terça-feira, 30 de dezembro de 2025

criacionismo (parte 4) - o código genético



Após concluir a bela obra da criação dos céus e da terra, Deus disse: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme à nossa semelhança.” Este versículo de Génesis 1:26 foi escrito muitos séculos antes das leis científicas. A História sobre as obras da criação de Deus foi registada num livro para que todo o Homem soubesse que nada foi feito por acaso. Todo o Universo foi criado pela sabedoria e omnipotência de Deus.

A Bíblia não nos conta apenas o que Ele criou, conta também como Ele criou. Como deu forma à Terra, como criou o Homem de um modo especial, moldando-o do barro e soprando em suas narinas e fôlego de vida. 

Conhecendo melhor a célula, base da vida:

O ser humano é composto por uma multidão de células. A célula é a unidade básica do nosso corpo e de uma enorme complexidade. Possui um núcleo onde se situam os cromossomas. Cada cromossoma possui os genes que por sua vez contêm o ADN (ácido desoxirribunucleico).

A célula pode ser comparada a uma fábrica pois é ali que se fabricam as substâncias para alimentação do organismo. A vida mantém-se pelo trabalho que a célula fornece constantemente. E o metabolismo consta de dois tipos de reacções: as químicas que retiram a energia dos alimentos e as de síntese que produzem, a partir dos alimentos, as moléculas de que a célula tem necessidade.

A molécula ADN representa uma escada em espiral com milhares de degraus de 4 tipos diferentes. O modo como estes quatro tipos de degraus se apresentam na molécula ADN, funciona como um código de vida, uma espécie de matriz, fornecendo instruções a outras moléculas na célula. A molécula ADN tem assim uma matriz para produção de moléculas denominadas proteínas, produzindo unicamente proteínas úteis para o organismo. 

A espécie de organismo, formato e funcionamento do corpo está dependente desses grupos de degraus presentes na molécula ADN e do modo como eles estão ordenados. Os degraus da molécula de ADN poderão organizar-se de inúmeros modos. Cada indivíduo possui a sua individualidade e particularidade.

O código de vida é deveras complexo, com as suas particularidades, constitui uma matriz, a partir da qual são fabricadas exactamente as moléculas do tipo que a célula necessita. 

Afinal, a vida é mais complexa do que possa parecer à primeira vista! Complexa demais para que possa ter surgido por acaso!

Cada ser vivo possui as suas próprias células com um número diferente de cromossomas, conforme a sua espécie. O ser humano distingue-se de todos os outros seres vivos, com os seus 46 cromossomas. Mas não é só esta a diferença do ser humano que o distingue dos animais. São muitas as diferenças. 

Há uma barreira cromossómica que impede o cruzamento entre animais de espécies diferentes. Existe uma enorme diferença entre as diversas espécies de animais.

“Um só cromossoma de uma única célula humana, contém informação suficiente que daria para escrever dois mil livros de mil páginas cada um”, disse o Dr. John Paul da Escócia num Congresso sobre cancro e genética, na Universidade Berkeley, Califórnia, EUA.

Também o Dr. Monty White afirmou que as informações químicas necessárias à edificação de um ser humano necessitariam de uma biblioteca de mil volumes de 500 páginas cada um, se fossem escritas com os caracteres de uma língua europeia” (A.J. Monty White, “The Scientific Case for Creation”, MRSC, Lausanne, 1993, pág. 8).

Os genes são formados por longas moléculas de ADN. E como uma molécula é um conjunto de átomos, o seu tamanho é variável, em função da quantidade dos mesmos.

A molécula ADN poder-se-á considerar de tamanho gigantesco, comparada com uma molécula de água. Enquanto esta é formada por somente três átomos (H2O), sendo dois de hidrogénio e um de oxigénio, a molécula ADN é formada por milhares de átomos (em cacho) de carbono, hidrogénio, oxigénio, azoto, fósforo e enxofre, ordenados de um modo muito especial.

As moléculas vivas, como o ADN, proteínas e ácidos nucleicos, são constituídos exactamente dos mesmos átomos que as moléculas sem vida. A diferença está no modo como os átomos se arranjam entre si. Deste modo, poderemos dar razão à Bíblia. Deus formou o ser humano a partir do “pó da terra”. Depois suprou-lhe o fôlego da vida, o que constitui, certamente, um arranjo molecular. 

Se não foi pela intervenção de Deus, de onde mais poderia ter surgido a vida? De outras coisas mais pequenas? Do vírus? O vírus é muito menos complexo que uma célula! No entanto, como parasita, não pode viver sem ela. Por isso não a pode ter precedido. Além disso, o virús é um parasita, nocivo a qualquer forma de vida.

O Genoma Humano:

Com os seus estudos e experiências sobre o genoma humano, os próprios cientistas derrubaram por terra de uma vez por todas a farsa da evoluição das espécies.

Ao fazer experiências com ervilhas, em 1866, o botânico Gregor Mendel descobriu que as características hereditárias de todo ser vivo são determinadas por dois genes, um proveniente do pai e outro da mãe, e que os pares de genes separam-se em gerações seguintes de forma independente. Estas descobertas estabeleceram as bases científicas para o código genético. 

O que é o código genético?

São características de uma mesma espécie naturalmente transferidas para gerações sucessivas da mesma espécie. A substância responsável por esse código é o ácido desoxirribonucleico (ADN) que actua em nossas células. É ele que determina a forma e a função de cada célula.

De acordo com o ADN, cada espécie é programada para procriar a sua própria espécie, não permitindo a produção hereditária entre espécies diferentes.

Mendel comprovou cientificamente que cada espécie de animal só pode produzir a sua espécie. 

E quanto ao projecto genoma humano?

