terça-feira, 31 de julho de 2018

obrigado

A gratidão é o acto de reconhecimento de uma pessoa por alguém que lhe prestou um benefício, um auxílio, um favor, etc. Num sentido mais amplo, pode ser explicada também como recognição abrangente pelas situações e dádivas que a vida lhe proporcionou e ainda proporciona.

A gratidão é uma emoção que envolve um sentimento de dívida emotiva em direcção de outra pessoa; frequentemente acompanhado por um desejo de agradecê-lo, ou reciprocar para um favor que fizeram por si. Num contexto mais religioso, a gratidão também pode referir-se a um sentimento de dívida em direcção a Deus. A gratidão a Deus é um tema central do cristianismo.

O ingrato não alcança o sucesso. É preciso reconhecer o que os outros fazem por nós!

Sou grato a Deus por todos os imensos benefícios que me tem dado e feito em minha vida: pela companhia, pela salvação, pelo perdão (sou falho, admito!), pela direcção (rumo), pelo discernimento e sabedoria, etc.

Sou grato pela minha família linda e maravilhosa! Sem ela seria mais vazio. Temos passado por muitas situações, mas somos unidos, e caminhamos juntos para o melhor de Deus!

Sou grato a todos os meus amigos e irmãos, que ao longo dos meus anos me têm desafiado, encorajado, repreendido, etc. Uns mais presentes, outros mais ausentes, mas deixaram, e deixam, as suas marcas na minha vida, e me ajudaram, e ajudam, a ser o homem que sou hoje. Seria impossível enumerar todos... 

A todos vocês: 

Obrigado por fazerem parte da minha vida! 

... desejo-vos o melhor de tudo - Cristo!
... desejo-vos felicidade!
... desejo-vos saúde!
... desejo-vos dias alegres!
... desejo-vos ... tudo de bom!

Esta mensagem não é uma despedida! Simplesmente tenho sentido de Deus que precisamos de ser mais gratos e manifestar essa gratidão uns para com os outros, por isso quando vos encontrar... vou dar-vos um abraço bem apertado de gratidão!

segunda-feira, 30 de julho de 2018

mais poluição não!!!

Sabias que morrem 6.000 crianças todos os dias por não terem água ou por beberem água poluída?... 
“Deus disse, então:  ‘Que as águas que estão debaixo do céu se juntem num único lugar e que fique à vista a terra firme’  E assim aconteceu... E achou que tudo aquilo eram coisas boas”.  (Génesis 1:9, 10 – Boa Nova)
Em tempos, as sociedades ensinavam as pessoas a mostrar respeito, valor e admiração pela água.  Hoje, os homens agridem constantemente aquele que é um dos recursos mais importantes à vida humana e ao equilíbrio dos ecossistemas.
Todos nós, no dia-a-dia, somos agentes poluidores.  Não é fácil reconhecê-lo, mas é verdade
Em números redondos, a superfície do nosso planeta é ocupada por 70% de água – até parece muito, não é?  O problema é que apenas 2,9 % da água existente é doce.  Por “azar”, 2,2% está congelada.  Restam 0,6%...
As reservas de água potável estão a desaparecer por causa da sua sobre-exploração e poluição.  Por um lado, gastamos água de forma irracional, sem termos consciência do problema da escassez (cerca de 1.100 milhões de pessoas no mundo, 1/6 da população mundial, carecem de água potável).  Por outro lado, as descargas químicas da indústria, os pesticidas usados na agricultura e os esgotos domésticos têm contaminado os oceanos, os mares, os rios, os lagos e as reservas subterrâneas.
Quando o nível de poluição é reduzido, a água, através do oxigénio, consegue “purificar-se”.  Durante muito tempo, este mecanismo de auto-regulação (limpeza) foi suficiente para eliminar a poluição produzida pelo Homem e animais.  Hoje, a poluição da água ultrapassa, e muito, a sua capacidade regeneradora.
A água precisa de ti!  Precisa da tua ajuda responsável!...
O melhor modo de mostrares o teu respeito e o teu apreço pelo papel que a água tem na vida do Planeta é valorizando cada gota, poupando, e sensibilizando todos à tua volta para o fazerem também.

quinta-feira, 26 de julho de 2018

Bebés Precisam-se!


A população portuguesa está a ENVELHECER PERIGOSAMENTE. Cada vez menos jovens - é este o cenário que levanta problemas de sustentabilidade ao país e impactos na demografia.

