quinta-feira, 14 de dezembro de 2023

mensagem de natal 2023


Numa noite, em princípio em setembro, do ano 4 a.C., um grupo de anos apareceram a alguns pastores que 
vigiavam os seus rebanhos à noite. 

HO! HO! HO! "Não tenhais medo. Trago-vos boas novas de grande alegria que serão para todas as pessoas. Hoje, na cidade de David, o Salvador nasceu; ele é Cristo, o Senhor...."

Todo ser humano anseia por um salvador de algum tipo. Procuramos alguém ou algo que resolva nossos problemas, alivie nossa dor ou conceda o objetivo mais esquivo de todos, a felicidade. Desde a busca do sucesso nos negócios até a descoberta de um companheiro ou amigo perfeito, fazemos nossa busca.

Observamos que o Salvador recém-nascido também é chamado de "Cristo, o Senhor". Para os pastores atônitos, esses títulos estavam prenhes de significado. Este Salvador é o Cristo, o Messias de Israel, há muito esperado. Todo judeu se lembrava da promessa de Deus de que um dia o Messias, o ungido do Senhor, viria para libertar Israel. Esse Messias-Salvador também é Senhor. Ele não apenas salvará Seu povo, mas Ele será seu Rei, seu Soberano.

O anjo declara que esse Salvador-Messias-Senhor nasceu para nós. O anúncio divino não é uma proclamação de julgamento, mas a declaração de uma dádiva. O recém-nascido Rei nasceu para nós. Quem é esse Jesus?



quinta-feira, 30 de novembro de 2023

meninos castrados


Gostaria de destacar neste "post" alguns pensamentos extraídos do livro "Coração Selvagem" de John Eldredge, que nos deverão fazer pensar:

Deus criou o homem, e a mulher, certo? Cada um com as suas características específicas. Criados não para ser concorrentes, mas para complementarem-se.

Um filho aprende a ser homem, e o que tem a fazer, com outro homem (seu pai, avô), ou na companhia de homens. Ao longos dos milhares de anos para trás sempre foi assim... Os filhos saiam com os pais para caçar, aprender uma profissão, etc. O pai era o primeiro exemplo de homem para o menino, e também o mais importante.

A mãe tem um parte igualmente importante na vida do filho, mas ela é a representação da ternura de Deus. Se uma mãe não permitir que o seu filho tenha algumas "aventuras", se ela não permitir que o pai o leve para sair, estará a castrá-lo.

Infelizmente, as guerras, a imigração, as dificuldades financeiras que provocaram os pais trabalharem de manhã à noite, entre outros factores, fizeram com que os pais tornaram-se ausentes da vida dos seus filhos. Uns porque teve que ser, outros porque nunca tiveram bons exemplos de paternidade e nunca souberam ser pais para os seus filhos, outros por outras razões. Com isso tudo, os meninos passaram a estar constantemente rodeados de mulheres (mães, amas, professoras, etc.), constantemente debaixo da influência feminina. 

Infelizmente o sistema educacional tem sido substituído por mulheres. Não é advocado que as mulheres devem estar ausentes do sistema educacional, mas que os homens tornaram-se ausentes na educação dos meninos.

A maneira tradicional de criar filhos, que durou milhares e milhares de anos, significava pais e filhos viverem próximos, enquanto o pais ensinava o negócio ao filho. O papel do pai era e é criar oportunidades, ficar atento ao momento em que perguntas srjam e respondê-las.

Leanne Payne diz que quando o relacionamento entre pai e filho está correcto "a árvore tranquila da força masculina que está dentro do pai protege e alimenta o frágil broto da masculinidade que está dentro do seu filho".

É também mencionado no livro acima mencionado que não receber qualquer bênção do pai é uma ferida. Não ver o pai quando é pequeno, nunca estar com o pai, ter o pai distante, ausente, um pai que só pensa no trabalho, causa ferida na alma da criança. O divórcio, ou o abandono, é uma ferida que perdura porque a criança acredita que se tivesse feito melhor as coisas, o pai teria ficado em casa.

Alguns pais ferem simplesmente através do seu silêncio; eles estão fisicamente presentes, contudo comportam-se como ausentes em relação a seus filhos. No caso de pais silenciosos, passivos ou ausentes, a pergunta permanece não respondida: "Eu tenho o que é necessário? Pai, eu sou um homem?" Seu silêncio é a resposta: "Não sei... duvido... terás que descobrir por ti mesmos... provavelmente não!"