Esse projecto foi criado em 1990 com o apoio de 18 países. O genoma humano mapeia mil milhões de bases químicas de ADN. Depois de muitas pesquisas sobre o genoma humano, os cientistas concluíram que todos os homems descendem de um único homem que viveu na África Oriental.

Ora, isto é um facto confirmado pela Bíblia desde há muitos e muitos anos, quando a Bíblia afirma: “… façamos o Homem à nossa imagem e semelhança…” (Génesis 1:26).  

As verdades sobre o genoma humano, ADN e o código genético, foram escritas na Bíblia Sagrada já muitos séculos antes de a Ciência descobrir tudo isso.

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segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

criacionismo (parte 3) - evolução, a origem da vida


1.ª Teoria:

Uma das teorias evolucionitas para a origem da vida é que ela teve origem num cristal de silício, que sob vapores vulcânicos, criou vida como um ser unicelular (ver nota 1), evoluiu para um vegetal e depois se transformou em um animal que evoluiu até nós, se nada disso foi comprovado pela ciência. 

Voltando à questão da origem da vida, de “crer que um cristal de silício, sob vapores vulcânicos, criou vida como um ser unicelular”, nunca ninguém calculou as probabilidades de a vida originar-se por acaso. Não haveria zeros nem páginas suficientes para os mencionar. Apesar disso há quem afirme que as condições se conjugaram para tornar a vida possível e depois… aconteceu! Não só a vida, mas antes disso, o Universo, os grupos locais, as galáxias, sistema solar, a Terra e tudo o resto. 

O evolucionista Huxley afirmou no seu famoso discurso pela ocasião do descerramento da estátua de Darwin no Museu de South Keensington: “A ciência comete um suicídio quando adopta um credo.” Era realmente um credo que se estava a adoptar quando se proclamava o aparecimento espontâneo da vida e a evolução das espécies. E isso representa um suicídio para o bom nome da ciência que se baseia em factos comprovados. O que tem sido demonstrado por alguns cientistas é uma enorme fé no credo Darwiniano. “A Origem das Espécies” não é uma demonstração, mas um longo argumento, como Darwin disse no final do livro. A selecção natural era uma ideia, não uma descoberta.

Acreditar que tudo surgiu por acaso e desenvolveu-se por si só, representa um acto de fé.

Assim sendo, parece insensato as pessoas encararem a teoria da Evolução como verdade, se como o próprio nome diz é apenas uma teoria, e portanto sem comprovação científica (existem apenas indícios ainda longe de serem conclusivos). E se de repente a ciência provar que essa teoria está equivocada?

Existem, muito mais indícios para a crença de Deus, como os grandes filósofos gregos afirmaram "o primeiro motor imóvel", do que a teoria que tenta destruir ou fragilizar a fé de muitos. Dentro da própria comunidade científica existem muitas controvérsias da teoria evolucionista de Charles Darwin. 

Nota 1: Paul Davies, evolucionista nato, em seu livro "O Quinto Milagre", disse o seguinte: “A evidencia atesta veementemente que toda a vida sobre a terra descende de um ancestral comum, por meio desse processo de ramificação. Isto é, toda pessoa, todo animal e planta, toda bactéria invisível, remonta ao mesmo micróbio minúsculo que viveu há mais de mil milhões de anos, desse ponto ata a primeira coisa viva. O que ainda falta explicar – o que sobressai como o enigma central não resolvido na explicação científica da vida – é o modo como o primeiro micróbio passou a existir” (p. 30). Segundo o próprio “muitos investigadores se sentem constrangidos em afirmar em público que a origem da vida é um mistério, ainda que a portas fechadas admitam abertamente que não tem respostas. Parece haver duas razões para o seu constrangimento. Em primeiro lugar sentem que a afirmação abre a porta para os fundamentalistas religiosos e suas pseudo-explicações...” (p. 19).

2.ª Teoria:

Ainda sobre a origem da vida, os Darwinistas afirmam que a vida, ou a primeira célula, surgiu por mero acaso, formando-se alguns aminoácidos. Então, destes, formaram-se as proteínas essenciais. 

Todavia, surge imediatamente um problema: é que o grau de destruição, até dos mais simples compostos, pelos raios ultravioletas ou descargas eléctricas excede de longe o grau de formação. Assim, nunca seria possível produzir uma quantidade significativa.

Outra barreira insuperável é que estes aminoácidos teriam de ser arranjados numa sequência exacta para formar uma proteína… exactamente como as letras têm que estar dispostas para formar uma frase. Meras leis da física e química não podem fazer isso.

Um químico calculou a imensa probabilidade contra a combinação de aminoácidos para formar as proteínas necessárias por meios indirectos. Ele estimou uma probabilidade de mais de 10 elevado a 67 para 1 (1067:1) contra a formação de mesmo uma pequena proteína – pelo tempo e o acaso, em uma mistura ideal de substâncias químicas, em uma atmosfera ideal e fornecido o tempo de 100 mil milhões de anos (uma idade de 10 a 20 vezes maior do que a suposta idade da Terra). 

Matemáticos geralmente concordam que, estatisticamente, qualquer probabilidade além de 1 em 10 elevado a 50ª (1:1050) tem zero de hipoteses de alguma vez ocorrer ("e mesmo quando dado o benefício da dúvida!").  (I.L. Cohen, Darwin Was Wrong – A Study in Probabilities (P.O. Box 231, Greenvale, New York 11548: New Research Publications, Inc., 1984), p. 205.)

O matemático Emil Borel concorda que as leis de probabilidade demonstram que: "Eventos cujas probabilidades são extremamente pequenas nunca ocorrem." (Emil Borel, Elements of the Theory of Probability (New Jersey: Prentice-Hall, 1965), p. 57 (emphasis added).) 