Num estudo a "Focus" foi perceber como a renovação das gerações está em perigo no nosso país. Nos últimos anos em Portugal, à semelhança dos restantes países europeus, a tendência tem sido clara. A baixa da taxa de natalidade e fecundidade moderna, que se debate com o envelhecimento da população e a dificuldade na renovação de gerações. Por seu lado, a imigração em Portugal tem sido um factor que impede a ainda maior baixa desses números. 


O ENVELHECIMENTO DA POPULAÇÃO TRAZ PROBLEMAS DE SUBSISTÊNCIA AO PAÍS


A fecundidade no nosso país diminuiu nas últimas décadas, em particular desde os anos 80. 


FECUNDIDADE EM QUEDA CRESCENTE EM PORTUGAL


1960 - 3,1 filhos

1981 - 2,1 filhos                       O número de filhos em média que cada mulher deixa
2001 - 1,5 filhos                       na população está a diminuir.
2007 - 1,3 filhos
                                                                               Fonte: Associação Portuguesa de Demografia

A diminuição de natalidade e o aumento da esperança média de vida em Portugal agravam o envelhecimento da população, originando uma diferença cada vez menor entre o início e o fim da pirâmide etária. Se em 1987, tinham os filhos antes dos 30 anos, anos depois, é no grupo dos 30 aos 34, ou até mais tarde, é que se verificam a maioria dos nascimentos. Com este cenário, as consequências esperadas apontam para menos criação de emprego, maior pressão sobre as pensões, mais gastos com a saúde dos mais velhos, maior pressão para a subida de impostos e descontos para a Segurança Social. A realidade traduz-se em cada vez menos crianças, o que está a acentuar a desertificação do Interior do país.

De acordo com Maria Madalena Mendes, ex-presidente da Associação Portuguesa de Demografia, "os portugueses decidiram ter não só menos filhos, como também adiaram o momento de ter esses filhos". O que conjugado teve como resultado a "observação do nível de fecundidade mais baixo alguma vez verificado". Entre as razões apontadas para o fenómeno, a estudiosa acredita que possamos encontrar "o aumento da participação da mulher no mercado de trabalho, o prolongamento da educação e o duplo fardo que representa para as mulheres trabalhar no mercado de trabalho e em casa, associados a um aumento de precariedade, quer laborar, quer a nível dos próprios relacionamentos.

A juntar a essas conclusões, Maria Filomena acrescentou "a existência de novas incertezas e riscos para os jovens e para as mulheres em particular, as aspirações de mobilidade social intra e intergeracional, as carreiras profissionais, o desejo de bem estar social, e o de ter um filho único bem sucedido".

Neste sentido, a solução poderá encontrar-se, na sua opinião, "não em de convencer os jovens a ter filhos, ou mais filhos, mas sim de estruturar a sociedade de maneira a que lhes permita ter esses filhos".

Desde os anos 80 que a fecundidade em Portugal, já não permite repor as gerações, o que significa que a dimensão das gerações vem sendo cada vez menor. Uma situação deste tipo, mantida durante muito tempo, como se tem verificado em Portugal, traz implicações irreversíveis para a estrutura por idades da população portuguesa, observáveis não só no momento actual, mas principalmente em termos futuros. 

O aumento inevitável do envelhecimento da população em geral, das famílias e da população em idade activa condicionará necessariamente a sociedade portuguesa no futuro. 

OUTRAS CAUSAS DE INFERTILIDADE - https://ivi.pt/causas-da-infertilidade/

Associação Portuguesa de Demografia - http://www.apdemografia.pt/


liderar com coragem

LIDERAR COM CORAGEM SIMPLESMENTE SIGNIFICA QUE DESENVOLVI:


1. Convicções que são mais fortes do que meus medos.

2. A visão que é mais clara do que minhas dúvidas.

3. A Sensibilidade espiritual que fala mais alto do que a opinião popular.

4. A auto-estima que é mais profunda do que auto-protecção.

5. A apreciação pela disciplina que é maior do que meu desejo de lazer.

6. A insatisfação que é mais forte do que o status quo.

7. O equilíbrio que é mais inabalável do que o pânico.

8. A atitude de correr riscos que é mais forte do que a atitude de buscar segurança.

9. Acções correctas que são mais fortes do que a racionalização.

10. Um desejo maior de ver o potencial alcançado do que de ver pessoas satisfeitas.

quinta-feira, 8 de março de 2018

Invizimals, o animais invisíveis

Esta tarde ao consultar a minha agenda tinha um apontamento para procurar informações a respeito de uns desenhos animados que estavam a dar na TV há já algum tempo atrás. Ao consultar hoje encontrei a seguinte informação:

