sexta-feira, 4 de outubro de 2019

O Reino do Amor

“Ele respondeu: ‘Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todas as suas forças e de todo o seu entendimento’ e ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’. Disse Jesus: Você respondeu corretamente. Faça isso, e viverá.”  (Lucas 10.27-28)

O caminho do Reino, o seguimento a Jesus, se realiza assim: Amando a Deus e ao próximo. Um amor que envolve todo o ser na relação com Deus. Que perpassa todas as dimensões da vida. Um amor que não se contenta com liturgias e que torna sagrada a vida e não um templo. Um amor redefinidor de conceitos, um amor que nos faz perguntas e não se contenta com desculpas. “Onde está o teu irmão?” (Gn 4.9). A fé cristã é revolucionária pois nos chama de volta para o amor, nós que vivemos e sobrevivemos do poder. O poder de ter, de conhecer, de parecer, de pertencer… A fé cristã nos diz que forte mesmo são os fracos, capazes mesmo são os que pouco sabem. Pois o amor repensa o mundo!
Na fé cristã somos chamados para amar porque Deus nos amou. Fomos e somos amados por Ele como jamais seremos amados. A fé cristã é a fé no amor de Deus. A missão cristã é, neste mundo, ser veículo do amor de Deus, para que cada pessoa consiga perceber que não foi esquecida e não é rejeitada por Deus. A adoração cristã é viver diariamente a missão cristã. Não é dizer coisas bonitas ou mesmo corretas sobre Deus. Ele, diferente de nós que precisamos ser animados e reconhecidos, não precisa! Honrá-lo com palavras só é honrá-lo quando o honramos com nossas atitudes motivadas pelo amor. 
No amor a Deus somos inspirados a ser santos. No amor ao próximo somos chamados a ser servos. Uma santidade que se processa pelo esvaziamento do nosso ego e o enchimento de nosso ser com a comunhão, com a presença de Deus e do próximo. Um serviço que torna o outro recebedor das bondades que encontramos no amor de Deus. Há tanto para se pensar e considerar sobre essa vida de amor! Mas o que precisamos mesmo é amar. Dar o primeiro passo e diariamente seguir dando os passos de amor a Deus e ao próximo. Que orar, cantar, contribuir e tudo mais sejam movimentos de amor em nossa vida. Que nossa vida seja cristã! Que seja cheia de amor, pois o Reino para o qual fomos levados por Cristo é o Reino do amor. 
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Evangélicos estão mais preocupados com dinheiro do que com questões morais, revela pesquisa


O debate público sobre questões morais envolvendo temas como o aborto, ideologia de género, união homossexual, liberalismo teológico, educação familiar e outros, parece não ser tão importante para os evangélicos quanto a preocupação com finanças e saúde, segundo uma pesquisa publicada recentemente.

O estudo foi publicado pela Comissão de Ética e Liberdade Religiosa da Convenção Batista do Sul, nos Estados Unidos, mas a sua realização foi do Instituto LifeWay Research. Os resultados chamaram atenção até mesmo de quem acompanha o debate público no meio religioso.

“Nossos entrevistados nos surpreenderam com o quão pouco pareciam se importar com causas tipicamente evangélicas“, escreveu Paul Miller, professor da Universidade de Georgetown, em um relatório onde analisou os dados da pesquisa.

Entre os entrevistados estiveram pessoas com crenças evangélicas (933), mas que não se apresentavam como evangélicos, e os que se identificam como cristãos evangélicos (1.001) abertamente. Todos tiveram que responder “quais são as três maiores preocupações em políticas públicas”.

Os dois grupos responderam que a “assistência médica” é a maior preocupação, representando 51% do total, enquanto que 49% dos que se identificaram como evangélicos e 46% com crenças evangélicas a maior preocupação foi com a “economia”.

Apenas 33% de ambos os grupos elegeram a  “liberdade religiosa” como uma questão de importância para eles. O índice cai para 28% quando o assunto é “aborto”.