Vários pesquisadores altamente qualificados pensam ter provado cientificamente, além de qualquer dúvida, que as proteínas necessárias para a vida nunca poderiam ter vindo a existir por acaso ou por qualquer processo natural

"A probabilidade, contudo, da evolução convergente de duas proteínas com aproximadamente a mesma estrutura e função é muito baixa para ser plausível, mesmo quando todas as possíveis circunstâncias que parecem aumentar a possibilidade de tal convergência estão presentes. Se é assim, então a plausibilidade de uma evolução randômica de duas ou mais proteínas diferentes mas funcionalmente relacionadas parece grandemente maior."  [Paul Erbrich, "On the Probability of the Emergence of a Protein with a Particular Function," Acta Biotheoretica, Vol. 34 (1985), pp. 53-80 (quote is from the abstract – emphasis added).] 

O que o químico Dr. Wilder-Smith concluiu ser a afirmação final sobre o assunto? "O facto é que enfaticamente a vida NÃO poderia ter surgido espontaneamente em uma sopa primitiva desse tipo."

A mais simples célula contém vários milhares de diferentes espécies de proteínas, e muitos milhões de cada qualidade; mais todas as espécies de ADN, RNA e outras moléculas altamente complexas; isto além de muitas estruturas complexas, dispostas num sistema incrivelmente complexo.

Para a formação de enzimas proteicas é necessário ADN e RNA; por outro lado para a formação de ADN e RNA são necessárias enzimas proteicas. Qual vem em primeiro lugar, então?

O Dr. N. W. Pirie da Estação Experimental Rothamstead em Harpenden, Inglaterra, rejeitou todo este conceito de biogénese espontânea, baseado no bem conhecido facto que “moléculas complicadas, tais como proteínas, não aparecem na nossa experiência científica espontaneamente, nem mesmo por fases, e todas as formas de vida conhecidas nos nossos dias estão dependentes de proteínas.”

Sendo a célula a unidade básica do nosso corpo, um saco de produtos químicos onde são feitas as proteínas, e sendo a célula tão complexa, como poderia ter aparecido por acaso? E depois, como evoluiria? Segundo os evolucionistas, a célula demoraria 1,5 mil milhões de anos até dar origem aos invertebrados. Depois, até aos peixes… nada menos de 100 milhões. Dos peixes até aos anfíbios, a “módica quantia” de 50 milhões de anos! Não deixa de ser curioso como a célula apareceu sozinha e não morreu durante mil milhões de anos até dar origem aos invertebrados. Aliás, segundo o conceito evolucionista, aos animais que se seguiram também se aguentaram muito bem durante vários milhões de anos até originarem outros seres mais evoluídos.

O Dr. John Moore falou na sessão anual da Associação Americana para o desenvolvimento da ciência, e classificou a teoria de que o Homem evoluiu da “amiba e lodo do mar” como uma “incrível religião”, mas não como “ciência.” Mais disse: “A variação de cromossomas em animais não corresponde às predições baseadas na teoria da evolução. Não há absolutamente nenhum padrão ou aumento do número de cromossomas, de menos complexo para mais complexo. Todavia se a evolução fosse verdade, isto teria de acontecer. (…) Além disso, o material hereditário no genes do cromossoma mostra grande variação, tendo as rãs mais material genético que o ser humano, o que contraria a teoria da evolução. Logo, o Darwinismo é mais ilógico que biológico.”

O biólogo Edwin Conclin afirmou: “A probabilidade da vida originar-se por acaso é comparável à probabilidade de um dicionário completo ter resultado da explosão de uma tipografia.” (Selecções do Reader’s Digest, Jan. 1963, pág. 92).

A vida não poderia ter surgido por acaso. Do mesmo modo, também o Universo e todas as coisas existentes na actualidade, não poderiam surgir por acaso. Nem aparecer, nem evoluir depois de aparecer! Dizer que os organismos simples evoluíram para formas mais complexas é um erro. 

O cientista Carl Sagan disse: “O mais simples dos organismos unicelulares é uma máquina muito mais complexa do que o mais sofisticado dos relógios de bolso. E, no entanto, os relógios de bolso não se montam a si próprios espontaneamente, nem evoluem por si só, a partir, por exemplo, dos relógios de pêndulo. Um relógio implica num relojoeiro.” (“Cosmos”, Gradiva, Lisboa, 1984, págs. 40 e 41).

3.ª teoria:

Existem alguns cientistas que defendem a não existência na Terra das condições suficientes para que a vida tivesse lugar. Um deles é o Dr. Francis H. Crick, Prémio Nobel e um dos que descobriu a estrutura ADN, a molécula fundamental da vida. Este cientista pensa que os elementos vieram de fora, de um outro planeta, ou seja, de origem extraterrestre.

A revelação de Stanley Miller:

O bioquímico russo Alexander Yvenovitch Oparin escreveu em 1924: “… não existe diferença fundamental entre um organismo vivo e a matéria inanimada. A complexa combinação de manifestações e propriedades tão características da vida deve ter surgido em resultado da evolução da matéria” (Anaia Cristo e Luísa Galhardo, “O Mundo Biológico”, vol. I, Ed. Replicação, 1986, pág. 189).

Oparin supôs que há alguns milhares de milhões de anos atrás se reuniram as condições para que a vida tivesse surgido, não como um fenómeno do acaso, mas como uma etapa natural no constante movimento da matéria. 

Oparin defendia que “as condições existentes na Terra eram diferentes das de hoje”. Particularmente a atmosfera primitiva seria redutora, isto é, sem oxigénio, o que teria como resultado a falta de ozono nas camadas superiores da atmosfera e a consequente chegada dos raios ultravioletas à Terra.

As experiências de Stanley Miller, em 1953, veio de certo modo dar apoio aos teóricos Oparin e Haldane acerca da possibilidade da recriação de todas as coisas ou, pelo menos, quanto ao início da vida.

