Uma das teorias evolucionitas para a origem da vida é que ela teve origem num cristal de silício, que sob vapores vulcânicos, criou vida como um ser unicelular (ver nota 1), evoluiu para um vegetal e depois se transformou em um animal que evoluiu até nós, se nada disso foi comprovado pela ciência.
Voltando à questão da origem da vida, de “crer que um cristal de silício, sob vapores vulcânicos, criou vida como um ser unicelular”, nunca ninguém calculou as probabilidades de a vida originar-se por acaso. Não haveria zeros nem páginas suficientes para os mencionar. Apesar disso há quem afirme que as condições se conjugaram para tornar a vida possível e depois… aconteceu! Não só a vida, mas antes disso, o Universo, os grupos locais, as galáxias, sistema solar, a Terra e tudo o resto.
O evolucionista Huxley afirmou no seu famoso discurso pela ocasião do descerramento da estátua de Darwin no Museu de South Keensington: “A ciência comete um suicídio quando adopta um credo.” Era realmente um credo que se estava a adoptar quando se proclamava o aparecimento espontâneo da vida e a evolução das espécies. E isso representa um suicídio para o bom nome da ciência que se baseia em factos comprovados. O que tem sido demonstrado por alguns cientistas é uma enorme fé no credo Darwiniano. “A Origem das Espécies” não é uma demonstração, mas um longo argumento, como Darwin disse no final do livro. A selecção natural era uma ideia, não uma descoberta.
Acreditar que tudo surgiu por acaso e desenvolveu-se por si só, representa um acto de fé.
Assim sendo, parece insensato as pessoas encararem a teoria da Evolução como verdade, se como o próprio nome diz é apenas uma teoria, e portanto sem comprovação científica (existem apenas indícios ainda longe de serem conclusivos). E se de repente a ciência provar que essa teoria está equivocada?
Existem, muito mais indícios para a crença de Deus, como os grandes filósofos gregos afirmaram "o primeiro motor imóvel", do que a teoria que tenta destruir ou fragilizar a fé de muitos. Dentro da própria comunidade científica existem muitas controvérsias da teoria evolucionista de Charles Darwin.
Nota 1: Paul Davies, evolucionista nato, em seu livro "O Quinto Milagre", disse o seguinte: “A evidencia atesta veementemente que toda a vida sobre a terra descende de um ancestral comum, por meio desse processo de ramificação. Isto é, toda pessoa, todo animal e planta, toda bactéria invisível, remonta ao mesmo micróbio minúsculo que viveu há mais de mil milhões de anos, desse ponto ata a primeira coisa viva. O que ainda falta explicar – o que sobressai como o enigma central não resolvido na explicação científica da vida – é o modo como o primeiro micróbio passou a existir” (p. 30). Segundo o próprio “muitos investigadores se sentem constrangidos em afirmar em público que a origem da vida é um mistério, ainda que a portas fechadas admitam abertamente que não tem respostas. Parece haver duas razões para o seu constrangimento. Em primeiro lugar sentem que a afirmação abre a porta para os fundamentalistas religiosos e suas pseudo-explicações...” (p. 19).
2.ª Teoria:
Ainda sobre a origem da vida, os Darwinistas afirmam que a vida, ou a primeira célula, surgiu por mero acaso, formando-se alguns aminoácidos. Então, destes, formaram-se as proteínas essenciais.
Todavia, surge imediatamente um problema: é que o grau de destruição, até dos mais simples compostos, pelos raios ultravioletas ou descargas eléctricas excede de longe o grau de formação. Assim, nunca seria possível produzir uma quantidade significativa.
Outra barreira insuperável é que estes aminoácidos teriam de ser arranjados numa sequência exacta para formar uma proteína… exactamente como as letras têm que estar dispostas para formar uma frase. Meras leis da física e química não podem fazer isso.
Um químico calculou a imensa probabilidade contra a combinação de aminoácidos para formar as proteínas necessárias por meios indirectos. Ele estimou uma probabilidade de mais de 10 elevado a 67 para 1 (1067:1) contra a formação de mesmo uma pequena proteína – pelo tempo e o acaso, em uma mistura ideal de substâncias químicas, em uma atmosfera ideal e fornecido o tempo de 100 mil milhões de anos (uma idade de 10 a 20 vezes maior do que a suposta idade da Terra).
Matemáticos geralmente concordam que, estatisticamente, qualquer probabilidade além de 1 em 10 elevado a 50ª (1:1050) tem zero de hipoteses de alguma vez ocorrer ("e mesmo quando dado o benefício da dúvida!"). (I.L. Cohen, Darwin Was Wrong – A Study in Probabilities (P.O. Box 231, Greenvale, New York 11548: New Research Publications, Inc., 1984), p. 205.)
