terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

10 razões porque somos contra o abordo



1. O ABORTO É CONTRA A VIDA

A Declaração Universal dos Direitos do Homem afirma que “todo o indivíduo tem direito à vida” (artigo 3.º). Também a Constituição da República Portuguesa declara que “a vida humana é inviolável” (artigo 24.º).

De acordo com a ciência, a vida humana tem início com a fecundação, resultante da união de um espermatozóide masculino com um óvulo feminino. Cada uma das células sexuais transporta metade da informação genética do progenitor, de modo que a célula resultante da fertilização, denominada ovo ou zigoto, recebe toda a informação genética necessária para orientar o desenvolvimento do novo ser humano.

O aborto provocado, independentemente do momento em que é realizado, acarreta sempre a destruição de uma vida humana, a quem é negada a continuação do seu desenvolvimento, impedindo-se o seu nascimento e a expressão do seu potencial como criança e adulto. Assim, qualquer referendo ou decreto-lei que legitime a morte de um ser humano indefeso, designadamente a despenalização do aborto, sem qualquer indicação médica que o justifique, é um atentado claro contra a vida humana, e viola a própria constituição portuguesa e os direitos fundamentais do ser humano, expressos na Declaração Universal dos Direitos Humanos. 

2. O ABORTO É CONTRA A MULHER

Sejam quais forem os motivos que a originam, alguns permitidos por lei, qualquer interrupção da gravidez é uma agressão para a saúde física, mental e emocional da mulher. Sabe-se actualmente que qualquer mulher que aborta voluntariamente, mesmo nas melhores condições de assistência médica, tem um risco acrescido de lesões do aparelho genital, infertilidade, abortamentos espontâneos posteriores, prematuridade em gravidezes ulteriores, entre outros. Mais difíceis de quantificar, mas não menos importantes, são as consequências ao nível da saúde mental, nomeadamente depressão, sentimentos de culpa, sentimentos de perda, abuso de substâncias tóxicas e mesmo suicídio. O Colégio da Especialidade de Psiquiatria do Reino Unido (Royal College of Psychiatrists) chamou a atenção, já em 1992, para uma das consequências da liberalização do aborto nesse país: “Ainda que a maioria dos abortos seja realizada com base no risco para a saúde mental da mulher, não há justificação de natureza psiquiátrica para o aborto. [Pelo contrário], coloca as mulheres em risco de sofrerem perturbações psiquiátricas, sem resolver qualquer problema dessa natureza já existente”.

Por outro lado, a despenalização total do aborto, ainda que nas dez primeiras semanas de gravidez, em vez de valorizar a vontade da mãe da criança pode expô-la a pressões por parte de familiares, do pai da criança, da entidade patronal ou mesmo de profissionais de saúde (p.e. por um alegado risco de malformações no feto, que muitas vezes não se verifica), no sentido de interromper a gravidez, mesmo contra a sua vontade. Quanto mais permissiva for a lei, maior é a probabilidade destas situações ocorrerem.

3. O ABORTO É CONTRA O HOMEM

O aborto não pode reduzir-se a um acto que apenas envolve a mulher que o pratica. Há pelo menos mais dois elementos fundamentais em todo o processo: o pai da criança e obviamente o nascituro. 

Ao valorizar-se a vontade da mulher de prosseguir ou não com a gravidez, remete-se para segundo plano ou ignora-se por completo a vontade do homem, co-responsável pela concepção e paternidade. Desse modo, desvaloriza-se a sua participação no processo procriativo. Ainda que muitas vezes o elemento masculino do casal não assuma a sua responsabilidade na família, através da despenalização e promoção do aborto livre, descartam-se completamente os deveres do pai da criança. 

Sabe-se também, actualmente, que os homens podem sofrer de depressão pós-aborto, especialmente quando tal acto é realizado sem o seu conhecimento e autorização.

4. O ABORTO É CONTRA A CRIANÇA

Já no célebre Juramento Hipocrático (IV a. C.), ao qual os médicos têm procurado obedecer ao longo dos séculos, é expressamente referido: “não fornecerei às mulheres meios de impedir a concepção ou o desenvolvimento da criança”. Condenamos assim, veementemente, a tese de que “as mulheres têm direito ao seu corpo”, na medida em que esse suposto direito colide com princípios que consideramos absolutos, como o direito à vida do nascituro, que apresenta identidade genética própria, distinta dos progenitores.

Nos países que despenalizaram o aborto, os seres humanos correm maior risco de terem uma morte violenta nos primeiros nove meses da sua existência do que em qualquer outro período da sua vida. O útero materno, que deveria ser o lugar supremo de protecção da vida humana tornou-se assim tragicamente, nas últimas décadas, num dos locais mais perigosos. Além disso, sabe-se que muitas crianças, quando descobrem que a sua mãe fez um aborto, numa outra gravidez, desenvolvem perturbações mentais que podem requerer apoio psicológico ou psiquiátrico.