Stanley construiu um modelo que representava um circuito fechado de vidro e fez passar uma faísca eléctrica por uma “atmosfera de hidrogénio, metano, amónia e vapor de água”. Com esta experiência conseguiu produzir 4 dos 20 aminoácidos necessários para que exista vida. Trinta anos depois desta experiência ainda não era possível produzir a totalidade dos aminoácidos necessários à vida. 

A propósito desta experiência, Hitching afirmou: “Havendo oxigénio no ar, o primeiro aminoácido jamais teria começado; sem oxigénio, ele teria sido extirpado pelos raios cósmicos”. A mesma energia que dividira os compostos simples na atmosfera, decomporia com mais rapidez quaisquer aminoácidos complexos que se formassem. Se estas novas moléculas tivessem permanecido nos céus teriam sido logo quebradas pela mesma energia que os produziu originalmente. Bastavam os raios ultravioletas do Sol para decompor estas moléculas.

O problema das experiências de Miller coloca-se no oxigénio. Quer numa situação, quer noutra, não era possível acontecer sobre a superfície terrestre o que aconteceu no circuito fechado de Miller. Para se tentar recriar o princípio de todas as coisas usa-se material sofisticado, que não havia no princípio e compostos químicos que não se sabe se existiam ou não.

A questão do oxigénio é muito importante para a vida. Mas para se formar a vida, ele não poderia existir. Então, em que ficamos? Havia ou não oxigénio? De uma maneira ou de outra, como afirma Hitching, nada se poderia passar na superfície da Terra como aconteceu no modelo fechado de Stanley Miller. 

Concluindo… a Evolução não pode ser considerada ciência no sentido próprio por três motivos: 

1) Porque os próprios defensores da evolução afirmam que os processos evolutivos não são perceptíveis para o ser humano; 

2) Porque o Bing Bang, que segundo eles ocorreu à milhares de anos, ocorreu quando ninguém poderia estar presente para registar esse facto. 

3) Porque a teoria que diz que todos os seres vivos são originados de seres unicelulares não pode ser cientificamente comprovada.

Consta-se, então que o Bing Bang é uma teoria produzida pela mente engenhosa dos cientistas. Teoria essa que não pode ser cientificamente comprovada. Logo, a linha de raciocínio defendida pelos evolucionistas sobre a origem do universo não pode ter valor científico. 

Heribert Nilsson, director do Botany Institute Lond University afirmou: “A ideia de evolução baseia-se em pura crença.” (Synthetische Artbidul, vol. I e II, 1953).

Loren Eisley, um notável evolucionista, declarou: “Com o fracasso de todos estes esforços, a ciência foi deixada na posição, um tanto embaraçosa, de ter de postular teorias de origens vivas, que não pode demonstrar. Depois de ter censurado o teólogo pela sua confiança em mitos e milagres, a ciência encontra-se na posição nada invejável de ter de criar uma mitologia própria.”

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sábado, 27 de dezembro de 2025

criacionismo (parte 2) - evolução, uma religião



Lamarck foi considerado o pai do evolucionismo, o qual defendia que a girafa esticou o pescoço para chegar aos alimentos situados no cimo das árvores, numa altura de escassez alimentar. Era uma necessidade, e todos os outros animais, incluindo outras girafas, que não conseguiram esticar o pescoço, morreram de fome.

Lamarck defendia uma evolução dos órgãos e membros dos animais devido às suas necessidades. Haveria assim uma adaptação ao ambiente e às dificuldades que levava os animais a modificarem-se por si, podendo converter-se noutras espécies através desses processos. O exemplo seria o caso da girafa que teria ficado com o pescoço comprido pelo facto de o haver esticado à procura de folhas das árvores que escasseavam.

Mais tarde, Wallace e Darwin substituíram esta teoria por outra, não muito melhor. Afinal, as girafas não haviam ficado com o pescoço comprido por tanto o haver esticado. Não! No passado haveria girafas de pescoço comprido e girafas de pescoço curto. Quando houve falta de alimentos, só sobreviveram as de pescoço comprido! Seria feita uma selecção natural das girafas!

Numa entrevista na revista Scientist, de Novembro de 2003, Ernst Mayr (Bahls, C., “Ernst Mayr, Darwin’s Disciple”, The Scientist 17 (22), Novembro 2003), um dos mais proeminentes biólogos evolucionistas da actualidade, com 99 anos de idade, afirmou que todas as épocas têm sido marcadas por grandes pensadores. Assim como Lutero e Calvino marcaram a Reforma e Locke, Leibniz e Voltaire o iluminismo, em seu entender, a modernidade foi marcada pelo génio de Charles Darwin, um jovem formado em teologia com gosto pela biologia. Para Ernst Mayr, professor de Harvard, Darwin forneceu as respostas às questões básicas da vida, prescindindo completamente de Deus. A publicação de A Origem das Espécies (Charles Darwin, The Origin of Species, New York: Washington Square Press, [1859], 1963), com a sua teoria da evolução das espécies baseada na selecção natural, veio pôr em causa o argumento de design na natureza, que desde sempre dominou o pensamento judaico-cristão, e que havia sido elaborado na célebre obra de William Paley sobre teologia natural (William Paley, Natural Theology, Boston: Gould, Kendall and Lincoln, [1802], 1835). Ao contestar abertamente os argumentos de design na natureza, Darwin veio dar um forte impulso ao positivismo, ao naturalismo e ao materialismo que têm vindo a influenciar o pensamento moderno pós-iluminista.