Nossa cultura virou-se contra a essência masculina (e não estamos a falar de machismo), tendo como objectivo eliminá-la desde tenra idade. A ideia, amplamente sustentada em nossa cultura, é que a natureza agressiva dos meninos é inerentemente má, e temos de transformá-los em algo mais parecido com as meninas. A primeira ferramenta para tal operação é o sistema das nossas escolas públicas. Em vez de mudarmos o modo como educamos os indivíduos do sexo masculino, estamos a tentar mudá-los.

Lionel Tiger, escreveu no seu livro "O Declínio dos Homens" que os meninos são diagnosticados de 3 a 4 vezes mais do que as meninas como portadores de Desordem de Deficiência de Atenção. Contudo, eles não estão doentes. Isso pode simplesmente significar que eles gostam de grandes movimentos musculares e ações assertivas. Os meninos como um todo parecem preferir atividades relativamente turbulentas e móveis, ao invés do comportamente sedado e fisicamente restrito que os sistemas escolare premiam, aos qais as meninas mostram-se mais inclinadas por estarem mais de acordo com a sua própria natureza.

Os meninos são essencialmente definidos como problemáticos porque os seus padrões preferidos de brincar não são considerados apropriados à estrutura da escola. O uso de drogas, como Ritalin (e outras semelhantes), de modo desproporcional entre os meninos denota a falha das autoridades escolares em compreender as diferenças entre os sexos.

Um pai precisa encorajar o filho a ser audaz, destemido, "perigoso", "selvagem", aventureiro (exemplo: Tom Sawyer).

Há algo de errado na alma maculina, e o modo como decidimos lidar com a questão é eliminar tal natureza audaciosa, aventureira... 


"Sabemos que a nossa sociedade produz um farto número de meninos, mas parece produzer menos e menos homens" (Robert Bly). Queremos meninos sociáveis, mas longe de tudo o que for ousado ou corajoso.

Muitos homens estão vivos, porém seriamente feridos na sua alma. Estamos a criar "garanhões", ou "cavalos castrados"?

A feminilidade nunca poderá trazer a masculinidade. 

Faz parte da natureza masculina, presente nos meninos, o desejo pela aventura, testar a força uns com os outros, e até com os seus próprios pais.

A masculinidade dos meninos é passada de pai para filho (no sentido humano), então ela também pode ser passada do Pai celestial para os seus filhos na Terra. Adão, Abraão, Jacob, David - todos eles aprenderam quem eram a partir da sua intimidade com Deus, com o Pai.

O homem (e não estou a escrever no sentido da humanidade, mas do ser masculino) precisa de uma batalha para lutar, de um lugar que o guerreiro interior possa vir à tona a fim de ser afiado, treinado e aprimorado. O guerreiro não é o único papel que um homem deve desempenhar; há outros. 


domingo, 13 de agosto de 2023

O Estado não é laico. O Estado é neutro



"A Constituição não garante a liberdade da laicidade e muito menos do laicismo; porque não é preciso, uma vez que essa liberdade é a liberdade religiosa, e esta sim garante e promove.

"Algumas vozes se ouviram, por ocasião da recente Jornada Mundial da Juventude em Lisboa, invocando a mal-chamada «laicidade do Estado» para condenar os apoios que poderes políticos concederam a essa bela, fraterna e livre assembleia mundial de jovens religiosos, em Lisboa, exercendo legitimamente as suas liberdades fundamentais. Mas sem razão. Porque o Estado não é laico."

"Perante a alternativa própria da liberdade religiosa, entre ser crente ou ser laico (laico no sentido de não crente), o Estado é neutro. Não é partidário de nenhuma das duas opções alternativas. Os cidadãos, pessoas humanas, podem ser crentes ou laicos. Crentes se, em sua consciência, acreditam em Deus; laicos se, em sua consciência, não acreditam em Deus. Perante esta liberdade de consciência, que é exclusiva de uma pessoa humana, o Estado é incapaz de escolher, porque não tem consciência humana-pessoal; e por isso é neutro. Tal como pelo facto de o Estado não poder escolher ser casado, não se pode concluir que ele é solteiro. Não é casado nem é solteiro. É neutro relativamente a esta escolha, exclusiva da pessoa humana.

"Nem a Declaração Universal dos Direitos Humanos, nem a Constituição da República Portuguesa, nem a Lei da Liberdade Religiosa Portuguesa dizem que o Estado é laico. "

Em cima está mencionado parte do artigo, publicado no "Observador", a 11-08-2023.

Sendo o Estado neutro, verifica-se na prática um convívio muito próximo com o Catolicismo, sendo o mesmo favorecido, em detrimento das restantes confissões, até mesmos as restantes confissões cristãs. 

Nos eventos militares, porque tem que estar presente um representante católico? E as restantes confissões? 

Nos eventos das queimas das fitas, das universidades, porque tem que estar presente um representante católico? E as restantes confissões?