“Os evangélicos brancos têm muito mais probabilidade de listar o aborto, a liberdade religiosa, a segurança nacional ou a imigração como uma preocupação principal do que os evangélicos afro-americanos ou protestantes negros”, disse Miller em seu relatório.

“Os afro-americanos são mais propensos a listar a ajuda aos necessitados, assistência médica e injustiça racial. Os evangélicos que frequentam a igreja com mais frequência têm menos probabilidade de dizer que ajudar os necessitados é uma das principais preocupações. Em 11% deles, os evangélicos brancos são os menos propensos a dizer que a injustiça racial é uma das principais preocupações”, conclui.

Com Informações do Instituto LifeWay Research/Gospel Mais

Que tipo de pastor eu sou?


Ser pastor é transitar por uma vocação e não por uma vacação. O pastor é um  homem chamado por Deus para a excelente obra do ministério. Então, pastorado não é profissão, mas vocação com implicações físicas, emocionais, éticas e espirituais. O fato de ser pastor passa pelo crivo de Deus. Deus não convoca ocioso, mas ocupado. Deus não quer trabalhar com mascote, mas com um homem segundo o Seu coração que apascente o Seu povo com ciência e inteligência (Jeremias 3.15). O pastor é um homem que se dispõe a servir com o amor de Jesus Cristo, o nosso Supremo Pastor. Sabemos que ministério pastoral não é aventura. Não é uma moda e nem um status. O pastor autêntico é aquele que se regozija com a honra de Cristo Jesus. A honra do ministério é do Senhor que nos comprou com o Seu precioso sangue e nos chamou com uma santa vocação (1 Pedro 1.18).

Que tipo de pastor eu sou? Acomodado, descansado, preguiçoso, inseguro, fraco na liderança, medroso para tomar decisões, tímido, acanhado, orgulhoso, vaidoso, frio, rancoroso, de visão estreita, invejoso, aproveitador? Que tipo de pastor o Senhor quer que eu seja? Certamente amoroso, manso, humilde, que tenha auto-domínio, equilibrado, estudioso da Palavra, relacional, misericordioso, firme na doutrina, que faz a obra de um evangelista, curioso para aprender, firme na fé, obediente, santo, justo, visionário, proativo, íntegro, encorajador, motivador, amante dos livros, que tenha paixão pelas pessoas, missionário, paciente e  piedoso.

Como pastor, preciso submeter-me ao senhorio de Cristo, ter o discernimento do Espírito, evitar brincar no púlpito, ser respeitoso, homem de oração, homem da intimidade com o Senhor. O autêntico obreiro de Deus é um homem comprometido  com a mensagem da cruz, com o evangelho genuíno às raias da morte. Também, é um treinador de pessoas formando-as para exercerem o ministério da igreja local, pois não há sucesso sem sucessor. O obreiro de Deus é assíduo e pontual. Cumpre seus compromissos com muita seriedade. É um exemplo dos fiéis na palavra, no trato, no amor, no espírito, na fé, na pureza (1 Timóteo 4.12). Seus relacionamentos são pautados pelo respeito e consideração. Uma das marcas indeléveis do pastor é a autenticidade. Não é um homem de coração dobre, mas de um coração inteiro.

Exige-se do pastor genuíno que ele seja um excelente esposo, pai, filho, irmão e cidadão. Que ele cumpra todos os seus compromissos. Que a ninguém deva nada a não ser o amor fraterno com que deve amar o próximo (Romanos 13.8). O ministro é um homem íntegro, puro, sério e generoso. O homem de Deus é um ser que está disposto a morrer pelo Evangelho. Está pronto a dar o melhor de si pela causa de Cristo Jesus (Atos 20.24). Ele pode dizer como Paulo: “Para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro” (Filipenses 1.21). É um homem crucificado com Cristo Jesus (Gálatas 2.20). Que vive o fruto do Espírito Santo (Gálatas 5.22,23).