Desde a sua obra, e graças ao contributo de nomes como Hutton, Lyell, Spencer, Huxley, Haeckel,  Simpson, Mayr, Lewontin, Gould e Dawkins, a teoria da evolução adquiriu um estatuto de cientificidade inatacável, ao passo que o relato bíblico da criação foi totalmente desacreditado e remetido para o estatuto de mito. Abriu-se assim as portas ao entendimento dicotómico que domina e condiciona a abordagem da questão das origens, nos termos do qual a Bíblia é, na melhor das hipóteses, importante do ponto de vista da fé subjectiva e da moral individual, ao passo que a ciência é que fornece a chave de compreensão da realidade objectiva. Para esta visão das coisas, a ciência é inerentemente naturalista, na medida em que visa encontrar explicações naturais para os fenómenos. Falar na possibilidade de criação divina é, por definição, uma questão de fé, e não um problema científico (Philip Johnson, Objections Sustained, Subbversive Essays on Evolution, Law and Culture, InterVarsity Press, 1998, 19 ss). Ernst Mayr é particularmente claro quanto a este ponto. Para ele, a ciência fornece um quadro objectivo muito diferente do relato do Génesis. Em seu entender (Ernst Mayr, What Evolution Is, Basic Books, New York, 2001, 5), podemos conservar e apreciar estas histórias da criação como parte da nossa herança cultural, mas voltamo-nos para a ciência quando queremos aprender a verdade real sobre a história do mundo.

Desde que o naturalista inglês Charles Darwin anunciou suas polémicas teorias acerca da origem da vida e da evolução das espécies, em meados do século XIX (1859), aqueles que crêem no relato bíblico da criação não tiveram mais sossego.

Até mesmo os próprios cientistas, desde o início do Darwinismo têm contes-tado a teoria da Evolução, apresentada por Darwin. Merece especial relevo o nome de Louis Agassiz (1807-1873), um cientista e professor na Universidade de Harvard, que desde logo afirmou que teria todo o gosto em abraçar o evolucio-nismo, se não fosse a total falta de evidências de evolução no registo fóssil. No entanto, Agassiz não era adepto do Criacionismo, considerando ridículas as histórias bíblicas da criação em 6 dias, de Adão e Eva e do dilúvio global, preferindo ao invés compreender a Terra como o resultado  de catástrofes e recriações divinas sucessivas. Louis Agassiz era a excepção à regra, juntamente com alguns nomes isolados.

É preciso destacar que a evolução, como é entendida popularmente, é algo bastante complexo e abrange diversos conceitos. Pode se referir aos seguintes processos:

a) evolução inorgânica (Gamow) - versa sobre a formação do nosso mundo físico, as estrelas, inclusive o sol e seus planetas, e as galáxias; inclui uma explicação para a formação dos elementos a partir de partículas elementares; também chamada de Teoria do Big Bang;

b) evolução da vida (Oprain) - procura descrever processos de obter vida a partir de materiais inanimados;

c) evolução orgânica (Darwin) – defende que os seres vivos surgiram da matéria inanimada, através de inúmeros factores aleatórios ao longo de milhões de anos; descreve as mudanças em seres vivos que abrangem desde pequenas diferenças entre indivíduos (irmãos e irmãs) até grandes diferenças, como o desenvolvimento de uma nova espécie; os processos seriam aleatórios e a selecção, baseada na sobrevivência do mais forte;

d) evolução filosófica (Huxley) - considera a evolução orgânica como um facto já estabelecido e aplica essas idéias nas áreas de história, ética e religião;

e) evolução sócio-cultural (Morgan) - aplica as idéias de evolução orgânica nas ciências sociais, como a psicologia e a antropologia. Evidentemente, há uma necessidade de se especificar cuidadosamente que tipo de evolução se está a discutir.

A Evolução, portanto, pode ser entendida como um processo de desenvol-vimento biológico que ocorre na natureza. O termo, contudo, assume um significado específico quando se discute a origem da vida. Neste caso, Evolução é usada para descrever o surgimento de espécies a partir de células.

Uma outra maneira de definir Evolução diz respeito à formação do universo (os planetas e os astros), cuja origem tem sido atribuída ao Big Bang. Esta explosão terá gerado apenas dois tipos de gases: hidrogénio e hélio. Segundo os Evolucionistas, foi a partir destes gases que a vida se desenvolveu.

Os Evolucionistas crêem, não importando as evidências, que não há Deus. O Evolucionismo é basicamente uma religião filosófica.

“A Evolução é uma luz que ilumina todos os factos, uma trajectória em que todas as linhas de pensamento devem seguir.” (Pierre T. Chardin)

João 8:12 – “Eu sou a luz do mundo.”

Isaías 2:5 – “Andai na luz do Senhor.” 

A ciência poderá ser definida como um conjunto de leis e princípios obtidos através da OBSERVAÇÃO, o uso de um ou mais dos cinco sentidos  e REPETIDAS EXPERIMENTAÇÕES. 

Tudo o que não puder ser pesado, medido ou ensaio laboratorialmente, não poderá constituir uma lei da ciência. Sim, tudo o que não for observado nem experimentado, não passará de uma simples teoria.

Infelizmente muitas vezes confunde-se teoria com ciência. Kitty Ferguson, uma experimentada escritora científica, disse: “Uma teoria não é uma verdade com V maiúsculo. Uma teoria é como um barco de brinquedo; ele precisa de ser lançado à água para experimentar. Se ele mete água, construímos outro barco. Existem barcos brilhantemente concebidos que nunca foram testados. Eu diria que algumas teorias evolucionistas ainda não foram experimentadas e outras fartaram-se de meter água”.

Nenhum cientista esteve lá para observar a primeira formação de um ser vivo no mar. Nenhum cientista esteve lá para observar o “big bang” que supostamente ocorreu à 10 ou 20 mil milhões de anos atrás, nem a suposta formação da Terra há mais de 4,5 mil milhões de anos.

Para os evolucionistas, o processo da evolução é tão lento que não pode ser observado. Diante disto, se o que não pode ser observado e experimentado não pode ser ciência (inclusive esta é a razão que tem levado os cientistas a refeitarem o facto teológico da revelação), como os evolucionistas chegaram à conclusão de que há milhares de anos houve uma explosão que criou o universo? Eis o primeiro ponto de controvérsia entre a teoria evolucionista e o método científico. Há mil milhões de anos não havia ninguém para testemunhar essa explosão.