5. O ABORTO É CONTRA A FAMÍLIA

Os filhos são uma parte integrante e significativa de cada família, considerada um dos pilares fundamentais das sociedades civilizadas. A ênfase dada à autonomia da mulher sobre a sua gravidez prejudica o relacionamento conjugal e familiar. Aliás, sabe-se que mais de 80% dos abortos provocados resultam de relações sexuais promíscuas extra-conjugais.

Sabe-se também que uma percentagem significativa de gravidezes não planeadas e mesmo não desejadas, se não forem interrompidas, levam invariavelmente ao nascimento de crianças que acabam por ser extremamente apreciadas e amadas pelos seus pais.

Por outro lado, ao impedir-se o nascimento de crianças através do aborto está-se a contribuir para o grave problema demográfico resultante da diminuição acentuada da taxa de natalidade, em muitos países ocidentais. O mesmo se verifica actualmente em Portugal, o que acarretará consequências nefastas a nível económico e social.

6. O ABORTO É CONTRA A CONSCIÊNCIA

É um facto incontestável que ao longo da história da humanidade, por influência do cristianismo, o aborto era considerado um crime, passível de punição. Contudo, nas últimas décadas, tem-se assistido a uma tendência no sentido da desvalorização da vida humana.

A nível individual, é indiscutível a sensação de culpa que a realização de um aborto acarreta, tanto à mulher que a ele recorre como à pessoa que o pratica. Tal facto deve-se à consciência que cada ser humano possui, e que o ajuda na tomada de decisões morais. Como afirma um provérbio francês, “não há travesseiro mais macio do que uma consciência limpa”.

7. O ABORTO É CONTRA A DIGNIDADE HUMANA

A tradição moral judaico-cristã sempre se preocupou com a defesa dos mais fracos e vulneráveis, como é o caso das crianças, dos órfãos, dos idosos e das viúvas. O aborto nunca é uma solução dignificante, nem para quem o pratica, nem para a mulher que a ele se submete, e muito menos para a criança inocente.

Concordamos com o relatório-parecer sobre a experimentação no embrião, do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida (1996) que afirma que “a vida humana merece respeito, qualquer que seja o seu estádio ou fase, devido à sua dignidade essencial”. O próprio facto do Senhor Jesus ter passado por todas as fases do desenvolvimento embrionário e fetal, valoriza e dignifica essas etapas da vida pré-natal.

É também um facto indiscutível que o número de abortos aumentou, por vezes exponencialmente, em todos os países que despenalizaram a sua prática.

8. O ABORTO É CONTRA O DIREITO À DIFERENÇA

Em muitos países ocidentais, a liberalização do abortamento provocado tem impedido o nascimento de crianças com anomalias cromossómicas, das quais a trissomia 21 (síndrome de Down) é a mais frequente, bem como com malformações congénitas perfeitamente compatíveis com a vida, e muitas delas com correcção cirúrgica pós-natal, como é o caso do lábio leporino ou do pé boto. Situações mais graves e complexas, como certas malformações cardíacas, podem também ser tratadas cirurgicamente, por vezes mesmo antes do nascimento. 

O abortamento destas crianças contribui para uma desvalorização e discriminação de pessoas com deficiências sensorias, motoras e/ou cognitivas, que vivem vidas adaptadas e felizes, apesar das limitações.

9. O ABORTO É CONTRA A ÉTICA

O aborto, o infanticídio, o suicídio e mesmo a eutanásia eram relativamente comuns e socialmente aceites no mundo antigo greco-romano. O abortamento provocado ocasionava, geralmente, a morte da mãe. No século IV a.C. Hipócrates de Cós, com o seu Juramento, impõe uma ruptura com a cultura da morte que prevalecia nessa época. Mais tarde, após a humanização do Direito, por influência do Cristianismo, o aborto passou a ser considerado um crime no mundo ocidental. Deste modo, a norma ética, ao longo dos séculos, tem sido a defesa da vida humana desde a concepção. O aborto induzido é, assim, contra a ética, pois colide com o princípio fundamental da inviolabilidade da vida humana.

Nos raríssimos casos-limite em que a continuação da gravidez põe em risco a vida da mãe, o aborto poderá ser a única forma de salvar a sua vida, o que a actual lei já prevê.

10. O ABORTO É CONTRA DEUS

Para além de todas as razões atrás mencionadas, consideramos que o aborto é uma clara violação da vontade de Deus, revelada nas Escrituras Sagradas. O quinto mandamento declara precisamente: “não matarás” (Êxodo 20:13).

Encontramos na Bíblia a revelação inequívoca de que Deus valoriza a vida humana desde a concepção e que está envolvido no processo procriativo, como p.e. no texto seguinte, da autoria do rei David (Salmo 139: 13-16):

”Foste tu que formaste todo o meu ser; formaste-me no ventre de minha mãe (...) Conheces intimamente o meu ser. Quando os meus ossos estavam a ser formados, sem que ninguém o pudesse ver; quando eu me desenvolvia em segredo, nada disso te escapava. Tu viste-me antes de eu estar formado. Tudo isso estava escrito no teu livro; tinhas assinalado todos os dias da minha vida, antes de qualquer deles existir”.                             