"Os Invizimals estão de volta! Embarca nesta aventura que atravessa o planeta e fica a conhecer os mistérios das criaturas mais poderosas da Terra numa coleção incrível!
Estas criaturas, invisíveis a olho humano, convivem connosco há seculos sem que ninguém as tenha descoberto… 

Mas tu, podes descobrir tudo sobre estas criaturas lendárias ao longo das 64 páginas da mais completa de todas as coleções, que reúne todos os Invizimals espelhados ao longo dos 336 cromos que completam a coleção.Vais poder encontrar os Invizimals de Fogo, com temperamento ardente; os de Gelo, com resistência a baixas temperaturas, os de Deserto que fizeram dos desertos do planeta a sua casa, os de Selva, onde caçar estes seres é uma aventura devido ao calor e à vegetação emaranhada, os de Oceano, que segundo se conta complicaram durante séculos a vida dos marinheiros, os de Rocha, duros como a rocha, os de Metal, com placas, armaduras, punhos e garras que inspiram o terror por onde passam e, por último, os de Ar, a voar ou a planar, escondidos entre as nuvens, difíceis de localizar a não ser que desafies os ventos...Por isso, tem cuidado com estes seres que andam à solta na tua caderneta, a cada virar de página, uma surpresa; revelam segredos, decifram mistérios, mas também trazem muita diversão... " Fonte: X



A Bíblia diz-nos muito a respeito deste assunto... animais invisíveis. Precisamos cada vez mais ficar atentos ao que os nossos filhos vêem na TV (ou jogos), aos poucos parece que estão a ser preparados para um dia visualizarem os "animais" que até agora têm estado invisíveis, com enormes poderes, mas que poderão vir a ser vistos.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Equipar a Igreja para educar crianças num mundo confuso

O mundo está a mudar - esta é uma afirmação verdadeira - mas talvez nunca tão rápido como nas últimas décadas, e nunca tão evidentes nos assuntos como moralidade e sexualidade.
A realidade é, nós como pais temos a obrigação de ensinar os nossos filhos, no meio desta cultura que é confusa, a terem valores firmes baseados na cosmovisão cristã e nos ensinos das Escrituras. Portanto, a pergunta óbvia é: Como nós, vivendo numa nova moralidade, expressaremos os ensinos das Escrituras e teremos uma vida baseada na moralidade bíblica que honre a Deus? Neste breve artigo, irei sugerir quatro coisas.
Primeiro, precisamos de lembrar que a nossa identidade está enraizada em Cristo. As crianças e adolescentes que vêem a sua identidade cristã como uma lista de regras e regulamentações que precisam de seguir a fim de manter Deus e os seus pais felizes, um dia irão rebelar-se contra essas regras, ou irão usar essas regras e tornam-se maus e juízes de outros (exemplo dos judaízantes e dos inquisitores). Em vez disso, se a sua identidade está enraizada em quem Jesus é e no que eles são em Cristo, poderão valorizar os ensinos das Escrituras e amar os outros que podem ter diferentes perspectivas no meio das mudanças culturais que estão a acontecer à nossa volta.
Segundo, precisamos de não ter vergonha ou ficar constrangidos em ensinar o que as Escrituras ensinam, mas devemos fazê-lo de forma que reconhece que é diferente da maneira como o mundo ensina. Nesta nova realidade cultural em que estamos a viver, precisamos de ter um grande entendimento da cosmovisão do que os cristãos acreditam e porque, um entendimento das Escrituras e o que elas ensinam e porque, e uma cosmovisão que diz às crianças e adolescentes "tu fazes essas coisas não porque são coisas que 'bons' meninos fazem mas porque nós somos seguidores de Jesus e vivemos de forma diferente em algumas coisas que o mundo vive."
Terceiro, devemos falar sobre a fragilidade do mundo, da nossa cultura, e de nós mesmos. A realidade é, se mantermos um padrão de superioridade moral, iremos conduzir nossas crianças ao desespero ou ao orgulho - desespero com o qual não conseguirão viver, ou orgulho naquilo que têm. Ambos são pecado, embora diferentes faces do pecado. Em vez disso, a melhor abordagem é ajudá-los a entender que todos pecamos e que todos lutamos contra o pecado. 
Quarto, devemos quebrar a tirania da conformidade que é tão presente na vida das crianças. A coisa mais terrível pelo qual as crianças passam é ser diferente dos outros. É claro, que à medida que vai envelhecendo, ficam mais receptivos à realidade das mudanças. Mas, muitas crianças e adolescentes pensam como o antigo provérbio japonês: "um prego que se destaca é retirado", por isso eles esforçam-se para se encaixar. No entanto, isso não funciona com os cristãos. Então, procuremos versículos bíblicos que falem sobre brilharmos como luzes neste mundo e como podemos permanecer firmes no meio desta cultura de trevas (Filipenses 2.16). A ideia da conformidade não é um valor. Devemos sim ser conformados à imagem de Cristo.
Quinto e último, devemos partilhar com as crianças as nossas batalhas, falhas e fragilidades para que possam ver que somos pessoas imperfeitas que procuram seguir um Deus perfeito e Seus ensinos. A realidade é, temos feito coisas ou tido erros que talvez nossos filhos não saibam - que temos sido tentados ou até mesmo que temos sucumbido à tentação. Então quando for apropriado, devemos partilhar. Nós lutamos em diferentes tempos e de diferentes maneiras, mas somos seguidores que lutam no meio de um mundo quebrado.
Concluindo, o conselho deste artigo pode ser resumido numa coisa: ensine os seus filhos a entender que somos povo peculiar "para que possamos declarar a bondade daquele que nos chamou das trevas para a sua preciosa luz" (1Pe 2.9). Como povo peculiar devemos procurar o melhor caminho - o caminho enraizado em que nós somos in Cristo - que é seguro em quem Deus é e que Ele quer o nosso melhor.
Como nosso criador, portanto Ele conhece-nos, e porque nos conhece Ele deu-nos directrizes e direcções para conduzir-nos. Essas directrizes e direcções são dignas de serem vividas, e são diferentes do mundo.
No meio desta nova moralidade, nós voltamos à moralidade que está enraizada, não na história, mas na natureza do próprio Deus. Quem nós somos em Cristo molda como nós vivemos, e como nós vivemos é diferente do mundo à nossa volta.