Todas as evidências que os cientistas têm somente existem no presente. Todos os fósseis, os seres vivos e plantas, o mundo, o universo, existem agora, no presente.

A Evolução é um sistema de crença acerca do passado baseada nas palavras do Homem que não esteve lá.

Os ossos dos fósseis não vieram com pequenas etiquetas dizendo quantos anos têm. Nem os fósseis têm fotografias mostrando como os animais eram enquanto andaram pela terra.

Muitos fósseis que se podem encontrar nos Museus vêm acompa-nhados com pinturas representando a impressão de um artista de como os animais e plantas poderiam ter sido. As pinturas são histórias baseadas nas suas próprias ideias pré-concebidas.

Como pode ter uma pessoa 100% de certeza de alguma coisa? Não há maneira alguma da mente humana possa compreender tudo o que há para saber. Nenhum humano, nenhum cientista, tem em sua posse todas as evidências. É por causa disso que as teorias científicas estão em constante mudança.

Na base de qualquer paradigma científico encontram-se invariavelmente algumas premissas insusceptíveis de prova, nem sempre suficientemente explicitadas e sujeitas a exame crítico. Na verdade, todo o pensamento teorético tem como ponto de partida pressupostos fundacionais indemonstráveis, designados como axiomas, modelos, paradigmas, matrizes discursivas, epistemas, mundividências, crenças, ideologias, etc. (Thomas S. Kuhn, The Structure of Scientific Revolutions, 3ª ed., Chicago, 1996). 

Tanto o Criacionismo Bíblico como a Teoria da Evolução assentam os seus modelos de interpretação e explicação dos factos em pressupostos fundacionais (Seth Holtzman, “Science and religion: The categorial conflict”, International Journal for Philosophy of Religion, 54 (2): October 2003, 77 ss.). A repetição acrítica do slogan de que “a criação é religião e a evolução é ciência”, tem impedido muitos evolucionistas de analisar objectivamente as premissas que eles mesmos aceitam pela fé (Mikael Stenmark, Scientism, Science, Ethics and Religion, Burlington VT, 2001,  1 ss.).

As premissas dos evolucionistas também assentam numa base puramente fideísta, em tudo análoga, em termos estruturais-funcionais, à crença religiosa. Há muito que os criacionistas vinham apontando para esta realidade, negada durante décadas por muitos evolucionistas (Mary Hesse, "Is Science the New Religion?"  Science Meets Faith, (ed. Fraser Watts), London, Eng: SPCK Holy Trinity Church, 1998, 124). No entanto, nos últimos anos tem vindo a aumentar o número de evolucionistas que vêm dar a mão à palmatória e a reconhecer a religiosidade intrínseca das suas crenças (Rob Wipond, "The World is Round (and Other Mythologies of Modern Science)" The Humanist, vol. 58, March/April 1998, 11; Michael Shermer, "The Shamans of Scientism" Scientific American, June 2002, 35). Mais uma vez o caso de Ernst Mayr é paradigmático. Na entrevista acima mencionada ele reconhece: ‘todos os ateus que eu conheço são altamente religiosos; isso não significa apenas acreditar na Bíblia ou em Deus. A Religião é o sistema de crenças básicas da pessoa. A humanidade quer respostas para todas as perguntas irrespondíveis”. Ou seja, em última análise todos têm um sistema de crenças intrinsecamente religioso. Não é por acaso que o Supremo Tribunal norte-americano, no caso Torcaso v. Watkins [367 U.S., 488, (1961)], considerou o humanismo secular como uma religião sem Deus.

O sistema de crenças básicas do evolucionismo naturalista assenta em determinadas proposições de fé, entre as quais  podemos destacar as seguintes (Werner Gitt, Did God Use Evolution?, Bielefeld, 2ª ed., 2001, 13 ss.): 

1) O princípio evolucionista é universalmente válido. Ele observa-se não apenas na biologia mas em todos os outros domínios.

2) A ciência não pode apoiar-se na existência de um Criador, devendo adoptar uma metodologia e uma epistemologia naturalista, recusando liminar-mente qualquer causalidade sobrenatural.

3) A matéria é um dado adquirido, na medida em que, dada a lei da conser-vação da energia e da equivalência entre matéria e energia, nem o Big Bang pode ser considerado uma teoria da criação.

4) A evolução aumenta aleatoriamente a organização dos sistemas, da não vida para a vida, da vida simples para a vida complexa, sem qualquer plano nem propósito.

5) O presente é a chave do passado. A partir do que vemos hoje podemos fazer extrapolações e tirar conclusões seguras sobre o que aconteceu no passado. Nisto se consubstancia o pressuposto do uniformitarismo.

6) A Bíblia deve ser entendida em termos exclusivamente naturalistas, racionalistas e materialistas. Longe de ser Palavra de Deus inspirada e inerrante, ela foi escrita por homens e para homens, no respectivo contexto político, económico, social e cultural.  Ela pode ter sido inspirada pela crença em Deus, no quadro geralmente aceite da evolução do pensamento humano, mas nunca inspirada pelo próprio Deus, cuja existência se questiona.

É esta fé que leva a Teoria da Evolução a excluir a priori, qualquer explica-ção não estritamente materialista para o Universo e a vida. Mas, sublinhe-se, também isto é função de um compromisso de fé. O fundamentalismo evolucionista é bem patente nas palavras de Richard Dawkins (Richard Dawkins, The Blind Watchmaker, New York: W.W. Norton & Company, 1986, p. 337), quando, depois de tecer considerações ridículas e absurdas sobre o Génesis, afirma: "se eu estou correcto, isso significa que mesmo que não exista qualquer prova factual para a teoria de Darwin, é certamente justificável aceitá-la acima de todas as outras teorias.”