Dr. Jorge Cruz

Presidente da Direcção da Associação Cristã Evangélica de Profissionais de Saúde

(ACEPS-Portugal)


ABORTO, É a melhor opção? (Jaime Kemp)



Existe muita confusão em relação à questão do aborto.

Os argumentos apresentados por aqueles que o apoiam são tão persuasivos que levam pessoas a realmente aceitarem essa prática como melhor opção. Gostaria primeiramente de, logo abaixo, enumerar alguns destes argumentos, para depois avaliá-los:

1. A criança, fruto de uma gestação não desejada, ficará futuramente muito vulnerável à negligência e abuso dos pais. Em outras palavras, para ser maltratada, é melhor que nem chegue a nascer.

2. Em casos de estupro, a mulher fica livre do fardo de gerar um filho do homem que a violentou.

3. A mulher tem direito à privacidade do corpo e pode decidir se quer, ou não, carregar o bebé que concebeu por vontade própria. A outra vida não tem direito à decisão.

4. O aborto é aceito quando a vida da mãe estiver ameaçada pela gravidez ou parto.

5. Em algumas situações há evidências de que a criança nascerá com alguma doença incurável ou defeito físico.

6. O aborto não é uma questão moral, mas médica.

7. A adolescente que foi seduzida, e ficou grávida, não possui condições psíquicas para educar uma criança.

Os argumentos acima colocados evidenciam razões suficientes para a posição pró-aborto. Isso, porém, procede no caso de ignorarmos a evidência de que um bebé, apesar de não nascido, é um ser humano.

A ciência médica já provou que o coração do feto começa a palpitar a partir do 28º dia da fecundação. No 30º, quase todos os órgãos já estão em processo de formação. Portanto, na grande maioria das vezes, antes mesmo que a mulher tenha certeza de estar grávida, o feto já tem todas as características de um ser humano.

Assim, concluímos que o aborto é o assassinato de uma vida já iniciada e uma violação do 6º mandamento, dado em Êxodo 20.13: "Não matarás".

Certamente, ninguém que apoie o aborto diria ser correcto uma mãe matar o filho de 10 anos por ter sido fruto de estupro, e por estar ainda traumatizada pela experiência do passado. Então, por que matar antes de vir à luz? Será que agindo assim, essa mulher poderá esquecer o trauma do estupro? Na verdade, acrescentará mais um, o sentimento de culpa!

Duvido que uma pessoa defensora do aborto, apoie o facto de se matar uma criança que, digamos, aos três anos de idade tenha sofrido um acidente e ficado paralítica, ou com algum defeito irreversível. Então, por que matar antes de vir à luz? Leia Êxodo 4.11.

Ninguém diria que a matança de 6 milhões de judeus foi uma atitude certa só porque Hitler achava que eram uma raça inferior. Então, por que matar uma criança que  não foi desejada? Há muitos pais que sentem remorso pelo facto de terem cogitado em tirar uma criança do útero por não acharem conveniente, na época, o nascimento da mesma. Mais tarde, porém, aquele mesmo filho traz-lhes  muita alegria. Não somos ominiscientes, não temos a visão do futuro.

Certamente, não seria aceito que uma mãe solteira alemã matasse seu filho de, digamos, 2 anos, por ter descoberto somente nessa época, que o pai era judeu. Então, por que matar um filho que não tem culpa, do pai que tem.

Por que nem mesmo os que apoiam o aborto concordam e são coniventes com os exemplos citados acima? Porém, pelas mesmas razões, acham que não há nada imoral no aborto? - Eles não colocam no mesmo nível a criança por nascer e a que já nasceu, portanto, crêem que praticar o aborto em uma mulher grávida de dois meses não é equivalente a matar uma pessoa. Então, a questão crucial moral se resume a um só ponto, o feto ainda não nascido é um ser humano, ou não?

Gostaria de concluir minha resposta demonstrando através de evidências, que o bebé não nascido já é realmente um ser humano:

1. A ciência provou, como já mencionei, que todas as características humanas já existem até o 30º dia de gestação; o próprio coração já está batendo e os órgãos foram iniciados. Em outras palavras, na vida humana há um fluxo contínuo ininterrupto, que vai desde a concepção efectuada pelos pais até o desligamento do cordão umbilical do filho. Não há uma parada no processo.

Quando o espermatozóide penetra no óvulo, ambos não "param para pensar" se vão ou não formar um novo ser.

2. Qual é o parâmetro? Seremos incoerentes se moralmente aceitarmos a exterminação de um feto (que tem todas as características de qualquer ser humano, desejado ou não) e ao mesmo tempo não aceitarmos outros tipos de discriminação, com as que se seguem:

A. Se definirmos um ser humano pelo tamanho e peso (o feto naturalmente, no começo pesa somente algumas gramas), então estaremos eliminando da sociedade todas as pessoas com tamanho anormais, anões ou gigantes.