domingo, 11 de fevereiro de 2018

Nunca Mais

  • Nunca mais direi “eu não posso” pois “Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece.” (Filipenses 4:13)
  • Nunca mais alegarei falta de alguma coisa, pois “O meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades em glória, por Cristo Jesus.” (Filipenses 4:19)
  • Nunca mais direi eu tenho medo “Pois Deus não nos deu espírito de covardia, mas de poder, de amor e de equilíbrio.” (2 Timóteo 1:7)
  • Nunca mais direi que tenho dúvidas ou falta de fé “Pois pela graça que me foi dada digo a todos vocês: ninguém tenha de si mesmo um conceito mais elevado do que deve ter; mas, pelo contrário, tenha um conceito equilibrado, de acordo com a medida da fé que Deus lhe concedeu.” (Romanos 12:3)
  • Nunca mais direi que sou fraco, porque “O SENHOR é a minha luz e a minha salvação; a quem temerei? O SENHOR é a força da minha vida; de quem me recearei?” (Salmos 27:1) “E aos violadores da aliança ele com lisonjas perverterá, mas o povo que conhece ao seu Deus se tornará forte e fará proezas.” (Daniel 11:32)
  • Nunca mais direi que Satanás tem poder em minha vida. “Filhinhos, sois de Deus, e já os tendes vencido; porque maior é o que está em vós do que o que está no mundo.” (1 João 4:4)
  • Nunca mais direi que estou derrotado. “E graças a Deus, que sempre nos faz triunfar em Cristo, e por meio de nós manifesta em todo o lugar a fragrância do seu conhecimento.” (2 Coríntios 2:14)
  • Nunca mais direi que não tenho sabedoria. “Mas vós sois dele, em Jesus Cristo, o qual para nós foi feito por Deus sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção.” (1 Coríntios 1:30)
  • Nunca mais direi que estou doente, pois “Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.” (Isaías 53:5) e “Para que se cumprisse o que fora dito pelo profeta Isaías, que diz: Ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e levou as nossas doenças.” (Mateus 8:17)
  • Nunca mais direi que estou preocupado e frustrado, pois a Bíblia diz “Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.” (1 Pedro 5:7) 
  • Nunca mais direi que sou escravo (preso) pois “Ora, o Senhor é Espírito; e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade.” (2 Coríntios 3:17) Meu corpo é o templo do Espírito Santo!
  • Nunca mais direi que estou condenado, pois “Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito.” (Romanos 8:1) 
Extraído do livro “Há poder em suas palavras” de Don Gossett