Há os evolucionistas teístas que acreditam que a evolução pode ter acontecido a partir do Big Bang provocado por Deus. Mas se crermos assim, atribuímos tudo às leis e processos naturais que operam no Universo, e acredita-remos na selecção natural de Darwin.

O matemático e astrofísico Stephen Hawking, foi professor na Universidade de Cambridge (EUA), e em seu livro “Brevíssima História do Tempo”, defendeu que Deus criou o Universo no momento de uma grande explosão – “Big Bang”.

Realmente é necessário ter muita fé para crer na teoria da Criação, porém é preciso ter uma dose equivalente para crer na teoria da Evolução.

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LIVRO SUGERIDO: "Criacionismo: verdade ou mito? de Ken Ham (Esta obra ensina ao leitor respostas que unem ciência e fé e como utilizá-las para defender a Palavra de Deus. Escrito por diversos cientistas internacionais, o livro é repleto de charges, infográficos, fotografias, linhas do tempo, desenhos explicativos e, também, um texto de linguagem acessível, que torna seu entendimento muito mais fácil. Aprenda sobre Gênesis, evolução, dinossauros, datação do carbono, fósseis e muito mais. Tenha as respostas certas na ponta da língua!)

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criacionismo (parte 1) - uma questão de fé


Este é um tema que me fascina e para o qual tenho dedicado muito tempo dos últimos anos. Infelizmente alguns dos melhores dados somente estão disponíveis em inglês – língua que não é dominada ainda por todos -, para desmistificar conceitos errados que por vezes até mesmo alguns cristãos têm sobre o Criacionismo, e mostrar que acreditar no Evolucionismo – infelizmente alguns cristãos acreditam – não faz sentido, porque afinal nada do que dizem conseguem provar.

O que faz de nós Cristãos é acreditarmos na Bíblia, como sendo a Palavra de Deus, e considerá-la infalível, inerrante, e que nos instrui princípios de vida de devem ser aplicados em todos os níveis da vida. Acreditamos que a mesma deve ser lida tendo os conceitos da Hermenêutica em mente, a fim de evitar cair em interpretações erradas. Infelizmente ao longo dos anos, as más interpretações da Bíblia têm feito outros cristãos acreditarem em conceitos errados, que nada têm a ver com a fiel Palavra de Deus.

Se considerarmos que o livro de Génesis não é verdade, então que parte da Bíblia podemos confiar? 

É importante colocarmos os nossos olhos no que está escrito em Génesis, pois os pormenores ali mencionados são verdades fundamentais para o Cristianismo.

Acreditando que as Escrituras foram divinamente inspiradas, se não podemos confiar no que está relatado em Génesis, então como poderemos confiar no resto das Escrituras?

O PLANO ANTI-CRISTIANISMO

Ao longo da História da Humanidade vemos que as sociedades estão a defender valores cada vez mais distantes dos valores cristãos, algumas delas declaradamente anti-cristãs. Não é preciso grande esforço para vermos um crescimento da aceitação da homossexualidade, do aborto, da falta de respeito pelas autoridades, da falta de vontade por trabalhar, dos divórcios, do incentivo ao relacionamento sexual precoce, do abandono do cuidado no uso das roupas (cada vez mais reduzidas e mais sensuais), do aumento da pornografia, do desrespeito pelas Leis, etc., mencionando somente algumas áreas da nossa sociedade.

A sociedade actual está de costas viradas para Deus.

Algumas décadas atrás, a nossa sociedade estava firmada nos princípios cristãos. As pessoas sabiam o que era moral, correcto e o que era imoral, errado. Comportamentos que hoje são aceites, como a devassidão sexual, divórcios fáceis, desrespeito público às Leis, abortos, pornografia e nudez pública eram considerados errados e punidos. Os julgamentos de valor eram construídos baseados em princípios mencionados na Palavra de Deus. 

Visto que a sociedade eliminou Deus da sua consciência, ela cria novas leis para mudar as leis baseadas nos valores cristãos, que têm Deus como Criador de todas as coisas.

Então novas ideologias e ensinos surgem baseadas em filosofias anti-bíblicas que dizem que tudo é relativo, que não há absolutos. 

Como cristãos sabemos que os absolutos cristãos são as verdades e ensinos das Escrituras que não podem ser mudados. Quando os absolutos cristãos eram os alicerces da sociedade, as actividades imorais como os estilos de vida homossexuais ou lesbianismo, pornografia, etc., eram ilegais. Agora a nossa sociedade está alicerçada na moralidade relativa. Isto resulta numa sociedade em que ninguém pode repreender aqueles que têm escolhas sexuais diferentes, que andam nus publicamente, ou que fazem o que lhes apetece.

Os absolutos de Deus dizem que existem regras pelas quais devemos viver. O Cristianismo não pode co-existir num mundo que tem como base a moralidade relativa. Somente um ou o outro irá prevalecer. 

Existem dois tipos de vista do mundo com dois sistemas de crença totalmente diferentes. Muitas pessoas têm a ideia errada dos conceitos reais de evolução e criação. 

Nesta série de posts sobre criacionismo, iremos disseminar os conceitos de criacionismo e evolucionismo, a fim de melhor percepção daquilo de que estamos a estudar.

Para um grande número de pessoas a Evolução é uma Ciência, mas estão seriamente enganados. A Evolução é um sistema de crença (fé) acerca do passado. Nós não temos acesso ao passado. Somente temos o presente. Todos os fósseis, todos os seres vivos e plantas, o nosso planeta, o Universo – tudo existe no presente. Não podemos directamente testar o passado usando os métodos científicos (que envolve repetir coisas e ver elas acontecerem).