B. Se definirmos um ser humano em termos de idade, digamos que o feto tenha dois meses, então aí exterminaremos também todas as pessoas com mais de 100 anos;

C. Se a questão do ser humano é definida pelo local em que se encontra (dentro ou fora do útero), então vamos exterminar os pobres e favelados que vivem "embaixo da ponte".

D. Se o critério do ser humano for definido pela consciência, então acabemos com todas as pessoas da sociedade que estiverem sob o domínio do álcool, drogas ou meditação transcendental;

E. Se o critério é a capacidade de raciocinar e tomar decisões, então matemos todos os bebés e deficientes mentais;

F. No caso da solução ser a de excluir todos os que não são desejados pela sociedade, então à lista se acrescentaria todos os páreas, vagabundos, alcoólatras inveterados, os portadores do HIV e os transmissores de doenças venéreas.

G. Obviamente, se pararmos para pensar, podemos constatar que aceitar o aborto é um passo para justificar a eliminação de pessoas com doenças incuráveis ou terminais (eutanásia). 

Deus, que deu vida para a humanidade, também deu leis para a preservação da mesma. Quando o homem, em seu pecado, rebelião e obstinação viola as leis de Deus, mais cedo ou mais tarde pagará um alto preço!


Aborto versus Bíblia



A Lei do Aborto ou, Interrupção Voluntária da Gravidez, após Referendo a 11 de Fevereiro de 2007, entrou em vigor em Portugal no dia 22 de Abril de 2007, após publicação no D.R. a 17 de Abril. 

A lei anterior, aprovada em 1984, definia que o aborto poderia ser feito legalmente até às 12 semanas em caso de a vida da mãe correr risco ou a sua saúde física ou mental, até às 16 semanas em casos de violação e até às 24 semanas se o feto tiver doenças incuráveis ou malformações. O Referendo de 2007 abriu caminho à alteração da Lei, permitindo a uma grávida fazer um aborto até às dez (10) semanas. 

Publicação dos resultados do Referendo em: http://dre.pt/pdf1sdip/2007/03/04300/14291429.PDF



O Aborto e a Declaração Universal dos Direitos do Homem:

A Declaração Universal dos Direitos do Homem afirma que “todo o indivíduo tem direito à vida” (artigo 3.º). Também a Constituição da República Portuguesa declara que “a vida humana é inviolável” (artigo 24.º).

De acordo com a Ciência, a vida humana tem início com a fecundação (1), resultante da união de um espermatozóide masculino com um óvulo feminino. Cada uma das células sexuais transporta metade da informação genética do progenitor, de modo que a célula resultante da fertilização, denominada ovo ou zigoto, recebe toda a informação genética necessária para orientar o desenvolvimento do novo ser humano.

O aborto provocado, independentemente do momento em que é realizado, acarreta sempre a destruição de uma vida humana, a quem é negada a continuação do seu desenvolvimento, impedindo-se o seu nascimento e a expressão do seu potencial como criança e adulto. Assim, qualquer referendo ou decreto-lei que legitime a morte de um ser humano indefeso, designadamente a despenalização do aborto, sem qualquer indicação médica que o justifique, é um atentado claro contra a vida humana, e viola a própria constituição portuguesa e os direitos fundamentais do ser humano, expressos na Declaração Universal dos Direitos Humanos. 

Segundo a legislação norte-americana, pode-se fazer um aborto em qualquer momento, até o nono mês de gestação, por quaisquer motivos. A morte de um bebé somente após o nascimento é considerada crime de infanticídio. 
"No princípio do ser há uma mensagem, essa mensagem contém a vida e essa mensagem é uma vida humana". (Prof. Lejeune)


Processo de crescimento do feto até às 10 semanas:

Dia 0 (concepção) – Só passadas duas semanas (14 dias) é que a mãe começa a suspeitar que está grávida, mas é a partir desse dia que começa a ser um ser humano (1).
Entre os dias 5 e 9 dias – O feto aloja-se no útero. Chama-se nidação.
Aos 14 dias (2 semanas) – o feto produz uma hormona, suprimindo o período menstrual. Nesta época a primeira célula do cérebro já está formada.
Na 3.ª semana – O sistema nervoso e órgãos principais (rins, fígado, intestinos) se desenvolvem e já começa a ter cara e olhos. Nesta altura o bebé já tem cerca de 4 mm de altura.
Aos 18 dias o coração já bate!
Com 1 mês – O bebé já tem músculos, braços e pernas visíveis e já é 10 mil vezes maior do que quando foi fecundado. (imagem lateral)
À 5.ª semana – A identidade é reafirmada: o sangue que circula nas veias do bebé é próprio do bebé e é diferente do sangue da mãe.
À 6.ª semana – O bebé já tem a cara completa (olhos, nariz, boca). Seu cérebro já funciona e sua actividade pode ser medida com um electro-encefalograma.
À 7.ª semana – Os primeiros dentes de leite formam-se. O rim já funciona e já faz xixi.
À 8.ª semana – Já tem orelhas e dedos definidos nas mãos e pés. As impressões digitais do bebé já estão definidas. Tem capacidade de agarrar objectos.
À 9.ª semana – Nesta altura o bebé é muito activo: passa a vida a nadar e já chucha no dedo.
Com 10 semanas… Os ossos começam a crescer, mas a coluna e as costelas ainda são moles. O bebé já tem pestanas, e os olhos abrem e fecham. O cérebro está formado. As cordas vocais estão completas.