O matemático Emil Borel concorda que as leis de probabilidade demonstram que: "Eventos cujas probabilidades são extremamente pequenas nunca ocorrem." (Emil Borel, Elements of the Theory of Probability (New Jersey: Prentice-Hall, 1965), p. 57 (emphasis added).)
Vários pesquisadores altamente qualificados pensam ter provado cientificamente, além de qualquer dúvida, que as proteínas necessárias para a vida nunca poderiam ter vindo a existir por acaso ou por qualquer processo natural.
"A probabilidade, contudo, da evolução convergente de duas proteínas com aproximadamente a mesma estrutura e função é muito baixa para ser plausível, mesmo quando todas as possíveis circunstâncias que parecem aumentar a possibilidade de tal convergência estão presentes. Se é assim, então a plausibilidade de uma evolução randômica de duas ou mais proteínas diferentes mas funcionalmente relacionadas parece grandemente maior." [Paul Erbrich, "On the Probability of the Emergence of a Protein with a Particular Function," Acta Biotheoretica, Vol. 34 (1985), pp. 53-80 (quote is from the abstract – emphasis added).]
O que o químico Dr. Wilder-Smith concluiu ser a afirmação final sobre o assunto? "O facto é que enfaticamente a vida NÃO poderia ter surgido espontaneamente em uma sopa primitiva desse tipo."
A mais simples célula contém vários milhares de diferentes espécies de proteínas, e muitos milhões de cada qualidade; mais todas as espécies de ADN, RNA e outras moléculas altamente complexas; isto além de muitas estruturas complexas, dispostas num sistema incrivelmente complexo.
Para a formação de enzimas proteicas é necessário ADN e RNA; por outro lado para a formação de ADN e RNA são necessárias enzimas proteicas. Qual vem em primeiro lugar, então?
O Dr. N. W. Pirie da Estação Experimental Rothamstead em Harpenden, Inglaterra, rejeitou todo este conceito de biogénese espontânea, baseado no bem conhecido facto que “moléculas complicadas, tais como proteínas, não aparecem na nossa experiência científica espontaneamente, nem mesmo por fases, e todas as formas de vida conhecidas nos nossos dias estão dependentes de proteínas.”
Sendo a célula a unidade básica do nosso corpo, um saco de produtos químicos onde são feitas as proteínas, e sendo a célula tão complexa, como poderia ter aparecido por acaso? E depois, como evoluiria? Segundo os evolucionistas, a célula demoraria 1,5 mil milhões de anos até dar origem aos invertebrados. Depois, até aos peixes… nada menos de 100 milhões. Dos peixes até aos anfíbios, a “módica quantia” de 50 milhões de anos! Não deixa de ser curioso como a célula apareceu sozinha e não morreu durante mil milhões de anos até dar origem aos invertebrados. Aliás, segundo o conceito evolucionista, aos animais que se seguiram também se aguentaram muito bem durante vários milhões de anos até originarem outros seres mais evoluídos.
O Dr. John Moore falou na sessão anual da Associação Americana para o desenvolvimento da ciência, e classificou a teoria de que o Homem evoluiu da “amiba e lodo do mar” como uma “incrível religião”, mas não como “ciência.” Mais disse: “A variação de cromossomas em animais não corresponde às predições baseadas na teoria da evolução. Não há absolutamente nenhum padrão ou aumento do número de cromossomas, de menos complexo para mais complexo. Todavia se a evolução fosse verdade, isto teria de acontecer. (…) Além disso, o material hereditário no genes do cromossoma mostra grande variação, tendo as rãs mais material genético que o ser humano, o que contraria a teoria da evolução. Logo, o Darwinismo é mais ilógico que biológico.”
O biólogo Edwin Conclin afirmou: “A probabilidade da vida originar-se por acaso é comparável à probabilidade de um dicionário completo ter resultado da explosão de uma tipografia.” (Selecções do Reader’s Digest, Jan. 1963, pág. 92).
A vida não poderia ter surgido por acaso. Do mesmo modo, também o Universo e todas as coisas existentes na actualidade, não poderiam surgir por acaso. Nem aparecer, nem evoluir depois de aparecer! Dizer que os organismos simples evoluíram para formas mais complexas é um erro.
O cientista Carl Sagan disse: “O mais simples dos organismos unicelulares é uma máquina muito mais complexa do que o mais sofisticado dos relógios de bolso. E, no entanto, os relógios de bolso não se montam a si próprios espontaneamente, nem evoluem por si só, a partir, por exemplo, dos relógios de pêndulo. Um relógio implica num relojoeiro.” (“Cosmos”, Gradiva, Lisboa, 1984, págs. 40 e 41).