O homem chamado por Deus para a obra gloriosa do ministério não está preocupado com dinheiro. Ele sabe que ao cuidar muito bem do rebanho de Deus, o mesmo Deus cuidará muito bem dele. Ele foge da vaidade da mocidade. Não fica ansioso. Não é inseguro em relação às situações de carência financeira. Ele tem convicção de que Deus suprirá todas as suas necessidades em Cristo Jesus (Filipenses 4.19,20). Ele é um homem que tem a sua satisfação em Deus e descansa na Sua fidelidade. Não teme o futuro porque o Senhor já está lá. O homem de Deus é o homem da Palavra e de palavra. Ele ama a Palavra de Deus como o salmista expressa: “Oh, quanto eu amo a Tua Lei. Ele é a minha meditação todo o dia” (119.97).

 O tipo de pastor que o Pai exige é o de Cristo Jesus. Ele deu a Sua vida por nós na cruz. Ele é o princípio e o fim do ministério. O pastor não depende de homens, mas de Deus. Não faz negociata para ficar em determinada igreja. Ele tem a corda no pescoço e não na barriga.Ele está absolutamente comprometido com o Deus Provedor e Protetor. Com Aquele que é toda a sua suficiência. Ele também pode dizer como Paulo: “Posso todas as coisas naquele que me fortalece” (Filipenses 4.13). Ele não busca cargos, mas cargas.

Que tipo de pastor eu sou? Conformado com o Senhor Jesus na Sua vida e na Sua morte? Tomando a cruz e seguindo-O? (Mateus 16.24-27). Deixando todo o embaraço e o pecado que tenazmente o assedia, ele corre com perseverança a carreira que lhe está proposta, olhando para Jesus, o Autor e Consumador da fé (Hebreus 12.1,2). A maior aspiração do verdadeiro pastor é parecer-se com o Senhor Jesus. O que o pastor genuíno deseja, acima de tudo, é glorificar Aquele que lhe deu a vida física, a salvação, vocação, família, igreja e as demais coisas. Como pastor que eu seja o tipo de Cristo Jesus!

Pr. Oswaldo Luiz Gomes Jacob

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Plena confiança

“Porque os olhos do Senhor estão sobre os justos e os seus ouvidos estão atentos à sua oração, mas o rosto do Senhor volta-se contra os que praticam o mal. Quem há de maltratá-los, se vocês forem zelosos na prática do bem? Todavia, mesmo que venham a sofrer porque praticam a justiça, vocês serão felizes. Não temam aquilo que eles temem, não fiquem amedrontados.” (1 Pedro 3.12-14)

É importante entendermos no que estamos a crer. Pois talvez alguém acredite que Pedro está a afirmar que “tá tudo dominado”! Como costumamos dizer, de forma genérica e sem claramente considerarmos o significado, “Deus está no controlo”. E, sendo assim, tudo dará certo para os justos e os injustos vão se dar mal. O justo vai orar e Deus vai atender, ao contrário dos que praticam o mal que enfrentarão o desprezo de Deus. E, comprometidos em fazer o bem, nenhum mal vai nos alcançar. Não creio que fossem essas as convicções do apóstolo ao escrever essa carta. Ele mesmo sofreu prisões e enfrentou injustiças. O que ele então estaria afirmando com o que disse e como devemos compreender sua mensagem? O que devemos esperar de Deus no curso de nossa vida e que certezas podemos ter?
À luz do Evangelho, diante do que Jesus nos ensina e considerando o significado das Escrituras como fonte de revelação para nós, creio que o apóstolo está a incentivar-nos a olhar para a vida com esperança, seguros quanto ao cuidado de Deus, mesmo quando formos atingidos por sofrimentos. Sua mensagem não é triunfalista e muito menos ufanista. Podemos ter certeza de que Deus vê, sabe e não confunde pessoas comprometidas com o que é justo com pessoas que acostumaram-se a praticar o mal. Não nos ocultamos de Deus com nossas palavras e o facto de ninguém saber não significa que Deus não saiba. Todavia, como Deus reage diante da vida? Ele tem um jeito muito próprio. Nosso padrão de justiça não atende Seus critérios. Não concordaremos com Ele muitas vezes e pode ser que Seu silêncio ou omissão a respeito de algo nos pareça inaceitável. Mas somos desafiados a confiar em Deus. Mesmo praticando o bem, podemos nos dar mal nesse mundo de injustiças. Mas isso não deve abalar nossa certeza de que Deus sabe bem o que está a fazer.
Esse é um lado difícil de nossa fé: não podemos controlar Deus e fazê-lo corresponder aos nossos anseios. Jesus disse que teríamos aflições neste mundo (Jo 13.33). Nosso chamado é para confiar e manter o ânimo. Não nos desesperarmos. É certo que há muitas bênçãos em nossa vida, há muitos milagres presentes no quotidiano, muitos mesmo, que nem vemos. Deus é sempre muito gracioso e está por perto. Mas as dores e frustrações fazem muito barulho aos nossos ouvidos. Somos orientados pelo apóstolo a lidar bem com a vida porque nossa fé se manifesta por meio do nosso modo de viver e conviver. Pela maneira como lidamos com a vida, que pode nos surpreender. Mesmo não tendo certezas ou garantias quanto a esta vida, podemos ter certeza de que estamos sob o olhar atento do nosso Pai Celeste. Ele sabe o que faz e nos ama. Podemos sofrer pressões, mas não precisamos desanimar. Podemos ficar perplexos com o mal, mas não precisamos nos desesperar. Jamais seremos abandonados. Poderemos ser abatidos, mas não seremos destruídos. (2 Co 4.8-9)