É nesta altura que tornou-se legal abortar…

Poderíamos analisar os efeitos físicos e psicológicos que o aborto traz sobre as mulheres, a Ética e os direitos do pai, mas debruçarei no aspecto religioso.

O aborto e a religião cristã

“O aborto é o pior inimigo da paz.”
(Madre Teresa de Calcutá)

A proibição do aborto é muito anterior a Cristo. Consta do célebre juramento de Hipócrates, prestado pela generalidade dos médicos, desde o séc. IV a. C. até hoje. É doutrina constante da Igreja, desde os primeiros séculos da nossa era e dos primeiros concílios, de 300 e 314, recentemente reafirmada na Encíclica “Evangelium vitae”, de 1995. A prática do aborto aparece explicitamente condenado na primeira página de um escrito cristão do século I, o Didaké - mas os seus teólogos e moralistas discutiam diferentes graus de gravidade. Em geral, na Europa e na América, as leis civis seguiam a lei canónica. Até ao dia 15 de Agosto de 1930 as Igrejas cristãs estavam de acordo na proibição do aborto. Nessa data, em Lambeth, os anglicanos passaram a aceitar o aborto em certos casos.
Como cristãos, quer sejam católicos ou protestantes, acreditamos na vida. O aborto não é liberalizável. 

Conforme acreditamos, todo o ser humano foi criado à imagem e semelhança de Deus (Gn 1;27 e Tg 3:9). Tem, por isso, uma dignidade inigualável, sendo cada um de nós único e irrepetível.

Ora o feto não é uma massa informe e gelatinosa, ou uma mera protuberância no ventre da mãe, que pode ser extraído como se de um tumor, quisto ou dente se tratasse, ou mesmo de um ser humano “em potencial”. O feto é um ser, e ser humano.

Como cristãos, consideramos que o aborto é uma clara violação da vontade de Deus, revelada nas Escrituras Sagradas. O quinto mandamento declara precisamente: “não matarás” (Êxodo 20:13).

Em Actos 17:25 a Bíblia diz que “Ele mesmo [Deus] é quem dá a todos a vida, a respiração e todas as coisas.” Para o cristão, somente Deus pode dar ou tirar a vida. 

Segundo a Bíblia todo o ser humano (quer nascido ou ainda não) tem um altíssimo valor. Não é algo, é alguém, e alguém que é o nosso próximo, a quem devemos amar, como a nós mesmos (Mt 22:39).

Encontramos na Bíblia a revelação inequívoca de que Deus valoriza a vida humana desde a concepção e que está envolvido no processo procriativo, como por exemplo no texto seguinte, da autoria do rei David (Salmo 139: 13-16): ”Foste tu que formaste todo o meu ser; formaste-me no ventre de minha mãe (...)  Conheces intimamente o meu ser. Quando os meus ossos estavam a ser formados, sem que ninguém o pudesse ver; quando eu me desenvolvia em segredo, nada disso te escapava. Tu viste-me antes de eu estar formado. Tudo isso estava escrito no teu livro; tinhas assinalado todos os dias da minha vida, antes de qualquer deles existir.”

Vemos na Bíblia que Deus condena a matança de inocentes: “Maldito aquele que receber peita para matar uma pessoa inocente” (Dt 27:25), e “O Senhor detesta… mãos que derramam sangue inocente” (Pv 6:16,17).

Madre Teresa de Calcutá declarou o seguinte: “Eu sinto que o grande destruidor da paz hoje é o aborto,  porque é uma guerra contra a criança, uma matança directa de crianças inocentes, assassinadas pela própria mãe.”

A criança é o dom de Deus para a família. Cada criança é criada à imagem e semelhança de Deus para grandes coisas - para amar e ser amada. As crianças são a única esperança do futuro. Quando as pessoas mais velhas são chamadas para Deus, somente seus filhos podem tomar seus lugares.

Mas o que Deus diz para nós? Ele diz: "Mesmo se a mãe se esquecer [não amar, não desejar] de seu filho, Eu jamais te esquecerei. Eu gravei seu nome na palma de minha mão." (Is 49). Nós estamos gravados na palma da mão de Deus; aquela criança que ainda não nasceu está gravada na mão de Deus desde a concepção e é chamada por Deus a amar e ser amada, não somente nesta vida, mas para sempre. 