Na inauguração de um imóvel, ou até mesmo de uma viatura dos Bombeiros, o que faz lá o sacerdote católico? Se convidam o sacerdote católico, também não deveriam convidar os representantes de outras confissões, pelo princípio da neutralidade?

Nas JMJ o presidente da República, Primeiro-Ministro, etc., estiveram presentes nas cerimónias com o Papa Francisco. Mas durante as JMJ houve outro evento em que juntou os cristãos católicos carismáticos e cristãos evangélicos, e não apareceram!

Podemos não ter um Estado laico, mas a meu ver, também não temos um Estado neutro.

Relações sexuais seguras...?


De acordo com o artigo publicado recentemente, "os preservativos não são 100% seguros, pois podem rasgar e também não protegem contra algumas ISTs transmissíveis pelo contacto de pele com pele." 

Após leitura do artigo em questão fico cada vez mais convencido que o ensino bíblico para a humanidade é a opção mais segura, num mundo cada vez mais inseguro.


terça-feira, 8 de agosto de 2023

Eutanásia vs Igreja



No passado dia 2 de agosto o Papa Francisco criticou as "leis sofisticadas da eutanásia", no seu primeiro discurso em Portugal no âmbito da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), referindo-se também ao aborto. No Centro Cultural de Belém, em Lisboa, ao lado do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e tendo na assistência o primeiro-ministro, António Costa, e outros ministros do seu Governo, o chefe de Estado do Vaticano considerou que a vida humana está colocada "em risco por derivas utilitaristas que a usam e descartam"

A 13 de maio, no Vaticano, o Papa afirmou: "Hoje estou muito triste, porque no país onde apareceu Nossa Senhora foi promulgada uma lei para matar. Mais um passo na grande lista dos países que aprovaram a eutanásia".

Infelizmente, num país que, apesar de ser laico, a maioria da sua população considera-se cristã, e seus políticos também considerarem-se cristãos, a cultura da morte avança em nossas terras!

A eutanásia envolve questões éticas, morais e humanitárias extremamente importantes. Decidir sobre o fim da vida de uma pessoa é algo que não pode ser tratado de ânimo leve, pois impacta não só o indivíduo, mas também suas famílias, amigos e toda a sociedade em que vive. A defesa e valorização da vida humana é um dos pilares da nossa nação.

E o absurdo aconteceu: o parlamento português aprovou a eutanásia.

A eutanásia foi despenalizada em Portugal, após percorrer uma trilha de sete anos, que atravessou três diferentes legislaturas. 

Este foi o quarto projeto do Parlamento português para a despenalização da eutanásia, alterando o Código Penal. O tema já foi alvo de dois vetos políticos do presidente e de mais dois vetos na sequência de inconstitucionalidades decretadas pelo Tribunal Constitucional.

No último veto, em abril (2023), o presidente Marcelo Rebelo de Sousa pediu aos deputados que deixassem claro "quem define a incapacidade física do doente para autoadministrar os fármacos letais, bem como quem deve assegurar a supervisão médica durante o ato de morte assistida".

Entretanto, mesmo vetado pelo presidente, de acordo com a Constituição, perante um veto, o Parlamento pode confirmar o texto por maioria absoluta dos deputados e, nesse caso, o presidente tem de promulgar o projeto.

"Os portugueses deveriam ter sido chamados a se pronunciar sobre o tema, com a realização de um referendo nacional." 

“Quem ficou prejudicado foi o povo português, impedido de se pronunciar sobre uma matéria de enorme sensibilidade, que não pode ser vista como mera questão médica, esquecendo as questões morais e de consciência”

Desde que a ditadura se dissolveu, o parlamentarismo português vem alçando ao poder quadros que oscilam entre a esquerda e o centro — caldo favorável à agenda progressista. E o cenário atual é ainda mais propício, com o primeiro-ministro, António Costa, do Partido Socialista, contando com a ampla maioria absoluta que o elegeu em 2022. 

O tema da eutanásia foi objeto de muito debate e controvérsia em Portugal, mas o parlamento não quis ouvir a voz do povo, implantando a cultura da morte.  

O Papa Francisco se encontrou com os jovens na Jornada Mundial da juventude e foi enfático quanto a este absurdo: "No mundo evoluído de hoje, tornou-se prioritário defender a vida humana".

Defenda a Vida!

segunda-feira, 3 de julho de 2023

o desporto é a melhor forma de cuidar da estabilidade emocional

Qual a melhor forma de cuidar da estabilidade emocional? Esta foi uma das questões que foi lançada pela revista Men's Health aos seus leitores no inquérito online sobre a meia-idade. Para 47% dos inquiridos, a resposta está no desporto. Já 20,1% vêm no sexo a melhor forma de cuidar da sua estabilidade emocional. 1,7% procura solução no álcool e 1,2% em medicamentos.