sábado, 28 de setembro de 2019

'Religião e política se misturam desde sempre', afirma teólogo


Se acha que religião é uma experiência privada em que simplesmente um ser humano tem uma conexão com o divino, então não faz sentido misturar religião com política. O problema é que religião não é só isso. Religião é principalmente uma questão de identidade, muito mais do que de fé ou prática. Quando alguém diz “sou muçulmano” ou judeu ou cristão, está a formular tanto uma definição de sua fé quanto uma definição de sua identidade. Está a falar sobre quem é, como vê o mundo, como compreende o seu lugar nele. Em questão de identidade, religião é profundamente entrelaçada com todos os outros aspectos da identidade de uma pessoa: cultura, etnia, género, orientação sexual, e, claro, orientação política. Então simplesmente não faz sentido divorciar religião da política. Fazer isso não é democrático. É óbvio que podem haver problemas, especialmente uma vez que religião diz muito respeito a “mandamentos”, enquanto a política (pelo menos em teoria) supõe-se ser a respeito de compromissos. Mas, se o Estado oferecer liberdade de culto, então não se pode esperar que a religião se separe da política. De todo modo, é preciso assegurar protecções para aqueles que não compartilham da religião maioritária ou que não têm nenhuma religião.

Apenas uma visão ingénua ou excessivamente laicizada refutaria o modo entrelaçado com que religiosidade e política se misturam. Desde o século XVI, para não retroagirmos tanto, são muitos os exemplos de uma relação imbricada entre crenças e posicionamentos políticos.

A fé, mais do que fenómeno individual, é manifestada colectivamente e, portanto, está na vida pública.

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

suicídio


Anualmente, perdem-se trinta e cinco milhões de anos de vida, em todo o mundo, devido à mortalidade provocada pelo suicídio. A estimativa é do Global Burden of Disease, que calcula o impacto global das mais variadas causas de morte e é promovido pelo Institute for Health and Metrics Evaluation, uma instituição norte-americana financiada pela Fundação Bill e Melinda Gates.

Em 2016, registaram-se 7,3 óbitos por cada 100 mil habitantes (enquanto a média europeia ronda os 11). No ano seguinte, houve um ligeiro aumento, mas não foi significativo – registaram-se oito mortes por cada 100 mil habitantes (em números absolutos, traduz-se em 1 061 suicídios).