Jesus disse, "Aquele que recebe uma criança em meu nome, a mim recebe." 

Bibliografia:
Artigo do Dr. Jorge Cruz (ACEPS, Portugal)
Wikipedia
Jornal Público (on-line)
Arquivo privado
http://orbita.starmedia.com/~vithorhp/abortonao4.htm
Folheto “Sabor da Vida”
Artigo do Dr. João Pinheiro (AEP)

Outros sites interessantes:
http://www.juntospelavida.org/abportug.html
www.portugalprovida.blogspot.com 












Giving Him the Key / Dando-lhe a chave (PT/EN)



Alguém contou a história de um encontro que teve com um importante funcionário do governo — o chefe de estado de um país. Durante algumas reuniões, o funcionário se aproximou e disse: "Percebo que há uma diferença entre nós. Será porque venho de uma denominação diferente?" A pessoa que escutou começou a explicar o porquê dessa diferença.

"Se viesse à minha casa, eu o convidaria como um convidado de honra. Como meu convidado, e desfrutaria de tudo o que tenho em casa. No entanto, ainda seria um convidado. Não teria as chaves da casa, e sua autoridade ali seria apenas a de um convidado. Mas se eu lhe dissesse que estou a entregar-lhe a minha casa e que agora tem as chaves, eu seria seu servo." Meu amigo continuou: "Essa é a diferença entre nós. Você apenas convidou Jesus para sua casa como um convidado. Eu entreguei a Jesus as chaves da minha casa [do meu coração] e sou seu servo."

"Como posso fazer isso também?", respondeu o homem.

"Tudo o que você precisa fazer é convidá-Lo para ser o novo dono."

O homem fez isso e agora permite que Jesus reine em cada detalhe de sua vida.
Muitas vezes, entramos em um relacionamento com Deus que nos traz a salvação. Este é o evangelho da salvação. Mas o que Deus realmente deseja para nós é que experimentemos o evangelho do Reino. Ele quer que experimentemos Seu poder e presença todos os dias de nossas vidas e que vejamos Sua mão agindo em nós. Isso só acontece quando Lhe damos a chave de nossa vida; Ele precisa ser mais do que um convidado de honra.

Onde está hoje? Sua vida com Deus tem sido mais como um relacionamento de convidado de honra, ou Ele tem a chave da sua vida?

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A friend of mine tells the story of an encounter he had with a very important government official - the head of state for a country. In the course of some meetings with my friend, the official came up to him and said, "I perceive that there is a difference between you and me. Is it because I come from a different denomination?" My friend began to explain why there was a difference.

"If you were to come to my home, I would invite you in as an honored guest. As my guest, you would enjoy everything I had in my home. However, you would still be a guest. You would not have the keys to the home, and your authority in that home would be merely as a guest. However, if I said to you that I am turning over my home to you and you now have the keys to my home, I would be your servant." My friend continued, "This is the difference between you and me. You have merely invited Jesus into your home as a guest. I have given Jesus the keys to my home [heart] and I am his servant."

"How can I do this too?" the man replied.

"All you have to do is invite Him in as the new owner."

The man did this and is now allowing Jesus to rule and reign in every detail of his life.

So often many of us enter a relationship with God that brings us salvation. This is the gospel of salvation. But what God really desires for us is to experience the gospel of the Kingdom. He wants us to experience His power and presence every day of our lives and to see His hand at work in us. This only happens when we give Him the key to our life; He must be more than an honored guest.

Where are you today? Has your life with God been more like an honored-guest relationship, or does He have the key to your life?

(Crianças) Conduza as Crianças em uma Oração: 10 Momentos Importantes para Conversar com Deus



Saber como conduzir as crianças em uma oração é incrivelmente importante. Ora com os seus filhos ou apenas por eles? Sim, é vital orar pelas crianças quando estão doentes, enfrentando uma situação difícil e sendo tentadas. Mas pais e professores também deveriam orar regularmente com as crianças.

Seja numa sala de aula de EBD ou em casa, pode compartilhar com as crianças as diversas situações que merecem oração. Se é um trabalhador do ministério infantil, compartilhe esses insights com os pais também!

10 Momentos Importantes para Liderar as Crianças em uma Oração

Considere todas essas oportunidades para modelar o poder da oração para as crianças.

1. Faça uma oração de compromisso de fé.

Antes de tudo, os pais devem conduzir as crianças em uma oração de salvação. Pode estabelecer um processo para ajudar nisso. Em vez de orar uma oração de salvação na sala de aula, quando os pais não estiverem presentes, organize uma sessão de aula que pais e crianças participem juntos. Compartilhe uma apresentação clara do Evangelho. Depois, dê aos pais a oportunidade de conduzir as crianças em uma oração de salvação.

2. Ore ao se preparar para viajar.

Lembro que meu pai sempre parava para orar conosco antes de sairmos da garagem. Ele pediu a Deus que nos abençoasse e nos mantivesse seguros de qualquer perigo. Agora faço a mesma coisa com minha família.

