturas de subscritores, aos seguintes titulares dos cargos da Administração Pública:

Ministro da Educação
Doutor Tiago Brandão Rodrigues
Lisboa - CLIQUE

Presidente da República
Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa
Palácio de Belém -  CLIQUE

Presidente da Assembleia da República
Dr. Eduardo Ferro Rodrigues
Palácio de São Bento -  CLIQUE

Portugal precisa da Liberdade das famílias, dos direitos dos Pais, do bem dos nossos filhos!

MISSÃO CUMPRIDA!

Se desejar subscrever as Cartas Abertas, poderá fazê-lo reencaminhando este e-mail para os seguintes endereços:

gab.ministro@medu.gov.pt
belem@presidencia.pt
plataforma-rn@outlook.com
gabpar@ar.parlamento.pt


.................................................................

Exmo. Senhor Presidente da Assembleia da República
Dr. Eduardo Ferro Rodrigues

Assunto importante: liberdade das famílias ameaçada!

Viemos do Norte, do Centro e do Sul de Portugal.

E o que nos traz cá?

É que este ano lectivo o Estado (Ministério da Educação) com a introdução da
disciplina obrigatória de “cidadania e desenvolvimento” e da promoção de
conteúdos ideológicos inseridos em contextos diversos à revelia dos pais,
instaurou o desassossego nas escolas.

• Há pais ameaçados!
• Há pais com medo!

Tais conteúdos e disciplina espelham visões da vida e do mundo que,
legitimamente, muitos Pais não partilham.

A nossa Constituição assegura que “o Estado não pode programar a educação
e a cultura segundo quaisquer diretrizes filosóficas, estéticas, políticas,
ideológicas ou religiosas”.

Muitos Pais estão conscientes dos direitos que a Constituição lhes reconhece. E
não vão calar.

Assim solicitamos a V. Exa. que transmita aos diversos grupos parlamentares,
bem como a cada um(a) dos(as) Senhores(as) Deputados(as), que a Constituição
da República é para se cumprir.

Portugal precisa da liberdade das famílias, dos direitos dos Pais, do bem dos
nossos filhos.

...........................

Sr. Ministro da Educação
Tiago Brandão Rodrigues (Doutor)

Viemos do Norte, do Centro e do Sul de Portugal para dizer:
- São os PAIS quem tem de educar os filhos, não é o Estado nem a escola.

Em matérias ideologicamente sensíveis os Pais têm de consentir.

Por isso:
• A disciplina de “cidadania e desenvolvimento” não pode ter carácter
obrigatório, os Pais têm de a poder autorizar para os seus filhos.
• A promoção de qualquer tipo de visão da vida, do mundo, do homem e da
mulher que não seja comum a todos (e hoje em dia quase tudo é
questionado) seja em contexto de aula curricular, extra-curricular ou de
enriquecimento curricular, seja em qualquer outra actividade a desenvolver
em espaço escolar, tem de ter prévio e explícito consentimento dos Pais.

Há Pais que desejam para os filhos essa disciplina e essas actividades. E há Pais
que não desejam para os filhos essa disciplina e essas actividades.

Todos eles “têm o direito e o dever de educação e manutenção dos filhos”
(Constituição da República Portuguesa - art.º 36, nº 5)

E “o Estado não pode programar a educação e a cultura segundo quaisquer
diretrizes filosóficas, estéticas, políticas, ideológicas ou religiosas” (idem -
art.º 43.º, n.º 2).

Os Pais não são uma ameaça para os filhos. Ninguém sabe olhar pelos filhos tão
bem quanto os Pais.

Por isso, há Pais que nunca esquecem os seus direitos e liberdades.

Portugal precisa da liberdade das famílias, dos direitos dos Pais, do bem dos
nossos filhos!

...................................................

Exmo. Senhor Presidente da República Portuguesa
Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa

Assunto importante: Ministério da Educação ameaça liberdade das famílias!

Viemos do Norte, do Centro e do Sul de Portugal para pedir:
- Faça cumprir a Constituição!

Este ano lectivo o Ministério da Educação:
a) impôs a disciplina obrigatória de “Cidadania e desenvolvimento”, que
inclui visões do mundo e da vida que não são partilháveis por todos
b) introduziu conteúdos igualmente ideológicos em contextos escolares
diversos sem o indispensável consentimento dos pais.

Esta imposição está a gerar desassossego, ameaças e medo!

Mas sobretudo é uma imposição que viola a Constituição que assegura:
“o Estado não pode programar a educação e a cultura segundo quaisquer
diretrizes filosóficas, estéticas, políticas, ideológicas ou religiosas”
Há muitos pais que não esquecem os seus direitos.

Portugal precisa da liberdade das famílias, dos direitos dos Pais, do bem dos
nossos filhos!