É importante compreender que o Criacionismo é também um sistema de crença (fé). A diferença é que a base dos criacionistas é o livro d’Aquele que esteve lá, que sabe tudo o que há para saber acerca de tudo, e que nos diz como tudo aconteceu.


A teoria da Evolução vem de palavras de homens que não presenciaram os acontecimentos e que não são omniscientes. Os cientistas são homens e mulheres tais como nós. Eles têm crenças e são estudantes. Os nossos estudos
* influenciam o que faremos com a evidência, especialmente na decisão de que certa evidência é mais relevante ou mais importante em detrimento de outra. Os cientistas evolucionistas não são procuradores objectivos da verdade; eles não são neutros.

* O acto da interpretação (de qualquer situação, texto, etc.) envolve múltiplas variáveis simultâneas: quem sou (identidade e capacidade de construir pensamentos), como estou (estado emocional, por exemplo, se alegre, triste motivado, deprimido), onde estou (ambiente social, por exemplo, acolhedor, opressivo) (“Intoxicação Digital”, Augusto Cury, p. 19).

A Bíblia, em Romanos 1, ensina-nos que a evidência da criação está a toda a nossa volta, portanto, quem não acredita no Criador e na Salvação está condenado. 

Somente porque não conseguem ver o Arquitecto e Construtor que desenhou e construiu a casa não significa que não houve um Desenhador Inteligente por trás.

Tanto os ateístas, como os agnósticos e os revelacionistas (deístas) são influenciados pelas suas crenças “religiosas”; e o que fazem com a evidência irá ser determinado pelas crenças das suas religiões. Visto que é o Espírito Santo que convence e dá convicção às pessoas da verdade, é somente através da Sua obra que a nossa influência irá mudar.

O mundo no qual vivemos não é o mesmo mundo que Deus criou por causa das consequências da Queda (Pecado) e do Dilúvio.

A Evolução é uma posição religiosa que coloca a opinião dos homens acima de qualquer coisa. A Criação é uma posição religiosa baseada na Palavra de Deus.

Mais... clica AQUI (parte 2)

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quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

estrela de setembro


Natal em Setembro?

O astrónomo David Hughes disse que o dia 15 de setembro de 1994 marcou o 2001º aniversário do nascimento de Jesus, e ele citou observações feitas pelos magos como evidência.

A estrela brilhante que os pastores viram e que eventualmente conduziu os magos a Belém foi provavelmente uma junção não usual dos planetas Júpiter e Saturno. Este evento só acontece uma vez em cada 840 anos e ocorreu exatamente 2001 anos atrás, segundo Hughes.

"Astronomicamente, se se considera aquela estrela como sendo o arauto do nascimento do rei dos Judeus, como os magos pensaram, o seu nascimento teria sido quando esses planetas estavam a subir acronicamente. E isso aconteceu realmente em 15 de setembro no ano 7 a.C.", disse Hughes.

Pensa-se que os cristãos primitivos escolheram o dia 25 de dezembro como o dia da celebração do nascimento de Jesus porque foi perto da festa invernal romana de Saturnália.


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as caixas de Deus

Tenho em minhas mãos duas caixas que Deus me deu para guardar. Ele disse: "coloque todas as suas tristezas na caixa preta e todas as suas alegrias na caixa dourada".

Eu atendi às Suas palavras, e nas duas caixas, tanto minhas alegrias quanto as minhas tristezas guardei. Mas, embora a dourada ficasse cada vez mais pesada, a preta era tão leve quanto antes. 

Curioso, abri a caixa preta - eu queria descobrir o porquê - e vi, na base da caixa um buraco pelo qual as minhas tristezas saiam. Mostrei o buraco a Deus, e pensei alto: "gostaria de saber onde as minhas tristezas podem estar."

Ele sorriu gentilmente para mim: "Meu filho, elas estão aqui comigo!"

Perguntei: "Deus, porque dar-me as caixas, porquê a dourada e porquê a preta com buraco?"

"Meu filho, a dourada é para contares as tuas bênçãos, e a preta é para deixares ir embora."

quem semeia, colherá



O nome dele era Fleming e era um pobre agricultor escocês. Um dia, enquanto trabalhava para ganhar a vida e o sustento para a sua família, ele ouviu um pedido desesperado de socorro vindo de um pântano nas proximidades.

Largou as suas ferramentas e correu para lá. Lá chegando, enlameado até à cintura de uma lama negra, encontrou um menino a gritar e a tentar se safar da morte. O agricultor Fleming salvou o rapaz de uma morte lenta e terrível.

No dia seguinte, uma carruagem riquíssima chega à humilde casa do escocês. Um nobre elegantemente vestido sai e se apresenta como o pai do menino que o agricultor Fleming tinha salvo.

"Eu quero recompensá-lo", disse o nobre. "Salvou a vida do meu filho"

"Não, eu não posso aceitar pagamento para o que fiz", respondeu o agricultor, recusando a oferta. Naquele momento, o filho do agricultor veio à porta do casabre.

"É seu filho?", perguntou o nobre.

"Sim", o agricultor respondeu orgulhosamente.

"Eu lhe farei uma proposta. Deixe-me levá-lo e dar-lhe uma boa educação. Se o rapaz for como seu pai, ele crescerá e será um homem do qual terá muito orgulho!"

E foi o que ele fez. Tempos depois, o filho do agricultor Fleming se formou no Sant's Mary Hospital Medical School de Londres, e ficou conhecido no mundo como o notável Senhor Alexander Fleming, o descobridor da Penicilina.

Anos depois, o filho do nobre estava doente com pneumonia. O que o salvou? Penicilina! O nome do nobre? Senhor Randolph Churchill. O nome do filho dele? Senhor Winston Churchill.

Alguém disse uma vez que colhemos o que colhemos. 

Trabalhe como se não precisasse do dinheiro. 

Ame como se nunca tivesse uma decepção.

Dance como se ninguém estivesse a ver.


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