3. Ore na hora da refeição.

Em vez de correr para comer porque todo mundo está faminto, pare para abaixar a cabeça. Depois, agradeça ao Senhor pela comida e pelas provisões. Orar com seu filho antes das refeições é algo que ele pode passar para as futuras gerações.

4. Conduza as crianças numa oração na hora de dormir.

Orações antes de dormir são especiais. Elas podem impactar fortemente a vida do seu filho. Ajude as crianças a manter uma lista de pedidos de oração. Alegre-se com as crianças quando Deus responde às orações.

5. Ore juntos ao enfrentar um grande desafio.

Talvez seja um grande teste na escola. Mudando e mudando de escola. Superando um grande medo. Enfrentando um valentão no parquinho. Mostre às crianças que a oração é o primeiro passo ao enfrentar qualquer grande desafio.

6. Falem juntos com Deus quando a tragédia acontecer.

Talvez um avô ou uma pessoa especial faleça. Ou um desastre natural está ameaçando. Ajude a acalmar os medos das crianças orando com elas.

7. Ore ao começar o dia.

Ore com seu filho enquanto ele começa o dia. Peça a Deus para estar com eles e ajudá-los a fazer escolhas sábias. Peça a Deus que guie seus passos e os ajude a se levantar por Ele.

8. Ore por outras pessoas que precisam da ajuda de Deus.

Em seguida, use o poder da oração para abençoar os outros. Pode ser um amigo no hospital. Um missionário no exterior. Pessoas em outros países que enfrentam o desespero. Uma tia na faculdade de medicina que vai fazer uma prova importante. Essa lista é interminável.

9. Ore com seu filho pela provisão de Deus.

Talvez sua família precise de um veículo novo ou de dinheiro para reparos. Talvez seu filho precise de dinheiro para um uniforme de futebol, mas o orçamento da família é muito apertado. Ore para que Deus entre em cena e traga provisão.

10. Orar em família sobre grandes decisões.

Por fim, inclua crianças com certas escolhas familiares. Talvez um dos pais esteja fazendo uma grande mudança de emprego. Ou você está procurando casa ou cuidando dos avós.

Filhos que oram vêm de pais que oram. Orar nos momentos mencionados aqui ajuda as crianças a se tornarem pessoas de oração e compromisso com Cristo. Nada é mais importante do que conduzir as crianças em uma oração e orar com elas.

Este artigo foi publicado originalmente aqui.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

(adolescentes) sinais de maturidade



Texto base: João 15:1-4, Gálatas 5:16-26

Objectivo: os adolescentes vivem em constante maturidade. Não podem esquecer da maturidade espiritual.

INTRODUÇÃO:

Já que estamos a abordar sobre vida espiritual (lição anterior: "O adolescente e a sua vida espiritual"), vamos fazer um teste se temos sinais de maturidade. Nós fomos chamados para produzir. O que estamos a produzir? o Espírito Santo é quem produz em nós o carácter de Cristo.

Observa se existem na tua vida estas 9 virtudes, que estão divididas em três grupos.

AMOR, ALEGRIA E PAZ

Estes se referem ao nosso relacionamento com Deus,

1 - O amor - característica do cristão (Jo 3:35). Esse é o mais sublime de todos os dons. Sem o amor, somos apenas um ruído religioso. É o cumprimento de toda a Lei. É uma ativdade real (1Jo 3:18).

2 - A alegria - é a nossa fonte divina de força (Ne 8:10; 2Co 8:2). É a satisfação daquele que é salvo (Sl 51:12; Fl 4:4). É o prazer da presença de Deus (Sl 16.11).

3 - A paz - É o resultado da justificação (Rm 5.1). É descanso e segurança em Jesus (Jo 14:22). É o resultado daquele que tem o seu coração firme na vontade de Deus (Is 26:3).

LONGANIMIDADE, BENIGNIDADE E BONDADE

Estas virtudes dão ideia do tipo de cristão que nós somos e o nosso relacionamento com os nossos irmãos.

1 - A longanimidade - é a paciência nas provações (Rm 12:12). É suportar as fraquezas do outro (2Ts 5:4; Ef 4:2). É ter forças para resistir às pressões e conflitos da vida sem desanimar (Jo 16:33; Pv 15:18).

2 - A benignidade - Ela significa gentileza no trato (Tg 3:17; Tt 3:2). É não contender (2Tm 2:24).

3 - A bondade - É a disposição em ajudar as pessoas (Cl 3:12; Sl 68:10; Rm 12:17; 15:14).

FIDELIDADE, MANSIDÃO E DOMÍNIO PRÓPRIO

Este terceito grupo está relacionado connosco mesmos, com o nosso interior.

1 - A fidelidade - Firmeza num testemunho exemplar (Tt 2:10; 2Jo 12). Devemos cumprir as nossas responsabilidades (2Tm 4:7,8; Mt 25:23). Devemos ser fiéis nas mínimas coisas. Não mentir, não copiar na escola, ser dizimista, etc.