3.ª teoria:
Existem alguns cientistas que defendem a não existência na Terra das condições suficientes para que a vida tivesse lugar. Um deles é o Dr. Francis H. Crick, Prémio Nobel e um dos que descobriu a estrutura ADN, a molécula fundamental da vida. Este cientista pensa que os elementos vieram de fora, de um outro planeta, ou seja, de origem extraterrestre.
A revelação de Stanley Miller:
O bioquímico russo Alexander Yvenovitch Oparin escreveu em 1924: “… não existe diferença fundamental entre um organismo vivo e a matéria inanimada. A complexa combinação de manifestações e propriedades tão características da vida deve ter surgido em resultado da evolução da matéria” (Anaia Cristo e Luísa Galhardo, “O Mundo Biológico”, vol. I, Ed. Replicação, 1986, pág. 189).
Oparin supôs que há alguns milhares de milhões de anos atrás se reuniram as condições para que a vida tivesse surgido, não como um fenómeno do acaso, mas como uma etapa natural no constante movimento da matéria.
Oparin defendia que “as condições existentes na Terra eram diferentes das de hoje”. Particularmente a atmosfera primitiva seria redutora, isto é, sem oxigénio, o que teria como resultado a falta de ozono nas camadas superiores da atmosfera e a consequente chegada dos raios ultravioletas à Terra.
As experiências de Stanley Miller, em 1953, veio de certo modo dar apoio aos teóricos Oparin e Haldane acerca da possibilidade da recriação de todas as coisas ou, pelo menos, quanto ao início da vida.
Stanley construiu um modelo que representava um circuito fechado de vidro e fez passar uma faísca eléctrica por uma “atmosfera de hidrogénio, metano, amónia e vapor de água”. Com esta experiência conseguiu produzir 4 dos 20 aminoácidos necessários para que exista vida. Trinta anos depois desta experiência ainda não era possível produzir a totalidade dos aminoácidos necessários à vida.
A propósito desta experiência, Hitching afirmou: “Havendo oxigénio no ar, o primeiro aminoácido jamais teria começado; sem oxigénio, ele teria sido extirpado pelos raios cósmicos”. A mesma energia que dividira os compostos simples na atmosfera, decomporia com mais rapidez quaisquer aminoácidos complexos que se formassem. Se estas novas moléculas tivessem permanecido nos céus teriam sido logo quebradas pela mesma energia que os produziu originalmente. Bastavam os raios ultravioletas do Sol para decompor estas moléculas.
O problema das experiências de Miller coloca-se no oxigénio. Quer numa situação, quer noutra, não era possível acontecer sobre a superfície terrestre o que aconteceu no circuito fechado de Miller. Para se tentar recriar o princípio de todas as coisas usa-se material sofisticado, que não havia no princípio e compostos químicos que não se sabe se existiam ou não.
A questão do oxigénio é muito importante para a vida. Mas para se formar a vida, ele não poderia existir. Então, em que ficamos? Havia ou não oxigénio? De uma maneira ou de outra, como afirma Hitching, nada se poderia passar na superfície da Terra como aconteceu no modelo fechado de Stanley Miller.
Concluindo… a Evolução não pode ser considerada ciência no sentido próprio por três motivos:
1) Porque os próprios defensores da evolução afirmam que os processos evolutivos não são perceptíveis para o ser humano;
2) Porque o Bing Bang, que segundo eles ocorreu à milhares de anos, ocorreu quando ninguém poderia estar presente para registar esse facto.
3) Porque a teoria que diz que todos os seres vivos são originados de seres unicelulares não pode ser cientificamente comprovada.
Consta-se, então que o Bing Bang é uma teoria produzida pela mente engenhosa dos cientistas. Teoria essa que não pode ser cientificamente comprovada. Logo, a linha de raciocínio defendida pelos evolucionistas sobre a origem do universo não pode ter valor científico.
Heribert Nilsson, director do Botany Institute Lond University afirmou: “A ideia de evolução baseia-se em pura crença.” (Synthetische Artbidul, vol. I e II, 1953).
Loren Eisley, um notável evolucionista, declarou: “Com o fracasso de todos estes esforços, a ciência foi deixada na posição, um tanto embaraçosa, de ter de postular teorias de origens vivas, que não pode demonstrar. Depois de ter censurado o teólogo pela sua confiança em mitos e milagres, a ciência encontra-se na posição nada invejável de ter de criar uma mitologia própria.”
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