Mais detalhes em CLIQUE AQUI

Artigo sobre suicídio postado no Blog da IMW Portimão: clique AQUI

Geólogo aponta evidências de que o Dilúvio foi real: "A palavra de Deus é verdadeira"

Geólogos da Universidade de Wisconsin-Milwaukee (EUA) encontraram as árvores fossilizadas enquanto realizavam pesquisas em uma encosta coberta de gelo.


Árvores fossilizadas foram encontradas nos Montes Transantárticos da Antártica. (Foto: Copyright © 2017/ E. Gulbranson)

Diante da recente descoberta de tocos de árvores fossilizadas em uma montanha na Antártida, um geólogo cristão aponta as evidências que confirma o relato bíblico sobre o Dilúvio.

Os geólogos da Universidade de Wisconsin-Milwaukee (EUA), Erik Gulbranson e John Isbell, encontraram as árvores fossilizadas enquanto realizavam pesquisas em uma encosta coberta de gelo. No total, eles coletaram fragmentos de 13 árvores.

Escrevendo para o Instituto de Pesquisa de Criação (ICR, na sigla em inglês), Clarey afirma que esta evidência não surpreende aqueles que conhecem a Palavra de Deus.

“As árvores foram encontradas nos Montes Transantárticos da Antártica e incluem uma mistura de árvores de folhas perenes, árvores decíduas e ginkgos. Esta descoberta não deve ser nenhuma surpresa para aqueles que tomam Gênesis como uma história literal”, disse o geólogo.

Os fósseis descobertos revelam que as árvores têm mais de 260 milhões de anos de idade, revelando que esta floresta cresceu no final do período permiano, antes dos primeiros dinossauros. “Esta floresta é um vislumbre da vida antes da extinção, nos ajudando a entender o que causou o evento”, disse Gulbranson.

“O período do Permiano terminou há 251 milhões de anos na maior extinção em massa da história, já que a Terra se transformou rapidamente de uma geladeira para as condições de estufa”, explica o relatório da Universidade de Wisconsin-Milwaukee. “Mais de 90% das espécies na Terra desapareceram, incluindo as florestas polares”.

Os cientistas seculares não estão seguros do que desencadeou o evento de extinção no final do Período Permiano, mas Clarey acredita que a calamidade que enterrou as árvores na Antártida foi o Grande Dilúvio descrito em Gênesis.

“A Bíblia descreve claramente uma inundação global que afetou todas as massas terrestres — por que a Antártica deveria ser uma exceção?”, questiona.

Como as árvores não conseguem sobreviver ao atual clima frio da Antártica, a descoberta dos fósseis indica que as condições climáticas do continente eram mais quentes e úmidas no passado. Esta evidência se alinha com a visão de que o clima da Terra era mais quente e mais ameno antes da Grande Inundação.

A condição das árvores fossilizadas — preservadas com traços de proteínas e aminoácidos ainda intactos — continua fazendo sentido se as árvores foram atingidas pelo Dilúvio alguns milhares de anos atrás, defende Clarey.

“Como as proteínas e os aminoácidos originais poderiam sobreviver por milhões de anos?”, questiona o geólogo. “A comunidade de ciência secular não tem respostas viáveis ​​para explicar achados notáveis ​​como estes”.

Embora Gulbranson e Isbell acreditem que as árvores recém-descobertas tenham milhões de anos, Clarey diz que os fósseis “contam uma história diferente e muito mais recente, que se encaixa no relato bíblico de uma inundação global há apenas milhares de anos”.

“Essas árvores foram enterradas rapidamente durante o Dilúvio global descrito em Gênesis”, o geólogo cristão argumenta. “Os animais e plantas tropicais foram apanhados e rapidamente enterrados nas cinzas, lamas e areia que os soterraram neste evento cataclísmico. Esses fósseis nos lembram que a Palavra de Deus é verdadeira”.

FONTE: https://guiame.com.br/gospel/noticias/geologo-aponta-evidencias-de-que-o-diluvio-foi-real-palavra-de-deus-e-verdadeira.html?fbclid=IwAR1kZ3sxHpIe95jqrMeBlh5vKVnPkvRLkEGbFCy_J7I2Gm0EV-Phz0WFl4Q