2 - A mansidão - É total submissão ao controlo de Deus (Nm 12:3; Mt 11:29). É não buscar reconhecimento para si (Jo 3:30). É pensar de si mesmo com moderação (Rm 12:3). "Bem-aventurados os mansos". É mais fácil encontrar os bravos, os violentos, mas os mansos parece-me que são uma "espécie" em extinção. Ainda bem que existes tu! Assim podemos ensinar outros e multiplicar a "raça"!

3 - O domínio próprio - É estar sujeito ao espírito para a prática do bem e a rejeição do mal (Pv 16:32; 25:28). É auto-controlo e auto-disciplina para alcançar o alvo desejado (1Co 9:25-27). Aqueles que são descontrolados conseguem muito pouco e estão sempre a arrependerem-se de alguma coisa que fizeram.

CONCLUSÃO:

Essas virtudes em nós são o resultado da acção do Espírito Santo em nossa vida. O fruto do Espírito náo é como os dons que são distribuídos. Ele deve ser buscado e aperfeiçoado. Temso que lutar para conseguir um. Quando falhamos em exercitar essas qualidades de amadurecimento, não devemos desistir. Devemos clamar a Deus para que Ele nos mostre onde estamos a errar e a buscar acertar. Só Deus nos capacita para vivermos o tipo de vida que Ele deseja. 

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Gostaria de convidar-te a fazeres uma maratona espiritual comigo.

A Bíblia incentiva-nos a crescer espiritualmente, e através dos estudos que aqui serão partilhados terás a oportunidade de conhecer melhor o que a Palavra de Deus diz sobre diversos temas.
A Bíblia afirma que “o meu povo perece por falta de conhecimento” (Oséias). Por isso, convido-te a cresceres no teu conhecimento bíblico, para que sejas bem-sucedido, como nos ensina Josué 1:8.

Investe na tua eternidade! ✨📖

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(Crianças) Garrafas de Oração Ajudam Crianças e Famílias a Se Conectarem com Deus


Garrafas de oração são artesanatos maravilhosos para fazer com crianças. Aprenda a fazer lembretes de oração simples, porém significativos, na escola dominical ou em casa.

As práticas de oração nos conectam a Deus. Em todos os tempos, as orações são úteis para autoexame. A oração espontânea das crianças — conectando-se ao encanto e ao amor de Deus — é um presente para toda a família explorar.

Essa garrafa de oração pega um item simples (uma garrafa sensorial) e a usa para abrir uma conexão dentro da família e, mais importante, com Deus.

Fizemos vídeos durante nosso programa infantil no domingo antes da Quarta-feira de Cinzas. Depois, crianças e famílias usavam as garrafas de oração durante a Quaresma. A resposta foi tremenda. Famílias que estavam ausentes passavam no escritório para preparar garrafas durante a semana. E adultos mandaram e-mails pedindo instruções para que pudessem fazer os seus próprios em casa!

Como Fazer Garrafas de Oração com Crianças

Garrafas de oração são divertidas e fáceis de fazer. Aqui está o que você precisa:

Suprimentos

- Garrafas de água (Remova os rótulos)

- Sabonete líquido transparente

- Glitter branco iridescente

- Glitter espelhado pequeno (ou algo parecido)

- Confete de folha de palmeira

- Lantejolas roxos

- Conchas pequenas

- Cruz Pequena


Instruções

- Encha as garrafas até 2/3 com água morna

- Adicione 2 colheres de chá de glitter branco, 2 colheres de chá de glitter espelhado, 3 beliscadas de folhas de palmeira, 3 pitadas de lantejoulas roxas, 10-12 cascas pequenas, 1 cruz.

- Encha o recipiente até o final (até o topo) com sabão líquido.

- Use cola quente para fixar a tampa no lugar.

- Escreva "Oro" ou "Eu Oro" na tampa.

- Agite a garrafa para juntar tudo dentro.


Cartão para Garrafas de Oração

Querido Deus,

Quando olho dentro dessa garrafa, vejo muitas coisas. Brilhos me lembram que Jesus é a Luz do mundo. Espelhos minúsculos me lembram que fui feito à sua imagem. As conchas me lembram que, quando fui batizado, fui marcado como de Deus para sempre. Folhas de palmeira me lembram de gritar "Hosanna!" e agradecer por todas as minhas bênçãos. O mais importante, eu vejo a cruz. Isso me lembra que Deus me amou tanto que me deu Jesus. E através desse amor, tudo é possível.

(Encontre a cruz.) Onde vi o amor de Deus hoje?

(Encontre uma folha de palmeira.) Pelo que sou grato hoje?

(Olhe nos espelhos.) Onde eu vi Deus em mim hoje?

(Veja os brilhos.) Onde preciso iluminar minha luz para ajudar alguém?

(Encontre as conchas.) Faça a Oração do Pai Nosso. Amém!

Fonte: Garrafas de Oração Ajudam Crianças e Famílias a Se Conectarem com Deus