Por último, 28% dos participantes admite não ter qualquer estratégia para cuidar de tal aspeto. Aos olhos da psicóloga Filipa Jardim da Silva, estes resultados denotam como ainda escasseia literacia emocional, autoconhecimento e priorização da saúde psicológica.

Ora, tal aspeto reflete a forma como os nossos leitores cuidam do seu bem-estar. Aspeto que ilustra de certa forma o modo como interpretam – ou o peso que dão – à sua idade atual.

Estarão em forma?

Relacionando a prática desportiva com a própria idade, 59% dos nossos inquiridos admite sentir-se fisicamente bem, de uma forma geral. No entanto, quando questionados sobre se estão tão em forma quanto desejariam, a grande maioria (79,4%) admite que não.

Aos olhos de Luís Cerca, professor auxiliar de exercício e bem-estar na Universidade Lusófona, a percentagem de insatisfação está alinhada com os dados do Inquérito Nacional de Saúde (INS), recolhidos em 2019. Dados estes que revelam que a prática de exercício físico é bastante inferior à aconselhada.

“A ausência de um estilo de vida ativo é determinante para as perceções da sua condição física geral”, aponta Luís Cerca. Este é, de facto, um aspeto que importa salientar. A prática de exercício físico como parte integrante de uma rotina saudável é essencial para um estilo de vida saudável e completo, e não um recurso de última hora quando se considera que a idade começa ‘a pesar’.

Além da relação com a prática desportiva, neste inquérito abordamos outros pontos como relações, alimentação, trabalho ou saúde mental. Todas as conclusões, analisadas por especialistas de várias áreas, podem ser conhecidas na Men’s Health de julho, que encontra atualmente em bancas.

Especial Meia-idade

O estudo, que esteve online durante vários meses, é só um dos artigos que aborda a questão da Meia-idade. Além deste, preparámos outros artigos para homens a partir dos 40 anos nomeadamente sobre cuidado pessoal (apontamos os essenciais para cada idade); alimentação (o que comer e como conhecer para viver mais e melhor); táticas práticas para atrasar ainda mais o envelhecimento; e testemunhos na primeira pessoa de quem garante que está, hoje, na sua melhor forma.

Sobre este último ponto, o destaque vai para Nuno Eiró. O apresentador foi a primeira figura publica que a Men’s Health desafiou a mudar. 17 anos depois, Eiró recorda o que mudou naquela altura, o que mantém e o que melhorou hoje, aos 47 anos de idade.


sábado, 1 de julho de 2023

segurança cibernáutica



Gostaríamos de chamar a vossa atenção para informações relevantes disponíveis no site da NordPass: https://nordpass.com/most-common-passwords-list/. Este site destaca as palavras-passe mais utilizadas em Portugal, alertando para o facto de que algumas delas podem ser descobertas por um hacker em menos de um segundo.

De acordo com o relatório da NordPass, no topo da lista está a clássica “123456”, utilizada por 1918 utilizadores. Logo atrás surge um parente próximo, o “12345”, seguido de “123456789” e “12345678”. Depois das sequências numéricas das quais os portugueses parecem ser fãs, vêm as palavras. A password “benfica” surge na quinta posição, seguida pela palavra do próprio país “portugal”. A password “sporting” surge na sétima posição do top das mais usadas, enquanto a password “fcporto” surge bem mais abaixo. O relatório da NordPass foi compilado com a ajuda de investigadores independentes especializados em incidentes de cibersegurança, recorrendo a uma base de dados de 3TB.
Recomendamos vivamente que consultem a referida página e verifiquem se alguma das vossas palavras-passe se encontra nessa lista. A cibersegurança é fundamental para proteger as nossas contas e informações pessoais, e é importante adotarmos medidas de proteção adequadas na instituição.
Para criar palavras-passe mais seguras e garantir a sua eficácia, considerem as seguintes dicas:
  • Atualizem regularmente as vossas palavras-passe, de preferência a cada 3-6 meses, e evitem compartilhá-las com outras pessoas
  • Utilizem uma combinação de letras maiúsculas e minúsculas, números e símbolos;
  • Evitem palavras comuns, sequências numéricas ou teclas consecutivas (por exemplo, "12345" ou "qwerty");
  • Optem por uma palavra-passe com pelo menos 12 caracteres;
  • Não usem a mesma palavra-passe para diferentes contas ou serviços;
Agradecemos a vossa colaboração na melhoria da segurança das nossas informações e contas, e aproveitamos para lembrar a importância de estarmos sempre atentos a possíveis ameaças cibernéticas.